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Dia dos Namorados promete movimentar o comércio do Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 29/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Dia dos Namorados deve impulsionar o comércio e o setor de serviços no Vale do Rio Pardo nas próximas semanas, com expectativa de aumento nas vendas de presentes, gastronomia e experiências. Pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) aponta que 51,7% dos gaúchos pretendem comprar presentes para a data, celebrada em 12 de junho, com gasto médio estimado em R$ 303,08 por consumidor. Em Santa Cruz do Sul e região, a avaliação do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) é de que o cenário também deve refletir na economia local, especialmente em municípios com forte presença do comércio e da gastronomia.

Segundo o levantamento, além das lojas, restaurantes, hotéis, cafeterias e espaços voltados a experiências devem registrar aumento na movimentação durante o período. A pesquisa também indica que os consumidores seguem mais atentos aos preços e às oportunidades de compra. Conforme os dados, 75,6% dos entrevistados pretendem pesquisar ofertas e comparar preços antes de definir os presentes, principalmente pela internet.

Entre os itens mais procurados pelos consumidores aparecem vestuário, citado por 40,5% dos entrevistados, seguido por perfumes e cosméticos, calçados e chocolates. O estudo também aponta que 81,6% das compras devem ocorrer na semana que antecede a data, cenário que tradicionalmente amplia o fluxo no comércio.

Comportamento do consumidor

Para o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, o comportamento identificado pela pesquisa acompanha o perfil do consumidor da região. “O Vale do Rio Pardo possui um comércio diversificado e uma forte cultura de valorização das datas comemorativas. Mesmo em um cenário econômico mais cauteloso, existe disposição para celebrar e buscar presentes que tenham significado”, afirma Spode.

De acordo com o dirigente, a chegada antecipada das temperaturas mais baixas também tende a influenciar as vendas. “O consumidor começa a procurar produtos de inverno, itens de autocuidado e opções ligadas ao conforto e ao bem-estar. Isso ajuda a criar um ambiente favorável para o comércio e para os serviços”, acrescenta Mauro Spode.

Gastronomia e lazer

Além da compra de presentes, a pesquisa da Fecomércio-RS aponta crescimento na intenção de consumo ligada ao lazer e à gastronomia. Entre os entrevistados, 61,3% afirmaram que pretendem realizar alguma comemoração especial no Dia dos Namorados, principalmente com almoços e jantares fora de casa. O gasto médio previsto para essas experiências é de R$ 333,19.

Segundo o presidente do Sindilojas-VRP, diferentes setores da economia regional devem ser impactados pela data. “O período acaba movimentando diferentes áreas da economia local. Restaurantes, hotéis, cafeterias e espaços de entretenimento também se beneficiam deste movimento, especialmente em municípios que possuem uma oferta diversificada de serviços e experiências”, conclui Spode.

Fotos: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2026 0 Comentários 23 Visualizações
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Sicoob MaxiCrédito registra R$ 1 bilhão em economia para cooperados em 2025

Por Jonathan da Silva 27/05/2026
Por Jonathan da Silva

Os cooperados do Sicoob MaxiCrédito tiveram R$ 1 bilhão em economia ao longo de 2025, segundo levantamento divulgado pela cooperativa. O valor considera benefícios obtidos com taxas e tarifas abaixo da média do mercado, melhor remuneração de investimentos, condições diferenciadas em operações de crédito e a distribuição de resultados aos associados. O indicador, chamado de Benefício Econômico Total, foi apresentado pela instituição como uma forma de mensurar os impactos financeiros gerados aos cooperados em comparação ao Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com a presidente executiva do Sicoob MaxiCrédito, Adriana Grigol, o modelo cooperativista busca gerar benefícios diretos aos associados por meio de relações financeiras baseadas em cooperação e proximidade. “As instituições financeiras cooperativas transformam o mercado por meio da cooperação, da proximidade e do compromisso com as pessoas, gerando prosperidade pela justiça financeira praticada com seus produtos e serviços”, afirma Adriana.

