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Esporte

Brasil estreia no Mundial de Eisstocksport na Áustria

Por Jonathan da Silva 05/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Seleção Brasileira de Eisstocksport iniciou sua participação no Mundial Adulto 2025 nesta quarta-feira (5), em Kapfenberg, na Áustria. A competição segue até domingo, 9 de março, com provas masculinas e femininas. Durante a solenidade de abertura, o atleta brasileiro Luís Eduardo Kaufmann, conhecido como Dudu, se apresentou tocando violino.

Dudu

A cerimônia de abertura reuniu delegações de diversos países e a equipe brasileira se destacou pela animação. “O Dudu deu um show e nos representou muito bem com seu talento no violino”, afirmou a presidente da Federação Gaúcha de Eisstocksport, Márcia Reis.

Após a solenidade, os atletas realizaram treinos de reconhecimento da pista de gelo. As competições iniciaram nesta quarta-feira, com disputas masculinas pela manhã e femininas no período da tarde. Na quinta e sexta-feira, dias 6 e 7, acontecem as provas individuais, e no fim de semana serão realizadas as finais.

Participação brasileira

O Brasil está representado por uma equipe masculina e uma feminina. Antes do início da competição adulta, o atleta João Back dos Santos, do clube 15 de Agosto, competiu no Mundial de Juniores, disputado na quinta-feira, dia 27 de fevereiro. Ele ficou em 13º lugar na categoria Sub-19 e em 14º no Sub-23. “Foi uma boa colocação. Encontrei dificuldades em me adaptar, mas como primeira experiência achei maravilhosa”, comentou o atleta.

A equipe adulta chegou em grupos à Europa e vem cumprindo uma agenda de adaptação ao gelo. O time é comandado pelo diretor técnico Milton Bressler e recebe apoio do técnico alemão Max Moritz.

Equipe feminina

  • Terezinha Horn (CC Alemã, Lajeado)
  • Rejane Böhm (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)
  • Flávia Fröhlich (Alt Pikade, Santa Cruz do Sul)
  • Márcia Reis (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)
  • Jutta Frey (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)

Equipe masculina

  • João Back dos Santos (15 de Agosto, Santa Cruz do Sul)
  • Luís Eduardo Kaufmann (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)
  • Samuel Böhm (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)
  • Eduardo Schuster (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)
  • Jair Vargas (Alt Pikade, Santa Cruz do Sul)
  • Augusto Böhm (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)
  • Eduardo Frey (CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul)

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2025 0 Comentários 392 Visualizações
Business

Vietnã reabre mercado para miúdos e pés de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quarta-feira (27) a abertura do mercado do Vietnã para a exportação de miúdos de frango brasileiros e a retomada das vendas de pés de frango, medida que deve ampliar a presença do Brasil no mercado asiático. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a decisão, destacando o potencial de valorização desse segmento.

Com cerca de 100 milhões de habitantes, o Vietnã é um mercado considerado relevante na Ásia para o comércio global de carne de frango. Anualmente, o país importa aproximadamente 170 mil toneladas de carnes e produtos de frango. Em 2024, o Vietnã foi o sétimo principal destino das exportações brasileiras para a Ásia, com um volume de 11 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o Vietnã representa uma oportunidade estratégica para os produtos brasileiros. “O Vietnã é um mercado de alto valor agregado para miúdos e pés, com grande demanda pelos produtos. A abertura, viabilizada por um forte trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o setor privado, deverá representar um importante incremento no resultado final das exportações brasileiras neste ano”, comentou Santin.

Foto: 4045/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 420 Visualizações
Variedades

Exportadoras de proteína do Brasil participam de feira no México

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

Dez agroindústrias brasileiras exportadoras de carne de frango e suína participarão da Expo Carnes y Lácteos 2025, maior feira de alimentos do México, que será realizada entre os dias 4 e 6 de março em Monterrey. A ação é promovida pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), com o objetivo de ampliar negócios e reforçar a imagem do Brasil como fornecedor para o mercado mexicano.

Participarão da feira as agroindústrias Avenorte, Bello Alimentos, BRF, Coasul, Copacol, GTFoods, Cooperativa Lar Agroindustrial, Pamplona Alimentos, Zanchetta Alimentos e Vibra Foods. A coordenadora de marketing e promoção comercial da ABPA, Nayara Dalmolin, e o gerente de acesso a mercados da ABPA, Gabriel Morelli, também estarão presentes na ação.

