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Justiça Restaurativa

Cidades

Novo Hamburgo realiza 6º Seminário Restaura NH nesta sexta-feira

Por Jonathan da Silva 12/08/2025
Por Jonathan da Silva

O “6º Seminário Restaura NH – Justiça Restaurativa: o resgate do Eu Verdadeiro de cada um de nós” será realizado nesta sexta-feira, 15 de julho, pela Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública (SMSP), e pelo Programa Municipal de Pacificação Restaurativa. O encontro acontecerá no Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno, no centro da cidade, e reunirá educadores, autoridades do sistema de Justiça, representantes de serviços públicos e participantes de ações voltadas à cultura de paz.

A programação contará com palestras, apresentações culturais e a entrega de certificados a turmas formadas pelo programa. Pela manhã, o secretário municipal de Segurança Pública de Novo Hamburgo, Rosalino Seara, anunciará os integrantes do novo Grupo de Gestores do Restaura NH, criado pelo Decreto nº 11.915/2025. “O evento é importante porque fomenta a cultura de paz, na qual os envolvidos, de forma espontânea, resolvem seus conflitos”, afirmou o titular da pasta.

Entre os palestrantes confirmados estão a professora e psicopedagoga Maria Cristina Martins, a juíza da Vara da Infância e Juventude de Novo Hamburgo, Angela Martini, e a psicóloga da Fase, Analice Brusius. Segundo a coordenadora do programa, Beatriz Pontes Ferreira da Rosa, os seminários marcam encontros de facilitadores e multiplicadores que buscam certificados como reconhecimento de práticas restaurativas. “Os seminários têm sido momentos muito aconchegantes de celebração nestes seis anos em que promovemos o encontro de pessoas amigas, estudantes, simpatizantes e facilitadores que, além da conexão, buscam seus certificados como sendo um marco para o resgate de boas práticas”, destacou Beatriz.

O que é o Restaura NH

Criado em 2019, o Restaura NH oferece mediação de conflitos e fortalecimento de vínculos a moradores, instituições e empresas, com base nos princípios da Justiça Restaurativa.

Serviço

  • O quê: 6º Seminário Restaura NH – Justiça Restaurativa: o resgate do Eu Verdadeiro de cada um de nós
  • Quando: Sexta-feira, 15 de agosto, a partir das 8h
  • Onde: Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno – Rua Engenheiro Ignácio Christiano Plangg, nº 66, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita, mediante credenciamento no local, sujeita à lotação
Foto: Restaura NH/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2025 0 Comentários 286 Visualizações
Projetos especiais

Ajuris e Fundação O Pão dos Pobres lançam Central de Justiça Restaurativa em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) e a Fundação O Pão dos Pobres formalizaram na quinta-feira (3) a criação da Central Escola de Práticas Restaurativas – Central do Pão, em Porto Alegre. O projeto, inédito no estado, tem como objetivo integrar práticas de justiça restaurativa ao cotidiano de acolhimento e educação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

A central funcionará como um centro permanente de formação, atendimento e articulação. A proposta foi apresentada durante reunião do Comitê Estadual da Justiça Restaurativa no Tribunal de Justiça do RS, com a participação de representantes do Judiciário, do Ministério da Educação (MEC) e da rede de proteção à infância e juventude.

De acordo com o desembargador Leoberto Brancher, coordenador do projeto na Ajuris, a iniciativa é resultado de uma construção coletiva. “A Central do Pão é fruto de uma longa construção. Representa o compromisso com a continuidade de políticas públicas e com um novo jeito de conviver, baseado na escuta e na pacificação das relações desde a base social. Funcionará também como uma antena de irradiação metodológica e cultural, com potencial de replicação em escolas, serviços e comunidades, tendo Porto Alegre como ponto de partida para demais territórios”, afirmou Brancher.

Convite à transformação

Sob supervisão técnica da Escola da Magistratura da Ajuris, o projeto já iniciou formações com equipes internas e começa a atuar diretamente com adolescentes por meio de oficinas, rodas de conversa e círculos restaurativos. A meta é consolidar um modelo que possa ser reproduzido em diferentes contextos sociais e educacionais.

