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Variedades

Sociedade civil de olho em projetos que trazem soluções para problemas sociais, econômicos e ambientais

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 e o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) abriram um edital para selecionar entre cinco e dez soluções criadas no Brasil, que contribuam para o alcance de um ou mais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no país. Projetos que apresentem respostas para as consequências da pandemia da Covid-19 e que promovam a igualdade de gênero terão maior peso, dentro dos critérios estabelecidos pelo edital. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site.

As soluções inovadoras escolhidas receberão como prêmio mentoria técnica com profissionais especializados em negócios sociais, participarão de uma rodada de negócios com potenciais investidores e parceiros estratégicos, além de serem apresentadas num seminário que, por conta das necessidades de isolamento social impostas pela pandemia, será transmitido via internet para todo país, no dia 6 de agosto de 2020. O II Seminário de Soluções de Inovadoras tem o financiamento da União Europeia, como uma das atividades do projeto do GT Agenda 2030, que tem como objetivo contribuir para implementação da Agenda 2030 no Brasil.

As inovações contempladas também farão parte de uma publicação em formato online e offline, para que ganhem ainda mais visibilidade e conhecimento do público em geral e possibilidade de conexão com futuros apoiadores, fundações privadas e gestores/as públicos/as que queiram apoiar ou investir nas práticas vencedoras.

“São consideradas soluções inovadoras projetos, tecnologias ou outras iniciativas estruturadas, alinhados com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) com potencial de transformação de políticas públicas e que possam ser replicados, isto é, tenham capacidade de adaptação para serem implantados em outras localidades”, explica Carolina Mattar, coordenadora executiva do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), instituição facilitadora do GT Agenda 2030 e responsável pela coordenação geral da chamada pública e do seminário.

Podem participar da chamada pública organizações da sociedade civil (OSC), que não tenham fins lucrativos, de qualquer região do Brasil, bem como instituições de pesquisa, ambos com CNPJ ativo, e grupos informais ou coletivos (com ou sem CNPJ), que tenham como meta o alcance dos ODS. Entre eles os que promovam a melhoria da saúde e educação básica; a gestão do território e economia circular, para tornar cidades mais seguras, resilientes e sustentáveis; o combate às mudanças climáticas e à perda da biodiversidade, para a proteção de todos os ecossistemas; a disponibilidade de recursos básicos: água, saneamento, energia; e a segurança alimentar, melhoria da nutrição e promoção da agricultura sustentável.

Todo o processo é gratuito. O prazo de inscrições vai se estender até o dia 4 de junho. Cada organização da sociedade civil interessada poderá inscrever no máximo três soluções, cadastradas individualmente.

As propostas serão analisadas por uma banca composta por até 8 curadores, entre representantes de organizações-membros do GT Agenda 2030 e especialistas externos convidados, reconhecidos por sua experiência em temas relacionados aos ODS e ao investimento de impacto social. O resultado será divulgado no dia 17 de julho. Entre os critérios também estarão a solidez da ideia, o nível de inovação, a capacidade de articulação com multiatores, a viabilidade operacional, a capacidade de avaliação e monitoramento e a sustentabilidade financeira.

Na primeira edição realizada em 2019, foram selecionadas 10 ideias inovadoras com impacto na vida de habitantes das mais variadas regiões do país. Os vencedores foram o projeto Costurando vidas, de capacitação em costura, bordado e artesanato sustentável para mulheres, de Itabira (MG); o Circuitos de Comercialização Agroecológica de fortalecimento da agricultura familiar, com funcionamento em seis estados da Rede Ecovida (SP, MG, BA, SC, RS e PR); o Arquitetas em Casa, da Ilha do Maranhão, na Região Metropolitana de São Luís (MA); o Redes de Produção Agroecológica Solidária, de agricultura familiar e pesca artesanal do Território do Baixo Tocantins, no Pará; Sistema Rac/Saf, de reutilização de águas cinzas do semiárido pernambucano; o Mãostiqueiras, programa de reaproveitamento de lã de ovelha em Campos do Jordão (SP); o Teia da Sustentabilidade, de Icapuí (CE); o Plantando Jardins Filtrantes e Água Boa que abrange os municípios de Cotia, Embu das Artes e Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo com a questão do tratamento do esgoto esgoto doméstico por zona de raízes; o Aqualuz, que criou um dispositivo que utiliza luz solar para tornar potável água de cisternas (BA, CE, AL e PE) e o Centro de Referência Indígena Ikolen e Karo, de Rondônia.

