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PIB

Business

CNC aumenta para 3,8% projeção de crescimento do PIB em 2021

Por Caren Souza 04/06/2021
Por Caren Souza

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aumentou de 3,2% para 3,8% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), em 2021. A projeção tem como base o resultado positivo divulgado nesta terça-feira (01/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com os três meses imediatamente anteriores – o maior avanço para um primeiro trimestre desde 2011 (+1,4%).

A expectativa da CNC é que o PIB se mantenha estável no segundo trimestre de 2021. De acordo com o presidente da Confederação, José Roberto Tadros, a adoção de medidas restritivas em abril tende a prejudicar o consumo das famílias, principal agregado sob a ótica da demanda.

“Quatro fatores podem dificultar um crescimento mais vigoroso da economia no transcorrer deste ano: um possível recrudescimento da pandemia diante do aumento recente no número de casos e da lentidão no processo de imunização da população, inflação elevada, desemprego em alta e o risco de uma crise energética diante do nível historicamente baixo dos reservatórios das hidrelétricas”, afirma Tadros.

Apesar desses riscos, o resultado acima do esperado e o cenário potencialmente mais positivo da vacinação no segundo semestre levaram a entidade a revisar as projeções para cima. Somado à elevação de 11,2% no acumulado do segundo semestre do ano passado, o avanço do PIB no primeiro trimestre de 2021 elevou o nível de atividade econômica ao mesmo patamar verificado antes da disseminação da covid-19. O PIB brasileiro totalizou R$ 7,65 trilhões nos últimos quatro trimestres encerrados em março.

Consumo das famílias recua

Sob a ótica da produção, destacaram-se a agropecuária (+5,7%), os serviços de transportes (+3,6%) e as indústrias extrativas (+3,2%). Mesmo ainda afetado pelo isolamento social, o comércio seguiu o ritmo de expansão da economia, oscilando +1,2% – maior taxa positiva para esse período desde 2018 (+1,3%). Das doze atividades pesquisadas, apenas a indústria de transformação (-0,5%) e os serviços públicos, como educação, saúde, defesa e seguridade social (-0,6%), apresentaram recuos no período.

Pelo lado da demanda, após crescerem 20% no quarto trimestre de 2020, os investimentos desaceleraram (+4,6%), mas garantiram o avanço no nível de atividade, na medida em que o consumo das famílias (-0,1%), o consumo do governo (-0,8%) e o setor externo (-7,9%) contribuíram negativamente. “O desempenho negativo do consumo das famílias no primeiro trimestre pode ser atribuído a uma série de fatores econômicos, como a elevação do nível geral de preços e o avanço do desemprego. Contudo, a intensificação do isolamento social ao longo dos três primeiros meses do ano contribuiu significativamente para a queda do consumo”, explica Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

Fonte: Assessoria
04/06/2021 0 Comentários 797 Visualizações
Business

Rio Grande do Sul ganha participação no PIB brasileiro

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

O Rio Grande do Sul representa 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial e 6,6% do PIB no Brasil. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base no Sistema de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, último levantamento disponível, que revela também ser o RS responsável por 35,7% do PIB industrial da região Sul. O perfil do trabalho inclui também a participação da indústria no PIB do RS – 22,4%, os principais setores da indústria e suas participações no Estado, o número de pessoas empregadas, os salários médios pagos, entre outros dados relevantes.

“O Rio Grande do Sul sempre se destacou por uma indústria diversificada, tecnológica e inovadora, o que ficou bastante evidente nesse período de crise provocada pela pandemia. Enfrentamos uma enorme incerteza, e mesmo com a forte subida do preço dos produtos agrícolas, não paramos de produzir alimentos”, destacou Petry.

Perdas e ganhos

O levantamento da CNI revela também que entre 2008 e 2018 a variação da participação do Rio Grande do Sul no PIB do país cresceu 0,5%, e 1% no PIB industrial. A indústria gaúcha, porém, seguiu caminho inverso na década: perdeu 3,1% de participação no PIB do Estado e 5,5% no País.
Com um salário médio de R$ 2.541 – a média nacional é de R$ 2.792 -, os 777.301 trabalhadores das 47 mil indústrias gaúchas representam 26,3% dos empregos formais no Rio Grande do Sul, Estado que abocanha 32,7% do emprego industrial da região Sul.

Foto: Divulgação/IBGE | Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 814 Visualizações
Variedades

PIB gaúcho do primeiro trimestre de 2020 será divulgado nesta quarta-feira

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os números do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul do primeiro trimestre de 2020 serão divulgados nesta quarta-feira (10), às 11h. O cálculo é uma referência ao desempenho dos diferentes setores econômicos do Estado e os comparativos com os resultados do país.

