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calçados

Variedades

Bibi doa 3 mil pares de calçados para instituições sociais brasileiras

Por Ester Ellwanger 01/09/2021
Por Ester Ellwanger

Neste ano, a Bibi promoveu no mês de julho uma liquidação que permitia que na compra de dois pares de calçados, o cliente levaria o terceiro e um quarto produto seria doado para instituições próximas das mais de 130 lojas da rede espalhadas pelo Brasil, selecionadas pelos próprios franqueados. Seguindo seu propósito, o objetivo da marca é o de criar boas lembranças para quem mais precisa e inspirar o bem.

Os calçados arrecadados pela ação foram doados às instituições durante o mês de agosto, em um ato que envolveu franqueados da rede, além dos colaboradores das lojas e das fábricas, que ficam localizadas em Parobé, no Rio Grande do Sul, e em Cruz das Almas, na Bahia. “Está no DNA da Bibi fazer e propagar o bem. Iniciativas com cunho social e ambiental são praticadas na empresa e também nas regiões onde atuamos. Acreditamos na força das comunidades locais para construímos essas boas lembranças”, comenta a presidente da empresa, Andrea Kohlrausch.

A marca, que está presente em todo o Brasil e em alguns países da América Latina com lojas exclusivas e via e-commerce, completou 72 anos de atuação no mercado calçadista infantil em 2021. Referência na produção e comercialização de produtos que permitem o desenvolvimento saudável nos pés das crianças, a Bibi também é pioneira e líder de mercado no que diz respeito ao desenvolvimento de produtos não tóxicos, produzidos a partir de pesquisas e estudos científicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2021 0 Comentários 813 Visualizações
Business

Calçado ecológico é lançado pela Bibi

Por Ester Ellwanger 30/08/2021
Por Ester Ellwanger

Pioneira no desenvolvimento de ações sustentáveis em toda a cadeia produtiva, a Bibi lança no mercado um calçado ecológico. Chamado de Bibi Eco, o produto está disponível na numeração do 25 ao 32, e chega às lojas no início de setembro com uma proposta de utilização de matérias-primas sustentáveis e reaproveitáveis. Com projetos já desenvolvidos e praticados que vão desde a utilização de somente materiais não tóxicos até o uso de energia limpa, oriunda de fontes renováveis, a Bibi é a única do seu segmento com o Selo Diamante de Sustentabilidade. Ampliando ainda mais ações voltadas para a preservação do meio ambiente, a marca expandiu os horizontes e incluiu em seu portfólio o calçado fabricado com garrafa PET, serragem, cascas de arroz, além de outros materiais reaproveitáveis.

Com cor unisex que remete à naturalidade, o Bibi Eco tem grande parte dos seus componentes reciclados. O solado é fabricado em TR transparente com serragem e o cabedal produzido a partir de garrafas PET. O processo de colagem é feito com cola base de água, assim como em todas as linhas. Com um visual divertido e moderno, o tênis é seguro e facil de calçar com um engate produzido em ECO WPC, matéria-prima composta em 20% por cascas de arroz e tiras de PVC renovável de fibras de bambu.

O novo produto da marca possui a exclusiva palmilha fisioflex Bibi, composta por espuma ZAHO HD, que contém uma porcentagem de partículas de material reciclado e a lingueta preenchida com resíduos reaproveitados de diversos materiais gerados no processo produtivo da empresa.

 

Acreditamos que é nosso papel despertar a curiosidade pela sustentabilidade e ensinar a garotada desde cedo a respeitar e cuidar do nosso planeta e do meio ambiente.”

“Acreditamos que é nosso papel despertar a curiosidade pela sustentabilidade e ensinar a garotada desde cedo a respeitar e cuidar do nosso planeta e do meio ambiente. Nossas ações e estratégias são norteadas dentro dos pilares sociais, ambientais, culturais e econômico. E para traduzir nosso propósito e materializar nossas práticas sustentáveis, investimos no desenvolvimento do Bibi Eco, o primeiro calçado ecológico da Bibi. Ele contém componentes reciclados e também traz toda o design, conforto, segurança e praticidade já característicos dos produtos da marca. É um orgulho ver este projeto sair do papel e ir pros pés dos pequenos”, revela Camila Kohlrausch, diretora de Marca e Varejo da Calçados Bibi.

