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medicina

Saúde

AMRIGS defende discussão maior sobre aplicação da telemedicina

Por Gabrielle Pacheco 11/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A medida anunciada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) acendeu o debate sobre como a nova ferramenta deve ser utilizada e causou surpresa e desconfiança por parte da classe médica, havendo manifestações de vários Conselhos Regionais de Medicina e sociedades de especialidades.

“O posicionamento das entidades não é contrário a Resolução do Conselho Federal de Medicina, nem contra a implementação da Telemedicina, mas avalia que o processo foi foi feito de maneira abrupta sem consultar as sociedades médicas federadas e os Conselhos Regionais de Medicina” afirmou o presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Alfredo Floro Cantalice Neto.

As entidades médicas gaúchas (AMRIGS, SIMERS e CREMERS) emitiram nota de esclarecimento pedindo que haja um debate mais aprofundado do tema antes da aplicação. O diretor científico da AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça (foto), participou do segundo Fórum de Telemedicina, em Brasília, ao longo da última quinta-feira (07/02).

“É importante ressaltar que a telemedicina existe no Brasil há pelo menos dez anos com experiência exitosas no setor público e privado, mas sem uma regulamentação que dê segurança para pacientes e médicos exercerem a profissão. Vários pontos ficaram sem uma definição clara e precisam ser discutidos” declarou.

As entidades médicas gaúchas, após escutarem e debaterem os relatórios trazidos do II Fórum de Telemedicina por seus representantes, decidirão em conjunto qual posição a ser tomada frente a Resolução do CFM e sua entrada em vigor, 90 dias após sua publicação.

A resolução CFM nº 2.227/18 entra em vigor em maio, quando a nova definição de telemedicina será: “O exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde.”

Até então o conceito se restringia ao uso de veículos digitais de comunicação e bases de dados para exercício da medicina aplicada à assistência, ensino e pesquisa. Com isso a nova definição passou a abarcar inúmeras possibilidades e gerou um posicionamento oficial sobre aspectos chaves, dos quais os principais são teleconsulta e telediagnóstico, que não estavam previstos até então.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2019 0 Comentários 638 Visualizações
Variedades

Inscrições para curso de Medicina estão abertas até 23 de janeiro

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas, até as 17h do dia 23 de janeiro, as inscrições para o curso de Medicina da Universidade Feevale. As aulas começam dia 21 de fevereiro, no Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). As inscrições podem ser realizadas no site www.feevale.br/medicina, onde também é possível acessar o edital completo.

O ingresso se dará por meio de resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos anos de 2016, 2017 ou 2018. A Feevale adota o critério de Inclusão Regional, que tem por objetivo estimular o acesso dos estudantes que concluíram todo o Ensino Médio no entorno da Universidade. Essa política de ação inclusiva é feita por meio de um acréscimo de 2% na média final de classificação obtida pelo candidato que concluiu todos os anos do Ensino Médio nas seguintes cidades: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Igrejinha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Parobé, Portão, Presidente Lucena, Riozinho, Rolante, Santa Maria do Herval, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara e Três Coroas.

São oferecidas 60 vagas neste processo seletivo. Os estudantes selecionados participarão de atividades práticas desde o primeiro semestre de formação, com atendimento à comunidade na rede de atenção básica dos municípios de Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Ivoti e Sapiranga, nos hospitais conveniados (como, por exemplo, o Hospital Municipal de Novo Hamburgo, o Hospital Regina e o Hospital de Sapiranga) e no Centro Integrado de Especialidades em Saúde (CIES), localizado junto ao Câmpus II da Feevale.

Inscrições:

On-line: www.feevale.br/medicina
Publicação das inscrições homologadas: 28 de janeiro
Resultado do processo: até 1º de fevereiro
Início das aulas: 21 de fevereiro

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2019 0 Comentários 556 Visualizações
BusinessVariedades

Medicina brasileira deve contar a oncogenética como nova área de atuação

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Um importante passo foi dado para regulamentar a oncogenética no Brasil. No final de novembro, foi apresentada pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) à comissão científica da Associação Médica Brasileira (AMB) a criação de uma área de atuação da especialidade.
A proposta foi apresentada na reunião pela médica Patrícia Ashton-Prolla, representante da SBGM com apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).