Benefício econômico

Segundo a cooperativa, o Benefício Econômico Total leva em conta os recursos economizados pelos cooperados em taxas, tarifas e juros, além da remuneração de investimentos e da distribuição dos resultados financeiros da instituição. “Um exemplo claro desse papel transformador é o Benefício Econômico Total, um recurso que os cooperados deixam de gastar em taxas e tarifas, para usar em outras atividades ou conquistas importantes do dia a dia”, destaca Adriana.

O Sicoob informou ainda que, em nível nacional, o sistema cooperativo registrou R$ 49,8 bilhões em Benefício Econômico Total em 2025, crescimento superior a 25% em relação ao ano anterior. Conforme a instituição, o resultado reúne o impacto gerado pelas cooperativas integrantes do sistema em todo o país.

A presidente executiva do Sicoob MaxiCrédito ressaltou que o resultado obtido pela cooperativa representa uma economia média de R$ 4,7 mil por cooperado ativo. “Proporcionar este tipo de benefício aos nossos associados é a demonstração prática que o cooperativismo existe para transformar resultados em desenvolvimento coletivo. O Benefício Econômico Total representa mais do que números, ele demonstra o impacto real gerado na vida dos cooperados, das comunidades e do mercado”, afirma Adriana Grigol.

Distribuição de resultados

Outro dado divulgado pela cooperativa refere-se à distribuição dos resultados financeiros aos cooperados. Em 2025, o Sicoob MaxiCrédito destinou mais de R$ 68 milhões aos associados, sendo R$ 43 milhões referentes aos juros ao capital e mais de R$ 25 milhões em sobras do resultado.

O pagamento das sobras foi realizado no fim de abril diretamente em conta corrente, conforme decisão dos cooperados durante as Pré-Assembleias de 2026. “É fruto da solidez e da parceria entre a Cooperativa e seus cooperados, que fazem negócios sustentáveis ao longo dos anos e promovem prosperidade para todos. Uma cooperativa forte é sinônimo de comunidade fortalecida, pois os benefícios extrapolam o econômico. É o fomento ao desenvolvimento, empreendedorismo, aumento de empregos, renda e oportunidade para todos. Esse é o compromisso do Sicoob MaxiCrédito”, destaca Adriana.

Projetos sociais

Segundo a instituição, os recursos movimentados pelos cooperados também fortalecem ações sociais e comunitárias desenvolvidas pela cooperativa. Entre os projetos citados estão o Fundo de Desenvolvimento Social, que já destinou R$ 10 milhões a iniciativas coletivas em quatro edições, e o Programa Comunidades. “É uma relação de confiança que promove um impacto positivo em toda comunidade, e que é fortalecida diariamente, a cada novo negócio feito junto à cooperativa, a cada novo associado que acredita no mesmo propósito e escolhe fazer parte do Sicoob”, finaliza a presidente executiva.

O que é o Sicoob

Com mais de 40 anos de atuação, o Sicoob MaxiCrédito possui mais de 280 mil cooperados e mantém 103 pontos de atendimento nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 52 Visualizações
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Primeiro quadrimestre fecha com 33,90% de inadimplência em Santa Cruz do Sul

Por Marina Klein Telles 27/05/2026
Por Marina Klein Telles

O índice de inadimplência medido de janeiro a abril de 2026 acende um sinal de alerta para a economia regional. Em abril, Santa Cruz do Sul atingiu 33,90% de inadimplência, em uma constante de crescimento ao longo dos primeiros quatro meses do ano. Os números são da Equifax Boa Vista, maior birô de crédito da América Latina e base de dados utilizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) e seus associados para análise de crédito e monitoramento do comportamento econômico.

O desempenho do primeiro quadrimestre do ano reforça um movimento que já vinha sendo observado ao longo de 2025. No ano passado, o município encerrou o período com alta acumulada de 8,7% na inadimplência, refletindo um ambiente de maior comprometimento da renda das famílias e de retração no consumo. A avaliação do setor aponta que o aumento das contas em atraso impacta diretamente o desempenho do varejo, reduz a circulação de recursos na economia e tende a pressionar a arrecadação pública, especialmente em municípios cuja atividade econômica possui forte dependência do comércio e dos serviços.

