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Oncologia

Saúde

Mais de 32,5 milhões de brasileiros terão gestores comprometidos com o combate ao câncer

Por Jonathan da Silva 08/01/2025
Por Jonathan da Silva

Com a posse dos novos prefeitos e vereadores, a população de 39 cidades brasileiras, incluindo nove capitais, que somadas chegam a mais de 32,5 milhões de moradores, poderá contar com gestores comprometidos com políticas voltadas à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer. A iniciativa é resultado de uma mobilização da Coalizão Cidades no Controle do Câncer, liderada por grupos da sociedade civil como o Instituto de Governança e Controle do Câncer (IGCC).

Durante o período eleitoral, a coalizão promoveu capacitações e engajou candidatos em todo o país, o que levou à assinatura de uma carta-compromisso por cerca de 400 candidatos, dos quais 106 foram eleitos. A coordenadora do projeto, Cibele Carneiro, destacou a relevância dessa articulação. “Essas cidades reúnem mais de 32 milhões de brasileiros, então o impacto pode ser enorme. Queremos seguir atuando com cada uma delas para pressionar pela implementação desses compromissos”, salientou Cibele.

Desafios e ações possíveis

Apesar do avanço, a gerente de advocacy do Instituto Oncoguia, Helena Esteves, alertou para as limitações que muitos prefeitos enfrentarão. “Muitos enfrentarão limitações orçamentárias, o que exige articulação com outras esferas governamentais. Ao mesmo tempo, existem ações de responsabilidade municipal que não necessariamente envolvem altos custos, como vacinação, transporte sanitário e controle do tabagismo”, pontuou Helena.

Monitoramento e transparência

O acompanhamento constante das políticas públicas será essencial. Plataformas como o Observatório da Oncologia, da ABRALE, e o Radar do Câncer, da Oncoguia, oferecerão indicadores para avaliar os avanços. O representante da Femama, Alexandre Ben, reforçou a importância do monitoramento. “É uma maneira de verificar se as políticas públicas estão funcionando e de fortalecer a confiança nos gestores públicos”, enfatizou Ben.

A lista dos gestores comprometidos e o acompanhamento das ações realizadas podem ser realizados diretamente no site oficial da Coalizão, disponível no link coalizaocidadesnocontroledocancer.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2025 0 Comentários 308 Visualizações
Política

Prefeito de Estância Velha recebe futuro comandante da Prefeitura de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 14/10/2024
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Estância Velha, Diego Francisco (PSDB), recebeu o prefeito eleito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), em seu gabinete no Centro Administrativo Gabriel Steiner, na tarde da quinta-feira (10). Durante o encontro, Diego e Finck discutiram as estratégias para que Novo Hamburgo restabeleça o serviço de atendimento em oncologia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), visando tornar a cidade uma referência para os municípios da região.

Além desse tema, os prefeitos abordaram a necessidade de qualificação da Rua Rincão, uma das principais conexões entre Estância Velha e Novo Hamburgo, além de ser uma alternativa importante de entrada na cidade. O encontro marca o início das colaborações entre as duas gestões, que estarão no comando das cidades de 2025 a 2028, com foco em melhorar os serviços de saúde e infraestrutura urbana.

Foto: Jefferson Cardoso/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2024 0 Comentários 466 Visualizações
Saúde

Organizações da área de saúde lançam movimento nacional Cidades no Controle do Câncer

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

Em um momento crucial para a saúde pública brasileira e com a aproximação das eleições municipais, a a Coalizão Cidades no Controle do Câncer será lançada na próxima segunda-feira, 29 de julho, pelo Instituto de Governança e Controle do Câncer (IGCC), em parceria com Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), Instituto Avon, Instituto Oncoguia, Instituto Vencer O Câncer e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). O movimento nacional busca sensibilizar candidatas e candidatos às Prefeituras e Câmaras de Vereadores de todo o país para a importância da inclusão da pauta oncológica em seus planos de governo e de atuação legislativa.

Para a diretora executiva do IGCC, Daniely Votto, é necessário incluir a pauta da oncologia nas eleições municipais e capacitar os candidatos para que saibam quais são as suas responsabilidades na hora de tratar do assunto. “Quando falamos de oncologia e cidades, falamos de um município que esteja preparado para trabalhar na prevenção da doença e  acolher as demandas do paciente com câncer. Queremos que a pauta seja uma prioridade nos planos de governo e nas atuações dos Legislativos municipais, pois o fardo do câncer é enorme. Além disso, a doença já é a principal causa de óbitos em diversos municípios brasileiros e traz um significativo custo para o sistema de saúde”, enfatiza Danielly.

