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Saúde

Sociedade de Pediatria do RS faz alerta sobre crises de asma em crianças no inverno

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

O agravamento de crises de asma em crianças durante o inverno tem sido alertado pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). A condição respiratória crônica caracterizada por uma inflamação persistente dos brônquios, tubos responsáveis por conduzir o ar para os pulmões, é o resultado da interação entre características genéticas e fatores ambientais e biológicos. O aumento de infecções por vírus é a principal causa do agravamento durante esta época do ano.

De acordo com o pneumologista pediátrico associado à SPRS, Paulo Pitrez, os principais sintomas da enfermidade nas crianças são tosse, chiado no peito e falta de ar. “A asma afeta clinicamente com sintomas respiratórios recorrentes, que são tosse, chiado no peito, falta de ar e a sensação de aperto no peito, podendo ser uma combinação desses sintomas. Às vezes o paciente apresenta um sintoma de forma mais frequente que outro e, quanto mais grave, mais comuns eles se tornam”, destaca Pitrez.

Deste modo, o médico relata que os sintomas podem surgir durante o dia, quando a criança está em aula, sendo bastante comum ao praticar exercícios, que podem desencadear uma crise. Também podem ocorrer no período da noite, em que a criança desperta com um broncoespasmo, definido como a contração repentina da musculatura dos brônquios, fazendo com que haja uma entrada menor quantidade de ar nos pulmões.

Além disso, o especialista salienta que infecções virais são a causa mais comum das crises de asma, com o maior risco de quadros mais graves. “O grande vilão das crises de asma, que leva as crianças a consultas com o pediatra, visitas a salas de emergência e hospitalizações, são causadas por infecções virais, que acontecem mais durante o inverno’’, pontua Pitrez.

O tratamento para a doença consiste no controle ambiental, diminuindo a poeira, o mofo, prevenindo o contato com fumantes e utilizando medicamentos controladores com corticoide inalatório e broncodilatadores. “O controle do ambiente é importante, reduzindo a poeira, o mofo, evitando o contato com pólen, gramíneas, e animais, caso a criança seja alérgica a estes fatores. Ambientes que têm cigarro também fazem muito mal para a criança. Como tratamento nós temos a medicação de controle, com o uso diário do corticoide inalatório, para reduzir a inflamação dos brônquios. O paciente com sintomas mais frequentes deve utilizar um tratamento diário, uma ou duas vezes ao dia, com essa linha de medicamentos, às vezes adicionando broncodilatadores. Se tiver sintomas ou crises, quando em vigência do tratamento, deve sempre utilizar a medicação de resgate prescrita (com broncodilatador) e procurar atendimento do seu pediatra e fazer uma revisão’’, relata o médico.

Pitrez também ressalta que em casos de crianças com a doença mais grave, em que os tratamentos mais comuns não funcionam, há outras alternativas mais modernas. “Para aqueles com asma grave, que não respondem a nenhum desses tratamentos e medicamentos inalatórios convencionais, temos terapias novas, muito eficazes, sendo os imunobiológicos, que reduzem a inflamação dos brônquios com alta eficácia e segurança, melhorando muito a vida dos pacientes com asma grave, mas de alto custo”, finaliza o especialista.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 391 Visualizações
Saúde

XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria tem data confirmada

Por Jonathan da Silva 01/08/2024
Por Jonathan da Silva

O XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria acontecerá de 15 a 17 de maio de 2025, no Centro de Eventos BarraShoppingSul, em Porto Alegre. As datas foram confirmadas pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) nesta semana. O evento, que já considerado tradicional entre os pediatras do estado, tem o objetivo de promover a atualização profissional e a troca de conhecimentos entre especialistas.