Para marcar o lançamento, a rede criou um espaço exclusivo dentro das lojas com materiais recicláveis e garrafas PET para aumentar a visibilidade dos clientes aos componentes do produto e evidenciar a importância da destinação certa aos resíduos. As garrafas PET veio da aquisição junto à ONG Cata-Tudo Recicla, de São Paulo, que tem como objetivo reduzir o acúmulo de resíduos com destinação incorreta. Além disso, após a ação, todos os materiais dos pontos de vendas da Bibi serão recolhidos pela empresa e dados a correta destinação para que se transformem em novos materiais e insumos.
O Bibi Eco, comercializado por R$ 209,90, estará disponível nas mais de 130 unidades da Calçados Bibi, no e-commerce e nas melhores multimarcas a partir de setembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Primeira feira presencial de calçados em Gramado será em novembro

Por Ester Ellwanger 26/08/2021
Por Ester Ellwanger

Com 80% dos espaços locáveis já comercializados, Merkator Feiras e Eventos, promotora da Zero Grau – Feira de Calçados e de Acessórios, intensifica todas as etapas de bastidores para entregar a primeira feira presencial do ano. A feira acontece de 15 a 17 de novembro, nos pavilhões do Serra Park, em Gramado.

“Estamos comemorando as inúmeras solicitações que recebemos diariamente do mercado. São desejos dos mais variados tipos de empresas de todo o segmento da cadeia produtiva que querem estar conosco, celebrando este momento. Acreditamos que será uma feira inesquecível”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator, que afirma estar muito ansioso para iniciar esta edição. “Depois de tantos percalços, tantas angustias parece que vamos voltar ao nosso eixo. O dono da fábrica, o lojista, o representante, nossos fornecedores estão aguardando muito estes três dias em novembro, não será só uma retomada, mas um momento para guardar eternamente na memória”, diz ele.

E toda esta expectativa está sustentada em demandas listadas até agora, faltando 12 semanas para o início da feira, mostrando a sensível retomada de todo o setor, com incremento de pedidos tanto no mercado interno como nas exportações. “Todo movimento no setor mexe com a cadeia produtiva com reflexos dentro de um evento setorial que reúne profissionais de todas as pontas. É exatamente isto que estamos observando neste momento, as manobras de aquecimento de toda a indústria para movimentar o varejo”, diz Pletsch. Ele salienta que estão sendo programados muitos lançamentos pelas fábricas, a promotora está desenvolvendo uma programação com informações relevantes, além da troca de conhecimento entre os personagens da indústria do calçado. “Todos passaram por momentos desafiadores nesta pandemia. Todos saíram de suas zonas de conforto e criaram novos cenários e isto será compartilhado dentro da feira. Acredito que esta será uma das maiores riquezas da feira”, acentua Pletsch.

Já estão confirmados lojistas de praticamente todos os estados brasileiros com destaques em presenças para São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. E os importadores estão vindo dos Emirados Árabes, Paquistão, Costa Rica, Panamá, Equador, Nicarágua, Bolívia, Colômbia e Equador.

Foto: Dinarci Borges /Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2021 0 Comentários 999 Visualizações
Business

Abicalçados promove capacitação para exportação

Por Ester Ellwanger 25/08/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), um projeto para capacitar empresas para o mercado internacional. Batizada de Voa, a iniciativa será ministrada por Geison Ferreira, profissional formado em Relações Internacionais, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV e com vasta experiência em inserção de marcas no mercado externo. As inscrições encerram no dia 13 de setembro.

A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que a capacitação, que será realizada entre 13 de setembro e 20 de novembro, irá trazer aspectos estratégicos e operacionais com muitos exemplos práticos. Outro destaque do evento é que ele inclui quatro horas de mentorias individuais por marca participante, que serão direcionadas de acordo com as necessidades das empresas. “O curso é voltado para empresas com design autoral e que buscam desenvolver estratégias de médio e longo prazos em mercados específicos”, conta.

