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enchentes

Cidades

Batimetria mede profundidade dos rios gaúchos para reforçar alertas de enchentes

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

O trabalho de batimetria para medir a profundidade dos principais rios do Rio Grande do Sul começou nesta segunda-feira (7), com a primeira medição realizada no Rio Taquari, em Triunfo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A ação, coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), busca identificar pontos críticos de acúmulo de sedimentos e alterações no leito após eventos extremos, como as enchentes de 2024, e vai cobrir 2.589 quilômetros em até 180 dias.

O levantamento integra o Eixo 2 do Programa de Desassoreamento do Rio Grande do Sul (Desassorear RS), que investirá R$ 45,9 milhões em rios de grande porte. De acordo com a Secretaria, os dados vão subsidiar decisões técnicas sobre futuras intervenções e aprimorar a modelagem hidrodinâmica utilizada nos sistemas de alerta de inundação.

O trabalho é realizado por quatro empresas contratadas após ordem de início assinada em 30 de maio. Conforme explicou o engenheiro Diego Silva, da Profill Engenharia, responsável pelo trecho Taquari-Antas, o levantamento emprega sonar e geolocalização. “À medida que o barco se desloca, o dispositivo vai emitindo um sinal sonoro que bate no fundo e volta para o equipamento. Pela velocidade desse retorno é que se determina a profundidade. Fazendo diversas coletas na mesma linha, vamos obter o que se chama seção batimétrica”, destacou Silva.

A medição também ocorre no trecho seco das margens, com uso de antena GNSS carregada a pé ou drones com laser. O resultado fornece a topografia completa das margens, essencial para prever áreas de alagamento.

Trabalhos começaram nesta segunda-feira

Levantamento começa pelo Taquari

Na primeira medição, feita próximo ao clube náutico Ygara, a cerca de um quilômetro da foz com o Rio Jacuí, foi registrado um ponto com 13 metros de profundidade. Ao todo, serão vistoriadas áreas prioritárias em quatro regiões: Taquari, Guaíba, Baixo Jacuí e o bloco Metropolitano (Caí, Sinos e Gravataí).

Rio Taquari, próximo à foz com o Jacuí, foi o primeiro a receber a batimetria

O analista de infraestrutura da Sema e doutor em Geociências, Fernando Scotta, afirmou que o estudo vai ampliar a capacidade de resposta do estado. “Essa coleta é um salto para o desenvolvimento do Estado. Vamos ter um levantamento sistemático por todo o território e permitir que os dados estejam disponíveis e uniformizados para o acesso geral. Isso vai dar agilidade para as empresas e universidades que vão rodar os modelos hidrodinâmicos com insumos já prontos”, destacou Scotta.

Periodicidade das medições

As seções são realizadas de acordo com o risco de cada área. Próximo a zonas urbanas, ocorrem a cada 200 metros; em áreas intermediárias, a cada 500 metros; e nas de menor risco, a cada mil metros. Os pontos foram definidos por estudos da Sema em parceria com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFRGS).

No Guaíba, o levantamento começará nesta quarta-feira, 9 de julho. A região já passa por batimetrias periódicas feitas por empresas de navegação para manter a profundidade segura. Nesses casos, os sedimentos são apenas removidos de local, sem retirada do lago.

Informação essencial para ribeirinhos

A dona de casa Júlia Terezinha Silva da Fonseca, moradora de Triunfo, relatou que a precisão dos alertas é vital para a segurança da família. “Agora, cada vez que chega um aviso da Defesa Civil no celular, eu corro para avisá-lo. Ele trabalha como guarda e nem sempre está perto do telefone. No ano passado, a gente nem ficou sabendo que vinha a enchente e quando vimos a água tomou conta de tudo. Não deu tempo de fazer nada, ele saiu de casa só com a roupa do corpo e os documentos”, contou Júlia.

Júlia Terezinha Silva da Fonseca aguarda benefícios da batimetria

Prazos e entrega dos dados

A previsão é que os primeiros resultados sejam entregues em dois meses, com metade da área já analisada. O cronograma geral estima conclusão total em até 180 dias.

