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lei

Cidades

Novo Hamburgo cria Conselho Municipal de Segurança Pública

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), sancionou a lei que institui o Conselho Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Comseg) em Novo Hamburgo. O órgão, de caráter consultivo, terá como função propor ações e acompanhar políticas de segurança no município, além de mediar o diálogo entre o poder público e a sociedade civil.

Formado por 16 membros titulares e suplentes, o Comseg contará com representantes de diversas instituições, incluindo secretarias municipais, órgãos de segurança como Polícia Militar e Civil, Defensoria Pública, OAB e entidades da sociedade civil. O secretário municipal de Segurança Pública, Rosalino Seara, destacou que o conselho poderá “fazer recomendações e propor diretrizes” para a área.

Entre as atribuições do colegiado estão o acompanhamento do desempenho dos órgãos de segurança, a sugestão de mudanças legislativas e a integração entre instituições. “Estamos ativando todos os órgãos necessários para estarmos prontos para sermos contemplados por recursos de programas dos governos estadual e federal”, explicou Seara.

Funcionamento e mandatos

Os representantes do poder público serão indicados pelos chefes de cada órgão, enquanto os da sociedade civil serão eleitos por suas entidades. Os mandatos terão duração de dois anos, com possibilidade de uma reeleição. A participação será voluntária e não remunerada.

O conselho atuará tanto na segurança pública tradicional quanto na defesa social, abordando fatores que contribuem para a violência. A iniciativa busca qualificar a gestão da segurança no município e ampliar a participação social no setor.

Composição do conselho

  • 4 representantes do Poder Executivo Municipal, incluindo três da Secretaria de Segurança e um da Defesa Civil;
  • 1 representante da Brigada Militar, atuante no município;
  • 1 da Polícia Penal, da unidade local;
  • 1 da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase);
  • 1 da Polícia Rodoviária Federal;
  • 1 do Poder Judiciário;
  • 1 do Ministério Público;
  • 1 da Defensoria Pública;
  • 1 da OAB Novo Hamburgo;
  • 3 representantes de entidades da sociedade civil com atuação na área de segurança;
  • 1 representante de trabalhadores ou entidades de profissionais da segurança pública.
Foto: Arquivo/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 337 Visualizações
Política

Projeto de lei reconhece fumicultura como atividade de interesse econômico no RS

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) receberá na próxima segunda-feira, 2 de junho, a apresentação do Projeto de Lei 177/2025, que reconhece a fumicultura como atividade de relevante interesse social, econômico e cultural no estado. A proposta, de autoria do deputado estadual Marcus Vinícius (PP), leva o nome de “Lei Harry Antonio Werner”, em homenagem ao fundador e primeiro presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

O ato simbólico de apresentação ocorrerá na Sala Maurício Cardoso, com a presença da diretoria da Afubra, de familiares de Harry Antonio Werner e de autoridades. O projeto estabelece que a fumicultura deve ser considerada uma atividade agrícola, abrangendo desde a produção de mudas até a exportação, e reconhecida como estratégica para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.

Homenagem à trajetória de Harry Antonio Werner

De acordo com o presidente da Afubra, Marcilio Drescher, dar o nome do fundador da entidade à lei é motivo de alegria. “Harry foi um visionário que, há 70 anos, idealizou uma entidade que busca a valorização e defesa do fumicultor. E a Afubra vem cumprindo com o estabelecido pelos fundadores e com seu compromisso com os associados. O fumicultor é integrante importante da cadeia produtiva do tabaco, que é uma atividade legal e de grande importância para o Brasil”, afirmou Drescher.

O ex-presidente da Afubra, Benício Albano Werner, filho de Harry, destacou a importância do reconhecimento. “Para nós, familiares, está sendo uma alegria essa homenagem, pois é mais um reconhecimento pela trajetória que o pai desenvolveu em defesa dos produtores de tabaco”, comentou Werner Filho.

