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Tag:

enchentes

Política

Na Estônia, vice-governador do RS expõe tecnologia usada para agilizar resposta às cheias

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

Em missão oficial na Estônia, o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB), apresentou nesta quinta-feira (29) as ações emergenciais adotadas pelo governo estadual durante as enchentes de 2024. O destaque foi a tecnologia desenvolvida por equipes do estado para identificar rapidamente as áreas e pessoas afetadas, permitindo o repasse de ajuda financeira em tempo recorde. A apresentação ocorreu durante a 11ª edição da e-Governance Conference, em Tallinn, evento internacional voltado à transformação digital no setor público.

A principal ferramenta apresentada foi o Mapa Único do Plano Rio Grande (MUP RS), sistema desenvolvido pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), que cruzou dados de diversas fontes para mapear com precisão as áreas atingidas por enchentes em abril e maio de 2024. O sistema usou imagens de satélite, análise de topografia e hidrografia para identificar ruas, residências, empresas e equipamentos públicos diretamente afetados. “O MUP RS permitiu que, em apenas 15 dias, conseguíssemos chegar até quem mais precisava. Não foi necessário esperar que as pessoas pedissem ajuda — nós já sabíamos quem eram as vítimas e fomos diretamente até elas”, explicou o vice-governador durante o painel.

Tecnologia que antecipa ações e garante agilidade

Com base no cruzamento dos dados do MUP RS com o Cadastro Único (CadÚnico), o governo estadual repassou cerca de R$ 900 milhões em ajuda financeira a mais de 170 mil famílias. Só o programa Volta Por Cima atendeu 100 mil famílias com um auxílio emergencial de R$ 2,5 mil. “Não houve necessidade de solicitação formal, o sistema já sabia quem precisava de ajuda”, reforçou Gabriel Souza.

Além disso, foram utilizados programas como SOS Rio Grande do Sul, que arrecadou R$ 140 milhões em doações, MEI RS Calamidades, com recursos para pequenos empreendedores, e o Pronampe Gaúcho, crédito subsidiado via Banrisul para empresas afetadas. Houve também o investimento de meio bilhão de reais em moradias, por meio da Estratégia Integrada de Habitação.

Plano Rio Grande: política de estado e reconstrução

Durante sua participação no evento, Souza também apresentou o Plano Rio Grande, uma política de Estado que articula medidas de curto, médio e longo prazo para reconstrução e adaptação às mudanças climáticas. “Trata-se de um plano estruturado para lidar com a crise climática atual e preparar a sociedade para futuras emergências. Ele nos guia em cinco eixos: preparação, resposta, recuperação, diagnóstico e resiliência”, explicou o vice-governador.

Coordenado pelo governador Eduardo Leite (PSD) e pelo próprio Gabriel Souza, o plano envolve mais de 40 especialistas e contempla o maior investimento público da história do estado: cerca de R$ 7,3 bilhões. O modelo de governança inclui o Conselho do Plano Rio Grande, presidido por Souza, que atua por meio de câmaras temáticas organizadas por áreas como saúde, meio ambiente, infraestrutura e desenvolvimento social.

Reconhecimento internacional do uso de tecnologia pública

A participação do vice-governador na e-Governance Conference reforça a visibilidade internacional que o Rio Grande do Sul vem ganhando pelo uso inovador de tecnologia e dados na gestão pública. O MUP RS é exemplo de como ferramentas digitais, aliadas a políticas públicas eficazes, podem fazer a diferença na resposta a crises e na construção de um estado mais resiliente. “Estamos colocando a tecnologia a serviço das pessoas. Essa experiência mostra que governos podem ser rápidos, eficazes e humanos quando têm as ferramentas certas”, concluiu Gabriel Souza.

Foto: Rodrigo Ziebell/Ascom GVG/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 366 Visualizações
Cidades

Seminário em Porto Alegre debate ações para o pós-enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) participou, no dia 12 de maio, do seminário “Desafios e Novas Perspectivas para o Pós-Enchentes”, realizado no Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. O evento reuniu especialistas, representantes de universidades, movimentos sociais, gestores públicos e integrantes da comunidade acadêmica para discutir os desafios e as estratégias de enfrentamento dos impactos das enchentes no Rio Grande do Sul.

