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tabaco

Projetos especiais

Aprendizes apresentam pesquisas e atividades em seminários do Instituto Crescer Legal

Por Jonathan da Silva 30/06/2025
Por Jonathan da Silva

Após quatro meses de curso, aprendizes do Instituto Crescer Legal promoveram, entre os dias 17 e 26 de junho, seminários em municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para apresentar pesquisas e atividades relacionadas ao curso de Gestão Rural e Empreendedorismo. Cada uma das oito turmas organizou o próprio evento, reunindo entre 80 e 100 participantes, incluindo familiares, lideranças locais, autoridades municipais e representantes das empresas parceiras do Programa de Aprendizagem Profissional Rural.

De acordo com a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a iniciativa possibilitou aos jovens mostrar suas vivências. “Ao participar das mostras, temos presenciado uma enorme riqueza de atividades e vivências que eles já realizaram, e percebido o quanto valorizam essa caminhada de aprendizado e construção dos projetos do curso”, afirmou Nádia.

A coordenadora de Desenvolvimento de Projetos do Instituto, Graziele Pinton, destacou o envolvimento dos aprendizes na organização dos seminários. “Percebe-se o quanto os jovens se tornaram referência nos espaços que ocupam, o quanto já se desenvolveram, aprenderam e podem contribuir com suas comunidades e municípios”, destacou Graziele.

A coordenadora também ressaltou o impacto no ambiente familiar. “Quando as famílias se aproximam, participam, veem seus filhos com autonomia e compartilhando conhecimentos, isso gera reconhecimento e valorização, o que faz toda a diferença no ambiente familiar”, pontuou Graziele Pinton.

Diversidade de temas e formatos

Cada turma apresentou diferentes atividades e temas relacionados aos dois primeiros eixos do curso: estudo e análise das propriedades rurais, e diagnóstico dos arranjos produtivos locais. Confira algumas das ações:

  • Gramado Xavier-RS: Exposição de maquetes, oficinas de desenho, experiências químicas, bingo rural e cantinho da família com árvore de digitais.
  • Arroio do Padre-RS: Apresentações sobre autoconhecimento, identidade rural, segurança no campo, plantas medicinais e memórias afetivas.
  • Vera Cruz-RS: Dinâmicas sobre croquis das propriedades, direitos trabalhistas, tradições familiares, árvores genealógicas e maquetes.
  • Itaiópolis-SC: Sete estações temáticas, incluindo produção de chás, brinquedos recicláveis, velas aromáticas, sustentabilidade e empreendedorismo local.
  • Canoinhas-SC: Levantamento patrimonial, viagens de estudo, croquis das propriedades e pesquisas sobre turismo rural.
  • São João do Triunfo-PR: Estudos sobre abelhas sem ferrão, produção de morangos em estufa, erva-mate e emoções.
  • Passa Sete-RS: Livro da Família, contos locais, maquetes, análises SWOT e visita à Expoagro.

Próximos passos do curso

O curso segue até dezembro, com novos conteúdos sobre mapeamento de parcerias locais, atividades em grupo com as famílias e criação de projetos de gestão e empreendedorismo. Ao final do período, os jovens apresentarão os projetos finais e receberão certificação.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal, criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, atua em 23 municípios do Sul do Brasil com programas voltados à formação e inclusão produtiva de jovens do meio rural.

Foto: Banco de imagens/Instituto Crescer Legal/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2025 0 Comentários 344 Visualizações
Variedades

Tecnologia e tradição impulsionam inovação no setor do tabaco

Por Jonathan da Silva 30/06/2025
Por Jonathan da Silva

O setor do tabaco no Brasil tem intensificado a adoção de tecnologias digitais e inteligência artificial em todas as etapas da cadeia produtiva para fortalecer sua liderança mundial e avançar em sustentabilidade. Reconhecido como maior exportador global de tabaco em folha há mais de 30 anos, o país vem consolidando o Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), que reúne assistência técnica, rastreabilidade, transferência de tecnologia e alinhamento entre produtores e indústria.

