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Business

Rodadas de negócios sustentáveis unem calçadistas e fornecedores

Por Ester Ellwanger 20/10/2021
Por Ester Ellwanger

O dia 19 de outubro marcou mais um passo importante rumo a uma cadeia calçadista sustentável. Isto porque a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) se uniram para realizar as Rodadas de Negócios da Sustentabilidade, que reuniram mais de 50 calçadistas e fornecedores de insumos sustentáveis. O evento aconteceu na Fenac, em Novo Hamburgo/RS.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destaca que o encontro proporcionou mais de 260 rodadas entre 31 empresas de componentes e 20 fabricantes de calçados. “A sustentabilidade, não somente no produto, mas em todo o processo produtivo, é uma pauta internacional. No evento, ficou evidenciado o interesse de algumas das maiores fábricas de calçados nos materiais que foram apresentados”, comenta, ressaltando que é missão da Assintecal promover as empresas do setor e nada mais adequado de casar suas ofertas com a demanda crescente das calçadistas brasileiras e internacionais. “No evento, tivemos inclusive fabricantes internacionais, que se mostraram positivamente surpresas com as alternativas apresentadas”, acrescenta. Os negócios realizados e alinhavados serão divulgados em breve pela entidade.

Já o gestor de Projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, ressalta o crescente interesse do consumidor em marcas que não só produzem calçados sustentáveis, mas que tenham todo o processo produtivo de acordo com os preceitos da sustentabilidade. “No mercado internacional, essa realidade chegou ainda antes. Na Abicalçados, todas as semanas recebemos contatos de compradores internacionais buscando fabricantes sustentáveis”, diz. Segundo ele, “as rodadas apontam justamente para esse movimento de mercado”.

 

Produtos agradaram calçadistas

O gestor Administrativo da calçadista vegana Urban Flowers, Felipe Weiler, avalia as rodadas como positivas, por trazerem o tema urgente da sustentabilidade e também conectarem a oferta de matérias-primas sustentáveis com a demanda dos fabricantes. No encontro, ficou surpreso com insumos que permitem o reaproveitamento total do produto. “As empresas estão dando cada vez mais atenção à importância da reciclagem e do reaproveitamento, gerando um novo ciclo de vida ao produto consumido”, comenta.

O comprador de materiais da Klin, Éliton Carvalhal Santiago, ressalta que, embora a empresa já conhecesse a maior parte dos expositores, surpreendeu alguns produtos apresentados em primeira mão nas rodadas. “Encontramos materiais que não conhecíamos, além de poder conhecer não somente o produto final, mas a história e o conceito de sustentabilidade de cada empresa”, avalia.

 

Semana do Calçado

As Rodadas de Negócios da Sustentabilidade ocorreram dentro da programação da Semana do Calçado, evento realizado pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) e pelo Sebrae/RS em parceria com entidades representativas da cadeia coureiro-calçadista entre os dias 18 e 21 de outubro. Com 11 eventos previstos em quatro dias de iniciativa, a Semana, neste ano, acontece de forma híbrida, com ações digitais e presenciais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/10/2021 0 Comentários 448 Visualizações
Business

Varejo sente ausência de feiras presenciais para abastecer com maior confiança seus estoques

Por Ester Ellwanger 16/10/2021
Por Ester Ellwanger

Lojistas brasileiros estão na expectativa da primeira feira de calçados presencial do ano, pois afirmam necessitar de um olhar bem amplo para as coleções do maior número possível de fábricas a fim de conseguir efetuar uma compra assertiva e otimizar seus investimentos, especialmente neste período da economia do país. Com este pensamento, eles estão se organizando para visitar a Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios, que acontece nos dias 15, 16 e 17 de novembro, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado/RS.

“Precisamos voltar a encontrar as fábricas mais representativas, ter uma visão ampla das coleções e das tendências para conseguir chegar a um mix diferenciado para os nossos consumidores”, diz Carlos Almeida, proprietário da loja da marca Rafas, com quatro unidades em Belo Horizonte. “Nós atendemos o público feminino que sempre tem um enorme desejo em estar conectado com as últimas novidades da moda internacional. Portanto, para nós, o melhor ambiente para isto são as feiras presenciais que nos fornecem informações e ampliam nossos conhecimentos para a próxima temporada”, diz ele.

