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Business

Pesquisa revela que 97,6% dos internautas brasileiros são usuários de redes sociais

Por Ester Ellwanger 03/04/2022
Por Ester Ellwanger

A Comscore, divulgou uma análise sobre o uso das redes sociais no Brasil e na América Latina durante 2021. Os dados, que foram obtidos por meio de pesquisas proprietárias e métricas de ferramentas confiáveis, indicam que o País tem a maior média de usuários de redes sociais em relação a outros países da região.

A análise da companhia identificou que a penetração dos conteúdos entre os usuários únicos de redes sociais no Brasil atinge um alcance de 97,6%, ultrapassando países como México e Argentina. Além disso, os consumidores brasileiros passaram, em média, mais de 53 horas nas redes durante o último ano; o tempo de consumo foi 19,6% maior em dispositivos móveis e 51,6% menor em aparelhos desktop, o que indica que o uso de mobile é crescente.

“Nossa vida mudou muito nos últimos anos e a maneira como descobrimos, interagimos e tomamos decisões evoluiu completamente. Por isso, a consideração de estratégias nas redes sociais é fundamental para o planejamento holístico de mídia, especialmente em tempos de crise ou incerteza. As redes sociais continuarão a atuar como um canal para atrair os consumidores e é preciso entender e se conectar com o público para expandir a participação das marcas no mercado”, comenta Ingrid Veronesi, diretora sênior da Comscore para Brasil.

Durante 2021, a Comscore monitorou 55,7 milhões de postagens no Facebook, Twitter e Instagram. As publicações geraram 29,8 bilhões de interações entre a audiência, o equivalente a 81 milhões de interações diárias durante o ano. Em relação às categorias com mais alcance, o conteúdo gerado em publishing, mídia e entretenimento e esportes foi responsável por 67% das interações.

Analisando o compartilhamento de interações por rede social, em países como Argentina, Brasil e Chile, o Instagram divide quase que igualmente a audiência com o Facebook. Já México e Peru ainda mantêm porcentagens mais altas no Facebook, mas a interação no Instagram já se mostra como muito relevante.

Ações patrocinadas ganharam espaço

Outro aspecto relevante trazido pelo levantamento, indica que o investimento em conteúdos patrocinados foi crescendo gradativamente no mercado latino-americano nos últimos anos. A Argentina, por exemplo, dobrou o percentual desse tipo de conteúdo entre 2018 e 2021. Já o Brasil ficou com uma das porcentagens mais altas em 2021 (5,2%), atrás apenas do México. Em relação às categorias de anunciantes que mais utilizam esse formato estão: bebidas, vestuário, esportes, programas de TV e varejo.

Alcance dos vídeos e a força do TikTok

O consumo de conteúdos no formato de vídeo também teve um crescimento significativo, entre 2020 e 2021 as visualizações dessas publicações aumentaram 62% na América Latina. Segunda a pesquisa houve 51,6 milhões de postagens de vídeo no Facebook, Instagram e Youtube no último ano. As publicações geraram 505 bilhões de visualizações do público, equivalente a 1.383,5 milhões de visualizações diárias em 2021.

Entre os países, México e Brasil lideram respectivamente o volume de visualizações de vídeos nas redes sociais. Nestas nações, o número de usuários em plataformas de vídeos curtos, como Kwai e TikTok teve crescimento exponencial. O TikTok, por exemplo, atingiu a marca de mais de 53,7 milhões de usuários no Brasil, o Kwai vem logo atrás com mais de 40 milhões de assinantes.

Relevância dos influenciadores

A análise identificou, ainda, a relevância dos influenciadores na relação com o público. Eles foram responsáveis por 8,7% de todas as publicações na América Latina no último ano, e por 49% do total de interações na região. Revendo a categoria, as celebridades são as que geram maior interação entre os seguidores, alcançando 2.768 milhões de ações em 2021. No Brasil, a influenciadora Virginia Fonseca foi quem conquistou o maior volume de interações.

Autonomia do público

A análise identificou também que os consumidores estão mais exigentes em relação a práticas de negócios sustentáveis: 65% deles querem que as empresas tomem uma posição sobre valores ambientais e sociais; 70% dos millennials estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços que apoiem uma causa; 74% dos centennials (geração Z) apoiam empresas que assumem uma posição empática sobre problemas que os preocupam; e 93% dos CEOs na lista Fortune 500 discordam que suas empresas devem “se concentrar principalmente em lucro e não se preocupar com objetivos de impacto social”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2022 0 Comentários 868 Visualizações
Business

Desko recebe aporte de R$ 2,5 milhões de corporate venture norte-americana

Por Ester Ellwanger 10/03/2022
Por Ester Ellwanger

A Desko, empresa de tecnologia sediada em Porto Alegre e dedicada a oferecer uma plataforma completa de gestão do workplace, anuncia o recebimento de um investimento-anjo de R$ 2,5 milhões liderado por investidores da Mercosul Ventures. A corporate venture sediada em Seattle, nos Estados Unidos, é focada em potencializar negócios inovadores na América Latina encorajando-os a explorar o ecossistema de mercados e capital de startups estadunidenses.
Com o investimento, a Desko mira ampliar a presença internacional ainda no primeiro semestre deste ano, especialmente nos Estados Unidos, contribuindo para um crescimento de até quatro vezes o seu faturamento anual até dezembro de 2022.

