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Variedades

Filipinas passam a liderar importações de carne suína do Brasil e setor registra recorde

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

Com as Filipinas pela primeira vez na liderança dos principais destinos, as exportações brasileiras de carne suína atingiram 130,9 mil toneladas em outubro de 2024, o que representa um crescimento de 40,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o setor alcançou um recorde histórico, totalizando US$ 313,3 milhões, o que significa um aumento de 56,4% na comparação anual.

Entre janeiro e outubro deste ano, o volume total exportado foi de 1,121 milhão de toneladas, registrando alta de 10,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando o país exportou 1,013 milhão de toneladas. A receita acumulada das exportações em 2024 subiu 5,2%, totalizando US$ 2,482 bilhões, contra US$ 2,361 bilhões no ano anterior.

No acumulado do ano, as Filipinas assumiram pela primeira vez o posto de maior destino das exportações de carne suína do Brasil, com 206 mil toneladas, um aumento de 103,3% em comparação com o mesmo período de 2023. Na sequência, vêm China, com 199,9 mil toneladas (-40,6%), Chile, com 92,5 mil toneladas (+33,9%), Hong Kong, com 89,4 mil toneladas (-11,8%) e Japão, com 75,8 mil toneladas (+137,2%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, comentou o novo cenário de exportação para o setor. “Após anos como principal destino das exportações de carne suína do Brasil, a China cedeu lugar para as Filipinas, em um momento em que vemos o setor ampliar significativamente a capilaridade de suas exportações. No mês de outubro, dos 10 primeiros importadores, apenas dois não registraram crescimentos expressivos, o que coloca a suinocultura exportadora do Brasil em um novo quadro, com maior sustentabilidade comercial”, afirmou Santin.

Santa Catarina continua como o principal estado exportador de carne suína, com 68,6 mil toneladas embarcadas em outubro, 45,7% a mais que no ano passado. O Rio Grande do Sul exportou 27,6 mil toneladas (+25,6%), Paraná, 20,6 mil toneladas (+44,5%), Mato Grosso, 3 mil toneladas (-19,2%), e Mato Grosso do Sul, 2,9 mil toneladas (+54,6%).

Foto: DC Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil cresce 4,8% até setembro

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de calçados no Brasil registrou um crescimento de 4,8% nos primeiros nove meses de 2023, com a produção estimada em mais de 671 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em informações do IBGE. Em setembro, a produção do setor aumentou 8,1%, o que impulsionou o desempenho acumulado do ano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que o principal fator para o crescimento tem sido o mercado interno, que representa mais de 85% das vendas da indústria de calçados. Até agosto, o consumo doméstico de calçados cresceu mais de 9%, refletindo a demanda nacional. “As expectativas são de terminar o ano com um crescimento produtivo acima de 3%, alcançando mais de 890 milhões de pares produzidos”, afirmou o dirigente da entidade.

No momento, a indústria calçadista brasileira se prepara para mais um evento importante do setor, a BFShow que ocorre entre 11 e 13 de novembro em São Paulo, onde as maiores empresas do segmento estarão reunidas para abastecer o varejo nacional.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 700 Visualizações
Variedades

Fórum Planeta Campo discute o papel do Brasil como potência agroambiental

Por Jonathan da Silva 04/11/2024
Por Jonathan da Silva

A 4ª edição do Fórum Planeta Campo, promovida pelo Canal Rural na quarta-feira (30) em São Paulo, reuniu 28 painelistas nacionais e internacionais para debater temas globais como segurança alimentar, transição energética e mudanças climáticas, destacando o potencial do Brasil no setor agroambiental.

O diretor do Instituto de Estudos do Agronegócio da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Eduardo Bastos, ressaltou a expectativa internacional em relação ao papel do Brasil nas crises alimentar, energética e climática. Segundo Bastos, o país possui capacidade para dobrar a produção de alimentos, fornecer energia renovável e reduzir emissões de carbono por meio da recuperação de áreas degradadas. “O mundo enxerga o Brasil como um país capaz de alimentar e proteger o meio ambiente como nenhum outro”, afirmou o diretor.

O evento também trouxe a visão do professor da Universidade Columbia, Charles F. Sabel, que falou sobre os desafios que o Brasil deve enfrentar com a nova legislação antidesmatamento da União Europeia, prevista para 2025. Sabel explicou que a lei tem como objetivo a preservação das florestas e deve impactar significativamente os países exportadores. Ele destacou a necessidade de o Brasil definir o que é uma produção sustentável e estabelecer critérios para commodities sustentáveis e a restauração de áreas degradadas.

