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saúde mental

Saúde

Estudo aponta o impacto da tecnologia na saúde mental de gestores

Por Gabrielle Pacheco 28/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada no curso de Psicologia da Universidade Feevale identificou o impacto das relações entre tecnologia, saúde mental e trabalho dos gestores durante a pandemia de Covid-19. O estudo Trabalhadores em cargos de gestão: as interfaces entre tecnologia, trabalho e saúde mental foi realizado pela então acadêmica Jaqueline Michaelsen Macedo, com orientação da professora Carmem Giongo. Durante o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), ela ouviu 85 pessoas que estavam atuando em cargos de liderança.

O resultado do trabalho mostrou que 92% do público sentiu aumentar a sensação de urgência para as demandas de trabalho com o uso das redes sociais e recursos tecnológicos. Para 52,9% dos entrevistados, o WhatsApp foi o principal meio de acesso às demandas, sendo que 58,78% deles afirmaram ter aumentado a quantidade de vezes que conferiram as mensagens de trabalho. 67% dos líderes entrevistados também disseram estar sobrecarregados com demandas de trabalho fora do expediente e 60% deles revelaram ficar mais conectados aos assuntos de trabalho após o seu horário.

Conforme Jaqueline, já graduada em Psicologia, a pandemia acelerou ainda mais as relações entre empregado e empregador, assim como acontece na sociedade, onde são exigidos resultados cada vez mais rápidos, fazendo com que o trabalhador passe o tempo todo conectado ao seu trabalho. “As divisões entre tempo de trabalhar e tempo de vida pessoal estão diminuindo, visto que é possível ter acesso às demandas por uma tela, de qualquer lugar e a qualquer hora. Para pessoas em cargos de liderança, o tensionamento e o alto grau de responsabilidade aumentam ainda mais essa sensação de necessidade pela conexão integral”, afirma.

Para ela, os impactos que essa dinâmica pode causar à saúde física e mental são inúmeros e trazem preocupação ao público estudado, pelo fato de muitos demonstrarem prejuízos como esgotamento mental, cansaço e questões orgânicas de sono e agitação correlacionadas ao estado de ansiedade e de alerta constante. “A divulgação dos resultados tem como objetivo proporcionar dados para reflexão. Esse é um alerta sobre os impactos que estão sendo gerados na saúde do trabalhador”, complementa.

Como forma de atenuar o desgaste dessas conexões cada vez mais intensas, a docente Carmem orienta que os trabalhadores estabeleçam períodos de descanso sem acesso aos conteúdos de trabalho. Ela indica, ainda, que as pessoas disponham, se possível, de um número de telefone apenas para o trabalho para auxiliar na divisão dos assuntos pessoais com os laborais. “É necessário, também, que as empresas incentivem e criem políticas claras de desconexão, evitando demandar as equipes em tempo integral. Períodos de descanso e desligamento total de assuntos relacionados ao trabalho são essenciais para a saúde no trabalho”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 587 Visualizações
Saúde

Pesquisa busca compreender fatores relacionados à saúde mental e à pandemia em três países

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

Um estudo internacional, liderado pela Universidade Feevale, investiga os efeitos relacionados à saúde mental sobre a população de três países afetados pela pandemia do Covid-19. A pesquisa, que está sendo realizada em parceria com a universidades de Messina, da Itália, e de Eastern Washington, dos Estados Unidos, busca compreender e avaliar o impacto desse período pandêmico, em relação aos níveis de depressão, estresse pós-traumático e resiliência em universitários e seus familiares.

Conforme o professor Marcus Levi, coordenador do Mestrado em Psicologia da Feevale, os pesquisadores querem entender como as características das pessoas estão funcionando como propulsoras de maior risco ou de proteção. “Estamos fazendo este estudo para verificar como a pandemia e seus efeitos se relacionam em relação a quadros depressivos e de estresse pós-traumático com tudo que estão vivenciando nesse período. Ao mesmo tempo, queremos verificar como a resiliência está contribuindo para proteger as pessoas dos impactos da pandemia”, destaca.