Principais pontos do projeto

Entre as proposições do Projeto de Lei 177/2025 estão:

  • Declarar a fumicultura como atividade de relevante interesse social, econômico e cultural no Rio Grande do Sul, denominada “Lei Harry Antonio Werner”;
  • Reconhecer a fumicultura como atividade agrícola, compreendendo etapas como produção de mudas, plantio, manejo, colheita, cura das folhas, beneficiamento, industrialização, comercialização e exportação;
  • Determinar que a atividade deve ser considerada estratégica para o desenvolvimento regional, a geração de emprego e renda, e a dinamização das economias locais, especialmente em pequenas propriedades rurais;
  • Estabelecer que os órgãos da administração pública estadual devem incluir a fumicultura nos instrumentos de planejamento e execução de políticas públicas voltadas ao setor primário, com foco na valorização da agricultura familiar, do cooperativismo e do associativismo rural;
  • Permitir que a atividade seja contemplada por políticas públicas estaduais;
  • Fomentar a cadeia produtiva do tabaco por meio de programas de incentivo à inovação tecnológica, valorização dos mercados interno e externo, estímulo à organização cooperativa e associativa, acesso à infraestrutura e recursos financeiros, além de promover capacitação dos produtores em boas práticas agrícolas e gestão eficiente;
  • Autorizar a administração pública a celebrar convênios e acordos de cooperação técnica e institucional com entidades representativas, sindicais, associativas e organismos não governamentais nacionais e internacionais ligados ao setor.

Quem foi Harry Antonio Werner

Harry Antonio Werner nasceu em 28 de janeiro de 1924, na localidade de Linha Formosa, que na época pertencia a Santa Cruz do Sul e atualmente faz parte do município de Vale do Sol. Era filho de Albano Werner e Rosalina Werner. Casou-se em 7 de setembro de 1945 com Helena Paulina Werner, com quem teve dez filhos.

Foi sócio fundador e primeiro presidente da Afubra, cargo que exerceu de 1955 a 1957, e depois em sucessivos mandatos até 1969, retornando à presidência entre 1975 e 1983. Também foi presidente do Conselho Deliberativo da entidade em 1987. No campo político, foi vereador em Santa Cruz do Sul entre 1960 e 1963, chegando a presidir a Câmara Municipal em 1963.

Werner faleceu em 9 de dezembro de 1988, aos 64 anos.

Foto: Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 377 Visualizações
Política

Projeto propõe fornecimento gratuito de cannabis medicinal pelo SUS em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 26/05/2025
Por Jonathan da Silva

O vereador Professor Ricardo Luz (PT) protocolou, na quarta-feira (21), um projeto de lei que propõe a criação do Programa Municipal de Uso de Cannabis para Fins Medicinais em São Leopoldo. A iniciativa prevê o fornecimento gratuito de medicamentos à base de cannabis para pacientes da rede pública de saúde que apresentem prescrição médica, laudo técnico e comprovação de vulnerabilidade econômica.

Além do acesso ao tratamento, o projeto também estabelece ações de informação, formação e conscientização sobre o uso medicinal da cannabis. O objetivo, segundo a proposta, é ampliar o debate científico e fortalecer a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) no município. “O nosso compromisso é com a vida, com a ciência e com a dignidade. Superar o preconceito e garantir o acesso a quem precisa é dever do poder público. Outras cidades já avançaram, e São Leopoldo não pode ficar para trás”, afirmou o vereador petista.

Experiências em outras cidades

Cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia e São Paulo já implementaram legislações semelhantes. Criciúma-SC é citada como referência, oferecendo tratamento com cannabis medicinal para epilepsia, autismo, dores crônicas e esclerose múltipla.

Os medicamentos com canabidiol (CBD), principal composto da cannabis, são utilizados em tratamentos de epilepsia refratária, autismo, esclerose múltipla, Parkinson, dores crônicas, transtornos de ansiedade, estresse pós-traumático, Alzheimer e efeitos colaterais de quimioterapia. O CBD não possui efeito psicoativo.

Legislação nacional

Desde 2015, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) têm consolidado o uso medicinal da cannabis no Brasil. As medidas permitem a importação e comercialização em farmácias e, mais recentemente, o cultivo doméstico para fins terapêuticos em casos específicos autorizados pelo Supremo.

O projeto de lei agora segue para análise nas comissões da Câmara de Vereadores de São Leopoldo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2025 0 Comentários 498 Visualizações
Saúde

Prefeito de São Leopoldo sanciona lei que garante direitos a pessoas com fibromialgia

Por Jonathan da Silva 13/05/2025
Por Jonathan da Silva

O prefeito de São Leopoldo, Heliomar Franco (PL), sancionou nesta segunda-feira (12) a lei que institui o Programa Municipal de Enfrentamento à Fibromialgia, Fadiga Crônica ou Síndrome Complexa de Dor Regional. A nova legislação garante direitos como atendimento preferencial em órgãos públicos, empresas privadas e concessionárias de serviços, acesso a assentos e vagas de estacionamento destinadas a pessoas com deficiência. A cerimônia de sanção ocorreu no Gabinete da Prefeitura e contou com a presença de autoridades e pacientes.

