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Política

Entidades e Prefeitura debatem falta de mão de obra em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças empresariais e representantes do poder público de Santa Cruz do Sul se reuniram nesta quarta-feira (11), no Palacinho da Prefeitura, para discutir estratégias de enfrentamento à escassez de trabalhadores nos setores produtivos do município. O encontro foi provocado pela Associação Comercial e Industrial (ACI) e reuniu o prefeito Sérgio Moraes (PL), dirigentes de entidades empresariais, representantes do Sebrae e do Senai e a vice-reitora da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Andreia Valim, com o objetivo de definir ações para lidar com a dificuldade de preenchimento de vagas no mercado de trabalho local.

Durante a reunião, foi definida como principal medida a realização de um estudo técnico conduzido pela Unisc para identificar em quais áreas a carência de trabalhadores é mais crítica e quais fatores contribuem para que as vagas permaneçam abertas.

Diagnóstico da falta de trabalhadores

O estudo deverá mapear os setores que enfrentam maior dificuldade na contratação de profissionais e analisar as causas do problema. A iniciativa busca fornecer dados que orientem futuras ações voltadas à qualificação profissional e à aproximação entre trabalhadores e empresas.

Segundo os participantes do encontro, a escassez de mão de obra já impacta diferentes segmentos produtivos da cidade e pode afetar o ritmo de crescimento econômico da região.

Estrutura de governança

Para conduzir as ações definidas no encontro, o grupo estabeleceu uma estrutura de governança dividida em duas frentes. A frente estratégica será formada pelos presidentes das entidades empresariais participantes da reunião.

Já a frente operacional será liderada pelo Departamento de Recursos Humanos da ACI em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul, com a função de transformar as discussões em projetos práticos.

Debates sobre alternativas

Durante os debates, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Santa Cruz do Sul e Região (Sindigêneros), Celso Müller, destacou o potencial de inserção do público sênior no mercado de trabalho e mencionou a necessidade de superar barreiras culturais que dificultam a busca por novas oportunidades por parte de pessoas idosas.

Além da realização do estudo técnico, a Prefeitura de Santa Cruz do Sul também se comprometeu a buscar referências em iniciativas já adotadas em outros municípios da região, como o sistema de capacitação de mão de obra implementado em Venâncio Aires em parceria com o poder público local.

Mobilização institucional

O objetivo das entidades e do poder público é desenvolver estratégias que aproximem pessoas em busca de trabalho das empresas que enfrentam dificuldades para preencher vagas, independentemente do nível de qualificação exigido. Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, a mobilização institucional foi um dos principais resultados do encontro. “A principal conquista é a mobilização que conseguimos em torno do tema, não somente das entidades como do Poder Público”, avaliou o dirigente.

Riscos da automação

Após a reunião, Marco Antônio Borba também mencionou preocupação com o avanço da inteligência artificial e da robotização no mercado de trabalho. Segundo ele, a demora no retorno de trabalhadores ao mercado pode levar empresas a investir em automação para manter a produção. “Meu receio é que lá na frente, quando o pessoal se aperceber que precisa trabalhar, o emprego já esteja ocupado por um robô”, afirmou Borba.

Participaram do encontro representantes do SindiTabaco, Sinduscon, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindilojas, Seasc, Sindigêneros, Assemp, Ajesc, Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Senai e Sebrae.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Variedades

Educador do Instituto Crescer Legal realiza estágio acadêmico na Espanha

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

O educador social Adriano Emmel, integrante do Instituto Crescer Legal, realiza entre fevereiro e agosto um estágio acadêmico internacional na Espanha, por meio do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior, com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A atividade ocorre na Faculdade de Educação da Universidade Nacional de Educação a Distância (Uned), em Madri, onde o pesquisador participa de atividades acadêmicas e intercâmbios científicos voltados à área da educação social.

