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tabaco

Projetos especiais

Setor do tabaco lança ação para conservação do solo no sul

Por Jonathan da Silva 14/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) lançou, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Projeto Solo Protegido, com o objetivo de ampliar as ações de conservação do solo nas propriedades produtoras de tabaco da região sul do Brasil. A iniciativa é anunciada às vésperas data em que se celebra o Dia Nacional da Conservação do Solo, em 15 de abril.

O projeto prevê a seleção e diagnóstico de propriedades representativas do setor para a elaboração de planos de intervenção baseados em Boas Práticas Agrícolas (BPAs). Também será realizado o monitoramento de indicadores-chave relacionados à proteção, conservação e recuperação do solo. A proposta é incluir medidas como a avaliação de carbono e o uso de mix de cobertura vegetal nas lavouras participantes.

Segundo a engenheira agrônoma e assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, “o bom uso do solo significa melhor aproveitamento dos nutrientes. Quanto mais conservado e protegido estiver o solo, maior a chance de a cultura alcançar o seu potencial produtivo e, consequentemente, gerar bons resultados financeiros. Por isso, proteger e conservar o solo deve ser visto como investimento pelo produtor”.

Adoção crescente de práticas conservacionistas

De acordo com levantamento realizado pelo SindiTabaco entre empresas associadas, 74% dos produtores de tabaco já utilizam práticas conservacionistas. Entre as técnicas aplicadas estão a correção do pH do solo com calcário, a descompactação do solo quando necessária e o preparo dos camalhões sobre a palhada de plantas de cobertura, como aveia e centeio. Essa cobertura protege contra a erosão hídrica, evitando a perda da camada superficial do solo.

Portfólio ambiental do setor

O Projeto Solo Protegido passa a integrar o portfólio de ações ambientais do setor, que já conta com mais de 60 iniciativas conduzidas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. Essas ações têm como foco a preservação ambiental e a sustentabilidade da produção nas propriedades rurais integradas ao cultivo de tabaco.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2025 0 Comentários 410 Visualizações
Variedades

Câmara Setorial do tabaco cria grupo para discutir COP 11 com governo

Por Jonathan da Silva 11/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco oficializou, nesta quinta-feira (10), a criação de um grupo de trabalho para dialogar com o governo federal sobre a 11ª Conferência das Partes (COP 11), evento que será realizada em novembro deste, em Genebra, na Suíça. O encontro para a exposição da demanda aconteceu em Cachoeira, na Bahia, durante a 75ª reunião da Câmara. O objetivo, segundo a entidade, é garantir a participação ativa dos produtores de tabaco nas discussões sobre regulação do setor.

O deputado federal Rafael Pezenti (MDB) esteve presente e comentou seu projeto de lei que altera a composição da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq). “Atualmente, a Conicq tem 16 membros e nenhum deles defende efetivamente os produtores de tabaco. Buscamos assento para essa representação e queremos provocar essa discussão. Participei de uma COP, no Panamá, e foi uma humilhação, uma vergonha. Mesmo com a procuração do povo, como deputado federal, não pude acompanhar uma sessão bancada com o dinheiro público”, afirmou o parlamentar.

Safra 2024/2025

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, apresentou dados sobre a safra 2024/2025. Segundo o dirigente, 30% da safra já foi comercializada e a estimativa é de produção em torno de 700 mil toneladas. “Não se trata de uma super safra, mas sim de uma safra normal, que considera a recuperação da produtividade perdida na safra anterior e o aumento previsto da área plantada, em torno de 10%”, comentou Drescher.

Comércio exterior

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, apresentou os resultados de exportação de 2024 e a expectativa para 2025. “Fechamos 2024 com um resultado extremamente satisfatório. Só não batemos o recorde em dólares por questões logísticas, mas o tabaco terminou o ano como o segundo produto na pauta de exportações do Rio Grande do Sul, atrás somente do complexo soja”, afirmou Thesing.

