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Variedades

Acidentes de trabalho aumentam 11,8% no Brasil em 2023 e geram alerta na Setcergs

Por Jonathan da Silva 31/01/2025
Por Jonathan da Silva

O número de acidentes de trabalho no Brasil cresceu 11,8% em 2023 em relação ao ano anterior, de acordo com o Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS), divulgado no início deste ano. O setor de Transporte, Armazenagem e Correios registrou um aumento de 13,03%, passando de 39.628 para 44.794 ocorrências. Diante dos dados, o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs) manifestou preocupação e destacou a importância da qualificação profissional e do cumprimento das normas de segurança.

O assessor de Produtos Perigosos do Setcergs, Gilberto Cheiran, afirmou que a entidade tem atuado na orientação de profissionais e empresas para garantir a regulamentação e reduzir os riscos. “O Setcergs atua continuamente na orientação e atualização de profissionais e empresas para garantir o cumprimento da regulamentação como forma de enfrentar esse problema. Em 2024, um pleito apresentado pelas entidades foi aceito, garantindo que as operações de carregamento, descarregamento e transbordo de produtos perigosos sejam conduzidas por profissionais capacitados. Além disso, os expedidores e destinatários agora devem seguir as normas de segurança e saúde do trabalho estabelecidas pelas autoridades competentes”, explicou o assessor.

Cheiran também destacou que a revisão das Normas Regulamentadoras (NRs) representa um avanço. “A revisão das Normas Regulamentadoras (NRs) representa um avanço significativo, pois anteriormente não eram mencionadas de forma explícita. O alto índice de acidentes durante as operações de movimentação de produtos perigosos reforça a urgência de uma fiscalização mais rigorosa e da exigência de qualificação para os trabalhadores envolvidos”, afirmou o representante da entidade.

Crescimento de acidentes no trajeto e doenças ocupacionais

Apesar do aumento no total de acidentes, o número de óbitos teve uma redução de 3,7%, passando de 2.891 para 2.783 casos. No entanto, os acidentes envolvendo trajeto e doenças ocupacionais cresceram 14,7% no período, o que, segundo o Setcergs, demanda mais atenção das autoridades e empresas do setor.

A entidade reforça a necessidade de um esforço conjunto entre governo, empresas e trabalhadores para reduzir os riscos no transporte de cargas perigosas e continua acompanhando as discussões sobre melhorias na regulamentação.

Os dados completos do Anuário Estatístico da Previdência Social 2023 estão disponíveis para consulta em gov.br/previdencia/pt-br/noticias/2024/dezembro/anuario-estatistico-da-previdencia-social-2023-ja-esta-disponivel-para-consulta.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2025 0 Comentários 566 Visualizações
Variedades

Brasil registra crescimento no número de produtos com Indicação Geográfica

Por Jonathan da Silva 30/01/2025
Por Jonathan da Silva

O Brasil conta atualmente com 127 produtos reconhecidos pelo selo de Indicação Geográfica (IG), certificação concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para valorizar produtos regionais com características específicas ligadas ao território de origem. Nos últimos três anos, houve um aumento no número de registros, com 74 novos pedidos protocolados desde 2022.

O crescimento na obtenção do selo reflete a valorização da identidade cultural e econômica de produtos como cafés, queijos, vinhos, cachaças e artesanatos. O primeiro registro de IG no Brasil foi concedido em 2002 para os vinhos do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. Em 2023, o INPI homologou 12 novas IGs, e em 2024, dois produtos paranaenses já receberam o reconhecimento: as Broas de Centeio de Curitiba e a Cracóvia de Prudentópolis, um embutido tradicional produzido por descendentes de ucranianos.

Tipos de Indicação Geográfica

As Indicações Geográficas no Brasil se dividem em duas categorias: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). A IP é concedida a produtos cuja reputação está vinculada ao local de produção, sem necessariamente depender das condições geográficas. Já a DO certifica itens cujas características são diretamente influenciadas pelo ambiente e pelos métodos de produção regionais.