As universidades parceiras foram escolhidas por serem de países que, em algum momento foram ou estão sendo epicentro da pandemia, como é, agora, o caso do Brasil. Segundo Levi, os parceiros entenderam que seria importante participar de uma pesquisa transcultural, “para comparar esses níveis e diagnosticar diferenças e semelhanças referentes à saúde mental de suas populações”.

A pesquisa está na fase de coleta de dados e aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com a pesquisa. Para isso, eles devem responder a um questionário eletrônico, disponível em https://bit.ly/3cckr9j.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 515 Visualizações
Brasil solitário
Variedades

Brasil é o mais solitário entre 28 países

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A solidão tem sido um sentimento recorrente para metade da população do Brasil. De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, realizado pela Ipsos com pessoas de 28 países, 50% dos respondentes afirmam se sentir solitários no Brasil. Dentre todas as nações, é o maior índice. Em segundo lugar estão os turcos (46%), seguidos pelos indianos (43%). A média global é de 33%. Na contramão do Brasil, os respondentes da Holanda (15%), do Japão (16%) e da Polônia (23%) são os que menos se sentem sós.

O impacto da pandemia foi particularmente duro para os brasileiros (…), e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental.

A sensação de solidão aumentou no último semestre, conforme 52% dos brasileiros. Já na média de todos os países, 41% das pessoas disseram que se tornaram mais solitárias nos últimos seis meses. Para 43% dos respondentes no Brasil, o último semestre gerou impacto negativo em sua saúde mental. Por outro lado, 1 em cada 5 (21%) declarou que o impacto foi positivo.

Globalmente, considerando todos os participantes da pesquisa, 40% relataram impacto negativo dos últimos 6 meses no bem-estar mental, e 22% relataram um impacto positivo. Os países com maior impacto positivo foram Peru (47%), México (44%) e Índia (42%). Já Canadá (54%), Reino Unido (53%) e Hungria (52%) tiveram maior impacto negativo.

“O impacto da pandemia foi muito duro particularmente para os brasileiros – que se sentem muito mais solitários que a população nos demais países –, e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental”, avalia Marcos Calliari, presidente da Ipsos no Brasil.

Apesar de solitário, Brasil segue solidário

Mesmo com as pessoas se sentindo sozinhas, há uma percepção de que os membros das comunidades locais estão mais solidários uns com os outros nos últimos seis meses. No Brasil, 36% concordam que a solidariedade aumentou. O índice global é de 32%. Os países que mais notaram crescimento na solidariedade foram China (55%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Em contrapartida, no Japão (10%), Rússia (13%) e Turquia (17%) a quantidade de pessoas que acham que o sentimento solidário cresceu no último semestre é relativamente menor.

A pesquisa on-line foi realizada com 23.004 pessoas com idade entre 16 e 74 anos de 28 países. Os dados foram colhidos entre 23 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 1,8K Visualizações
saúde mental
Saúde

Pesquisa alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Janeiro Branco é uma campanha nacional, iniciada em 2014, que visa promover e efetivar, em todo o país, ações de promoção aos cuidados relacionados à saúde metal. Além disso, a pandemia de Covid-19 e o isolamento provocado por ela afetaram ainda mais a saúde emocional da população neste último ano, que está. Com isso, a Universidade Feevale divulga pesquisa recente que alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental.

A pesquisa, realizada pelas professoras Sabrina Cúnico e Carmem Giongo, do mestrado em Psicologia da Universidade Feevale, mostrou um resultado preocupante. Isso porque, o estudo, que contou com a participação de 428 pessoas, sendo 321 mulheres e 107 homens, com idades entre 18 e 70 anos, identificou altos índices de insônia (36,2%), dor de cabeça (34,8%), inquietação (32,2%) e vontade de chorar (26,1%) entre os entrevistados. Além disso, eles ainda mencionaram ter sentido angústia (63,5%), irritação (36,9%), tristeza (25,2%) e nervosismo (33,8%), entre outros sintomas.

