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manifestação

Política

Prefeito aciona MP após suspensão da obstetrícia em Montenegro

Por Jonathan da Silva 11/02/2026
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta (Republicanos), acionou o Ministério Público do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (10), em Porto Alegre, após a suspensão dos atendimentos de Obstetrícia pelo Hospital Montenegro. O espaço, que é referência regional do SUS, deixou de realizar partos e triagens por falta de plantonista, levando o município a assumir atendimentos emergenciais e a buscar apoio para garantir encaminhamentos de gestantes na rede estadual.

O prefeito Zanatta esteve no gabinete do procurador-geral de Justiça do estado, Eduardo Cunha da Costa, onde protocolou documento relatando a situação. No ofício, o chefe do executivo solicita auxílio do Ministério Público na mediação junto à regulação estadual para garantir a fluidez nos encaminhamentos das gestantes. No texto, o prefeito descreve o cenário como grave e aponta desassistência obstétrica.

Impacto na rede municipal

De acordo com o documento, o Hospital Montenegro suspendeu totalmente os atendimentos obstétricos por falta de plantonista, deixando de realizar inclusive as triagens. Diante da interrupção, o município passou a assumir a triagem no Pronto Atendimento, reforçando equipes médicas e de enfermagem e organizando transporte próprio para remoções.

O município seguirá adotando todas as medidas ao seu alcance para preservar as vidas das mães e dos bebês, mas o Estado precisa tomar providências urgentes”, afirma o prefeito Gustavo Zanatta.

Casos recentes e custos

No último fim de semana, segundo o relato encaminhado ao Ministério Público, houve demora na regulação estadual e exigências para autorização de vagas em hospitais como Canoas e Sapucaia do Sul, o que atrasou encaminhamentos considerados urgentes. Sem leitos disponíveis na rede pública, Montenegro contratou, em caráter emergencial, internações na rede privada. Em um dos casos, uma gestante foi internada e submetida a cesariana durante a noite. Em outro, houve necessidade de internação imediata para realização de parto normal.

Conforme o protocolo, cada procedimento pode custar até R$ 9.990, valor que chega a R$ 11.430 em casos gemelares. O município contabiliza atualmente 40 gestantes com 32 semanas ou mais de gestação e outras 15 em período expulsivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Política

OAB/RS promove ato contra PEC dos precatórios nesta sexta em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rio Grande do Sul (OAB/RS) realizará um ato público contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2023 nesta sexta-feira, 29 de agosto, às 13h, no auditório da OAB Cubo, em Porto Alegre. A medida criticada pela entidade prevê limites percentuais para o pagamento de precatórios pelos municípios e a reabertura do prazo de parcelamento de débitos previdenciários, o que, segundo a entidade, prejudicaria diretamente cidadãos com valores a receber de ações já transitadas em julgado.

O presidente da OAB/RS, Leonardo Lamachia, afirma que a proposta representa o maior calote nos precatórios desde 1988. “Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance contra essa PEC que, se aprovada, atingirá duramente cidadãos e cidadãs para quem são devidos recursos, de ações já transitadas em julgado”, comenta o dirigente.

Atuação no Congresso

Lamachia lembra que a Ordem já conquistou a retirada da PEC da pauta de votação do Senado em 20 de agosto. “Eu já falei com senadores da bancada gaúcha e de outros estados, a OAB/RS emitiu notas técnicas feitas pela Comissão de Seguridade Social (CSS) e pela Comissão Especial de Precatórios (CEP) e, agora, promoveremos mais um espaço de diálogo com a sociedade, que não pode aceitar um calote nos precatórios”, destaca o presidente da entidade.

Serviço

  • O quê: Ato público contra a PEC 66/2023 – Não ao calote dos precatórios
  • Quando: Sexta-feira (29), às 13h
  • Onde: Auditório da OAB Cubo (Rua Manoelito de Ornellas, nº 55 – Porto Alegre)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 305 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Campo Bom se manifesta contra vandalismo no Parcão

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom emitiu um alerta à população após registrar sucessivos atos de vandalismo no Parcão Sady Arnildo Schmidt, espaço público revitalizado com foco em lazer e segurança para as famílias. Desde o início do ano, mais de 50 luminárias instaladas no trilho de luz do parque foram danificadas ou destruídas, gerando custos de manutenção e prejuízo ao uso coletivo do espaço.

O trilho com pequenos postes de luz foi projetado para delimitar áreas do parque e aumentar a segurança dos frequentadores, especialmente à noite. No entanto, a repetição dos danos levou o município a instalar placas de orientação e aviso, informando que as luminárias não serão mais substituídas em caso de novas depredações.