Atualmente, 98 dos produtos registrados no país possuem Indicação de Procedência, enquanto 29 são reconhecidos como Denominação de Origem. A certificação fortalece a presença dos produtos no mercado, agregando valor e promovendo a preservação de práticas tradicionais. Países europeus como Itália e França, referências na regulamentação de IGs, possuem mais de 1.500 produtos certificados.

Impacto econômico e turístico

O selo de IG confirma a procedência dos produtos e contribui para a diferenciação no mercado, abrindo portas para exportação e acesso a consumidores de nichos mais exigentes. Além disso, as práticas produtivas associadas à certificação costumam adotar manejos sustentáveis, preservando a biodiversidade e incentivando o desenvolvimento econômico de pequenas comunidades.

O reconhecimento também impulsiona o turismo, atraindo visitantes interessados na cultura e nos produtos regionais. Cidades conhecidas por itens certificados, como vinhos, doces e artesanatos, registram crescimento no fluxo turístico e no consumo local.

Evento Connection Terroirs do Brasil

A cidade de Gramado, na serra gaúcha, recebe entre 28 e 31 de maio o evento Connection Terroirs do Brasil, que visa ampliar a visibilidade dos produtos com IG e debater o impacto da certificação. O encontro, organizado pela Rossi e Zorzanello com correalização do Sebrae, acontecerá no Centro de Gramado e contará com exposições, palestras e espaços para networking.

Na Rua Coberta, haverá estandes com degustação e venda de produtos certificados, incluindo cafés, queijos, vinhos, chocolates artesanais de Gramado, doces de Pelotas, mel e erva-mate. A programação do evento também contará com uma cozinha show e apresentações sobre a relação da IG com o turismo e o desenvolvimento econômico das regiões produtoras.

 Foto: Connection/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2025 0 Comentários 474 Visualizações
Business

Missão Colômbia deve gerar mais de US$ 3,3 milhões para marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 23/01/2025
Por Jonathan da Silva

Um showroom realizado entre os dias 20 e 22 de janeiro, em Bogotá, na Colômbia, deve gerar mais de US$ 3,3 milhões em negócios concretizados e prospectados para 27 marcas brasileiras que participaram do evento. A chamada Missão Colômbia foi promovida pelo programa Brazilian Footwear, gerido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Além de compradores colombianos, o evento contou com representantes do Panamá e do Equador.

Segundo a representante da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, o mercado colombiano tem mostrado grande potencial para a indústria brasileira. “A Colômbia se tornou o quinto principal destino dos calçados brasileiros em 2024, o que comprova o potencial que existe para a indústria brasileira e suas marcas no mercado colombiano. Além disso, somos o segundo maior fornecedor de calçados para o país”, afirmou Carla, que destacou ainda a eficácia das rodadas de negócios, organizadas por meio de matchmaking, que conectaram compradores qualificados aos perfis das marcas participantes.

Depoimentos de participantes

O analista de Mercado da Calçados Beira Rio, Jonathan Fontoura, ressaltou que o evento superou as expectativas. “Apesar de já estarmos presentes no mercado, conseguimos fazer novos contatos e abrir novos clientes para aumentar nossa participação na Colômbia e em países vizinhos”, destacou Fontoura.

A representante da Usaflex, Nika Rauch, enfatizou a importância do contato com potenciais compradores. “Fizemos novos contatos, e outros que já estávamos prospectando vieram nos visitar. A expectativa é fechar negócios, e já temos reuniões agendadas nos próximos dias”, comentou Nika.

O representante de exportação da Novopé, Felipe Flores Ramos, destacou a relevância da iniciativa. “Nosso principal objetivo é apresentar os produtos e aproximar a nossa marca dos clientes. A expectativa é trabalhar com marca própria na Colômbia”, afirmou Ramos.

Divulgação internacional

Durante a Missão, as empresas também participaram do Photocall, um evento que promoveu as coleções brasileiras para a imprensa local, potencializando a visibilidade do calçado brasileiro em veículos de comunicação da Colômbia.