Emmel é doutorando no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu), no Doutorado Profissional em Educação e Tecnologia (DPET), do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus Pelotas. Durante o período de estágio, o educador desenvolve parte da pesquisa de doutorado, que investiga a formação inicial e continuada de educadores sociais, analisando trajetórias formativas, práticas pedagógicas e contextos de atuação desses profissionais em diferentes territórios e realidades.

Pesquisa acadêmica

A pesquisa de doutorado de Adriano Emmel é orientada pela professora doutora Cristhianny Bento Barreiro, do IFSul, e conta com a coorientação da doutora Karine dos Santos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

No Instituto Federal Sul-rio-grandense, o pesquisador integra o Grupo de Estudos Narrativos em Educação – GENE (IFSul/CNPq), que desenvolve pesquisas com abordagem narrativa no campo educacional. Já na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, participa como pesquisador do CEPOPES – Coletivo de Educação Popular e Pedagogia Social, grupo dedicado a estudos sobre educação popular, pedagogia social e práticas socioeducativas.

Atividades na Espanha

Como parte das atividades do doutorado sanduíche, Adriano Emmel realiza estágio acadêmico junto à Faculdade de Educação da Universidade Nacional de Educação a Distância (Uned), em Madri. Durante o período, participa de encontros de pesquisa e atividades acadêmicas com pesquisadores europeus que atuam no campo da educação social.

Em Madrid, o educador apresentou o Instituto Crescer Legal ao decano da Faculdade de Educação da Uned, professor Mario Peña Garrido, e ao vice-decano e pesquisador da área de educação social, professor Francisco José del Pozo Serrano. Na ocasião, foram apresentadas as iniciativas desenvolvidas pela instituição e discutidas possibilidades de diálogo e cooperação acadêmica.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de suas empresas associadas, com sede em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. A instituição já atuou em 25 municípios dos três estados da região sul do Brasil por meio do Programa de Aprendizagem Profissional Rural.

Além do programa de aprendizagem, o instituto desenvolve outras três iniciativas: o Programa de Acompanhamento dos Egressos, o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo e o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação.

Foto: Banco de imagens/Instituto Crescer Legal/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 66 Visualizações
Ensino

SindiTabaco apresenta panorama da agronomia em volta às aulas da Unopar Anhanguera

Por Jonathan da Silva 13/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou da programação de volta às aulas do curso de Agronomia da Unopar Anhanguera nesta quarta-feira (11), em Santa Cruz do Sul. O presidente da entidade, Valmor Thesing, apresentou a acadêmicos dados socioeconômicos, tendências de mercado e iniciativas em ESG da cadeia produtiva do tabaco, com o objetivo de aproximar o setor produtivo da universidade e promover debate técnico sobre o segmento.

Thesing trouxe números e perspectivas da cadeia produtiva. Segundo ele, a cultura do tabaco está presente em 525 municípios, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural e gerando 44 mil empregos diretos na indústria. O dirigente destacou ainda o Sistema Integrado de Produção de Tabaco como fator para a manutenção do Brasil na liderança mundial de exportações há 32 anos consecutivos.

Iniciativas em ESG

A assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Bender, detalhou ações voltadas à saúde e segurança do produtor, como o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual e a orientação para o manejo de agrotóxicos. Também mencionou o programa de logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos e iniciativas relacionadas à autossuficiência energética nas propriedades.

A engenheira agrônoma apresentou ainda a parceria com a Embrapa no Projeto Solo Protegido, que prevê diagnóstico, intervenção e monitoramento para melhoria dos indicadores de qualidade do solo e aumento dos estoques de carbono.

Conscientização no meio rural

A assessora de comunicação do SindiTabaco, Eliana Kroth, abordou ações de conscientização junto aos produtores sobre trabalho decente, proteção da criança e do adolescente e saúde e segurança. Desde 2009, segundo a entidade, foram realizados 92 eventos de conscientização, alcançando quase 50 mil pessoas. Também foi citado o histórico de ações no combate ao trabalho infantil e a criação do Instituto Crescer Legal, voltado à aprendizagem profissional de adolescentes do meio rural.