A presidente do congresso, Denise Leite Chaves, destaca a importância do evento, especialmente após as recentes adversidades enfrentadas pelo Rio Grande do Sul. “Foi com muita honra que aceitei ser presidente da próxima edição do nosso já tradicional Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria. É um grande desafio, pois, logo após nossa edição de 2024, o Rio Grande do Sul foi devastado pela pior catástrofe climática que nosso estado já sofreu. Estamos todos impactados, e nosso estado levará muito tempo para se reerguer. Mas, muito mais que isto, nós, como pediatras, temos que reconhecer que as crianças foram novamente atingidas, e pouco tempo após o impacto que a epidemia de Covid causou. Profundas marcas ao seu desenvolvimento biopsicossocial mais uma vez impactarão seu futuro”, pontua Denise.

A presidente reforça a necessidade de constante atualização e qualificação dos profissionais da área. “Estamos vivendo um momento de grandes desafios, grandes mudanças, com uma medicina em contínua evolução, cada vez mais tecnológica, transformando a educação e as relações interpessoais. E com certeza temos que nos atualizar, debater e nos qualificar sempre, pois é papel do pediatra, como especialista, a vigilância da saúde da criança. Nós conduzimos a saúde do futuro”, salienta Denise.

O presidente da SPRS, José Paulo Ferreira, reforça o convite aos colegas para o evento. “Este evento, já consagrado entre os pediatras gaúchos, é uma tradição que nos permite não apenas atualizar nossos conhecimentos, mas também reencontrar amigos e colegas de profissão”, destaca Ferreira.

Durante o congresso, os participantes terão a oportunidade de assistir a palestras e workshops com especialistas renomados, discutir casos clínicos e trocar experiências. Serão abordados temas como inovações em tratamentos pediátricos, prevenção de doenças, saúde mental e a importância da abordagem interdisciplinar no cuidado infantil.

Mais detalhes sobre o XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria podem ser obtidos no site oficial do evento, no link gauchopediatria.com.br/home.asp.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 792 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS saúda fortalecimento da imunização contra Covid-19

Por Amanda Krohn 13/01/2023
Por Amanda Krohn

Entre as prioridades elencadas pelo governo federal em suas primeiras manifestações está a retomada dos altos índices de cobertura vacinal, incluindo a imunização contra a Covid-19. A medida foi bem recebida pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) que, através do seu conhecimento médico e científico, coloca-se à disposição dos órgãos públicos para colaborar. O pediatra e diretor da SPRS, Benjamin Roitman, ressalta que a intenção do Ministério da Saúde de fazer campanha de vacinação para recuperar as coberturas vacinais vem em boa hora.

“Há várias doenças que contam com vacinas disponíveis e continuam atingindo nossas crianças (Covid, pneumonias, meningites) e outras patologias que podem voltar a circular pela baixa cobertura vacinal (pólio, difetria, tétano, entre outras). O Programa Nacional de Imunizações (PNI) é um programa de Estado que tem mais de 30 anos, não de governo; ou seja, ultrapassa fronteiras ideológicas ou partidárias”, afirma.

O médico reforça que é direito de toda a criança receber vacina que protege contra inúmeras doenças graves e dever da família oferecer esta proteção aos seus filhos. “Defendemos que seja feito um esforço conjunto envolvendo pais, professores, instituições de ensino, instituições de saúde, pediatras e órgãos do estado nos âmbitos municipal, estadual e federal. Cada um faz a sua parte. O importante é disponibilizar as vacinas com segurança e praticidade (horários estendidos), levar a criança até a unidade de saúde, observar as carteiras de vacinação e atualizar na primeira oportunidade. É hora de chamar os pais e lembrar da necessidade e da importância das vacinas. Campanhas de vacinação são sempre bem vindas pois é um momento de mobilização de toda a sociedade” completa Benjamin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2023 0 Comentários 506 Visualizações
Saúde

Pediatra orienta acerca da prevenção de doenças respiratórias

Por Amanda Krohn 12/09/2022
Por Amanda Krohn

Devido às mudanças bruscas de temperatura no Rio Grande do Sul, é comum a ocorrência de doenças respiratórias nas crianças. A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça a importância de alguns cuidados, como a vacinação, por exemplo. O pediatra Marcelo Pavese Porto ressalta que é essencial que os pais mantenham a carteira vacinal de seus filhos em dia.

