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Business

Indústria de calçados Kidy deve crescer 15% em 2024

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa paulista Kidy Calçados deve crescer 15% em faturamento no ano de 2024. Player importante de um mercado que fabrica, anualmente, mais de 54 milhões de pares de calçados infantis, indústria de Birigui-SP conta com uma produção de mais de 15 mil pares de calçados por dia e deve arrecadar mais de R$ 180 milhões neste ano.

O cofundador e diretor acionista da empresa, Ricardo Gracia, destaca que a Kidy passa por um momento de crescimento devido a reformulações do seu time de produção, vendas e marketing, com impacto direto no atendimento das demandas nacionais e internacionais, já que 15% de tudo o que a calçadista produz é exportada para mais de 50 países. “Nosso crescimento está focado, sobretudo, no ganho de produtividade e reposicionamento de custos e preços, com investimentos voltados para pesquisas e desenvolvimentos que aprimorem ainda mais os nossos pilares de saúde e conforto e calçados infantis que só a Kidy tenha”, comenta o diretor.

Atualmente, a marca conta com 11 tecnologias exclusivas certificadas pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro e do Calçado (IBTeC). Somente em 2024, de acordo com o empresário, foram abertos mais de mil novos clientes no mercado nacional e internacional.

Crescimento poderia ser ainda maior

O crescimento, segundo Gracia, poderia ser maior se as condições de competitividade da indústria nacional fossem melhores, especialmente diante dos calçadistas asiáticos. “Um grande desafio no mercado, tanto nacional quanto internacional, tem sido a concorrência predatória imposta pelos calçados asiáticos, em especial os provenientes da China. No mercado externo, notamos uma inundação de calçados baratos e de baixa qualidade em destinos importantes do nosso produto. Já no mercado doméstico, levar o consumidor final até as lojas físicas, considerando o crescimento significativo de compras de calçados on-line em plataformas de e-commerce, tem sido outro grande desafio. A Kidy tem essa preocupação em fazer o sell out do lojista e efetivar, de fato, um bom giro dos produtos que fabricamos”, avalia o empresário.

Futuro

Para 2025, as projeções da Kidy seguem otimistas, com crescimento de vendas, produção e faturamento. Segundo Gracia, a Kidy está trabalhando no planejamento do próximo ano com o objetivo de aumentar sua carteira de clientes no Brasil, ampliando a pulverização das vendas de suas mais de 40 linhas de calçados infantis para todos os estados brasileiros. “Internacionalmente queremos também fortalecer a presença em países do Oriente Médio e Europa, o que se dará pelo contato mais intenso com os players locais, tanto de forma direta quanto em feiras e ações internacionais”, conta o diretor.  

Foto: Kidy/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Assintecal teve 15 estandes na Febrac, em Minas Gerais

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

Em uma parceria com o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) contou com 15 estandes em um espaço coletivo na 14ª Feira de Máquinas e Componentes para Calçados (Febrac), que aconteceu em Nova Serrana-MG entre os dias 27 e 29 de agosto. O evento reuniu mais de 100 empresas, a maior parte do polo mineiro, mas também de outras partes do Brasil.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, que esteve no evento, ressalta que essa foi a maior edição da história da Febrac, o que confirma as boas expectativas do mercado de calçados, que no Brasil deve crescer mais de 2% ao longo de 2024. Atualmente, Minas Gerais é a quarta maior produtora de calçados do Brasil, produzindo, anualmente, cerca de 130 milhões de pares. “As empresas estão com uma demanda importante e para atender precisam atualizar maquinários e aumentar a compra de materiais. O sucesso da feira comprovou esse momento de crescimento, com uma empresa realizando mais de R$ 200 mil em negócios em um único dia”, destaca a executiva. Segundo Silvana, a parceria com o Sindinova, um dos mais importantes sindicatos industriais do país, é fundamental para o fortalecimento do polo mineiro.