Entre as marcas participantes da Missão Colômbia, estavam 365 Soft, Actvitta, Bebecê, Beira Rio Conforto, BR Sport, By Cool, Coca-Cola Shoes, Diversão, Dumond, Itweens, Modare, Moleca, Molekinha, Molekinho, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Santa Flor, Solis Brasil, Strike, Street, Usaflex, Vinci Shoes, Vitz e Vizzano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2025 0 Comentários 445 Visualizações
Business

Fecomércio projeta crescimento de 3,1% para a economia do RS em 2025

Por Jonathan da Silva 17/12/2024
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul deverá crescer 3,1% em 2025, superando a projeção de expansão de 2,5% para a economia brasileira, conforme estimativa divulgada nesta terça-feira (17) pela Fecomércio-RS, durante sua tradicional coletiva de imprensa de final de ano. O levantamento indica que, após um crescimento de 3,5% em 2024, o ritmo da economia estadual apresentará desaceleração no próximo ano.

De acordo com a Fecomércio-RS, o desempenho econômico no estado será impactado por fatores como a condução de contas públicas, a política monetária e a inflação. O índice de preços ao consumidor ampliado (IPCA) encerrou o ano com alta de 5%, refletindo preocupações com a credibilidade fiscal. O consultor econômico da Fecomércio-RS, Marcelo Portugal, destacou que a inflação foi pressionada pelo câmbio, pelos gastos públicos e pela expectativa de novas elevações na taxa Selic. “O Banco Central saiu na frente, dizendo claramente que vai combater a inflação com a Selic bem alta. O que precisamos saber é se o Governo vai ajustar os gastos públicos para evitar uma crise de confiança na sustentabilidade da dívida pública ou se as políticas monetária e fiscal seguirão descoordenadas”, afirmou o economista.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, também ressaltou as dificuldades relacionadas ao controle das contas públicas e a necessidade de contenção da dívida federal. “Os desafios fiscais serão grandes caso o governo não consiga contar com recursos para estabilizar a situação”, afirmou Bohn.

Para o primeiro trimestre de 2025, a Fecomércio-RS prevê um cenário positivo, puxado principalmente pelo desempenho da agropecuária. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) estadual no período é de crescimento de 0,8%.

Inflação

Ainda segundo o relatório da entidade, as expectativas de inflação reagiram negativamente ao final de 2024, em função da percepção de que o pacote fiscal apresentado pelo governo seria insuficiente. A Selic, que atualmente está em 12,25%, pode chegar a 14,25% no primeiro semestre de 2025, como medida para conter o avanço da inflação.

A Fecomércio-RS prevê um cenário de estabilidade econômica para o segundo semestre do próximo ano, mas reforça a necessidade de políticas públicas coordenadas entre os âmbitos fiscal e monetário para garantir a sustentabilidade econômica no país e no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2024 0 Comentários 624 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 23,2% em novembro

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 465,1 mil toneladas em novembro de 2024, um aumento de 23,2% em comparação com o mesmo período de 2023, quando foram exportadas 377,4 mil toneladas. O crescimento foi ainda maior na receita, que registrou alta de 32,1%. Em novembro deste ano, o setor arrecadou US$ 893,4 milhões, ante US$ 676,1 milhões no mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 4,845 milhões de toneladas de carne de frango, um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 4,671 milhões de toneladas. A receita acumulada foi de US$ 9,071 bilhões, um crescimento de 1% em comparação com os US$ 8,977 bilhões obtidos no ano anterior.

Destinos das exportações

A China liderou as compras de carne de frango brasileira em novembro, com 46,3 mil toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2023. Outros mercados de destaque foram o Japão, com 34,8 mil toneladas (+7,3%); os Emirados Árabes Unidos, com 34,2 mil toneladas (+6,4%); o México, com 33,7 mil toneladas (+99,8%); e a União Europeia, com 23 mil toneladas (+62,8%). Por outro lado, a Arábia Saudita reduziu as importações em 6,3%, totalizando 29,8 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem um crescimento consistente. “As exportações de carne acumularam altas consecutivas nos últimos três meses e devem confirmar as previsões positivas do setor para 2024”, afirmou Santin.