Fotos: Luís André e Anderson Machado/Secom-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 1 Comentário 448 Visualizações
Cidades

SGB lança sistema para monitorar bacia do Guaíba

Por Jonathan da Silva 07/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) lançou o Sistema de Alerta Hidrológico do Guaíba (SAH Guaíba), que já está integrado ao Sistema de Alerta de Cheias (Sace), em operação desde 2012. A nova plataforma foi criada para fortalecer o monitoramento hidrológico da bacia do Guaíba e aprimorar a gestão de riscos após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024.

O Sace reúne dados produzidos pelos 18 sistemas de alerta operados pelo SGB, incluindo informações em tempo real sobre níveis de rios e previsões hidrológicas. De acordo com a chefe do Departamento de Hidrologia do SGB, Andréa Germano, todas as etapas — desde a instalação e manutenção dos equipamentos até a modelagem e geração de previsões — estão sob responsabilidade direta das equipes técnicas do órgão. “O processo está sob controle direto e exclusivo das equipes técnicas do SGB”, afirmou Andréa, que ainda destacou que a plataforma é um pilar essencial para a gestão de riscos, oferecendo dados confiáveis à sociedade, instituições públicas e órgãos de defesa civil.

Parceria e investimento

O SAH Guaíba foi desenvolvido em parceria com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O sistema é fruto de um Termo de Execução Descentralizada (TED) no valor de R$ 2.074.390,38, financiado com recursos de ação emergencial pós-enchente. O plano de trabalho do TED tem duração de dois anos, com entregas parciais durante o período.

O monitoramento já disponibiliza previsões de nível para a estação da Usina do Gasômetro, produzidas pelo grupo de pesquisa Hidrologia de Grande Escala (HGE) do IPH/UFRGS.

Próximos aprimoramentos

Nos próximos meses, o sistema deve incorporar modelos hidrodinâmicos de previsão, utilizar dados meteorológicos para ampliar o horizonte das estimativas e expandir a rede telemétrica de monitoramento. Também está prevista a atualização da plataforma SACE, com melhorias na apresentação e visualização das informações.

O SGB atua na gestão, operação e financiamento do projeto e mantém regime de plantão 24 horas para monitoramento e manutenção dos equipamentos.

Foto: Isac Nóbrega/Agência Brasil/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2025 0 Comentários 372 Visualizações
Política

Entidades lançam manifesto cobrando desassoreamento urgente no RS

Por Jonathan da Silva 30/06/2025
Por Jonathan da Silva

As federações que representam a indústria, o comércio e a agricultura do Rio Grande do Sul apresentaram nesta sexta-feira (27) um manifesto ao governador Eduardo Leite (PSD) solicitando a adoção imediata de medidas para o desassoreamento de rios e canais do estado, além da construção e manutenção de obras de contenção. O documento foi assinado pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Affonso Amoretti Bier; pelo presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Luiz Carlos Bohn; e pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira.

No texto, as entidades afirmam que o assoreamento já comprometia a navegação e a segurança hídrica antes mesmo das enchentes de 2024 e que o acúmulo de sedimentos reduziu ainda mais a vazão dos rios, dificultando o escoamento das águas. “Reparar a capacidade dos rios de cumprir sua função mais básica — transportar água — é urgente. É também estratégico: a economia do Rio Grande do Sul precisa de rios navegáveis, rios vivos, rios desobstruídos”, apontam os signatários.

O manifesto defende que o desassoreamento seja transformado em política pública permanente, com planos técnicos regionais, participação comunitária e prioridade para construção e manutenção de diques e demais estruturas de contenção. As federações solicitam que os processos de contratação das empresas responsáveis pelo trabalho sejam acelerados, já que, segundo o documento, as projeções atuais indicam que as obras só teriam início dois anos após as enchentes. “Não estamos falando apenas de dragar rios. Estamos falando de garantir o futuro do nosso estado. De proteger vidas. De manter o Rio Grande do Sul navegável, produtivo e resiliente”, finaliza o manifesto.