Da mesma opinião é Rosângela Oliveira Silva da Silva, da Aredda, com quatro lojas na Bahia, nos municípios de Ipirá, Salvador e Feira de Santana. “Passamos um período difícil com muitos contatos virtuais, recebendo somente os representantes enfim, um ano atípico e, portanto, precisamos restabelecer nossos encontros presenciais para atingirmos os nossos níveis de compras normais e termos condições de apresentar as tendências para os nossos clientes”, explica a lojista.

O diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora da Zero Grau, Frederico Pletsch, afirma que as percepções destes lojistas expressam praticamente o sentimento geral em todos que já confirmaram suas presenças nos três dias da feira. “Tenho certeza que a nossa feira vai marcar a verdadeira retomada do setor calçadista que teve um forte abalo desde o início da pandemia do Coronavírus. Fora o desejo de confraternizar e trocar informações com colegas e fabricantes, existe, em primeiro lugar, a necessidade destes profissionais comprarem as coleções corretas pra os primeiros meses do próximo ano, assim como ajustarem seus estoques para as festas de final de ano, onde normalmente a demanda aumenta muito”, diz Pletsch. Ele também acredita que para os industriais este evento será importante, “pois eles precisam destes encontros presenciais para identificar com detalhes a realidade das lojas e dos consumidores. Certamente será um momento especial e de muita grandeza nesta etapa de nossas vidas”, finaliza Pletsch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

16/10/2021 0 Comentários 674 Visualizações
Business

Convênio entre Sebrae Nacional e Assintecal promove a qualificação de pequenos negócios de moda

Por Ester Ellwanger 16/10/2021
Por Ester Ellwanger

Compartilhar conhecimento e técnicas com os pequenos negócios de moda, colaborando para o desenvolvimento e a ampliação dos mercados. Esse é o objetivo do projeto setorial Integra Moda, realizado a partir da parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal). O convênio assinado até 2023 viabiliza uma série de ações para capacitação e geração de negócios que são voltadas para micro e pequenas empresas ligadas à indústria coureiro-calçadista e ao varejo. Um exemplo é a Assessoria de Exportação, que prepara as empresas para acesso ao mercado externo, por meio da participação em workshops, consultorias individuais e elaboração de plano de negócios individual.

 

Jornada de Inspirações

Outra ação desenvolvida é a Jornada de Inspirações, que oferece Gestão de Design para criação de novos produtos para a indústria da moda, baseada na Pesquisa de Inspirações realizada pelo Núcleo de Pesquisa e Design da Assintecal. A carga horária é de 16h a 32h e são desenvolvidos oito novos produtos.

 

O Programa Origem Sustentável

O Programa Origem Sustentável prepara empresas de materiais, insumos e fabricantes calçadistas para certificação e promove junto às empresas o alinhamento dos seus processos e produtos aos quatro pilares da sustentabilidade (Econômico, Social, Ambiental e Cultural). Conta com quatro níveis de evolução: Bronze, Prata, Ouro e Diamante. A carga horária é de 40h.

 

Conexão Criativa e Comercial

O Conexão Criativa e Comercial incentiva um ecossistema de inovação sustentável para a moda e o design nacional. É voltado a pequenas empresas, associações, cooperativas, startups e designers com soluções sustentáveis em materiais, serviços e ou tecnologias que são aproximadas a empresas ligadas aos segmentos de confecção, calçados, acessórios e joalheria de todo o Brasil. A proposta busca conectar a diversidade e a riqueza do design e do artesanato brasileiro voltado ao desenvolvimento de componentes com o mercado. As empresas recebem curadoria de um gestor de design do Núcleo de Pesquisa e Design do Inspiramais, têm contato com a Pesquisa de Inspirações, ajudam a selecionar os temas-chave e participam de talks e palestras. Também são incentivadas a criar projetos entre si e a apresentar seus produtos no Inspiramais.