Principais estados exportadores

O Paraná se mantém como o maior exportador nacional de carne de frango, com 182,1 mil toneladas embarcadas em novembro (+26%). Na sequência, estão Santa Catarina, com 105,2 mil toneladas (+15,2%); Rio Grande do Sul, com 65,1 mil toneladas (+16,5%); São Paulo, com 27,5 mil toneladas (+20,9%); e Goiás, com 18,2 mil toneladas (+4,6%).

Coletiva sobre projeções do setor

A ABPA realizará uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em São Paulo, para apresentar dados e projeções do setor de avicultura e suinocultura para 2024. O evento será híbrido, com transmissão para outros estados, e contará com a presença do presidente Ricardo Santin e outros dirigentes da entidade.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 342 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil deve ultrapassar 890 milhões de pares em 2024

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira deve encerrar 2024 com um crescimento de mais de 3% na produção, alcançando 890 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O desempenho é atribuído principalmente ao aumento no consumo interno, impulsionado pela redução do desemprego e pela elevação da renda média no país.

No entanto, as exportações do setor enfrentaram queda em 2024. O volume embarcado deve recuar até 20% em comparação com o ano anterior, impactado por dificuldades nos mercados dos Estados Unidos e da Argentina. “Mais de 85% das vendas da indústria vêm do mercado interno, o que tem sido essencial. Porém, as exportações sofreram com a diminuição de embarques para os Estados Unidos e a Argentina, apesar de uma leve recuperação no mercado argentino nos últimos meses”, afirmou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Projeções para 2025

Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento de cerca de 2%, com a produção totalizando 904 milhões de pares, o que superaria os níveis registrados antes da pandemia de Covid-19, em 2019. Segundo Ferreira, o mercado doméstico continuará a ser o principal impulsionador do setor. Já as exportações devem apresentar estabilidade, com uma variação estimada entre crescimento de 0,2% e queda de 1,9% em relação a 2024.

Desafios para o setor

Entre os desafios para o próximo ano, Ferreira destacou a oneração gradual da folha de pagamentos com o fim da desoneração ampla, um tema em discussão na Reforma Tributária. “Taxar a criação de empregos é uma insanidade que contraria o fortalecimento da indústria nacional e a geração de postos de trabalho”, opinou o dirigente da entidade.

Outro obstáculo é a alta taxa de juros, que deve fechar 2024 em 12,25%, dificultando os investimentos no setor segundo Ferreira, que também apontou o endividamento elevado das famílias brasileiras como um entrave ao consumo interno e destacou a necessidade de proteger a indústria nacional diante da concorrência de calçados asiáticos, que se intensifica com o crescimento do e-commerce internacional.

Dados do setor

O Brasil é o quinto maior produtor de calçados do mundo e lidera a produção no ocidente. O setor reúne mais de 5 mil empresas, em sua maioria micro e pequenas, e emprega diretamente cerca de 296 mil pessoas em todo o país.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 808 Visualizações
Business

Em Brasília, diretor da Higra destaca falta de apoio para novas tecnologias no Brasil

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

O diretor da Higra, Alexsandro Geremia, afirmou que “não falta água ou energia no Brasil, falta apoio para novas tecnologias” durante sua participação no 2º Seminário de Política Industrial: Indústria Verde – Inovação e Sustentabilidade, realizado na quarta-feira (4), na Câmara dos Deputados, em Brasília. Geremia apresentou o case da empresa gaúcha especializada em soluções de bombas hidráulicas e defendeu maior suporte público ao setor empresarial.

Segundo Geremia, o setor enfrenta desafios relacionados ao chamado “Custo Brasil”, como alta carga tributária, dificuldades logísticas e burocracia. “Nós, empresários, só queremos que o governo não nos atrapalhe. Não deveria ser assim, deveríamos ser parceiros de políticas públicas para o país”, declarou o diretor.