Sobre o GT Agenda 2030

O GT Agenda 2030 reúne 48 entidades de diferentes setores que, juntas, cobrem todas as áreas dos 17 ODS, que devem ser alcançados até o ano de 2030. No Brasil, o grupo foi formalizado em 9 de setembro de 2014 e, desde então, atua na difusão, promoção e monitoramento da Agenda 2030 e busca divulgar os ODS, mobilizar a sociedade civil e incidir politicamente junto ao governo brasileiro e o sistema das Nações Unidas para a sua implementação. O GT é financiado pela União Europeia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 656 Visualizações
Variedades

RS tem quatro finalistas no Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora

Por Gabrielle Pacheco 07/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os quatro ganhadores na fase estadual das categorias Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Profissional e Ensino Superior estão revivendo os momentos de ansiedade que antecedem a divulgação dos vencedores da etapa nacional do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora. A grande final acontecerá nesta terça-feira, 08 de outubro, em cerimônia durante a 3ª edição do Seminário ConheCER e do III Encontro Internacional de Inovação na Educação, no CentroSul, em Florianópolis (SC).

O seminário e o encontro serão realizados até o dia 09 de outubro com a presença de especialistas brasileiros e estrangeiros para debater o tema Educação Empreendedora e Inovação na Educação. São 60 finalistas de todo o País concorrendo ao Prêmio Sebrae de Educação Empreendedor, e, na ocasião, serão anunciados os 12 ganhadores nacionais, 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria – Ensino Fundamental, Médio, Profissional e Superior. O primeiro colocado recebe o troféu Ouro, o segundo fica com Prata e o terceiro com Bronze.

Em maio, receberam o troféu Ouro em suas categorias os projetos Startup Teens, não tem idade para inovar o mundo, da Feevale; Alerta! Alerta de Enchente!, da Escola Sesi de Ensino Médio Montenegro; Educação Transformadora – Transforme seu aluno em um empreendedor, do Senai – Departamento Regional do RS, e IDEAR – Empreendedorismo e Inovação, da PUCRS. A gestora do Prêmio no RS, Roselaine Monteiro Morais, informa que a etapa estadual registrou 76 inscrições na primeira edição do prêmio que identifica, estimula, reconhece e divulga as melhores práticas da educação empreendedora no Brasil.

Os projetos do RS

Ensino Fundamental/ Startup Teens, não tem idade para inovar o mundo, da Feevale: é uma competição de startups em que os participantes são encorajados a ter ideias, validá-las, construir modelo de negócios, desenvolver o protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. A ação alcançou 64 alunos, desenvolvendo nove modelos de negócios experimentais e contou com o envolvimento de 25 profissionais na organização e execução.

Ensino Médio/ Alerta! Alerta de Enchente!, da Escola Sesi de Ensino Médio Montenegro: a iniciativa tem como finalidade ajudar na evacuação de populações ribeirinhas em períodos de enchentes, visando principalmente as águas do Rio Caí. Nas aulas de robótica, o grupo resolveu criar um robô que verifica a altura do nível da água e envia uma mensagem para um aplicativo.

Ensino Profissional/ Educação Transformadora: Transforme seu aluno em um empreendedor, do Senai – Departamento Regional do RS: o projeto desenvolve produtos que solucionarão problemas reais das indústrias com formação de equipes multidisciplinares para resolver problemas com construção de protótipos como máquinas.

Ensino Superior/ IDEAR: Empreendedorismo e Inovação, da PUCRS: foco na promoção da atitude empreendedora e de inovação com impacto social; inovação pedagógica através de metodologia ativas em sala de aula voltadas ao desenvolvimento de competências empreendedoras; desenvolvimento de professores com foco no empreendedorismo; acompanhamento de projetos de estudantes.