A participação do SGB ocorreu por meio da Superintendência Regional de Porto Alegre (Sureg/RS) e contou com a presença da chefe do Departamento de Hidrologia (Dehid), Andrea Germano; do superintendente regional da Sureg/RS, Franco Buffon; e do pesquisador em geociências, Eliel Senhorinho.

De acordo com o superintendente regional da Sureg/RS, Franco Buffon, a presença do SGB no seminário “ressalta como o trabalho técnico e científico do SGB é um pilar essencial na prevenção de desastres geo-hidrológicos e na construção de um futuro mais resiliente para o estado”.

Temas debatidos

O seminário abordou temas relacionados às mudanças climáticas, planejamento urbano sustentável, justiça social e formulação de políticas públicas voltadas à prevenção, mitigação e adaptação aos eventos extremos.

O encontro buscou promover um diálogo multidisciplinar, com foco na construção de soluções e estratégias colaborativas que fortaleçam a resiliência das cidades e da sociedade gaúcha frente aos desafios climáticos. A proposta foi discutir medidas para enfrentar os impactos das enchentes que atingiram o estado em 2024, consideradas a maior tragédia ambiental da história do Rio Grande do Sul.

Articulação entre instituições

Promovido pela Rede Gaúcha de Instituições para o Ensino Sustentável (Regies), o evento também reforçou a importância da atuação conjunta entre instituições, governos e sociedade civil na redução de riscos de desastres, na segurança da população e na preservação ambiental.

Foto: SGB/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 317 Visualizações
Variedades

Fundação O Pão dos Pobres entrega nova infraestrutura de TI um ano após enchentes

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

Um ano após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, a Fundação O Pão dos Pobres, localizada em Porto Alegre, concluiu a primeira fase de sua nova infraestrutura de tecnologia da informação (TI) e laboratórios de informática. A entrega realizada neste mês de maio faz parte de um processo de reestruturação que visa qualificar o atendimento a crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade, por meio de ferramentas educacionais e tecnológicas.

Foram instalados mais de 200 novos pontos lógicos e elétricos, novos servidores foram adquiridos e a área de TI foi transferida para um local mais elevado, garantindo maior segurança. Os laboratórios de informática foram reformados e passaram a contar com computadores e monitores modernos. Esses espaços são usados nos cursos oferecidos pela instituição, como assistente administrativo, gastronomia e mecânica.

De acordo com o gestor da Fundação O Pão dos Pobres, João Rocha, “a tecnologia não é apenas um diferencial, mas um instrumento essencial para capacitar e preparar para o mercado de trabalho”.

A nova estrutura foi viabilizada com o apoio de empresas, entidades e doadores individuais. Segundo o gestor administrativo da Fundação, José Marcolan, “vale destacar que essa iniciativa está inserida a um projeto de Inovação e Responsabilidade Social da Fundação, que ainda vai trazer novas salas para o HUB. Mas já temos muito o que comemorar já nessa primeira fase. Que conecta juventude, setor empresarial e comunidades em um ecossistema de desenvolvimento sustentável”.

Projeto arquitetônico mobiliza voluntários e amplia estrutura

A iniciativa também integra o projeto “Um Pão para Partilhar”, desenvolvido com o apoio do arquiteto Alcimir Richter e um grupo de profissionais voluntários. A proposta envolve a adoção de ambientes da instituição por estúdios e times de arquitetos, que projetam espaços mais acolhedores e qualificados para os jovens.

Empresas como a Gerdau participaram da execução do projeto, com a doação de materiais para a construção de um mezanino. A ampliação da estrutura prevê a criação de 14 novas salas para aulas teóricas e práticas, além de ambientes de convivência. A previsão é de que o Hub de Inovação e Responsabilidade Social esteja concluído até o final de 2026.

Quando finalizada, a nova estrutura irá apoiar a promoção de práticas de ESG (ambiental, social e de governança), cooperativismo, empreendedorismo e educação profissional. A meta é oferecer aos jovens formação de qualidade e oportunidades reais de inserção no mercado de trabalho.