Os dados foram elaborados por técnicos do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), a partir de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A apresentação será realizada pelas redes sociais e poderá ser acompanhada por qualquer interessado. Ao final da divulgação, os técnicos do DEE e o titular da Seplag, Claudio Gastal, responderão perguntas da imprensa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 606 Visualizações
Business

PIB brasileiro será negativo em 2020, aponta secretário de Política Econômica

Por Gabrielle Pacheco 22/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Durante webinar promovido pela MAG Investimentos, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida reforçou que o país passa por um choque econômico único e sem precedente nos últimos cem anos, e que terá um impacto direto do déficit primário e no Produto Interno Bruto do país.

“O PIB deste ano não será zero. Será negativo. Temos que adequar os parâmetros e, em maio, vamos refazer as projeções de PIB”, disse o secretário. Sachsida explicou, também, que o governo Federal adotou rapidamente medidas emergenciais transitórias com objetivo de manter as empresas e o emprego das pessoas e que somam um volume próximo a R$ 1 trilhão.

Apenas o auxílio para profissionais autônomos representa um montante de R$ 100 bilhões e é direcionado a 54 milhões de brasileiros. O secretário comparou que um mês do ‘coronavoucher’ equivale a um ano de pagamento do programa Bolsa Família.

Para Helio Zylberstajn, professor da USP e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, o país está no caminho certo. As medidas realizadas pelo governo foram muito importantes para a manutenção de empregos estão funcionando e vão contribuir, futuramente, para a retomada econômica.

Há uma grande preocupação do mercado em torno do limite de gastos do governo. “Sem dúvida alguma a aprovação da reforma da Previdência, ano passado, teve um impacto muito importante na nossa economia. O mercado fica receoso por ver que a trilha de controle de gastos foi temporariamente abandonada. É importante que este aspecto transitório fique restrito no ano de 2020”, explica Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos.

“Nós já fizemos 90% do trabalho em relação às medidas econômicas. Estamos atentos ao crédito para micro e pequenas empresas, além da transferência de recursos para os estados, mas este repasse tem que ser feito de forma correta. Não podemos, por exemplo, repassar verba para aumento salarial de funcionalismo público no meio de uma crise desta. Estes cuidados estão sendo tomados”, explica o secretário.

Desde agosto do ano passado, o governo liberou R$ 43 bilhões em saques do FGTS. Ao possibilitar saque de R$ 1045 reais, vamos devolver integralmente tudo o que eles tinham no FGTS para 30 milhões de trabalhadores. “Esta medida está incluída para contribuir com a retomada econômica”

Questionado sobre o possível aumento de impostos no médio e longo prazo para a população, Sachsida afirmou que esta não é uma opção. Segundo ele, a experiência internacional mostra que a saída é reduzir os custos e gastos do governo, além de voltar à pauta as reformas. “Tão logo passe a crise, e ela vai passar porque é transitória. A partir de agosto a agenda de reformas do governo vai voltar. Realizaremos, em 2021, a consolidação da agenda fiscal”, finalizou.

Foto: Agência Brasil/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2020 0 Comentários 514 Visualizações
Business

Governo do Estado amplia recursos nos fundos municipais para micro e pequenas empresas

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para manter as atividades das empresas e os empregos em um nível mínimo de atividade econômica, a Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Stas), por meio do Programa RS Trabalho, Emprego e Renda – RS TER e da Associação de Garantia de Crédito (RS Garanti), disponibilizará 25% de contrapartida nos fundos garantidores criados pelos municípios.

O objetivo da iniciativa é fazer com que prefeituras gaúchas entendam a importância de montarem seus próprios fundos, pois isso certifica financiamento de capital de giro para micro e pequenas empresas, o que resulta diretamente na sobrevivência delas, na manutenção de empregos e na ampliação direta por meio da arrecadação de tributos estaduais e federais.

A secretária de Trabalho e Assistência Social, Regina Becker, reforça a relevância da iniciativa, já que as empresas dos municípios terão recursos para se manter vivas e conservar as atividades produtivas da sua região. “A falta de garantias para acesso ao crédito estão entre os principais motivos da mortalidade das empresas. Se não socorrermos essas empresas hoje, não retomaremos a economia em um período tão curto quanto necessário”, observa a secretária. Ou seja, o impacto será sentido na arrecadação e nas questões econômicas e sociais das cidades gaúchas.

Conforme o diretor de projetos estratégicos da Stas, Jorge Imperatore, cada real que o município investir aumentará em 2,45% o Produto Interno Bruto (PIB) da região, reduzindo a taxa de juros. Uma das vantagens das garantidoras de crédito é seu poder de alavancagem.