Além dessas ações, o convênio promove palestras, mostra de materiais, rodada de negócios, e muito mais para capacitação dos empresários, visando a preparação e geração de novos negócios. As inscrições para a participação de micro e pequenas empresas nas ações do Integra Moda estão abertas e contam com vagas limitadas. Para participar, é necessário entrar em contato com a Assintecal, por meio do e-mail [email protected]. Até 2023, deverão participar mais de 5 mil micro e pequenos negócios, mais de 20 mil atendimentos e desenvolvimento de 1,6 mil novos materiais, com aumento de 20% na produtividade, inovação e modernização.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

16/10/2021 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Painel da Fimec aborda retorno das produções Private Label durante a Semana do Calçado

Por Ester Ellwanger 15/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Semana do Calçado, evento promovido pelo IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos) e pelo Sebrae/RS, ocorrerá de 18 a 21 de outubro e debaterá diferentes temas em torno da indústria coureiro-calçadista com objetivo de fomentar o conhecimento no setor. A Fenac Experiências Conectam, por meio da Fimec 2022, participa do evento com um painel que abordará o retorno das produções Private Label (PL) Internacional para o Brasil.

Marcio Jung, diretor-presidente da Fenac e João Fernando Hartz, Diretor da Sunset Agenciamento e Intermediações, irão discorrer na segunda-feira, dia 18/10, às 19h, sobre a necessidade da indústria brasileira de olhar para a renovação tecnológica do seu parque fabril, a fim de estar pronto em todos os sentidos para receber uma alta demanda de PL Internacional. “O cenário mundial está fazendo com que as grandes redes americanas e europeias tenham forte interesse em produzir calçados com suas marcas aqui no Brasil. E a nossa conversa será justamente para abordar temáticas como produtividade, inovação, sustentabilidade e novas tecnologias como forma de repensar a matriz produtiva”, destaca Jung.

A Semana do Calçado ocorrerá 100% online e será transmitida pelo Facebook e Youtube do IBTeC, o painel também pelo Facebook da Fimec.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2021 0 Comentários 640 Visualizações
Business

Setor calçadista deve crescer 2,6% em 2022

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

Experimentando uma retomada na atividade em 2021, o setor calçadista prevê crescimento médio de 12,2% em 2021 e de 2,6% em 2022. O dado foi apresentado em evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 6 de outubro. O Análise de Cenários, ocorrido no formato digital, contou com apresentações da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em economia e consultor setorial Marcos Lélis.

O encontro iniciou com uma apresentação do cenário atual da economia brasileira, que segundo Lélis, deve crescer 5,04% em 2021 e 1,57% em 2022, projeções que estão sendo constantemente revisadas. No cenário internacional existem algumas dúvidas que deixam a economia brasileira em compasso de espera. As duas principais são o aumento da inflação nos Estados Unidos, que deve fazer com que o País eleve sua taxa de juros, e o desaquecimento da economia chinesa, evidenciada nas dificuldades da Evergrande. “O aumento da taxa de juros nos Estados Unidos irá diminuir a liquidez no mercado mundial, tendo impacto considerável no câmbio e na inflação brasileira, que já está alta”, disse, ressaltando que analistas já projetam inflação de dois dígitos até o final do ano.

Lélis destacou, ainda, que o Brasil ainda não recuperou os empregos perdidos durante a pandemia do novo coronavírus. O fato, segundo ele, reflete na queda da confiança dos consumidores, que tem impacto direto no consumo doméstico, justamente onde são comercializados mais de 85% dos calçados produzidos no País.

 

Calçados

A segunda parte do evento foi dedicada à apresentação dos dados para o setor calçadista brasileiro. Segundo Priscila, no segundo semestre as taxas de crescimento do setor devem desacelerar diante da base mais consolidada do mesmo período do ano passado, quando a atividade já dava sinais de retomada. Não quer dizer que o setor não vá crescer em 2021. A projeção da Inteligência de Mercado da Abicalçados é de um crescimento médio de 12,2%, chegando a uma produção total de 857 milhões de pares, quase 100 milhões a mais do que no ano passado. Mesmo com o resultado, Priscila ressalta que o setor deve seguir abaixo do nível pré-pandemia, em 2019, em cerca de 8%. Entre janeiro e agosto, dado mais recente, o setor produziu 512 milhões de pares, 26% mais do que no mesmo período do ano passado e 15,5% menos do que no período correspondente de 2019.