A startup brasileira ganhou a atenção do mercado norte-americano após registrar crescimento acelerado: com apenas dois anos de operação, a plataforma multifunção para gestão de escritórios híbridos, registrou crescimento de 700% em 2021 e já é recomendada por facility managers de quase 300 marcas globais. No período, a Desko se tornou líder no seu segmento de mercado no Brasil e conquistou vários dos unicórnios brasileiros como Nubank, iFood, Loggi, Creditas, Quinto Andar, Linx, Stone e Loft. Empresas gigantes e também consolidadas em seus setores também adotaram a plataforma Desko, dentre elas, WarnerMedia, Heineken, Accor, Renault, Deutsche Bank, BRF, BIC, Raízen, e XP Inc.

Com o novo aporte, Mário Verdi, fundador e CEO da Desko, vê a consolidação e a expansão internacional como o próximo grande passo da empresa, uma vez que a Desko é uma das únicas empresas de tecnologia no mundo pronta para atender à demanda do setor, que impulsionada pela Pandemia de Covid-19 busca ferramentas que facilitem a migração do modelo de trabalho para a configuração híbrida – caracterizada pela necessidade de otimizar o uso de espaços físicos utilizados por trabalhadores que fazem uma jornada semi-presencial.

“Nossa sorte, ou mérito, foi ter enxergado o escritório híbrido como tendência antes mesmo desse modelo de trabalho se concretizar. Com isso, crescemos muito em 2020, especialmente nos últimos meses do ano; e explodimos em 2021. Hoje, além do Brasil, a plataforma também já possui cerca de mil escritórios em países como Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Espanha, Japão, Polônia e Alemanha”, sinaliza Mário Verdi.

De acordo com o executivo, a partir do investimento recebido neste ano, a meta será ampliar a adesão da plataforma por empresas sediadas nos Estados Unidos. “Este é um mercado com um potencial gigantesco para adoção de uma solução dedicada ao modelo híbrido de trabalho. Isto porque, apesar de toda a tecnologia produzida no país, eles estão um pouco atrasados em sua adoção de ferramentas de workplace com relação ao Brasil. Isso nos gera grandes oportunidades de negócio”, aponta Verdi.

 

Nomes de peso fortalecem o negócio

Para crescer de forma sólida e rápida, a empresa conta com o aval de grandes nomes do mundo corporativo, dentre eles o investidor Walter Benadof, sócio diretor da Mercosul Ventures e Chefe de operações da Defined.ai (ex-DefinedCrowd), que realiza curadoria de dados para acelerar o treinamento de Inteligência Artificial para empresas, e, que em 2020 fechou uma rodada de financiamento de US$ 50,5 milhões. Atualmente, Benadof é membro do Conselho da Desko no cenário internacional.

 

A Desko angariou ainda a participação de executivos de renome em seu quadro de colaboradores, como Mário Golendziner (CCO), um dos responsáveis pela implantação da DELL no Brasil e que anteriormente estava na AEL Sistemas, do grupo isralelense ELBIT; Graziela Kunde, engenheira de software que saiu da IBM depois de 15 anos, com experiência de 5 anos no Silicon Valley LAB, onde trabalhou no time do criador da linguagem SQL, Don Chamberlain; e Fernando Gorguet, atual Head de Global Sales da Desko, reconhecido profissional da área de Facilities, tendo passado por empresas como Unilever, JP Morgan, Nokia e Santander.

A projeção é de que, ainda neste ano, o número de funcionários da Desko dobre, passando dos atuais 20 para mais de 40 até dezembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Cidades

Campo Bom estuda formas de aplicar com maior rigor a LGPD

Por Ester Ellwanger 15/12/2021
Por Ester Ellwanger

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi criada para garantir maior segurança aos cidadãos. A Administração Municipal de Campo Bom, atenta aos fatos e respeitando os prazos legais, passa a se movimentar para efetuar eventuais adequações necessárias a fim de promover maior seguridade aos dados dos campo-bonenses.

O município já aplica políticas de privacidade e segurança, sendo referência no quesito transparência, e, de acordo com o prefeito Luciano Orsi, a discussão é importante. “Num futuro próximo, a prospecção de empresas e qualquer outra captação de recursos estará atrelada a essa total proteção dos dados”, afirma.

Junto ao prefeito, se reuniram, na última quinta-feira, 9 de dezembro, o vice-prefeito Paulo Gomes, os secretários Fabiana Kellermann (administração), Gabriel Colissi (Desenvolvimento Social e Habitação) e João Carlos e Silva (Esporte e Lazer), o Procurador-geral do município, Pedro Azevedo, além de representantes das demais secretarias, para debater as ações a serem tomadas no processo.

“O comprometimento de todos os servidores públicos com a pauta é importante para o melhor andamento das discussões e aplicação das propostas”, observa a secretária Fabiana. O encontro não foi o primeiro e certamente não será o último, visto que o objetivo é avançar na aplicação das novas medidas já em 2022.