No total, serão ministrados quatro módulos digitais ao vivo, permitindo a interação das empresas. “No final do curso, ainda teremos a possibilidade de participação em eventos de promoção comercial e de promoção de imagem para que as empresas possam colocar em prática todo o aprendizado”, acrescenta Letícia.

Qualificação

Ferreira destaca que o Voa visa ajudar as marcas calçadistas brasileiras a estruturar seus processos voltados à exportação, promovendo a cultura exportadora nas empresas, qualificando seus colaboradores e ajudando a ampliar o conhecimento e o acesso a novos mercados para marcas iniciantes no comércio exterior. “A meta é capacitar as empresas para que elas entrem e permaneçam nos mercados alvo de forma competitiva. Ajudaremos as empresas nos pilares fundamentais da estratégia exportadora, abordando questões comerciais, de marketing e mercadológicas, além de trazer uma visão abrangente de processos que permitirão às marcas traçarem a melhor estratégia de entrada no exterior”, explica.

Recuperação

A iniciativa ocorre no momento em que a indústria calçadista brasileira inicia um processo de recuperação no mercado externo, após uma brusca queda de quase 19% em 2020. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que as exportações de calçados, entre janeiro e julho deste ano, cresceram 34% ante o mesmo período de 2020 (para 65,9 milhões de pares embarcados).

O investimento para a capacitação parte de R$ 975 e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail [email protected].

Serviço

O quê: Capacitação Voa
Quando: 13 de setembro e 20 de novembro
Quanto: R$ 975,00
Onde: site da Abicalçados
Inscrições: até 13 de setembro, pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

25/08/2021 0 Comentários 448 Visualizações
Business

Sustentabilidade na pauta da cadeia calçadista

Por Caren Souza 13/05/2021
Por Caren Souza

Com um consumidor, tanto no mercado interno quanto internacional, cada vez mais consciente acerca da importância da sustentabilidade, a cadeia calçadista vem se mobilizando para não somente incentivar processos produtivos sustentáveis, mas também certificá-los. Neste contexto, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) estão divulgando a atualização do programa Origem Sustentável, a única certificação sustentável brasileira para as empresas de componentes e calçados.

A sustentabilidade já não é mais um diferencial, é condição de sobrevivência das empresas.

Em apresentação para empresários do setor realizada nesta quarta-feira (12), representantes das entidades destacaram a importância da sustentabilidade como uma forma de otimização de gestão, com mais economia, preservação do meio ambiente e atração de negócios. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que cada vez mais os consumidores, especialmente dos principais países consumidores de calçados, caso do Brasil, Estados Unidos e a maior parte dos países europeus, vêm dando atenção ao tema.

“A sustentabilidade já não é mais um diferencial, é condição de sobrevivência das empresas. Quem não estiver alinhado ao conceito vai perder espaço, e em um curto prazo”, alerta o executivo, ressaltando que na semana passada dois grandes compradores internacionais de calçados, dos Estados Unidos e da Alemanha, procuraram a Abicalçados atrás de indicações de fabricantes com certificações de sustentabilidade.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, ressaltou que a sustentabilidade deve abranger todos os elos da cadeia calçadista, desde o fornecedor de componentes até o produto final. “Não existe calçado sustentável sem componente ou varejo sustentável. É preciso um engajamento amplo de todos os participantes da cadeia para que o setor seja referência mundial em sustentabilidade”, disse.

A inédita parceria com a Ecovalor, consultoria em sustentabilidade, também é um diferencial do Programa, já que a empresa construiu em conjunto com o Programa uma plataforma para a gestão de sustentabilidade, com todos os indicadores para acompanhamento das certificações. O CEO da Ecovalor, Elias da Silveira Neto, destaca que a atual versão do programa fortaleceu ainda mais o Origem Sustentável, refinando seu alinhamento com as melhores práticas globais de sustentabilidade e ESG.