Foto: Wirestock/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
30/06/2025 0 Comentários 508 Visualizações
Cidades

Governo estadual divulga orientações para proteção de animais durante enchentes

Por Jonathan da Silva 20/06/2025
Por Jonathan da Silva

O governo do Rio Grande do Sul emitiu nesta quarta-feira (18) uma orientação emergencial aos municípios para garantir o resgate, manejo e acolhimento de animais domésticos e silvestres nas áreas afetadas pelas chuvas e inundações. A medida é coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e visa minimizar os impactos ambientais e proteger a saúde pública.

De acordo com a secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, Marjorie Kauffmann, a iniciativa busca garantir que os animais, sejam domésticos, silvestres ou de produção, sejam incluídos no atendimento durante os desastres. “Essa iniciativa demonstra a proatividade do governo do Rio Grande do Sul para proteger os animais durante desastres naturais, diante dos efeitos cada vez mais frequentes da crise climática, reconhecendo que os animais domésticos, silvestres ou de produção também são vítimas”, afirma a titular da pasta.

O documento elaborado pela equipe técnica do Departamento de Biodiversidade da Sema inclui medidas como levantamento populacional das espécies em risco, estruturação de abrigos seguros com separação por categorias, fornecimento de insumos e medicamentos, além da gestão adequada de resíduos e da proteção das equipes de resgate.

Para os animais de produção, como bovinos, equinos e ovinos, os procedimentos são orientados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

Apoio aos municípios e contatos emergenciais

Segundo a diretora do Departamento de Biodiversidade da Sema, Cátia Gonçalves, o material foi desenvolvido para atender de forma rápida e prática as situações de emergência. “Esse material foi pensado para ser direto, útil e aplicável, ajudando a salvar vidas e a reduzir riscos tanto para os animais quanto para as equipes envolvidas”, explica Cátia.

A orientação destaca que os municípios, mesmo sem planos específicos, podem seguir os protocolos sugeridos. A atuação conjunta entre Defesa Civil, secretarias municipais e redes de apoio é considerada fundamental.

Para suporte técnico, a Sema disponibiliza os seguintes canais emergenciais via WhatsApp:

  • Divisão de Políticas Públicas para Animais: (51) 98445-7747

  • Divisão de Fauna: (51) 98593-1288

As mensagens devem ser encaminhadas, preferencialmente, por um ponto focal nomeado pela prefeitura, contendo nome do município, nome completo do responsável, cargo, formação técnica e uma descrição resumida da demanda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2025 0 Comentários 319 Visualizações
Cidades

Governo estadual firma convênio com 39 municípios para recuperar estradas rurais

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

O governo gaúcho assinou, nesta segunda-feira (16), convênios com mais 39 municípios para obras de recuperação de estradas rurais danificadas pelas enchentes de maio de 2024. A medida faz parte do programa estadual de recuperação de estradas vicinais, voltado a municípios em situação de emergência. O ato de anúncio ocorreu no auditório da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Porto Alegre, com a presença do secretário da pasta, Edivilson Brum.

Os recursos são repassados por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs) e totalizam quase R$ 107 milhões. Cada município poderá receber até R$ 300 mil. Com a assinatura dos novos convênios, 174 cidades das 356 inscritas no edital já foram contempladas. Os demais municípios seguem com a tramitação dos processos para posterior formalização.

As prefeituras beneficiadas enviaram projetos para recuperação da infraestrutura rural, o que inclui contratação de horas-máquinas para equipamentos como trator de esteira, escavadeira hidráulica, retroescavadeira, motoniveladora, pá carregadeira e caminhão prancha, além da aquisição de insumos como brita, saibro e cascalho.

Impacto local

O secretário Edivilson Brum agradeceu a presença dos gestores e orientou os prefeitos sobre o uso eficiente dos recursos. “Os recursos sejam aplicados com muita eficiência para que as melhorias cheguem aos nossos produtores rurais”, afirmou o titular da pasta.