Tecnologia e inovação em hidrogeração

Durante o evento, Geremia apresentou a Usina Compacta de Hidrogeração Anfíbia (UCHA), desenvolvida pela Higra. A tecnologia utiliza o Turbogerador Anfíbio (TGA) para gerar energia a partir do fluxo de água e potenciais hidráulicos disponíveis nas redes de abastecimento das cidades.

Segundo o diretor, todas as cidades utilizam válvulas redutoras de pressão (VRPs) no sistema de abastecimento, mas a UCHA permite que essas válvulas, tradicionalmente usadas apenas para regular a pressão, sejam adaptadas para também gerar energia. “Somente aqui em Brasília temos mais de 300 VRPs que poderiam estar gerando energia elétrica para a cidade”, afirmou Geremia, que destacou ainda que a tecnologia é sustentável e economicamente viável, otimizando dois processos em um único equipamento.

Casos concretos apresentados

Geremia compartilhou exemplos de projetos desenvolvidos pela Higra, como a parceria com a Sabesp, em São Paulo, onde dez UCHAs foram instaladas em diferentes bairros, incluindo Campo Belo, Mogi das Cruzes e Capão Redondo. A iniciativa gera 1,44 MW/h, o suficiente para abastecer mais de 5 mil residências.

Outro case destacado foi a parceria com Águas de Joinville, em Santa Catarina, que resultou na instalação de uma UCHA com capacidade de geração superior a 740 kW/h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Business

FCDL-RS aponta desafios e necessidade de política econômica consistente para 2025

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) apresentou, nesta quinta-feira (5), um balanço do comércio em 2024 e realizou projeções para 2025, ressaltando a importância de uma política econômica consistente para superar os desafios enfrentados pelo Brasil e pelo estado. O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, e o diretor de Desenvolvimento Econômico da entidade, Gustavo Inácio de Moraes, conduziram a apresentação.

Segundo Koch, os desastres climáticos, como a enchente que atingiu o Rio Grande do Sul em maio, prejudicaram a recuperação econômica do estado, que vinha apresentando resultados promissores no final de 2023 e início de 2024. O presidente da entidade destacou que os auxílios federais, programas estaduais e iniciativas municipais foram importantes para viabilizar a retomada das atividades econômicas, especialmente em setores como materiais de construção. “Os estímulos governamentais permitiram o início da reconstrução, mas tiveram um impacto de curto prazo, durando de dois a três meses para a maioria dos segmentos do comércio”, explicou Koch. O presidente ainda afirmou que, embora tenham ajudado na reativação econômica, as medidas não foram suficientes para garantir um efeito multiplicativo sustentável.

Desafios econômicos para 2025

De acordo com Moraes, para sustentar o ritmo da atividade econômica, será necessário investir estrategicamente em infraestrutura, gerar empregos qualificados e fomentar novas matrizes produtivas. “A recuperação efetiva só será consolidada com a escolha de matrizes produtivas que proporcionem independência econômica e inovação”, afirmou o diretor.

Outro ponto destacado pela FCDL-RS foi a necessidade de mudanças na política econômica federal. Moraes apontou que decisões mais racionais em questões fiscais poderiam aliviar a política monetária e impulsionar o crescimento econômico. “Renunciar a um ajuste fiscal vigoroso é apostar em um curto prazo que se esgota, comprometendo o crescimento em médio e longo prazos”, declarou o dirigente.

Propostas para estímulo ao consumo

Uma das propostas apresentadas pela FCDL-RS é a correção da tabela do Imposto de Renda para isentar trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos. A entidade acredita que essa medida não apenas corrigiria distorções tributárias, mas também estimularia o consumo, injetando R$ 40 bilhões na economia nacional, sendo R$ 3 bilhões no Rio Grande do Sul. “A correção da tabela do Imposto de Renda seria uma notícia importante para as famílias brasileiras, além de criar estímulos adicionais para setores como habitação, vestuário e alimentação fora do domicílio”, ressaltou o presidente Koch.