Posicionamento do executivo

O prefeito de Campo Bom, Giovani Feltes (MDB), ressaltou o impacto negativo das ações de vandalismo. “É muito frustrante ver que um espaço tão bonito e novo sofre com a falta de consciência de uma minoria. A cidade é de todos nós, e cada bem público precisa ser valorizado. Manter, cuidar e preservar é um dever coletivo, porque quem perde com o vandalismo é toda a comunidade”, afirmou o chefe do executivo campo-bonense.

Compromisso coletivo

Segundo a Prefeitura, o Parcão foi idealizado como um local de lazer moderno e acessível para todos os moradores. A administração municipal reforça que continua investindo em áreas de lazer, esporte, saúde e infraestrutura, mas ressalta que esses investimentos exigem colaboração da comunidade para que possam ser efetivamente aproveitados.

Foto: PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2025 0 Comentários 296 Visualizações
Política

Fiergs alerta para impacto bilionário de tarifa dos EUA sobre exportações gaúchas

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou preocupação com a confirmação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, medida anunciada pelo governo estadunidense em 9 de julho e assinada nesta semana pelo presidente Donald Trump. Segundo a entidade, presidida por Claudio Bier, a nova taxação pode causar perdas de até R$ 1,9 bilhão no PIB do Rio Grande do Sul e atingir diretamente 1.100 indústrias gaúchas, que empregam mais de 145 mil trabalhadores.

Desde o anúncio da medida, a Fiergs realizou reuniões com autoridades estaduais e federais em Porto Alegre e Brasília, apresentando estudos e documentos para expressar a apreensão do setor industrial com os impactos da decisão. Em comunicado, a entidade afirmou que “todas as frentes possíveis de diálogo foram abertas”, mas não foi possível reverter a aplicação da tarifa.

Medidas mitigatórias e reivindicações

Com o cenário confirmado, a Fiergs passou a priorizar ações para reduzir os impactos sobre as empresas afetadas. Uma das medidas já asseguradas é a liberação de uma linha de crédito de R$ 100 milhões pelo BRDE, iniciativa do governo estadual. A entidade, no entanto, considera o valor insuficiente e reivindica a liberação de créditos de ICMS Exportação, além de outras medidas tributárias, trabalhistas e de crédito por parte do governo federal.

Preocupação com impactos econômicos

A Fiergs também defende a manutenção da serenidade nas relações entre os governos brasileiro e estadunidense para evitar agravamento da situação. De acordo com a entidade, a tarifa já resulta em cancelamento de encomendas, suspensão de embarques, negócios desfeitos, desaceleração da produção e concessão de férias emergenciais em empresas do estado.

O Sistema Fiergs informou que seguirá buscando alternativas e negociações em defesa da indústria gaúcha e das cadeias produtivas afetadas pela nova tarifa.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 267 Visualizações
Variedades

Famurs reúne lideranças em Porto Alegre para cobrar solução ao endividamento rural

Por Jonathan da Silva 13/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) promoverá, na próxima segunda-feira, 16 de junho, às 13h30min, uma mobilização em sua sede, em Porto Alegre, com o objetivo de discutir soluções para o endividamento dos agricultores gaúchos. O ato reunirá prefeitos, parlamentares e entidades do setor agrícola para pressionar o governo federal por medidas de apoio financeiro ao campo.

Foram convidados os 55 deputados estaduais, os 31 deputados federais e os três senadores do Rio Grande do Sul, além de representantes do governo estadual e de entidades como a Federação da Agricultura do Estado (Farsul) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag). O encontro buscará unificar propostas do agronegócio e do setor produtivo em um documento a ser enviado ao governo federal.

Proposta de renegociação

Segundo a presidente da Famurs e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira (PP), a principal reivindicação é o alongamento das dívidas dos produtores. “Nós queremos uma solução para alongar as dívidas no campo, para que o pequeno, o médio e o grande agricultor tenha condições de continuar produzindo. Ninguém está pedindo o perdão dos débitos, mas o alongamento do passivo”, afirma Adriane.

Impacto nos municípios

A dirigente também destacou os reflexos da crise na arrecadação das cidades. “A crise do campo impacta fortemente nos municípios e essa tem que ser uma preocupação de toda a sociedade”, pontuou Adriane Perin de Oliveira. Após a mobilização, será assinada uma carta com a proposta unificada do agro, direcionada ao governo federal.