Segundo o dirigente da entidade, uma pesquisa da Deloitte estima que os embarques em 2025 devem crescer entre 10% e 15% em dólares e volume. Entre janeiro e março, o Brasil exportou 104 mil toneladas e US$ 744 milhões, -1,78% e +12,85% respectivamente, comparado a 2024. Os principais destinos foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos e Emirados Árabes.

Projetos e iniciativas no setor

Thesing também apresentou o Projeto Solo Protegido, parceria do SindiTabaco com a Embrapa. “O projeto terá duração de cinco anos e visa avanços na produção sustentável e ampliação das boas práticas agrícolas, bem como a mensuração do carbono no solo em áreas produtoras de tabaco”, informou o presidente. Além disso, o dirigente anunciou o programa “Tabaco é Agro – Diversificação das Propriedades”, para incentivar a diversificação da produção nas propriedades rurais.

Impactos da reforma tributária

O executivo da Abifumo, Edmilson Alves, abordou os impactos da reforma tributária no setor. “Estamos aguardando a questão da alíquota. Não cabe mais aumentar, isso dá margem ao contrabando e ao descaminho. Esperamos que o setor não seja ainda mais prejudicado, considerando o tamanho do mercado ilegal já existente”, salientou Alves.

Encerramento

O encontro foi finalizado com a apresentação de João Nicanildo Bastos dos Santos, do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, que discutiu sobre “Regeneração do Solo e Oportunidades de Créditos de Carbono como Mitigador de Riscos na Cadeia Produtiva do Tabaco”.

Próximos encontros

As próximas reuniões da Câmara Setorial estão previstas para 16 de julho, em Brasília, e 2 de setembro, durante a Expointer, em Esteio.

Foto: Banco de Imagens/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2025 0 Comentários 426 Visualizações
Variedades

Calendário de plantio do tabaco será tema de conscientização no campo

Por Jonathan da Silva 04/04/2025
Por Jonathan da Silva

As entidades representativas da cadeia produtiva do tabaco definiram o calendário de plantio da safra 2025/2026, que ocorrerá entre 1º de maio e 30 de novembro. A decisão foi tomada durante reunião do Grupo de Trabalho Qualidade e Inovação, do Fórum Nacional de Integração da Cadeia Produtiva do Tabaco (Foniagro), com o objetivo de reduzir o plantio fora de época, prática que pode aumentar a incidência de pragas e doenças nas lavouras.

O assessor da diretoria do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e secretário do Foniagro, Carlos Sehn, destacou que alguns produtores optam por plantar fora do período recomendado para tentar obter uma renda adicional. “Porém, acabam prejudicando o solo e a qualidade do tabaco, pois plantios sucessivos da mesma cultura, na mesma área, podem levar ao aumento de pragas e doenças. Por isso, a recomendação é para que o produtor realize o plantio de outra cultura na área ou mesmo o plantio de cobertura para proteção do solo”, afirmou Sehn.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou a importância da conscientização. “Esse é um momento de conscientização dos produtores e os orientadores terão papel fundamental no campo, levando a informação e as consequências negativas da prática. A orientação técnica será fundamental para conscientizar sobre o correto manejo do solo visando o aumento da produtividade e qualidade das lavouras. É possível que, no futuro, produtores que insistirem com plantios fora da janela definida não sejam mais registrados pelas empresas”, pontuou Thesing.

Uso de sementes certificadas

Outro tema abordado foi o risco do uso de sementes não certificadas. Essas sementes, por não passarem por fiscalização e controle de qualidade, podem disseminar pragas e doenças para regiões produtoras de tabaco. Segundo as entidades, o impacto pode comprometer a produtividade e qualidade da produção, além de gerar prejuízos financeiros e dificuldades na comercialização.

Para combater esse problema, uma campanha está sendo realizada para incentivar o uso exclusivo de sementes certificadas, que passam por rigorosos processos de controle, garantindo boas taxas de germinação, resistência a doenças e maior uniformidade das lavouras.

