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Variedades

Feevale seleciona professores para cursos da área da saúde

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale está com inscrições abertas até segunda-feira (29) para o processo seletivo de docentes, para ingresso no segundo semestre deste ano. As áreas de conhecimento e os critérios da seleção podem ser acessados no site. Há vagas para os cursos de Medicina, Medicina Veterinária e Odontologia. No site estão especificadas as vagas, áreas e titulação necessária.

O processo acontecerá em duas etapas: eliminatória, que consiste na análise dos itens estabelecidos como requisitos para inscrição, e classificatória, com entrevista realizada virtualmente. O resultado final do processo seletivo será publicado até as 22h do dia 13 de julho, no mesmo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 815 Visualizações
Variedades

Feevale abre processo seletivo para ingresso no curso de Medicina

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale está com inscrições abertas para ingresso extravestibular na Medicina. O processo seletivo é destinado a candidatos que estão vinculados ao curso em outras instituições de ensino no Brasil e desejam continuar seus estudos na Feevale, com ingresso no segundo semestre deste ano. É necessário ter cursado, com aprovação, no mínimo um componente curricular.

As inscrições podem ser realizadas até as 22h do dia 13 de julho, pelo site. A lista de classificados será divulgada no dia 21 de julho e as matrículas ocorrerão até as 22h do dia 23 de julho. Outras informações, como os documentos necessários para as inscrições e matrículas, podem ser obtidas no mesmo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 594 Visualizações
Variedades

Política pública assegurada pela AGU permite formatura de estudantes de medicina

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Graças ao trabalho da Advocacia-Geral da União (AGU), a Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) formou nesta semana a primeira turma do curso de Medicina. Vinte e nove estudantes concluíram o curso após a edição de um parecer pela Procuradoria-Geral Federal (PGF) garantindo a reserva de parte das vagas a moradores da região. Para garantir a segurança jurídica da política de inclusão regional aplicada na instituição, a AGU atuou nos âmbitos judicial e consultivo.

Mais de 80 municípios fazem parte da região, conhecida pela carência de recursos e serviços básicos, como saúde e educação. Criada em 2013, a UFOB era composta principalmente por universitários oriundos de outros locais do país. Os gestores da instituição perceberam que dentre os cursos mais concorridos  não havia alunos da região. Além disso, o nível de evasão era alto, já que vários universitários passavam em outro processo seletivo e abandonavam os cursos, impedindo que a vaga fosse ocupada por outra pessoa.

Diante do cenário, a universidade implementou, a partir de 2015, uma medida restringindo o número de vagas destinadas à ampla concorrência. A política, que reserva 30% das vagas para moradores da região, passou a ser alvo de questionamentos, o que fez com que a AGU fosse chamada a defender a UFOB.

Um aluno chegou a questionar a medida na Justiça e obter decisão favorável na primeira instância. Mas a AGU conseguiu reverter a liminar no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. “O argumento principal levado aos autos foi de que a autonomia universitária possibilitava que a universidade criasse outros tipos de cotas que não somente a racial, referendada pelo Supremo Tribunal Federal. Importante lembrar que aquela medida de primeiro grau afetava todo o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em nível nacional, o que causaria grande prejuízo a todos alunos inscritos no sistema de 2016”, afirma Diego Pereira, Procurador Federal Chefe junto à Universidade Federal do Oeste da Bahia.

A medida também foi questionada no âmbito do Ministério Público Federal (MPF), onde alguns alunos solicitaram a abertura de procedimentos administrativos. Após reuniões mediadas pela reitoria e a Procuradoria Federal junto à universidade, os integrantes do MPF se convenceram que a medida era justa e necessária.

Para assegurar de modo definitivo a legalidade da medida, o assunto foi encaminhado à Câmara de Interesse das Universidades e Institutos Federais, que concordou em firmar, por meio de um parecer vinculante, assinado pelo Procurador-Geral Federal, a constitucionalidade da medida.

Parecer vinculante

Segundo Diego Pereira, a norma criada em 2017 define as regras para que a instituição educacional possa aplicar a reserva de vaga regional. É preciso que o órgão demonstre haver desigualdade na região e cumpra parâmetros estabelecidos pelo STF como razoabilidade, proporcionalidade e transitoriedade da medida.