Atendimento a mais de 1.400 crianças e jovens

Com 130 anos de atuação, a Fundação O Pão dos Pobres atende atualmente mais de 1.400 crianças, adolescentes e jovens por meio de cursos profissionalizantes, acolhimento institucional e atividades de educação integral. A instituição oferece 15 cursos para adolescentes a partir de 14 anos e mantém oito casas de acolhimento com capacidade para 160 crianças e adolescentes, que recebem suporte psicossocial, moradia e alimentação.

A Fundação reforça que o Hub de Inovação e Responsabilidade Social visa consolidar seu compromisso com a formação e o protagonismo juvenil, ao conectar jovens a empresas e criar um ambiente que favorece o desenvolvimento de ideias, negócios e relações sustentáveis.

Como ajudar a Fundação O Pão dos Pobres

Interessados em apoiar a Fundação O Pão dos Pobres podem realizar doações via Pix utilizando a chave e-mail [email protected] ou a chave CNPJ 92.666.015/0001-01. Mais detalhes estão disponíveis no site paodospobres.org.br e podem ser obtidos pelo e-mail [email protected]. Empresas interessadas em integrar projetos de impacto social e ESG podem entrar em contato com a instituição para conhecer as oportunidades de parceria.

Foto: Edith Auler/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 388 Visualizações
Cidades

Feevale promove debate sobre impactos das enchentes de 2024 e reconstrução

Por Jonathan da Silva 23/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará, no próximo dia 5 de junho, o evento gratuito “Ecos do Desastre de 2024, Vozes do Presente: do caos à lenta reconstrução”, para discutir os impactos das enchentes de maio de 2024 no Rio Grande do Sul e os caminhos para a reconstrução. O encontro será a partir das 18h no Espaço Cosmos do prédio Vermelho do Câmpus II da instituição, localizado em Novo Hamburgo.

Durante o evento, pesquisadores, docentes e representantes da Defesa Civil irão tratar dos desafios enfrentados e das soluções possíveis na recuperação de áreas atingidas pelas enchentes. Entre os palestrantes confirmados estão o coordenador voluntário da Oficina Regional de Defesa Civil do Vale do Paranhana, Região das Hortênsias e Alto Sinos, Cláudio Silva da Rocha, e a pesquisadora da rede Brasileira Observatório das Metrópoles, Heleniza Avila Campos.

A ação é promovida pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, por meio do Laboratório de Vulnerabilidades, Riscos e Sociedade (LaVuRS), em parceria com a Oficina Regional de Defesa Civil do Vale do Paranhana, Região das Hortênsias e Alto Sinos.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link feev.as/ecosdodesastre. As vagas são limitadas.

Programação

  • 18h30min: Abertura oficial com Danielle Paula Martins, líder do Laboratório de Vulnerabilidades, Riscos e Sociedade (LaVuRS) da Feevale
  • 18h40min: Palestra Turvo, com Júlio César da Rosa Herbstrith, doutor em História, Teoria e Crítica da Arte e integrante do LaVuRS
  • 19h20min: Palestra RS Resiliente: diretrizes do planejamento urbano e regional para uma transição sociotécnica resiliente na Região Hidrográfica do Guaíba, com Heleniza Avila Campos, pesquisadora da rede Brasileira Observatório das Metrópoles, e Nicole Bueno Leal de Almeida, pesquisadora do grupo Território Região e Rede Urbana da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • 20h: Palestra Ações emergenciais de limpeza urbana para o restabelecimento e reconstrução pós-desastre climático de maio de 2024, em Porto Alegre/RS, com Glauber Candia Silveira, professor de Engenharia Civil e integrante do LaVuRS
  • 20h30min: Palestra Vulnerabilidade estrutural: ajustes necessários sob a ótica da reconstrução, com Cláudio Silva da Rocha, coordenador voluntário da Oficina Regional de Defesa Civil do Vale do Paranhana, Região das Hortênsias e Alto Sinos
  • 21h: Mesa-redonda com discussão entre os palestrantes e interação com o público
  • 21h40min: Encerramento com Daniela Müller de Quevedo, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Feevale e presidente da Sociedade Brasileira das Ciências Ambientais (SBCiAmb)