Encerramento

Ao final da participação, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, desejou boas aulas aos estudantes no novo semestre. “Parte da missão do SindiTabaco é comunicar sobre as nossas iniciativas e, nesse sentido, agradecemos pela oportunidade de aproximar a universidade ao setor produtivo. Isso contribui para um debate técnico e transparente sobre o presente e o futuro deste importante segmento do agronegócio para a Região Sul do Brasil”, concluiu Thesing.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco tem sede em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. A entidade reúne 14 empresas associadas e atua em todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, com ações concentradas especialmente na Região Sul, onde, segundo a entidade, 94% do tabaco brasileiro é produzido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2026 0 Comentários 112 Visualizações
Projetos especiais

Recebimento de embalagens de agrotóxicos percorre o sul do estado

Por Jonathan da Silva 13/01/2026
Por Jonathan da Silva

Os produtores de tabaco da região sul do Rio Grande do Sul podem devolver, entre 12 de janeiro e 30 de março, as embalagens vazias de agrotóxicos em mais de 300 pontos de coleta distribuídos em 26 municípios, por meio do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos. A iniciativa é conduzida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil, para cumprir a legislação de logística reversa e garantir a destinação correta dos recipientes.

As equipes do programa iniciaram o recebimento nesta segunda-feira (12), nos municípios de Pelotas e Arroio do Padre. O roteiro itinerante seguirá até 30 de março e passará por Pelotas, Arroio do Padre, Canguçu, Piratini, Cerrito, Morro Redondo, Rio Grande, Turuçu, São Lourenço do Sul, Cristal, Chuvisca, Sertão Santana, Dom Feliciano, São Jerônimo, Amaral Ferrador, Encruzilhada do Sul, Sentinela do Sul, Tapes, Cerro Grande do Sul, Camaquã, Mariana Pimentel, Guaíba, Barra do Ribeiro, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo e Butiá.

Como funciona o recebimento

Ao todo, haverá recebimento em mais de 300 pontos de coleta em localidades rurais, permitindo que os produtores devolvam as embalagens no ponto mais próximo de suas propriedades. No momento da entrega, os produtores recebem comprovantes que atestam a destinação correta das embalagens perante os órgãos fiscalizadores. As embalagens devem estar tríplice lavadas, perfuradas e secas para serem aceitas.

O que é o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos

A ação do setor do tabaco é realizada há mais de 25 anos e é conduzida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco e suas empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil. Os cronogramas dos roteiros são divulgados aos produtores em rádios e pelos orientadores agrícolas das empresas associadas, com datas e horários previamente definidos para o recebimento em cada localidade.

O Programa de Recebimento de Embalagens existe desde outubro de 2000 e antecede a legislação sobre logística reversa de embalagens de produtos agrícolas, cuja obrigatoriedade da devolução foi instituída apenas em janeiro de 2002, por meio do artigo 53 do Decreto nº 4.074.

Dados estaduais e regionais

Segundo a coordenadora do programa, Fernanda Viana Bender, atualmente os roteiros percorrem cerca de 1.800 pontos de coleta distribuídos em 385 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, beneficiando diretamente aproximadamente 108 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes são realizadas pelas centrais locais de recebimento, com apoio das empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco.

Tríplice lavagem

Para que a reciclagem seja possível, as embalagens rígidas devem ser entregues pelos produtores limpas, secas, perfuradas e separadas de suas tampas. O procedimento de tríplice lavagem consiste em, por três vezes, esvaziar completamente o conteúdo, adicionar água limpa, agitar e despejar o líquido no pulverizador.