“Uma prefeitura cria um fundo de R$ 100 mil. A RS Garanti disponibiliza 25% do valor aportado, resultando num saldo de R$ 125 mil para o fundo. Com uma alavancagem de cinco vezes, este montante chegará a R$ 625 mil em garantias para empréstimos no sistema financeiro”, exemplifica Imperatore. “Ainda será garantido até 80% da operação, e a taxa de juros de até 1% deve ser negociada com as instituições financeiras, o que significa que teremos R$ 750 mil em valores financiados.”

Como funciona

As linhas de crédito que terão acesso aos fundos municipais terão suas taxas de juros negociadas entre a RS Garanti, a prefeitura que criou o fundo e a instituição financeira ou cooperativa de crédito que operacionalizará o crédito. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com a RS Garanti pelo (54) 3021-0400.

RS TER

O RS Trabalho, Emprego e Renda – RS TER é um dos programas prioritários do governo do Estado, cujo objetivo é o fomento ao empreendedorismo na busca de alternativas para melhorar a condição dos micro e pequenos empresários. A ideia é estimular o autoemprego por meio da disponibilização das condições necessárias à manutenção e abertura dessas micro e pequenas empresas.

O programa tem diversas atribuições: constituição de ações conjuntas de apoio ao empreendedorismo; garantias complementares ao crédito; formalização dos negócios; inovação; orientação, capacitação e ensino; e melhorias de processos, produtos e serviços. Tudo em prol de negócios e empresas urbanas ou rurais, de micro e pequeno porte. O objetivo é disponibilizar alternativas que viabilizem a implementação e sustentabilidade econômico-financeira desses empreendimentos, como alternativa para geração de trabalho, emprego e renda.

Quando se pensa na geração autônoma de trabalho e renda e desenvolvimento de micro e pequenos, é relevante considerar que a taxa de sobrevivência de empresas é de 37,8% após cinco anos; nos negócios informais, de apenas 20% (IBGE). Tais indicadores são influenciados, principalmente, pela falta de competência administrativa para a gestão, inexperiência com o ramo dos negócios e a incapacidade de assumir riscos. Fatos inerentes ao mercado são a desqualificação para equilibrar custo e preço, baixo volume de crédito ofertado, falta de garantia para crédito e a qualidade de mão de obra. Essas pautas serão enfrentadas pelo RS TER.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2020 0 Comentários 584 Visualizações
Business

Dez municípios concentram 42,3% do PIB do RS

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios indicam que 10 cidades concentraram 42,3% da atividade econômica do Rio Grande do Sul. Divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), o indicador em 2017 ficou praticamente estável na comparação com o ano anterior, quando este conjunto de municípios representava 42,4% do total. Com Porto Alegre na liderança, o ranking nos primeiros lugares é formado ainda por Caxias do Sul, Canoas, Gravataí, Rio Grande, Triunfo, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas e Santa Cruz do Sul.

O principal destaque da pesquisa, realizada em parceria com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que marca a retomada da colaboração entre as duas instituições na elaboração dos dados municipais, foi o retorno de Caxias do Sul à segunda posição do ranking, ocupada no ano anterior por Canoas, que agora está no terceiro posto. Porto Alegre segue como o município gaúcho de maior PIB (R$ 73,9 bilhões), seguido da cidade serrana (R$ 21,7 bilhões) e do município da Região Metropolitana (R$ 18,9 bilhões).

Em relação a 2016, além da troca entre Caxias do Sul e Canoas, Triunfo subiu quatro posições e Passo Fundo e Santa Cruz do Sul caíram dois postos. As demais cidades mantiveram os lugares no ranking. “A produção destes dados é fundamental para o estado e para o planejamento de políticas públicas. Também é importante por demonstrar a dinâmica e a performance dos municípios a partir de informações sobre todos os segmentos produtivos”, afirma a chefe da Divisão de Indicadores Estruturais do DEE, Vanessa Sulzbach.

“A produção destes dados é fundamental para o estado e para o planejamento de políticas públicas.”

Ranking por segmento

Na agropecuária, Cachoeira do Sul se destaca como o município com maior Valor Adicionado Bruto (VAB), com 1,5% do total movimentado pela atividade no Estado. Com ênfase na produção de soja e arroz, a cidade da região central é seguida no ranking por Vacaria (soja e maçã) e Dom Pedrito (arroz e soja). Nesse segmento da economia, a pesquisa ressalta a desconcentração da atividade pelo Estado, uma vez que as 10 primeiras cidades somam apenas 12,5% do total do VAB agropecuário.