De acordo com o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, o modelo integrado é uma das bases do desempenho brasileiro no mercado internacional. “O tabaco brasileiro respira inovação. O próprio SIPT é um dos maiores exemplos do pioneirismo presente nesta cultura, integração centenária que é modelo para diversos outros setores do agronegócio no Brasil e no mundo. Foi o SIPT que possibilitou outras iniciativas inovadoras, como ações voltadas à logística reversa, que antecederam a própria legislação sobre o tema, e a consolidação do Instituto Crescer Legal como entidade de aprendizagem profissional por meio da adoção da Lei da Aprendizagem no meio rural”, afirmou o dirigente.

Inteligência artificial no campo e na indústria

No ambiente produtivo, recursos como sensores climáticos, softwares de gestão rural, drones e algoritmos de inteligência artificial contribuem para uma agricultura mais precisa e sustentável. Na indústria, o uso de plataformas digitais reforça a rastreabilidade, a automação de processos e a eficiência operacional. “A inovação faz parte da estratégia do setor há muito tempo. Hoje, ela se expressa não apenas em tecnologias de produção, mas também em ações de sustentabilidade, proteção ambiental e de valorização das famílias produtoras. Estamos prontos para este novo e importante momento, em que vemos a inteligência artificial participar cada vez mais das nossas operações diárias. Da semente certificada aos sistemas de rastreabilidade e otimização logística, a IA se une ao conhecimento humano para entregar mais precisão, eficiência e sustentabilidade. Em um setor guiado pelo pioneirismo e pela tradição, a premissa segue a mesma: inovar com propósito”, completou Thesing.

O que é o SindiTabaco

O SindiTabaco, que atua há mais de sete décadas na articulação de políticas setoriais e no fortalecimento da cadeia produtiva, destaca que o segmento vem se transformando com ferramentas digitais que apoiam previsões de produtividade, identificação de doenças nas lavouras, otimização logística e monitoramento climático.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2025 0 Comentários 503 Visualizações
Variedades

SindiTabaco completa 78 anos e reforça foco na sustentabilidade do setor

Por Jonathan da Silva 20/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) completa, na próxima terça-feira, 24 de junho, 78 anos de atuação na representação do setor no Brasil, com foco no fortalecimento da sustentabilidade e no Sistema Integrado de Produção de Tabaco. A entidade, com sede em Santa Cruz do Sul, acompanha de perto os temas regulatórios, promove ações de preservação ambiental e incentiva boas práticas agrícolas, além de atuar na proteção da saúde dos produtores e na defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, a sustentabilidade da cadeia produtiva está diretamente ligada ao funcionamento eficiente do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT). “Trabalhamos lado a lado com entidades, parceiros e a sociedade para construir um agro cada vez mais integrado e fortalecido”, afirmou o dirigente.

Thesing destacou que o SIPT, que existe há mais de 100 anos, é fundamental para a previsibilidade de safra, o suporte técnico aos produtores e a sustentabilidade do setor, que exporta para mais de 100 países. O presidente da entidade também ressaltou que, em 2024, o tabaco representou 12,55% das exportações do Rio Grande do Sul. “O compromisso da entidade com a sustentabilidade da cadeia produtiva está ligado à manutenção de um sistema integrado operando com eficiência”, reforçou o Thesing.

História do SindiTabaco

A história da entidade começou em 1942, com a fundação da Associação Profissional da Indústria do Fumo, em Santa Cruz do Sul. Em 1947, foi formalizada como Sindicato da Indústria do Fumo de Santa Cruz. A partir de 1980, ampliou sua atuação para todo o Rio Grande do Sul, depois para a Região Sul em 2006 e, desde 2010, tem abrangência nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

Como funciona a entidade

O SindiTabaco reúne 14 empresas associadas: Alliance One Brasil, ATC – Associated Tobacco Company Brasil, BAT Brasil, Brasfumo, China Brasil Tabacos Exportadora, CTA – Continental Tobaccos Alliance, JTI Processadora de Tabaco do Brasil, OTC Comércio e Fabricação de Fumos, Philip Morris Brasil, Premium Tabacos do Brasil, ProfiGen do Brasil, Tabacos Marasca, Universal Leaf Tabacos e UTC Brasil.