Perspectivas para o final de 2025

Apesar das incertezas, a FCDL-RS acredita que o governo federal pode ajustar sua política econômica e adotar estratégias que já foram bem-sucedidas no passado. “Uma política econômica consistente permitirá que todos reconheçam a responsabilidade de nossos formuladores de política e proporcionará à população uma sensação de prosperidade”, concluiu Koch.

O material completo da análise pode ser acessado no relatório “Balanço 2024 e Projeções 2025” da FCDL-RS, em fcdl-rs.com.br/wp-content/uploads/sites/16/2024/12/Balanco-24-e-Projecao-25-2.pptx.

Foto: FCDL-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 460 Visualizações
Business

Empresas brasileiras projetam US$ 4,5 milhões em negócios após feira no México

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de US$ 4,5 milhões em negócios devem ser gerados nos próximos 12 meses pela participação de 22 empresas brasileiras na Anpic, uma das principais feiras da indústria de base para o setor calçadista na América Latina, realizada entre os dias 23 e 25 de outubro em León, Guanajuato, no México. Apoiadas pelo programa Brazilian Materials, desenvolvido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), as marcas registraram US$ 1,5 milhão em negócios imediatos durante o evento.

Durante a Anpic, o consultor do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Marnei Carminatti, apresentou os destaques em produtos lançados na última edição do Inspiramais, resultado da pesquisa Periféricos, que explora novas tendências e materiais para a indústria de moda, com foco na emergência do “Sul global”.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, ressaltou a importância da presença brasileira no evento, mesmo em um cenário de menor demanda internacional. “Com expectativas de melhoras nos embarques, o mercado latino-americano deve ampliar seu protagonismo no comércio externo das nossas empresas”, afirmou Ribas Júnior. A feira reuniu compradores de 18 países, majoritariamente da América Latina, além dos mexicanos.

As empresas brasileiras participantes da 64ª edição da Anpic com apoio do Brazilian Materials foram Biatex, Fibertex, Usicon, Jotaclass, WS Metais, Artecola, Retma, Maquetec, Killing, Plastiluzzi, KSD, GP Matrizes, Primus Têxtil, Usitec, Rodamatrizes, Topcut, Tecmec, Reginato, Seta, Eva Formula, OTB e Arizona.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 396 Visualizações
Projetos especiais

Projeto de escola de Campo Bom fica entre melhores do país em prêmio de sustentabilidade

Por Jonathan da Silva 12/11/2024
Por Jonathan da Silva

O projeto “Olha que legal, tem uma galinha no nosso quintal!”, desenvolvido pela Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) D. Pedro I, de Campo Bom, foi classificado entre os dez primeiros colocados do Prêmio Meu Pátio é o Mundo, organizado pelo Instituto Arcor Brasil. O projeto, que envolveu a construção de um galinheiro no quintal da escola com apoio da comunidade escolar, buscou integrar elementos naturais e animais no ambiente educativo.

A iniciativa incluiu todas as turmas da escola, que participaram desde a incubação dos ovos em uma chocadeira até a construção do galinheiro e os cuidados diários com as galinhas, como limpeza e alimentação. Educadores e alunos interagiram com o ambiente natural, o que proporcionou aprendizado prático e promoveu o contato direto com os animais e a natureza. A ação também aproximou a escola e a comunidade, incentivando uma participação conjunta em atividades como a construção do espaço para os animais.

O prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi (PDT), destacou a importância desse reconhecimento para a educação da cidade, elogiando a qualidade do ensino na rede municipal. “A qualidade do ensino na nossa rede municipal tem colocado Campo Bom num patamar muito elevado. É assim que se constrói uma cidade melhor, respeitando e valorizando a integralidade das nossas crianças, desde a tenra idade”, afirmou Orsi.

A secretária de Educação e Cultura do município, Simone Schneider, também celebrou a conquista da EMEI D. Pedro I e destacou o comprometimento dos profissionais da educação na cidade. Segundo Simone, a dedicação dos educadores ao aprendizado das crianças reflete a trajetória da administração municipal na área educacional e inspira confiança no desenvolvimento dos futuros cidadãos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2024 0 Comentários 416 Visualizações
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