O gerente da Fundação O Pão dos Pobres, João Rocha, destaca o potencial transformador da proposta. “A Central do Pão, em parceria com a Ajuris, é um convite à transformação. Essa abordagem, que prioriza a responsabilização e a reparação do dano por meio do diálogo e da participação ativa de todos os envolvidos, contribui para a construção de comunidades mais justas e pacíficas”, pontuou Rocha.

Para a coordenadora da Central, Raísa Storniolo Garcez, o trabalho começa com prevenção. “Não é apenas uma escola. É uma semente de mudança, renovação e evolução. Nosso foco é atuar na base, onde se previne a violência e se cultiva a paz”, salientou Raísa.

Integração com políticas públicas

O projeto foi incluído na agenda do programa Escola que Protege, do MEC, que reconhece práticas restaurativas como recurso para promover segurança e participação nos ambientes educacionais. Thaís Dias Luz Borges Santos, coordenadora-geral de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas pelo MEC, acompanhou o lançamento. “A política pública precisa ser construída com os territórios. A Central do Pão representa esperança e articulação concreta entre educação, justiça e comunidade”, comentou Thaís.

O professor Afonso Armando Konzen, da equipe docente da Justiça Restaurativa na Escola da Ajuris, reforçou a importância da proposta. “Acreditamos no potencial transformador da Justiça Restaurativa dentro das escolas. Queremos não apenas validar essa prática, mas vivenciar seus efeitos reais na convivência, na segurança e no pertencimento escolar”, ressaltou Konzen.

Mobilização de apoio

A cerimônia de lançamento contou com representantes do Tribunal de Justiça do RS, Ministério Público, Secretaria Estadual da Educação, Prefeitura de Porto Alegre e demais entidades da rede de proteção à infância e juventude. A Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul se apresentou no evento. Para garantir a sustentabilidade do projeto, a Ajuris lançou uma campanha de doações entre seus associados, com possibilidade de incentivo fiscal.

Foto: Márcio Daudt/TJRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 250 Visualizações
Cidades

Programa Restaura NH inicia nova formação de instrutores em Justiça Restaurativa

Por Jonathan da Silva 31/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Programa Municipal de Pacificação Restaurativa de Novo Hamburgo (Restaura NH) iniciou, nesta sexta-feira (28), mais uma edição do curso de formação de instrutores em Justiça Restaurativa e Círculos de Construção de Paz. O evento ocorreu na Base de Ações Comunitárias Integradas (Baci) Santo Afonso e contou com a participação do secretário municipal de Segurança Pública, Rosalino Seara, e do diretor da Guarda Municipal, Emerson Edinei Lopes.

O curso tem como objetivo formar instrutores capacitados para disseminar os conceitos e práticas da Justiça Restaurativa. O secretário de Segurança Pública, Rosalino Seara, destacou que “o Restaura NH é um importante instrumento de pacificação e prevenção primária, promovendo a cultura de paz”.

Com 19 participantes de cidades como Caraá, Esteio, Parobé e Canoas, além de Novo Hamburgo, a capacitação seguirá com aulas nos dias 4, 11 e 25 de abril, encerrando em 9 de maio. O diretor da Guarda Municipal, Emerson Edinei Lopes, enfatizou que “é uma oportunidade dos atores envolvidos chegarem a uma solução pacífica do conflito gerado”.

Capacitação e aplicação

Os participantes que concluírem o curso estarão aptos a ministrar formações para facilitadores em Círculos de Construção de Paz, além de identificar e analisar metodologias aplicadas nessas práticas. O treinamento também inclui o desenvolvimento de habilidades em comunicação não violenta e outras estratégias ligadas à Justiça Restaurativa.

Entre os instrutores estão voluntários que já passaram pelo processo de formação.

O Restaura NH

Criado em 2019 por meio da Lei Municipal nº 3133/2018, o Programa Municipal de Pacificação Restaurativa busca oferecer estratégias baseadas nos princípios da Justiça Restaurativa, como voluntariedade, consenso, confidencialidade, respeito, corresponsabilidade, reparação dos danos e atendimento às necessidades.

O programa atende moradores, membros da comunidade, instituições de ensino e organizações privadas que enfrentam conflitos, situações de violência ou que precisam fortalecer vínculos, oferecendo serviços especializados para a resolução pacífica de divergências.

Foto: SMSP/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2025 0 Comentários 375 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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