O que é o Foniagro

Criado em 2016, o Foniagro é formado por entidades representativas dos produtores e empresas integradoras do setor do tabaco. Seu objetivo é definir diretrizes para o acompanhamento e desenvolvimento do sistema de integração, fortalecendo as relações entre produtores e empresas. Integram o Foniagro as Federações de Agricultura do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná (Farsul, Faesc e Faep), as Federações dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag, Fetaesc e Fetaep), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o SindiTabaco e empresas do setor.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2025 0 Comentários 520 Visualizações
Projetos especiais

Setor do tabaco e Embrapa assinam cooperação-técnica

Por Jonathan da Silva 26/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) assinaram, nesta terça-feira (25), o Projeto Solo Protegido, durante a programação da Expoagro Afubra, em Rio Pardo. A iniciativa, com duração de 60 meses, tem o objetivo de diagnosticar e monitorar a qualidade do solo em unidades produtoras de tabaco na região Sul do Brasil, além de propor intervenções com base em Boas Práticas Agrícolas (BPAs).

O projeto prevê a análise de 33 propriedades distribuídas em 11 microrregiões produtoras de tabaco. Pesquisadores da Embrapa vão coletar amostras para avaliar a qualidade física, química e biológica do solo, além de medir os estoques de carbono presentes nas áreas analisadas. O trabalho será desenvolvido em quatro etapas: diagnóstico da qualidade do solo, recomendação dos planos de intervenção, aplicação das práticas sugeridas e monitoramento dos resultados.

O pesquisador da Embrapa e coordenador do projeto, Adilson Bamberg, explicou que a conservação do solo é um desafio na produção de tabaco devido à inclinação dos terrenos, à incidência de chuvas intensas e a eventos climáticos extremos. “São fatores que podem afetar a qualidade do solo e, consequentemente, a qualidade do tabaco brasileiro, impactando diretamente quem produz”, comentou Bamberg.

O coordenador destacou também que o setor já adota práticas conservacionistas, mas que ainda há possibilidade de avanços. “Temos uma técnica consolidada que retém água e sedimentos, que são os camalhões. Mas temos oportunidades de melhorias e espaço para avançar em questões de erosão, de mix de cobertura, do carbono que precisa ser retirado da atmosfera e ser fixado no solo”, acrescentou Bamberg.

Parceria e impactos para o setor

A chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Rosane Martinazzo, ressaltou que o projeto começou a ser discutido há dois anos e que sua implementação ocorre em um momento oportuno, diante dos impactos de eventos climáticos no Rio Grande do Sul em 2024. “Desejamos a todos um excelente trabalho e quiçá em cinco anos estaremos aqui apresentando os resultados deste trabalho construído a muitas mãos”, avaliou Rosane.

O chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Junior, destacou a relevância da parceria público-privada no desenvolvimento de soluções para o setor agrícola. “Temos nos aproximado cada vez mais do setor produtivo, dos agricultores, das associações, para construir um país do nosso tamanho. De importadores, hoje somos uma referência mundial em alimentos, com 320 milhões de toneladas de grãos, e isso é reflexo do empreendedorismo dos agricultores, da ciência e da tecnologia, e de boas políticas públicas”, afirmou Stumpf Junior.

Importância econômica da produção de tabaco

A produção de tabaco no Sul do Brasil representa 95,4% do total nacional, envolvendo mais de 133 mil famílias de produtores na safra 2023/2024 e gerando um valor bruto estimado em R$ 11 bilhões.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, enfatizou a expectativa positiva para os próximos anos. “Tenho convicção que os resultados que vamos colher nesses próximos cinco anos vão auxiliar para a manutenção da liderança do Brasil no mercado mundial de tabaco, gerando desenvolvimento, renda e divisas para nossas regiões produtoras e para o país”, ressaltou Thesing.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2025 0 Comentários 382 Visualizações
Projetos especiais

SindiTabaco e Embrapa lançam Projeto Solo Protegido na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 24/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Embrapa Clima Temperado lançam nesta terça-feira, 25 de março, durante a Expoagro Afubra, o Projeto Solo Protegido. A iniciativa, que terá duração de 60 meses, tem entre seus objetivos a avaliação dos estoques de carbono em unidades produtoras de tabaco no sul do Brasil. A assinatura do termo de cooperação ocorrerá no auditório 2, às 13h30min, com a presença de autoridades e representantes do setor.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou que o projeto permitirá um diagnóstico das propriedades e a promoção da qualidade do solo. “Os produtores de tabaco, em sua grande maioria, já adotam práticas conservacionistas. Mas teremos pela frente cinco anos de aprendizados conjuntos e que certamente trarão bons resultados no futuro”, afirmou Thesing.