A pesquisa também apontou o que os participantes têm sentido mais falta durante esses meses de isolamento. Passeios (71%), encontro com amigos (68,9%), encontro com familiares (61,2%), rotina (58,8%) e exercícios físicos (36,4%) foram as atividades mais citadas. O estudo diz ainda que as pessoas estão buscando valorizar mais a vida (30,8%), desejam que os cidadãos tenham condições de alimentação, saúde, educação, moradia e renda (27, 5%), tenham mais consciência sobre o consumismo e poluição (15,8%), se importem mais em estarem presentes em momentos importantes (14,9%) e possam retomar a rotina sem prejuízos (14,2%).

Pandemia e saúde mental

O mesmo público afirma que a pandemia proporcionou momentos de reflexão e mudança (34,3%), de valorização da vida e das pequenas coisas (18,9%), da importância de estar em casa e possuir tempo para a família (17,2%) e das relações/interações com o outro (13,8). Pelo ponto de vista negativo, destacam-se a crise econômica e o desemprego (27,1%), a situação da saúde e do aumento de casos e mortes (24%), o distanciamento social (13,7), o medo e a ansiedade (10%) e a desigualdade social (10%).

A professora Sabrina, que lidera o estudo, destaca que a pandemia potencializou o adoecimento mental da população. “As pessoas estão realmente cansadas de estar em isolamento, pelo tempo em que a pandemia está imposta, bem como pela incerteza da vacina e da cura da doença”, destaca. Além disso, segundo ela, pelo fato de os seres humanos serem indivíduos relacionais, que precisam da presença e da troca externa, a falta disso aumenta esse impacto. “A pandemia mostrou que o contato via redes sociais, que aproxima mas é superficial, não é suficiente”, pondera.

Ainda conforme a docente, são necessárias novas companhas de conscientização para que as pessoas busquem ajuda profissional, por meio de terapias, teleterapias ou outras formas para evitar o seu adoecimento mental. “É importante que a pessoa estabeleça uma rotina entre trabalho e lazer, faça coisas que goste e procure novos hábitos saudáveis. Também é importante que compartilhe seus momentos de angústias com outras pessoas, para desabafar e amenizar o sofrimento”, complementa.

Atendimento à comunidade

O Centro Integrado de Psicologia (CIP) da Universidade Feevale está aberto para atender a comunidade. Para agendar o atendimento, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3686-8800, ramal 8620.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 640 Visualizações
saúde emocional
Saúde

Pandemia gera impactos na saúde emocional e autoconfiança

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

As constantes mudanças na vida podem fazer com que as pessoas desenvolvam barreiras mentais para enfrentar obstáculos. Assim, uma das coisas que chama atenção no momento atual de pandemia é a importância da consciência emocional para superar tais desafios. Segundo Andréa Ribas, consultora da Fundatec e especialista em saúde emocional, o momento atual é complexo e traz fortes impactos na saúde mental e na autoconfiança. “Estamos vivendo um ano desafiador, muitas pessoas estão sendo pegas de surpresa, perdendo sua estabilidade, seu emprego”, analisa.

Nesse momento, a imunidade aparece como algo necessário, mas com que devemos ter cuidado. “Desenvolver a imunidade como forma de boicotar objetivos pessoais e profissionais pode causar um efeito adverso, fazendo com que a pessoa diminua seu nível de exigência e se acomode. Não fomos treinados a fortalecer aquilo em que realmente somos bons”, alerta Andréa.

Além disso, a profissional lembra os conceitos da pesquisa “Immunity to Change”, realizada pelo psicólogo Robert Kegan (Universidade Harvard), que identificou o fenômeno que faz da pessoa, apesar de possuir objetivos na vida, agir na contramão daquilo que busca, por conta de “compromissos” mentais que fazem com que o foco em alcançá-los sejam esquecidos. “Apesar do estudo ter acontecido há 20 anos, seus resultados são muito presentes na sociedade atual”, resgata.