Para o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, o comportamento do indicador exige cautela e acompanhamento constante por parte das empresas. “A inadimplência é um dos principais indicadores da atividade econômica e do nível de confiança do consumidor. Quando ela cresce de forma persistente, o reflexo aparece rapidamente na redução das vendas, no acesso ao crédito e na capacidade de investimento das empresas”, ressalta.

Segundo Spode, o atual cenário econômico reúne uma combinação de fatores que seguem pressionando o orçamento das famílias. “Ainda convivemos com inflação elevada em itens essenciais, redução lenta dos juros, expansão do crédito sem controle adequado e um ambiente de desaceleração econômica no Rio Grande do Sul. Isso acaba comprometendo diretamente a capacidade de consumo”, contextualiza.

A análise do Sindilojas-VRP aponta que a tendência de curto prazo ainda é de manutenção dos índices em patamares elevados, com recuperação gradual ao longo do ano. Entre os fatores que ajudam a explicar o avanço da inadimplência estão o aumento do custo de vida, o comprometimento crescente da renda familiar e o avanço de modalidades de consumo consideradas de risco, como as apostas on-line. Colabora também para o desempenho, a alta taxa de juros e a situação de dificuldade no agronegócio, agravada pelas enchentes de 2024, assim como a recente dificuldade de negociação do tabaco, envolvendo indústria e produtores da região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 57 Visualizações
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Unimed e Andora lançam Únicco Senior Living em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 27/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Unimed Vale do Sinos, a Andora Construções e Incorporações e a VS Empreendimentos lançaram nesta terça-feira (26), em Novo Hamburgo, o “Únicco Senior Living, by Unimed”, empreendimento voltado à população com mais de 60 anos. O projeto será implantado próximo ao Hospital Unimed Vale do Sinos e reunirá moradia, serviços assistenciais e espaços de convivência em um modelo de residência voltado à chamada Economia Prateada. A proposta busca atender à demanda crescente por soluções habitacionais adaptadas ao envelhecimento da população brasileira, com foco em autonomia, acessibilidade e integração de serviços de saúde e bem-estar.

O complexo contará com 102 apartamentos, com metragens entre 29 m² e 85 m², além de lojas e estacionamento. Entre os serviços previstos estão restaurante, academia, enfermagem 24 horas, piscina térmica, espaços assistenciais, terraços compartilhados e mais de 20 áreas de convivência.

Economia Prateada

Segundo o presidente da Unimed Vale do Sinos, Luis Carlos Melo, o conceito de senior living acompanha as transformações demográficas e comportamentais da população brasileira. “Precisamos repensar o envelhecimento. Não basta viver mais, é preciso viver melhor. O futuro da longevidade está em criar soluções que mantenham o bem-estar, a autonomia e a qualidade de vida em cada etapa do envelhecimento. Viver mais tem que valer a pena”, afirmou Melo.

O dirigente também destacou que o modelo busca integrar cuidado, moradia e serviços especializados. “Esse modelo inovador transforma a forma como envelhecemos e cria uma experiência de vida que une conforto, segurança e propósito”, completou Melo.

O número de pessoas com 65 anos ou mais cresceu 57,4% em 12 anos, de acordo com o Censo 2022. A estimativa é que, até 2030, a população brasileira com mais de 60 anos supere o número de crianças e adolescentes de até 14 anos.

Mudanças no mercado imobiliário

O sócio-diretor da Andora Construções e Incorporações, Adriano Rihan, afirmou que o envelhecimento da população tem impulsionado mudanças no setor imobiliário. “O empreendimento nasce para oferecer uma nova experiência de vida para a geração 60+, baseada em autonomia, convivência, bem-estar e qualidade de vida”, destacou Rihan.

Segundo o executivo, a chamada Economia Prateada aproxima os setores de saúde, construção civil, hotelaria e bem-estar. “O imóvel passa a ser visto como uma plataforma de longevidade, reunindo elementos de residência, hotelaria, wellness e saúde preventiva”, afirmou Rihan.