De autoria da vereadora Iara Cardoso (PDT), o projeto também estabelece a emissão de um documento de identificação, mediante comprovação médica, e prevê atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O atendimento deve ser feito por equipe multidisciplinar composta por profissionais de medicina, psicologia, nutrição e fisioterapia, com direito a exames, assistência farmacêutica e terapias reconhecidas. “A fibromialgia, e outras síndromes de dor crônica, são invisíveis aos olhos, mas profundamente incapacitantes. Hoje é um dia de comemoração. É quando uma dor invisível passou a ser vista pelo governo municipal. Com esta lei, garantimos que essas pessoas sejam vistas, respeitadas e atendidas com dignidade”, afirmou Iara .

População pode solicitar cartão de identificação digital

Para obter o Cartão de Identificação da pessoa com fibromialgia, os pacientes devem acessar o canal “Zap da Saúde”, pelo número (51) 99557-8541, selecionar a opção “Fibromialgia” e fornecer nome, data de nascimento, CPF, número do Cartão SUS, além de imagem nítida de documento com foto e laudo da doença. O cartão é enviado em formato digital e pode ser impresso e plastificado.

Pacientes que possuem o CID da fibromialgia registrado no prontuário eletrônico receberão mensagem com informações sobre a nova legislação e serão convidados a solicitar o cartão.

Primeira carteirinha foi entregue durante cerimônia

Durante o evento, o prefeito Heliomar Franco entregou a primeira carteirinha à paciente Rosângela Cardoso Lopes. “Não tenho palavras para agradecer, pois não há como descrever essa dor. Isso é um reconhecimento pelas dificuldades que passamos”, comentou Rosângela.

O prefeito destacou a atuação da vereadora na proposição do projeto. “Temos que parabenizar a vereadora Iara, que anda perto da comunidade e trouxe isso em forma de ação concreta, que vem ao encontro do que dizíamos na campanha: acolher, transformar e incluir. O poder Executivo se orgulha de apoiar esse projeto”, afirmou Heliomar Franco.

Mulheres são maioria entre os diagnosticados

A secretária da Saúde de São Leopoldo, Kelbe Gonçalves, chamou atenção para o número de mulheres afetadas pela doença. “A cada dez pessoas acometidas pela doença, de sete a nove são mulheres. A lei saiu do papel e se transformou numa carteirinha, que dá prioridade no atendimento, através do projeto de uma mulher. Eu estou secretária com a confiança do prefeito Heliomar, que valoriza a nossa presença”, pontuou Kelbe.

Foto: Lia Kirch/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2025 0 Comentários 477 Visualizações
Cidades

Campo Bom terá novas regras para uso de bens públicos

Por Jonathan da Silva 24/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Vereadores de Campo Bom aprovou, na segunda-feira passada (17), um projeto de lei que estabelece novas regras para o uso de bens públicos, como campos de futebol e canchas de bocha. O novo regramento será divulgado em até 90 dias, e os atuais responsáveis terão um prazo de até 15 meses para se adequar às normas.

Na quinta-feira (20), o prefeito de Campo Bom, Giovani Feltes (MDB), reuniu-se na Prefeitura com os responsáveis pelos campos e canchas do município para tratar das mudanças. O objetivo do projeto é garantir que a população tenha acesso a esses espaços de forma organizada e democrática, estabelecendo normas e atribuições para os permissionários.

Prazo para adequação

Com a publicação das novas regras, os permissionários, concessionários e autorizados terão um período de 12 meses para regularizar sua situação, podendo solicitar uma prorrogação de até três meses.

Foto: Emerson Santos/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2025 0 Comentários 427 Visualizações
Cidades

Secol realiza capacitação sobre nova lei de licitações em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 07/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria de Compras e Licitações (Secol) de São Leopoldo promove, nos dias 6 e 7 de março, um curso intensivo sobre a implementação da Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021). O evento ocorre no plenário da Câmara Municipal de Vereadores, a partir das 9h, e tem como objetivo orientar servidores e novos secretários sobre o funcionamento da dispensa de licitações e contratações.