Foto: Emerson Santos/ Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2021 0 Comentários 899 Visualizações
Business

Ministro das Comunicações destaca legado do leilão do 5G no Senado

Por Ester Ellwanger 09/12/2021
Por Ester Ellwanger

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, participou nesta quarta-feira,8 de dezembro, de audiência pública no Senado Federal sobre a chegada do 5G no Brasil e a implementação de políticas públicas para a nova geração de redes móveis. O debate ocorreu no âmbito da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) e abordou questões levantadas durante o ciclo de discussões sobre a tecnologia, promovido pela Casa Legislativa.

“A nossa maior preocupação com o processo do leilão foi garantir internet para quem não tem. Não só as empresas – como do agronegócio – serão beneficiadas com a chegada da tecnologia de ponta, mas também as comunidades com 30, 100 pessoas, que receberão, no mínimo, a internet 4G”, ressaltou Faria. O ministro deu respostas a todos os pontos levantados pelo senador Jean Paul Prates, autor do requerimento ao lado do senador Rodrigo Cunha.

Faria lembrou que, quando assumiu a pasta (em ocasião da sua recriação em 2020), existiam 48,5 milhões de brasileiros sem internet. “Desde o primeiro momento, trabalhamos para conectar essas pessoas, promovendo inclusão social por meio da inclusão digital”, enfatizou o ministro, ao apontar que agora 9 milhões de pessoas que não tinham qualquer conexão já podem contar com o sinal do Wi-Fi Brasil. O programa conta com mais de 14 mil pontos de conexão via satélite, atendendo Unidades de Saúde, aldeias indígenas, postos de fronteira, além de 10 mil escolas públicas, na sua maioria em áreas rurais.

Leilão não arrecadatório

O ministro ressaltou ainda que seria impossível promover a ampliação da cobertura no país com internet de alta velocidade sem o perfil não arrecadatório do leilão do 5G. Para Faria, o modelo do certame “foi exemplo para o mundo”: “a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estipulou que existiam 9,8 mil localidades em todo o país sem acesso à internet. Como contrapartida para as operadoras que arremataram os lotes de radiofrequência, exigimos a implantação de um padrão mínimo de 4G para cobrir essas áreas. No final, nenhum lugar do Brasil ficará sem internet”, comemorou.

O edital estipulou investimentos para a expansão da infraestrutura de fibra óptica na região Amazônica, cobertura nas rodovias federais e em escolas públicas, a estruturação da rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal e a entrega de kits de televisão para famílias de baixa renda do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Modelo de negócios

Entretanto, o ministro ponderou que os grandes contratantes do 5G serão o agronegócio e as indústrias, em função do novo modelo de negócio que acompanha a tecnologia. A comercialização de redes privativas irá revolucionar o setor produtivo e a chegada de cinco novas operadoras promete maior concorrência e, consequentemente, melhor qualidade e preço. “As regiões Nordeste e Centro-Oeste agora contam com a Brisanet, o Norte com a Sercomtel, no triângulo mineiro entrou a Algar, em Minas, Rio de Janeiro e no Espírito Santo a Cloud2U”, no Sul o Consórcio 5G Sul e a Winity II como entrante nacional.

Infraestrutura e garantias

Ao responder questionamento do senador Jean Prates sobre a gerência da infraestrutura do 5G, Faria explanou que a Anatel irá fiscalizar o cumprimento dos compromissos e que as empresas deixaram garantias nas modalidades caução em dinheiro, seguro-garantia ou carta de fiança bancária. “Caso a operadora pare de cumprir os investimentos exigidos, executam-se as garantias equivalentes e pode ser retomada a faixa para nova licitação”, garantiu.

Por fim, o ministro rememorou que ainda restam 15% das faixas para a quinta geração de redes móveis disponíveis para comercialização, já aprovadas pelo Tribunal de Contas da União. “Acredito que no próximo ano, quando a Anatel esclarecer o modelo de negócios dessa nova faixa (26GHz), realizaremos mais um leilão”, afirmou Faria. Ele concluiu sua participação agradecendo ao Congresso por sua atuação no sentido de colaborar com a realização do leilão do 5G. “Juntos conseguimos deixar um dos maiores legados da história do Brasil”, concluiu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2021 0 Comentários 465 Visualizações
Ensino

Governo Federal investirá R$ 140 milhões em internet para estudantes de baixas renda

Por Ester Ellwanger 09/12/2021
Por Ester Ellwanger

O Governo Federal, instituiu nesta quarta-feira, 8 de dezembro, o Programa Internet Brasil, fruto da parceria entre os ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC). O aporte inicial do MCom será de R$ 139,5 milhões para levar acesso gratuito à internet em banda larga móvel para alunos da rede pública de ensino básico, oriundos de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

O Programa será executado em caráter piloto, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que já tem experiência com a execução do Projeto Alunos Conectados, do MEC. Inicialmente, serão contempladas escolas de municípios abrangidos pelo Programa Nordeste Conectado, ação executada em parceria entre os ministérios da Comunicação e da Educação. O projeto piloto prevê a distribuição e manutenção de cerca de 700 mil chips. A expectativa é que os primeiros acessos móveis sejam distribuídos no início do ano letivo, em 2022.

Quatro eixos vão nortear a ação do programa: a ampliação de acesso à internet e a inclusão digital das famílias de alunos da educação básica; o acesso a recursos educacionais digitais, inclusive aqueles disponibilizados pela rede pública de ensino; a participação de alunos em atividades pedagógicas não presenciais; e o apoio às políticas públicas que necessitem de conectividade para sua implementação, inclusive ações de governo digital.