A diretoria é composta por um presidente e seis vice-presidentes, responsáveis pelas áreas de Secretaria e Finanças, Relações Humanas, Assuntos Fiscais, Produção e Qualidade do Tabaco, além de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social.

Foto: Eliana Stülp Kroth/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2025 0 Comentários 360 Visualizações
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Comitiva do Paraná visita Vale do Rio Pardo para conhecer classificação do tabaco

Por Jonathan da Silva 18/06/2025
Por Jonathan da Silva

Lideranças políticas, representantes de entidades e produtores de tabaco do Paraná estão no Vale do Rio Pardo desde a segunda-feira (16) para conhecer, na prática, o processo de classificação do tabaco realizado diretamente nas propriedades rurais da região. A visita técnica segue até esta quarta-feira, 18 de junho, e busca subsidiar a regulamentação do modelo no estado paranaense.

A comitiva é formada por integrantes da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), prefeitos, deputados estaduais e produtores rurais. O grupo foi recepcionado pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e por empresas fumageiras da região. A visita contempla propriedades nos municípios de Santa Cruz do Sul, Vera Cruz e Venâncio Aires.

Parceria com Assembleia Legislativa

De acordo com o presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, a missão foi motivada por uma audiência pública realizada em abril deste ano em Curitiba. “Em abril deste ano participamos de uma audiência pública, em Curitiba, oportunidade em que tivemos acesso aos projetos e à movimentação no Paraná. Desde o encontro, surgiu a criação da agenda local”, afirmou Becker.

Regulamentação no Paraná

A visita ocorre em parceria com a Assembleia Legislativa do Paraná e é liderada pelo deputado estadual Alisson Wandscheer (PROS), relator dos projetos de lei 119/2023 e 110/2025, que propõem a regulamentação da classificação do tabaco na propriedade no estado.

Participação de lideranças

Além do deputado Alisson Wandscheer, integram a comitiva a vice-presidente da Amprotabaco e prefeita de São Mateus do Sul, Fernanda Sardanha (PSD); o secretário da entidade e prefeito de Rio Azul, Leandro Jasinki (PSD); o vice-tesoureiro e prefeito de São João do Triunfo, Mario Cesar (PT); o secretário-executivo da Amprotabaco, Vinícius Pegoraro; e o prefeito de Ipiranga, Douglas Modesto (PL). Também participam produtores rurais e representantes de entidades e associações da cadeia produtiva do tabaco no Paraná.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2025 0 Comentários 356 Visualizações
Variedades

Amprotabaco convoca audiência para discutir posição do Brasil na COP-11

Por Jonathan da Silva 16/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) realizará uma audiência pública no dia 9 de julho, no Plenário do Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília, para discutir o posicionamento oficial do Brasil na 11ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP-11), que será realizada em novembro, em Genebra, na Suíça. A mobilização, liderada pela entidade, contará com a participação de prefeitos, vereadores e representantes da cadeia produtiva do tabaco dos três estados do sul do país e da Bahia.

De acordo com o presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, o objetivo é cobrar transparência sobre o posicionamento do Brasil e garantir que representantes do setor produtivo tenham acesso às discussões da conferência promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Precisamos ter certeza de qual será a posição do Brasil durante a realização da COP-11, assim como garantir que o setor produtivo, representado pelos municípios, indústria e produtores, tenha oportunidade de acompanhar a realização da conferência”, afirmou o dirigente da entidade.