Outros temas abordados incluíram o papel das cooperativas no desenvolvimento rural, as linhas de financiamento voltadas à sustentabilidade, como o Fundo Clima, e a transição energética. O fórum também discutiu estratégias de comunicação para fortalecer a imagem do agronegócio brasileiro, com a colaboração da Associação Brasileira de Marketing Rural.

Durante o evento, foram ainda apresentados os ganhadores do 3º Prêmio Planeta Campo, que homenageou produtores brasileiros comprometidos com práticas sustentáveis e que conseguem aliar produtividade à conservação ambiental.

Ganhadores do Prêmio Planeta Campo 2024

Produtor Familiar
  • 1º lugar: Fazenda Santa Cruz, São Francisco do Glória-MG
  • 2º lugar: Sítio São João, São Carlos-SP
  • 3º lugar: Bezz (Bezzeros Nunes Góss), São Joaquim-SC
Pequeno Produtor
  • 1º lugar: Fazenda Berro D’água, São Sebastião do Paraíso-MG
  • 2º lugar: Campos Agropecuária, Paineiras-MG
  • 3º lugar: Fazenda Taguá, Guarapuava-PR
Médio Produtor – Empate técnico no 1º lugar
  • 1º lugar: Fazenda Serra Vermelha, Sambaíba-MA
  • 1º lugar: Fazenda Carolina do Norte, Balsas-MA
  • 2º lugar: Fazenda Cajueiro, Baixa Grande do Ribeiro-PI
  • 3º lugar: Fazenda Figueiredo, Cristalina-GO
Grande Produtor
  • 1º lugar: Fazenda Nova Holanda, Tasso Fragoso-MA
  • 2º lugar: Fazenda Santa Cruz da Vargem Grande, Patrocínio-MG
  • 3º lugar: Fazenda Canário, Sapezal-MT
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 454 Visualizações
Business

Indústria calçadista brasileira busca estreitar relações com mercado angolano

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira está fortalecendo relações comerciais com Angola, que se consolidou como um destacado destino de exportação para o setor. Entre janeiro e setembro, as fábricas brasileiras exportaram para o país africano o equivalente a US$ 11 milhões, representando um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Em um encontro realizado durante o Fórum Brasil de Investimentos, em São Paulo, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e a gerente de Relacionamento e Negócios da entidade, Letícia Sperb Masselli, reuniram-se com representantes da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (Aipex). Ferreira destacou que o objetivo da reunião foi fortalecer o relacionamento com o mercado angolano, que apresenta um potencial de crescimento para os produtos brasileiros. “Angola é um mercado em crescimento para a indústria brasileira de calçados”, afirmou o dirigente.

Durante o encontro, representantes da Aipex ressaltaram a receptividade do calçado brasileiro em Angola, impulsionada por similaridades culturais, incluindo a língua, que facilitam a integração comercial. Angola, com uma população de mais de 34 milhões de pessoas, depende fortemente da importação de calçados e tem o Brasil como seu segundo maior fornecedor, atrás apenas da China.

Representando a Aipex, participaram do encontro o administrador-executivo Jerônimo Pongolola e o técnico Valter Almeida.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 482 Visualizações
Saúde

Paciente recebe prótese cardíaca inédita no Brasil após dois anos de espera por autorização

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Depois de dois anos aguardando uma autorização da Anvisa, uma paciente com uma condição cardíaca rara recebeu uma prótese inédita no Brasil em um procedimento realizado no Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, em julho deste ano. Luriane Minho, 32 anos, foi diagnosticada com comunicação interatrial (CIA) e hipertensão pulmonar em 2019, condição que afetava seu coração e aumentava os riscos à sua saúde.

O primeiro sinal do problema surgiu em 2019, quando Luriane sentiu uma aceleração anormal dos batimentos cardíacos. Após procurar atendimento em Capão da Canoa, sua cidade, foi orientada a investigar a situação com um cardiologista, que confirmou a presença de CIA, uma anomalia que causa um “buraco” entre os átrios direito e esquerdo do coração. Ao longo dos anos, a condição evoluiu para hipertensão pulmonar, levando a paciente a uma rotina de cuidados intensivos e consultas regulares.