Participaram da Febrac, no estande coletivo da Assintecal, as empresas JR Soluções, Fivelaço, Usitec, Artecola, OTB, BIQ, Focal Têxtil, Elastonordeste, Simple Eco, Peter Chemical, FX Máquinas, EVA Plus e Filastic.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 406 Visualizações
Projetos especiais

Indústria paulista inova e lança calçado infantil com brinquedo surpresa

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa paulista Kidy Calçados lançou no dia 27 de agosto para lojistas brasileiros e importadores a linha ‘Kidy Surpresa’, que possui 12 modelos de calçados infantis com mais de 40 variações de cores para meninos e meninas. A novidade do produto lançado pela fabricante de produtos infantis de Birigui-SP é que ele vem acompanhado por 14 opções de brinquedos-surpresa.

A linha, inédita no Brasil, segue a estratégia da empresa de transformar o calçado em brinquedo, alimentando o ambiente lúdico para uma infância saudável e divertida. O gerente de Marketing da Kidy, João Gava, conta que o calçado vem cuidadosamente embalado em uma caixa que, além do produto, terá um brinquedo. A numeração disponível vai do 22 ao 32. “A Kidy, mais uma vez, inova no mercado de calçados infantis, agora em acordo com a febre das caixinhas surpresas que têm feito a cabeça da garotada”, afirma Gava.

Dia das Crianças

A previsão da Kidy Calçados é de que a linha esteja disponível nas lojas a partir de outubro, a tempo do Dia das Crianças, uma das datas mais rentáveis para a empresa. “A meta é, até o final do ano, comercializar mais de 150 mil pares do Kidy Surpresa, sendo que a produção irá funcionar de acordo com a demanda. A nossa expectativa é bastante positiva, pois, além do Dia das Crianças, teremos o Natal, principal data para vendas de brinquedos”, projeta Gava.

Com modelos a partir de R$ 99, o calçado se destaca pela união entre qualidade, ludicidade e preço competitivo. “O nosso objetivo foi criar um produto 2 em 1, com calçado e brinquedo pelo preço do calçado”, destaca o gerente. Todos os calçados da linha serão produzidos com materiais de qualidade, performance e conforto certificados pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC).

A Kidy

Com produção de mais de 3,5 milhões de pares de calçados infantis por ano, a Kidy Calçados tem plantas produtivas em Birigui e em Três Lagoas-MS, nas quais emprega, diretamente, aproximadamente 2 mil pessoas. Atualmente, 15% da produção é exportada para mais 50 países, sendo os principais destinos países da América Latina.

A Kidy é uma das primeiras indústrias a receber o Selo de Indicação de Procedência (IP) do Calçado Infantil do Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário de Birigui (Sinbi). O IP atesta que a empresa certificada segue criteriosos padrões de conformidade, aderindo às melhores práticas industriais desde a escolha das matérias-primas até o uso de tecnologia de ponta, tudo isso aliado ao compromisso com a sustentabilidade, valorização de seus recursos humanos e ao estrito cumprimento da legalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 525 Visualizações
Variedades

ABPA celebra Dia do Avicultor com boas projeções para produção e exportações do setor

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o Dia do Avicultor, comemorado em 28 de agosto, com perspectivas positivas para o setor em termos de produção e exportações. Conforme projeções da associação, o segmento deve atingir recordes em 2024, com estimativa de crescimento de até 1,8% no volume produzido, podendo chegar a 15,1 milhões de toneladas neste ano, além da destinação de cerca de 5,25 milhões de toneladas ao mercado internacional no acumulado do ano, o que representa 2,2% de alta em relação a 2023.

Para o mercado interno, a projeção é de cerca de 9,85 milhões de toneladas produzidas, número 1,6% maior em relação à oferta total de carne de frango para o mercado brasileiro em 2023. Neste quadro, a oferta interna deverá se manter estável, com o consumo per capita em torno de 45 kg.

A produção e o consumo de ovos também deverão bater recordes em 2024 conforme as projeções da ABPA. A expectativa é de que a produção alcance 56,9 bilhões de unidades no ano, o que seria um crescimento de até 8,5% se comparado ao total de 2023. O consumo deverá superar as 263 unidades por habitante no ano, também com alta de 8,5% em relação ao índice registrado em 2023.