De acordo com a coordenadora, o crescimento do setor no Brasil está menos intenso do que o dos principais produtores de calçados do mundo. Na China, principal produtor mundial do setor, a atividade no primeiro semestre de 2021 está apenas 7% abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019. Na Índia, segundo produtor mundial, a atividade está 15% abaixo de 2019, no Vietnã (3º produtor) ela já está 11% acima e na Indonésia (4º produtor) 14% abaixo. Atualmente, o Brasil é o quinto produtor mundial do setor.

 

Exportações

As exportações de calçados devem ser o motor do crescimento do setor em 2021. Entre janeiro e setembro, foram embarcados 86,2 milhões de pares, que geraram US$ 618,5 milhões, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Para o ano, a previsão é de um crescimento 25%, em pares, na relação com 2020. Confirmado o resultado, o setor exportador deve recuperar os níveis pré pandemia, encerrando o ano com 118 milhões de pares embarcados. O otimismo na área é explicado pela retomada das importações de calçados de alguns dos principais mercados internacionais para o calçado verde-amarelo, com destaque para os Estados Unidos e França.

 

Empregos

Com mais de 24 mil postos gerados entre janeiro e agosto, o setor calçadista brasileiro está 17% acima do nível registrado no mesmo período do ano passado, mas ainda 3% abaixo dos registros pré pandemia. “Alguns dos principais empregadores brasileiros da atividade, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia, já superam os dados de 2019, mas não é uma realidade geral do setor”, explica Priscila. Atualmente, a atividade gera 271 mil postos de trabalho no Brasil.

 

Expectativas para 2022

Para 2022, mesmo em meio a um cenário de incertezas, especialmente no mercado doméstico, a Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta para uma expectativa de crescimento médio de 2,6% na produção de calçados, totalizando 879 milhões de pares, 22 milhões a mais do que a projeção para o ano corrente. Mesmo com o resultado, segundo Priscila, a atividade ainda ficaria abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019, em cerca de 6%. Em 2019, foram produzidos 936 milhões de pares de calçados. “Para alcançar os níveis pré pandemia o setor deverá crescer 9% no próximo ano, o que é muito difícil devido à conjuntura econômica”, explica.

Assim como em 2021, as exportações devem ser o motor do crescimento do setor calçadista no próximo ano. Segundo projeções da Abicalçados, em 2022 as exportações, em volume, devem crescer 5,1%, ficando 7% acima do resultado de 2019. Em números fechados, o setor deve exportar 124 milhões de pares, 6 milhões a mais do que a projeção de 2021. Com o resultado, o coeficiente de exportação – percentual da produção nacional exportado – deve passar de 12% para 14%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Jorge Bischoff cresce durante a pandemia e ultrapassa a marca de 90 lojas

Por Ester Ellwanger 05/10/2021
Por Ester Ellwanger

Uma oportunidade para mudar de vida. É isso que a Jorge Bischoff, marca de sapatos e bolsas gaúcha que ganhou o mundo, proporciona aos seus franqueados há 18 anos e, em especial, nesse complexo período de pandemia. Tanto é que para este ano a marca projeta faturamento de R$ 58 milhões, 42% acima do que em 2020. Já a previsão de venda dos produtos nas lojas até dezembro é chegar na casa dos R$ 121 milhões. Os números foram compartilhados pelo próprio Bischoff, designer que assina as peças e dá nome à marca, em evento que reuniu na loja-conceito da marca na Rua Oscar Freire (518), em São Paulo, investidores, nomes ligados a shoppings e franqueados – inclusive de Francisco Santos, fundador e presidente da Couromoda.

Segundo o próprio designer Jorge Bischoff, CEO da marca, no cenário de incertezas econômicas dos últimos tempos, a procura pelas parcerias de negócios com a empresa continuou em alta. Prova disso é que em 2021 foram inauguradas oito lojas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. Além disso, até o final do ano a previsão, além das três que abriram as portas no dia 30 de setembro, é inaugurar mais quatro operações, também de norte a sul do país. “A rede de franquias foi crescendo estrategicamente, com todo o cuidado para uma expansão sustentável, com foco em eficiência, segurança e resultados para quem se torna nosso parceiro”, conta.