No ranking da indústria, Canoas ocupa o primeiro lugar no Estado, seguido por Caxias do Sul e Porto Alegre. Entre os municípios em destaque neste setor, Triunfo, por conta das atividades da indústria química, chega à quarta posição do ranking, com 5,9% do total movimentado no Estado. No segmento de serviços, os resultados mostram novamente Porto Alegre em primeiro lugar (23,1% do total), seguido por Caxias do Sul (4,9%) e Canoas (3,9%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2019 0 Comentários 480 Visualizações
Business

PIB do RS acumula alta de 2,7% no ano

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após um primeiro semestre impulsionado pelos desempenhos da agropecuária e da indústria, a economia do Rio Grande do Sul registrou variação nula no terceiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho no período entre julho e setembro foi influenciado pela sazonalidade das principais lavouras do Estado, como soja e milho, e também pela desaceleração de alguns segmentos da indústria, já sinalizados nas últimas pesquisas nacionais do setor. No acumulado do ano, o PIB do RS acumula alta de 2,7%, acima da variação do Brasil, de 1%.

O resultado do desempenho gaúcho foi divulgado na manhã desta quarta-feira (11) pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag). Em relação ao trimestre anterior, o PIB do Estado apresentou queda de 0,5%, influenciado pela retração da agropecuária (-5,6%) e da indústria (-1,1%). Os serviços, nessa base de comparação, cresceram 0,3% no período.

Números esperados

A variação do terceiro trimestre, conforme os economistas responsáveis pelo estudo, era esperada em virtude da base de comparação mais alta e do fim do ciclo de vendas de alguns segmentos importantes, como o de máquinas e equipamentos agrícolas, caminhões e veículos leves.

“A expectativa é que o crescimento do RS no final do ano permaneça positivo e, provavelmente, acima do avanço da economia brasileira. A retomada consistente da economia, contudo, ainda está atrelada à recuperação sólida da economia nacional, para a qual se espera crescimento de 2,2% no próximo ano”, avalia a chefe da Divisão de Indicadores Estruturais do DEE, Vanessa Sulzbach.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 649 Visualizações
Business

Santa Catarina avança no ranking do PIB per capita

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo dados preliminares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Santa Catarina está prestes a superar o Rio de Janeiro e assumir o terceiro lugar entre os maiores PIBs per capita do país. A explicação na mudanças do ranking está, de um lado, na fraqueza econômica do Rio de Janeiro, abalado pela queda dos royalties do petróleo e pela recente crise da Petrobras, pela violência que afasta investimentos e por sucessivos casos de corrupção estatal. De outro, há o crescente vigor da economia catarinense, que vem modernizando seu parque industrial e investindo em tecnologia e na atração de startups. O professor de economia da ESPM, Leonardo Trevisan, avalia os indicadores macroeconômicos que ajudam a entender a ascensão de Santa Catarina:

Indústria e Tecnologia

Em outubro, segundo o IBGE, o estado criou 11.600 vagas formais na indústria de média tecnologia – empresas que não tem conexão direta com TI, como máquinas e equipamentos elétricos. São Paulo, na liderança, gerou 11.800 vagas nesse setor, enquanto o Rio perdeu 9.900 empregos industriais. “O avanço do PIB de Santa Catarina, no ano passado, foi de 4,1% enquanto o estado do Rio de Janeiro recuou 1,6%”, diz Trevisan. “Em setembro, último dado disponível do IBGE, a produção industrial de Santa Catarina subiu 2,1% – na comparação com setembro do ano passado – enquanto a produção industrial do Rio de Janeiro recuou 0,6%.”

Inovação

Os primeiros testes da tecnologia 5G promovidos em um show de música, no Allianz Parque, em outubro deste ano, foram feitos por universidades de Santa Catarina e repassados para as operadoras de celular que organizaram a “degustação”. “Santa Catarina também costurou um acordo com a fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi), e desenvolveu soluções de inteligência artificial para aplicações que trafegam na rede 4G. O foco agora é deslanchar projetos para cidades inteligentes e comunicação máquina-máquina”, diz Trevisan.

O estado do Rio de Janeiro está vinculado à indústria de petróleo e gás. Desde 2014, com a violenta queda de preço dessas commodities, a economia fluminense tem sofrido fortemente os impactos. “Fora isso, as questões de segurança urbana, em especial no centro do Rio, também afastaram investimentos, internos e externos, de diferentes empresas”, diz Trevisan. “A indústria de turismo do Rio também foi superada por projetos mais modernos de Santa Catarina.”