A maior parte absoluta, 99,5%, deverá seguir destinada ao mercado interno. Nas exportações, todavia, as projeções de embarques não superam as 20 mil toneladas para 2024, número que é 20% menor em relação ao total embarcado em 2023. “As famílias avicultoras de aves e de ovos do Brasil encontraram um ano mais positivo em 2024, em comparação com o que vimos no ciclo passado, especialmente entre 2020 e 2022. Por um lado, o mercado internacional tem demandado cada vez mais nossos produtos diante das mudanças do fluxo da demanda de nossos concorrentes internacionais. Por outro, as famílias brasileiras estão consumindo mais proteínas, resultado de um momento econômico positivo para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As perspectivas positivas seguem para o ano de 2025 de acordo com o projetado pela ABPA. No caso da carne de frango, é esperado um aumento de até 2,3% na produção, o que representaria um total de 15,35 milhões de toneladas. Deste total, 10 milhões de toneladas deverão ficar no mercado interno, volume 1,5% maior em relação ao projetado para 2024, e 5,35 milhões serão destinados às exportações, 1,9% a mais que o esperado para 2024. O consumo de carne de frango deverá ser maior, chegando a 46 kg per capita, índice 2% maior em relação ao esperado para 2024.

Já para o setor de ovos, a produção deverá alcançar 57,5 bilhões de unidades, índice 1% superior ao projetado para 2024. O consumo de ovos deverá avançar ainda mais, chegando a 265 unidades por pessoa, número 1% maior em relação ao ano anterior. Já as exportações deverão registrar retomada, chegando a 22 mil toneladas exportadas, número 10% maior em relação ao projetado para 2024.

A biosseguridade da nossa produção seguirá como grande diferencial para o nosso setor. O trabalho executado pelas famílias avicultoras para blindar a produção contra enfermidades é um case de sucesso internacional. Somos o único grande produtor global a nunca registrar Influenza Aviária na produção industrial e superamos rapidamente a situação ocorrida de Doença de Newcastle. Graças ao trabalho executado nas granjas em termos sanitários e produtivos, juntamente com as ações do Ministério da Agricultura e as Secretarias dos Estados, seguimos como uma das avicultura mais competitivas do planeta”, ressalta Ricardo Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 432 Visualizações
Variedades

Geradores Stihl utilizados na limpeza pós-enchente têm pré-lançamento na Expointer

Por Jonathan da Silva 28/08/2024
Por Jonathan da Silva

Três geradores da Stihl utilizados na limpeza da região metropolitana de Porto Alegre após a enchente terão seu pré-lançamento durante a realização da Expointer, em Esteio. Os modelos são o GR 40, o GR 60 e o GR 80, que abrem uma nova categoria no portfólio da marca alemã de ferramentas motorizadas. A tradicional feira do agronegócio acontece até o dia 1º de setembro.

Para o presidente da Stihl, Cláudio Guenther, a necessidade das pessoas em realizarem atividades sempre motivou a empresa a desenvolver novas soluções e evoluir a tecnologia para aperfeiçoar a produtividade e a praticidade destes trabalhos. “Foi em meio a uma extrema dificuldade que decidimos contribuir, inclusive, com um produto ainda não lançado, mas que já tinha algumas unidades disponíveis na nossa fábrica brasileira. E, além de contribuir, provou-se desempenhar papel fundamental de levar energia para lugares devastados pela água, para facilitar a limpeza e possibilitar a retomada, sejam de estabelecimentos comerciais como também de moradias”, destacou Guenther.

Os três modelos de geradores estão em três classes de potência diferentes: o GR 40, com 2,5 kW; o GR 60, com 5,5 kW; e o GR 80, com 8,0 kW. “Com a nova família de geradores, estamos contentes em complementar ainda mais a nossa linha de produtos, oferecendo novas soluções para os atuais clientes e também ampliando as possibilidades de atendimento para novos clientes. Esse produto junto com motobombas, motores estacionários e motocultivadores se apresentam também como excelentes alternativas para o público da agricultura familiar.  Nosso propósito é oferecer cada vez mais conveniência para as pessoas que se relacionam com a marca, seja com a venda facilitada, seja com novos produtos e tecnologias, seus serviços agregados e a confiança que a Stihl oferece”, pontua o diretor de Marketing da organização, Rafael Zanoni.

Os equipamentos possibilitam uma fonte de energia para regiões com pouco ou nenhum acesso à rede elétrica, bem como são uma alternativa em caso de suspensão do abastecimento de energia, permitindo a realização de trabalhos em áreas agrícolas ou mesmo como fonte móvel, como é o caso de food trucks. Os geradores, que poderão ser encontrados no mercado brasileiro a partir de setembro de 2024, possuem extensa durabilidade e vida útil, além de terem peças compatíveis com outros produtos Stihl, como motobombas, motores estacionários e motocultivadores.

