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região sul

Variedades

Região Sul concentra 17,6% da população de pets do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A região Sul concentra 17,6% da população de animais de estimação do Brasil. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram cerca de 6,6 mil lojas que comercializam ração e utilidades para pet, mais de 18% da produção nacional de ração e aproximadamente 17% do faturamento nacional. Os dados foram organizados pelo Instituto Pet Brasil (IPB).

O Rio Grande do Sul lidera com 2,4 mil lojas de produtos pet e 250 clínicas especializadas, para atenderem mais de 4,1 milhões de cães, 1,7 milhões de gatos e 3,9 milhões de peixes ornamentais e aves canoras, que correspondem a 7,1% da população de animais de estimação no Brasil.

O Paraná vem em segundo lugar com 2,8 mil lojas e 290 clínicas especializadas para atenderem mais de 4,2 milhões de cães, 1,2 milhões de gatos e 2,4 milhões de peixes ornamentais e aves canoras, que correspondem a 5,9% do total de pets no país.

Santa Catarina vem em terceiro, com 1,4 mil lojas, aproximadamente 180 clínicas, para uma população de 1,9 milhões de cães, 500 mil gatos e 3,8 milhões de peixes e aves, ou 4,6% do total brasileiro.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/07/2019 0 Comentários 664 Visualizações
Business

Daniel Noschang assume gerência da Francal Feiras no Sul

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Francal Feiras acaba de contratar o executivo Daniel Noschang para assumir sua gerência regional Sul, que compreende o atendimento e prospecção de clientes nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Uma de suas prioridades será difundir no mercado da região o novo posicionamento da Francal como a feira que conecta o varejo calçadista com o novo comportamento de compra dos consumidores, incrementa os negócios com a indústria e fomenta o desenvolvimento de toda a cadeia de calçados, bolsas e acessórios de moda.

O executivo chega também para ampliar a presença das empresas do Sul nos demais eventos de negócios promovidos pela Francal Feiras, que representam 15 grandes segmentos da economia além dos calçados, bolsas e acessórios de moda.

Daniel Noschang é formado em Administração pela Universidade Feevale, com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, e passagens por cargos executivos no Grupo Editorial Sinos e Bolsas Cordi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2019 0 Comentários 551 Visualizações
Variedades

Embratur prevê ações de promoção de potencial brasileiro no Enoturismo 

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O presidente da Embratur, Leônidas de Oliveira, recebeu nesta segunda-feira, 6, uma comitiva de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, para debater possíveis ações de promoção dos atrativos da Região Sul para o Enoturismo, segmento que se baseia na viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos e das tradições e cultura das localidades produtoras.

O prefeito da cidade, Guilherme Pasin, convidou o presidente do instituto para participar da a 29ª ExpoBento e a 16ª Fenavinho (Festa Nacional do Vinho), que acontecem em junho.

Segundo Leônidas Oliveira, o Enoturismo é mais um exemplo da diversificação da oferta turística do Brasil e colocou o instituto à disposição para ações de promoção dos eventos e do segmento no exterior.

“A apreciação do vinho está mais popular no Brasil e atrai turistas de todo o mundo. A Serra Gaúcha tem potencial para competir com destinos que desenvolveram este nicho como Mendoza, na Argentina, além da Califórnia e da Espanha”, pondera o presidente da Embratur.

O prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin, destacou a importância dos dois eventos para a economia e para o turismo da região que acontecem entre os dias 13 e 23 de junho. Segundo ele, a 29ª edição da ExpoBento marca a retomada da Festa do Vinho e os eventos combinados contam com 470 expositores e devem receber mais de 200 mil pessoas.

“Os eventos têm foco no fechamento de negócios. O vinho é o produto indutor da atividade turística na região. Bento Gonçalves é um destino diferenciado onde o turista internacional degusta vinhos, espumantes e uma gastronomia rica, além de ter contato com montanhas, serras, vales, morros e até com o frio, “ressalta.

O secretário de Turismo do município, Rodrigo Parisotto destacou a infraestrutura turística de Bento Gonçalves que conta com 41 hotéis e pousadas e 3,2 mil leitos. “Recebemos 1,5 milhão de visitantes nacionais e internacionais por ano e a meta é chegar a 4 mil leitos em 2021. O posicionamento é promover o turismo durante o ano todo, já que somos o primeiro destino enoturístico do Brasil”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2019 0 Comentários 749 Visualizações
Variedades

Região Sul registra o maior aumento no preço da gasolina no País, revela o Índice da Ticket Log

Por Gabrielle Pacheco 26/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de meses de baixa, o preço dos combustíveis ficou mais caro nos postos da Região Sul, revela o levantamento de março do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL).

