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PIB

Variedades

Ipea prevê crescimento de 2% no PIB e inflação de 3,85% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 28/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu de 2,7% para 2% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto em 2019. Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 28, pelo Grupo de Conjuntura do instituto, os primeiros indicadores do ano mostram que a recuperação da atividade econômica permanece lenta. As projeções para inflação foram reduzidas de 4,10% para 3,85%.

A análise aponta que, dada a limitação para a atuação das políticas fiscal e monetária, o estímulo de curto prazo à economia fica condicionado à melhora nas expectativas e à implementação de políticas de aumento de produtividade, como novas concessões na área de infraestrutura e a medidas na área de crédito.

A necessidade de redução de deficit fiscal primário faz com que o estímulo da economia tenha que vir, necessariamente, do setor privado.

“Tendo como base um cenário em que a reforma da Previdência é aprovada com impacto fiscal relevante em meados de 2019, projetamos a aceleração do crescimento trimestral ao longo do ano, condição necessária para atingir o crescimento anual esperado de 2%”, afirma a Carta de Conjuntura.

O crescimento do PIB será liderado pelo bom desempenho da absorção doméstica, na avaliação dos pesquisadores. Embora não seja esperada uma melhora significativa dos indicadores de mercado de trabalho este ano, o consumo das famílias deverá crescer 2,6% no período.

Com um ambiente econômico caracterizado por um mercado doméstico mais aquecido e níveis de incerteza decrescentes, a recuperação dos indicadores de confiança dos empresários deverá se traduzir em mais investimentos ao longo do ano – a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos da indústria, deve fechar 2019 com expansão de 4,7%, mantida a baixa participação do setor da construção civil.

Para 2020, a expectativa de crescimento do PIB, ainda condicionada à aprovação da reforma da Previdência, é de 3%. As projeções indicam ainda um aumento de 7,8% nos investimentos, graças ao amadurecimento do programa de concessões para infraestrutura.

O avanço das medidas de liberalização e produtividade deve ter impacto positivo na economia, alavancando o consumo e a renda das famílias. A aceleração do consumo estará associada também à gradual redução nos índices de desemprego e ao amadurecimento das medidas de crédito.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/03/2019 0 Comentários 556 Visualizações
Variedades

Resultado do PIB confirma cenário de retomada gradual da atividade econômica

Por Gabrielle Pacheco 06/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

O resultado do produto interno bruto (PIB) de 2018, divulgado na última quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirma o cenário de recuperação gradual da atividade econômica. A análise é do Grupo de Conjuntura do Ipea.

Se, por um lado, o crescimento de 1,1% no PIB repete o desempenho de 2017, por outro, nota-se uma melhoria na composição do indicador, caracterizada por uma contribuição maior da demanda interna.

O bom desempenho do consumo das famílias e da formação bruta de capital fixo (FBCF) – importante para a ampliação da capacidade produtiva futura da economia por meio de investimentos – reflete um avanço dos indicadores de confiança e dá indícios de que o ritmo de crescimento da economia poderá acelerar ao longo de 2019.

O consumo das famílias evoluiu 0,4% no quarto trimestre de 2018, na comparação com o período anterior. No acumulado do ano, a expansão foi de 1,9%.

A FBCF, por sua vez, encerrou 2018 com um crescimento de 4,1%, embora o resultado no quarto trimestre tenha sido um recuo de 2,5% frente ao período de julho a setembro. Entre os setores produtivos, enquanto a indústria cresceu 0,6% em 2018 – afetada pela greve dos caminhoneiros e pela crise na economia argentina –, o PIB de serviços expandiu-se 1,3%, e a agropecuária ficou praticamente estável (0,1%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/03/2019 0 Comentários 483 Visualizações
Variedades

Levantamento da FIERGS mostra que Piso Regional traz perdas e não representa crescimento ao RS

Por Gabrielle Pacheco 08/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

De 2001, ano da implantação do Piso Regional gaúcho, até 2017, o Rio Grande do Sul apresentou o segundo menor crescimento no número de empregos com carteira assinada entre os estados brasileiros. O total de vínculos formais aumentou 53,3%, enquanto no Brasil chegou a 76,5%. Além disso, entre 2003 e 2016, o RS teve a segunda pior elevação de PIB entre 27 unidades da Federação: 27,6%, muito inferior ao verificado no País no período, 40,6%.

Os dados estão em um levantamento elaborado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, por meio da Unidade de Estudos Econômicos, com base em informações do Ministério da Economia e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a entidade, os resultados ajudam a refutar o argumento de que o Piso Regional traz crescimento e dinamismo para a economia. A FIERGS destaca, ainda, que Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo também adotam o Mínimo Regional, e figuram entre os estados que apresentaram as menores expansões de PIB na mesma base de comparação.

Um comparativo entre o reajuste no Piso Regional gaúcho e outras variáveis econômicas revela que, de 2001 a 2018, enquanto o Piso subiu 692,4,% no RS, o Salário Mínimo nacional aumentou 531,8%. No mesmo período, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que registra a inflação de preços, teve elevação de 261,3%, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), 211,9%; e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), 203%. De acordo com a FIERGS, que defende a extinção do Piso Regional, os ganhos foram muito acima da inflação em qualquer base de comparação e estão muito descolados da realidade de um Estado em grave crise econômica.

Na indústria, salienta a FIERGS, a situação se mostrou ainda mais crítica: o PIB gaúcho do setor caiu 0,7% entre 2003 e 2016, também o segundo pior resultado do País, que cresceu 22,4%. Para a entidade, o Piso Regional representa uma interferência nas negociações coletivas de salários e o esvaziamento no papel do sindicalismo, e abrange categorias sindicalmente organizadas, que possuem piso salarial definido por negociação coletiva.

Por fim, a FIERGS reforça que as demissões no Rio Grande do Sul nos últimos anos penalizaram os trabalhadores com rendimentos mais baixos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), dos 4,4 milhões de desligamentos ocorridos no Estado entre janeiro de 2015 e dezembro de 2018, 2,9 milhões foram de vínculos com remuneração de até 1,5 Salário Mínimo (65,6%), e 3,7 milhões de até dois Salários Mínimos (84,1%). Os altos reajustes no Piso Regional dificultam o ingresso e a permanência dos trabalhadores mais jovens e menos qualificados no mercado, agravando o quadro do desemprego, avalia a FIERGS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2019 0 Comentários 627 Visualizações
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