Foto: Stihl/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Projetos especiais

Certificação Origem Sustentável alcança 100 empresas participantes

Por Jonathan da Silva 26/08/2024
Por Jonathan da Silva

Única certificação de ESG e sustentabilidade para a cadeia produtiva do calçado no mundo, a Origem Sustentável chegou a 100 empresas participantes, com 80 já certificadas e 20 em processo de preparação. O reconhecimento abrange empreendimentos que representam cerca de 50% da produção nacional de calçados, de mais de 870 milhões de pares. A certificação foi criada por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

O gerente de marketing e estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, destaca que as indústrias de calçado brasileiras estão amadurecendo o tema ESG com estratégias e implementação de práticas. A fala é corroborada com dados que constam no capítulo de ESG do Relatório Setorial Indústria de Calçados 2024, produzido pela entidade, que aponta que 88% das empresas do setor realizam a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos industriais, que são reutilizados, reciclados ou coprocessados. Além disso, a pesquisa traz outros dados relevantes para ilustrar o aumento das práticas de sustentabilidade na atividade: 68% das empresas do setor realizam verificação periódica de seus fornecedores quanto à conformidade legal, ambiental e social; 74% das empresas executam controle de substâncias restritas; 67% das empresas utilizam energia 100% renovável, seja adquirida via Mercado Livre de Energia ou por meio de autogeração; 59% das empresas possuem ao menos uma linha de produtos sustentáveis; entre outros dados.

Segundo Schlindwein, o avanço das práticas de ESG no setor é impulsionado por um movimento de conscientização do consumidor brasileiro e mundial, que vem cobrando medidas de sustentabilidade não somente ambiental, mas também social das marcas. Uma recente pesquisa do McKinsey aponta que 38% dos consumidores do mundo já trocaram sua marca favorita por outra devido a questões relativas ao tema. “A sustentabilidade é um caminho sem volta para a indústria que quer se manter competitiva em um cenário instável e de grande concorrência, muitas vezes predatória”, destaca o gerente.

Competitividade

Dentro do tema da chamada ‘concorrência desleal’, com destaque sempre para os players asiáticos, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a Origem Sustentável é uma ferramenta a mais para a competitividade. “Em um mercado cada vez mais concorrido, em especial com as produtoras asiáticas, a divulgação de ações em acordo com os direitos humanos e com a preservação ambiental se tornaram uma ferramenta de competitividade. Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Nós precisamos divulgar que somos o país com a indústria de calçados mais sustentável do planeta. O consumidor mundial precisa saber disso”, enfatiza Ferreira.

Origem Sustentável

A certificação foi criada pelas entidades para reconhecer tanto empresas produtoras de calçados quanto suas fornecedoras de materiais e insumos. O Origem Sustentável é baseado nas melhores práticas internacionais da área, seguindo diretrizes  em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias dentro da certificação são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes, como Senais, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Mais detalhes podem ser obtidos no site origemsustentavel.org.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2024 0 Comentários 581 Visualizações
Variedades

Sítio Naturovos é lançado na Expoagas

Por Jonathan da Silva 21/08/2024
Por Jonathan da Silva

O lançamento do Sítio Naturovos acontece na Expoagas 2024, que acontece entre os dias 20 e 22 de agosto, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre. A iniciativa é uma campanha que visa valorizar ainda mais a relação entre a indústria e os produtores de ovos de aves livres, em uma conexão entre quem está no campo e a cadeia produtiva. Durante todos os dias de evento, avicultores de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, parceiros da Naturovos, foram convidados e estarão no estande da empresa, interagindo com a comunidade, visitantes e players do setor.

A intenção ao escolher a convenção para o lançamento é aproximar o Sítio Naturovos do público, reforçando a importância desse produto para o mercado consumidor. Hoje, a indústria conta com mais de 20 parceiros produtores de ovos de aves livres. E a intenção é ampliar esse número. A Naturovos, com sede em Salvador do Sul, é uma dos maiores exportadoras e produtoras de ovos do Brasil, completando 20 anos de comércio internacional em 2024, com uma produção superior a 2 milhões de ovos por dia.