Foto: Reprodução/Mauro Schaefer | Fonte: Assessoria
07/10/2019 0 Comentários 565 Visualizações
Cidades

Projetos estancienses concorrem ao Prêmio Gestor Público 

Por Gabrielle Pacheco 31/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estância Velha está concorrendo com três projeto, que já foram pré-selecionados na primeira etapa, ao Prêmio Gestor Público (PGP) em sua 18ª edição. Os projetos estancienses inscritos foram: Fortalecimento da Agricultura Familiar, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Preservação Ecológica (Semape); OtimizAção – Soluções Integradas, Resultados Otimizados, da Secretaria Municipal de Obras (SMO) e Protegendo nossos Pets (Semape).

Vale lembrar que em 2018 Estância Velha foi o município vencedor com o projeto da segurança, Mapa do Crime. Em 2017, já havia recebido um certificado de reconhecimento pela participação no concurso, com o projeto Crotalária contra a Dengue, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semec).

Neste ano foram inscritos 150 projetos de 77 municípios. A partir de agosto os auditores fiscais irão até as cidades para avaliar presencialmente os projetos. A solenidade de premiação será no dia 5 novembro, no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

O que é o PGP?

O objetivo do Prêmio Gestor Público é reconhecer publicamente as ações desenvolvidas pelas Administrações Municipais do Rio Grande do Sul. Todas as atividades devem apresentar resultados positivos para a comunidade. Quanto aos gestores municipais cabe a responsabilidade de ter ideias inovadoras, criativas e que atendam à metodologia dos trabalhos realizados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2019 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Sebrae RS apoia desenvolvimento do setor moveleiro

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Três projetos do Sebrae RS, dois deles na Serra e um que abrange os vales do Taquari e Rio Pardo, têm foco no desenvolvimento do setor moveleiro, com o atendimento, no total, de 90 empresas. “São projetos de atendimento empresarial na Serra Gaúcha e nos Vales do Taquari e do Rio Pardo, onde são trabalhados dois pilares, melhoria de processos produtivos, por meio da redução de desperdícios, e geração de negócios, através da estruturação comercial e presença digital”, comenta o coordenador setorial Sebrae RS, Andrei Carletto.

Nos Vales, o projeto Indústria Moveleira do Vale do Taquari, com 40 empresas participantes, tem o objetivo principal de melhorar os processos produtivos e ampliar o mercado de atuação das indústrias do setor. Proprietário da Fell Esquadrias, que emprega 21 pessoas em Teutônia, Carlos Fell conta com o auxílio do Sebrae RS há cerca de três anos, o que possibilitou para a empresa criar um sistema de controle financeiro.

“Hoje, temos tudo na ponta do lápis, como tem de ser feito. Antes, não sabíamos o ponto de equilíbrio, as contas fixas e variáveis. Antes, a gente só produzia e vendia. Agora, se trabalha como empresa de fato, com todos os controles, acompanhando os números e conhecendo a saúde financeira da empresa”, relata.

Já na Serra Gaúcha, são dois os projetos em andamento. Um deles é o Indústria Moveleira Mais Competitiva, que atende 20 empresas e busca oportunizar a geração de negócios para as indústrias moveleiras seriadas da região. O outro é o Mais Mercado – Madeira e Móveis da Serra Gaúcha, que acompanha 30 marcenarias e, além de gerar negócios, busca ampliar os canais de venda e fazer um reposicionamento digital.

Carletto explica que, a apesar de trabalharmos de forma segmentada (marcenaria e seriados) as dificuldades são muito semelhantes, porém o foco e o processo das empresas acabam sendo diferentes. “As consultorias buscam auxiliar o empresário a aprimorar a gestão comercial das empresas, desde a estruturação do custo dos produtos, controles de orçamento, prospecção de mercado e presença digital, focando no relacionamento com seus clientes”, detalha.

Em comum, as empresas envolvidas nos três projetos têm a oportunidade de participar de ações de mercado, como exposição em feiras, e visitas técnicas de benchmark.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 627 Visualizações
Business

Setor da saúde tem mais de 37 mil pequenos negócios no RS

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de desenvolver e fortalecer a cadeia produtiva da saúde, promover a aproximação comercial e a gerar negócios junto ao seu mercado-alvo, o Sebrae RS oferece seis projetos específicos voltados ao setor. A iniciativa visa atender um mercado que conta com mais de 312 mil estabelecimentos de saúde no País (6,8 mil hospitais).