A formação busca padronizar os procedimentos administrativos e evitar problemas comuns na transição de gestões. Segundo a responsável pelo curso, Bruna Polizelli Torossian, a iniciativa visa corrigir práticas inadequadas que podem impactar a gestão pública. “O primeiro ano de uma nova gestão herda muitos vícios da gestão anterior, como contratos emergenciais desnecessários. Este curso intensivo visa alinhar os setores à nova lei, tornando os processos mais ágeis e eficazes”, afirmou Bruna.

A Nova Lei de Licitações substitui as normas anteriores e estabelece novos procedimentos para contratação de bens e serviços pela administração pública. O curso promovido pela Secol busca garantir que os servidores estejam preparados para sua aplicação, visando maior transparência e eficiência nos processos licitatórios do município.

Foto: Pedro H. Tesch/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2025 0 Comentários 329 Visualizações
Política

Novo Hamburgo permite transferência de outorgas a taxistas até 10 de abril

Por Jonathan da Silva 07/03/2025
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), sancionou a Lei Complementar 3.577/2025, que autoriza a transferência de outorgas de taxistas a sucessores legítimos ou terceiros até o dia 10 de abril. A medida atende uma demanda da categoria, especialmente de profissionais que pretendem repassar o ofício para seus filhos. Os interessados devem protocolar o pedido diretamente na Diretoria de Transporte Público, localizada no 2.º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry.

O diretor de Transporte Público de Novo Hamburgo, Eliseu Raimundo, informou que os profissionais já receberam a relação de documentos necessários para realizar a solicitação. “Já fizemos um cronograma de vistorias, que serão realizadas a partir da segunda quinzena de maio”, comentou o diretor. Quem ainda tiver dúvidas pode buscar atendimento presencial no setor ou entrar em contato pelo telefone (51) 3594-9999, ramal 9535.

Proibição volta a valer após prazo

Após o prazo de 10 de abril, a transferência de outorgas volta a ser proibida, em cumprimento à legislação municipal e à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Histórico da proibição

Desde dezembro de 2021, com a publicação da Lei Municipal nº 3.363, a transferência de outorgas já estava proibida em Novo Hamburgo, com base no entendimento do STF, que considerou a prática inconstitucional. Em 2023, o Supremo decidiu que a proibição passaria a ter efeito apenas a partir de abril de 2025, permitindo a retomada temporária do processo de transferência.

Aprovação na Câmara

O projeto que resultou na nova lei foi apresentado pelo poder executivo e aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo no final de fevereiro.

Foto: Gustavo Steffens/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2025 0 Comentários 380 Visualizações
Política

Projeto de lei propõe maior transparência no financiamento de eventos em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 18/02/2025
Por Jonathan da Silva

Um projeto de lei apresentado pela vereadora Vera Armando (PP) na Câmara Municipal de Porto Alegre propõe a obrigatoriedade da divulgação detalhada de informações sobre eventos artísticos, culturais e esportivos financiados com dinheiro público. A iniciativa foi protocolada em conjunto com o deputado estadual Capitão Martim (Republicanos), que apresentou um projeto semelhante em nível estadual.

A proposta determina que os eventos financiados com recursos públicos informem, em materiais gráficos e digitais, dados como número do contrato, valor repassado, nomes dos contratantes e data do evento. Essas informações também deverão estar disponíveis em plataformas de venda de ingressos e em uma seção específica no Portal da Transparência da Prefeitura de Porto Alegre.

Não basta apenas divulgar, é preciso que as informações sejam acessíveis e de fácil compreensão para qualquer cidadão. Esse projeto também fortalece um dos pilares da administração pública, que é a publicidade dos atos governamentais”, afirmou a vereadora Vera Armando.

Contexto e justificativa

A discussão sobre o uso de dinheiro público em eventos culturais ganhou destaque após polêmicas recentes na cidade. Em janeiro, o Bloco da Laje realizou uma performance em que um artista, caracterizado como Jesus, fez um strip-tease. Em fevereiro, foi divulgada a participação do cantor Oruam no evento Rap In Cena, previsto para junho, cujas letras fazem referência ao crime organizado e ao tráfico de drogas. “Devemos nos manter atentos. Casos como estes reforçam a necessidade de maior controle sobre a destinação dos recursos públicos”, afirmou a vereadora.

Vera Armando destacou que a atual administração municipal tem adotado medidas de responsabilidade na gestão, mas defendeu a necessidade de garantir que futuras gestões sigam o mesmo compromisso. “A população tem o direito de saber exatamente para onde vai o dinheiro dos impostos que paga”, enfatizou a parlamentar da capital gaúcha.