“A edição da MP vem suprir uma necessidade urgente e dar ao Governo Federal um mecanismo que possa diminuir os efeitos adversos decorrentes das medidas de distanciamento social”, expôs o ministro das Comunicações, Fábio Faria. No contexto em que as atividades presenciais estão inconstantes – e apesar de a pandemia estar em seu menor nível de gravidade – Faria defende que o acesso à internet é ainda mais fundamental: “especialmente no caso de estudantes, que tiveram suas perspectivas de desenvolvimento afetadas integralmente pela instabilidade do processo de aprendizagem. Mas também do ponto de vista econômico, já que várias famílias continuam a experimentar uma redução da renda como decorrência da pandemia”.

 

Ensino Híbrido

O Internet Brasil será implantado de forma gradual, na medida da disponibilidade orçamentária e financeira, dos requisitos técnicos para a oferta do serviço e outras disposições estabelecidas pelo MCom. O foco da política é viabilizar conectividade e acesso a recursos digitais, diante da materialidade do ensino híbrido – a despeito do caráter emergencial, o intuito da pasta é estabelecer o programa de forma permanente. Ao iniciar a implementação do Internet Brasil nas cidades do Programa Nordeste Conectado, será possível aprofundar o processo de transformação digital nas localidades, complementar a conectividade que já é fornecida às escolas e aproveitar as estruturas de gestão e interlocução institucional, que foram semeadas no âmbito do programa, para acelerar a implantação do Internet Brasil.

O projeto piloto prevê a distribuição e manutenção de cerca de 700 mil chips, com disponibilização de pacotes de banda larga móvel ao longo de 2022. O chip não conta com serviços de telefonia móvel e, nesse primeiro momento, não haverá distribuição de dispositivos de acesso, como telefones ou modems. Cabe ainda ao MCom definir as características técnicas e a forma de disponibilização do serviço de acesso à internet em banda larga. Também é responsabilidade da Pasta o monitoramento e a avaliação dos resultados previstos, de forma a assegurar a transparência na divulgação de informações.

 

Alunos Conectados

O Internet Brasil guarda referências do projeto Alunos Conectados, executado pelo MEC, que tem levado internet gratuita para mais de 159 mil alunos, de 99 universidades e institutos federais. A ação proporciona a continuidade dos estudos ao longo do período de distanciamento social. O projeto contribui de forma importante para a democratização do acesso à educação, para impulsionar a inclusão digital e para a redução de desigualdades no acesso às tecnologias. Mas a iniciativa é voltada para estudantes das instituições federais de ensino técnico e superior. Já o foco do Internet Brasil está direcionado ao atendimento de alunos da educação básica da rede pública de ensino, em sua maioria nas instituições municipais e estaduais.

Com base nos dados da PNAD TIC 2019, o percentual de estudantes, de 10 anos ou mais, com acesso à internet cresceu de 86,6%, em 2018, para 88,1%, em 2019. Com base na pesquisa, restam ainda cerca de 4,3 milhões de estudantes a serem conectados, sendo a maioria representada por alunos de escolas públicas (95,9%). Todavia, parte deste percentual de jovens com acesso é composto por alunos com restrições eventuais, como compartilhamento de chips ou dificuldade de pagamento, que encontram, de forma recorrente, limitação de acesso. Potencialmente, a ampliação do acesso à internet que o programa irá propiciar se destina a todos os 22 milhões de alunos. A falta de conexão impede o acesso a recursos educacionais disponíveis em formato digital, como plataformas educacionais de ensino à distância, impedindo a participação de atividades pedagógicas não presenciais.

 

Lei 14.172

A Lei 14.172/2021 previu a entrega de R$ 3,5 bilhões aos estados e ao Distrito Federal, para aplicação, pelos poderes executivos estaduais e do Distrito Federal, em ações para a garantia do acesso à internet, com fins educacionais, aos alunos e aos professores da rede pública de ensino dos estados, do Distrito Federal e de municípios, em virtude da calamidade pública decorrente da Covid-19.

O Programa Internet Brasil, embora também tenha surgido no contexto da pandemia, não se confunde com a lei, uma vez que é uma iniciativa que objetiva ter caráter permanente, promovendo conectividade para os alunos oriundos das famílias mais carentes com o objetivo de dar acesso a recursos digitais, permitir ensino remoto e ampliar a inclusão digital de famílias, que se mostra sobremaneira importante, mesmo em um cenário de superação da pandemia.

Nesse sentido, o novo programa não se resume à transferência de recursos financeiros para os entes federativos. Busca, na verdade, criar toda a estrutura necessária para que o acesso móvel chegue aos alunos da rede pública e beneficie também as suas famílias. Será especialmente útil para entes federativos que, por diversas razões, não têm condições de estruturar programas próprios de conectividade móvel. Além disso, devido à sua escala e por ser conduzido de forma centralizada pelo Governo federal, o Internet Brasil tende a ser uma solução de conectividade mais eficiente do que iniciativas dispersas de outros entes da federação.

 

Inclusão Digital

O Internet Brasil é mais uma iniciativa de inclusão digital do MCom e a primeira que objetiva fornecer acesso individual à população. Atualmente, o Ministério já opera o Wi-Fi Brasil, que, no entanto, visa a promoção de acesso fixo de forma coletiva, como em escolas e praças.