Andréa Ribas é especialista em Psicologia Positiva e Ciências da Autorrealização e também em Gestão Estratégica. Possui formações em Abordagem Integrada da Mente e Psicofisiologia. Além disso, é diretora da Estação Oito onde desenvolve profissionais e negócios que buscam a alta performance com saúde emocional.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/11/2020 0 Comentários 712 Visualizações
Saúde

Empatia e atenção aos sinais são cuidados fundamentais com a saúde mental na infância

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ciclo de Palestras Amrigs realizou a sua terceira edição do ano falando sobre a saúde mental na infância e os impactos da Covid-19 na mentalidade dos pequenos, que tem sua convivência limitada durante este período de escolas fechadas. O evento ocorreu de forma online na sexta-feira (4).

Com a pandemia do coronavírus e as medidas de isolamento social, a preocupação com a saúde mental das crianças se intensificou e impôs um desafio aos pais, que precisam redobrar o cuidado e a atenção aos sinais.

A psiquiatra Graziela Smaniotto Rodrigues, que atua na área da Infância e Adolescência em consultório particular e no Hospital Psiquiátrico São Pedro RS, destacou que o momento que vivemos é, de fato, excepcional e está afetando a cabeça das crianças e adolescentes, pois elas não estão “convivendo com seus semelhantes” na fase da vida em que isso é mais essencial.

“A criança tem que brincar. O brincar é a expressão da saúde, da vida, para as crianças e o isolamento social traz sim um sofrimento em relação a isso. Portanto, neste momento, observamos um aumento na demanda emocional nesta faixa etária”, explicou.

Segundo Graziela, para identificar que algo não está bem com seus filhos, os pais devem se basear em três itens norteadores na hora de atuar na prevenção: “Perguntar, ouvir e procurar, sempre com empatia, é fundamental e demonstra apoio e compreensão”.

De acordo com a médica, existem sinais que são possíveis observar caso um quadro de depressão esteja sendo desenvolvido. “Uma criança ou adolescente que está muito preocupada com a morte, ideias suicidas, tentando entender essas questões de morte, diminuição do autocuidado, hábitos de sono, drogas, uso de álcool e alterações de humor. Todas estas são ações que nos fazem pensar tanto em transtorno suicida ou psiquiatra”, indicou.

O tema foi debatido em conjunto com o médico Fernando Godoy Neves, coordenador do Comitê de Prevenção de Suicídio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul (APRS), que chamou atenção para os adolescentes, crianças e idosos estarem entre as faixas etárias mais atingidas mentalmente pela pandemia e pelas restrições impostas pelo isolamento social.

“Na pandemia dois grupos estão sendo mais afetados. Os pequenos de idade escolar, da criança ao adolescente, pela mudança na rotina, nas restrições, e os idosos, por serem de risco. Além disto, os pais e a população em casa, com todo sofrimento, medo, preocupação financeira, impacta no ambiente em que essa criança vem evoluindo. É uma situação realmente delicada”, ressaltou.

A atividade, que contou com o apoio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, foi aberta ao público e transmitida por plataforma digital com a participação de mais de cem pessoas conectadas durante a apresentação. A transmissão ficará disponível no canal do YouTube da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs).

Ciclo de Palestras – Setembro da Pessoa Idosa

A próxima edição do Ciclo de Palestras AMRIGS será dedicada à Pessoa Idosa. O tema do evento será “Depressão, Suicídio e Conscientização sobre Alzheimer”. A atividade está prevista para o dia 15 de setembro, às 19h, com transmissão pelo Sympla Streaming.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2020 0 Comentários 752 Visualizações
Saúde

AGU lança cartilha sobre Atenção à Saúde Mental

Por Gabrielle Pacheco 06/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) deu início à campanha Setembro Amarelo – Sua Vida tem Valor. Combater o estigma relacionado ao adoecimento mental, conscientizar as pessoas de que o suicídio existe e é um problema de todos e divulgar informações sobre os fatores de risco e de proteção relacionados a esse problema de saúde pública são os objetivos da campanha.

“A prevenção do suicídio não é algo simples. No entanto, quanto mais se conhece e se compreende quais os principais fatores de proteção e de risco, mais possibilidades temos de dar a devida atenção com vistas à prevenção. Por isso, é preciso falar sobre o tema de forma consciente e esclarecedora”, afirma a psicóloga e servidora Dulciana Elis Zanatta.