Na Expoagas, a Naturovos também deve intensificar as relações de novos negócios, expandindo a capilaridade da marca como grande produtora para outros canais de vendas e como indústria de alimentos. “Ao longo dos anos, a Naturovos tem cada vez mais investido na qualidade da cadeia produtiva, do produtor ao consumidor. Queremos aumentar nossa presença em diferentes cidades e estados, como também abrir novos mercados internacionais, mantendo atenção às demandas do varejo, atacado e distribuição. Nos consolidando cada vez mais como produtores de alimentos”, adianta o diretor da Naturovos, Anderson Herbert.

O público também poderá conferir na feira supermercadista as outras linhas de produtos da indústria, como os ovos tradicionais, caipiras e os ovos líquidos e em pó. Nesse sentido, entre os produtos em destaque está a Albumina Fuse, uma proteína voltada para atender praticantes de academias e esportistas comprometidos com a saúde e com seu rendimento, fazendo uso da suplementação alimentar como qualidade de vida e longevidade.

Nos dias da feira, a equipe da Naturovos estará no estande esclarecendo dúvidas e questionamentos acerca do segmento do ovo, que é considerado o alimento mais completo após o leite materno.

Sítio Naturovos tem lançamento na Expoagas

Fotos: MKT Naturovos/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2024 0 Comentários 445 Visualizações
Variedades

Indústria calçadista brasileira avança na utilização de materiais alternativos

Por Jonathan da Silva 19/08/2024
Por Jonathan da Silva

Considerado dono da maior indústria de calçados do ocidente, o Brasil produz mais de 865 milhões de pares anualmente. Para 2024, a estimativa da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é de um avanço produtivo entre 0,9% e 2,2%, perspectiva ancorada no mercado interno. Neste contexto de crescimento, também tem avançado a utilização dos chamados materiais alternativos, que são tanto reciclados ou de reuso quanto biomateriais, como insumos provenientes da natureza e biodegradáveis.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, atualmente, seis a cada dez produtoras de calçados possuem ao menos uma linha de produtos sustentáveis. “Embora ainda exista certa dificuldade na questão de escala, o que muitas vezes torna produtos desenvolvidos com materiais alternativos mais custosos para o consumidor, existe um movimento na sociedade que não pode ser ignorado e que, logo mais, irá tornar esses produtos escaláveis e mais competitivos”, projeta o dirigente.

Plugt: demanda internacional

Uma das empresas que utiliza material alternativo na composição do seu calçado é a Plugt, indústria de produtos infantis de Birigui-SP. A calçadista, fundada em 2001, desde sua concepção destaca a preocupação com a sustentabilidade dos seus produtos, que não utilizam materiais pesados nem ftalatos na sua composição. Há cerca de sete anos, a empresa avançou ainda mais. Em uma parceria com uma marca austríaca, a Plugt passou a produzir calçados para adultos no modelo private label com fibra de coco e bambu. “Notando um interesse crescente no mercado, passamos a utilizar o material também na produção da marca Plugt, o que foi um sucesso”, conta o diretor da empresa, Renato Ramires.

Atualmente, segundo Ramires, cerca de 20% da produção diária de 1,2 mil pares é desenvolvida com uma mistura de fibras de coco e bambu com PVC. Segundo ele, existe uma demanda cada vez maior por materiais alternativos, principalmente no mercado internacional, para onde a empresa envia entre 20% e 30% de sua produção. “Aqui no mercado interno esse movimento é mais fraco, mas também vem crescendo, o que nos permite almejar um aumento da utilização das fibras nas nossas linhas”, projeta o empresário. Além das fibras, a Plugt vem estudando o desenvolvimento de calçados com cortiça reaproveitada e o chamado “EVA verde”, produzido a partir da cana-de-açúcar.

Alme: referência em práticas sustentáveis

A Alme, marca feminina que integra o grupo Azzas 2154 (antigo Arezzo&Co), entrou no mercado em 2018 e, em 2021, passou por um reposicionamento, adotando como propósito ser a marca referência em práticas sustentáveis aplicadas ao produto. “Criamos os calçados com o menor impacto possível para o meio ambiente e máximo de conforto para os pés. Combinamos informação de moda e matérias-primas de baixo impacto, como componentes de bases vegetais e reciclados, aliados a uma tecnologia inovadora que proporciona o máximo de conforto e estilo”, conta a head de Operações e Marketing da Alme, Isabella Barbieri.