Destino das embalagens

Após a coleta, as embalagens são encaminhadas às unidades de recebimento do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, responsável pela gestão do Sistema Campo Limpo, que realiza a triagem e o encaminhamento para reciclagem. Segundo o programa, 100% dos recipientes rígidos são transformados em novos produtos plásticos, especialmente insumos para a construção civil e outras embalagens para produtos químicos. Já as embalagens impróprias para reciclagem, como as flexíveis, têm como destino a incineração controlada.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2026 0 Comentários 129 Visualizações
Variedades

Romeu Schneider é reconduzido à presidência da Câmara Setorial do Tabaco

Por Jonathan da Silva 03/12/2025
Por Jonathan da Silva

Romeu Schneider foi reconduzido por unanimidade à presidência da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco durante a 78ª Reunião Ordinária realizada de forma virtual nesta terça-feira (2). O também vice-presidente da Afubra permanecerá no cargo para o próximo biênio, com a próxima reunião presencial marcada para 23 de março de 2026, em Santa Cruz do Sul, durante a Expoagro Afubra.

Manteremos o equilíbrio e a harmonia para poder conduzir o trabalho de forma responsável, para o bem da cadeia produtiva e do setor como um todo”, destacou Romeu Schneider.

A primeira pauta da reunião foi a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT). O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, Valmor Thesing, destacou que mais uma vez o Brasil foi protagonista ao levar medidas que afetam diretamente a cadeia produtiva. “A mobilização dos parlamentares em Genebra foi fundamental, o que fez com que fosse possível algum tipo de diálogo. Mas temos agora um trabalho interno, de buscar o diálogo aqui no Brasil, dentro do governo. E a mobilização vai ser novamente muito necessária. Esse é o desafio de todos os representantes da cadeia produtiva visando a COP 12”, expressou o dirigente. Como encaminhamento, os participantes definiram pela manutenção do GT COP, oficializando o grupo de trabalho entre os membros da Câmara Setorial.

Desempenho das exportações

As exportações brasileiras de tabaco entre janeiro e outubro totalizaram 438 mil toneladas e US$ 2,7 bilhões, representando aumento de 26% em volume e 21% em valor comparado ao mesmo período de 2024. Os principais países importadores foram Bélgica, China, Indonésia, Estados Unidos, Emirados Árabes e Turquia. Sobre os embarques para os EUA, Thesing comentou que os clientes americanos suspenderam os embarques após 6 de agosto, aguardando a resolução da questão das tarifas, mas que por uma questão de necessidade de matéria-prima, estão sendo autorizados pequenos volumes.

Além da questão da tarifa, problemas logísticos do porto de Rio Grande também estão sendo superados. Nesse sentido, se em novembro e dezembro conseguirmos exportar valores semelhantes aos do ano passado, ainda podemos alcançar uma exportação recorde. Aqui está a prova da importância desse setor, os números por si só mostram isso. Mesmo diante de tarifas, de entraves logísticos, ainda assim, podemos superar a casa dos US$ 3 bilhões”, enfatizou Valmor Thesing.

Situação da safra 2025/26

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil, Marcilio Drescher, informou que a safra em campo tem estimativa de alcançar 685 mil toneladas, mas tem sido afetada por oscilações climáticas com chuva excessiva e granizo em algumas regiões e escassez hídrica em outras. “Estamos torcendo pelo melhor e esperamos uma boa safra se o tempo colaborar daqui para frente”, comentou Drescher.

Próximos encontros

Além da reunião de março em Santa Cruz do Sul, outros dois encontros estão previstos para 2026: em 15 de julho e 11 de novembro, ambos em Brasília.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2025 0 Comentários 148 Visualizações
Política

Mesmo sem acesso, comitiva do tabaco vai à COP 11 em Genebra

Por Jonathan da Silva 14/11/2025
Por Jonathan da Silva

Uma comitiva formada por parlamentares, representantes do executivo de municípios produtores de tabaco e entidades da cadeia produtiva da região sul embarca neste sábado, 15 de novembro, para Genebra, na Suíça, onde acompanhará a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, realizada de 17 a 22 de novembro. O grupo viaja mesmo sem acesso às sessões oficiais, com o objetivo de monitorar a atuação da delegação brasileira e defender a manutenção da produção nacional, conforme previsto na declaração interpretativa assinada pelo governo federal ao aderir ao tratado.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, a viagem busca representar os trabalhadores envolvidos no setor. “Estamos levando conosco a voz de 533 mil pessoas envolvidas com essa atividade no meio rural e outras 44 mil nas indústrias. É o meio de sustento destes cidadãos brasileiros que estaremos defendendo, mesmo que nos bastidores”, afirmou o dirigente.