Brum também mencionou o acompanhamento do programa por parte do governador Eduardo Leite (PSD) e do vice-governador Gabriel Souza (MDB), e divulgou o Programa Irriga+ RS. “O produtor rural ao acessar e enviar projeto de irrigação, o governo do Estado garante, por meio de uma subvenção, 20% do valor do projeto, limitado ao teto de R$ 100 mil por beneficiário”, explicou o secretário.

O prefeito de Canela, Gilberto Cezar (PSDB), destacou o alcance da medida. “Este recurso vem em boa hora, porque depois das enchentes nós tivemos muitos percalços no interior do município. Vai atingir entre quatro e cinco mil pessoas, sendo várias propriedades beneficiadas”, pontuou o chefe do executivo canelense.

Plano Rio Grande

As ações fazem parte do Plano Rio Grande, programa lançado pelo governo estadual durante a Expointer de 2023. A iniciativa tem como objetivo reconstruir o Rio Grande do Sul e preparar o estado para enfrentar futuros eventos climáticos. A estrutura do plano inclui o Conselho do Plano Rio Grande, formado por 182 representantes do poder público e da sociedade civil, incluindo pessoas atingidas pelas enchentes, além do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, com atribuições consultivas e propositivas.

Foto: Ascom Seapi/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 306 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo receberá R$ 5 milhões do estado para construção de ginásio multiuso

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo receberá R$ 5 milhões do Governo do Estado para a construção de um ginásio multiuso voltado ao apoio humanitário. O anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira (16) pelo prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), e pelo secretário estadual de Esporte e Lazer, Juliano Franczak, o popular Gaúcho da Geral, durante encontro no Centro Administrativo Leopoldo Petry. O recurso faz parte do Plano Rio Grande, que prevê aproximadamente R$ 55 milhões para 15 municípios afetados pelas enchentes de maio de 2024.

A nova estrutura será utilizada especialmente para abrigar famílias que sofrerem perdas em situações de catástrofes climáticas. Além disso, o espaço poderá receber eventos esportivos de diferentes níveis, incluindo atividades escolares, amadoras e até profissionais. O ginásio terá quadra com medidas oficiais de 20 por 40 metros e fará parte da Rede de Ginásios Multiuso para Apoio Humanitário. A definição do local de construção será feita pelo Município nas próximas semanas.

Prevenção em foco

O prefeito Finck expressou felicidade pelo investimento. “Estamos muito felizes com essa sinalização do governo gaúcho para investimento em nossa cidade. Desde o início do ano, fortalecemos os movimentos para o restabelecimento do dique do bairro Santo Afonso e, agora, teremos um espaço pensado para as pessoas que precisarem. Agradeço a presença do secretário estadual para que possamos, juntos, trabalhar para a nossa gente”, comentou o chefe do executivo hamburguense.

O secretário Franczak, por sua vez, ressaltou o objetivo do governo estadual de prevenção a tragédias climáticas. “Essa iniciativa representa um passo gigantesco do Governo do Estado na garantia de mais qualidade de vida e segurança para as comunidades gaúchas, reforçando o nosso compromisso com a proteção e o bem-estar de todos”, pontuou o Gaúcho da Geral.

Também participaram da reunião de anúncio o diretor de Esporte da Secretaria de Esporte e Lazer, Rafael Lucas, e o diretor-geral de Projetos e Captação de Recursos da Secretaria de Gestão, Governança e Desburocratização, Bruno Vedooto.

Foto: Eduardo Jenisch/ALRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 290 Visualizações
Cidades

Defesa Civil atualiza alerta de risco hidrológico para regiões do RS

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um novo aviso hidrológico com vigência de 17 a 20 de junho, indicando risco de elevação nos níveis dos rios em praticamente todo o estado. O alerta é consequência das chuvas intensas registradas nos dias mais recentes e da previsão de novos acumulados significativos, especialmente no centro e na metade oeste do território gaúcho.