Programação

Além de encontros de negócios com potenciais clientes e importadores, a ação inclui a distribuição de materiais promocionais com informações sobre o setor produtivo brasileiro. Os encontros também têm como objetivo reforçar a imagem do Brasil como fornecedor seguro e parceiro estratégico para o mercado mexicano.

Contexto econômico e comercial

A participação das empresas brasileiras na feira ocorre pouco mais de dois meses após a renovação do “Pacote contra a Inflação e a Fome” (Pacic), formalizada em 31 de dezembro de 2024. O pacote foi criado pelo governo mexicano para conter a inflação e enfrentar a escassez de alimentos, incentivando a importação de produtos considerados estratégicos, como carne de frango e suína, sem cotas limitadoras e com tarifa zero.

Crescimento das exportações

Em janeiro de 2025, as exportações de carne de frango do Brasil para o México cresceram 651%, passando de 1,4 mil toneladas no mesmo mês de 2024 para 10,7 mil toneladas. O mesmo movimento foi observado nas exportações de carne suína, que somaram 1,3 mil toneladas em janeiro deste ano, contra 25 toneladas no mesmo período de 2024.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o México é um parceiro de longa data e que a expectativa é de ampliar a presença brasileira no mercado mexicano. “O mercado mexicano é nosso parceiro há anos e tem fortalecido esta parceria especialmente neste ano. Temos boas expectativas quanto aos avanços que conquistaremos nesta ação em Monterrey, ampliando ainda mais nossa presença nas gôndolas mexicanas, complementando a produção local”, comentou Santin.

Foto: Expo Carnes y Lácteos/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 418 Visualizações
Business

Aumento da demanda global impulsiona exportações de carne de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 25/02/2025
Por Jonathan da Silva

A alta nos casos de Influenza Aviária em diversos países tem elevado a demanda global por carne de frango do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As exportações brasileiras da proteína devem atingir 5,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 1,9% em relação ao ano anterior. Apenas em janeiro, os embarques aumentaram quase 10%, impulsionados pela demanda da China, União Europeia e Filipinas.

A valorização da carne de frango no mercado externo se reflete no avanço de 20,9% na receita das exportações. Para fevereiro, as projeções indicam embarques acima de 450 mil toneladas. No mercado interno, o setor segue em equilíbrio, de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin. A produção nacional deve alcançar 15,3 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 2,7%, enquanto a disponibilidade interna está projetada para 9,9 milhões de toneladas, um aumento de 2,1%. O consumo per capita no Brasil deve atingir 46 kg ao longo do ano, crescimento de 2%.

Custos de produção e impacto da safra

O custo de produção da carne de frango tem sido favorecido pela safra de soja, com estoques mundiais elevados e projeção de colheita histórica no Brasil, acima de 170 milhões de toneladas. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Ciências Aplicadas (Cepea), em janeiro o preço do farelo de soja apresentou retração superior a 13% no Oeste do Paraná e acima de 20% em municípios do Rio Grande do Sul, como Ijuí e Passo Fundo.

A produção de milho também tem boas expectativas, especialmente na safrinha. O Mato Grosso concentra metade das mais de 100 milhões de toneladas que deverão ser colhidas no país, e a demanda da China pelo cereal deve ser menor este ano. “O setor não prevê problemas no acesso aos insumos neste ano”, afirmou Santin, citando levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que apontam estoques superiores aos de 2024.

Impacto global da Influenza Aviária

Desde 1º de janeiro, mais de 34 países registraram focos de Influenza Aviária, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Nos Estados Unidos, há mais de 60 focos ativos da doença, além de 64 no Reino Unido, 76 na Alemanha, 40 na Polônia e 36 nos Países Baixos. “Se tomarmos o último semestre de 2024, são mais de 50 países nesta situação”, comentou Santin.

O surto nos EUA tem reduzido a oferta global de carne de frango. Segundo o Departamento de Agricultura do país (USDA), as exportações norte-americanas em 2024 foram 367 mil toneladas menores do que no ano anterior, fechando o período com 3,3 milhões de toneladas embarcadas. Na União Europeia, outro tradicional exportador, as vendas de carne de frango também recuaram.

Diante desse cenário, importadores têm redirecionado suas compras para fornecedores considerados estáveis, como o Brasil. O Congo, por exemplo, aumentou as compras de carne de frango brasileira em 26% no ano passado, enquanto os Estados Unidos reduziram suas exportações em 49%.

Perspectivas para o segundo semestre

A tendência de crescimento das exportações brasileiras deve continuar ao longo do segundo semestre, segundo Santin. “A conjuntura internacional está reforçando o papel do Brasil como um fornecedor de carne de frango essencial para diversos mercados. A pressão da Influenza Aviária sobre a oferta global tem direcionado mais importadores ao produto brasileiro, e esse movimento deve se intensificar ao longo do segundo semestre, período historicamente mais forte para as exportações”, afirmou o presidente da ABPA.