Os calçados da Alme utilizam materiais biodegradáveis, reciclados e de fontes renováveis, como garrafas pet (originam os fios dos tecidos), cana-de-açúcar (base para o EVA verde utilizado nas palmilhas e solas dos sapatos), algodão reciclado (reaproveitado da indústria têxtil), além do adesivo à base d’água e sem solventes e papel certificado pela Forest Stewardship Council (FSC).

Para Isabella, existe um movimento perceptível nos últimos anos a respeito da importância da sustentabilidade. “Essas discussões foram muito impulsionadas pelos desafios socioambientais que enfrentamos atualmente. Isso se reflete na relação com o consumo e, neste cenário, produtos e marcas que adotam práticas mais sustentáveis se destacam”, comenta a head, que cita ainda uma pesquisa que mostra que 38% dos consumidores já trocaram sua marca favorita por outra devido a questões de sustentabilidade (McKinsey). “Minha percepção é de que os consumidores estão cada vez mais dispostos a buscar produtos que tenham um menor impacto ambiental, preferindo marcas comprometidas com a agenda ESG. Esse é um movimento importante, que fortalece a transformação para um mercado mais consciente”, acrescenta Isabella.

Além dos produtos sustentáveis, a Alme oferece, em suas lojas físicas, um serviço aos clientes para o descarte adequado de sapatos, o Alme Retorna. Por meio dele, os produtos podem se tornar matéria-prima para a indústria cimenteira, uma alternativa mais sustentável em relação ao combustível fóssil.

Vizzia: sustentabilidade competitiva

A PVC Indústria e Comércio, fabricante das sandálias e chinelos da marca Vizzia, também aposta no produto reciclado para ter mais competitividade. Diferente da maioria dos outros players, no entanto, é justamente o PVC reciclado, que é buscado em parceria com catadores de cooperativas locais na cidade de Juazeiro do Norte-CE, que deixa o preço das sandálias mais competitivo. “Processamos, anualmente, mais de 60 toneladas de PVC. Eles, após a moagem, são utilizados nas solas dos nossos produtos, sem perder em nada na qualidade e conforto para as sandálias produzidas a partir de matéria virgem”, conta o diretor da empresa, Wanderson Sampaio Gonçalves.

O empresário diz, ainda, que além de ajudar o meio ambiente com a reciclagem do material que iria para aterros, o processo torna o preço mais competitivo. “O custo fica em torno de 15% menor se comparado ao produto feito a partir de material virgem”, acrescenta Gonçalves.

Com uma produção diária de 14 mil pares de sandálias e 10 mil pares diários de solados de PVC, o grupo exporta cerca de 20% dos calçados desenvolvidos para países da América do Sul. “No mercado internacional, existe uma maior receptividade para o nosso produto, mas o mercado interno ainda valoriza pouco. Acredito que seja um processo de conscientização”, avalia o diretor. Com o mercado doméstico mais aquecido, o empresário projeta que, neste ano, sejam processadas mais de 90 toneladas de PVC, com um crescimento entre 5% e 10% na produção de sandálias e solados.

Além de utilizar o PVC reciclado nos seus calçados, o grupo utiliza polietileno reciclado de para-choques automotivos para desenvolver os cabides que acompanham suas sandálias. “É um processo menor, mas importante. Processamos, mensalmente, cerca de 2 toneladas desse plástico. Assim como o PVC, ele é comprado de cooperativas de reciclagem”, conclui Gonçalves.

Movimento crescente

Além das empresas ouvidas pela Abicalçados, muitas outras utilizam materiais reciclados ou biomateriais nas suas produções. É um movimento crescente no setor e que tem muita relação com a maior conscientização por parte do consumidor.

Grendene: pigmento de algas

Em parceria com a Bloom, empresa de materiais sustentáveis, a Grendene, de Farroupilha, aumentou o conteúdo renovável de produtos com algas de água doce que estavam se proliferando em excesso, causando desequilíbrios ambientais.

