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saúde mental

Cultura

Jovens desenvolvem manifesto em ação do Instituto Claro

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Vinte e cinco jovens participaram da criação de um manifesto focado em segurança online e saúde mental infanto-juvenil em iniciativa organizada pelo Instituto Claro. O documento foi apresentado ontem (19), durante o evento Diálogos Transformadores: para o Novo que Queremos, que anualmente promove debates sobre assuntos de interesse para a sociedade, no Teatro Claro, no Rio de Janeiro (RJ).

“(…) para que no futuro eles possam ter sua própria voz e serem representantes ativos dentro da sociedade moderna.”

A apresentação do manifesto foi realizada por um dos jovens que integrou a mesa de discussões juntamente com mais dois estudantes, além de contar com as presenças da diretora de Comunicação Interna e Responsabilidade Social Corporativa da Claro e vice-presidente do Instituto Claro, Daniely Gomiero, e do chefe de desenvolvimento de adolescentes do Unicef, Mário Volpi. “É de extrema importância trazer esses jovens cada vez mais perto de discussões como essas, para que no futuro eles possam ter sua própria voz e serem representantes ativos dentro da sociedade moderna”, afirma Daniely Gomiero.

Para a criação do manifesto, os mais de 25 jovens participaram de um dia de imersão que antecedeu o evento e contou com a presença de diversos especialistas. Com o apoio de oito facilitadores, que já participaram de edições anteriores, os estudantes puderam discutir diferentes abordagens e ideias a partir de subtemas – como segurança digital, privacidade e liberdade; alfabetização midiática e fake news; tecnologia e saúde mental: o impacto nos jovens e Cyberbullying, Trolls e outros perigos digitais – que os auxiliaram a desenvolver um único documento para a apresentação.

O evento ainda contou com a formatura de jovens do programa Dupla Escola, iniciativa do Instituto Claro em parceria com a Secretaria Estadual do Rio de Janeiro, que oferece ensino médio integrado ao curso técnico-profissionalizante em telecomunicações para adolescentes de Pedra de Guaratiba (RJ).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2020 0 Comentários 809 Visualizações
Saúde

Janeiro branco: precisamos falar sobre a depressão pós-parto

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Janeiro Branco é o termo utilizado para chamar atenção à campanha de cuidados com a saúde mental e promoção de atividades ligadas ao tema. Uma das questões mais presentes na vida da mulher, relacionadas à saúde mental, é a depressão pós-parto. “Em geral, não se fala muito sobre o assunto, por desconhecimento e até preconceito.

Depressão pós-parto é um quadro depressivo que se apresenta na mulher imediatamente após o parto ou até um ano depois deste momento. Os sintomas são caracterizados como tristeza, apatia, desalento e pode ou não ocorrer a rejeição ao bebê.

As causas fisiológicas mais comuns do quadro depressivo pós-parto são as alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher. Mas, existem casos que são apenas emocionais, principalmente nas pacientes que já apresentaram alguma depressão antes ou durante a gravidez ou naquelas que, por fatores diversos, como idade (muito novas ou mais velhas), condição sócio-econômica-cultural. “Uma paciente em condição financeira prejudicada ou de família desestruturada pode apresentar depressão pós-parto sem causas fisiológicas, sendo um estado puramente emocional. De qualquer maneira, seja o problema físico ou emocional, ele deve ser tratado imediatamente”, alerta a Dra. Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista.

Ela explica que a depressão pós-parto pode ter, como uma das principais características, a rejeição ao bebê, mas, pode se apresentar em níveis diferentes. “Existe um quadro chamado de Baby Blues, caracterizado por melancolia, sensibilidade amplificada e insegurança que chegam de repente, mas, que não causam tristeza no puerpério. Esse quadro tende a passar logo, sem a necessidade de intervenção médica. Mas, se os sintomas perdurarem mais do que 30 dias ou forem muito intensos, é importante procurar o médico. Consideramos um sintoma clássico da depressão instalada a rejeição ao bebê, mas, o diagnóstico só pode ser realizado pelo ginecologista ou psiquiatra e tratado por ambos”, explica Mariana.