Além da questão sanitária global, o Brasil também se beneficia de demandas específicas em mercados estratégicos, como o México, que renovou recentemente o Programa de Abertura Contra a Inflação e a Carestia (Pacic) e já acumula um crescimento de 650% nas importações de carne de frango em relação a janeiro do ano passado. Os Estados Unidos, principais fornecedores do México, respondem por 80% das importações do país.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/02/2025 0 Comentários 452 Visualizações
Esporte

Brasil inicia participação no Mundial de Eisstocksport nesta semana

Por Jonathan da Silva 25/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Seleção Brasileira de Eisstocksport iniciará sua participação no Mundial da modalidade nesta semana. O torneio será realizado entre os dias 25 de fevereiro e 9 de março na cidade de Kapfenberg, na Áustria. A delegação brasileira conta com 13 integrantes, entre atletas e o coordenador técnico, e busca representar bem o país diante das principais seleções do mundo.

O embarque da equipe brasileira ocorrerá em momentos diferentes. O primeiro a viajar será João Back dos Santos, que disputará o Mundial Juvenil já nesta última semana de fevereiro. O jovem será acompanhado pela presidente da Federação Gaúcha de Eisstocksport, Márcia Reis, que também compõe a equipe feminina, além do diretor técnico Milton Bressler e dos atletas Luís Eduardo Kauffmann e Rejane Böhm. Os demais atletas embarcarão até o final da semana.

Márcia Reis avalia que a equipe enfrentará desafios na competição, apesar da preparação realizada no Brasil. “Cada campeonato tem sua particularidade, mas acredito que vamos ter mais dificuldades neste, apesar de termos treinado muito aqui em Santa Cruz”, ponderou a presidente.

João Back dos Santos destacou a importância da experiência internacional. “Quando surgiu o convite para ir ao Mundial, logo tratei de ver o que precisava. Jamais imaginei que poderia estar viajando para defender meu país pelo eisstocksport. Estou muito feliz”, enfatizou o jovem atleta.

Preparação e expectativas

O coordenador técnico Milton Bressler, que tem experiência em competições mundiais, ressaltou o preparo do grupo e a necessidade de adaptação ao gelo. “Nosso grupo se preparou bem. É claro que vai chegar à Europa e cada um vai ter que se adaptar ao jogo. Por isso que teremos este desafio pela frente, que é se adequar ao gelo”, comentou Bessler.

Delegação brasileira

  • Coordenador técnico: Milton Bressler
Feminino
  • Terezinha Horn – CC Alemã, Lajeado
  • Rejane Böhm – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
  • Flávia Fröhlich – Alt Pikade, Santa Cruz do Sul
  • Márcia Reis – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
  • Jutta Frey – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
Masculino
  • João Back dos Santos – Alt Pikade, Santa Cruz do Sul
  • Luís Eduardo Kauffmann – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
  • Samuel Böhm – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
  • Eduardo Schuster – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
  • Jair Vargas – Alt Pikade, Santa Cruz do Sul
  • Augusto Böhm – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
  • Eduardo Frey – CC 25 de Julho, Santa Cruz do Sul
Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2025 0 Comentários 327 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de genética avícola somam 2.139 toneladas em janeiro

Por Jonathan da Silva 14/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de genética avícola, que incluem ovos férteis e pintos de um dia, totalizaram 2.139 toneladas em janeiro de 2025, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa uma queda de 13,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 2.470 toneladas.

A receita com os embarques no mês somou US$ 19,233 milhões, apresentando uma redução de 0,8% na comparação com janeiro de 2024, quando o setor faturou US$ 19,391 milhões.

Principais destinos das exportações

O México foi o principal comprador da genética avícola brasileira em janeiro, com 898 toneladas importadas, um aumento de 13% em relação ao mesmo mês de 2024. Em seguida, os principais destinos foram Senegal, com 455 toneladas, queda de 3%; Paraguai, com 338 toneladas, alta de 97%; Venezuela, com 186 toneladas, crescimento de 289%; e Colômbia, com 73 toneladas, aumento de 181%

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a continuidade da demanda internacional, apesar da retração do volume total exportado no mês. “Apesar da retração pontual no mês, vemos forte demanda de países que são tradicionais importadores da genética brasileira, como México, Paraguai e Venezuela. É esperado que o fluxo siga demandante por país nos próximos meses”, afirmou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
14/02/2025 0 Comentários 380 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 6,4% em janeiro

Por Jonathan da Silva 11/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína provenientes do Brasil atingiram 106 mil toneladas em janeiro, um aumento de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 99,6 mil toneladas. O dado, divulgado nesta segunda-feira (10) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), representa o maior volume da série histórica para o mês e marca a primeira vez que o setor supera a barreira de 100 mil toneladas em janeiro. Além disso, a receita gerada pelas exportações de carne suína alcançou um montante de US$ 238 milhões, um crescimento de 19,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados US$ 199 milhões.