Thesing lembra que, assim como em conferências anteriores, representantes eleitos, entidades e imprensa não podem participar dos debates. “A falta de transparência e diálogo são marcas de um tratado que não tem mais se preocupado apenas com a saúde pública, mas que avança para erradicar a produção de tabaco”, expressou o presidente da entidade.

Panorama da produção nacional

O Brasil ocupa a segunda posição mundial na produção de tabaco, atrás da China. A região sul concentra os principais indicadores do setor, com 525 municípios produtores, 138 mil produtores rurais e 44 mil empregos diretos nas indústrias. A safra 2024/25 registra 310 mil hectares plantados, 720 mil toneladas produzidas e R$ 14,6 bilhões em receita para os produtores. Em 2024, foram exportadas 447 mil toneladas, gerando US$ 2,89 bilhões em divisas e R$ 18,8 bilhões em impostos. Para Thesing, esses números “destacam a importância estratégica do tabaco para a economia do sul do Brasil”.

Quem integra a delegação

A comitiva inclui representantes de entidades como o presidente do Stifa, Éder Rodrigues; o diretor-executivo da Abifumo, Edimilson Alves; o presidente da Amprotabaco e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker; o secretário da Afubra, Marco Dornelles; o diretor executivo do Sinditabaco Bahia, Marcos Augusto Souza; o presidente da Fentitabaco, Rangel Marcon; o vice-presidente da Afubra, Romeu Schneider; e o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing.

Entre os representantes dos governos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos; o secretário estadual da Agricultura do RS, Edivilson Brum; o chefe de gabinete da pasta, Joel Maraschin; o diretor-geral da SDR, Romano Scapin; e o secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti.

A delegação conta ainda com os deputados federais Afonso Hamm (PP), Dilceu Sperafico (PP), Heitor Schuch (PSB), Marcelo Moraes (PL), Rafael Pezenti (MDB), Zé Neto (PT) e Zé Rocha (UNIÃO), além dos deputados estaduais do Rio Grande do Sul Airton Artus (PDT), Dimas Costa (PSD), Marcus Vinícius (PP), Pedro Pereira (PSDB), Silvana Covatti (PP) e Zé Nunes (PT).

Também integram o grupo o prefeito de Mafra, Emerson Maas (MDB); o prefeito de Venâncio Aires, Jarbas da Rosa (PDT); e o secretário de Desenvolvimento Rural de Venâncio Aires, Ricardo Landim.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2025 0 Comentários 171 Visualizações
Política

SindiTabaco questiona Conicq e pede diálogo na COP 11

Por Jonathan da Silva 13/11/2025
Por Jonathan da Silva

Às vésperas da 11ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP 11), que ocorrerá de 17 a 22 de novembro, em Genebra, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) manifestou preocupação com o posicionamento da delegação brasileira e criticou declarações recentes da secretária-executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro (Conicq), Dra. Vera Luiza da Costa e Silva. A entidade afirma que há falta de transparência nas discussões e alerta para riscos à cadeia produtiva que envolve agricultores, municípios e indústrias do setor.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que há um descompasso entre o discurso da Conicq e as propostas que o governo brasileiro prepara para apresentar na conferência. Segundo ele, as intenções de proteção aos produtores não correspondem ao conteúdo debatido internamente. “Se há um interesse real de proteção aos produtores, perguntaria à Dra. Vera por que no passado o Brasil já propôs reduzir área plantada e proibir assistência técnica, que nós sabemos que é o grande pilar que mantém o Brasil líder no mercado mundial de tabaco”, questionou o dirigente.