A Cartilha de Orientações de Atenção à Saúde Mental tem a finalidade de orientar sobre os procedimentos que deverão ser adotados pelo apoiador ao identificar sofrimento mental e emocional de membros, servidores e demais pessoas no ambiente de trabalho.

Saúde pública

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, mas que 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados. O suicídio é apontado como a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. No Brasil, são registrados aproximadamente 12 mil suicídios por ano. A partir da década de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar o suicídio um problema de saúde pública e incentivou a criação de planos nacionais para sua prevenção.

Em abril de 2019, o governo federal publicou a Lei n° 13.819, que institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, que tem entre seus objetivos estimular a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios a prevenir a violência autoprovocada e a promover a saúde mental.

Desde 2015, o dia 10 de setembro é lembrado como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2020 0 Comentários 809 Visualizações
Saúde

Psicóloga do CRI fala sobre saúde mental dos idosos na quarentena

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Já é de conhecimento popular que pessoas acima de 60 anos integram um dos grupos mais vulneráveis ao contágio do novo coronavírus e ao desenvolvimento de complicações pela covid-19. O distanciamento social, medida adotada para frear a disseminação da doença, pode ser prejudicial à saúde mental dos idosos se não for conduzido de forma correta por familiares e cuidadores. De acordo com especialistas, para quem sofre de transtorno mental, como a depressão, a falta da interação com outras pessoas exige cuidados redobrados.

Visando amenizar os reflexos do confinamento da população idosa, a Prefeitura de Canoas, por intermédio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), elenca os principais pontos relacionados à rotina, atividades diárias, estratégias de abordagem e sinais de alerta que indiquem a necessidade de procura por atendimento especializado. A psicóloga Vivian Glauche Jaroszewski, autoridade em psicologia hospitalar e saúde coletiva, trabalha no Centro de Referência do Idoso do município. Durante a pandemia, ela presta assistência aos canoenses da terceira idade por videochamadas ou ligações através do telefone (51) 3429-2961, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas.

Riscos à saúde mental dos idosos gerados pelo distanciamento

O idoso por si só já está em uma fase em que lida com muitas perdas, limitações físicas e cognitivas e, neste período, graças ao distanciamento social exigido pela pandemia, sofre ainda mais com o alto nível de ansiedade gerado. Infelizmente, também houve a elevação considerável da sintomatologia depressiva, do estresse e da ideação suicida, principalmente nos idosos que sofrem também com o distanciamento afetivo. Na população em geral, a cada 14 adultos que tentam suicídio, um realmente vai a óbito. No público idoso, a cada dois que tentam acometer a própria vida, um se suicida.

Além disso, houve registro de crescimento dos casos de violência doméstica, principalmente de mulheres idosas que antes não passavam tanto tempo sozinhas com os agressores.

A importância da participação familiar

A dica primordial é a base de todos os seres humanos, o amor. O distanciamento é mais difícil para os idosos que já sofrem com o isolamento emocional, principalmente por não residirem com o restante da família. Então, sempre que possível, é importante o uso de ferramentas tecnologias, como videochamadas, e um tratamento com amor, alegria, carinho. Estas atitudes farão toda a diferença para o equilíbrio emocional deles. Também é preciso ter em mente a necessidade de respeitar as decisões e desejos deste público. Muitas vezes, a família simplesmente resolve tirar o idoso de casa para ficar mais próxima e isso pode aumentar a sensação de aprisionamento e perda de controle da própria vida.

Já para as famílias que dividem o lar com os mais velhinhos, é recomendável provocar a releitura da realidade com explicações de que permanecer em casa é para o próprio bem deles, não um castigo. Oferecer ao idoso sempre que possível atividades prazerosas com música, dança, contação de histórias geram momentos de descontração e troca de experiências.

Acima de tudo, é o momento da família tolerar um pouco mais e demonstrar com respeito que é tempo de cuidado. A tendência é que muitos idosos, principalmente os que apresentam algum quadro demencial, fiquem mais irritados e ansiosos. Tudo o que se possa fazer para aliviar essas tensões, ao invés de bater de frente, é bem vindo.