“Acreditamos que, com o engajamento e participação massiva da cadeia calçadista no Programa, o setor rapidamente se posicionará internacionalmente como referência em práticas de sustentabilidade e ESG, sendo uma das lideranças para a construção da economia sustentável, circular e de baixo carbono”, projeta o consultor.

Origem Sustentável

O Programa, que já tem marcas como Vulcabras, Piccadilly, Bibi, Boxprint e Cipatex certificadas, e outras tantas gigantes brasileiras em processo de implementação, caso da Arezzo, Usaflex, Ramarim, Beira Rio e Bebecê, tem o objetivo de ser referência internacional em negócios sustentáveis. Com auditorias credenciadas pela SGS e Senai, a certificação conta com quatro níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumpram o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%). Mais informações pelo e-mail [email protected] ou [email protected].

Fonte: Assessoria
13/05/2021 0 Comentários 695 Visualizações
Business

Exportações de calçados em alta

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Abicalçados apontam que as exportações de calçados somaram 8,5 milhões de pares em abril. O número é 76% superior ao registro de abril de 2020. Já em receita, a soma do mês quatro chegou a US$ 65 milhões, 115% mais do que no mesmo mês do ano passado. Frente ao nível pré-pandemia, 2019, apesar da queda de 15,9%, em dólares, houve um crescimento de 5,5%, em pares, no mês. No acumulado do quadrimestre, foram embarcados 40,5 milhões de pares por US$ 258,8 milhões, incremento de 10,1% em volume e queda de 4,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, mesmo com uma base de comparação deprimida pelo auge do novo coronavírus no ano passado, o resultado aponta para uma recuperação das exportações. “Com a retomada da demanda internacional por calçados, devemos fechar o ano com um incremento de cerca de 13% nos embarques”, projeta. Segundo o dirigente, além do ambiente mais positivo, com o avanço da vacinação em massa e a normalização do comércio, o câmbio vem favorecendo a formação de preços mais competitivos para o produto brasileiro.

No quadrimestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 4,26 milhões de pares, que geraram US$ 53,56 milhões, altas de 36,5% em volume e de 4,6% em dólares na relação com o período correspondente de 2020.

O segundo destino do primeiro quadrimestre foi a Argentina, para onde foram enviados 3,17 milhões de pares por US$ 28,61 milhões, altas de 18,3% e 2,2%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado.  Completando o ranking de destinos do quadrimestre, a França importou 2,76 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais pagou US$ 19,51 milhões, altas de 11,3% e 21,1%, respectivamente, em relação a 2020.

RS aumenta embarques

O principal exportador de calçados do Brasil no quadrimestre foi o Rio Grande do Sul. No período, as fábricas gaúchas embarcaram 9,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 111,9 milhões, incremento de 15,6% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com o mesmo período de 2020.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 13,68 milhões de pares por US$ 69 milhões, alta de 1,7% em volume e queda de 7,7% em dólares na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Registrando alta em volume e receita, São Paulo foi o terceiro exportador do primeiro quadrimestre do ano. No período, as fábricas paulistas embarcaram 2,78 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 27,68 milhões, altas de 19,5% e de 3,4%, respectivamente, ante 2020.

Impulsionadas pela Ásia, importações crescem 68,2% em abril

Assim como as exportações, as importações de calçados registraram incremento em abril, mês em que entraram no Brasil 2,17 milhões de pares por US$ 32,6 milhões, altas de 49,7% em volume e de 68,2% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2020. As principais origens do mês quatro foram os países asiáticos. O Vietnã enviou 878,74 mil pares por US$ 18,23 milhões, altas de 41,8% e 83,2% ante abril de 2020; a Indonésia enviou 387 mil pares por US$ 7,3 milhões, altas de 56,4% e 63,9%; e a China enviou 726,3 mil pares por US$ 3,28 milhões, altas de 63,9% e 31,1%. “Esses dados revelam que os países asiáticos continuam utilizando o Brasil como destino para a desova de excedentes de calçados do mercado internacional”, avalia Ferreira.