Thesing lembrou que, na COP 10, realizada no Panamá, a fala de abertura do Brasil sugeriu a substituição do tabaco, o que teria causado mal-estar político. “O que vemos é que a narrativa construída aqui no Brasil é uma, mas na prática as proposições levadas para as conferências impactam diretamente toda a cadeia produtiva. E é exatamente por isso que eles não permitem o acesso ao local do evento, nem mesmo como ouvintes”, afirmou o presidente da entidade.

Restrição de participação e diálogo limitado

O dirigente apontou que a justificativa para o banimento de representantes da indústria e de produtores nas conferências é baseada no Artigo 5.3 da Convenção-Quadro, que prevê a proteção das políticas públicas contra interferências de interesses comerciais. Para ele, essa interpretação tem restringido o diálogo democrático. “O Brasil, enquanto segundo maior produtor de tabaco global e maior exportador, deveria manter diálogo permanente com governos locais e entidades representativas dos produtores. Mas o que temos visto, COP após COP, são deputados e prefeitos de grandes municípios produtores e até mesmo a imprensa de áreas produtoras de tabaco, impedidas de acessar o local”, comentou Thesing.

O presidente da entidade destacou ainda que, em maio deste ano, representantes do setor se reuniram com o embaixador do Brasil em Genebra, que teria se comprometido a promover momentos de diálogo durante a COP 11. “Esperamos que ao menos esse compromisso seja cumprido”, afirmou o dirigente.

Questões ambientais e filtros de cigarro

O SindiTabaco também contestou a vinculação da pauta ambiental à discussão sobre filtros de cigarro. Segundo Thesing, o setor já cumpre rigorosamente a legislação ambiental brasileira, incluindo a logística reversa de resíduos. “Usar esse tema como argumento para proibição de filtros seria uma distorção e traria consequências graves. Retirar o filtro significaria entregar de vez ao mercado ilegal a produção de cigarros, uma vez que o crime organizado não deixaria de fabricá-los sem filtros”, avaliou o dirigente.

Impacto econômico e diversificação

A entidade reforçou que a diversificação das propriedades rurais é incentivada pela indústria desde 1985 e que o tabaco continua sendo uma cultura essencial para a renda das famílias rurais. De acordo com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), na safra 2024/25 os produtores de tabaco geraram R$ 24,7 bilhões em produtos agropecuários, sendo 59% provenientes do tabaco e 41% de atividades diversificadas.

Ainda conforme a entidade, a renda de um hectare de tabaco equivale à de 7,85 hectares de soja, o que demonstra sua relevância econômica. “O tabaco garante renda, emprego e desenvolvimento a milhares de famílias. O que precisamos é de políticas públicas que reconheçam essa importância e que não prejudiquem os agricultores com decisões tomadas sem diálogo”, concluiu Thesing.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2025 0 Comentários 176 Visualizações
Variedades

SindiTabaco projeta estabilidade na demanda global por tabaco até 2057

Por Jonathan da Silva 11/11/2025
Por Jonathan da Silva

Uma análise do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) aponta que, apesar da redução percentual de fumantes em relação à população mundial, o número absoluto de consumidores deve se manter estável nas próximas décadas. Com base em estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas (ONU), a projeção é de que em 2057 o planeta tenha cerca de 1,395 bilhão de fumantes, número semelhante ao atual.

De acordo com dados da OMS, em 2005 a população mundial era de aproximadamente 6,5 bilhões de pessoas, das quais 1,12 bilhão eram fumantes — o equivalente a 17,1%. Em 2025, a projeção é de que a população global alcance 8,2 bilhões, com 1,3 bilhão de fumantes, representando 15,9%. Apesar da queda proporcional, o total de consumidores continua praticamente estável, influenciado pelo crescimento populacional.