Agora, são 90 unidades em todo o Brasil e o crescimento está acelerando. Além disso, a Jorge Bischoff está presente com marca própria em mais de 700 pontos de venda distribuídos em 60 países dos cinco continentes. Porto Rico, Colômbia, Israel, Emirados Árabes, África do Sul e Polônia são aqueles com maior volume de vendas. “Chegamos aos 18 anos com consolidação nacional e vasto reconhecimento internacional. Sinto-me realizado, especialmente pelas tantas oportunidades geradas no varejo, na indústria e, principalmente, na vida de quem está conosco, não apenas os franqueados, mas, principalmente, todos os colaboradores que podem usufruir dos resultados desse esforço cocriado”, avalia.

No dia 30 de setembro, três operações foram inauguradas: no Rio de Janeiro (RJ), no Norte Shopping, Itajaí (SC) e em Manaus (AM). Já as próximas aberturas ainda em 2021 acontecem em Araraquara (SP) , Vila Velha (ES), Bento Gonçalves (RS) e Francisco Beltrão (PR).

Foto: Lu Prezia/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Calçando o Brasil e o mundo

Por Ester Ellwanger 21/09/2021
Por Ester Ellwanger

A história da indústria calçadista brasileira é tão antiga quanto cheia de desafios. Com as primeiras fábricas nascidas no Rio Grande do Sul, como forma de abastecer o Exército Brasileiro com coturnos de couro para a Guerra do Paraguai – 1864 a 1870 -, o setor logo cravou suas raízes por todo o País. Na época, a produção de calçados era basicamente artesanal e se dava muito mais por uma demanda local do que nacional, sem apelos de moda.

Com a primeira fábrica formalizada em 1888 em Novo Hamburgo/RS, foi a partir de meados do século passado que a atividade passou a se desenvolver de fato, especialmente a partir das primeiras exportações. A primeira que se tem registro data de 1968, quando a Strassburguer, de Novo Hamburgo/RS, embarcou o equivalente a US$ 4 milhões para os Estados Unidos.

Quinta maior produtora do mundo, a maior fora da Ásia, a indústria calçadista brasileira, apesar dos percalços, segue como um importante vetor econômico e social do País. Hoje sendo o quinto setor industrial que mais emprega na Indústria da Transformação brasileira, a atividade gera mais de 250 mil postos de trabalho diretos em 600 municípios do País, sendo que em 20% destes representa mais de 50% do emprego industrial gerado. O calçado brasileiro, aprimorado pelos anos e pelo desenvolvimento tecnológico, também está nos pés de consumidores de mais de 160 países em todo o planeta, sendo desejado e reconhecido internacionalmente.

Foto: Divulgação| Fonte: Assessoria
21/09/2021 0 Comentários 540 Visualizações
Business

Três Coroas Shoes estará na Zero Grau

Por Ester Ellwanger 13/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios que lança para o Brasil e para o exterior as coleções para a temporada fria do ano, outono/inverno 2022, vai movimentar o segmento na segunda quinzena do mês de novembro, com pedidos para as vitrines já a partir do mês de fevereiro do próximo ano. “Certamente também teremos dentro da feira negócios para pronta entrega já para as festas natalinas deste ano”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira, que acontece de 15 a 17 de novembro, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado (RS). Pletsch acrescenta que o mercado está com uma demanda reprimida de novos fornecedores e de lançamentos que encantem o consumidor final. “Uma grande parte das empresas nestes quase dois anos de pandemia está realizando suas vendas por plataformas online e estão todos com ansiedade de manusear os calçados, os materiais, enfim voltar para a experiência do presencial”, diz ele.