“Seguindo o ordenamento das especialidades médicas, a capacitação na área de atuação deverá ser feita no período de um ano, com carga horária de 2.880 horas. A formação deve contemplar a formação sólida no atendimento clínico aos pacientes em risco para câncer hereditário; aconselhamento genético; diagnóstico diferencial das síndromes genéticas de predisposição ao câncer; técnicas básicas de biologia molecular aplicadas à oncogenética; interpretação dos resultados dos testes moleculares; recomendação de medidas terapêuticas específicas e orientação aos familiares”, explica Patricia.

O diretor de relacionamento da SBGM, Diogo Soares, também participou da reunião na AMB e destacou a importância de regulamentar a especialidade no país.

“Estima-se que 10% dos casos de câncer são hereditários. A projeção para 2018 é de 600 mil novos registros, ou seja, destes, 60 mil teriam algum fator genético envolvido. Temos poucos profissionais, médicos geneticistas e não geneticistas, para atender esta demanda. Então, existe a necessidade de formar e regulamentar a especialidade. Esta vitória na comissão da AMB é um ótimo começo”, comenta Soares.

Proposta
Foram cinco argumentos que embasaram a proposta apresentada por Patricia Prolla: a transdisciplinaridade e complexidade inerentes às atividades que englobam a prática da oncogenética; a prevalência das síndromes de predisposição hereditária ao câncer e estimativa da necessidade de profissionais na área e o reduzido número de médicos devidamente capacitados exercendo atividades de assistência. Além disso, a ausência de treinamento devido nos programas de residência e a rápida expansão com ampla disponibilização da tecnologia, que muitas vezes leva a solicitações de exames por profissionais sem a devida capacitação ou a teste genético sem intermediação do profissional capacitado, também foram citadas.

Durante a reunião, as outras sociedades manifestaram interesse em pleitear esta área de atuação por terem atividades afins ao tema. Desta forma, a AMB vai realizar uma consulta formal com todas as suas especialidades antes do tema ser encaminhado para análise e deliberação pelo Conselho Federal de Medicina.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/12/2018 0 Comentários 770 Visualizações
Variedades

Debate sobre a expansão da Medicina Nuclear no país move profissionais da saúde

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) reuniu ontem, 03, representantes do atual Governo e produtores privados para debater o fornecimento de insumos da especialidade no Brasil. O documento elaborado durante o Workshop “O futuro do fornecimento de radiofármacos no Brasil”, em São Paulo, será entregue à equipe de transição do Governo Federal nos próximos dias.

Entre os desafios apontados está o custo e dificuldade para importação dos radiofármacos. Além disso, para os especialistas, deveria ocorrer maior sinergia entre os órgãos responsáveis pela regulamentação. “Precisamos conversar de forma honesta, clara e objetiva sobre o aperfeiçoamento regulatório que a especialidade necessita. A Medicina Nuclear é super regulada pela CNEN, pelo IBAMA e pela ANVISA. Nós queremos discutir eventuais sobreposições na agenda regulatória do nosso país. Enxergamos que a regulação é, sim, importante e garante a qualidade sanitária, de radioproteção ou ambiental, mas estas agendas precisam ser trabalhadas de forma conjunta para que não inviabilize o acesso dos pacientes, principalmente os do SUS”, afirma o presidente da SBMN, Juliano Cerci.

Outra questão é o monopólio do Instituto de Pesquisas Energéticas (IPEN) na produção de alguns insumos. O local chegou a ser interditado pela ANVISA em junho deste ano e reaberto em caráter excepcional mediante adequações, entre às quais os Recursos Humanos, já que, nos últimos anos, houve uma série de aposentadorias e exonerações de servidores cujas vagas não foram respostas. De acordo com representantes presentes, o órgão vem trabalhando para sanar as deficiências.