Sob acompanhamento do médico cardiologista intervencionista João Manica, Luriane foi indicada para receber uma prótese com fenestra, específica para sua condição. A prótese necessária, no entanto, não possuía autorização para uso no Brasil, o que motivou Manica a iniciar um processo para obtenção do material através do “uso compassivo”. “Fomos à Anvisa fazer uma solicitação. Ele é um dispositivo comprovado, porém, sem autorização aqui, o que exigiria o uso compassivo. Comecei o processo em 2021. Elaborei relatórios, termos de responsabilidade”, afirmou Manica.

Em janeiro deste ano, a Anvisa autorizou a importação da prótese, doada pelo fabricante para o caso de Luriane. “Eu chorei quando soube. Tive um sentimento muito bom de ter uma expectativa de vida um pouco maior, de poder conseguir fazer planos”, descreveu a paciente sobre o momento em que recebeu a notícia.

Com a prótese fabricada e importada, a cirurgia ocorreu em julho. Segundo Manica, a operação foi rápida, e a paciente teve alta poucos dias após o procedimento. A chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Polanczyk, afirmou que o avanço das técnicas na cardiologia tem sido crucial para casos como o de Luriane. “Esse foi o caso da Luriane, que tinha uma doença cardíaca congênita frequente, mas que, para ser corrigida, precisava de uma prótese específica. A persistência da paciente e da equipe fizeram toda a diferença para o resultado positivo para ela”, afirmou Carisi.

Após a cirurgia, Luriane ainda precisará evitar atividades que elevem a frequência cardíaca e deverá manter o acompanhamento médico. Contudo, ela espera que o dispositivo permita uma vida mais ativa e com menos restrições. “Minha expectativa é que a prótese me ajude tanto ao ponto que não precise mais tomar remédio – ou diminua a dosagem – para a hipertensão. Quero viajar, fazer coisas que antes eu não conseguia porque o meu corpo não aguentava”, destacou Luriane.

Foto: HMV/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 538 Visualizações
Business

Indústria calçadista projeta retomada da produção acima de 900 milhões de pares em 2025

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Após enfrentar uma queda durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira prevê um aumento de produção para 2025, com estimativas de chegar a 904 milhões de pares. Em 2019, o setor produziu 898 milhões de pares, mas a pandemia reduziu esse número para 746 milhões em 2020. Desde então, a produção apresentou leve recuperação, com 855 milhões, 886 milhões e 865 milhões de pares produzidos entre 2021 e 2023. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a projeção para 2024 é de aumento de até 3,2%, e um crescimento adicional de 1,9% em 2025.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que o mercado interno será essencial para essa recuperação, impulsionado por uma diminuição no desemprego e aumento da renda. “Entre janeiro e setembro, a entidade estima um crescimento de mais de 9% no consumo doméstico de calçados, onde também são computadas as importações”, afirmou Ferreira.

Para atender à alta demanda, em novembro ocorrerá a 3ª edição da BFShow, feira que reunirá mais de 290 marcas e apresentará lançamentos de Outono-Inverno, além de produtos com pronta entrega voltados para o abastecimento do varejo antes das festas de fim de ano.

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, organizadora da BFShow, destacou que o evento, que ocorre de 11 a 13 de novembro no Distrito Anhembi, em São Paulo, espera receber mais de 10 mil compradores nacionais e internacionais. “É o único evento do país em que o lojista vai encontrar desde os principais fabricantes até indústrias de pequeno porte que atendem nichos específicos de butiques”, pontuou Picolo.

O credenciamento para lojistas está aberto no site oficial da BFShow.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 576 Visualizações
Ensino

Feevale e universidade equatoriana estreitam cooperação acadêmica

Por Jonathan da Silva 24/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale recebeu representantes da Universidad Católica de Cuenca, do Equador, nesta quarta-feira (23),  em Novo Hamburgo, com o objetivo de fortalecer os laços de cooperação acadêmica entre as instituições. Os professores Diego Morales e Eduardo Palma foram recebidos pelo reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, e pela diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Casari Cundari, no Câmpus II da instituição gaúcha.

A visita faz parte de uma missão para conhecer a estrutura e as metodologias da Feevale, além de avançar no desenvolvimento de projetos conjuntos. Um dos principais projetos discutidos foi a “Preparação de estruturas plásticas, mobiliário urbano, vestuário ecológico e calçados através da implementação da economia circular”, que está sendo realizado em parceria entre as duas universidades.

Após a reunião, Morales e Palma participaram de um tour pelos principais centros de pesquisa da Feevale, incluindo o Laboratório de Estudos Avançados em Materiais, a Central Analítica e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Limpas. Durante as visitas, os professores equatorianos puderam observar as instalações e debater futuras colaborações.