Exatamente nesta esteira que está a aposta das empresas do grupo do Três Coroas Shoes, como diz Juliano Mapelli, diretor executivo e comercial do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas, quando assinala que a importância do evento é a de resgatar a modalidade de comercialização presencial além da vantagem da prospecção. “Durante este período de pandemia as nossas empresas tiveram várias experiências no digital, mas estão cada vez mais conscientes da necessidade de uma negociação durante uma feira física, onde terão condições de trocar informações e sentimentos sobre os produtos, explicando todos os atributos de cada modelo. Enfim ter negociações mais próximas da realidade”, diz ele. O grupo Três Coroas Shoes terá 13 empresas na feira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2021 0 Comentários 636 Visualizações
Business

Bibi planeja exportar 20% da produção em 2021

Por Ester Ellwanger 09/09/2021
Por Ester Ellwanger

Reforçando a importância e qualidade do calçado Made in Brazil, desde 1970 a Bibi exporta seus produtos e inicia na década de 90 a comercialização com marca e design próprio para outros mercados. A Argentina, na América do Sul, foi o primeiro País a receber os produtos após a mudança. Atualmente, a Bibi está presente em mais de 70 países em todos os continentes via exportação direta a franqueados, lojistas multimarcas, virtuais ou, dependendo da região, também distribuidores. A produção anual de calçados é de 2 milhões de pares nos parques fabris localizados em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, sendo que 20% serão destinados à exportação neste ano. Em comparação com 2019, a marca registrou um incremento de 27% na exportação de pares para países da América Latina e de 76% para a Europa.

Para a Bibi, os principais diferenciais competitivos para a exportação englobam o alinhamento com as tendências da moda mundial, as tecnologias relacionadas ao conforto e bem-estar da criança, além de uma cadeia de suprimentos altamente qualificada. Outra questão importante é a proximidade aos mercados de alto consumo e facilidades logísticas. A atuação em países da América do Sul, por exemplo, segue o mesmo calendário do Brasil. “Com base na atuação do setor como um todo, destaco a expertise na produção de calçados brasileiros, já que várias marcas estão se reinventando e apostando em tecnologias de ponta e o alinhamento com as principais tendências do mercado. E, mais especificamente falando sobre a Bibi, já somos reconhecidos pela inovação nos produtos e pelo desenvolvimento de calçados que promovem o crescimento natural e saudável do pé da criança”, revela a presidente da marca, Andrea Kohlrausch.

Durante a pandemia, a marca promoveu diversas rodadas de negócios e showrooms virtuais com o objetivo de apresentar as coleções, estreitar a relação e obter novas frentes em territórios onde não está presente. No primeiro semestre, esse trabalho foi desenvolvido em países como Rússia, França e Inglaterra. O próximo projeto seguindo as mesmas diretrizes será com foco para o Oriente Médio. “No início do ano, um dos países que se destacou na exportação foi Israel, no Oriente Médio, por ter um avanço significativo na vacinação. Mas se levarmos em conta o primeiro semestre de 2021, a Europa vem se destacando e apresentando um sell-out expressivo se comparado com outros continentes. Com uma procura maior, tivemos que efetuar alguns embarques aéreos para suprir a demanda do mercado. E isso é ótimo, mostra a recuperação. Aqui na América Latina, os principais destinos dos calçados da Bibi são para Peru, Equador, Chile e Argentina. Acreditamos em um cenário positivo com a retomada da produção”, explica Kohlrausch.

Em 2020, a Bibi lançou o e-commerce com venda direta para os consumidores da marca no Chile. O projeto completa um ano em setembro com resultados satisfatórios. Inicialmente, o canal teve um período de maturação, com números crescentes principalmente no último trimestre do ano passado. Com base nas vendas gerais, levando em conta e-commerce, multimarcas e marketplaces, as vendas no Chile tiverem um aumento de 270% quando comparados os anos de 2019 e 2020. Até o momento, neste ano, a marca de calçados já registrou um incremento de 10% em relação ao ano passado. Dessa forma, a empresa tem uma perspectiva bastante positiva para o mercado chileno e projeta um crescimento em torno de 60% em relação a 2020.
“Temos estratégias de negócios diferenciadas. Investimos na expansão da rede de franquias internacionais em mercados-alvo, que são pré-determinados pela Bibi, assim como na expansão do projeto de e-commerce internacional, acelerando assim a presença no digital no mercado externo. Atuamos de forma constante em ampliar nossa rede de distribuição, por meio de vendas diretas e pela entrada em marketplaces internacionais em mercados estratégicos”, ressalta a presidente da Bibi.