“Nunca se vacinou tão pouco. Não estamos falando só de Covid-19, mas de todas as outras doenças. Isso está fazendo com que estejam ressurgindo doenças importantes como sarampo, coqueluche, além dos riscos severos de algumas meningites”, alerta. “Por tudo isso estamos sugerindo que as pessoas retomem a vacinação, conversem com o seu pediatra e não deixem de aplicar as doses necessárias”, continua.  Porto explica também sobre a vacina contra a gripe. “Ela precisa ser feita anualmente. Embora sintomas gripais apareçam com uma série de outros, a Influenza pode ser grave e matar. Existe vacina disponível a partir dos seis meses de idade. Então, não justifica as pessoas não fazerem”, salientou.

Outros cuidados

Marcelo Pavese Porto lembra que cuidados relativamente simples também devem ser seguidos. Um deles é não levar as crianças que tenham algum sintoma gripal ou resfriado para escola ou para a creche. “Primeiro eles precisam de um tempo de repouso para se recuperar. A imunidade dele está baixa e o expõe a pegar outras doenças. Além de tudo, é claro, tem a cadeia de transmissão”, observa. “A criança que está com uma gripe ou resfriado não deve ir para escola porque vai transmitir para outros. Em caso de febre, é ainda mais grave. Em hipótese alguma ele deve ir para escola”, prossegue.

O profissional enfatiza também a necessidade da proteção aos bebês recém-nascidos. “Não indicamos que levem crianças muito pequenas em aniversários, festas, shows, ou em um shopping, por exemplo, ou que recebam aquela série de visitas quando ainda é muito pequeno. Abaixo dos quatro meses, deve-se evitar aglomeração de pessoas”, disse. Por fim, no caso de bebês, Marcelo Pavese indica que manter o aleitamento materno também é um cuidado primordial. “Feito de forma exclusiva até os seis meses de vida, ajuda não apenas na produção de anticorpos que a mãe passa para o bebê, mas proporciona outros fatores de defesa”, determina. “É fundamental na prevenção de doenças. Mesmo depois de seis meses é importante manter na medida do possível”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2022 0 Comentários 802 Visualizações
Saúde

SPBRS e Simers propõem lei para reduzir morbimortalidade em partos

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

A Sociedade de Pediatria do RS (SPRS) e o Núcleo de Pediatria do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) se uniram para propor a criação de uma lei que obriga a presença de um médico habilitado em reanimação neonatal nas salas de parto. O objetivo da iniciativa é a redução das altas taxas de morbimortalidade materna, peri e neonatal.  O documento com a proposta para um futuro Projeto de Lei está sendo encaminhado para os deputados gaúchos, com foco na reversão desses números. O primeiro integrante do Executivo Estadual a receber o texto foi o deputado Dr. Tiago, das mãos do diretor do Simers, Antônio Castro.

A ação busca assegurar o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do nascimento, por meio de uma lei estadual. O que deve ser levado, em outro momento, ao âmbito federal. A ação pretende, ainda, ampliar o que já vem sendo adotado pelo Ministério da Saúde, na área de atenção à gestante. Como, por exemplo, os investimentos nas redes estaduais de assistência à gestação de alto risco, o incremento do custeio de procedimentos específicos.

A estatística

Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), apontam que, em 2019, 20% dos 18.402 óbitos neonatais precoces no país, estavam associados à asfixia perinatal, hipoxia ao nascer e/ou à síndrome de aspiração meconial. A situação se agrava nos casos de recém-nascidos com peso de nascimento menor ou igual a 2.500 quilos, quando tais causas contribuíram para a morte de quatro a cada dia.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 601 Visualizações
Variedades

Agosto Dourado reforça importância da amamentação para mães e bebês

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Menos crianças doentes, menos crianças desnutridas, menos crianças hospitalizadas, menor despesa dos sistemas de saúde para tratar as doenças devidas ao desmame precoce. Esses são apenas alguns dos benefícios que a amamentação pode oferecer. Um ato simples e de amor entre mãe e bebê.