Serviço

  • O quê: Evento “Ecos do Desastre de 2024, Vozes do Presente: do caos à lenta reconstrução”
  • Quando: Quarta-feira, 5 de junho, a partir das 18h
  • Onde: Espaço Cosmos, prédio Vermelho, Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito (inscrições pelo link feev.as/ecosdodesastre)
Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 424 Visualizações
Política

Cisvale apresenta ações de resposta à crise climática na Marcha dos Prefeitos em Brasília

Por Jonathan da Silva 21/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) apresentou, nesta terça-feira (20), em Brasília, as ações regionais implementadas no Rio Grande do Sul em resposta aos eventos climáticos extremos ocorridos em 2024. A participação ocorreu durante a 26ª edição da Marcha dos Prefeitos, organizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), e teve como foco a atuação conjunta que originou o Comitê Pró-Clima.

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, conduziu a apresentação ao lado do vice-presidente do consórcio e prefeito de Venâncio Aires, Jarbas da Rosa (PDT), da diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, e do prefeito de Sinimbu, Wilson Molz (PSB). O município de Sinimbu foi o primeiro a ser apresentado no painel, com destaque para sua reconstrução após os desastres naturais.

Segundo o presidente do Cisvale, a participação do consórcio no evento reafirma a relevância das ações realizadas em âmbito regional. “Até agora, as apresentações e debates nos quais estivemos presentes ocorriam sempre dentro das nossas regiões e estado. Nesta tarde apresentamos tudo que foi feito para uma plateia formada por gestores de todo o país.” Becker também destacou o interesse imediato de outros participantes: “Várias pessoas pedindo contatos e informações a nosso respeito”, ponderou Gilson Becker.

Ações iniciadas em abril de 2024

Durante a apresentação, Becker relatou que as ações começaram ainda no final de abril de 2024, após o temporal que antecedeu as enchentes. Entre as medidas adotadas, foram mencionadas a coordenação da ajuda humanitária, a criação do Pix Solidário e parcerias com diversas entidades para socorrer os municípios atingidos. Esses esforços culminaram na criação do Comitê Pró-Clima.

O consórcio apresentou ainda os projetos desenvolvidos pelo comitê e as estratégias de captação de recursos voltadas à recuperação da região. De acordo com o presidente do Cisvale, “o conjunto de ações implementadas no Vale do Rio Pardo tornou-se um modelo nacional de resposta e ação aos eventos climáticos extremos”.

Evento com participação nacional

A Marcha dos Prefeitos reúne mais de 15 mil participantes de todo o Brasil e é considerada uma das principais agendas voltadas à gestão pública municipal. Nesta terça-feira (20), os debates contaram com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB). O evento teve como pauta principal o enfrentamento de crises climáticas e as políticas públicas de apoio aos municípios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 365 Visualizações
Variedades

Hunter Douglas doa cortinas para escolas atingidas pelas enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

A empresa Hunter Douglas realizou, em abril, a doação de cortinas do tipo Rolô para escolas e creches do Rio Grande do Sul afetadas pelas enchentes de 2024. A ação foi conduzida em parceria com o coletivo interdisciplinar Arquitetos Voluntários, por meio do projeto Missão Reconstrução RS, voltado à recuperação de instituições de ensino danificadas pelas chuvas. As escolas contempladas foram a EEI Nossa Senhora dos Navegantes Fases 1 e 2, a EEI Marista Menino Jesus e a EEI São Vicente de Paulo, todas de Porto Alegre. A doação contou com o apoio das revendas especializadas Revestir e SM Concept.

O evento de entrega dos projetos aconteceu no dia 29 de abril, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre. Segundo a diretora de marketing da Hunter Douglas, Patrícia Cayres, a iniciativa está alinhada ao compromisso social da empresa. “Na Hunter Douglas, acreditamos no poder transformador do design e da arquitetura para criar espaços mais humanos, acolhedores e aconchegantes. Contribuir para a reconstrução das escolas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, ao lado dos Arquitetos Voluntários, é uma forma de reafirmar nosso compromisso com a sociedade e com o futuro das crianças que estudam nesses espaços. Estamos honrados em fazer parte dessa rede de cuidado e reconstrução”, afirmou Patrícia.