Produtos com tabaco aquecido e dispositivos eletrônicos preocupam

Entre os temas de interesse da cadeia produtiva que devem ser debatidos na conferência estão a regulamentação dos produtos com tabaco aquecido e dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs). “São questões que têm impacto direto na região, pois estão ligadas à venda de produtos irregulares e ilegais no Brasil. Queremos saber como será a participação do país durante a COP, pois tudo que se decide neste momento passa a valer como regra nos países que participam da convenção”, pontuou Becker.

Participação de ministérios e entidades

A audiência pública foi proposta à Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, a partir de requerimento do deputado federal Rafael Pezenti (MDB-SC). A mobilização começará ainda na manhã da quarta-feira, 9 de julho, com encontros entre lideranças das regiões produtoras.

Estão previstas as participações dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; das Relações Exteriores; e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Também devem participar representantes da Câmara Setorial do Tabaco, da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), dos sindicatos SindiTabaco-RS e SindiTabaco-BA, da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), dos governos estaduais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além das Assembleias Legislativas dos três estados do sul.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2025 0 Comentários 347 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal celebra 10 anos com evento em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 26/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal comemorou 10 anos de atuação com um evento institucional realizado na quinta-feira (22), em Santa Cruz do Sul. A celebração reuniu cerca de 250 convidados, incluindo associados fundadores, empresas apoiadoras, equipe, autoridades, representantes dos 23 municípios parceiros e egressos dos programas com seus familiares. O encontro destacou as transformações proporcionadas pela aprendizagem profissional rural ao longo da última década.

Durante o evento, uma roda de conversa reuniu participantes da construção da metodologia dos programas desenvolvidos pelo Instituto. A idealizadora e associada fundadora do Instituto Crescer Legal, doutora Ana Paula Motta Costa, relatou o surgimento da iniciativa. “É muito emocionante participar deste encontro e recordar os sentimentos que nos moviam. Antes do Instituto Crescer Legal, participei de ações do SindiTabaco para o combate ao trabalho infantil. E chegou um momento em que as famílias de produtores começaram a questionar o que os filhos poderiam fazer, uma vez que não podiam trabalhar na lavoura. E assim surgiu o desafio de encontrar uma solução que pudesse oportunizar alternativas, em especial para os adolescentes do meio rural. A solução encontrada passou pelo oferecimento de cotas de aprendizagem de empresas urbanas, indústrias de tabaco, para os jovens do meio rural”, pontuou Ana Paula.

A fundadora destacou ainda que “a proposta pedagógica, criada a muitas mãos, é o que torna o Instituto inovador e diferenciado para os jovens que vivem no campo”.

Histórias de egressos foram destaque

O evento também contou com depoimentos de jovens que participaram dos programas. “Com o curso decidi que iria cursar agronomia e passei a ver a propriedade como um espaço em que posso investir e crescer”, comentou o aprendiz egresso Neilon José Vardenski, da primeira turma do Instituto no Paraná.

A egressa e atual educadora social Vanessa Beise foi participante da turma de 2016-2017, em Candelária. “Me senti valorizada: foi meu primeiro emprego, minha primeira carteira assinada. Mais do que isso, o Instituto mudou minha visão sobre o meio rural”, contou Vanessa.

A professora Cristiane Neunfeldt foi participante do programa Boas Práticas e diretora da Escola Martinho Lutero, de São Lourenço do Sul. “Espero que muitos outros municípios e educadores possam usufruir desse belíssimo trabalho”, pontuou Cristiane.

Impacto nas famílias também foi ressaltado

Mariane Röpke, mãe do egresso Renan Röpke, do município de Agudo, destacou a marca alcançada pelo ICL. “São 10 anos de uma iniciativa que fez muita diferença para a minha família e certamente para tantas outras famílias. Foram momentos de estreitar laços familiares e de atividades recheadas de muito conhecimento, que proporcionaram um olhar diferente sobre a propriedade. Hoje o Renan está concretizando o seu projeto, um antigo sonho do pai, e planeja ser o sucessor da propriedade”, salientou Mariane.