Especialistas da Embrapa realizarão coletas de amostras para avaliar a qualidade física, química e biológica do solo em 33 propriedades de 11 microrregiões produtoras de tabaco. A iniciativa será desenvolvida em quatro etapas: diagnóstico da qualidade do solo, recomendação dos planos de intervenção, intervenção e monitoramento.

Capacitação e banco de dados

O coordenador do projeto, Adilson Bamberg, ressaltou a importância da iniciativa para o setor. “Nada na área de solo se constrói de um dia para o outro. É um imenso desafio, mas encaramos com bons olhos. Trata-se de um setor que já vem atuando no sentido de melhorar e que merece a atenção da Embrapa”, salientou Bamberg.

O projeto prevê capacitações para produtores e orientadores, com demonstrações em propriedades de referência durante dias de campo. Também será criado um banco de dados sobre atributos químicos, físicos e biológicos do solo, a partir das informações coletadas pelas empresas associadas, para auxiliar na tomada de decisões sobre correções do solo.

Foto: Inor Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2025 0 Comentários 476 Visualizações
Projetos especiais

SindiTabaco lança campanha sobre sementes certificadas para produtores de tabaco

Por Jonathan da Silva 20/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas iniciaram uma campanha para conscientizar os produtores sobre a importância do uso de sementes certificadas. A iniciativa, que conta com o apoio de entidades representativas do setor, será realizada nos próximos meses nas principais regiões produtoras de tabaco.

Como parte da campanha, serão distribuídos materiais em diferentes formatos, incluindo cards, folders, vídeos e spots de rádio. A assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, explicou que o primeiro material a ser divulgado será um card enviado por WhatsApp. “É uma ferramenta muito utilizada no campo e tem um alcance muito bom e rápido. Também teremos um folder e um vídeo com mais informações sobre o que são sementes piratas e quais os prejuízos que esses produtos representam para a produção de tabaco”, afirmou Fernanda.

Riscos das sementes não certificadas

A assessora técnica da entidade destacou que o Brasil possui uma reputação consolidada no mercado de tabaco e que o controle sanitário é fundamental para evitar a introdução de doenças. “Por não serem fiscalizadas e não passarem por rigoroso controle de qualidade e sanidade, as sementes piratas trazem o risco de disseminação de pragas e doenças para as regiões produtoras de tabaco”, salientou Fernanda. Além disso, ela alertou que o uso dessas sementes pode resultar em penalidades para produtores e comerciantes, já que a venda de sementes sem certificação é uma infração prevista na legislação.

A assessora também ressaltou que as sementes não certificadas impactam a produtividade e podem comprometer a qualidade da safra. “Em casos de problemas de germinação, o produtor não terá garantias ou suporte técnico”, acrescentou Fernanda.

Impacto no setor

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a proliferação de sementes não certificadas pode prejudicar a reputação do tabaco brasileiro no mercado internacional. “Somos líderes mundiais na exportação de tabaco em folha há mais de 30 anos. Para oferecer uma semente qualificada, que cumpra todas as exigências legais e sanitárias, são necessários vários anos de investimento em pesquisa e inovação”, explicou o dirigente, que ainda recomendou que os produtores consultem o orientador agrícola em caso de dúvidas.

Identificação das sementes certificadas

De acordo com o SindiTabaco, as sementes certificadas possuem informações obrigatórias no rótulo da embalagem, como o número de registro Renasem/Mapa. Além disso, as sementes peletizadas são uniformes, de mesmo tamanho e cor, e não apresentam sinais de mofo ou contaminação.