Serviço

  • O quê: Mobilização em prol agricultores para solucionar endividamento rural e queda na arrecadação dos municípios
  • Quando: Segunda-feira, 16 de junho, às 13h30min
  • Onde: Sede da Famurs (Rua Marcílio Dias, 574 – Menino Deus, Porto Alegre)
Foto: Wirestock/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
13/06/2025 0 Comentários 262 Visualizações
Política

Fiergs critica reajuste de 8% no salário mínimo regional aprovado pela Assembleia

Por Jonathan da Silva 04/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou crítica, nesta terça-feira (3), à aprovação, pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), do projeto de lei do governo estadual que reajusta em 8% o salário mínimo regional. A entidade considera a medida inadequada e injustificável, alegando que o aumento está acima da inflação acumulada de 2,98% desde o último reajuste, em dezembro de 2024, conforme dados do Monitor do INPC da própria federação.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que “a aprovação do reajuste do mínimo regional representa um obstáculo à geração de emprego e renda. A medida eleva custos, desestimula o crescimento econômico do estado e compromete a competitividade das empresas gaúchas”.

Bier reiterou que a entidade, junto a outras organizações empresariais do Rio Grande do Sul, defende há muito tempo a extinção do mínimo regional. “Os mais impactados serão, infelizmente, os pequenos e médios industriais, que não dispõem do fôlego financeiro necessário para absorver os efeitos negativos de uma decisão tão descolada da realidade econômica”, destacou o presidente da entidade.

Aumento de custos e risco de estagnação

O coordenador do Conselho de Relações do Trabalho do Sistema Fiergs, Guilherme Scozziero, também criticou o reajuste. “Trata-se de uma decisão que impõe custos adicionais significativos em um momento no qual as empresas ainda enfrentam dificuldades para manter empregos, reconstruir estruturas e retomar suas atividades”, afirmou coordenador.

Scozziero ressaltou que a indústria gaúcha acumula uma retração real de 5% no biênio 2023–2024. “Esse reajuste, desproporcional e acima da inflação, compromete ainda mais a competitividade. A medida pode agravar o quadro de estagnação que afeta a economia industrial no estado”, finalizou o representante da Fiergs.

Fiergs defende negociações diretas

O Sistema Fiergs também reforçou que é favorável à valorização do trabalho, mas defende que as condições de remuneração sejam definidas diretamente entre empresas e trabalhadores. Segundo a entidade, a negociação coletiva permite levar em conta as particularidades de cada setor, localidade e o contexto econômico, sem comprometer a sustentabilidade dos negócios.

Foto: Drazen Zigic/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2025 0 Comentários 317 Visualizações
Variedades

Lojistas de Santa Cruz podem se inscrever em ação do Dia Livre de Impostos até 28 de maio

Por Jonathan da Silva 08/05/2025
Por Jonathan da Silva

Empresários de Santa Cruz do Sul já podem se inscrever para participar do Dia Livre de Impostos (DLI), que será realizado em 29 de maio em todo o Brasil. A iniciativa é promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Jovem e tem como objetivo protestar simbolicamente contra a carga tributária do país, oferecendo aos consumidores produtos com descontos equivalentes ao valor dos impostos embutidos. As inscrições estão abertas até o dia 28 de maio e devem ser feitas no site oficial da ação, dialivredeimpostos.org.br.

Para participar, os lojistas precisam preencher corretamente o formulário com informações como nome da loja, endereço, Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), WhatsApp, site e razão social.

A ação permite o cadastro de lojas únicas ou redes com até 400 unidades. Para estabelecimentos com número maior, é necessário contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da CDL Jovem Nacional.

Modalidades de desconto

Os lojistas podem optar por duas modalidades de desconto: aplicar a carga tributária média nacional de 32,32%, baseada em estimativas do Ministério da Fazenda, ou aplicar a carga tributária específica por produto, conforme dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). O desconto escolhido deve ser aplicado de forma integral a todos os produtos comercializados na data.

A participação pode ser limitada à cidade onde a loja está localizada ou estendida a vendas em nível nacional.

Vitrine comercial e mobilização

De acordo com a CDL Jovem, além de caráter simbólico e de protesto, o DLI representa também uma oportunidade de visibilidade comercial. Em 2024, o site oficial da campanha registrou mais de 2 milhões de consumidores simultâneos.

O coordenador da CDL Jovem de Santa Cruz do Sul, William Steffens, convidou os comerciantes locais a aderirem à campanha. “Convidamos todos os lojistas de Santa Cruz a se unirem a esse movimento nacional e mostrar, juntos, o impacto dos impostos no dia a dia do consumidor”, declarou Steffens.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2025 0 Comentários 304 Visualizações
Política

Fecomércio-RS defende imunidade parlamentar

Por Jonathan da Silva 27/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou uma nota pública defendendo a imunidade parlamentar após o indiciamento do deputado federal Marcel Van Hattem (Novo), que passou a ser investigado por declarações feitas na tribuna da Câmara dos Deputados. O presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, destacou que a imunidade parlamentar, garantida pelo artigo 53 da Constituição Federal, é fundamental para assegurar o princípio da representação democrática e a separação dos poderes.