É muito gratificante ver nossas sementes florescendo e fazendo a diferença em suas comunidades”, afirmou a gerente do instituto, Nádia Fengler Solf.

Homenagens e encerramento com estações temáticas

Foram realizadas homenagens a empresas apoiadoras, parceiros institucionais e padrinhos das turmas de 2017 a 2024. A equipe do Instituto também recebeu uma homenagem especial dos egressos.

O setor do tabaco no Brasil é reconhecido por suas iniciativas de combate ao trabalho infantil e sempre superou obstáculos. Temos grandes desafios, mas somos muito resilientes e engajados para alcançar resultados. O que almejamos é continuar esse trabalho e já estamos com nosso planejamento estratégico traçado para os próximos anos. Estamos no caminho certo e a proposta é multiplicar os resultados que tivemos até aqui. Com união, comprometimento e ação podemos chegar lá”, destacou o diretor-presidente do instituto, Valmor Thesing.

O encerramento da programação contou com estações temáticas e interativas, como uma árvore com lembranças preparadas pelos aprendizes, ilhas gastronômicas com sabores típicos das regiões atendidas e o “Baú do Futuro”, onde os participantes puderam deixar mensagens para os próximos 10 anos.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas. Com sede em Santa Cruz do Sul, atua em 23 municípios dos três Estados do Sul do Brasil. Além do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, conta com o Programa de Acompanhamento dos Egressos, o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo e o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação. Mais informações estão disponíveis em crescerlegal.com.br.

Foto: Gelson Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2025 0 Comentários 316 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal comemora 10 anos com evento em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 21/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal realiza nesta quinta-feira, 22 de maio, um evento em Santa Cruz do Sul para comemorar seus 10 anos de atuação com programas de aprendizagem profissional voltados a adolescentes do meio rural. A cerimônia acontecerá no Tap’s Eventos e deve reunir cerca de 200 convidados, entre associados fundadores, empresas apoiadoras, equipe, autoridades, representantes dos 23 municípios parceiros e egressos dos programas acompanhados de seus familiares.

Durante o evento, haverá momentos de vivência e conexão, incluindo uma roda de conversa com participantes da construção e implementação dos programas do Instituto. A programação também contará com surpresas temáticas e interativas.

Pesquisa aponta resultados da atuação com jovens rurais

Entre fevereiro e março de 2025, o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) realizou uma pesquisa de impacto com jovens egressos dos programas do Instituto Crescer Legal. Os dados levantados indicam mudanças significativas na vida dos participantes:

  • Valorização da identidade rural: 55% dos jovens passaram a valorizar mais a cultura local e 45% passaram a valorizar mais a profissão de agricultor.
  • Qualificação profissional: 80% relataram aumento de conhecimento em empreendedorismo e gestão rural; 73% disseram ter acessado novas oportunidades a partir da qualificação.
  • Desenvolvimento de competências pessoais: 71% melhoraram habilidades de comunicação e expressão, 65% desenvolveram pensamento crítico, 65% se engajaram mais com a comunidade e 57% se tornaram mais proativos.
  • Avanço educacional: 87% concluíram o ensino médio ou ingressaram no ensino superior; 58% passaram a valorizar mais a formação escolar; 49% demonstraram interesse por cursos nas áreas de ciências agrárias ou licenciaturas.
  • Mudanças nas propriedades rurais: 40% dos egressos residentes em propriedades relataram o início de novas culturas agrícolas após o programa.
  • Redes de relacionamento e novas perspectivas: 74% ampliaram suas redes de parcerias e 72% passaram a enxergar novas possibilidades de atuação profissional.
  • Segurança financeira: 33% relataram aumento no acesso a bens e serviços que melhoraram a qualidade de vida; 63% perceberam maior contribuição para a renda familiar.
  • Sucessão rural: 48% aumentaram o interesse em suceder na propriedade rural; 49% demonstraram vontade de permanecer no meio rural e o mesmo percentual afirmou ter conquistado mais voz nas decisões da propriedade.

A gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, informou que o Idis está conduzindo uma segunda etapa da pesquisa, com aprofundamento qualitativo para entender as histórias por trás dos números. “Os dados comprovam, com método e evidência, o que vínhamos percebendo na prática: o impacto do Instituto vai muito além da formação técnica. Ele promove autoestima, voz, reconhecimento e abre caminhos reais para o futuro dos jovens”, pontuou Nádia.

Programas desenvolvidos pelo Instituto

Desde sua fundação em 2015, o Instituto Crescer Legal já certificou mais de mil adolescentes rurais na região sul do Brasil. As ações desenvolvidas incluem:

  • Programa de Aprendizagem Profissional Rural: iniciado em 2016, já envolveu 62 turmas e beneficiou mais de 1,2 mil jovens.
  • Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação: desde 2020, formou 82 professores de 42 escolas do campo, alcançando cerca de 10 mil pessoas.
  • Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo: realizado desde 2017 em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), conta com oito edições e 31 boletins de rádio produzidos por 62 jovens sobre temas ligados à realidade feminina no campo.
  • Programa de Acompanhamento de Egressos: oferece oportunidades contínuas de aprendizado e protagonismo para os jovens que passaram pelos programas.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de suas empresas associadas. Tem sede em Santa Cruz do Sul e atuação em 23 municípios nos três estados do sul do Brasil. Além do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, o Instituto coordena outras três frentes: o Programa de Acompanhamento de Egressos, o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo e o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação.

Foto: Banco de Imagens/Instituto Crescer Legal/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 335 Visualizações
Variedades

SindiTabaco lança relatório sobre produção e defende regulamentação de novos produtos

Por Jonathan da Silva 15/05/2025
Por Jonathan da Silva

Responsável por 12,5% das exportações do Rio Grande do Sul e por gerar R$ 11,8 bilhões em renda para produtores, o setor do tabaco apresentou, neste mês de maio, o Relatório Institucional 2025, elaborado pelo SindiTabaco. Com o título “Tabaco – Olhar para o Futuro”, a publicação reúne dados sobre a produção, exportações, perfil socioeconômico dos produtores e as perspectivas do setor frente à regulamentação de novos produtos, como os Dispositivos Eletrônicos de Fumar (DEFs).

O documento aponta que o Brasil segue como o maior exportador mundial de tabaco há mais de 30 anos, e destaca o fortalecimento do Sistema Integrado de Produção, além de ações de responsabilidade social como as promovidas pelo Instituto Crescer Legal, que completa 10 anos em 2025.

Com dados sobre o perfil socioeconômico dos produtores, o relatório revela que 80% pertencem às classes A e B. Também são abordados temas como sustentabilidade, uso de defensivos agrícolas, reflorestamento e combate ao trabalho infantil.

Posição sobre os DEFs

Um dos focos da publicação é o posicionamento do setor frente à regulamentação dos Dispositivos Eletrônicos de Fumar, atualmente proibidos no Brasil. Segundo o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, enquanto outros países regulamentam o uso desses produtos, o Brasil mantém a proibição, o que, segundo ele, “expõe os consumidores a produtos que colocam a saúde em risco e enriquecem o crime organizado”.

Thesing defende uma mudança na política nacional sobre o tema. “Regulamentar é proteger o consumidor, gerar empregos, tributos e permitir que os produtores brasileiros participem de um novo mercado global”, afirmou o presidente da entidade.