A Coalizão tem como objetivo capacitar organizações sociais locais para que possam atuar como agentes de transformação, levando a discussão sobre o câncer para as campanhas políticas, bem como obter a assinatura de candidatos em uma carta-compromisso para inclusão do tema em seus programas de governo. Além disso, o movimento oferecerá um conjunto de ferramentas e materiais de apoio que, a partir do lançamento, estarão disponíveis no site cidadesnocontroledocancer.org.br para auxiliar as organizações a sensibilizar os candidatos e a população sobre a necessidade de políticas públicas eficazes para o controle do câncer nas cidades.

Organizações interessadas em participar podem se inscrever pelo e-mail coalizao@igcc.org.br.

Serviço

  • O quê: live de lançamento da Coalizão
  • Quando: segunda-feira, 29 de julho, às 17h30min
  • Transmissão ao vivo pelo perfil do Instagram: https://www.instagram.com/cidadesnocontroledocancer/
  • Organizações que já integram a Coalizão: Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), Instituto Avon, Instituto de Governança e Controle do Câncer (IGCC), Instituto Oncoguia, Instituto Vencer o Câncer, Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Associação Américas Amigas, Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço (ACBG Brasil), Coletivo Oncofriends, Comunidade Anjo Rosa, Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) e União e Apoio ao Combate ao Câncer de Mama (Unaccam).

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 360 Visualizações
Saúde

Cachorro Pretinho tem alta da quimioterapia no Hospital Veterinário Feevale

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

O cachorro Pretinho, diagnosticado com tumor venéreo transmissível nasal e tratado no Hospital Veterinário Feevale, recebeu alta da quimioterapia na semana passada. A orientação para o cão agora é de retorno para avaliação clínica a cada quatro meses por pelo menos um ano.

É preciso ficar atento aos sintomas quando se trata de doenças em animais. Foi desta forma que Anderson Alves de Souza, tutor do cachorro Pretinho, percebeu que havia algo de errado com o animal. “Ele começou a ter espirros frequentes e eliminar sangue pelas narinas. Além disso, notamos uma protuberância no focinho e dificuldade na respiração”, conta. O pet passou por exame de citologia, que indicou um tumor venéreo transmissível (TVT) nasal, em que a neoplasia se apresenta de forma extragenital.

A partir do diagnóstico, os tutores, que moram em São Leopoldo, buscaram o Hospital Veterinário Feevale (Hovet). “O TVT nasal é transmitido por contato entre cães acometidos e, com tratamento adequado, tem chances de cura”, indica a oncologista e cirurgiã do Hovet, Pâmela Garcia de Almeida, responsável pelo caso. Como o cão era de rua, a veterinária acredita que possa ter se contaminado antes de ter sido adotado pela família, em 2023.

Durante os quatro meses de tratamento de Pretinho, foram realizadas seis sessões de quimioterapia, com intervalo de 21 dias entre cada aplicação. “Desde a primeira sessão, foi visível a eficácia do tratamento”, relata o tutor. Na última semana, Pretinho e seu tutor receberam a novidade da alta. “Buscávamos por um especialista em oncologia e pelo melhor custo-benefício, e no Hovet encontramos os dois. A equipe foi sempre solícita com as nossas necessidades e ficamos muito satisfeitos”, afirma Souza, apontando que recomendou o serviço para outros tutores durante o tratamento do pet.

Oncologia do Hovet

O Hospital Veterinário Feevale (Hovet) passou a ofertar, no ano passado, o serviço de oncologia, área que se dedica ao estudo, diagnóstico, tratamento e prevenção do câncer em animais. Alguns exemplos de tratamento aplicado são cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. “Além disso, há terapias complementares, envolvendo controle da dor, cuidados paliativos e suporte emocional para o animal e seus tutores”, afirma a oncologista Pâmela, acrescentando que o tratamento mais adequado e viável para cada caso é determinado pelo veterinário, considerando o tipo de câncer, o estágio da doença, a idade e a saúde geral do animal.