Também participaram da recepção os pesquisadores da Feevale Carlos Pandolfo Carone, Vanusca Dalosto Jahno, Daiana Metz Arnold e Marco Antonio Siqueira Rodrigues, além das representantes da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão Ana Carolina Kayser e Tauana Rodrigues.

Foto: Maria Izabella Atanasio/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2024 0 Comentários 335 Visualizações
Variedades

Empreendedorismo feminino na proteína animal brasileira é destaque na SIAL Paris

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

O empreendedorismo feminino no setor de proteína animal do Brasil será um dos destaques da participação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na SIAL Paris 2024, uma das maiores feiras de alimentos do mundo, que ocorrerá entre 19 e 23 de outubro em Paris, na França. A ação, organizada pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contará com a participação de 25 agroindústrias brasileiras do setor de aves, suínos e ovos.

A ABPA terá um espaço de 550 m² dividido em três áreas: comercial, gastronômica e institucional. Na área comercial, 25 empresas como Seara, C.Vale, Frimesa e Vibra estarão presentes para promover seus produtos e expandir negócios. Já na área gastronômica, haverá degustações de pratos brasileiros, como galeto com polenta e estrogonofe de frango, além de outras receitas à base de proteína animal.

No âmbito institucional, a ABPA apresentará uma exposição inédita que homenageará a liderança feminina no setor de proteína animal, com fotos e depoimentos de mulheres que ocupam cargos de destaque na avicultura e suinocultura brasileiras. A exposição visa destacar as histórias e contribuições dessas lideranças para o fortalecimento do Brasil no mercado global.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que esta edição da SIAL terá um foco especial na valorização das mulheres que impulsionam o setor. “Voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil”, declarou Santin.

Além disso, a ABPA distribuirá materiais institucionais sobre o setor de proteína animal do Brasil, destacando a diversidade, qualidade e sustentabilidade dos produtos exportados pelo país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 387 Visualizações
Esporte

Torneio Internacional de Eisstocksport movimenta delegações internacionais na Oktoberfest

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

O 19º Torneio Internacional de Eisstocksport da Oktoberfest 2024 foi realizado em Santa Cruz do Sul neste fim de semana, de 11 a 13 de outubro, com a participação de quase duzentos atletas de equipes do Brasil, Áustria, Alemanha e Paraguai. A competição atraiu delegações internacionais para a festa da alegria e se destacou pela integração entre jogadores e simpatizantes do esporte.

O presidente da Federação Gaúcha de Eisstocksport, Sérgio Luiz Böhm, afirmou justamente que esta sinergia entre quem jogou e acompanhou foi um dos principais pontos do evento. “Foram três dias de muita intensidade, em especial dos estrangeiros presentes, que ficaram muito impressionados com o nível e a organização”, destacou também o presidente. Böhm acrescentou que os atletas europeus seguirão em turnê por clubes locais para conhecer as estruturas das equipes brasileiras.

O torneio incluiu uma modalidade individual na sexta-feira, 10 de outubro, com a participação de atletas masculinos e femininos, e as disputas por equipes ocorreram no sábado e domingo, dias 11 e 12, com sete equipes femininas e 12 masculinas divididas em duas chaves.

Resultados

Nos resultados individuais, a campeã feminina foi Rejane Böhm, do Centro Cultural 25 de Julho, seguida por Márcia Reis e Tarcila Frölich. No masculino, o título foi conquistado por Augusto Carlos Böhm, também do Centro Cultural 25 de Julho, com Eduardo Schuster em segundo lugar e Sérgio Luiz Böhm em terceiro.

Na categoria de equipes, a campeã feminina foi a Auf Guets, do Centro Cultural 25 de Julho, composta por Rejane Böhm, Márcia Reis, Sheron Mees, Laura Pretzel e Suzi Waechter. O Centro de Cultura Alemã de Lajeado foi vice-campeão, seguido pela equipe Ja Wohl, do Centro Cultural 25 de Julho.

No masculino, a equipe Innsbruck 2014, do Centro Cultural 25 de Julho, sagrou-se campeã, com Eduardo Schuster, Luis Eduardo Kaufmann, Júlio Reis, Samuel Böhm e Sérgio Böhm. O vice-campeão foi o Amstetten, e em terceiro lugar ficou o Team Germany, da Alemanha.

17/10/2024 0 Comentários 499 Visualizações
Business

Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 321 Visualizações
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