Pampili: Eco Friendly

A indústria de calçados infantis de Birigui-SP trabalha com o Projeto Eco Friendly. Trata-se de uma linha de produtos feitos com um percentual de material reciclado, aparas de contraforte, retalhos de solas, etc.

Piccadilly: Linha So.Si

A calçadista gaúcha produtora de sapatos femininos, que tem matriz em Igrejinha, criou um modelo de tênis 100% sustentável, fabricado com 3,5 garrafas pet recicladas, palmilha sustentável e sem origem animal, além de 17% de fio recuperado na indústria têxtil.

Vulcabras: Corre ECO

Produto da marca esportiva Olympikus, o Corre Eco foi desenvolvido por atletas de corrida com tecnologia 100% sustentável. O tênis possui cabedal produzido com pet reciclado, EVA verde (fabricado com cana-de-açúcar) e borracha especial extraída da seringueira. Já as tags dos produtos são desenvolvidas com folhas de manjericão, que podem ser plantadas pelos consumidores.

Tnin: palmilhas de cana-de-açúcar

Com lona feita a partir de resíduos têxteis e reciclagem de pet, jeans reciclado e algodão orgânico, a linha I’m green EVA é produzida com cana-de-açúcar – nas palmilhas -, cola à base de água e papelão reciclado nos materiais de embalagem.

Ferracini: insumos renováveis

A marca de Franca-SP tem uma coleção sustentável com calçados produzidos a partir de insumos renováveis, com cabedal de malha tridimensional knit reciclada, sem tingimento químico. Borracha natural, algodão biodegradável e renovável também fazem parte dos componentes utilizados.

Modare Ultraconforto: cabedal e solado

Cabedal produzido de poliéster reciclado, solado com PVC e casca de arroz são alguns dos materiais alternativos utilizados pela fabricante gaúcha Calçados Beira Rio, de Novo Hamburgo. A marca Modare Ultraconforto é uma das marcas da empresa que utiliza desse diferencial em seus produtos.

Eco Klin: coleção com menor impacto ambiental

Os pequenos também têm no Eco Klin opções com impacto ambiental menor já que a calçadista de Birigui utiliza materiais reaproveitados, tingimento natural, casca de arroz e fibra de bambu nos calçados infantis.

Ramarim: materiais e processos

A calçadista gaúcha tem uma linha de produtos com materiais e processos sustentáveis. Couraça e contraforte produzidos com sobras industriais com 80% de reaproveitamento. Já o forro é feito em PET 100% reciclado e o cabedal é fabricado a base de lona em PET 100% reciclada.

Kenner: novo destino para os resíduos

A marca lançou a coleção Re.Use em que produz calçados a partir de resíduos da produção que seriam descartados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2024 0 Comentários 678 Visualizações
Business

Noko Química recebe Prêmio Exportação RS e mira mercados de Ásia e África

Por Jonathan da Silva 16/08/2024
Por Jonathan da Silva

Líder na fabricação de polímeros para couro no Brasil, a empresa Noko Química foi agraciada com o 52º Prêmio Exportação RS, da Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB-RS), na categoria ‘Destaque Setorial – Indústria‘. O evento, que ocorreu na noite desta quinta-feira (15), na Casa NTX, em Porto Alegre, reconheceu as principais empresas exportadoras do Rio Grande do Sul. Durante a premiação, a empresa citou o foco em expandir suas atividades para os mercados asiático e africano.

O gerente de exportação da Noko, Evandro Breitenbach, foi o responsável pelo recebimento do troféu. “A Noko Química foi reconhecida com o Prêmio Exportação RS devido ao trabalho sólido de expansão que nos permitiu ampliar nossa presença na Índia e no norte da China e abrir novos mercados na Rússia em 2023. Nosso próximo passo é consolidar essas regiões, ao mesmo tempo em que buscamos novas oportunidades no norte da África e sudeste asiático, além de fortalecer nossa atuação nas Américas Latina e Central”, destacou Breitenbach.

