A Emergência do Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH) passou a contar, desde abril, com a atuação de fluxistas para agilizar o atendimento aos pacientes. Atualmente, quatro profissionais acompanham toda a jornada do usuário dentro da unidade, desde a chegada até a alta hospitalar ou a internação. A medida integra as ações do projeto Lean nas Emergências, desenvolvido com acompanhamento e consultoria da equipe do Hospital Israelita Albert Einstein, e já resultou na redução do tempo médio de espera para a primeira consulta médica, que caiu de 84 para 54 minutos.
O fluxista é responsável por orientar o paciente durante a permanência na Emergência, encaminhá-lo aos consultórios, acompanhar a realização e os resultados de exames e controlar o tempo de permanência na observação. A função busca garantir um fluxo contínuo de atendimento e contribuir para uma tomada de decisão médica mais rápida.
Segundo o coordenador médico da Emergência do HMNH, Rafael Xavier de Oliveira, o profissional acompanha o paciente até a conclusão do atendimento. “O fluxista acompanha o paciente dentro do hospital até o desfecho: se ele vai ser internado ou receber alta. Ele atua fazendo o acolhimento e garantindo a segurança do paciente”, explica Xavier de Oliveira.
Resultados
A implantação da função faz parte das estratégias do projeto Lean nas Emergências para reduzir o tempo de permanência dos pacientes na unidade e otimizar os processos internos. De acordo com o hospital, o tempo médio de espera para a primeira consulta médica passou de 84 para 54 minutos, considerando desde a abertura da ficha, a classificação de risco e o atendimento médico.
Além do acompanhamento dos pacientes, os fluxistas também gerenciam etapas administrativas relacionadas ao atendimento. Conforme o fluxista do HMNH, Vinicius Kayser, a atuação contribui para acelerar os processos internos. “O fluxista dá ritmo e organização ao fluxo de trabalho. Nós assumimos a parte burocrática, o acompanhamento dos resultados e os horários em que os exames são realizados. Isso reduz o tempo de permanência do paciente em observação e permite que a equipe médica defina a conduta mais rapidamente — seja para internação ou alta hospitalar”, afirma Kayser.







Segundo a CEO da Catavento Meteorologia e Meio Ambiente, Natalia Pereira, a plataforma foi pensada de forma regional e visa auxiliar tanto o poder público quanto a população a perceber os reais problemas que podem enfrentar. “A plataforma vai trazer para a população, em tempo real, o que está acontecendo no clima de sua cidade e dados do que a administração pública do município está fazendo para ajuda-los”, enfatiza.