A gasolina apresentou alta de 3,7%, no comparativo com o mês anterior, e foi comercializada a R$ 4,41. É a maior variação para o combustível no País, mas a região ainda concentra o menor preço médio do litro.

A alta também foi acompanhada pelo etanol, com aumento de 7,8% e o litro vendido a R$ 3,564. “O aumento dos preços na região reflete a alta percebida para o combustível em todo o País, que foi de 2,6%. Com o etanol não foi diferente, e os postos do Sul apresentaram o segundo maior aumento e o dobro da variação média nacional, que foi de 4%”, comenta o Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau (Jurb).

No recorte regional, Santa Catarina lidera o ranking da gasolina mais barata da região, com o litro vendido a R$ 4,099. A variação para o combustível na região chega a quase 10%, quando o litro é comparado ao preço médio mais caro encontrado nos postos do Rio Grande do Sul, que foi de R$ 4,499.

Os motoristas gaúchos ainda pagaram os maiores preços do etanol (R$ 4,11) e do GNV (R$ 3,448). No Paraná, mesmo com a alta de 7%, foi registrado o menor valor para o etanol, comercializado a R$ 3,09.

No contexto nacional, março foi o primeiro mês a registrar aumento nos preços para todos os tipos de combustível. A gasolina, com o litro vendido em média a R$ 4,443, e o etanol, a R$ 3,559, apresentaram alta de 2,6% e 4%, respectivamente. O preço médio do gás veicular natural (GNV) aumentou em 1,6%, comercializado a R$ 3,307. Com o diesel e o diesel S-10, não foi diferente: aumento de 1,9% e 2%, respectivamente, nos postos de todo o País.

Na análise do primeiro trimestre, o preço médio da gasolina (R$ 4,385) ultrapassou o patamar de 2018, com alta de 2,2%. Já o litro do etanol apresentou variação abaixo de 1%, com média de R$ 3,476, ante os R$ 3,45 dos primeiros meses do ano passado

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2019 0 Comentários 525 Visualizações
Variedades

2019 inicia com 8,31 milhões de inadimplentes na região Sul

Por Gabrielle Pacheco 14/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

O primeiro mês de 2019 registrou um leve aumento do número de pessoas físicas inadimplentes na região Sul do Brasil. A elevação de 1,76% fez com que o total de consumidores negativados subisse de 8,29 milhões em dezembro de 2018 para 8,31 milhões em janeiro de 2019 no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

No país, de acordo com os dados do Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), são 62,08 milhões de inadimplentes.

Mesmo com o incremento, a região Sul ainda é a que apresenta o menor percentual de sua população adulta com CPF negativado, cerca de 36,4%, ficando atrás da Norte, com 46,2%; Centro-Oeste, com 42,1%; Nordeste, com 40,9% e Sudeste, com 39,7%. O detalhe é que apenas o Sul do país não apresentou recuo no percentual de inadimplência na comparação entre janeiro de 2019 e dezembro de 2018.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch o aumento do total de inadimplentes no país e nos três estados sulistas segue refletindo as dificuldades que as famílias possuem para honrar seus compromissos. Além disso, o primeiro mês do ano é marcado pela opção de pagamento de tributos como IPTU e IPVA, bem como a compra de material escolar.

A expectativa de Vitor Augusto Koch é que os indicadores de inadimplência possam ser reduzidos a partir de abril, quando algumas despesas extras deixam de influenciar no orçamento das famílias.

“São pontos primordiais destacados pelo presidente Jair Bolsonaro em sua campanha à presidência que nós esperamos ver concretizados com a maior brevidade possível. A redução do número de inadimplentes somente vai se concretizar quando a retomada da economia beneficiar a sociedade através da criação de novos empregos e do aumento da renda” reforça Koch.