No Rio Grande do Sul, há 37.829 pequenos negócios no setor, com concentração de empresas no segmento de serviços. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae RS, as principais preocupações da cadeia produtiva estão relacionadas a tendências e conhecimento de mercado e novas tecnologias. No segmento de serviços de saúde, outro gargalo está na mão de obra qualificada.

Também são apontados como pontos de atenção na indústria da saúde o tempo de desenvolvimento, o conhecimento técnico, a comercialização (escala de vendas), a capacidade de inovação e a prospecção de clientes. “Nosso desafio é compreender cada vez mais os diferentes elos desta cadeia produtiva, identificar os gaps de competitividade e oportunidades de intervenções que possam beneficiar os atores e adicionar valor na percepção dos empresários da indústria e nos serviços da saúde”, avalia a coordenadora dos projetos de Saúde do Sebrae RS, Ana Paula Rezende.

Para o Sebrae RS, o fortalecimento do sistema de saúde gera possibilidade de impactar um maior número de empresas, utilizando de forma mais integrada diferentes canais de relacionamento e de atendimento, com respostas personalizadas para cada tipo de paciente. “A nossa proposta para a estratégia de atuação na cadeia de saúde e bem-estar é conectar iniciativas, ampliando mercado para a MPE e facilitando acesso à saúde e ao bem-estar da população”, acrescenta Ana Paula.

No Rio Grande do Sul, com aproximadamente 37 mil micro e pequenas empresas, o elo de serviços na saúde representa importante gerador de empregos e atende uma das principais demandas da população. A indústria do setor também vem apresentando crescimento, principalmente devido à criação de produtos com tecnologia embarcada.

“A complexidade no setor exigirá o envolvimento de toda a cadeia produtiva para assegurar a sustentabilidade financeira”, complementa Ana Paula.

Projetos na Região Metropolitana

Na região metropolitana da capital, o Sebrae RS vem impulsionando sua atuação no setor com projetos de conexão para alta performance que promovem o desenvolvimento de empresas na cadeia da saúde, conforme detalha o gestor de projetos da Cadeia Produtiva da Saúde na região, Lucas Alves.

“Um dos nossos projetos tem como objetivo o desenvolvimento de pequenas indústrias da cadeia de valor da saúde, promovendo a aproximação comercial e a geração de negócios junto ao seu mercado-alvo, em que, através da qualificação da gestão comercial e de competências estratégicas para o negócio, promovemos a participação das empresas envolvidas com exposições em feiras especializadas do setor, como a Feira Hospitalar e missões empresariais para eventos de negócios em busca da aceleração comercial”, destaca Alves.

Esse projeto, que conta com a participação de 21 empresas de soluções, produtos, equipamentos e tecnologias para o setor da saúde se chama Conexão Saúde e vem alavancando os pequenos negócios que se beneficiam de suas ações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2019 0 Comentários 625 Visualizações
Business

Segmento de alimentos e bebidas é apoiado pelo Sebrae RS

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma das cadeias produtivas mais representativas na economia brasileira, o segmento de alimentos e bebidas possui no Rio Grande do Sul mais de 80 mil micro e pequenas empresas. O número coloca o Estado entre as regiões com maior densidade de empresas com atividades na cadeia de alimentos no Brasil.

Um dos elos com a maior quantidade de empresas é o de serviços de alimentação e fabricação de produtos de panificação, confeitaria e chocolates. Mas o segmento de fabricação de bebidas também chama atenção pelos elevados índices de crescimento. Destaque para o vinho, a cerveja e as bebidas não alcoólicas, que apresentam boas oportunidades de crescimento para atuação de micro e pequenas empresas com produtos de alto valor agregado.

Com o objetivo de transformar o Rio Grande do Sul em Estado referência em alimentos e bebidas de alto valor agregado, ampliando negócios para as empresas da cadeia produtiva, o Sebrae RS elaborou iniciativas prioritárias.