O empresário também ressaltou que o objetivo do projeto não é criar “moradias para idosos”, mas desenvolver empreendimentos voltados à longevidade e à vida ativa. “Nos próximos anos, saúde, urbanismo, hospitalidade e imobiliário devem se integrar cada vez mais, criando um novo modelo de desenvolvimento urbano e residencial”, acrescentou Adriano Rihan.

Proposta do empreendimento

O Únicco Senior Living foi planejado para unir acessibilidade, mobilidade e convivência. A arquitetura do empreendimento prevê ambientes adaptados às necessidades do público 60+, com foco em segurança e funcionalidade.

O presidente da Unimed Vale do Sinos também relacionou o crescimento do setor ao aumento da expectativa de vida e à mudança no perfil da população idosa. “Este novo cenário provoca uma revolução de comportamento e consumo 60+, pois são consumidores mais exigentes, mais comprometidos com marcas e com maior poder aquisitivo. Todo este contexto está nesta nova proposta de moradia Senior Living”, concluiu Melo.

Foto: Andora/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2026 0 Comentários 101 Visualizações
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ACI realiza assembleia para aprovação de contas da gestão anterior

Por Marina Klein Telles 26/05/2026
Por Marina Klein Telles

A Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul realiza, em 1º de junho, Assembleia Geral Ordinária com seus associados, no auditório da entidade (Rua Venâncio Aires, 641, 2º andar). A primeira chamada ocorrerá às 18h e a segunda, às 18h30min, com qualquer número de presentes, conforme prevê o estatuto da Associação.

O encontro, convocado pelo atual presidente, Marco Antônio Borba, colocará em votação a aprovação das contas da gestão anterior (2024/2025), respaldadas pelo parecer do Conselho Fiscal. Também serão analisadas a provação de propostas de regularização de débitos referente a exercícios anteriores, e outros assuntos de interesse da entidade.

O presidente reforça que a participação dos associados é fundamental para as decisões administrativas da ACI. “Esta assembleia é um instrumento fundamental de transparência e fortalecimento da nossa entidade”, destaca Borba.

Serviço

O quê? Assembleia Geral para aprovação de contas gestão 2024/2025
Quando? 1º de junho 2026, às 18h e segunda chamada 18h30
Onde? Auditório 2 da ACI (Rua Venâncio Aires, 641, 2º andar)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2026 0 Comentários 64 Visualizações
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Grupo gaúcho Argenta expande a rede Charrua para as regiões sudeste e centro-oeste

Por Jonathan da Silva 26/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Distribuidora Charrua, empresa do grupo Argenta, inaugurou em Divinópolis-MG o primeiro posto da marca dentro de um novo ciclo de expansão para os estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. A iniciativa marca a entrada oficial da companhia com postos bandeirados nos três estados e integra a estratégia de crescimento da operação em regiões ligadas à logística, mobilidade, agronegócio e transporte rodoviário. A unidade Auto Posto e Comércio de Combustíveis Manoel Valinhas começou a operar na Avenida Antônio Neto, no bairro Danilo Passos, em Divinópolis.

A empresa informou que já confirmou novas unidades em Mutum e Lagoa da Prata, em Minas Gerais, além de Avelinópolis, em Goiás, e Barra do Garças, em Mato Grosso. Atualmente, a Charrua possui mais de 500 postos bandeirados no Brasil. Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a companhia está entre as maiores distribuidoras do país em número de postos.

Expansão nacional

Segundo o presidente da Argenta, Neco Argenta, a ampliação da operação faz parte da estratégia de crescimento nacional da companhia. “A expansão da Charrua representa mais um passo dentro da estratégia da Argenta de desenvolver um ecossistema forte, conectado e preparado para crescer em diferentes regiões do país. Não estamos levando apenas uma bandeira para novos mercados, mas uma estrutura construída com logística, tecnologia, proximidade comercial e foco na experiência do cliente. Esse movimento fortalece nossa presença nacional e abre caminho para novas oportunidades de negócios, geração de valor e desenvolvimento regional”, afirmou o empresário.