O médico da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), e membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Roberto Mário Issler, lembra que o leite materno é o alimento adequado e completo que atende às necessidades do bebê.

“Oferece proteção contra diarreia, infecções respiratórias e combate a obesidade. O bebê que mama no peito tem menor prevalência de doenças alérgicas, asma. Além disso, há a satisfação e estímulo pelo contato com a pele da mãe, o calor do seu corpo e o som da sua voz. Oferece todos os nutrientes adequados ao crescimento saudável da criança – proteínas, gorduras, imunoglobulinas, fator bífido que protege o intestino da criança. Estudos de médio e longo prazo também mostram que crianças amamentadas têm alguns pontos de QI maior do que não amamentados”, explica.

Para a mãe, também há uma série de vantagens como a praticidade de contar com um alimento sempre pronto, praticamente sem custo e totalmente ecológico, sem nenhum desperdício de energia, embalagens e resíduos.

“Na amamentação há o prazer e satisfação do contato físico, troca de olhares, sons e odores com seu filho. Mães que amamentam exclusivamente até o sexto mês podem ficar sem menstruar durante aquele período. Menor prevalência de diabete tipo II e câncer de mama. Economia para a família, sociedade e meio ambiente”, completa.

Há, ainda, aspectos globais que envolvem o processo de amamentação. Para a sociedade e meio ambiente representa melhoria significativa em dados de prevenção de morbimortalidade infantil (800.000 óbitos ao ano em menores de 5 anos se a amamentação acontecesse conforme o indicado e 20.000 casos de câncer de mama em mulheres).

A recomendação atual é de aleitamento materno exclusivo até o sexto Mês de vida do bebê. A partir daí, com a introdução da alimentação complementar saudável, é recomendado manter a amamentação até dois anos ou mais.A introdução da alimentação complementar saudável deve ser gradual, com alimentos coloridos, de boa qualidade, variando aos poucos de acordo com a aceitação da criança, cultura da família, alimentos disponíveis e hábitos alimentares locais. Recomenda-se basicamente “comida de verdade” evitando oferecer alimentos processados ou ultraprocessados – doces, salgadinhos, biscoitos, enlatados, embutidos, refrigerantes, bebidas lácteas com conservantes. Evitar o uso de sal na comida nos primeiros dois anos de vida. O médico indica consultar o Guia Alimentar para crianças brasileiras menores de 2 do Ministério da Saúde, atualizado e lançado recentemente (novembro de 2019) sendo disponível para consulta livremente, impressão e baixar diretamente do site do Ministério da Saúde.

Semana Mundial do Aleitamento Materno

Esse ano o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno é: Apoie o Aleitamento Materno por um Planeta Saudável. Esse evento é celebrado em todo o mundo e chama a atenção para o impacto da alimentação infantil no meio ambiente, estando alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. O mês “Agosto Dourado” é simbólico para a promoção do aleitamento materno no Brasil e no mundo, servindo para dar visibilidade a diversas ações, em instituições públicas, privadas, grupos de mães, organizações não governamentais para promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde do planeta e de todos os seres humanos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 649 Visualizações
Variedades

XII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria vai acontecer online

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O XII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria vai acontecer neste ano de forma online. A programação começa na sexta-feira, 18 de setembro, com a solenidade de abertura gravada com mensagens dos organizadores e autoridades às 7h45min. No período da manhã as palestras tratam a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), Distúrbios do comportamento, pneumonias e tuberculose. Durante a tarde, a pauta traz os riscos dos alimentos ultraprocessados, tratamento da icterícia neonatal, fórmulas infantis, doenças crônicas não transmissíveis do adulto, distúrbios do sono e dificuldades alimentares. Encerrando a programação do dia, os palestrantes falam do manejo da dor, bronquiolite, importância da “golden hour” no atendimento de urgências e infecção no trato urinário.