O relatório está disponível no site do SindiTabaco e pode ser consultado por interessados em acompanhar os dados e as propostas do setor.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2025 0 Comentários 371 Visualizações
Business

SindiTabaco: Classificação nas propriedades coloca Sistema Integrado em risco

Por Marina Klein Telles 23/04/2025
Por Marina Klein Telles

A cultura do tabaco na Região Sul do País é mola propulsora da economia de 509 municípios. São 626 mil pessoas envolvidas com a atividade que gerou na última safra 11,8 bilhões de receita aos produtores integrados. O tabaco produzido tem como destino principal a exportação: em 2024, o produto gerou US$ 2,89 bilhões em divisas e R$ 16,8 bilhões em impostos.

Os projetos de lei 119/2023 e 110/2025, no Paraná, e 010/2023 e 0273/2024, em Santa Catarina, que dispõem sobre a classificação do tabaco nas propriedades, ameaçam a parceria estabelecida entre produtores e empresas, conhecida como Sistema Integrado de Produção de Tabaco e que tem sido exemplo para vários segmentos do agronegócio brasileiro. No Rio Grande do Sul os projetos aprovados geram, ainda, problemas quanto a sua operacionalidade prática, como a dispersão geográfica da produção e a insuficiência de fiscais classificadores dos órgãos estaduais.

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), entidade que representa as indústrias tem, desde o início da discussão, exposto a preocupação com as consequências práticas destas medidas para toda a cadeia produtiva. Entre eles está o aumento significativo de custos; a seletividade de produtores para reorganização das áreas de produção, com prejuízos aos municípios geograficamente mais distantes; prejuízos aos estados com o fechamento de filiais de compra, acarretando em perda de empregos e impostos; aumento de custos aos estados com a contratação de centenas de fiscais classificadores de tabaco pelos órgãos estaduais (Emater/RS, Cidasc/SC e IDR/PR); aumento do custo aos produtores com a necessidade de adequação das instalações na propriedade para efetuar uma avaliação justa da qualidade do produto; bem como a perda de competitividade no mercado internacional devido ao aumento de custo e transferência da produção para outros países, com consequente redução de divisas, empregos, renda aos produtores, impostos aos municípios, Estados e União.

Para o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, preocupa a possível ruptura do Sistema Integrado de Produção, que traz garantias para todos os elos da cadeia produtiva, e o aumento de empresas que não cumprem as regras estabelecidas pela Lei da Integração (13.288/2016). “É preciso refletirmos: por que uma empresa integradora firmaria contrato com o produtor, prestaria assistência técnica gratuita, financiaria e avalizaria os financiamentos dos insumos e investimentos sem garantias de receber a safra contratada? Entendemos que aperfeiçoamentos no modelo de classificação e compra do tabaco devem ser discutidos de forma técnica entre as partes, no âmbito do Fórum Nacional de Integração do Tabaco (Foniagro), seguindo os parâmetros definidos pela Lei de Integração. Tornar o tema objeto de discussão política tende a levar a resultados que não espelham as especificidades do mercado, mas que são conduzidos meramente pelo apelo popular”, avalia Thesing.

Ainda de acordo com ele, o novo projeto traria riscos à qualidade e, consequentemente, à competividade do produto brasileiro junto ao mercado internacional, tendo em vista que classificar na propriedade não permite as mesmas condições que hoje existem nas empresas, com iluminação adequada para a classificação e balanças aferidas pelo Inmetro.

Vantagens do Sistema Integrado de Produção de Tabaco

  • Planejamento das safras de acordo com o mercado global;
  • Garantia de qualidade e integridade do produto;
  • Assistência técnica gratuita aos produtores;
  • Financiamento da safra com aval das empresas;
  • Transporte da produção custeado pelas empresas;
  • Garantia de comercialização da safra contratada.