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/12/2019 0 Comentários 555 Visualizações
Business

PIB do RS cresceu 3,8% no primeiro semestre 

Por Gabrielle Pacheco 15/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A soma das riquezas produzidas pela economia gaúcha no primeiro semestre de 2019 alcançou 3,8% de crescimento, enquanto o Brasil cresceu 0,7% no mesmo período. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul nos seis primeiros meses do ano foi fortemente influenciado pelos desempenhos da agropecuária, que cresceu 7,2%, e da indústria, com crescimento de 5,5%. Desde o primeiro semestre de 2013, o PIB do Estado não crescia tanto na primeira metade do ano.

O PIB do segundo trimestre de 2019 foi apresentado na tarde desta segunda-feira (14), pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag). O resultado, segundo os pesquisadores que elaboraram o indicador, deve ser comemorado com cautela.

“O crescimento do primeiro semestre de 2019 se deu sobre uma base deprimida, devido à estiagem e à greve dos caminhoneiros que ocorreram na primeira metade de 2018”, pondera Roberto Rocha, pesquisador em economia da Seplag.

Rocha destaca o desempenho do setor automotivo no Estado. A produção de automóveis, implementos e carrocerias contribuiu decisivamente para o crescimento de 6,4% da indústria de transformação no período.

A dinamização da agropecuária e de segmentos da indústria do RS fez com que, no semestre, os serviços crescessem mais do que na média nacional: 1,8% em comparação com 1,2% do país. O crescimento dos três setores foi maior no Estado do que no Brasil, evidenciando, mais uma vez, o desempenho superior da economia gaúcha em 2019, aponta a pesquisa. O resultado positivo do segundo trimestre deste ano é o quarto numa sequência que teve início no terceiro trimestre de 2018, logo após a greve dos caminhoneiros.

A secretária de Planejamento, Leany Lemos, destacou que o resultado mostra a “força da economia do Estado” e que a divulgação do indicador pelo DEE faz parte da estratégia da pasta de “para melhorar a gestão pública, aumentar o volume de informações qualificadas para a sociedade e dar base para decisões do setor privado”.

Leany reforça todas as medidas que vêm sendo tomadas para reformar a máquina pública e auxiliar na atração de investimentos: “se não equacionarmos a crise fiscal, o governo estadual não poderá realizar os investimentos fundamentais ao crescimento da economia”. O DEE deverá apresentar até o final deste mês uma análise mais aprofundada da conjuntura econômica.

“Se não equacionarmos a crise fiscal, o governo estadual não poderá realizar os investimentos fundamentais ao crescimento da economia”.

Em relação ao trimestre imediatamente anterior (2° trim./2019 sobre o 1° trim./2019), o crescimento do PIB foi de 1,4%. Neste comparativo, a economia nacional evoluiu tão somente 0,4%. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado (2° trim./2019 sobre 2° trim./2018), o crescimento da economia gaúcha chegou a 4,7%. O país, considerando o mesmo período de um ano para o outro, teve variação positiva de 1%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/10/2019 0 Comentários 635 Visualizações
Business

Desempenho do PIB no segundo trimestre

Por Gabrielle Pacheco 30/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Produto Interno Bruno (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e mede o crescimento da economia, registrou alta de 0,4% no segundo trimestre de 2019 em relação ao primeiro trimestre deste ano, livre de efeitos sazonais, e 1% na comparação interanual.

Com base no Sistema de Contas Nacionais Trimestrais divulgadas pelo IBGE nesta quinta-feira (29), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) analisou os dados e publicou o documento atividade econômica: desempenho do PIB.

O destaque positivo entre os componentes de demanda foi a formação bruta de capital fixo (FBCF), que registrou crescimento de 3,2% no segundo trimestre deste ano. Com base na desagregação do Indicador Ipea Mensal de FBCF, houve retomada no crescimento do setor da construção civil, que cresceu 1,5% no período.

O setor de Máquinas e Equipamentos teve aumento mais expressivo: 6,7% no segundo trimestre deste ano, em comparação com o primeiro trimestre do ano. Na comparação interanual, a construção civil cresceu 2%, após 20 trimestres de queda; enquanto a FBCF avançou 5,2% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

De acordo com a análise do Grupo de Conjuntura do Ipea, apesar da melhora no desempenho do PIB, o cenário macroeconômico é desafiador, principalmente por conta dos níveis de incerteza, relacionado à piora do cenário externo. Mas a recuperação nos investimentos e o crescimento do PIB da indústria de transformação apontam para uma melhora nas perspectivas em relação aos próximos meses.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/08/2019 0 Comentários 711 Visualizações
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