Com base nessa tendência, o SindiTabaco calculou cenários futuros. Se o percentual de fumantes permanecer em 15,9%, o total global poderá chegar a 1,431 bilhão em 2038, quando a população deve atingir 9 bilhões de pessoas, e a 1,59 bilhão em 2057, com 10 bilhões de habitantes. Em uma projeção mais conservadora, considerando uma queda gradual de 0,06 ponto percentual por ano, o índice de fumantes chegaria a 15,1% em 2038 e 13,95% em 2057, resultando em 1,395 bilhão de fumantes nesse último ano.

Análise do setor

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, avalia que os dados indicam a continuidade do mercado global de tabaco nas próximas décadas. “A partir dessa estimativa, podemos perceber que a demanda pelo produto seguirá por muitos anos. E enquanto houver demanda, alguém vai produzir”, afirmou Thesing.

Protagonismo brasileiro

O SindiTabaco também destaca o papel do Brasil nesse cenário. O país abriga o maior polo de beneficiamento de tabaco do mundo, ao mesmo tempo em que é reconhecido pela adoção de medidas restritivas à cadeia produtiva. Segundo o sindicato, essa dualidade evidencia a importância de equilibrar políticas públicas de saúde e a sustentabilidade econômica de regiões produtoras.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2025 0 Comentários 217 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal reúne 250 jovens em encontros regionais de aprendizagem rural

Por Jonathan da Silva 01/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal promoveu encontros regionais com cerca de 250 aprendizes e egressos do Programa de Aprendizagem Profissional Rural no dia 17 em Canoinhas-SC e no dia 30 em Santa Cruz do Sul. Com o tema “GamEduca: pertencimento, cultura e aprendizado no campo”, os eventos reuniram jovens de oito turmas em andamento e de edições anteriores do programa, promovendo vivências, jogos de integração e troca de experiências no meio rural.

Em Canoinhas, participaram aprendizes e egressos dos municípios de São João do Triunfo-PR, Canoinhas e Itaiópolis-SC. Já em Santa Cruz do Sul, estiveram presentes jovens de Arroio do Padre, Gramado Xavier, Passa Sete e Vera Cruz, além de egressos de outras localidades. As atividades ocorreram em estações temáticas, com dinâmicas que estimularam descontração, aprendizado coletivo e pertencimento.

O conselheiro e associado fundador do Instituto, Sergio Francisco Rauber, esteve presente no encontro catarinense e destacou o propósito da iniciativa. “O que nos motivou, há 10 anos, a fundarmos o instituto foi justamente proporcionar esse tipo de conhecimento e criar oportunidades para os jovens. No começo parecia um desafio distante, mas hoje é uma realidade concreta: até o final deste ano, já serão mais de 1.200 jovens que tiveram essa oportunidade”, afirmou Rauber.

Compromisso com a juventude rural

Criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas, o Instituto Crescer Legal busca oferecer alternativas de aprendizagem e oportunidades de geração de renda para jovens rurais, contribuindo para o enfrentamento do trabalho infantil e adolescente no campo, especialmente na cadeia produtiva do tabaco no sul do Brasil.

O diretor presidente do instituto, Valmor Thesing, acompanhou o encontro gaúcho e ressaltou os resultados alcançados. “O Instituto Crescer Legal é um orgulho para o nosso setor. Hoje, são mais de mil jovens formados, que tiveram suas vidas transformadas pelos aprendizados sobre gestão rural e empreendedorismo. O Instituto tem esse poder transformador e tenho certeza de que daqui sairão futuros líderes em suas comunidades rurais”, destacou Thesing.