As cortinas Rolô doadas são projetadas para atender diferentes tipos de ambientes e janelas, com operação simples e funcionalidades que, segundo a empresa, vão além do aspecto estético, oferecendo praticidade no uso diário.

Quem é a Hunter Douglas

Fundada em 1919, a Hunter Douglas é uma multinacional europeia presente em mais de 100 países e atua no segmento de cortinas, persianas, coberturas e produtos arquitetônicos como forros, brises e fachadas. Detentora de mais de 70% das patentes mundiais em sua área, a empresa é responsável por diversos produtos premiados com reconhecimentos como o iF Design Award e o Red Dot Design Award.

A marca foi eleita, em 2024, como a número 1 no prêmio Top of Mind pelo vigésimo ano consecutivo, reconhecimento dado pelas menções espontâneas de arquitetos e designers de interiores. A Hunter Douglas também mantém o programa de relacionamento Talent Hunter Douglas, voltado a profissionais do setor e com mais de 30 mil participantes cadastrados.

Mais detalhes estão disponíveis em hunterdouglas.com.br e talent.hunterdouglas.com.br.

Foto: Nilton Santolin/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Cidades

Ministro do TCU avalia ações pós-enchente com prefeitos da Amvarp

Por Jonathan da Silva 14/05/2025
Por Jonathan da Silva

O ministro-relator do Tribunal de Contas da União (TCU) para as enchentes, Augusto Nardes, reuniu-se nesta terça-feira (13) com prefeitos da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp), em Santa Cruz do Sul. A visita técnica ocorreu no dia em que a entidade completou 64 anos e teve como objetivo verificar a situação dos municípios atingidos pelas enchentes entre abril e maio de 2024, além de solicitar dados sobre os repasses da União e do estado para a reconstrução das cidades afetadas.

De acordo com o ministro-relator Nardes, a visita ao Rio Grande do Sul faz parte de uma agenda técnica do TCU. “Eu sou o relator que acompanha a situação do pós-enchente no Rio Grande do Sul, ano passado, por esta época, estive em contato com vários prefeitos da região e agora estamos acompanhando a situação, um ano depois. Vim saber pessoalmente o que foi efetivado de repasse da União e do Estado para as prefeituras”, afirmou o ministro.

Segundo Nardes, há um problema de governança tanto no governo estadual quanto na esfera federal, o que compromete a prestação de auxílio eficaz aos municípios atingidos pelas enchentes.

Gestão pública e uso de tecnologia

Durante a reunião, o ministro também abordou a importância de modernizar a gestão pública municipal com o uso de inteligência artificial. “O uso desta tecnologia traz hoje uma entrega de maior qualidade, ampliando a capacidade do servidor em realizar as suas tarefas. Em um município, além do legado que um prefeito deixa, ficam os projetos de futuro, e este pode ser um destes”, pontuou Nardes.

Aniversário da Amvarp

O presidente da Amvarp, o prefeito Nestor Ellwanger (Rim), agradeceu a visita do ministro, destacando a importância do encontro no aniversário de fundação da associação. “Desde 1960, temos sido uma força coletiva em prol do desenvolvimento regional. Agradeço aos ex-presidentes, prefeitos, servidores e parceiros que contribuíram com essa história. Os desafios continuam, mas seguimos firmes, com diálogo, inovação e compromisso com a população”, ressaltou Rim.

Ações climáticas e apresentação internacional

Durante a audiência, o Comitê Pró-Clima apresentou ao ministro as iniciativas voltadas à adaptação e resiliência climática da região no contexto pós-enchente. O vice-presidente do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), Jarbas da Rosa, entregou o Caderno de Projetos desenvolvido para captação de recursos. “Está aqui o fruto do nosso trabalho, que já foi apresentado até mesmo no exterior, durante a realização da COP-29, no Azerbaijão”, afirmou da Rosa, ao destacar que os projetos foram levados à Conferência do Clima da ONU no ano anterior.