Diálogo necessário

Representantes do SindiTabaco e das empresas integradoras têm se colocado à disposição das representações dos produtores, legisladores e autoridades para dialogar de forma técnica e transparente sobre os impactos das medidas na cadeia de produção e enfatizar a importância do setor do tabaco para o Brasil. “Mantemo-nos abertos ao diálogo, pois entendemos a importância de todos os elos da cadeia produtiva atuarem de forma sinérgica, dentro dos limites da legislação. É preciso cautela para que não prejudiquemos um setor que gera empregos, renda e tributos”, comenta Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2025 0 Comentários 409 Visualizações
Política

Assembleia do Paraná cria câmara técnica para regulamentar classificação do tabaco

Por Jonathan da Silva 17/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou, nesta terça-feira (15), a criação de uma câmara técnica para acompanhar a implementação da regulamentação da classificação do tabaco nas propriedades rurais do estado. A proposta foi apresentada durante audiência pública pela Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), representada pelo presidente da entidade e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSB).

Durante a audiência, realizada em Curitiba, Becker sugeriu que a regulamentação no Paraná siga um modelo técnico, com base na experiência do Rio Grande do Sul, onde está em vigor a Lei 15.958/2023, que trata da classificação do tabaco nas propriedades rurais. “É muito importante que se tenha este debate, pois no Rio Grande do Sul houve a aprovação da lei de classificação na propriedade, contudo ainda estamos em um período inicial, pois este é o primeiro ano que a lei está em vigor e neste momento, estamos com menos de 20% da safra comercializada até o momento”, afirmou o presidente da Amprotabaco.

Segundo o líder da entidade, a experiência gaúcha pode servir de base, mas ainda demanda ajustes. “Creio que no próprio Rio Grande do Sul teremos que fazer alguns ajustes nesta regulamentação. É essencial que tenhamos momentos como este, porque acima de tudo precisamos avaliar todos os aspectos da lei, especialmente aqueles que podem influenciar em um possível aumento de custo no processo de aquisição do tabaco, da logística e de como isso deverá funcionar na prática”, afirmou Becker.

Câmara técnica será composta por representantes do setor

Ao final da audiência, os deputados estaduais paranaenses decidiram acatar a sugestão da Amprotabaco e criar uma câmara técnica com a participação de produtores rurais, parlamentares e entidades do setor. A Amprotabaco se colocou à disposição do Legislativo para integrar o grupo. “Nós produtores sabemos que existe uma diferença grande da teoria e da prática, por isso queremos estar todos envolvidos neste debate, para que se tenha a melhor decisão e que ela não traga prejuízo aos produtores. Um aumento de custo sempre pode refletir em uma nova restrição e uma diminuição de lucratividade ao produtor que está lá na ponta da cadeia produtiva e acaba prejudicado”, declarou Becker, aplaudido pelos produtores presentes.

Participaram da audiência, além de Becker, a vice-presidente da Amprotabaco no Paraná e prefeita de São Mateus do Sul, Fernanda Sardanha (PSD), e o secretário da entidade, prefeito de Rio Azul, Leandro Jasinki (PSD).

União entre municípios produtores

Durante a audiência, Becker defendeu a unidade entre os municípios produtores de tabaco do sul do Brasil como forma de fortalecer a cadeia produtiva. “Estamos falando de uma cadeia produtiva centenária, da qual 90% da produção é exportada, gerando receitas e divisas não apenas aos produtores, mas de uma forma geral para toda a sociedade. Acima de qualquer debate precisa estar a defesa desta produção que é tão importante para todos nós”, afirmou o presidente da entidade.

O gaúcho também mencionou a realização da 11ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP 11), que ocorrerá de 17 a 22 de novembro em Genebra, na Suíça. O evento, que discute medidas para restringir a produção e o consumo de tabaco, é uma das preocupações da entidade. “Por isso faz tanto sentido que os municípios produtores de tabaco estejam unidos e a cadeia produtiva, que é exemplo para tantas outras culturas, de forma integrada, para que possamos estar sempre batalhando contra às restrições impostas a esta atividade”, concluiu Becker.

Foto: Orlando Kissner/Assembleia Legislativa PR/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2025 0 Comentários 345 Visualizações
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