Além dos postos, a empresa informou que está reforçando sua estrutura logística para atender às novas operações. Atualmente, a Charrua opera bases de distribuição em Betim e Uberaba, em Minas Gerais, Senador Canedo, em Goiás, Brasília, no Distrito Federal, e Barra do Garças, em Mato Grosso.

O gerente comercial responsável pela expansão da Charrua, André Paulo Boeira de Oliveira, afirmou que o crescimento da operação está apoiado em logística, proximidade comercial e soluções voltadas aos revendedores. “A meta da companhia é expandir e se consolidar na região, levando todo o diferencial e proposta de valor da Charrua nessas regiões nos próximos anos, sustentando essa expansão com uma estrutura preparada para garantir abastecimento, competitividade e suporte próximo ao revendedor. Estamos ampliando a presença da Charrua em regiões com forte potencial de crescimento e aderência ao perfil da nossa operação”, destacou Boeira de Oliveira.

Novas bases

A companhia também iniciou os processos para abertura de novas bases de distribuição em Uberlândia-MG, Várzea Grande-MT e Rio Verde-GO. A expectativa é de que parte da expansão entre em operação no segundo semestre de 2026.

Nos novos mercados, a Charrua aposta em um modelo voltado à proximidade com os revendedores, flexibilidade operacional e experiência do consumidor. Entre os serviços oferecidos estão o App Charrua, combustíveis aditivados da linha Plus, plataforma própria de pedidos, programas de treinamento e atualização profissional e parceria com a Petronas no segmento de lubrificantes. A empresa também afirma manter controle de qualidade e suporte comercial para os revendedores.

O revendedor Humberto Silveira, responsável pelo posto inaugurado em Divinópolis, afirmou que a escolha pela bandeira Charrua ocorreu em razão da relação construída com a empresa e das condições comerciais apresentadas. “A Charrua chega com uma proposta diferenciada para Minas Gerais, olhando tanto para o revendedor quanto para o cliente final. O que me deu segurança foi a forma próxima e transparente como a empresa conduziu tudo desde o início, além da estrutura e da força que a marca já possui no Sul do país. Acredito que existe muito espaço para crescimento aqui na região, principalmente porque a empresa demonstra interesse em crescer junto com os parceiros, oferecendo condições competitivas, suporte e uma operação que transmite confiança para quem abastece e para quem investe”, detalhou Silveira.

O que é a Argenta

Com sede em Flores da Cunha, a Argenta foi fundada em 1985 e atua como um ecossistema formado por 14 organizações, sendo dez voltadas ao setor de combustíveis e lubrificantes. O grupo conta com aproximadamente 7 mil funcionários e afirma atuar com foco em crescimento sustentável, eficiência operacional e expansão dos negócios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2026 0 Comentários 56 Visualizações
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Emprego formal cresce, mas 2,2 milhões de desligamentos revelam mercado em forte reposição

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

O mercado formal brasileiro encerrou março de 2026 com saldo positivo de 228.026 empregos com carteira assinada, segundo análise da Sim Carreira com base nos dados do Novo CAGED. O resultado confirma a expansão do emprego formal no país, mas também revela um ponto de atenção para empresas: o crescimento ocorre em meio a uma forte movimentação de admissões e desligamentos.

No período, foram registradas 2,5 milhões de admissões e 2,2 milhões de desligamentos, com pressão de contratação de 1,10x. Ou seja, as empresas seguem contratando mais do que desligando, mas operam em um ambiente de alta circulação de profissionais.

Para a Sim Carreira, o dado mostra que o desafio das organizações não está apenas em abrir vagas, mas em contratar com mais precisão e reduzir ciclos recorrentes de reposição.

“Quando o mercado está aquecido, a velocidade de contratação passa a ser importante. Mas ela não pode vir sozinha. Empresas que contratam sem olhar para dados, perfil, aderência e retenção tendem a entrar em um ciclo de reposição constante”, avalia Thiago Melo, CEO da Sim Carreira.