Reator Multipropósito Brasileiro
Neste ano, o Brasil deu início à construção do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), o que pode aumentar a autonomia nuclear do país e a produção dos principais insumos para os radiofármacos. No entanto, o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Paulo Roberto Pertusi, ressalta que o debate é necessário, uma vez que “o RMB proporcionará o insumo fundamental para a produção dos radiofármacos, mas o restante da cadeia também precisa ser contemplado. É uma responsabilidade de todos. O governo pode fazer todo esforço, contratando mais mão de obras e recursos, por exemplo, mas nunca será o suficiente para atender a toda a demanda, que crescerá muito. Por isso, é importante que a iniciativa privada e as próprias clínicas e hospitais encontrem, também, soluções internas e externas, para fornecer os radiofármacos aos usuários”.

Ainda no evento, os presentes discutiram as boas práticas para fabricação de radiofármacos e o licenciamento das plantas para produção e instalações da medicina nuclear. Estiveram presentes no encontro o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Paulo Roberto Pertusi; o superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas (IPEN), José Carlos Bressiani; representantes do Ministério da Saúde, produtores privados de radiofármacos, além da diretoria da SBMN.

Medicina Nuclear no Brasil
Uma pesquisa da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), realizada em 2015, analisou a medicina nuclear em diversas regiões da América Latina e concluiu que o acesso dos pacientes brasileiros à medicina nuclear é inferior ao de muitos países, como por exemplo, Argentina, Chile e Uruguai. Enquanto estes vizinhos possuem mais de três equipamentos utilizados na especialidade para cada milhão de habitantes, no Brasil esta taxa é de um a dois, o déficit ocorre, principalmente, na região Norte.

A Medicina Nuclear é responsável por exames importantes como a Cintilografia, que avalia casos de metástase, e o PET/CT, um dos recursos mais precisos para detectar a extensão de diversos tumores, entre eles o câncer de próstata – para este exame, a AIEA recomenda de dois a três equipamentos por um milhão de habitantes. No Brasil, em 2015, a taxa era de 0.3. A medicina nuclear além de ser importante no diagnóstico, também é utilizada como tratamento, por exemplo, a iodoterapia para tumores na tiroide. De acordo com a CNEN, atualmente 458 instalações de medicina nuclear estão autorizadas no país, das quais 236 estão localizadas no sudeste. Por ano, a especialidade realiza cerca de dois milhões de exames, dos quais de 70 a 75% ocorrem de forma privada.

Sobre a SBMN
Fundada na década de 60, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) é constituída por médicos especialistas em medicina nuclear e outros profissionais de áreas correlatas, como tecnólogos, radiofarmacêuticos, biomédicos, físicos e químicos, contando com quase 1 mil sócios atualmente. Tem por objetivo integrar e favorecer o desenvolvimento da comunidade médica nuclear e demais profissionais envolvidos no emprego de fontes abertas de radionuclídeos com finalidades diagnósticas ou terapêuticas, promovendo atividades científicas e de intercâmbio entre profissionais de todo o País.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/12/2018 0 Comentários 678 Visualizações
Business

Hospital Moinhos de Vento realiza cirurgia robótica torácica inédita no Sul do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Ocorreu na tarde de quarta-feira, 14, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, pela primeira vez no Sul do Brasil uma lobectomia pulmonar robótica. A cirurgia, que durou pouco mais de uma hora, foi considerada um sucesso e abre caminho para novos procedimentos do gênero na instituição.

A paciente, uma mulher com um nódulo pulmonar que estava aumentando de tamanho, se recupera bem e poderá ter alta ainda neste fim de semana. Tanto o tempo de duração da intervenção como o de recuperação são menores se comparados às cirurgias tradicionais. “Isso é possível porque o uso dessa ferramenta causa menos sangramento no pós-operatório. Outra vantagem é que, como o aparelho é tridimensional, protege o espaço entre as costelas por onde entra, dói menos e a recuperação é mais rápida”, explica o cirurgião Airton Schneider, que coordenou o procedimento.

Para Schneider, com a utilização de robôs as cirurgias terão cada vez mais segurança e precisão, com menos dor ao paciente e maior rapidez na recuperação. “A robótica é mais uma ferramenta para tratar câncer de pulmāo em fases iniciais com segurança e qualidade, algo de grande relevância por se tratar de uma patologia tão comum e tão mortal em nossa sociedade. A partir de agora, o Hospital Moinhos de Vento também está habilitado a fazer essas cirurgias robóticas torácicas”, diz o cirurgião.