As consultas e exames podem ser agendados pelo telefone e WhatsApp (51) 3597-5819, das 8h às 12h e das 13h15min às 17h, e acontecem no Câmpus III da Universidade Feevale (rua Alameda da Inovação, 212, Campo Bom).

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 466 Visualizações
Saúde

Hospital Veterinário Feevale passa a oferecer serviço de oncologia

Por Marcel Vogt 25/08/2023
Por Marcel Vogt

O Hospital Veterinário Feevale (Hovet), localizado no Câmpus III da Universidade Feevale, em Campo Bom, passou a ofertar o serviço de oncologia, área que se dedica ao estudo, diagnóstico, tratamento e prevenção do câncer em animais. As consultas e exames já podem ser agendados pelo telefone e WhatsApp (51) 3597-5819, das 8h às 12h e das 13h15min às 17h.

A oncologista e cirurgiã do Hovet, Pâmela Garcia de Almeida, explica que há diversos métodos de diagnóstico e tratamentos disponíveis na oncologia veterinária. “Além desses tratamentos, há terapias complementares, envolvendo controle da dor, cuidados paliativos e suporte emocional para o animal e seus tutores”, afirma, acrescentando que o tratamento mais adequado e viável para cada caso é determinado pelo veterinário, considerando o tipo de câncer, o estágio da doença, a idade e a saúde geral do animal.

Alguns métodos de diagnóstico  

– Exames físicos: o médico veterinário realiza uma avaliação clínica completa do animal, observando sinais físicos e comportamentais que possam indicar a presença de um tumor.
– Exames de imagem: são realizados para visualizar o corpo do animal e identificar anormalidades. Alguns exemplos são as radiografias e as ultrassonografias.
– Biópsias: remoção de uma amostra do tecido suspeito, que é enviada para análise laboratorial. Essa análise permite identificar se o tecido é canceroso, qual o tipo de tumor e sua gravidade.
– Exames laboratoriais: podem incluir análises de sangue, urina e fezes para avaliar a presença de substâncias ou marcadores tumorais.

Exemplos de tratamentos  

Cirurgia: remoção do tumor ou parte dele por meio de intervenção cirúrgica. A cirurgia pode ser curativa, quando é possível remover todo o tumor, ou paliativa, quando visa reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal.
Quimioterapia: administração de medicamentos quimioterápicos para destruir as células cancerosas. Essa terapia pode ser utilizada como tratamento principal, adjuvante ou neoadjuvante, dependendo do tipo e estágio do câncer.
Radioterapia: uso de radiação ionizante para o tratamento do câncer. A radiação é direcionada para a região afetada pelo tumor, com o objetivo de destruir as células cancerosas. No momento, o Hovet não oferece esse serviço.
Imunoterapia: estimula o sistema imunológico do animal a reconhecer e combater as células cancerosas. No momento, o Hovet não oferece esse serviço.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 590 Visualizações
Saúde

Oncoprev visita Hospital Lauro Reus para trazer oncologia à Campo Bom

Por Marcel Vogt 05/06/2023
Por Marcel Vogt

A proposta de trazer para Campo Bom a referência oncológica dos atendimentos de pacientes do Vale do Sinos ganha força. Na última sexta-feira (02), apenas 10 dias após o prefeito Luciano Orsi apresentar a intenção à secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, a equipe diretiva da Oncoprev realizou uma primeira visita técnica ao Hospital Lauro Reus (HLR).

A Oncoprev é a clínica responsável pelos atendimentos oncológicos em Taquara, hoje é referência da região. De acordo com o prefeito, o projeto é ceder área ao lado do HLR para que seja construído um novo prédio, com o objetivo de diminuir o deslocamento dos pacientes, que tem sido uma grande preocupação. Para a secretária municipal de Saúde, Drª Suzana Ambros Pereira, são necessários mais dois centros oncológicos na região metropolitana, por isso Campo Bom se habilitou, para atender os pacientes campo-bonenses e das cidades mais próximas.

O diretor da Oncoprev, Ramon Ritter, pontua que, para a habilitação em procedimentos de alta complexidade, é preciso ter estrutura hospitalar adequada, e Campo Bom tem. “Hoje, é ‘a menina de ouro’, estruturada para uma habilitação rápida”, afirma Ramon. A construção do prédio, na área cedida pela Prefeitura, seria com recursos da própria Oncoprev. Neste cenário, com os pacientes do Vale do Sinos vindo para o HLR, Taquara continuaria atendendo outra região.