Fundada em 1949, a Calçados Bibi é referência no mercado de calçados infantis que são exportados para mais de 70 países, nos cinco continentes, como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, China, Índia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, entre outros. No Brasil, a marca está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 130 lojas. A empresa é a única calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, produz calçados para crianças de 0 a 9 anos e desenvolveu a palmilha Fisioflex, que se ajusta à anatomia do pé, com tecnologia que proporciona a sensação de andar descalço.

Em parceria com o IBTec (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos), a Bibi monitora todos os materiais para utilizar somente os que estão de acordo com os padrões internacionais quanto a substâncias tóxicas, assegurando o desenvolvimento saudável das crianças e a tranquilidade de pais e mães ao investir em produtos não tóxicos. A marca dispõe de um mix completo de produtos pensado para cada fase do desenvolvimento infantil e o couro é a principal matéria-prima utilizada na fabricação dos calçados. A boa relação com os distribuidores em diferentes países fez com que a rede investisse na internacionalização da franquia, com o mesmo modelo de negócio implantado em diferentes estados brasileiros. A primeira loja foi inaugurada em setembro de 2017 em Lima, capital do Peru. Hoje já são 14 operações no exterior, sendo um e-commerce no Chile que é considerado frente de loja pela marca e 13 franquias localizadas nos países da América do Sul e Central.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/09/2021 0 Comentários 872 Visualizações
Business

Fábrica de calçados inicia exportação para quatro países

Por Ester Ellwanger 03/09/2021
Por Ester Ellwanger

De Monte Alverne para o mundo. Com sede no interior de Santa Cruz do Sul, a indústria de calçados Shalom iniciou neste mês a confecção de 810 pares do tênis feminino da marca própria Priva que serão exportados para Israel. A fábrica corre para atender também pedidos da Colômbia, Equador e República Dominicana.
Atuando há muitos anos apenas como terceirizada em uma parte do processo de confecção de um calçado, a costura, a Shalom resolveu neste ano aproveitar as oportunidades e crescer. Contratou profissionais experientes no mercado, abriu um escritório em Campo Bom, e iniciou o desenvolvimento de um produto e uma marca própria.

Em junho, começaram a sair do forno os primeiros pares do Priva, um tênis feminino 100% em couro legítimo, com 12 modelos diferentes. Desde então, já foram quase cinco mil vendidos. O processo de confecção agora é integral na fábrica: do couro ao produto final dentro da caixa direto para a loja.


Conforme a proprietária, Elza Maria de Mello Silveira, em 2020, a pandemia fez com que a empresa tivesse de demitir 25 funcionários. Mas com o novo produto e a conquista de vários mercados no Brasil e no mundo, só neste ano já contrataram um número maior, passando de 70 empregados atualmente. E cartazes na porta de entrada avisam que estão à procura de mais homens e mulheres.

“Estamos produzindo 120 pares por dia, mas queremos chegar a 400, 500 pares. Isso no início, pois pensamos em expandir ainda mais”, diz uma otimista Elza, que administra o empreendimento ao lado do filho Cristian Rafael Silveira.

A prefeita Helena Hermany, o vice-prefeito Elstor Desbessell, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Márcio Farias Martins, o subprefeito do distrito, Júlio Mahl, além de servidores do Município, estiveram hoje visitando a indústria para conhecer o novo produto e também ouvir as demandas dos proprietários. O principal pedido é para a reativação de uma linha de ônibus do Centro para Monte Alverne, pois muitas pessoas estão interessadas em trabalhar na Shalom, mas necessitam do transporte público.

“Fiquei impressionada com o crescimento da empresa. Já tinha visitado ela há muitos anos, quando trabalhavam só com a costura, estão de parabéns pela coragem em investir e empreender. Podem contar com a Prefeitura para que consigam expandir ainda mais, a geração de emprego e renda, ainda mais no interior, é muito positiva”, disse a prefeita Helena Hermany.

Foto: Tiago Rech /Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2021 0 Comentários 631 Visualizações
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