Uma das conclusões do parecer é de que as instituições poderão adotar a política como medida de reparação social objetivando superar as mais diversas distorções socioeconômicas presentes em determinadas localidades do País. “O parecer vinculante traz segurança jurídica para todas universidades, porque contém os requisitos necessários para que elas, dentro da sua autonomia administrativa, possam estabelecer esse tipo de inclusão. A depender da região de onde se situa a universidade, ela pode estabelecer critérios objetivos que darão característica de constitucionalidade à medida e já estarão referendados no parecer”, elogia, considerando a edição do parecer como “grande vitória” para as políticas públicas de inclusão regional.

Formatura

A formatura dos primeiros médicos da UFOB foi antecipada devido às ações de enfrentamento à Covid-19. A recém-graduada Deyse Câmara, nascida no pequeno município de Cotegipe (BA), diz que realizou dois sonhos: o de ingressar no curso e retornar para perto da família, após uma temporada de estudos no estado de Goiás. Ela diz que pretende retribuir a chance dada e seguir o trabalho já desenvolvido nas unidades de saúde.

“O sentimento que prevalece, sem dúvidas, é o de gratidão. Por isso, pretendo trabalhar aqui, não apenas por ser filha da região e ter a oportunidade de conviver com todas as pessoas que eu amo, mas porque realmente precisamos de mais profissionais médicos, principalmente especialistas”, ressalta a médica, que já planeja a residência em 2020.

Atuaram no caso a Procuradoria Federal junto à UFOB, a Procuradoria Regional Federal da 1ª Região (PRF1) e a Câmara de Interesses das IFES, unidades da Procuradoria-Geral Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 730 Visualizações
Variedades

Unisc altera regras do Vestibular de Inverno por conta da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) fez uma série de mudanças nas regras do Vestibular de Inverno 2020, que está com as inscrições abertas pelo site. A principal novidade está relacionada ao curso de Medicina, em que os alunos poderão ingressar por meio da nota do Enem (2015 a 2019), sem realizar a prova.

A prova de Proficiência em Língua Portuguesa será aplicada no campus onde o curso é ofertado. Para os cursos de Direito, Enfermagem e Psicologia o processo seletivo ocorre no dia 19 de junho, às 19 horas; e para os demais cursos a prova será realizada através de agendamento, sempre nas quartas-feiras, no período de 3 de junho a 12 de agosto, com início às 19 horas.

Durante a prova, as salas de aula serão adaptadas para receber capacidade reduzida de alunos, ficando estipuladas as seguintes medidas de prevenção: será verificada a temperatura corporal, sendo vedada a permanência do candidato que apresentar temperatura igual ou superior a 37,8 ºC; as mãos deverão ser higienizadas com álcool em gel 70%, disponibilizado no local; será obrigatório o uso de máscara de proteção respiratória; e deverá ser observado o distanciamento mínimo de dois metros entre os candidatos.

O prazo de inscrições para os cursos de Direito, Enfermagem e Psicologia se estende até o dia 14 de junho, e para os demais cursos vai até o dia 29 de maio, com a taxa de inscrição no valor de R$ 30,00, estando isento o candidato que utilizar a nota da redação do Enem (entre 2010 e 2019) ou do Vestibular da Unisc (entre 2016 e 2019). Já para o curso de Medicina as inscrições ocorrem até o dia 14 de junho, com a taxa no valor de R$ 100,00.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 588 Visualizações
Saúde

Simers combate o exercício ilegal da medicina

Por Gabrielle Pacheco 09/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O exercício ilegal da medicina é crime. Para evitar riscos e danos à saúde dos gaúchos, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) realiza ação para a conscientização da sociedade sobre o tema. O lançamento da campanha ocorreu nesta segunda-feira (9), na sede da entidade, com apresentação das peças publicitárias a convidados e jornalistas, seguida de entrevista coletiva para a imprensa. Com o mote “Somente médicos podem realizar procedimentos médicos”, o Simers busca informar a população em geral sobre os limites éticos e jurídicos das atividades dos profissionais da saúde.