A análise também mostra que o crescimento está concentrado na base da operação. A senioridade Auxiliar/Assistente concentrou 61% das admissões no período, com saldo positivo de 189.823 vagas. Já o departamento de Operações foi o mais movimentado, com saldo de 130.041 vagas.

Esse recorte ajuda a explicar por que o avanço do emprego formal pode ampliar a competição por profissionais. Com a demanda concentrada em funções essenciais para a operação, muitas vezes marcadas por alto volume, urgência de contratação e maior rotatividade, empresas passam a disputar talentos em um mercado mais aquecido e dinâmico.

Segundo a Sim Carreira, empresas que usam dados de mercado no planejamento de pessoas ganham mais previsibilidade para ajustar salários, melhorar ofertas, reduzir etapas desnecessárias e aumentar a assertividade na seleção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 65 Visualizações
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Reforma Tributária amplia impacto da cadeia de fornecedores nas empresas

Por Jonathan da Silva 25/05/2026
Por Jonathan da Silva

A implementação da Reforma Tributária no Brasil deve alterar a forma como empresas administram fornecedores, fluxo de caixa e créditos fiscais. Com o novo modelo de IVA dual, composto pela CBS e pelo IBS, e a ampliação da fiscalização digital em tempo real, o aproveitamento de créditos tributários passará a depender também da regularidade fiscal dos fornecedores. A mudança coloca a cadeia de suprimentos no centro das estratégias de competitividade e gestão tributária das companhias.

Segundo a empresa de inteligência de mercado Cial Dun & Bradstreet, especializada em dados corporativos e análise de riscos, o novo sistema exige monitoramento contínuo da situação fiscal dos parceiros comerciais. Pelo modelo previsto, o crédito tributário deixa de depender apenas da emissão da nota fiscal e passa a estar condicionado ao pagamento efetivo do imposto pelo fornecedor. Com isso, empresas poderão perder créditos em operações realizadas com fornecedores inadimplentes ou irregulares.

Um fornecedor competitivo em preço pode se tornar mais caro na prática se houver maior probabilidade de perda de crédito tributário ou questionamento fiscal. A Reforma Tributária traz a gestão de fornecedores para o centro da discussão sobre margem, fluxo de caixa e competitividade”, afirma o COO Brasil da Cial Dun & Bradstreet e head de Produtos para a América Latina, Pedro Vieira Maciel.

Análise fiscal passa a integrar área de compras

A nova dinâmica amplia a responsabilidade das áreas de compras, que passam a considerar não apenas preço, prazo e qualidade, mas também riscos fiscais indiretos. Entre os fatores que precisarão ser analisados estão regularidade do CNPJ, CNAE, enquadramento tributário, participação no Simples Nacional, incidência de Imposto Seletivo e impactos sobre créditos de IBS e CBS.

De acordo com a empresa, organizações com centenas ou milhares de fornecedores tendem a enfrentar dificuldades para realizar esse monitoramento manualmente. Para lidar com esse cenário, a Cial Dun & Bradstreet vem desenvolvendo soluções automatizadas baseadas em cruzamento de dados fiscais, cadastrais, financeiros e societários.

A partir dessas informações, é possível classificar fornecedores conforme o potencial de geração de créditos válidos, o risco de perda tributária e os impactos no custo efetivo das operações. O modelo busca transformar o acompanhamento tributário em um processo contínuo e integrado à estratégia empresarial. “A pergunta deixa de ser apenas quanto imposto pagar, e passa a ser quanto risco tributário está escondido na base de fornecedores. Com dados e monitoramento, as empresas deixam de reagir às mudanças e ganham capacidade de planejar a cadeia sob as novas regras”, comenta Maciel.

Mudanças afetam fluxo de caixa e gestão financeira

Além das questões tributárias, a reforma também deve impactar a gestão financeira das empresas. Entre os pontos observados está a possível adoção do mecanismo de split payment, em que o imposto é separado automaticamente no momento da transação comercial. Segundo a Cial, isso reduz o uso dos tributos como capital de giro e aumenta a necessidade de planejamento financeiro das organizações.