A instituição do programa reflete a necessidade de dar um peso maior nas políticas públicas de telecomunicações, à garantia do acesso efetivo à conectividade, em complementação à disponibilização do serviço. Esse reposicionamento é justificado pelo sucesso do leilão do 5G que, como decorrência dos compromissos de investimento, promoverá a expansão da infraestrutura de telecomunicações.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2021 0 Comentários 546 Visualizações
Business

Leilão 5G garante internet de alta velocidade para toda a região Sul

Por Stephany Foscarini 03/12/2021
Por Stephany Foscarini

Os pampas da região Sul do Brasil estarão em breve cobertos com o sinal de telefonia móvel de última geração, favorecendo a integração nacional e aproximando os sulistas. Após a conclusão do leilão do 5G, realizado em novembro pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e promovido pelo Ministério das Comunicações (MCom), as operadoras Claro, TIM e o Consórcio 5G Sul arremataram os lotes referentes aos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e, em contrapartida, assumiram compromissos para ampliação da conectividade.

O Sul ganha uma nova operadora e o Brasil mais competitividade e concorrência, o que pode levar a uma redução nos preços dos serviços de telefonia móvel”.

Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, “o Sul ganha uma nova operadora e o Brasil mais competitividade e concorrência, o que pode levar a uma redução nos preços dos serviços de telefonia móvel”. A novidade fica por conta do Consórcio 5G Sul, que arrematou o lote na faixa de 3,5 GHz por R$ 73,6 milhões. O grupo de empresas reúne a Copel Telecom e a Unifique, que já atuam na região Sul no mercado de telecomunicações, oferecendo serviços de banda larga, tv por assinatura, telefonia fixa e móvel e data center.

As empresas vencedoras das faixas de radiofrequência de 700 MHz (megahertz); 2,3 GHz (gigahertz); 3,5 GHz; e 26 GHz deverão direcionar mais de R$ 42 bilhões dos valores totais pagos pelos lotes em iniciativas previstas no edital. A principal obrigação assumida é garantir a cobertura de internet móvel de quinta geração e assegurar o padrão mínimo do 4G nas cidades com menos de 30 mil habitantes.

Cobertura 5G

A nova geração de conectividade estará disponível para todos os 1.191 municípios dos três estados, beneficiando mais de 30 milhões de sulistas. Além disso, os 106 mil moradores de distritos, povoados ou comunidades (que não são sedes municipais) também irão usufruir da tecnologia 5G, a ser fornecida pelo consórcio de empresas locais.

Todas as operadoras possuem prazos a cumprir, determinados no edital, para levar o sinal da nova geração às localidades determinadas. As capitais já passam a receber a tecnologia no próximo ano, seguidas das cidades com mais de 500 mil habitantes, 200 mil, e aquelas com mais e menos de 100 mil. Em Caxias do Sul (RS), por exemplo, o 5G promete aportar em 2025 e nas 10 sedes municipais gaúchas com mais 200 mil moradores, como Santa Maria, Pelotas e Passo Fundo, até 2026.

Em Santa Catarina, as cidades de Blumenau, Chapecó e Criciúma estão entre os cinco municípios onde a quinta geração também chega até 2026, enquanto outros seis, com mais de 100 mil habitantes, aguardam até 2027. Para outras 378 cidades paranaenses com menos de 100 mil pessoas, entre elas Pato Branco e Sia Norte, o prazo é até 2029.

Expansão do 4G

Nos três estados, mais de 1,2 milhão de moradores em localidades (não sede) e cidades com pouca ou nenhuma conexão ganharão conectividade 4G. Ademais, 4,4 mil quilômetros de rodovias federais também serão cobertos com a internet de quarta geração. Desse total, 245 trechos foram incluídos nos compromissos em função do ágio pago pelas empresas.

Fibra óptica

As ações para ampliação da conectividade na região prosseguem com a instalação de redes de transmissão de fibra óptica (backbone) em onze municípios do Rio Grande do Sul que hoje não dispõem da infraestrutura. Serão 351 km de cabos instalados para deixar mais de 67 mil brasileiros ligados na revolução da internet de alta velocidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2021 0 Comentários 668 Visualizações
Business

Após leilão, Brasil se prepara para receber infraestrutura de conectividade

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

A realização do leilão do 5G marca o início de uma jornada que permitirá a entrada da mais nova tecnologia de internet móvel no Brasil. Com a venda das faixas de radiofrequência, empresas poderão oferecer serviços de telecomunicações em todo o território brasileiro, umas no âmbito nacional, outras no regional. No entanto, para que a conexão chegue aos brasileiros, há uma sucessão de passos e obrigações a serem cumpridas – e o processo já começou.

Uma das etapas é a homologação de resultado do leilão, feita pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A próxima reunião está agendada para 25 de novembro e poderá tratar do assunto. Após a sanção, as empresas vencedoras têm prazo de dez dias para apresentar as garantias financeiras, sem as quais não é possível seguir para a próxima fase. Em seguida, operadoras e o Governo Federal assinam contrato oficializando a concessão. A cerimônia é prevista para o dia 14 de dezembro.