As tratativas com os governos do Estado e Federal já estão em andamento e, com a elaboração de projeto e realização de vistorias, a expectativa é de que até o final de 2023 haja um parecer definitivo sobre a questão.

Foto: Emerson Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 615 Visualizações
Saúde

Feevale apoia Liga na busca por recursos para suporte a pacientes oncológicos

Por Marina Klein Telles 05/06/2023
Por Marina Klein Telles

Na sexta-feira (2), o reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, recebeu, no Câmpus II, o vereador Enio Brizola e as representantes da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo, Maria Regina Strack Dau (presidente), e Eneida Suarez (conselheira). O objetivo da entidade, com o encontro, foi solicitar o apoio da instituição no esforço de buscar recursos federais, junto ao Ministério da Saúde, para o suporte aos pacientes oncológicos do município. “A Feevale apoia a causa, já realizando muitos atendimentos em parceria com a Liga, e certamente tem condições de ampliá-los”, afirma Prodanov. Participaram da reunião, ainda, pela Universidade, a diretora de Inovação, Daiana de Leonço Monzon, e o coordenador dos cursos de Fisioterapia e Quiropraxia, Cesar Augusto Teixeira.

Foto: Maria Izabella Atanasio/divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 461 Visualizações
Saúde

Liga de Combate ao Câncer: Quanto custa uma vida para o poder público?

Por Marina Klein Telles 11/05/2023
Por Marina Klein Telles

Há quase um ano, Novo Hamburgo deixou de ser referência na região para os atendimentos oncológicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os serviços, antes prestados gratuitamente pelo Hospital Regina, foram transferidos para Taquara. Desde o anúncio da migração, vereadores e entidades locais iniciaram uma mobilização por alternativas que assegurassem a manutenção dos tratamentos médicos na cidade. Nesta quarta-feira, 10, a Liga Feminina de Combate ao Câncer reforçou seu posicionamento durante sessão plenária da Câmara.

Com o plenário lotado por pessoas em tratamento de câncer e familiares, a presidente da instituição, Regina Dau relatou a atual situação dos atendimentos oncológicos no Hospital Bom Jesus, em Taquara, e expôs as dificuldades enfrentadas pelos pacientes, especialmente em relação ao tempo despendido somando deslocamento e espera pelas consultas. Sua participação na tribuna foi viabilizada por requerimento assinado pela Comissão de Direitos Humanos (Codir), composta pelo presidente Enio Brizola (PT), a relatora Tita (PSDB) e a secretária Lourdes Valim (Republicanos).

O vereador Brizola falou de todas as batalhas travadas e ações realizadas no intuito de trazer a oncologia SUS para Novo Hamburgo. “Não podemos só perder. Nós temos de ousar vencer e é este o desafio que está posto”, frisou o petista.

A presidente da Liga destacou que a instituição atua há 38 anos em Novo Hamburgo atendendo pessoas de baixa renda (até dois salários-mínimos) e laudo de câncer. “Faz um ano que perdemos a oncologia SUS em Novo Hamburgo para Taquara. Estivemos nesta tribuna, alertando o quanto isso seria difícil para a população pobre e doente. O tempo é o grande sinalizador, como disse o vereador Brizola. Perdemos, mas lutamos e estamos novamente aqui para lembrar nossos representantes, assim como foi feita uma carta aberta e divulgada no mês passado a toda a comunidade, que não esquecemos e que continuaremos lutando”, lembrou Regina.

Ela manifestou que a luta não para porque os pacientes depositam na Liga toda a sua esperança. “Não lutamos por causa própria. Tivemos um ano muito difícil. Saímos do Hospital Regina onde fazíamos o trabalho humano, fomos para nossa sede, tudo com recursos próprios. Continuamos. Hoje, nossa média de cadastro é de 300 a 500 pessoas atendidas pela Liga”, disse. A presidente sinalizou, ainda, que os pacientes registram queixas para marcação de exames, alguns com demora que varia de três a cinco meses. Segundo ela, as salas de cirurgias não têm dado conta da demanda. “Além da demora, os exames são marcados em cidades da região metropolitana e do Vale. Assustados pelo risco de metástases pela gravidade da doença, os pacientes estão com medo. Novo Hamburgo tinha um importante exame, que era realizado somente aqui. Perdemos o exame e agora só temos em Porto Alegre, e a demora é de um ano, mesmo o oncologista solicitando”, contou.