Enquanto entidade representativa do setor que mais emprega e responsável por 47,5% do PIB estadual, defendemos a livre manifestação do pensamento, de todos os matizes políticos, e com especial atenção às manifestações parlamentares, pilar de uma democracia e condição necessária para a prosperidade socioeconômica de qualquer nação”, afirmou Luiz Carlos Bohn.

A Fecomércio-RS declarou que a imunidade constitucional é uma garantia voltada ao mandato em nome do povo, e não um benefício individual ao parlamentar. A nota reitera que sua plena observância é essencial para garantir que todos os parlamentares possam exercer suas funções em liberdade, representando suas bases e posições políticas.

Foto: Renato Laky/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2024 0 Comentários 268 Visualizações
Business

CDL NH apoia manifestação de comerciantes

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo apoia a manifestação ocorrida na manhã desta sexta-feira, 24, que foi organizada por comerciantes da cidade. Centenas de empresários se encontraram em frente a prefeitura, em seus veículos, onde começou o protesto e seguiu até a BR 116 causando intensa lentidão no trânsito. Com faixas, cartazes, buzinas e carros de som, os manifestantes alegam que já estão há 120 parados e querem trabalhar. “Se a gente puder atender um cliente por vez, já nos ajuda”, diz o lojista, Luis Paulo Kayser.

O presidente da CDL NH, Jorge Stoffel, destaca que o comércio é o setor mais prejudicado pela crise, pois tem sofrido restrições severas ou fechamento total. “Esse ato foi dos empresários, não teve qualquer objetivo político e sim um protesto pacífico pela reabertura do comércio e como a CDL NH representa mais de 1.200 lojistas da cidade, estamos ao lado do nosso associado, como sempre estivemos”, destaca Stoffel, reforçando que o movimento foi organizado de forma a partidária.

Os organizadores da manifestação comentam que as mobilizações não devem parar e a ideia é buscar o apoio de comerciantes de outros municípios prejudicados pelas restrições provocadas pela pandemia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 609 Visualizações
Variedades

Jovens gaúchas cobram medidas sustentáveis do governador Eduardo Leite

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Amália Garcez, 17 anos; Elisa Fink, 18 anos; e Renata Padilha, 25 anos, integram o movimento Fridays For Future e o Eco Pelo Clima. Elas protocolaram, na tarde de sexta-feira, 17, uma carta direcionada ao governador Eduardo Leite, falando sobre as preocupações com as mudanças climáticas e solicitando uma audiência para discutir o tema.

Em um dos trechos da carta, elas questionam sobre a forma como o governo lida com crise climática e fazem um paralelo com a situação da pandemia.

“A Covid-19 é um alerta que não pode ser desconsiderado sobre as consequências nefastas de ignorar os sinais de um desastre. […] queremos manifestar nosso desapontamento com a maneira como o estado tem lidado com a crise climática iminente, um dos maiores desafios que a humanidade já enfrentou. Pedimos ao Governador uma audiência com os núcleos do Fridays For Future do RS, para que possamos discutir juntos o que são de fato as Novas Façanhas que o estado deve buscar.”

O sistema de protocolo do Governo do Estado ainda não confirmou o recebimento da carta, protocolada de forma digital em função da pandemia.

G20

Neste sábado, 18, ministros da Economia e presidentes de bancos centrais dos países que representam as 20 maiores economias do mundo estiveram reunidos para decidir o destino de um investimento de trilhões de dólares. À cúpula do G2O, as três jovens gravaram vídeos cobrando o que chamam de recuperação justa. Segundo elas, são cinco pontos que garantiriam uma recuperação justa no período pós-pandemia: Saúde das pessoas em primeiro lugar, sem exceção; socorro financeiro direto às pessoas; assistência aos trabalhadores e às comunidades, não aos executivos de grandes empresas; desenvolvimento de resiliência para futuras crises; defesa da democracia. O movimento pela recuperação justa é liderado globalmente pela 350.org que, na última semana, realizou ações em cidades da África do Sul, Alemanha, Bangladesh, Brasil (Porto Alegre), Filipinas, Reino Unido e Rússia cobrando do G20 esse olhar para o mundo pós-pandêmico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 547 Visualizações
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