 

Migração das Parabólicas

Em paralelo aos procedimentos vinculados diretamente à licitação, outros passos começaram a ser dados para tornar viável o serviço de internet 5G. O principal é o estudo sobre a desativação do sinal de TV por meio de antenas parabólicas – o Serviço Fixo por Satélite (FSS, da sigla em inglês Fixed Satellite System) – em localidades que receberão a nova tecnologia. O trabalho será acompanhado pelo Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi).

A faixa de 3,5 GHz (gigahertz) – que será utilizada para o 5G – é próxima da faixa usada pelas TVs parabólicas, o que pode gerar interferência nos sinais. Diante deste cenário, a Anatel previu no edital do leilão que a ativação do 5G está condicionada à desativação e substituição dessas antenas. Assim, as vencedoras só poderão oferecer a nova tecnologia de conexão móvel após distribuírem às famílias usuárias do serviço os equipamentos necessários à recepção do sinal de TV aberta e gratuita na banda Ku. O prazo final para a migração nas capitais dos estados e no Distrito Federal é 30 de junho de 2022.

 

Entidade Administradora

Para conduzir esse processo será instalado o Gaispi, com um representante do Ministério das Comunicações (MCom) e – em igual número entre si – com representantes de todas as proponentes vencedoras dos lotes Tipo B; representantes dos radiodifusores afetados; das exploradoras de satélites afetadas; e das empresas vencedoras dos Lotes C1 a C8 e D1 a D32.

No último dia 10/11, o Conselho Diretor da Anatel definiu que a presidência e coordenação do Grupo será liderara pelo conselheiro Moisés Moreira. O Gaispi será responsável por, entre outras atribuições, disciplinar e fiscalizar a aplicação dos recursos pagos pelas proponentes. Os demais membros serão nomeados em sua reunião de instalação, em data ainda não definida.

A partir disso, empresas vencedoras deverão constituir, no prazo de até 70 dias corridos (a partir da instalação do Grupo), a Entidade Administradora da Faixa (Eaf) de 3,5 GHz, cujo intuito será operacionalizar, de forma isonômica e não discriminatória, todos os procedimentos relativos às atividades de migração para a banda Ku; de desocupação da faixa de 3.625 MHz a 3.700 MHz; de implantação do Programa Amazônia Integrada e Sustentável (Pais); e de implantação de uma rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal.

 

Série Especial 5g

Nas próximas duas semanas, a partir de segunda, 22 de novembro, publicaremos conteúdo especial sobre os próximos passos para a chegada da tecnologia 5G no Brasil, com recortes particulares por região e com detalhamento de compromissos assumidos pelas operadoras vencedoras do leilão das faixas de radiofrequência. Acompanhe esse material especial no site, canais e redes sociais do MCom.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2021 0 Comentários 484 Visualizações
Business

É amanhã o leilão para iniciar a era 5G no Brasil

Por Ester Ellwanger 03/11/2021
Por Ester Ellwanger

A renovação 5G começa nesta quinta, 4 de novembro, dia da maior licitação da história das telecomunicações no país, e acende a expectativa pela criação de modelos de negócios, empregos e renda para milhões de brasileiros e impulso no PIB nacional em cerca de R$ 6,5 trilhões nos próximos 20 anos. O certame pode movimentar R$ 169 bilhões em investimentos totais nos próximos 20 anos, sendo que a maior parte desse valor será destinada a investimentos e contrapartidas, conforme especificação do edital. No dia 27 de outubro, foram recebidas 15 propostas elaboradas por operadoras de telecomunicações e provedores regionais.

“Além do salto tecnológico — que tornará realidade inovações como carros autônomos, casas inteligentes, cirurgias remotas e operação em larga escala de maquinário na indústria e no agronegócio — a licitação irá garantir condições mínimas de inclusão para 40 milhões de brasileiros que ainda vivem em um deserto digital”, antecipa o ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Entre as contrapartidas, a licitação define metas para os investimentos na expansão da infraestrutura de fibra óptica na região Amazônica por meio de cabos subfluviais, a expansão da cobertura com sinal de internet para todas as rodovias federais e para mais de 9.600 localidades mapeadas pelo IBGE, como povoados, núcleos rurais e vilas, onde a internet móvel ainda não chegou.

Também fazem parte dos compromissos que serão assumidos pelas empresas vencedoras a estruturação da rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal e a entrega de kits de televisão para famílias de baixa renda do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

 

Rotina do leilão

O secretário de Telecomunicações do MCom, Artur Coimbra, explica que “cada operadora interessada entregou, no dia 27 de outubro, os documentos de identificação e regularidade fiscal, as propostas de preço e as suas garantias de manutenção de proposta”. Amanhã, de acordo com o secretário, os envelopes com as propostas serão abertos, sequencialmente, no auditório principal do Espaço Cultural da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com transmissão em tempo real pelo canal da Agência no YouTube. A partir deste momento começa o leilão de fato, quando as empresas disputam os diferentes lotes disponíveis. Esse processo pode se alongar de um a três dias, conforme a previsão do secretário.