De acordo com a Lei do Ato Médico (nº 12.842/13), diagnóstico, prescrição e execução de tratamentos são de competência exclusiva dos médicos. Não apenas as dúvidas quanto às atividades que tangenciam práticas médicas são focos desta legislação, mas a regulamentação contempla também situações de falsidade ideológica (falsos médicos). A pena para o descumprimento deste item do Código Penal pode chegar à detenção de 6 meses a 2 anos.

“Nosso o objetivo é evitar complicações na saúde de pacientes e até mortes que ocorrem por diagnósticos equivocados ou procedimentos invasivos realizados de forma ilegal por pessoas não habilitadas. Estes pacientes acabam parando nos consultórios médicos e hospitais, em situações, muitas vezes, irreversíveis”, destaca o presidente do Simers, Marcelo Matias.

“Estes pacientes acabam parando nos consultórios médicos e hospitais, em situações, muitas vezes, irreversíveis.”

Desde 1º de outubro, a entidade médica tem um canal de denúncias à disposição da sociedade por meio do seu site. Algumas destas notificações já foram encaminhadas às autoridades competentes para averiguação. A nova gestão do Simers implementou um núcleo que trabalha de forma ativa promovendo ações para inibir o exercício ilegal da medicina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2019 0 Comentários 531 Visualizações
Saúde

Brasileiro assume presidência da Associação Médica Mundial

Por Gabrielle Pacheco 01/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A comunidade médica no Brasil celebra mais uma conquista que eleva o patamar da saúde brasileira em nível mundial. O diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), Miguel Jorge, assumiu a presidência efetiva da Associação Médica Mundial (WMA – World Medical Association). O evento de posse aconteceu na última sexta-feira (25), durante a Assembleia Geral Anual da WMA, realizada em Tbilisi, Geórgia.

Miguel Jorge já havia atuado por um ano como presidente eleito antes de assumir o cargo efetivo. O novo presidente, que possui Livre-Docência em Psiquiatria Clínica e tem longa trajetória no associativismo médico, ocupará o cargo da principal entidade médica do mundo no biênio 2019/2020, representando 10 milhões de médicos pelo mundo.

“Um bom médico precisa ser capaz de se colocar no lugar de seus pacientes, tentando sentir como eles se sentem, a fim de entender melhor suas necessidades e planejar fornecer o que eles mais precisam. Mas não é uma tarefa simples colocar-se no lugar de um paciente e, ao mesmo tempo, evitar se sentir tão desamparado quanto ele possa estar. Nos cuidados médicos, é tão essencial ter empatia quanto poder examinar o paciente de forma objetiva”, pontua o presidente da WMA.

“Nos cuidados médicos, é tão essencial ter empatia quanto poder examinar o paciente de forma objetiva.”

Professor Associado do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina (EPM) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desde 1986, ele já presidiu a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), foi diretor da Associação Mundial de Psiquiatria, diretor de Relações Internacionais da AMB e membro do Painel de Especialistas em Saúde Mental e Abuso de Substâncias da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2019 0 Comentários 578 Visualizações
Saúde

Inscrições para Prova Amrigs 2019 estão abertas

Por Gabrielle Pacheco 16/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

As inscrições para a Prova Amrigs, válida como seleção para Programas de Residência Médica de instituições do RS, SC, RO, MT e MS, iniciaram nesta quinta-feira, 12 de setembro, e seguem até o dia 16 de outubro de 2019. A prova para acesso direto é composta por 100 questões relacionadas à cinco grandes áreas: Clínica Médica/Medicina Interna, Cirurgia Geral, Obstetrícia/Ginecologia, Pediatria e Medicina Preventiva e Social.

Já a prova com pré-requisitos contém 30 questões. Acadêmicos a partir do 4º ano de Medicina e médicos que desejam testar seus conhecimentos podem participar do exame de autoavaliação sem concorrer a nenhuma vaga.

Na edição de 2018, a Prova Amrigs se consolidou como um dos principais métodos de avaliação de conhecimento médico no Brasil. Cerca de 5 mil estudantes de medicina prestaram o exame em cinco estados do Brasil, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.