A China foi a principal compradora da carne suína brasileira em janeiro, com a importação de 19,8 mil toneladas. O volume, no entanto, representa uma redução de 14% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Outros mercados asiáticos impulsionaram o crescimento das exportações no período. As Filipinas importaram 19,5 mil toneladas, uma alta de 58%, enquanto o Japão adquiriu 8,1 mil toneladas, um aumento de 87%. O Vietnã também ampliou as compras, registrando um crescimento de 127%, com 2,8 mil toneladas importadas.

Hong Kong manteve o volume estável em 9,5 mil toneladas, enquanto Singapura aumentou as importações em 26%, com 6,5 mil toneladas. Entre os mercados que reduziram as compras, o Chile importou 7,7 mil toneladas, queda de 29%, e os Estados Unidos registraram retração de 9%, com 4,7 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a diversificação dos mercados asiáticos como um fator positivo para o setor. “Os mercados da Ásia, liderados pelas Filipinas, estão ampliando a presença entre os principais destinos das exportações brasileiras, sustentando as tendências positivas e de maior capilaridade de mercados registradas desde o segundo semestre do ano passado”, afirmou Santin.

Exportações por estado

Santa Catarina liderou as exportações de carne suína em janeiro, com o envio de 57,9 mil toneladas ao exterior, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2024. O Rio Grande do Sul ficou em segundo lugar, com 21,5 mil toneladas (+1,7%), seguido pelo Paraná, que exportou 13,1 mil toneladas (+20,5%).

Minas Gerais e Mato Grosso registraram os maiores crescimentos percentuais no período. Minas Gerais exportou 3,4 mil toneladas, uma alta de 84%, enquanto Mato Grosso embarcou 3,3 mil toneladas, um aumento de 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foto: Jcomp/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2025 0 Comentários 447 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçados somam 11,46 milhões de pares em janeiro

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados brasileiros totalizaram 11,46 milhões de pares em janeiro de 2025, gerando US$ 88,3 milhões. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), indicam um aumento de 11,4% no volume exportado e uma queda de 2,7% na receita em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente ao dólar e o crescimento das exportações de chinelos foram fatores que contribuíram para o desempenho no mês. O valor médio do calçado exportado foi de US$ 7,71, uma redução de 12,6% em relação a janeiro do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirmou que o cenário internacional segue incerto, com desafios econômicos e uma possível guerra comercial entre Estados Unidos e China. “O cenário, ao longo de 2025, é uma incógnita. Ao mesmo tempo em que a tarifa imposta por Trump aos calçados chineses pode ajudar o Brasil no mercado norte-americano, esses calçados produzidos na China tendem a inundar mercados cativos para o nosso produto no exterior, principalmente na América Latina”, pontuou o dirigente.

Segundo Ferreira, mesmo com o crescimento em volume, as exportações permaneceram abaixo da média anual dos últimos cinco anos, que foi de 12,23 milhões de pares, o que aponta para uma demanda internacional ainda enfraquecida.

Principais destinos das exportações

Os Estados Unidos foram o principal destino dos calçados brasileiros em janeiro, com 1,13 milhão de pares exportados, gerando US$ 19 milhões. O volume cresceu 4,2% em comparação com o ano anterior, mas a receita caiu 11,5%. A Argentina foi o segundo maior mercado, com 635,6 mil pares exportados e US$ 10,36 milhões em receita, representando um crescimento de 14,2% no volume e uma queda de 6,3% no faturamento. A França ficou na terceira posição, com 380,6 mil pares e US$ 4,9 milhões, registrando aumentos de 14,7% e 54,3%, respectivamente.

Estados exportadores

O Rio Grande do Sul liderou as exportações brasileiras de calçados no mês, embarcando 2,62 milhões de pares e arrecadando US$ 37,6 milhões. Os números representam quedas de 12,1% em volume e 17,5% em receita em relação a janeiro de 2024. O Ceará foi o segundo maior exportador, com 5 milhões de pares enviados e US$ 27,42 milhões em faturamento, registrando aumentos de 34,8% e 30,3%, respectivamente. Em terceiro lugar, São Paulo exportou 514,1 mil pares, gerando US$ 7,2 milhões, um crescimento de 23,5% no volume e uma redução de 2,7% na receita.