Regina Dau alertou que os atendimentos de emergência são orientados a se dirigir para Taquara, mas os médicos autorizados só podem tratar a dor, e não solicitar exames complementares. Além disso, a voluntária se preocupa com o desgaste em relação ao transporte – levados por uma van, que recolhe cada paciente em sua moradia, cada viagem dura cerca de 10 horas. Além disso, salientou, falta local apropriado para espera e opções de comidas saudáveis nos arredores do hospital.

Aplaudida em pé pelos presentes, Regina Dau disparou que vieram saber o que foi feito neste um ano para trazer a oncologia de volta. “Tivemos um desmonte muito grande. Nos prometeram que em dois anos a obra no Hospital Municipal estaria pronta. Mas como estão realmente as obras do Anexo 2? O prédio é só a primeira parte. Tem que aparelhar, cadastrar médicos, quantos anos vai levar tudo isso? Estamos começando da estaca zero uma coisa que o município tinha há 30 anos na mão. Foi um retrocesso na área da saúde e um sofrimento para os pacientes. Estamos aqui para abraçar com vocês e com a comunidade esta luta”, apontou.

O paciente oncológico Tarcísio Schöll, mesmo com dificuldades na fala, usou a tribuna para expor aos políticos e a comunidade as dificuldades que encontram para fazer o tratamento em Taquara. “É vergonhoso, temos três hospitais com potencial bem grande para atender a oncologia aqui no Município, mas perdemos por causa da administração pública de Novo Hamburgo. A saúde pública aqui está abandonada. Enquanto eu estiver vivo, vou brigar dia e noite para que esta oncologia volte para a nossa cidade. Vai ser difícil, mas nós vamos conseguir. Mas sou realista e não tenho esperança que a oncologia esteja de volta até 2025”, disse.

Schöll relatou que ficar esperando pelo atendimento na rua, com frio, vento, chuva, ou calor porque não há recepção para todo mundo é uma situação muito difícil. “O nosso transporte não é ruim, mas a demora nos castiga bastante. Nos ajudem, por favor, para que tenhamos um movimento mais amplo para poder trazer a oncologia de volta o mais rápido possível”, pediu o paciente.

Para finalizar a sua fala na tribuna, a presidente da Liga Feminina de Combater ao Câncer, Regina Dau, enfatizou novamente que o erro foi ter permitido que a oncologia SUS tivesse saído do Hospital Regina e de Novo Hamburgo da noite para o dia. “Tudo isso poderia ter sido planejado e evitado. Esse é o nosso ponto de interrogação. Quantas mortes tem de acontecer antes de trazer a oncologia de novo para cá? Quanto vale a vida para o poder público?”, encerrou a voluntária.

Foto: Jaime Freitas/divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 569 Visualizações
Saúde

Exames de pacientes oncológicos do Hospital de Taquara passam a ser realizados em Campo Bom

Por Felipe Schwartzhaupt 05/08/2022
Por Felipe Schwartzhaupt
Os pacientes campo-bonenses que estão em acompanhamento oncológico no Hospital Bom Jesus, em Taquara, não precisam mais ir até o município do Paranhana para realizar exames laboratoriais. O hospital anunciou convênio com o Laboratório Qualitá, que tem unidade na Rua Doze de Outubro, 91, no Doctor Center, e agora exames de sangue, por exemplo, são feitos em Campo Bom. Após coletas e análises clínicas, os resultados são encaminhados pelo laboratório para o Bom Jesus no momento da consulta. O sistema está em funcionamento desde junho.
O conforto é muito importante neste momento de combate ao câncer e evitar o desgaste das viagens para a realização dos exames vai ajudar.
Para o prefeito Luciano Orsi, trata-se de uma pequena mudança, mas que faz grande diferença na vida do paciente oncológico. “O conforto é muito importante neste momento de combate ao câncer e evitar o desgaste das viagens para a realização dos exames vai ajudar”, observa. “Campo Bom tem lutado muito por seus pacientes, primeiro no caso da transferência da referência de Novo Hamburgo para Taquara a fim de agilizar os atendimentos e agora na busca pela realização dos exames aqui mesmo”, destaca a secretária de Saúde Drª Suzana Ambros Pereira. A expectativa é de que colonoscopias e endoscopias dos pacientes em acompanhamento oncológico também possam ser feitas em Campo Bom em breve.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 769 Visualizações
Saúde