Pelo 7º ano consecutivo, a Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências – Fundatec será a executora das provas, que ocorrerão em 17 de novembro, a partir das 9h (horário de Brasília).

Sobre a prova

A Prova, com mais de 40 anos de história, conta com a efetiva participação de representantes de Faculdades de Medicina na equipe que seleciona as questões elaboradas por professores das respectivas escolas médicas. Isso permite uniformidade e contempla peculiaridades de todas as regiões e modelos de ensino, de modo que a característica da prova possa refletir, de maneira mais adequada, o perfil da formação dos médicos. Para ler o edital e se inscrever para a prova, você pode acompanhar o site da associação.

A Prova Amrigs 2019 destina-se à:

Autoavaliação: para graduandos a partir do 4º semestre e graduados que queiram meramente aferir seus conhecimentos sem participar de nenhum processo seletivo;

Residência: seleção de candidatos a Programas de Residência Médica (PRMs). O número de vagas de cada PRM e os critérios de aprovação serão regidos por editais específicos dos PRMs;

Com acesso direto: as especialidades com acesso direto são aquelas para as quais os candidatos podem realizar as inscrições sem ter nenhuma especialidade prévia;

Com pré-requisito: as especialidades com pré-requisito são aquelas para as quais os candidatos já deverão ter concluído uma especialidade prévia;

Curso de Especialização: seleção de candidatos para Curso de Especialização. O número de vagas de cada instituição e os critérios de aprovação serão regido por editais específicos de cada instituição. Os candidatos podem realizar as inscrições sem ter nenhuma especialidade prévia.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/09/2019 0 Comentários 767 Visualizações
Saúde

Cremesp contesta decisão de registro para Harmonização Orofacial

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) irá avaliar pedidos de registro para a especialidade de Harmonização Orofacial, criando uma Comissão Especial de Avaliação para esse fim, em flagrante violação do Ato Médico (Lei nº 12.842/13).

Ciente do fato, o Cremesp decidiu oficiar o CFO, solicitando a suspensão da portaria CFO-SEC-86, de 12 de junho de 2019, que cria a Comissão para o julgamento da titulação.

Caso não obtenha sucesso, o Conselho adotará as medidas judiciais cabíveis, visando preservar as atribuições inerentes ao exercício da Medicina.

De acordo com a portaria, para obter o registro em Harmonização Orofacial seriam avaliados o registro de dentistas com especialidade em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial que comprovem atuação efetiva em harmonização orofacial nos últimos cinco anos.

Caso o dentista tenha outra especialidade registrada e atuação nos últimos cinco anos em Harmonização Orofacial, também seria possível o registro, mediante realização de cursos que totalizem 360 horas com conteúdos nas áreas de preenchedores faciais e toxina botulínica, fios faciais, lipoplastia facial, agregados leucoplaquetários autólogo, mesoterapia e indutores percutâneos de colágeno e fototerapia facial.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/06/2019 0 Comentários 640 Visualizações
Saúde

Cremers cria canal para denúncias de exercício ilegal da medicina

Por Gabrielle Pacheco 31/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de proteger a sociedade contra os riscos do exercício ilegal da medicina, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) lançou um canal exclusivo para receber denúncias da sociedade. A partir de agora, qualquer pessoa pode entrar em contato pelo e-mail [email protected].

O conselho encaminha a denúncia para os órgãos responsáveis pela investigação, como o Ministério Público. De acordo com o presidente do Cremers, Eduardo Trindade (foto), o objetivo é disponibilizar à sociedade uma ferramenta que contribua na fiscalização. E, assim, reduza os problemas decorrentes de procedimentos praticados por profissionais sem registro.

“O Cremers está atento aos casos de exercício ilegal da medicina. Contamos com a cooperação das pessoas para coibir esse tipo de prática”, afirma Eduardo Trindade.

“Estamos criando novos canais de comunicação com a categoria e com a população em geral, para assegurar que os procedimentos sejam de fato realizados por profissionais capacitados. A qualidade e a segurança no atendimento devem ficar em primeiro lugar”, complementa.