Fundada em 1990, na cidade de Portão, a Noko Química tem se destacado não apenas pelo seu papel no mercado nacional, mas também por sua crescente presença global. Com exportações para mais de 20 países, abrangendo quatro continentes, a empresa está investindo na abertura de novos mercados na Índia e na China, duas das maiores potências econômicas mundiais, e em produtos voltados à sustentabilidade. “A Noko Química está constantemente investindo em novas tecnologias aliadas às principais tendências mundiais. Hoje, o cenário do mercado de exportação de químicos demanda um foco importante em produção e desenvolvimento sustentável, e com produtos que colaboram com a preservação do meio ambiente”, enfatiza a diretora Marina Schüler, que administra a empresa ao lado de Ivo Schüler. A Noko Química, que completará 35 anos em 2025, conta com certificação ISO 9001 e homologação de produtos no Zero Discharge of Hazardous Chemicals (ZDHC).

Representaram a Noko Química na cerimônia de premiação a diretora administrativa Marina Borel Schüler, a gerente de marketing Sandra Borel Schüler, o gerente de exportação Evandro Breitenbach, o agente de exportação Osmar Graff, o técnico Ricardo Peres, o gerente financeiro Nadir Ternus, o gerente de produção Gustavo Martinelli Dalla Rosa e o coordenador de produção Leandro Ricardo da Silva.

Foto: Gustavo Henemann/Agência Akyma/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2024 0 Comentários 781 Visualizações
Business

Indústria gaúcha se recupera parcialmente de perdas das enchentes

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria gaúcha teve um crescimento de 9,9% em junho, recuperando parcialmente a perda de 11,6% registrada em maio, durante as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (8) em pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, avalia que o setor industrial já encarava situação difícil antes mesmo da calamidade e que ela gerou um agravamento. “Agora, além dos danos mais duradouros causados pelas enchentes, sofremos ainda com o cenário econômico doméstico, carregado de incerteza com relação à política fiscal, e que piorou a partir da interrupção no ciclo de redução dos juros e com a instabilidade cambial. Isso dificulta a recuperação das empresas e, como consequência, nos prejudica na tentativa de reconstrução imediata do Rio Grande do Sul”, pontua Bier.

Detalhes dos resultados

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) da Fiergs mostra que, tal qual no mês anterior, a atividade industrial em junho foi impactada pelos componentes ‘faturamento real’ e ‘compras industriais’. Estes cresceram, respectivamente, 14,2% e 37,7%, após caírem, na mesma ordem, 19% e 29,9%, em maio. Na mesma base de comparação, a indústria gaúcha utilizou 81% de sua capacidade instalada (UCI) em junho, um aumento de 5% sobre maio. As horas trabalhadas na produção cresceram 1,4% após queda de 1,6% no mês anterior. O emprego ficou praticamente estável, com queda de apenas 0,1%, e a massa salarial real recuou 2%.

Na comparação anual com junho de 2023, os resultados são predominantemente negativos. O IDI-RS recuou 1,6%, com quatro dos seis componentes em queda, com destaque para o faturamento real que caiu 4,5% e para as compras industriais, que reduziram 4,2%. Junho de 2024, todavia, teve um dia útil a menos do que o mesmo mês de 2023, 20 ante 21.

Analisados os primeiros semestres de 2024 e de 2023, o IDI-RS teve uma queda de 3,4%. Entre os indicadores que o compõem, mais uma vez o faturamento real e as compras industriais se destacaram como as perdas mais intensas no acumulado de janeiro a junho, 5,8% e 9,5%, respectivamente. Também sofreram recuo as horas trabalhadas na produção (-3,3%) e o emprego (-1,5%), enquanto aumentaram a UCI (0,6%) e a massa salarial real (3,2%).

Em 12 dos 16 segmentos incluídos na pesquisa de junho da Fiergs, o cenário ficou negativo, com o nível de atividade tendo recuado na comparação entre o primeiro semestre de 2024 e o de 2023. A queda mais impactante foi a de Máquinas e equipamentos, com redução de 14,4%. Outras participações negativas em destaque foram de Couros e calçados, redução de 4,8%, de Alimentos, queda de 1,9%, e de Equipamentos de informática e eletrônicos, com recuo de 10,6%. Já entre os quatro segmentos ­com crescimento na atividade industrial no ano, o de Veículos automotores forneceu a maior contribuição positiva, subindo 9,4%, e o de Móveis também teve destaque, com crescimento de 6,4%.

Os detalhes da pesquisa completa podem ser conferidos em observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 353 Visualizações
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