Penalidades para descumprimento

O projeto prevê sanções para organizadores que não cumprirem as exigências de transparência. As penalidades incluem advertências, multas e impedimento de receber novos patrocínios públicos por até cinco anos. Em casos graves, poderá haver a devolução integral dos valores recebidos.

A proposta tem respaldo no artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece o princípio da transparência na administração pública, e na Lei de Acesso à Informação. Segundo  a vereadora proponente, o objetivo é garantir a responsabilidade na gestão dos recursos municipais e permitir que a sociedade acompanhe com clareza como o dinheiro público está sendo empregado.

Queremos que Porto Alegre seja exemplo de boa gestão e respeito ao dinheiro público. Transparência não é favor, é obrigação”, concluiu Vera Armando.

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
18/02/2025 0 Comentários 448 Visualizações
Política

Projeto propõe exigência de antecedentes criminais a quem for atuar com crianças e idosos

Por Jonathan da Silva 30/01/2025
Por Jonathan da Silva

A vereadora de Porto Alegre, Vera Armando (PP), apresentou um projeto de lei que prevê a obrigatoriedade da apresentação de certidão de antecedentes criminais para profissionais e voluntários que atuem em creches, escolas, asilos, instituições de acolhimento e demais serviços voltados a crianças, adolescentes e idosos. A medida tem como objetivo evitar que pessoas com histórico de crimes como maus-tratos, abuso sexual ou violência doméstica tenham contato direto com esses grupos.

A proposta, inspirada em um projeto semelhante do deputado estadual Capitão Martim (Republicanos), em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, se baseia em relatórios das Forças de Segurança Pública do estado, que apontam a recorrência de crimes cometidos contra populações vulneráveis por indivíduos com antecedentes criminais.

Aplicação da exigência

Caso aprovada, a exigência da certidão de antecedentes criminais deverá constar nos editais de contratação e nos contratos de prestação de serviços terceirizados. A regra se aplicará a setores como saúde, transporte escolar e instituições assistenciais, além de abranger voluntários que atuem nessas áreas. “O projeto é essencial na garantia da segurança e dignidade a estas pessoas indefesas”, afirmou a vereadora Vera Armando.

Fundamentação legal

A proposta tem respaldo na Constituição Federal e em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhecem como legítima a exigência de certidões de antecedentes criminais para funções que envolvem alto grau de responsabilidade e contato com populações vulneráveis. Segundo o texto, a análise dos antecedentes servirá como critério para a aptidão dos profissionais, respeitando o princípio da presunção de inocência.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
30/01/2025 0 Comentários 407 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Montenegro institui Banco de Alimentos para combater insegurança alimentar

Por Jonathan da Silva 20/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Montenegro anunciou a criação de um Banco de Alimentos para captar, armazenar e distribuir alimentos à população em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar. A medida acontece após a aprovação unânime da lei que institui o programa pela Câmara de Vereadores.

O Banco de Alimentos será operado em parceria com o Centro de Referência em Assistência Social (Cras) e receberá itens não perecíveis. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Social, José Vitor Cardoso, a nova legislação permitirá a ampliação das doações, facilitando parcerias com entidades governamentais e do terceiro setor, como a Federação das Indústrias (Fiergs). “Assim, poderemos ampliar a oferta e garantir uma pequena reserva para as situações de emergência”, explicou Cardoso.

O projeto formaliza práticas já existentes, regulamentando a triagem e análise de qualidade dos alimentos recebidos antes de sua distribuição. Os itens serão destinados a entidades assistenciais, organizações sociais e iniciativas cadastradas que atendem pessoas em vulnerabilidade.

Campanhas de conscientização

Além da distribuição de alimentos, o Banco de Alimentos terá como objetivo promover campanhas de conscientização sobre solidariedade e combate ao desperdício de alimentos. O prefeito Gustavo Zanatta (Republicanos) ressaltou a importância do programa para a cidade. “Queremos produzir um impacto direto na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e reforçar o compromisso da nossa cidade com a justiça social, a solidariedade e o bem-estar coletivo”, afirmou o chefe do executivo.

Com essa iniciativa, a Prefeitura de Montenegro busca consolidar ações que contribuam para a redução da insegurança alimentar e o fortalecimento do apoio às famílias em situação de risco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2025 0 Comentários 448 Visualizações
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