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Business

Exportações de tabaco devem apresentar acréscimo em 2021

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

As exportações de tabaco estiveram na pauta da 63ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco nesta quarta-feira, 28 de abril, quando cerca de 30 representantes do setor do tabaco e de outras entidades, se reuniram virtualmente. O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, apresentou as perspectivas das exportações de tabaco para 2021.

O Brasil tem conseguido manter uma exportação anual em torno de 500 mil toneladas.

Pesquisa realizada pela Deloitte, a pedido do sindicato, aponta que os embarques devem apresentar acréscimo de 2,1% a 6% no volume e de 6,1% a 10% em dólares em relação a 2020, quando foram exportadas 514 mil toneladas, totalizando US$ 1,638 bilhão em divisas. De janeiro a março, segundo dados do Ministério da Economia, o embarque de 134 mil toneladas gerou divisas de US$ 418 milhões, receita que representa um aumento de 19% em comparação com o mesmo período de 2020.

“O Brasil tem conseguido manter uma exportação anual em torno de 500 mil toneladas, o que demonstra uma estabilidade no mercado mundial mesmo diante do cenário de pandemia e todos os seus desdobramentos sociais e econômicos. Temos a expectativa de que o Brasil se mantenha como líder mundial de exportações de tabaco, posição ocupada desde 1993”, disse Schünke que também falou sobre a adaptação das atividades da indústria do tabaco e do Instituto Crescer Legal durante a pandemia da Covid-19.

A 9ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e a Segunda Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos do Tabaco (MOP2) também estiveram na pauta do encontro. Status sobre a produção do tabaco, sobre as reformas administrativa e tributária, bem como a aprovação de novos produtos de tabaco foram outros temas debatidos. As próximas reuniões da Câmara Setorial estão previstas para ocorrer nos dias 12 de agosto e 26 de outubro.

Saiba mais – Em 2020, o tabaco representou 0,8% do total de exportações brasileiras e 4,1% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, estado que concentra quase a metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,5% do total das exportações. Nas exportações do agronegócio brasileiro, o tabaco ocupa a oitava posição.

O principal mercado brasileiro em 2020 foi a União Europeia, destino de 41% do tabaco exportado, seguida pelo Extremo Oriente (24%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (9%), América Latina (9%) e Leste Europeu (6%). Entre os países, a Bélgica (US$ 414 milhões) continua sendo o principal importador do produto, seguido da China (US$ 153 milhões) e Estados Unidos (US$ 125 milhões). Na sequência da lista dos principais clientes estão a Indonésia (US$ 98 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 74 milhões), Turquia (US$ 55 milhões) e Rússia (US$ 54 milhões).

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 592 Visualizações
Business

Killing registra crescimento de 37% em fevereiro

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Killing S.A. Tintas e Adesivos registrou aumento de 37% no faturamento de fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano passado. O número representa um recorde à empresa, que credita o resultado positivo às operações internacionais, seja com a exportação dos produtos fabricados no Brasil ou nas plantas fabris da Argentina e do México. O mercado externo é de grande representatividade para a Killing, que aumentou a equipe da área com objetivo de elevar o nível dos serviços oferecidos, tornando-se líder nas Américas dentro do segmento de adesivos para calçados. Os índices favoráveis deste início de 2021 seguem o embalo de 2020 que, mesmo tendo sido um período desafiador, a empresa fechou o ano com 13,3% de crescimento.

Também tivemos uma aproximação maior com os clientes, o que nos possibilitou ter uma visão mais precisa dos 23 mercados-alvo que trabalhamos.

Em 2020, durante um momento de incertezas, a Killing se antecipou e optou por manter o controle emocional das lideranças e ampliar o nível de comunicação. “Passamos a fazer reuniões virtuais semanais com nossa equipe interna e externa, cerca de 200 representantes e técnicos. Também tivemos uma aproximação maior com os clientes, o que nos possibilitou ter uma visão mais precisa dos 23 mercados-alvo que trabalhamos. Tornamo-nos uma proxy do mercado brasileiro”, relata Jean Pinheiro (foto em destaque), diretor comercial da Killing.

Adaptando-se ao “novo normal”, ainda em maio do ano passado, a empresa estimou a breve retomada do mercado e iniciou o planejamento de fornecimento de matéria-prima e retorno da capacidade fabril. “Em agosto, quando o mercado passou a melhorar, estávamos abastecidos de matéria-prima, estoques altos de produtos prontos e capacidade fabril reestabelecida, então surfamos a onda do mercado em alta, batendo sucessivos recordes de faturamento. Dessa maneira, terminamos 2020 com 13,3% de crescimento”, destaca Pinheiro.