Importações continuam em alta

As importações de calçados seguiram em crescimento em janeiro, mantendo a tendência de 2024, quando houve alta de mais de 26% no volume importado. No primeiro mês de 2025, o Brasil importou 3,32 milhões de pares, totalizando US$ 47,96 milhões. O volume cresceu 18,1% e a receita aumentou 29% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os países asiáticos responderam por 90% das importações. O Vietnã foi o principal fornecedor, com 1,24 milhão de pares exportados ao Brasil por US$ 22,47 milhões, um crescimento de 55% no volume e 31% na receita. A Indonésia ficou em segundo lugar, com 742,5 mil pares e US$ 12 milhões, apresentando altas de 113,5% e 111,6%, respectivamente. Já a China exportou 719,8 mil pares ao Brasil, gerando US$ 5 milhões. O volume caiu 34,7%, mas a receita aumentou 16,6%.

As importações de partes de calçados, como palmilhas, solas e saltos, somaram US$ 5,53 milhões em janeiro, um crescimento de 47% em relação ao mesmo período de 2024. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 569 Visualizações
Variedades

Porto Alegre sedia o Prêmio Ibest pela primeira vez

Por Jonathan da Silva 07/02/2025
Por Jonathan da Silva

Porto Alegre sediará pela primeira vez o Prêmio Ibest, evento nacional que reconhece os principais nomes da internet no Brasil. A premiação ocorrerá nos dias 13 e 14 de fevereiro, quinta e sexta-feira da semana que vem, no Teatro do Bourbon Country. O evento premiará mais de cem categorias, contemplando canais, plataformas digitais, produtores de conteúdo, apresentadores, personalidades da mídia e ações sociais.

Tradicionalmente realizado no eixo central do país, o Prêmio Ibest terá sua edição deste ano na capital gaúcha como forma de destacar a relevância do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre no cenário digital. Segundo os organizadores, a escolha da cidade também busca ressaltar o impacto da comunidade local na internet, especialmente no contexto de recuperação após a enchente de maio.

A realização do evento nacional na capital gaúcha conta com apoio da Prefeitura de Porto Alegre e do Governo do Estado.

Foto: Filipe Karam/PMPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/02/2025 0 Comentários 434 Visualizações
Business

76 marcas calçadistas brasileiras participarão de feira na Itália

Por Jonathan da Silva 03/02/2025
Por Jonathan da Silva

A 99ª edição da Micam Milano, uma das principais feiras de calçados do mundo, será realizada entre os dias 23 e 25 de fevereiro, em Milão, na Itália. O setor calçadista brasileiro participará do evento com 76 marcas, apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A coordenadora de Negócios da Abicalçados, Paola Pontin, afirma que a feira deve atrair um maior número de compradores, especialmente dos Estados Unidos. “Existe uma estimativa de maior visitação de compradores, especialmente norte-americanos, diante da possibilidade de uma reedição da guerra comercial estabelecida entre Estados Unidos e China”, pontua Paola.

Na edição realizada em fevereiro de 2023, os estandes brasileiros foram visitados por compradores de mais de 90 países, gerando mais de US$ 31 milhões em negócios, considerando os fechados no local e os encaminhados para negociações futuras.

Desfile de marcas brasileiras

Além da exposição dos produtos, algumas marcas brasileiras foram selecionadas para participar do desfile promovido pela organização da feira nos dois primeiros dias do evento. As empresas escolhidas foram Jotape, Lightgel, Vizzano, Maithë, Schutz, Varietta e Voices Culture.

Cenário do setor calçadista brasileiro

O Brasil é o quinto maior produtor de calçados do mundo. Em 2024, a indústria nacional registrou crescimento superior a 3%, segundo dados ainda não consolidados. Para 2025, a Abicalçados projeta um aumento de 2% na produção, alcançando um total de 904 milhões de pares.

No mercado internacional, as exportações brasileiras em 2023 somaram mais de 97 milhões de pares, com destino a cerca de 160 países.

Marcas brasileiras presentes na feira

Com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas que estarão na Micam Milano serão Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Azillê, Beira Rio, BR Sport, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota, Degalls, Democrata, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LightGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mini Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Renata Mello, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Savelli, Schutz, Stéphanie Classic, Suzana Santos, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/02/2025 0 Comentários 605 Visualizações
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