Segundo o comunicado do órgão, os rios apresentam tendência de elevação com limiares variando entre normalidade e cota de alerta. O rio Ibirapuitã, em Alegrete, já atingiu cota de inundação. As áreas destacadas em amarelo e laranja no mapa hidrológico oficial estão sob condições de atenção e alerta, respectivamente, devido à possibilidade de alagamentos em perímetros urbanos e enxurradas provocadas por chuvas intensas. Também há risco de cheias e inundações em arroios e pequenos rios sem monitoramento, além da elevação de rios maiores, com níveis variando entre normal e atenção.

Mapa de situação hidrológica da Defesa Civil do RS

Cidades com risco de inundação

  • Rio Ibirapuitã, em Alegrete
  • Rio Ibicuí, em Manoel Viana
  • Rio Santa Maria, em Rosário do Sul
  • Rio Vacacaí, em São Gabriel
  • Rio São Sepé
  • Rio Jacuí, em Cachoeira do Sul e Rio Pardo

A elevação nesses rios é atribuída aos altos volumes de chuva acumulados em suas bacias hidrográficas.

Possibilidade de deslizamentos

Além dos riscos hidrológicos, a Defesa Civil também alerta para a possibilidade de movimentos de massa (deslizamentos) em áreas vulneráveis nas regiões afetadas, o que amplia a necessidade de monitoramento e atenção por parte da população e autoridades locais.

O aviso faz parte da atuação do Governo do Estado e integra as ações do Plano Rio Grande.

Fotos: Freepik/Reprodução e Defesa Civil do Rio Grande do Sul/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 449 Visualizações
Cidades

Defesa Civil gaúcha alerta para temporais e risco de alagamentos até quinta

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul alertou nesta segunda-feira (16) para a ocorrência de chuvas fortes, volumosas e persistentes até quinta-feira, 19 de junho, em grande parte do estado. O órgão prevê instabilidades com raios, temporais isolados, queda de granizo e rajadas de vento em diversas regiões. A medida visa orientar a população sobre os riscos de alagamentos urbanos, enxurradas e inundações, especialmente em locais com histórico de ocorrências.

Para alinhar a resposta à previsão, a Defesa Civil estadual realizou uma reunião com seu efetivo e forças de resposta ainda na segunda-feira. A articulação com os municípios tem como objetivo reforçar a ativação de Planos de Contingência e implementar medidas preventivas. Os alertas atualizados estão disponíveis no site da instituição.

Chuvas intensas e vento forte

A partir da tarde de segunda-feira (16), uma região de baixa pressão combinada com umidade vinda do Norte do país favorece a formação de chuvas moderadas a fortes nas regiões Oeste, Missões, Campanha e parte do Centro, com acumulados entre 40 e 90 mm/dia. Na Costa Doce e Sul, os volumes devem ficar abaixo de 40 mm/dia. As rajadas de vento podem alcançar entre 60 e 80 km/h na metade norte do estado.

Na terça-feira, dia 17, as chuvas devem se intensificar em quase todo o Rio Grande do Sul, com possibilidade de raios, granizo e ventos de até 90 km/h em áreas isoladas. Os volumes diários podem atingir 90 mm nas Missões, Oeste, Centro, Noroeste e Vale do Rio Pardo. Já no Sul, Costa Doce, Vales, Região Metropolitana, Litoral Médio e Campanha, os volumes previstos ficam entre 40 e 80 mm/dia.

Persistência até quinta-feira

A quarta-feira, 18 de junho, será marcada por chuva intensa e contínua, com rajadas de vento de 50 a 80 km/h. Os volumes devem alcançar 120 mm/dia no Noroeste, Missões, parte do Centro e Vale do Rio Pardo, e variar entre 40 e 90 mm/dia na Costa Doce, Região Metropolitana, Litoral Médio e Litoral Norte. Nas demais regiões, os acumulados devem ficar abaixo de 40 mm/dia.

Na quinta-feira, dia 19, a instabilidade continua com menor intensidade, e os acumulados devem permanecer abaixo de 30 mm/dia na maioria das áreas. No entanto, na região norte, os volumes podem chegar a 100 mm/dia, acompanhados de raios e chuvas contínuas.