O ministro Augusto Nardes avaliou positivamente a iniciativa do Cisvale. “A questão climática é um tema que trabalhamos em nível de Brasil, fazendo uma auditoria do clima e este documento que o Cisvale apresenta pode servir de exemplo de boas práticas a todo o Brasil e até em nível internacional, na linha das políticas preventivas”, concluiu Nardes.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2025 0 Comentários 395 Visualizações
Cidades

Porto Alegre recebe 42 novas câmeras de monitoramento

Por Jonathan da Silva 12/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Porto Alegre recebeu, na manhã de quinta-feira (8), a doação de 42 novas câmeras de monitoramento do Instituto Cultural Floresta (ICF), em cerimônia no Centro Integrado de Coordenação de Serviços da Cidade de Porto Alegre (Ceic), para reforçar a segurança da cidade. Os equipamentos, com investimento de R$ 594,4 mil, substituem câmeras danificadas durante a enchente de maio de 2024 e já estão em operação em 31 pontos estratégicos da capital.

A instalação das câmeras priorizou a Zona Norte, uma das regiões mais impactadas pelas cheias. Os dispositivos utilizam tecnologia voltada para o cercamento eletrônico e produzem imagens que são utilizadas pelo Ceic e compartilhadas em tempo real com o Centro de Operações da Brigada Militar. As informações captadas são cruzadas com os bancos de dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) para identificar roubos, furtos ou suspeitos de envolvimento em crimes.

Sistema integrado com forças de segurança

O sistema atua de forma integrada com a Brigada Militar, que é acionada imediatamente em caso de detecção de situações suspeitas. A tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de apoio ao monitoramento urbano e à redução da criminalidade. Segundo dados da prefeitura, desde 2020 houve uma queda de cerca de 90% nos índices de furto e roubo de veículos em Porto Alegre, resultado atribuído à combinação de tecnologia com policiamento ostensivo.

Foram muitos os desafios deixados pela catástrofe climática, mas o Instituto Floresta é um grande parceiro que se prontificou a qualificar câmeras de videomonitoramento da cidade. As parcerias com o setor privado e a sociedade civil organizada são fundamentais para qualificar os serviços e fortalecer o combate à criminalidade”, afirmou o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB).

Apoio do Instituto Cultural Floresta

O presidente do Instituto Cultural Floresta, Claudio Goldsztein, destacou o papel da entidade no apoio à segurança pública. “A atuação do Instituto Cultural Floresta tem sido decisiva no apoio às forças de segurança e no combate à criminalidade desde 2018. A entrega dessas câmeras é mais um passo para fortalecer o monitoramento e a sensação de segurança que a população de Porto Alegre tem percebido nos últimos anos. Seguiremos sendo parceiros do poder público e da sociedade gaúcha na construção de uma cidade mais segura”, comentou Goldsztein.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2025 0 Comentários 486 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Canoas aguarda repasses para elevar diques contra cheias

Por Jonathan da Silva 09/05/2025
Por Jonathan da Silva

Mesmo com projetos prontos e algumas obras em andamento, a Prefeitura de Canoas afirma que ainda não recebeu garantias dos governos estadual e federal para o repasse de recursos destinados à elevação dos diques de proteção contra cheias. A estimativa do município é de que serão necessários R$ 477 milhões para a conclusão das intervenções. A situação ocorre quase um ano após a maior enchente da história da cidade, que alagou cerca de dois terços do território.

No dique do bairro Mathias Velho, uma das áreas mais atingidas em 2024, a ruptura provocada pela cheia já foi fechada. O projeto de recomposição da altura do dique está em curso, mas depende da liberação dos valores para prosseguir.