Como informar o idoso a realidade sem causar pânico

O ideal é ser o mais transparente possível. Aquele idoso que está com alguma dificuldade cognitiva deve ser informado através do concreto. Nesta hora, vale a clássica pergunta: “quer que eu desenhe?”. Para uma pessoa que tem comprometimento cognitivo, o desenho e a explicação através de imagens facilitam o entendimento.

Na medida do possível, não é ideal plantado na frente da televisão o dia inteiro, consumindo notícias alarmantes ou de tragédias. A informação deve ser mais preventiva, explicando como se contrai o vírus, a importância do uso da máscara, o quanto o álcool gel ajuda a proteger da doença. Os cuidados que já adotamos de segurança e higienização devem ser passados de forma clara e transparente.

Atividades físicas e meditação

Se, antes da pandemia, o idoso possuía alguma rotina de atividades físicas ou ginásticas em grupo, romper com essa prática pode ser prejudicial e ampliar a sintomatologia depressiva. Já que sair para a rua é perigoso, a família pode procurar vídeos na internet de exercícios simples para realizá-los dentro de casa. Também é um ótimo momento para gerenciar o estresse através da meditação. Todos os integrantes do lar podem se mobilizar e participar da atividade para que todos aliviem suas tensões.

Sinais de preocupação

É importante que cuidadores e familiares se atentem ao primeiro sinal de tristeza, desânimo, pensamentos negativos e desesperanças. A ideação suicida não vem muitas vezes de forma clara ou através de avisos de que pretendem se suicidar. Na maioria das vezes, os idosos não querem demonstrar fragilidade e escondem o sentimento de que só estão causando transtorno ao restante da família. É imprescindível a família ficar atenta com falas do tipo “estou cansado de viver” ou “estou aqui só para incomodar” e que levem a sério o comportamento.

Sempre que necessária, a procura por ajuda especializada é altamente recomendada. Aos idosos que são sozinhos e sofrem de privação afetiva ou desejo de tirar a própria vida, é sugerido que procurem o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de sua região ou liguem gratuitamente para o número 188 (Centro de Valorização da Vida)

Centro de Referência e Clínica de Saúde do Idoso

A Clínica de Saúde do Idoso, inaugurada em setembro de 2019, oferece todos os serviços de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), com atendimentos clínicos gerais e de enfermagem, promoção da saúde, prevenção de doenças e assistência nos casos de hipertensão; diabetes; bronquite; enfisema; gripes e resfriados; diarreia; dor de cabeça, de fraca a moderada intensidade; e sintomas urinários.

Localizada na avenida Guilherme Schell, nº. 6184, no centro de Canoas, a estrutura também abriga o Centro de Referência do Idoso (CRI), que oferece serviços especializados e humanizados, como a assistência emocional. Quando chegam, seus pacientes passam por uma avaliação prévia da enfermeira, que avalia todas as vulnerabilidades, tanto sociais, emocionais, cognitivas como nutricionais. A partir desse escaneamento, a equipe multidisciplinar é avisada e dá, então, o devido cuidado. Também há terapeuta ,que trabalha com estímulo cognitivo e a educadora física para manter o idoso com melhor qualidade de vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
CidadesSaúde

Prefeitura de Capão da Canoa inaugura ambulatório de saúde mental

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi inaugurado, na manhã de sexta-feira, 24, o ambulatório de saúde mental de média complexidade, com recursos próprios, e que possui equipe multiprofissional composta por uma enfermeira coordenadora, um médico com experiência em psiquiatria, dois psicólogos, duas assistentes sociais. O espaço está localizado na Rua Cruzeiro do Sul, nº 450, bairro Arco-Íris.

O objetivo é promover ações de saúde mental na atenção primária em articulação com as equipes das ESFs. Ainda visa ampliar o acesso à assistência em saúde mental para pessoas de todas as faixas etárias com transtornos mentais mais prevalentes e prestar assistência multiprofissional às pessoas com transtornos mentais moderados encaminhados pela Atenção Básica.