Risco de enchentes e elevação de rios

Segundo a Defesa Civil, os acumulados previstos até o fim do período devem variar entre 160 e 250 mm no Oeste, Missões, Noroeste, Centro, Campanha e Sudeste. Na Costa Doce, Litoral Médio, Vales e Região Metropolitana, os volumes estimados ficam entre 100 e 150 mm. Nas áreas de fronteira com o Uruguai, Sul e Nordeste, os índices devem variar de 40 a 100 mm.

A partir de quarta-feira, dia 18, há risco de transbordamento dos rios Ibirapuitã (em Alegrete), Santa Maria (em Rosário do Sul) e Jacuí (em Cachoeira do Sul), além de possibilidade de enchentes em arroios e pequenos rios sem monitoramento.

Cores de alerta e orientações

A Defesa Civil estadual adota um sistema de cores para indicar o nível de gravidade das situações:

  • Verde: normalidade
  • Amarelo: alerta moderado
  • Laranja: alerta alto
  • Vermelho: alerta muito alto
  • Roxo: ação imediata

As orientações variam de acordo com o grau de risco. Em alertas amarelos, a recomendação é acompanhar os canais oficiais e verificar a situação local. Em casos laranja, a população deve considerar ajustar rotinas e preparar kits de emergência. Nos níveis vermelho e roxo, a orientação é buscar abrigo imediatamente e deixar áreas de risco, evitando transitar por locais alagados.

A Defesa Civil reforça que a colaboração dos moradores é essencial, especialmente com atenção a sinais de deslizamentos, entupimentos de bueiros, segurança de telhados e árvores, e cuidados com animais domésticos. As instruções completas e atualizadas estão disponíveis nos canais oficiais do órgão e das prefeituras.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 337 Visualizações
Variedades

Novo livro de Ana Luiza Panyagua Etchalus propõe soluções para conflitos pós-enchente

Por Jonathan da Silva 06/06/2025
Por Jonathan da Silva

A advogada e mediadora de conflitos Ana Luiza Panyagua Etchalus está lançando o livro “Desastre, e agora? – Reflexões de uma advogada integrativa”, obra que discute os impactos do trauma individual e coletivo após desastres e propõe estratégias para a resolução de conflitos. O lançamento ocorre cerca de um ano após as enchentes de maio de 2024 no Rio Grande do Sul, inspiraram o conteúdo da publicação. A autora atuou como voluntária no abrigo emergencial do Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, onde iniciou a aplicação de ferramentas de mediação baseadas no Direito Integrativo.

De acordo com Ana Luiza, o projeto de mediação foi implementado já no terceiro dia de sua atuação no abrigo. A proposta buscou prevenir e conter situações de conflito em um ambiente de crise. “Em uma situação de desastre, especialmente no âmbito do abrigo, minha função foi muito mais de acolhimento, escuta e facilitação de diálogos para a contenção de situações conflitivas”, afirma a escritora.

A abordagem adotada se baseia no chamado Direito Integrativo, uma linha de atuação jurídica que envolve acolhimento emocional, escuta ativa e recursos terapêuticos para auxiliar decisões em contextos de alta vulnerabilidade. A autora também é especialista em Psicologia Jurídica e pós-graduanda em Neurociências, Psicologia Positiva e Mindfulness.

Trauma e reconstrução

O livro analisa como o trauma pode afetar de forma distinta pessoas que passaram por um mesmo evento. “Todo o processo de análise no momento de trauma fica prejudicado porque a emoção e o cérebro estão afetados e, consequentemente, o processo cognitivo também”, explica Ana Luiza.

A autora ressalta que os efeitos das tragédias não se encerram com o fim do evento. “Um desastre tem um início, um meio, mas parece que ele não tem fim. Ele vai sempre estar na memória da comunidade afetada, na nossa memória histórica”, relata a advogada.

Ana Luiza destaca ainda a importância de ações planejadas e de prevenção. “O desastre exige movimento, proatividade e, ao mesmo tempo, cautela, cuidado e muita humildade. Se não extraímos lições, reflexões e se não organizamos a prevenção, corremos o risco de não termos aprendido nenhuma lição”, afirma a escritora.