Falta de condições

Segundo o prefeito de Canoas, Airton Souza (PL), o município tem arcado com os custos emergenciais disponíveis, mas não possui condições de bancar toda a reconstrução. “Canoas está fazendo a sua parte. A cidade desenvolveu os projetos técnicos, iniciou as obras emergenciais com recursos que dispunha em caixa e mantém as equipes mobilizadas para proteger a cidade. Mas diante da magnitude das intervenções necessárias, a cidade não tem condições de arcar sozinha com os custos. A reconstrução de Canoas depende diretamente da liberação de recursos federais”, afirmou o chefe do executivo canoense.

A responsabilidade pela reconstrução de cidades afetadas por desastres naturais também cabe à União, conforme previsto na Constituição Federal. “Nós reforçamos o apelo ao governo federal, porque a população de Canoas precisa de ajuda. O tempo está passando e ainda estamos numa situação desconfortável e de insegurança. A elevação dos diques é indispensável para que as pessoas possam retomar as suas vidas e os seus negócios com a confiança de que as casas estão protegidas”, acrescentou o prefeito.

Obras em andamento

  • Dique Mathias Velho: Ruptura fechada. Projeto de recomposição da altura está em execução para proteger os bairros Mathias Velho, Harmonia e Centro.
  • Dique Rio Branco: Ruptura já foi fechada. A Prefeitura trabalha na elevação do dique, que protege os bairros Rio Branco, Fátima e Mato Grande.
  • Dique Niterói: Está sendo construído o aterro que dará base à pavimentação da rua sobre o dique. A elevação é necessária para conter futuras cheias.
  • Muro da Cassol: Obra iniciada em 17 de março. A estrutura antiga está sendo substituída por um novo sistema de proteção contra enchentes.
  • Dique Mato Grande: Estão sendo realizados escavação, aplicação de manta geotêxtil e aterro com argila. A próxima etapa será o reassentamento das famílias que vivem sobre o trecho da obra.
Foto: Vinícius Medeiros/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2025 0 Comentários 476 Visualizações
Cidades

Casa de Bombas do bairro Santo Afonso será reformada e terá nova bomba instalada

Por Jonathan da Silva 08/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa de Bombas do bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo, passará por uma reforma completa nas próximas semanas. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (7), durante ação de limpeza da bacia de retenção do Arroio Gauchinho. A estrutura é considerada essencial para o escoamento das águas da chuva e do arroio, e receberá melhorias como pintura, reforço estrutural, cercamento, pavimentação e a instalação de uma sétima bomba.

Na tarde de quarta-feira, o prefeito Gustavo Finck (PP) acompanhou o serviço de retirada de resíduos da bacia de retenção. Segundo o chefe do executivo hamburguense, o objetivo é preparar a estrutura para eventuais períodos de chuva. “Nós vamos tirar daqui todo o lodo acumulado. Quando for necessário, essa bacia vai conseguir segurar as águas para que a Casa de Bombas possa fazer o seu trabalho e escoar a água para o Rio dos Sinos”, afirmou Finck.

A operação contou com 12 máquinas atuando no local: cinco caminhões, quatro retroescavadeiras e três escavadeiras hidráulicas. Dois veículos também trabalhavam na margem leopoldense do arroio. O material recolhido está sendo levado para um ponto de descarte adequado. O prefeito esteve no local acompanhado pelo secretário de Obras Públicas e Infraestrutura (Smopi), Eroni dos Santos.

Pintura e reforço estrutural

A partir da próxima segunda-feira, 12 de maio, será iniciada a pintura da estrutura. A ação será conduzida por uma equipe da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU), após a limpeza do prédio. A tinta utilizada foi doada pela empresa Tintas Killing.

Além da pintura, está em fase avançada um projeto de restauro completo da Casa de Bombas, com orçamento estimado em R$ 600 mil. Os recursos são provenientes da Defesa Civil Nacional e contemplam o cercamento do local, pavimentação com blocos de concreto ao redor do prédio, reforma e reforço estrutural da construção.

Nova bomba será incorporada ao sistema

A estrutura também será ampliada com a instalação de uma sétima bomba, que se integrará às outras seis já em funcionamento. O novo equipamento deve reforçar a capacidade de bombeamento do Arroio Gauchinho, e a previsão é de que a instalação seja concluída em até três meses.

Foto: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2025 0 Comentários 329 Visualizações
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