Em nível empresarial, no elo de serviços e varejo, o foco está na adequação do modelo de negócios, prospecção de clientes, gestão de pessoas e melhoria de processos. Neste caso, a organização atua em bares, restaurantes e lancherias das regiões Metropolitana, Serra, Centro, Planalto e Vale do Taquari e Rio Pardo. Já o setor de Indústrias abrange cervejarias, orgânicos e alimentos secos premium de todo Estado.

As iniciativas voltadas para as pequenas indústrias de alimentos e bebidas trabalham com foco em prospecção de mercado, pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores e na profissionalização da gestão.

Com o olhar voltado para o desenvolvimento estrutural da cadeia produtiva, as iniciativas são voltadas para a ampliação de mercado, em cooperação comercial e expansão, com olhar estadual. Aqui, estão incluídas análise de filiais, franquias, presença digital, e-commerce, pesquisa e prospecção de mercado, encadeamento produtivo, preparação para internacionalização, entre outras necessidades mercadológicas.

Para o desenvolvimento no nível sistêmico, o olhar é amplo e contempla a cadeia toda e trabalha pela melhoria de legislação, regulamentação e tributação para produção e venda, promove um fórum de conexão do poder público e entidades representativas, entre outras ações.

Coordenador de Alimentos e Bebidas do Sebrae RS, Roger Scherer Klafke, explica que os projetos são pensados de acordo com as necessidades e oportunidades que se apresentam em determinados elos da cadeia produtiva. Por isso, são divididos entre estaduais e regionais.

“Os atuais projetos que trabalham com olhar estadual são voltados para a indústria de alimentos e bebidas. Selecionamos 90 pequenas indústrias com foco em ampliar mercado, com a ideia de, em conjunto, sob a bandeira de alimentos e bebidas gaúchos de alto valor agregado, acessar mercados qualificados como São Paulo e Rio de Janeiro”, comenta.

Também está começando um projeto voltado a estimular a pesquisa e o desenvolvimento de produtos inovadores que selecionará 30 pequenas indústrias gaúchas, com interesse em pesquisar e testar produtos no mercado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/06/2019 0 Comentários 636 Visualizações
Cidades

Natureza é tema de projetos na Recanto das Rosas

Por Gabrielle Pacheco 10/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ensinar sobre a importância dos recursos naturais para crianças constrói um futuro melhor para Estância Velha. Esta foi a missão de Mariane Lopes, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que a convite da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Recanto das Rosas, conversou, na tarde desta quinta-feira (9), com a turma de maternal 2, sobre o solo, sua formação e qualidades.

O projeto é realizado junto as professoras da turma, Louvani Brandão e Ivete Bressan. Ele trabalha “os tesouros escondidos no solo”, com os pequenos de três e quatro anos. Mariane afirma que se sentiu desafiada com o convite da escola para tratar do assunto.

“Normalmente trabalho com agricultores e estou acostumada com isso. Aqui, tivemos que adaptar o trabalho e fazer linguagens simples e imagens divertidas”, explica.

Animais também são tema

Na mesma tarde, os alunos da turma do berçário 2, liderada pelas professoras Tania Mentges e Deise Becker, trabalharam com o assunto: animais. O escolhido para ser estudado foi o cavalo. O morador do bairro das Rosas, Jorge Dietrich, levou o seu bicho de estimação para que os pequenos, de um e dois anos, pudessem ver de perto. Pela manhã, foi trabalhado com a turma, a alimentação dos cavalos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2019 0 Comentários 569 Visualizações
Variedades

Primeiros cem dias de Issur na Assembleia são marcados por projetos e economia de recursos públicos

Por Gabrielle Pacheco 03/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ao completar cem dias de mandato, o deputado estadual Issur Koch apresenta números expressivos na atuação parlamentar e na economia dos recursos públicos.

No período, Issur propôs frentes parlamentares (entre elas a de Defesa do Setor Coureiro-Calçadista e Apoio à Extensão da BR-448); protocolou oito projetos de sua autoria e outros quatro como co-autor, sem deixar de economizar.

Na cota de combustível, por exemplo, Issur utilizou apenas 8% dos recursos (92% de economia), além de não ter locado veículo. Referente à verba de gabinete, o deputado devolveu integralmente a cota de fevereiro.