 

Lotes ofertados

O 5G é um padrão de quinta geração do espectro eletromagnético para frequências com largura de banda maior. Esses espaços nas ondas de redes móveis serão ofertados em quatro lotes, divididos nas seguintes faixas:

  • 700 MHz, será usada para ampliação do 4G atendendo cidades ainda não cobertas pela tecnologia
    ⇢ 1ª rodada (bloco de 10 + 10 nacional)
    Compromissos: rodovias federais e localidades sem 4G
    ⇢ 2ª rodada (dois blocos de 5 + 5 regionais)
    Compromissos: localidades sem 4G e rodovias federais
    Spectrum Cap: aquele estabelecido no artigo 1º, inciso I, da Resolução 703/2018, não se admitindo a participação de proponente, suas controladas, controladoras ou coligadas que, na mesma área geográfica, já detenham autorização de uso de radiofrequências em caráter primário na faixa de 698 MHz a 806 MHz.
    Prazo da autorização: disciplinados pelo Anexo à Resolução nº 625/2013, pelo prazo de 20 anos, prorrogável a título oneroso, na forma da regulamentação vigente à época do vencimento, sendo a primeira prorrogação até 8 de dezembro de 2044.

 

  • 2,3 GHz, com alta capacidade para áreas densamente povoadas, também será dividida com o 4G inicialmente
    ⇢ 1ª rodada (bloco de 50 MHz e bloco de 40 MHz regionais)
    Compromissos: cobrir com 95% da área urbana dos municípios sem 4G.
    Spectrum Cap: 50 MHz para o conjunto compreendendo os Lotes da faixa de 2,3 GHz, respeitado o estabelecido no artigo 1º, inciso II, da Resolução nº 703/2018.
    Prazo da autorização: 20 anos.

 

  • 3,5 GHz, rede exclusiva de 5G com capacidade de transmissão de altíssima velocidade
    ⇢ 1ª rodada (quatro blocos nacionais de 80 MHz; oito blocos regionais de 80 MHz)
    Compromissos: Instalar rede de transporte (backhaul de fibra ótica) em municípios indicados no Anexo XV. Instalar Estações Rádio Base (ERBs) que permitam a oferta do Serviço Móvel Pessoal (SMP, a telefonia móvel) por meio de padrão tecnológico igual ou superior ao 5G NR release 16 do 3GPP, na proporção mínima de uma estação para cada dez mil habitantes. Ressarcir as soluções para os problemas de interferência prejudicial na recepção do sinal de televisão aberta e gratuita, transmitidos na Banda C, à população efetivamente afetada, nos termos da Portaria nº 1.924/SEI-MCOM/2021, do Ministério das Comunicações. Implantar o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (PAIS) e o projeto Rede Privativa de Comunicação da Administração Pública Federal.
    ⇢ 2ª rodada – caso de algum bloco da 1ª rodada fique deserto (blocos de 20 MHz)
    Spectrum Cap: 100 MHz para o conjunto compreendendo os Lotes da faixa de 3,5 GHz.
    Limitação de arrematação de mais de dois blocos regionais.
    Prazo da autorização: 20 anos

 

  • 26 GHz, rede pura de 5G onde deve ocorrer a transmissão de dados da economia em larga escala, como automação industrial e no agronegócio
    ⇢ 1ª rodada (dez blocos nacionais e seis blocos regionais de 200 MHz)
    Compromissos: projetos de conectividade de escolas públicas de educação básica, com a qualidade e velocidade necessárias para o uso pedagógico das TICs nas atividades educacionais regulamentadas pela Política de Inovação Educação Conectada.
    Spectrum Cap: 1 GHz para o conjunto compreendendo os Lotes da faixa de 26 GHz.
    Prazo da autorização: 20 anos
    ⇢ 2ª rodada (até dez blocos nacionais e seis regionais de 200 MHz – se não forem vendidos na 1ª rodada)
    Compromissos: projetos de conectividade de escolas públicas de educação básica, com a qualidade e velocidade necessárias para o uso pedagógico das TICs nas atividades educacionais regulamentadas pela Política de Inovação Educação Conectada.
    Spectrum Cap: 1 GHz para o conjunto compreendendo os Lotes da faixa de 26 GHz.
    Prazo da autorização: 10 anos

 

Prazos para implementação

Uma das dúvidas mais frequentes a respeito da tecnologia 5G é sobre quando ela estará efetivamente implementada em todo o território brasileiro. O secretário Artur Coimbra destaca que o edital possui “metas fixadas ano a ano. As primeiras vencem em julho de 2022, quando todas as capitais brasileiras devem ter cobertura de 5G. Já em 2028, a meta é para cobertura de todas as cidades do país”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/11/2021 0 Comentários 762 Visualizações
Business

Sul tem alta de 25,30% no faturamento pela internet

Por Stephany Foscarini 24/09/2021
Por Stephany Foscarini

O Sul sinalizou crescimento de 25,30% no faturamento do e-commerce, em agosto de 2021 em relação ao mesmo mês do ano passado. Nesse mesmo período, as vendas do setor na região também registraram alta: 14,81%. Os dados são do índice MCC-ENET, levantamento desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

Continuando com a base comparativa entre os meses de agosto, no faturamento do setor e na composição por região, o Sul ficou em primeiro lugar. Na sequência, os resultados foram: Centro-Oeste (23,96%); Sudeste (19,41%); Nordeste (17,22%) e Norte (14,97%).