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, ressalta que é de extrema relevância avançar na política pública de saúde mental neste período delicado de pandemia, que não deve barrar avanços na saúde pública municipal.

“Nossas equipes estão empenhadas em entregar o melhor serviço para a comunidade e acredito que estamos alcançando esse objetivo.”

A Secretária Municipal de Saúde, Ângela Patrícia Schardosim, destaca a importância deste trabalho em rede para suprir áreas historicamente negligenciadas e trazer maior eficiência dos recursos materiais e humanos já existentes no município.

“Neste sentido, os serviços foram implantados no local do antigo posto de saúde do bairro arco-íris e conta com equipe do quadro efetivo de servidores.”

A homenageada

O espaço leva o nome de Nise da Silveira, médica psiquiatra brasileira. Reconhecida mundialmente por sua contribuição à psiquiatria, revolucionou o tratamento mental no Brasil. Foi uma das responsáveis pela humanização dos tratamentos, com foco na terapia ocupacional.

Dedicou sua vida ao trabalho com doentes mentais, manifestando-se radicalmente contra as formas que julgava serem agressivas em tratamentos de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia. Nise ainda foi pioneira ao enxergar o valor terapêutico da interação de pacientes com animais.

Foto: Luiz Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2020 0 Comentários 768 Visualizações
Saúde

“Saúde mental é parte fundamental para podermos combater o Coronavírus”, afirma terapeuta

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Solidão, angústia, ansiedade e até mesmo depressão podem ser alguns dos sintomas do confinamento social gerado pela pandemia de Coronavírus que atingiu o Brasil. A quarentena é o período de isolamento para evitar a propagação de vírus, e mesmo sendo um dos métodos eficazes para o controle de pandemias, ficar recluso em casa pode ser uma tarefa difícil. Controlar a vontade de ir para a rua e lidar com a ansiedade da “vida caseira” são passos importantes para garantir uma quarentena saudável, conforme aponta a mentora de mulheres e terapeuta, Lu Ortiz, lembrando que para poder cuidar da saúde pública é preciso que cada um cuide da sua saúde mental.

Segundo uma pesquisa da revista The Lancet, os efeitos psicológicos de uma quarentena podem se assemelhar ao de estresse pós-traumático. Além do medo de contrair a doença, outros motivos que podem gerar ansiedade durante o confinamento são frustração, tédio, suprimentos ou informações inadequados, possíveis perdas financeiras e que, ao sair, não consigam retornar para suas rotinas normais. Para Lu Ortiz, que também é Master Praticcioner em Programação Neurolinguística (PNL), o período mais complicado ainda está por vir. “A primeira semana de reclusão gera um sentimento de férias, de descanso. Na segunda, as rotinas se adaptam ao confinamento e as pessoas começam a encontrar maneiras de ficar em casa. A terceira semana é o ponto crítico, é quando a ficha cai que você não pode sair por motivos de força maior”.

Ela explica que existem técnicas essenciais que podem auxiliar. “É importante não lutarmos contra os sentimentos, certas coisas fogem do nosso controle e devemos focar naquilo que realmente podemos resolver. É preciso entender as emoções e trabalhá-las”, conta a terapeuta, que ainda acrescenta que o ócio pode ser produtivo, ainda que sem a pressão social da criatividade enquanto você está confinado. “O tédio é uma questão de escolha, todos temos coisas nas nossas residências que gostaríamos de fazer e que por algum motivo deixamos de lado. Agora é o período de retomarmos essas atividades”.

Uma das formas de buscar auxilio psicológico durante a quarentena são as redes sociais. Alguns profissionais da área da saúde, terapeutas e psicólogos fazem atendimentos e orientações de forma gratuita em suas redes para auxiliar o público. “A disseminação de informação também é importante. Faço no meu Instagram, por exemplo, vídeos com informações e também lives sobre como suportar esse período. Cuidar da saúde mental é parte fundamental para podermos combater o Coronavírus”, assegura Lu Ortiz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2020 0 Comentários 497 Visualizações
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