A empresa avalia que o novo cenário tende a acelerar a profissionalização da gestão de fornecedores no país, exigindo revisão contratual, incorporação de indicadores fiscais e financeiros e uso de inteligência de dados para tomada de decisão. “A Reforma Tributária não é apenas uma mudança técnica do sistema. Ela redefine o papel da cadeia de fornecedores no resultado das empresas. Quem usar dados para entender esse novo ambiente terá vantagem competitiva no próximo ciclo tributário brasileiro”, conclui Maciel.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 91 Visualizações
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De pote a ícone cultural: como a Tupperware celebra 80 anos e reinventa a relação das pessoas com comida, casa e memória

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

Poucas marcas conseguem atravessar gerações mantendo relevância cultural por oito décadas. A Tupperware é uma delas. Fundada em 1946 por Earl Tupper, a marca nasceu a partir de uma inovação simples, mas revolucionária para a época: um plástico flexível e seguro para alimentos combinado a um sistema de vedação inspirado nas tampas de latas de tinta. O resultado foi a criação da Tigela Maravilhosa, considerada a primeira tigela hermética da história e um dos produtos mais influentes do design doméstico moderno.

Mais do que transformar a forma como os alimentos eram armazenados, a Tupperware ajudou a redefinir hábitos dentro de casa e se consolidou como um símbolo cultural presente no cotidiano de milhões de famílias ao redor do mundo.

A revolução das Tupperware Parties

A expansão da marca ganhou força nos anos 1950 com Brownie Wise, responsável por criar as icônicas Tupperware Parties. O modelo de demonstrações domiciliares revolucionou o mercado de vendas diretas e transformou a marca em um dos maiores exemplos de empreendedorismo feminino do século XX.

O impacto foi tão significativo que Wise se tornou a primeira mulher a aparecer sozinha na capa da revista Business Week, em 1954. Décadas antes de conceitos como economia colaborativa e creator economy ganharem força, as reuniões promovidas pela Tupperware já conectavam demonstração de produto, comunidade e geração de renda.

No Brasil, a marca consolidou essa relação desde os primeiros anos de operação. Registros dos catálogos iniciais mostram uma comunicação centrada em facilitar a rotina das famílias e nas oportunidades de empreendedorismo por meio das reuniões domiciliares.

Do utilitário ao design: quando os potes viraram ícones 

Ao longo das décadas, a Tupperware ultrapassou a funcionalidade e passou a ocupar também um espaço ligado ao design e ao estilo de vida. Nos anos 1970, o lançamento da linha Sensação marcou essa transformação ao unir conservação de alimentos, estética e comportamento em um mesmo produto.

Inspirada no design modernista da época, a linha ficou conhecida pela tampa em formato de “raio de sol”, pelas cores vibrantes e pelo conceito serve & store, pensado para levar os recipientes da geladeira diretamente à mesa.

O impacto cultural da marca também se refletiu no universo do design. Produtos da Tupperware passaram a integrar acervos de instituições como o MoMA, em Nova York, o Smithsonian e o Design Museum de Londres, consolidando a marca como referência do design industrial mundial. Linhas como Allegra também receberam reconhecimento internacional por inovação em design.

E, por falar em premiação, a marca já recebeu reconhecimentos como o prêmio RedDot, uma das maiores e mais prestigiadas competições internacionais de design, que atestaram a excelência em inovação, praticidade, sustentabilidade e a qualidade dos produtos Tupperware, como a Pipoqueira WowPop e as bolsas de silicone.

Dos lares ao espaço: inovação como parte da história

Ao longo de sua trajetória, a Tupperware acumulou marcos que ajudaram a consolidar sua presença global, tendo estado presente em mais de 100 países e somado, até o momento, mais de 50 bilhões de produtos vendidos em todo o mundo.

Parte dessa relevância também está ligada à inovação. O tradicional “click” da tampa hermética, por exemplo, é considerado um dos primeiros exemplos de experiência tátil aplicada ao design de produtos de consumo.