Desafio do mascote

Durante os encontros também foi lançado o desafio para a criação de um mascote do Instituto Crescer Legal. A iniciativa está aberta a aprendizes de 2025 e egressos de edições anteriores. Os esboços, que devem ser feitos à mão, podem ser enviados até 14 de novembro e serão avaliados pela equipe do Instituto. O resultado será divulgado nas redes sociais da entidade.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2025 0 Comentários 201 Visualizações
Política

Assembleia Legislativa debate combate ao contrabando de cigarros e DEFs

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou uma reunião de trabalho da Subcomissão de Defesa do Setor do Tabaco e Acompanhamento da COP 11 nesta segunda-feira (29), em Porto Alegre, para discutir o agravamento do mercado ilegal de cigarros e a ausência de regulamentação dos dispositivos eletrônicos para fumar. O encontro reuniu representantes de órgãos de segurança, fiscalização, lideranças políticas, entidades de classe e produtores para avaliar medidas de enfrentamento ao problema.

Participaram do debate representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Brigada Militar, Ministério Público Estadual e Receita Estadual. As instituições apresentaram ações voltadas ao combate ao contrabando, falsificação, descaminho, roubo de cargas, comércio ilegal e fabricação clandestina de cigarros.

O deputado estadual Marcus Vinicius (PP), proponente da reunião, afirmou que o mercado ilegal tem crescido e atinge diretamente os produtores. “Defendemos o setor econômico que tem presença muito forte no Rio Grande do Sul, um setor lícito, pagador de impostos e que envolve famílias produtoras. O contrabandista é concorrente também dos produtores. Opera nas sombras, sem normas trabalhistas, sem cuidados ambientais e, por isso, oferecendo produto a baixo custo”, declarou o parlamentar.

Impacto na economia e no setor produtivo

O secretário estadual da Agricultura, Edivilson Brum, participou da atividade e destacou a relevância do tabaco para a geração de emprego e renda. “Não se termina com o tabagismo terminando com o produtor de tabaco”, afirmou o titular da pasta. Brum ainda apontou a preocupação com a facilidade de acesso a produtos ilegais e lembrou que a cultura do tabaco tem garantido renda em regiões afetadas por problemas climáticos.

Por sua vez, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou os prejuízos ao estado. “O contrabando é um problema de muitos anos que compromete empregos e renda para o setor, mas também provoca perdas bilionárias ao Estado brasileiro, tanto em termos de arrecadação tributária quanto em impacto direto na economia formal”, enfatizou o dirigente.

Alta carga tributária como desafio

Dados apresentados pela Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) apontaram que o mercado ilegal já responde por 32% dos cigarros vendidos no Brasil, movimentando cerca de R$ 34 bilhões ao ano. As perdas fiscais acumuladas em 12 anos chegaram a R$ 105 bilhões, sendo R$ 9 bilhões apenas em 2024.

A diferença de carga tributária foi destacada como fator central: enquanto os cigarros brasileiros pagam entre 70% e 90% em impostos, no Paraguai a tributação é de 13%. O país vizinho produz 50 bilhões de cigarros por ano, dos quais 96% têm destino ao contrabando, principalmente para o Brasil.

Dispositivos eletrônicos de fumar

O debate também abordou os dispositivos eletrônicos de fumar, mercado dominado pelo contrabando em razão da falta de regulamentação. Segundo o Ipec (2024), o Brasil tem cerca de 4 milhões de usuários desses produtos. Estimativas da USP (2024) indicam que a ausência de marco regulatório deve gerar perda de R$ 10,5 bilhões em arrecadação somente em 2025.

De acordo com estudo da FIEMG (2024), a regulamentação poderia criar até 124,5 mil empregos no país, abrangendo áreas produtivas, logísticas e comerciais.

Próximos encontros da Subcomissão

  • 2 de outubro, às 14h – Canguçu, Câmara Municipal de Vereadores
    Tema: Agricultura familiar e diversificação de renda

  • 3 de outubro, às 9h – São Lourenço do Sul, Restaurante do Sindicato Rural
    Tema: Estratégias de valorização da produção e comércio internacional

  • 8 de outubro, às 14h – Porto Alegre, Assembleia Legislativa do RS
    Tema: Apresentação e aprovação do relatório

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 256 Visualizações
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