Foto: Karine Viana/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2019 0 Comentários 627 Visualizações
Variedades

Novo Código de Ética Médica entra em vigor nesta terça-feira

Por Gabrielle Pacheco 30/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Entra em vigor nesta terça-feira (30/04/2019) o novo Código de Ética Médica (CEM), a versão atualizada de um conjunto de princípios que estabelece os limites, os compromissos e os direitos assumidos pelos médicos no exercício da profissão. O início da vigência acontece 180 dias após a publicação da Resolução CFM Nº 2.217/2018 no Diário Oficial da União (DOU), que aconteceu no dia 1º de novembro do ano passado.

Essa é a etapa final de um processo de quase três anos de discussões e análises que atualizaram a versão anterior que vigorava desde abril de 2010 (Resolução CFM Nº 1.931/2009). Os debates, que foram abertos à participação de toda a categoria médica – seja por meio de entidades ou pela manifestação individual dos profissionais – permitiram modernizar o texto anterior, incorporando artigos que contemplam mudanças decorrentes de avanços científicos e tecnológicos, assim como novos contextos na relação em sociedade.

Novidades

Para facilitar a compreensão das novas diretrizes, o novo texto mantém o mesmo número de capítulos, que abordam princípios, direitos e deveres dos médicos. Entre as principais novidades, está o respeito ao médico com deficiência ou doença crônica, assegurando-lhe o direito de exercer suas atividades profissionais nos limites de sua capacidade e também sem colocar em risco a vida e a saúde de seus pacientes.

Também ficou definido que o uso das mídias sociais pelos médicos será regulado por meio de resoluções específicas, o que vale também para a oferta de serviços médicos à distância mediados por tecnologia.
Outro avanço incorporado ao Código é a obrigação da elaboração do sumário de alta e entrega ao paciente quando solicitado. Esse documento é importante por facilitar a transição do cuidado de uma forma mais segura, orientando a continuidade do tratamento do paciente e realizando a comunicação entre os profissionais e entre serviços médicos de diferentes naturezas.

Da mesma forma, o CEM autoriza o médico, quando for requisitado judicialmente, a encaminhar cópias do prontuário sob sua guarda diretamente ao juízo requisitante. No código anterior, esse documento deveria ser disponibilizado ao perito médico nomeado pelo juiz.

Tradição

O processo de revisão do CEM aliou o espírito inovador à preservação dos princípios deontológicos da profissão, possibilitando a discussão, avaliação e manutenção de avanços instituídos no código de 2009 e dos princípios basilares da atividade médica previstos em versões anteriores e na história da ética médica.
No âmbito das pesquisas em medicina, o novo Código de Ética Médica manteve a proibição do uso do placebo de maneira isolada em experimentos, quando houver método profilático ou terapêutico eficaz.
Entre as diretrizes mantidas, estão a consideração à autonomia do paciente e o respeito à sua dignidade quando em estado terminal, a preservação do sigilo médico-paciente e a proteção contra conflitos de interesse na atividade médica, de pesquisa e docência.

“Tanto na revisão do Código realizada em 2009, como desta vez, mantemo-nos fiéis às diretrizes norteadoras estabelecidas em 1988, baseadas na dignidade humana e na medicina como a arte do cuidar”, ressalta o coordenador da Comissão Nacional de Revisão do Código de Ética Médica e presidente do CFM, Carlos Vital, ao avaliar a forma de condução dos trabalhos.

Com o intuito de assegurar o cumprimento do Ato Médico, o Código de Ética garante ainda a valorização do prontuário como principal documento da relação profissional; a proibição à cobrança de honorários de pacientes assistidos em instituições que se destinam à prestação de serviços públicos; e o reforço à necessidade de o médico denunciar aos CRMs aquelas instituições públicas ou privadas que não ofereçam condições adequadas para o exercício profissional ou não remunerem digna e justamente a categoria.

“Valores de personalidade somente são possíveis em uma sociedade que efetivamente inclui. E, no nosso Código de Ética Médica, esses valores estão presentes: dignidade, privacidade, imagem, intimidade e honra”, disse José Eduardo de Siqueira, também membro da Comissão Nacional.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/04/2019 0 Comentários 581 Visualizações
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