Já no acumulado do quadrimestre, as importações somaram 8,93 milhões de pares e US$ 107,98 milhões, quedas de 14,6% e de 12,4%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. As principais origens das importações foram os países asiáticos (Vietnã, 3,1 milhões de pares e US$ 60,9 milhões, quedas de 25,6% e 13,2% ante 2020; Indonésia, 1 milhão de pares e US$ 17,88 milhões, quedas de 16,9% e 12,5%; e China, 4,1 milhões de pares e US$ 14,12 milhões, quedas de 1,3% e 12,8%).

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações do quadrimestre foram equivalentes a US$ 8 milhões, 6,1% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram Paraguai, Vietnã e China.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 599 Visualizações
Business

Sustentabilidade na cadeia calçadista é pauta de webinar

Por Caren Souza 05/05/2021
Por Caren Souza

A sustentabilidade já não é um diferencial das empresas, é um conceito de primeira necessidade para a sobrevivência no mundo dos negócios. E é por isso que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) se uniram para criar o programa Origem Sustentável, que, lançado em 2013, passa por uma atualização com o intuito de ser ainda mais assertivo na certificação da sustentabilidade. Para apresentar essa iniciativa, as entidades promovem, no próximo dia 12 de maio, um webinar voltado a gestores que desejam ter seus processos certificados nesta que é a única certificação do cadeia calçadista brasileira.

A sustentabilidade é a palavra de ordem no mundo empresarial.

Destacando que sustentabilidade não é um conceito apenas ambiental, mas que leva em consideração as dimensões econômica, social e cultural, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira frisa que a maior parte dos grandes grupos de investimentos internacionais já têm na sustentabilidade o centro estratégico para alocação de ativos. “As empresas que não investirem em sustentabilidade certamente ficarão para trás em um mundo cada vez mais competitivo, tanto no que diz respeito aos investimentos quanto ao comportamento do consumidor. Mas, além de trabalhar o conceito, é importante divulgá-lo. Por isso estamos reformulando o Origem Sustentável, que a única certificação de sustentabilidade da cadeia calçadista no Brasil”, comenta o dirigente.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, frisa que a sustentabilidade é vista como um dos pilares estratégicos da entidade que representa os fornecedores do setor calçadista nacional. “A sustentabilidade é a palavra de ordem no mundo empresarial, as empresas precisam mais do que nunca terem um propósito, os consumidores querem comprar produtos de marcas que trabalhem dentro de um capitalismo consciente, que são empresas que possuem uma razão de existir e geram lucros através das suas ações com uma preocupação em gerar valores para todas os seus stakeholders”, ressalta a superintendente, destacando a importância da união de todos os elos da cadeia coureiro-calçadista.

Origem Sustentável

O Programa, que já tem nomes como Vulcabras, Piccadilly, Bibi e Cipatex certificadas, e outras tantas gigantes brasileiras em processo de implementação, caso da Arezzo, Usaflex, Ramarim, Beira Rio e Bebecê, tem o objetivo de ser referência em negócios sustentáveis. Com auditorias credenciadas pela SGS e Senai, a certificação conta com quatro níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumpram o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%).

As inscrições para o webinar, exclusivo para empresas de calçados e componentes, estão disponíveis em https://lp.abicalcados.com.br/webinar-origem-sustentavel .

Fonte: Assessoria
05/05/2021 0 Comentários 632 Visualizações
Business

Abicalçados lança sexta edição de relatório com dados do setor calçadista

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

Pelo sexto ano consecutivo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lança o Relatório Setorial da Indústria de Calçados. A publicação, que traz dados completos e analisados do setor, no Brasil e no mundo, é considerada a fonte oficial de pesquisas da atividade no Brasil.