No sábado (19) a programação inicia com aula sobre Otites de repetição, imunidade, alta do alojamento conjunto, corticoterapia tópica, autismo e vacinas. Para as 12h30min está prevista apresentação de Temas Livres selecionados. O encerramento acontece às 13h.

“Uma vez que estamos todos vivendo um momento de grandes dúvidas e indefinições, a Diretoria da SPRS entende o atual caráter de exceção causado pela pandemia da Covid-19, e, respeitando as recomendações do Ministério da Saúde, adequamos o tradicional formato presencial do Congresso Gaúcho de Pediatria para transmissões online. Com isso, mantemos intocado o compromisso de não interromper a nossa tradicional oferta de atualização médica, ao mesmo tempo que asseguramos a segurança e a saúde de nossos participantes, palestrantes e patrocinadores”, afirma o presidente da SPRS, Sérgio Luis Amantéa.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 705 Visualizações
Saúde

Anemia atinge pelo menos 20% das crianças no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O momento de distanciamento social pode ser útil para uma reflexão sobre os hábitos alimentares e um dos aspectos importantes é ficar atento a quantidade de ferro que é consumida, especialmente quando se trata de gestantes e bebês. Os dados mais recentes no Brasil mostram que a anemia atinge cerca de 20 a 30% das crianças. Há variações conforme a região do país e a causa mais frequente é a anemia pela deficiência por ferro. Por conta disso, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça a importância dos pais estarem atentos a isso.

“A anemia é um problema global que exige atenção desde o pré-natal com a gestante, durante o aleitamento materno e na alimentação complementar fortificada com o devido acompanhamento pediátrico. Além disso, promover o aleitamento materno exclusivo é importantíssimo e quando este não for possível, o uso adequado de fórmulas para lactantes e não o leite de vaca.”, explica o médico nutrólogo pediátrico e diretor da SPRS, Matias Epifanio.

O efeito da anemia acontece no crescimento podendo comprometer o desenvolvimento cerebral. Outros fatores são relacionados com habilidades cognitivas, capacidade motora e aspectos comportamentais. Em 2018, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou uma diretriz sobre o consenso considerando mais que uma doença, uma urgência médica.

No Brasil os dados relacionados a anemia variam muito pelos aspectos regionais, mas a maior parte dos casos concentram-se em crianças menores de 3 anos e gestantes. O conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) para anemia é quando ocorre um desvio dois numerais abaixo do esperado, dos níveis de hemoglobina circulante no sangue. Os parâmetros são determinados conforme a idade e outros fatores como sexo, gestação, altitude, entre outros.

“A avaliação clínica em muitos casos não é suficiente. As vezes para uma detecção precoce é preciso um olhar da evolução da criança desde o pré-natal, alimentos complementares, vínculo de aleitamento materno, entre outros aspectos, finaliza Matias.

O consenso sugere a suplementação que todo recém-nascido a termo de peso adequado, deve receber do 3o mês de vida até os 24 meses de vida 1 mg de ferro elementar por quilo a cada dia. Há diferenciações se o bebê nasceu abaixo do peso ou pré maturo sendo indispensável a consulta ao pediatra para o correto acompanhamento.