Em relação à contratação de pessoal, foram lotados somente 50% do total dos cargos disponíveis no gabinete.

Vice-presidente da Comissão de Educação no Parlamento Gaúcho, o deputado tem marcado sua atuação em defesa da Educação e cobrado uma posição urgente do governo do Estado para a falta de professores.

“Desde que tomei posse tenho dito que podemos trabalhar pelo Rio Grande sem deixar de utilizar com responsabilidade os recursos disponíveis para a atividade parlamentar. Economia é obrigação”, lembra.

Foto: Guerreiro/Reprodução | Fonte: Assessoria
03/05/2019 0 Comentários 558 Visualizações
Cultura

Museu Julio de Castilhos define projetos para ocupação de espaços em 2019

Por Gabrielle Pacheco 29/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Já estão definidos os projetos que ocuparão os espaços do Museu Julio de Castilhos entre os meses de maio e novembro de 2019. Foram sete trabalhos de diferentes áreas selecionados por meio do edital 01/2019, que buscou novas propostas de experiências museológicas.

Na primeira semana de abril serão agendadas reuniões com os contemplados para a confirmação das datas e compatibilização com as regras de uso específicas dos espaços.

A abertura para a utilização democrática do Museu Julio de Castilhos buscou propostas que tenham interfaces, diálogos ou referências em áreas identificadas com a instituição, como história, sociologia, museologia e antropologia.

Para a diretora Doris Couto, os trabalhos acrescentarão conteúdo e linguagens narrativas impactantes às atividades cotidianas e de programação. “Estamos muito satisfeitos com a qualidade das propostas apresentadas e, muito em especial, com o fato dos proponentes terem compreendido que o Museu Julio é o locus de narrativas históricas e terem inscrito projetos que dialogam com a nossa temática. Quem ganha é o visitante”, comemora Doris.

As modalidades abertas foram: artes cênicas, música, literatura, ensaio livre e exposições. O edital tem como foco estimular e ampliar a reflexão sobre o povo gaúcho, sua identidade e seu tempo. As ações também mantém o compromisso com a sustentabilidade e a inclusão social do museu.

Os projetos contemplados foram: “Jogo de Cena”; “Sensibilidades e Memórias de Viagem de Sandra J Pesavento”; “Tela Indígena”; “Por uma História dos Carnavais de Porto Alegre”; “Nossas Bandeiras”; “Performance Quem está Aqui”; e “O RS e as bombas de Chimarrão: expressões de identidades culturais”.

Foto: Roberta Amaral/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/03/2019 0 Comentários 587 Visualizações
Variedades

Projetos terão apoio de R$ 1,8 milhão para preservar áreas e espécies no litoral brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Projetos que buscam conservar ambientes costeiros e marinhos brasileiros, preservar espécies ameaçadas e aliar inovação e meio ambiente terão o apoio de cerca de R$ 1,8 milhão. Ao todo, 15 iniciativas distribuídas em 11 estados do País foram selecionadas pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Segundo o coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Robson Capretz, a necessidade de proteção de ambientes costeiros e marinhos tem despertado cada vez mais a atenção da sociedade.

“Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU são muito baseados na qualidade de vida e o potencial econômico que vêm dos mares e a população brasileira tem uma relação muito estreita com o oceano. Considerando o tamanho da costa que temos no País e a dependência que temos dela, torna-se cada vez mais importante investir em estratégias para a conservação marinha”, ressalta.

Os projetos que receberão apoio são dos seguintes estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Alagoas e Pará.

Confira um dos projetos do RS:

Restauração ecológica no Parque Nacional Lagoa do Peixe – Criado em 1986 para proteger aves migratórias e ecossistemas litorâneos do Rio Grande do Sul, o Parque Nacional da Lagoa do Peixe enfrenta hoje um problema com a expansão de pínus na região.

Essa árvore exótica foi introduzida na região há muitos anos e hoje ocasiona a degradação dos ecossistemas naturais, além de causar mudanças na paisagem e perdas da biodiversidade local.

O projeto proposto pela Associação Socioambientalista Igré é controlar essa população invasora e assegurar o restabelecimento dos ecossistemas nativos no local, como os campos de dunas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/02/2019 0 Comentários 689 Visualizações
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