Entre os dados apresentados está a produção mundial de calçados, que somou 18,1 bilhões de pares no ano passado, 19% menos do que em 2019. A queda do consumo mundial puxou o indicador, já que caiu 19,7% ante o ano anterior (para 16,6 bilhões de pares). Os principais produtores seguiram sendo os países asiáticos, China (52% de market share), Índia (13,6%) e Vietnã (7%). O Brasil é o quarto principal produtor mundial, com 4,2% de market share.

Brasil

Assim como no âmbito mundial, o setor calçadista brasileiro foi fortemente impactado pela pandemia do novo coronavírus, especialmente pelo fechamento do comércio, que responde por mais de 85% do total das vendas de calçados verde-amarelos.

No ano passado, as 5,6 mil empresas brasileiras de calçados fabricaram 763,7 milhões de pares, 18,4% menos do que em 2019. O resultado teve impacto determinante do comportamento do mercado interno, que despencou 18,6% (691 milhões de pares consumidos). Os principais estados produtores do Brasil foram: Ceará (203,9 milhões de pares, queda de 10,6% ante 2019); Rio Grande do Sul (161,8 milhões de pares, queda de 26,9% ante 2019); e Minas Gerais (122 milhões de pares, queda de 17,9% ante 2019).

O Relatório informa, ainda, que no ápice da pandemia, em maio e junho do ano passado, as fábricas de calçados chegaram a trabalhar com apenas 30% da capacidade instalada. Com a melhora no segundo semestre, o número melhorou, fechando o ano em 60,4%, número bem abaixo do registrado na Indústria de Transformação (76,4%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que o setor calçadista brasileiro foi o mais afetado no âmbito da indústria nacional, especialmente pela sua forte dependência do mercado interno. Ele ressalta que, a partir da recuperação, advinda da vacinação contra a Covid-19, a expectativa é de um crescimento de 12% na produção em 2021. O crescimento deve ser impulsionado pelo incremento das exportações, que caíram 18,6% em volume no ano passado (para 93,8 milhões de pares). A expectativa é de que os embarques aumentem 13% e o consumo doméstico 7%. “Ainda assim encerraremos 2021 com produção e exportações menores do que as registradas em 2019, 8,5% e 8,2%, respectivamente”, projeta.

Empregos

A queda nos indicadores produtivos teve impacto nos empregos do setor calçadista. No ano passado, foram perdidos 21 mil postos de trabalho, com a atividade encerrando o ano empregando diretamente 247,4 mil pessoas (8% menos do que em 2019).

Entre os estados que mais empregam no Brasil, o Rio Grande do Sul (75,7 mil postos) perdeu 13,2% do seu estoque de emprego em relação a 2019. Já o Ceará, segundo maior empregador do setor no País (58,9 mil postos), fechou o ano empregando 5,2% mais do que em 2019. A previsão é de que, com a retomada gradual do setor em 2021, a atividade encerre o ano empregando 5,7% mais pessoas do que no ano passado. “Ainda assim não recuperaremos as perdas de 2020, encerrando com 2,7% menos postos de trabalho do que em 2019”, projeta o executivo.

Produtividade

Outro levantamento destaque no Relatório é o que mede a produtividade da indústria brasileira de calçados. “Os números evidenciam que os principais problemas de competitividade brasileira não são intramuros, mas dependem de fatores externos. A indústria faz a lição de casa”, avalia Ferreira.

Conforme o Relatório, no Brasil cada trabalhador produz 3.480 pares por ano, mais do que seus concorrentes diretos no cenário internacional (China 3.361 por trabalhador; Indonésia 1.991 por trabalhador; Índia 1.380 por trabalhador; e Vietnã 920 por trabalhador). “A indústria brasileira sofre com um custo de produção muito mais elevado do que outros países, especialmente no que diz respeito à carga tributária e à falta de políticas públicas de incentivo”, acrescenta Ferreira.

O Relatório Setorial da Indústria de Calçados tem o objetivo de auxiliar as empresas na tomada de decisões, contando com dados completos da atividade, projeções e análises para curto e médio prazos. O material pode ser baixado gratuitamente no site http://abicalcados.com.br/publicacoes/relatorio-setorial.