As carnes e alguns órgãos, como o fígado, apresentam alta densidade e biodisponibilidade de ferro. Alguns vegetais também apresentam quantidades razoáveis de ferro, porém sua biodisponibilidade pode ser menor. Os elevados requerimentos fisiológicos de ferro na primeira infância tornam a criança especialmente vulnerável à anemia por deficiência de ferro durante os dois primeiros anos de vida. Neste sentido, atenção especial deve ser dada ao período de amamentação e à posterior fase de introdução de alimentos complementares, quando deverá ocorrer a introdução oportuna, correta e apropriada dos alimentos ricos em ferro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2020 0 Comentários 609 Visualizações
Variedades

Sociedade de Pediatria do RS tenta reverter decisão que afasta pediatras da rede básica de saúde

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma atualização no Protocolo de Enfermagem da Atenção Primária à Saúde – Saúde da Criança prevê que enfermeiros atuantes na Atenção Primária no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde do município de Porto Alegre poderão fazer a prescrição de medicamentos, solicitação de exames de rotina e complementares e encaminhamentos para a atenção especializada pertinentes às condições descritas no protocolo e as atividades de enfermagem. Segundo a Sociedade de Pediatria do RS, a medida afasta ainda mais a assistência pediátrica, conduzida por pediatras de formação, da rede básica de saúde do SUS.

“Políticas de saúde são processos complexos, dependem da combinação de uma série de fatores, sejam políticos ou econômicos, de indicadores assistenciais e de prioridades de nossos governantes, algumas vezes dissociadas da própria vontade da população”, afirma o presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Sérgio Amantéa.

O presidente da sociedade que representa a classe de pediatras no Rio Grande do Sul, acrescenta o complexo e importante processo de formação profissional pelo qual o pediatra é submetido ao longo dos anos.

“Em nosso país a graduação numa escola médica exige 7500 a 9000 horas de estudos. Para ser pediatra, um médico deve buscar formação complementar num programa de residência médica. Desde o ano passado, todos os programas de residência médica do país em pediatria, por determinação do MEC, passaram a contemplar um período estendido de formação, de dois para três anos. O Brasil foi um dos últimos países do mundo a ajustar este prazo, considerado insuficiente para caracterizar a figura do pediatra. Hoje podemos dizer que, para uma especialização em pediatria, o médico deve adicionar a sua formação um tempo muito similar a própria graduação, isto é, algo por volta de mais 9.000 horas de atividades teórico-práticas”, completa.

No Rio Grande do Sul, o presidente da SPRS, Sérgio Amantéa, relatou que estão sendo orquestradas várias ações em reação à portaria municipal. Além disso, a SPRS tem estimulado debates na imprensa sobre o tema, onde defende a importância de revogação da Portaria, e conquistado o apoio de outras entidades médicas estaduais, como o Conselho Regional de Medicina (Cremers), o Sindicato dos Médicos (Simers) e a Associação Médica do Rio Grande do Sul. (AMRIGS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 704 Visualizações
Saúde

AMRIGS se posiciona contra medida que autoriza enfermeiros a atenderem na área pediátrica

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A autorização está presente no Protocolo Assistencial de Enfermagem para o município de Porto Alegre recentemente publicado pelo executivo municipal. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) de forma conjunta com o Conselho Regional de Medicina (Cremers) e com o Sindicato dos Médicos (Simers) estão atuando para de reverter a decisão. A preocupação é que a medida afaste ainda mais a assistência pediátrica, que deve ser conduzida por pediatras de formação, da rede básica de saúde do SUS.

“O médico da criança é o pediatra e acreditamos que é um direito da população ser atendido por ele. Os pediatras passam ao longo dos anos por um complexo processo de graduação, demandando de 7500 a 9000 horas de estudos e, para ser pediatra, um médico deve buscar formação complementar num programa de Residência Médica”, afirma o presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto.

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está mobilizada, também, junto à Sociedade Brasileira de Pediatria, levando o tema ao Ministério da Saúde para que seja revertida a decisão. Segundo o presidente da SPRS, Sérgio Amantéa, estão sendo orquestradas várias ações em reação à portaria municipal. Dentre elas, está o pedido de mandado de segurança contra a Prefeitura de Porto Alegre por desrespeito à Lei nº 12.842/2013 (Ato Médico).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 636 Visualizações
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