Décadas depois de revolucionar a conservação de alimentos dentro de casa, a Tupperware também levou sua expertise para além da Terra. Em parceria com a NASA, a marca participou do desenvolvimento do PONDS, sistema utilizado para cultivo de vegetais em microgravidade na Estação Espacial Internacional.

80 anos depois, a marca segue presente na cultura popular

No Brasil há mais de 50 anos, a Tupperware atravessou essas décadas conectada a memórias e hábitos cotidianos, da lancheira da escola ao almoço de domingo.

Ao completar 80 anos, a marca mantém esse legado vivo enquanto amplia sua presença cultural por meio de novas colaborações e iniciativas. A campanha comemorativa contou com o economista e influenciador Gil do Vigor como protagonista, enquanto parcerias com nomes como Simone Mendes reforçam a conexão da marca com diferentes públicos brasileiros.

A Tupperware também tem investido em licenciamentos com grandes marcas do entretenimento, como Warner Bros. e Disney, além da expansão de categorias, como a linha de vidro premium.

Mais do que uma marca de utilidades domésticas, a Tupperware se tornou parte da memória coletiva de diferentes gerações, um raro exemplo de produto que atravessou o tempo sem perder espaço no cotidiano das pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 90 Visualizações
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Geely amplia presença no RS com nova concessionária em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 25/05/2026
Por Marina Klein Telles

O Grupo IESA amplia a operação da montadora chinesa Geely no Rio Grande do Sul com a inauguração de uma unidade em Novo Hamburgo. A nova concessionária recebeu investimento de R$ 3,9 milhões e representa a segunda operação da marca no Estado comandada pelo grupo. Localizada na Rua Ignácio Treis, 405, a estrutura possui 1.919,78 m² e iniciou oficialmente as atividades no dia 23 de maio.

A Geely reforça seu compromisso em tecnologia, eficiência energética e inovação automotiva com a chegada do novo Geely EX5 EM-i, que amplia o portfólio da fabricante no Brasil. Na nova loja, os visitantes poderão conhecer de perto o modelo híbrido plug-in, que oferece até 1.300 km de autonomia total combinada. Além do lançamento, a concessionária conta com os modelos 100% elétricos Geely EX5 e Geely EX2, sendo o EX2 o veículo mais vendido do mundo nos segmentos A e B em 2025.

Em menos de um ano de atuação no Brasil, a marca ultrapassou 10 mil veículos comercializados e consolidou presença entre as principais fabricantes do segmento de elétricos, segundo dados do RENAVAM. Para sustentar esse avanço, a Geely firmou parceria estratégica com a Renault no Brasil, adquirindo uma participação de 26,4% na operação da montadora. A associação garante a utilização da estrutura e da rede de distribuição da Renault para produção e comercialização dos modelos da marca chinesa.

O diretor comercial da IESA Geely, Ari Campanhol, destaca os impactos da parceria para a operação no país. “A partir do segundo semestre, a Geely começará a produzir seus modelos na fábrica da Renault em São José dos Pinhais, o que traz ainda mais credibilidade para a marca e fortalece toda a estrutura de suporte técnico e pós-venda, contando com a expertise já consolidada da Renault no Brasil”, afirma. 

Com a nova concessionária IESA, a expectativa é ampliar a presença do grupo no Vale do Sinos e fortalecer o atendimento ao público interessado em mobilidade eletrificada. Atualmente, o Grupo IESA está presente em Novo Hamburgo com as marcas GWM, BYD, Nissan, BMW, MINI e BMW Motorrad. 

Segundo Ambrosio Pesce, Diretor Institucional e de Relações com o Mercado do Grupo IESA, a operação está preparada para oferecer tecnologia, inovação e uma experiência diferenciada aos clientes. “A chegada da Geely em Novo Hamburgo reforça a confiança da IESA no potencial de crescimento da mobilidade híbrida e elétrica no mercado gaúcho. A Geely vem demonstrando forte aceitação no Brasil, e acreditamos que a cidade terá papel importante nessa nova fase de expansão da marca”, complementa Pesce. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2026 0 Comentários 323 Visualizações
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