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 598 Visualizações
Business

Governo acerta na reedição do BEm, avalia Abicalçados

Por Caren Souza 28/04/2021
Por Caren Souza

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) avalia como positiva a reedição do Benefício Emergencial (BEm), ferramenta que permite às empresas a redução ou suspensão do contrato de trabalho como forma de preservação de empregos diante dos impactos da Covid-19.

A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral.

Embora não tão ampla como a medida de 2020, a avaliação da entidade é de que o benefício irá “socorrer” a indústria neste momento de crise gerada pelo recrudescimento da Covid-19 e o fechamento do varejo em grandes centros de consumo nos meses de março e abril.

“A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral. Ao mesmo tempo que responde rapidamente aos estímulos da demanda, a indústria também vai precisar de políticas públicas que estimulem o setor”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que, no pleito pela renovação do BEm, a Abicalçados teve apoio fundamental da Frente Parlamentar em defesa do setor coureiro-calçadista, presidida pelo deputado federal Lucas Redecker.

Conforme a Abicalçados, no ano passado a medida de suspensão ou redução da jornada de trabalho, com complementação de parte do salário por parte do Governo Federal, foi utilizada por quase 80% das indústrias calçadistas, ajudando a preservar empregos. ”Em 2020 perdemos mais de 21 mil postos, número que certamente seria ainda maior não fosse a possibilidade do BEm”, aponta Ferreira.Atualmente, o setor calçadista emprega diretamente mais de 265 mil pessoas.

Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 644 Visualizações
Business

Bibi celebra 72 anos e promove ações sociais

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

O mês de abril marca os 72 anos da Calçados Bibi, uma história de pioneirismo e inovação no segmento infantil. Uma trajetória que conta com uma rede de 130 lojas no Brasil, na América Latina e Guatemala. Presente em mais de 3,5 mil multimarcas, além da exportação com marca e design próprio para mais de 70 países, inclusive a China. Hoje, a empresa familiar (com sede em Parobé/RS) tem a gestão em sua terceira geração, sendo comandada pela presidente, Andrea Kohlrausch, que assumiu o cargo há dois anos, quando a Bibi completou 70 anos no mercado.

A contribuição social é de suma importância para nós.

Para celebrar a data de uma forma diferente, foi realizado um convite para que colaboradores, fornecedores, lojistas e vendedores compartilhassem suas lembranças com a hashtag #aniverbibi, unindo assim grandes momentos da história. Além disso, considerando a responsabilidade social com grande relevância para a empresa, a Bibi preparou algumas iniciativas especiais para a data.

Entre as atividades, podemos destacar a doação de 5 mil máscaras para os hospitais de Taquara e Parobé, no Rio Grande do Sul, para que possam atender moradores da comunidade com segurança, e a doação de 400 pares do Meu Primeiro Bibi para os recém-nascidos da maternidade do Hospital de Bom Jesus Taquara, como também foi realizado anteriormente na cidade de Parobé, também no Rio Grande do Sul. As doações também serão realizadas na Bahia. A Bibi irá entregar 2 mil máscaras para Secretaria de Assistência Social do município de Cruz das Almas, onde conta com parque fabril, e 30 pares do Meu Primeiro Bibi para os recém-nascidos da maternidade de Santa Casa de Misericórdia, localizada no mesmo município.

“A contribuição social é de suma importância para nós. Em 2020, tivemos iniciativas com foco nas comunidades que cercam o parque fabril em Parobé, inclusive com a colaboração de voluntários do time Bibi. Além disso, sempre desenvolvemos iniciativas para estimular nossos colaboradores, que são os responsáveis pelos 72 anos de sucesso da marca. Para isso, inauguramos uma área de convivência para que possam aproveitar durante o expediente de trabalho, além do novo layout fabril, que busca otimizar a linha de produção de calçados e o tempo de execução das tarefas”, finaliza a presidente, Andrea Kohlrausch.

Sobre a Calçados Bibi

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Tudo para crianças ser criança. Fundada em 1949, a Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 130 lojas. A empresa é ainda a única calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 687 Visualizações
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