“A cirurgia robótica marca uma nova era na medicina. O Robô Cirúrgico da Vinci proporciona uma maior amplitude de movimento, destreza e precisão que podem ser maximizados por um cirurgião experiente”, assinala André Berger, líder do programa de Cirurgia Robótica do Hospital Moinhos de Vento e professor de Urologia na University of Southern Califórnia, nos Estados Unidos, com mais de 2 mil cirurgias realizadas com a técnica robótica.

Como funciona

Durante o procedimento de cirurgia robótica, o médico controla as ações do robô por meio de um console, como se fosse sua própria mão, porém com visão tridimensional, importante para dar a dimensão de profundidade. A máquina também tem dispositivos que impedem movimentos acidentais bruscos e, por ter uma rotação de 360°, alcança espaços e estruturas internas com mais eficácia e menos danos.

Até então, intervenções desse tipo só haviam sido realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Fortaleza. Para realizar a cirurgia, os médicos passaram por um processo de credenciamento e capacitação junto à empresa que comercializa o aparelho, além de encontros com especialistas em cirurgia robótica em Nova York, nos Estados Unidos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2018 0 Comentários 626 Visualizações
Cidades

FSNH abre seleção para residência em clínica médica

Por Gabrielle Pacheco 28/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) abriu processo seletivo público para médicos residentes no Programa de Residência Médica em Clínica Médica – Ano 2018. Para concorrer as duas vagas, os candidatos devem se inscrever até o dia 24 de outubro, exclusivamente, pelos sites www.fundatec.org.br, www.amrigs.org.br, www.acm.org.br e www.amms.com.br, onde também está publicado o edital com todas as informações.

A seleção será em duas partes: prova teórica- objetiva, sob a coordenação técnico-administrativa da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), e Análise e arguição de Curriculum Vitae, sob a coordenação da FSNH. O programa oferecido é credenciado na Comissão Nacional de Residência Médica/Ministério da Educação (CNRM/MEC). É importante os candidatos acompanharem o site www.fsnh.net.br, pois pode ocorrer alteração no cronograma.

O resultado final dos selecionados será divulgado em 21 de janeiro de 2019. E, conforme o edital, o início das atividades está previsto para 1º de março. Os médicos residentes em clínica médica atuarão por um período de dois anos, recebendo bolsa no valor estabelecido pelo Ministério da Educação, através da Portaria Interministerial nº. 3, de 16 de março de 2016.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/09/2018 0 Comentários 478 Visualizações
Variedades

Inscrições para Medicina na Universidade Feevale estão abertas

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas, até as 17h do dia 26 de janeiro, as inscrições para o curso de Medicina da Universidade Feevale. As aulas se iniciam dia 19 de fevereiro, no Câmpus II. As inscrições podem ser realizadas no setor Atendimento Feevale dos câmpus I e II ou pelo site da Feevale, onde também é possível acessar o edital completo.

O ingresso se dará por meio de resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos anos de 2015, 2016 e 2017. A Feevale adotará o critério de Inclusão Regional, que tem por objetivo estimular o acesso dos estudantes que concluíram todo o Ensino Médio no entorno da Universidade.

Essa política de ação inclusiva será feita por meio de um acréscimo de 2% na média final de classificação obtida pelo candidato que concluiu todos os anos do Ensino Médio nas seguintes cidades: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Igrejinha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Parobé, Portão, Presidente Lucena, Riozinho, Rolante, Santa Maria do Herval, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara e Três Coroas.

São oferecidas 30 vagas neste processo seletivo. Os estudantes selecionados participarão de atividades práticas desde o primeiro semestre de formação, com atendimento à comunidade na rede de atenção básica dos municípios de Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Ivoti e Sapiranga, nos hospitais conveniados (como, por exemplo, o Hospital Municipal de Novo Hamburgo, o Hospital Regina e o Hospital de Sapiranga) e no Centro Integrado de Especialidades em Saúde (CIES), localizado junto ao Câmpus II da Feevale.

Foto: Ana Knevitz/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2018 0 Comentários 590 Visualizações
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