Entre 10% e 15% das mulheres passam pela depressão pós-parto. A duração do quadro depende muito da resposta da paciente à medicação. “Algumas melhoram imediatamente, mas, em casos graves, exige-se até mesmo a internação. O tratamento é feito com medicação e terapia”, ensina.

Mariana Rosário entende que o apoio familiar é fundamental nos casos depressivos no puerpério. “É preciso entender que a mulher não escolheu estar nesta situação. Ela precisa de carinho e compreensão para superar o momento – e julgamentos só pioram a depressão”, diz a médica.

Ela finaliza tranquilizando as gestantes: “Não é preciso ter medo de uma depressão aparecer, porque existe tratamento para o problema. Fazer um pré-natal completo, ter uma gravidez tranquila, cuidando da saúde e praticando atividade física são as melhores formas de prevenir-se do problema, mas, se ele se manifestar, procure imediatamente apoio médico”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/01/2019 0 Comentários 826 Visualizações
Cidades

Hospital Municipal de NH engajado no Setembro Amarelo

Por Gabrielle Pacheco 12/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

Celebrado na segunda-feira, 10, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio abre uma série de atividades de prevenção e conscientização. No Hospital Municipal de Novo Hamburgo, o dia foi marcado pela distribuição de fitas amarelas aos profissionais de saúde, simbolizando o alerta do Setembro Amarelo, ação que terá continuidade na semana.

“Há resistência e até mesmo na negação do tema. Porém, o fato é que muitas pessoas tentam provocar o fim da própria vida. Isso é realidade e precisa de atenção”, afirma o psiquiatra Mateus Messinger, da Fundação Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH).

De janeiro a agosto deste ano, 93 tentativas de suicídio foram notificadas pelo HMNH. E, de 817 internações psiquiátricas em 2017, cerca de 40% foram por transtornos de humor, um dos principais desencadeadores do ato. Pelos dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é a terceira causa de morte entre adolescentes.

“Precisamos entender que o suicídio é a consequência final, mas que pode ser evitado com a busca de ajuda. Por isso, é importante falar sobre esse assunto, mas principalmente do que vem antes. Hoje, percebe-se um distanciamento dos pais, a falta de vínculos, de intimidade. O jovem passa por etapas. A ausência de perspectivas e o estar fragilizado pode ser um indutor”, comenta o dr Messinger, acrescentando que os idosos são o segundo grupo na tabela de estatísticas.

O Rio Grande do Sul registra três suicídios por dia. O psiquiatra relata, ainda, que um número expressivo de condutas suicidas entram como notificações apenas de acidentes de trânsito. Hoje, não é preciso esperar sinais visíveis para buscar ajuda na saúde mental, até porque todas as unidades de saúde estão aptas a escutar e fazer os encaminhamentos necessários.

“Pessoas próximas, sejam familiares ou amigos, podem identificar fatores ou comportamentos de risco, valorizando os sinais de sofrimento psicológico, o que é o primeiro passo para se evitar o suicídio. O Hospital é a ponta final para reverter este risco eminente”, diz. A equipe de Saúde Mental do HMNH é formada por três psiquiatras, uma assistente social, uma psicóloga e uma terapeuta ocupacional.

No Brasil, há um suicídio a cada 45 minutos. Os dados mundiais indicam que ocorre uma tentativa a cada três segundos e um suicídio a cada 40 segundos. No total, chega-se a 1 milhão de suicídios no mundo. A maior parte das pessoas que tenta colocar fim à vida sofre de algum tipo de transtorno mental. O uso de álcool e drogas é o segundo fator depois das doenças psiquiátricas, como ansiedade e depressão, que leva ao aumento de suicídios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2018 0 Comentários 866 Visualizações
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