Reforço na fiscalização

A campanha também busca fortalecer a fiscalização contra a comercialização de sementes piratas. No Paraná, denúncias podem ser feitas à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) pelo site adapar.pr.gov.br/Pagina/Fale-com-o-Ouvidor. Em Santa Catarina, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) recebe denúncias pelo telefone 0800 644 6510. No Rio Grande do Sul, as denúncias podem ser enviadas para o e-mail [email protected].

O sindicato

Fundado em 1947 e sediado em Santa Cruz do Sul, o SindiTabaco representa a indústria do setor em todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 14 empresas associadas, a entidade atua principalmente na região sul do Brasil, onde se concentra 94% da produção nacional de tabaco.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2025 0 Comentários 402 Visualizações
Projetos especiais

Produtores de tabaco de SC podem devolver embalagens de agrotóxicos em programa

Por Jonathan da Silva 26/02/2025
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco das regiões do litoral e do centro norte de Santa Catarina podem realizar a devolução de embalagens vazias de agrotóxicos durante o mês de março. O Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, conduzido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), percorrerá 41 municípios litorâneos até o dia 12 de março. Entre os dias 17 de março e 8 de abril, serão atendidos 14 municípios da região centro norte do estado.

De acordo com a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana, os produtores que participam da iniciativa recebem comprovantes válidos para os órgãos de fiscalização ambiental, em conformidade com o Decreto 4.074/2002, que regulamenta a devolução de embalagens de agrotóxicos aos estabelecimentos de origem. “Orientamos os produtores para que façam a tríplice lavagem dos recipientes, que estejam perfurados e com as tampas removidas para devolução, com o objetivo de garantir a possibilidade de reciclagem e transformação em outros insumos plásticos”, afirmou Fernanda.

Após a coleta, as embalagens são encaminhadas para centrais credenciadas, onde são separadas e enviadas a unidades recicladoras. Segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inPEV), 93% do material coletado no Brasil é reciclado. A região Sul é responsável por 84% das mais de 4 mil operações itinerantes de recebimento realizadas anualmente no país.

História do programa e impacto ambiental

Criado no ano 2000 pelo SindiTabaco e suas empresas associadas, em parceria com a Afubra, o programa antecedeu a legislação sobre logística reversa, estabelecida pelo Decreto 4.074/2002 e pelo Sistema Campo Limpo. Atualmente, percorre 1,8 mil pontos de coleta em 385 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No Paraná, iniciativas semelhantes contam com o apoio de empresas do setor.

Com um índice de reciclagem de 93%, o Brasil lidera mundialmente a destinação ambientalmente correta de embalagens plásticas de defensivos agrícolas. O país supera outros locais que possuem programas semelhantes, como França (77%), Canadá (73%) e Estados Unidos (33%). O alto índice é possível devido às práticas adotadas pelos produtores, como a tríplice lavagem e perfuração dos recipientes, exigidas pelas centrais do inPEV.

Os produtores de tabaco, que costumam diversificar sua produção com outras culturas, podem utilizar o programa para a devolução de embalagens utilizadas em qualquer cultivo. Estudos indicam que o tabaco está entre as culturas que menos demandam o uso de agrotóxicos.

O SindiTabaco

Fundado em 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, principal polo de produção e beneficiamento de tabaco do mundo. A entidade, que inicialmente era o Sindicato da Indústria do Fumo, ampliou sua atuação ao longo dos anos e, desde 2010, passou a abranger todo o território nacional, exceto Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 14 empresas associadas, o SindiTabaco concentra suas atividades na Região Sul, onde 94% do tabaco brasileiro é produzido, envolvendo cerca de 626 mil pessoas no meio rural em 509 municípios. Mais detalhes podem ser acessados em sinditabaco.com.br.