“Em 2020, tivemos um longo período de confinamento com comércios físicos fechados, alavancando as vendas pelo comércio eletrônico. Crescer de forma expressiva sobre esta base de referência, agora com o comércio físico quase em operação de normalidade é um sinal de que as vendas remotas chegaram a um novo patamar na preferência do consumidor brasileiro”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online no Sul

Ao comparar as vendas praticadas pela internet, agosto em relação a julho, o Sul ficou em segundo lugar (3,73%), atrás do Norte (5,46%). As demais regiões tiveram a seguinte configuração: Centro-Oeste (1,75%); Sudeste (1,72%); e Nordeste (−2,68%).

No acumulado do ano, por região, a configuração ficou da seguinte forma: Centro-Oeste (35,42%); Nordeste (31,58%); Norte (29,85%); Sul (22,67%) e Sudeste (11,18%).

Faturamento do Sul

Na métrica de faturamento, usando a mesma base comparativa (agosto e julho), por região, o Sul continua na vice-liderança com alta de 4,42%, atrás do Norte (7,10%). As demais regiões tiveram o seguinte desempenho: Centro-Oeste (4,16%); Sudeste (3,15%); e Nordeste (−1,65%).

No acumulado do ano, os dados foram: Centro-Oeste (40,80%); Nordeste (38,51%); Sul (34,46%); Norte (31,27%); e Sudeste (20,75%).

Metodologia

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

Confira o estudo completo no link.

O que é

Resultado de uma parceria formada entre o Compre & Confie e a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net). O MCC-ENET é o primeiro indicador a fazer um acompanhamento sistematizado da evolução dos preços do varejo online brasileiro. Utilizando uma metodologia confiável e dados reais de vendas dos principais varejistas, é a principal referência como fonte de informações sobre o setor, tanto para as empresas como para agentes do mercado e consumidores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2021 0 Comentários 614 Visualizações
Variedades

Do print do WhatsApp ao dano moral

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

Artigo: Saymon Leão

O avanço de serviços de mensagens instantâneas e a Lei Geral de Proteção de Dados, cada vez mais presentes em nosso cotidiano, têm intensificado a atuação do Judiciário em assuntos outrora usuais e cotidianos. Há muito se discute, por exemplo, se o vazamento de informações e a exposição de dados pessoais geram direito a indenização por danos morais.

Especialistas avaliam o tema em posições distintas: há quem entenda que o ressarcimento surgiria tão somente com a comprovação dos danos decorrentes da exposição, enquanto outros consideravam não haver, necessariamente, vinculação entre eventuais danos e a ocorrência do vazamento. Igualmente, decisões judiciais conflitavam, não prevalecendo um entendimento consolidado sobre o tema.

Pois um print trouxe tal jurisprudência. Decisão proferida pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (REsp nº 1.903/273/PR) considerou que a divulgação de conversas realizadas mediante aplicativos através de compartilhamento de captura de tela das mensagens, sem prévia autorização dos demais membros da conversa, por si só caracteriza o direito a dano moral, salvo situações excepcionais, como a de divulgação no exercício de autodefesa ou resguardar o direito do receptor da mensagem.

Ainda que as decisões judiciais recentes não apresentassem um posicionamento pacífico sobre a ocorrência de danos morais acerca do vazamento de dados e/ou exposição, a Min. Nancy Andrighi, relatora do Recurso Especial, adotou o posicionamento de que a exposição de mensagens de terceiros, sem prévio consentimento ou autorização judicial, fere o sigilo das conversas. Razão pela qual a magistrada citou que a divulgação indevida de mensagens enviadas via WhatsApp ‘caracteriza ato ilícito apto a ensejar a responsabilização por eventuais danos decorrentes da publicização’.

Na visão da relatora, há de ser resguardado, nas mensagens instantâneas realizadas através das plataformas digitais, o conceito do sigilo e da inviolabilidade das comunicações telefônicas, ressaltando inclusive o fato de que o aplicativo mantém a tecnologia de criptografia de ponta a ponta das conversas, a fim de garantir a integridade das mensagens e restringir o acesso de terceiros estranhos à relação.
Houve preocupação da ministra inclusive em esclarecer que eventual direito à liberdade de informação e expressão não deve prevalecer ao direito da privacidade, sob pena do direito à informação apresentar uma insubordinação ao direito fundamental ‘à privacidade e à intimidade do indivíduo’.

Sob essa perspectiva, a relatora avaliou que a divulgação de prints das mensagens, trocadas tanto em conversas individuais como em grupos do Whatsapp (sem anuência dos demais participantes), deve ser classificada como vazamento, ou seja, ato ilícito. Pelo fato, o transgressor deve ser responsabilizado — e o voto foi no sentido de que a indenização de danos morais fixada nas instâncias inferiores, no valor R$ 5.000,00, deveria ser mantida —. A posição da ministra foi acompanhada pelos demais membros da 3ª Turma do STJ.

Logo, conclui-se que compartilhar conversa privada, ainda que mantida em grupos de Whatsapp, viola a expectativa dos demais integrantes, transgredindo o sigilo das informações e o direito à privacidade e à intimidade dos terceiros. Deve, assim, prevalecer a manutenção da privacidade em face da publicização das mensagens, sob pena de caracterização de ato ilícito, ensejando direito a indenização por dano moral, independente da demonstração dos danos suportados.

Saymon Leão- Advogado da Área Digital e Proteção de Dados do escritório SCA — Scalzilli Althaus Advogados
18/09/2021 0 Comentários 1,4K Visualizações
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