A abertura do número de dívidas por setor credor, em janeiro, revela que o número de dívidas em todo o país, embora tenha caído quando se considera todos os setores, avançou nos setores de Água e Luz (14,39%) e Bancos (2,42%). No Comércio, a queda foi de 7,03%, enquanto no setor de Comunicações o recuo foi de 7,84%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/02/2019 0 Comentários 492 Visualizações
CidadesVariedades

Porto Alegre é a cidade mais desejada do Sul por quem busca imóvel

Por Gabrielle Pacheco 14/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cidade de Porto Alegre (RS) foi a cidade mais desejada por quem busca imóveis na região Sul em 2018. Esse resultado foi identificado pelo ZAP Imóveis, empresa do Grupo ZAP, que definiu o ranking das dez cidades mais procuradas na região em 2018, tanto para locação e compra. Esse é o segundo ano que a cidade fica na liderança. As cidades de Curitiba e Florianópolis fecham o top 3, assim como em 2017.

O ranking de 2018 se completa com Joinville (SC), Londrina (PR), Balneário Camboriú (SC), Blumenau (SC), São José (SC), Canoas (RS) e Caxias do Sul (SC) respectivamente.

As cinco primeiras posições do ranking não se modificaram, quando comparado com 2017, já nas demais posições tivemos mudança, seguindo o ranking do ano passado com: Blumenau (SC), São José (SC), Balneário Camboriú (SC), Caxias do Sul (SC) e Pelotas (RS), essa última é a única que não aparece no ranking atual, perdendo sua vaga para Canoas (RS).

Grupo ZAP

Nasceu da fusão dos portais ZAP e Viva Real – líderes nacionais do mercado imobiliário. A nova empresa, que continua a fazer parte do Grupo Globo, oferece uma solução completa para todo o segmento de imóveis, por meio de suas ofertas de produtos, inteligência de dados, serviços e informações de credibilidade que geram ganhos e decisões mais precisas para quem está envolvido no processo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/02/2019 0 Comentários 1,3K Visualizações
Saúde

Região Sul já investe em prevenção contra a febre amarela

Por Gabrielle Pacheco 19/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Autoridades, Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Minas Gerais estão vigilantes. E não é para menos, pois já foram registradas 38 mortes de febre amarela silvestre no Brasil. A doença é causada por um vírus inoculado no nosso corpo proveniente da picada de um mosquito, e que pode levar a morte.

As causas desse fenômeno epidemiológico podem estar diretamente relacionadas ao avanço urbano para as áreas de mata e regiões agrícolas, como muitos especialistas já vêm alertando. Com o meio ambiente em desequilíbrio, muitas formas de doenças antes erradicadas ou que não se manifestavam mais podem voltar a surgir, comprometendo a saúde pública e levando a uma série de impactos no equilíbrio do planeta.

Na região Sul, vem ocorrendo algumas ações de prevenção. No Rio Grande do Sul, por exemplo, que não registra casos há 10 anos, a prevenção é intensa. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, a cobertura atinge cerca de 70% da população.

No Paraná, o único registro de contágio da febre amarela foi em Laranjal, no interior, em 2008. Mesmo assim, pessoas que têm viagem marcada para regiões afetadas estão procurando os postos de saúde para tomar a vacina.

Em Santa Catarina, o último caso registrado foi em 1966, mas a Secretaria recomenda a imunização em 162 cidades do estado.

Solucionando dúvidas

Estamos vivendo uma epidemia ou são apenas casos isolados da doença? Quais são os sintomas? As pessoas ainda têm muitas dúvidas. O vírus que causa a febre amarela urbana e a silvestre é o mesmo, o que significa que os sinais, os sintomas e a evolução da doença são exatamente os mesmos. A diferença está nos mosquitos transmissores e na forma de contágio. Os transmissores da febre amarela silvestre são os mosquitos Haemagogus e o Sabethes, que vivem em matas e beira de rios.

Eles picam macacos contaminados e,depois, as pessoas. Por isso, há casos de muitas mortes de macacos em regiões acometidas pela doença. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo conhecido aedes aegypti, e não são registrados casos no Brasil desde 1942.

A vacinação é muito importante. Trata-se de um mecanismo de prevenção essencial, porém, o cuidado que se deve ter daqui para frente é para que a febre amarela silvestre não se torne urbana, uma vez que as regiões onde ocorreram as mortes de macacos ficam a menos de 30 km do centro de São Paulo, por exemplo.

As autoridades públicas dos órgãos de Saúde correm para que os casos não se alastrem. Mas, se pensarmos um pouco, a verdadeira prevenção deve começar na promoção de políticas ambientais que proíbam o desmatamento descontrolado. Caso contrário, cada vez mais teremos o ressurgimento de doenças antes erradicadas.

Fonte: Rodrigo Berté – Diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional UNINTER | Foto: Reprodução

19/01/2018 0 Comentários 482 Visualizações
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