Foto: SindiTabaco/Banco de Imagens/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2025 0 Comentários 420 Visualizações
Variedades

Seminário discute trabalho decente na produção de tabaco no Paraná

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

O município de Irati, no Paraná, sediou, nesta quarta-feira (5), o Seminário sobre Trabalho Decente na Produção de Tabaco. O evento, promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), reuniu 450 pessoas, incluindo produtores, orientadores das empresas integradoras, sindicatos e representantes da cadeia produtiva e de órgãos de fiscalização. O objetivo foi orientar sobre boas práticas no setor e reforçar a necessidade de conformidade com a legislação trabalhista.

No evento, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou a relevância do seminário para buscar soluções e prevenir irregularidades. “Somos uma importante cadeia produtiva para o Sul do país e por isso atuamos firmemente na questão do trabalho decente na produção”, afirmou Thesing. O dirigente também ressaltou a crescente demanda internacional por produtos sustentáveis e a necessidade de o setor se adequar a regras e padrões globais. Segundo Thesing, o MTE não atua apenas na fiscalização, mas também na orientação para evitar problemas.

A superintendente regional do MTE no Paraná, Regina Perpetua Cruz, propôs a criação de um selo de trabalho sustentável para o tabaco brasileiro. “Lá fora, querem saber se aqui não tem trabalho escravo. Por isso, a importância do diálogo para estarmos juntos pela conscientização”, ponderou Regina.

O auditor fiscal e coordenador do Projeto Rural no Paraná, Eduardo Reiner, ressaltou que a atuação dos órgãos públicos também deve incluir atividades para afastar jovens do trabalho infantil. “A melhor coisa que pode existir para o auditor é ir fiscalizar e não encontrar nada”, comentou Reiner.

Programa Trabalho Sustentável

Durante o evento, o chefe da Divisão de Assuntos Internacionais da Inspeção do Trabalho, auditor fiscal Guilherme Schuck Candemil, apresentou o Programa Trabalho Sustentável, que busca promover o trabalho decente em cadeias produtivas por meio do diálogo social. “Temos momentos prévios à fiscalização, especialmente em períodos de entressafra, com possibilidades de treinamentos e capacitações para produtores, trabalhadores e técnicos agrícolas”, explicou Candemil.

O chefe da Seção de Planejamento e Avaliação da Superintendência Regional do MTE no Rio Grande do Sul, Rudy Allan Silva da Silva, apontou a necessidade de ações preventivas para evitar sanções. Segundo ele, cerca de 3 milhões de brasileiros estão afastados da Previdência Social por invalidez relacionada ao trabalho. Silva destacou as reuniões técnicas do setor do tabaco com o MTE para evitar que problemas comprometam a cadeia produtiva.

União de entidades na prevenção

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, afirmou que a entidade busca garantir segurança e equilíbrio econômico aos produtores. “Os produtores devem acatar as sugestões, não apenas para o cumprimento da legislação, mas para que nossa produção seja sustentável”, pontuou Drescher.

O assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (FAEP), Bruno Vizioli, reforçou que os sindicatos podem oferecer apoio aos produtores. Já o assessor jurídico da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Adilson Korchak, chamou a atenção para a necessidade de adequação na contratação de mão de obra na agricultura familiar, considerando o limite de 120 dias para evitar o enquadramento no regime previdenciário.

O prefeito de Irati, Emiliano Gomes (PSD), destacou a importância da agricultura para a economia local, representando 59% do PIB municipal, com o tabaco responsável por 17%. Segundo o chefe do executivo local, todas as partes envolvidas estão empenhadas na busca por um trabalho sustentável no setor.

Materiais educativos e orientações aos produtores

O coordenador trabalhista da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Hugueney do Amaral Mello, avaliou o seminário como um espaço para esclarecimento de dúvidas e prevenção de autuações. “Se pode entender melhor os problemas, buscar soluções e estreitar os laços para ter melhores condições de trabalho para todos”, destacou Mello.

Durante o evento, foram distribuídas cartilhas elaboradas pelo MTE e por entidades parceiras. Os materiais serão entregues a produtores de tabaco em todo o estado do Paraná por técnicos agrícolas e equipes de campo das empresas associadas ao SindiTabaco.