Câncer de cabeça e tireoide está entre os 10 mais incidentes em homens e mulheres

Por Amanda Krohn 19/07/2022
Por Amanda Krohn

Quando se fala em câncer de cabeça e pescoço, a referência é a uma ampla e complexa região do corpo humano que pode ser afetada tanto por tumores benignos, quanto malignos. De acordo com o cirurgião de Cabeça e Pescoço Dr. Claurio Roncuni, integrante da Oncoclínicas RS, essas neoplasias podem estar presentes em diferentes pontos: na boca, na orofaringe, na laringe (pregas vocais), nos seios maxilares e nasais, nas glândulas tireoide e paratireoide, nas glândulas salivares, nos tecidos moles do pescoço e na pele (face, couro cabeludo e pescoço).

Em alguns casos, como no câncer de tireoide, o autoexame simples ajuda na detecção precoce, conforme explica a Dra. Fernanda Pruski, também da equipe da instituição. A oncologista orienta que os principais sintomas são: gânglio cervical aumentado, rouquidão, sensação de falta de ar e dificuldade em engolir. Se houver alguma alteração, um especialista deve ser procurado para uma avaliação feita por meio de exames complementares e, se for necessário, indicar o tratamento mais adequado: cirurgia, iodoterapia, quimioterapia, entre outros.

No país, o câncer de tireoide é o quinto de maior incidência no sexo feminino e o câncer de boca é o quinto tipo que mais afeta o sexo masculino, sendo o de laringe, o oitavo nesse mesmo grupo (excluindo as neoplasias de pele não melanoma em ambos os sexos). Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

O Dr. Roncuni informa ainda que as neoplasias de boca e laringe estão entre as dez com maior mortalidade nos homens no Brasil. “Se contarmos os tumores cutâneos não melanoma que são a grande maioria dos cânceres, sabemos que a região da cabeça e pescoço, com alta taxa de fotoexposição, corrobora para o grande número de casos. Logo, o tratamento do câncer na região cabeça e pescoço torna-se saúde pública e praticamente uma obrigação dos profissionais de saúde saber identificá-los”, alerta.

Ferida não cicatrizada

O principal câncer que surge na boca é o carcinoma epidermoide. Inicia-se como uma ferida que não cicatriza, lembrando uma afta. O principal fator de risco da condição é o tabagismo, seguido pelo etilismo, má higiene oral, próteses dentárias mal ajustadas, imunossupressão e idade avançada. “Infelizmente, esse câncer muitas vezes é de desconhecimento geral da população e até mesmo dos profissionais de saúde (médicos e dentistas), causando atraso no diagnóstico e gerando um tratamento mais agressivo com cirurgias mutilantes e radio-quimioterapia complementares”, destaca o cirurgião.

Esse carcinoma também é o principal responsável pelas neoplasias de laringe e orofaringe, também tendo forte relação com o tabagismo associado, ou não, ao etilismo. O câncer de laringe manifesta-se com rouquidão progressiva e dificuldade de engolir.

Por outro lado, o câncer de orofaringe (palato mole, amígdalas, úvula, base de língua e faringe) tem outro importante fator de risco: o HPV. Pacientes mais jovens, não tabagistas e não etilistas, são os mais suscetíveis, com predomínio no sexo masculino. “Muitas vezes, os pacientes procuram ajuda apenas quando percebem uma íngua aumentada no pescoço (metástase para o pescoço). A vacinação do HPV deve ser feita tanto em meninas quanto em meninos, uma vez que o câncer de colo de útero (terceiro em maior incidência no sexo feminino) também é causado por esse vírus”, afirma o Dr. Roncuni.

Autoexame da tireoide

Para realizar o autoexame, você vai precisar de um espelho com cabo e um copo d’água.

1. Segure o espelho procurando em seu pescoço a região abaixo do pomo de Adão (gogó). Sua tireoide está localizada nesta área;

2. Focalize esta área com o espelho estendendo a cabeça para trás para facilitar a visualização;

3. Beba um pouco d’água;

4. Ao engolir, observe em seu pescoço se existe alguma saliência ou elevação localizada. Repita este teste várias vezes, se necessário;

5. Observe se existe algum nódulo ou saliência. Ao notar alguma alteração, procure um endocrinologista para obter orientações;

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2022 0 Comentários 819 Visualizações
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