Apoio psicológico e terapias alternativas

A obra também aborda a importância de apoio psicológico qualificado após desastres, incluindo o uso de práticas como o mindfulness, voltadas ao foco e à atenção plena. Segundo Ana Luiza, muitas vítimas não reconhecem sintomas de trauma e precisam ser informadas sobre os recursos disponíveis. “É fundamental informar e falar abertamente sobre o tema”, afirma a escritora.

A autora desenvolveu o projeto SOS Conflitos RS, iniciativa de apoio em contextos de crise que agora integra a organização internacional Mediators Beyond Borders International (MBBI). A parceria permitiu o desenvolvimento de treinamentos e capacitações para lidar com conflitos em desastres.

Lançamentos e disponibilidade

O livro será lançado em dois eventos em Porto Alegre: um coquetel para convidados e imprensa no dia 17 de junho, no restaurante Baumbach, e uma sessão de autógrafos aberta ao público no dia 1º de julho, às 19h, na Livraria Paisagem, no Shopping Moinhos. “Desastre, e agora?” já está disponível por R$ 60,00 no site da EMais Editora e por R$ 69,00 na Livraria Paisagem.

Quem é Ana Luiza Panyagua Etchalus

Ana Luiza Panyagua Etchalus é advogada graduada pela PUC-RS, mestre em Direito do Comércio Internacional pela Universidade do País Basco (Espanha), especialista em Psicologia Jurídica pela IMED, pós-graduanda em Neurociências, Psicologia Positiva e Mindfulness pela PUC do Paraná e mediadora certificada por instituições nacionais e internacionais. É também membro dos Mediators Beyond Borders International.

Foto: Daniele Locatelli/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2025 0 Comentários 629 Visualizações
Cultura

Exposição sobre impactos da enchente será tema de encontro cultural em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa CDL promove na próxima quinta-feira, dia 5 de junho, um encontro cultural com visita guiada e conversa aberta sobre a exposição Processos, que aborda os impactos da enchente de 2024 por meio da arte. O evento terá início às 17h, na sede da Casa CDL, em Novo Hamburgo.

A programação inicia com uma visita guiada conduzida pela curadora, a arquiteta e historiadora da arte Nilza Colombo. Às 18h, ocorre uma conversa com os artistas Dione Veiga Vieira, Flávio Dutra e Mariella Horianskï, que discutem suas poéticas, além de temas como as crises climáticas e formas de atuação por meio da arte.

A atividade é gratuita e faz parte da proposta da Casa CDL de promover encontros que integrem cultura, arte e reflexão social.

A exposição

A mostra Processos reúne obras que atravessam diferentes linguagens visuais e trajetórias artísticas. Segundo a curadora Nilza Colombo, a proposta é oferecer uma experiência expositiva que “desperta o corpo e a percepção em contato com o entorno social e ambiental”.

Quem são os artistas

  • Dione Veiga Vieira – Artista porto-alegrense com quatro décadas de trajetória, trabalha com pintura, escultura, fotografia, performance e vídeo, abordando temas relacionados à natureza, ao corpo e à materialidade.
  • Mariella Horianskï – Artista argentina radicada em Porto Alegre, desenvolve uma produção pictórica com foco em ressignificar o olhar sobre o mundo.
  • Flávio Fontana Dutra – Fotógrafo, jornalista e professor, conecta arte e comunicação com uma abordagem crítica da imagem, a partir de sua experiência acadêmica e no jornalismo.

Quem é a curadora

Nilza Colombo é arquiteta, historiadora da arte e professora universitária. Sua atuação curatorial foca nas relações entre arte e espaço, promovendo reflexões a partir da interação dos visitantes com o ambiente social e ambiental.

Serviço

  • O quê: Encontro Cultural com visita guiada e roda de conversa sobre a exposição Processos
  • Quando: 5 de junho (quinta-feira), a partir das 17h
  • Onde: Casa CDL (R. Domingos de Almeida, 718 – Centro, Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 329 Visualizações
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