Foto: Juliano Gill/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Produtores de tabaco e BAT fecham acordo de reajuste para safra 2024/2025

Por Jonathan da Silva 04/02/2025
Por Jonathan da Silva

A comissão representativa dos produtores regionais de tabaco e a British American Tobacco (BAT) firmaram, nesta segunda-feira (3), um acordo de reajuste nos valores do Virgínia e do Burley para a safra 2024/2025. O aumento será de 10,55% para o Virgínia e 7,01% para o Burley, o que representa a reposição da variação do custo de produção. Com isso, a BAT passará a pagar R$ 23,30 por quilo da classe BO1 do Virgínia e R$ 20,55 por quilo da classe B1 do Burley.

O acordo foi fechado durante mais uma rodada de negociação de preços do tabaco. Segundo a comissão, o reajuste representa um avanço. “Essa assinatura de protocolo com a BAT nos mostra que a empresa leva em consideração a valorização do produtor e a manutenção do sistema integrado”, afirmaram os integrantes da comissão.

Além da BAT, participaram da rodada de negociação representantes da Universal Leaf, Alliance One, China Brasil e Philip Morris. No entanto, não houve consenso com essas empresas, e as discussões continuam. A comissão aguarda o retorno das empresas que ficaram de analisar as contrapropostas e das que ainda podem revisar seus índices.

Validação das tabelas de preços

A comissão reiterou que somente tabelas negociadas diretamente com a representação dos produtores serão reconhecidas, em conformidade com a Lei de Integração.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é composta pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2025 0 Comentários 981 Visualizações
Variedades

Rodada de negociações sobre preço do tabaco termina sem acordo

Por Jonathan da Silva 15/01/2025
Por Jonathan da Silva

As negociações entre produtores de tabaco e empresas fumageiras para definir o preço da safra 2024/2025 terminaram sem acordo após reuniões realizadas nos dias 14 e 15 de janeiro na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul. Das 11 empresas confirmadas, cinco participaram das discussões, enquanto outras cancelaram por falta de propostas alinhadas às condições estabelecidas pela comissão representativa dos produtores, que exige reajustes baseados, no mínimo, no custo de produção.

No segmento de tabaco tipo Virgínia, a China Brasil e a UTC apresentaram propostas que cobrem apenas o custo de produção. A Universal Leaf ofereceu, além do custo, um acréscimo de 1,05% para recuperação de valores da tabela. A JTI, que já havia participado de uma reunião em dezembro, elevou sua proposta para um reajuste de 10,50%, porém de forma não linear. Já a BAT discordou do custo de produção acordado com a comissão e não apresentou proposta.

No tipo Burley, as propostas das empresas atenderam ou superaram o custo de produção, o que foi considerado positivo pela comissão.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, destacou que os produtores insistem em um percentual de reposição das defasagens acumuladas em safras anteriores. “A valorização do produtor e a recuperação dos valores na tabela são fundamentais para a segurança e a rentabilidade do sistema integrado de produção”, afirmou Werner.

Propostas de reajuste no custo de produção

Os percentuais de reajuste propostos pelas empresas variaram conforme os tipos de tabaco:

  • Universal Leaf: 7,45% (Virgínia) e 0,66% (Burley)
  • China Brasil: 6,18% (Virgínia)
  • UTC: 8,43% (Virgínia) e 2,49% (Burley)
  • BAT: 10,55% (Virgínia) e 7,01% (Burley)
  • JTI: 10,10% (Virgínia) e 5,19% (Burley)
  • Alliance One: 8,27% (Virgínia) e 3,99% (Burley)
  • CTA: 8,46% (Virgínia) e 3,58% (Burley)
  • Philip Morris: 8,58% (Virgínia)
  • Premium: 8,60% (Virgínia) e 0,83% (Burley)

Próximos passos

A comissão representativa dos produtores, que inclui a Afubra, Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, continuará pressionando por ajustes. Uma nova e última rodada de negociações está prevista para o início de fevereiro.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2025 0 Comentários 678 Visualizações
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