Pensando em 2021, o diretor comercial conta que identificaram a necessidade de modernizar a estrutura física e informacional. As mudanças na parte física incluíram modificações estruturais na área administrativa e no laboratório, “com o objetivo de promover mais conforto e, principalmente, melhorar a comunicação entre equipes, e também foram comprados equipamentos novos para a produção e o laboratório”. Na parte informacional, foi planejada a implantação de um novo sistema de gestão, que ocorreu em janeiro, que possibilitará o trabalho com novas tecnologias como inteligência artificial, bots, deep learning e outros processos digitais.

As expectativas para o restante do ano são otimistas. “Estamos confiantes em termos um crescimento de dois dígitos, pelos aprendizados que tivemos no passado recente e também pela nossa estratégia de diversificação, que nos dá uma segurança em aproveitarmos os momentos difíceis”, conclui Jean Pinheiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2021 0 Comentários 585 Visualizações
Business

Feira calçadista nos EUA gera US$ 1,1 milhão para brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 01/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Retomando gradualmente a participação em feiras presenciais, os calçadistas brasileiros comemoram a expectativa de comercialização de mais de 35 mil pares de calçados – entre negócios realizados in loco e alinhavados – na mostra norte-americana Atlanta Shoe Market, realizada entre 20 e 22 de fevereiro. A participação de cinco marcas verde-amarelas foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A feira gerou diversos contatos relevantes com compradores, especialmente dos Estados Unidos, e mostrou a força do calçado brasileiro naquele mercado.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, ressalta que a participação foi positiva, apesar da visitação menor de compradores em função da pandemia do novo coronavírus. Com a adoção de protocolos de segurança, a feira gerou mais de US$ 1,1 milhão às marcas brasileiras, entre negócios efetivados e alinhavados durante o evento. “A feira gerou diversos contatos relevantes com compradores, especialmente dos Estados Unidos, e mostrou a força do calçado brasileiro naquele mercado”, avalia Ruisa.

Juan Carlos De Haro, representante de algumas das marcas brasileiras expositoras, ressalta que a mostra foi positiva, especialmente levando em consideração a situação de o país ainda estar passando pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus. “Embora a visitação tenha sido menor do que em anos anteriores, a Atlanta Shoe Market mostrou que segue relevante e atraindo os principais compradores dos Estados Unidos”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/03/2021 0 Comentários 594 Visualizações
Zero grau
Cidades

Sapiranga viabiliza participação de marcas locais na Zero Grau

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o apoio da Administração Municipal, oito empresas de Sapiranga estiveram expondo seus produtos na Feira Zero Grau, em Gramado. Além disso, o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Marco Cassel, visitou na tarde desta terça-feira (17) as empresas da cidade que apresentam suas coleções na feira.

O município investiu R$ 59.856,00 para a participação das empresas locais na Feira de Calçados e Acessórios deste ano. Assim, as marcas Zadora, Greta, Dutti, KLB, Lutheuz, Liver e Mr. Silver participam em estande coletivo e a Invoice esteve com estande individual. Para o secretário, a Zero Grau representa um importante passo para as empresas nesta retomada dos negócios em um ano atípico e difícil, em virtude da pandemia do coronavírus. “É uma oportunidade de mostrar a marca e fechar pedidos, gerando mais empregos e renda, além de movimentar a economia do nosso município”, explica.

Assim, a Zero Grau marcou a volta das feiras presenciais do setor calçadista no Brasil e conta com 150 marcas expondo no Serra Park. As perspectivas de negócios são boas, com visitantes de vários estados brasileiros, como Minas Gerais e Paraná.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2020 0 Comentários 512 Visualizações
grafeno
Variedades

Tecnologia inédita qualifica processamento de grafeno para setores da indústria

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma solução tecnológica única no mundo pode amplificar a qualidade do grafeno processado no UCSGRAPHENE, unidade de nanotecnologia da Universidade de Caxias do Sul. Assim, em parceria com a empresa Zextec Consultoria Empresarial, foi desenvolvido um reator de dispersão do grafeno em soluções líquidas e sólidas. O equipamento tem a finalidade de misturar, da forma mais homogênea possível, o grafeno nos materiais em que ele for aplicado, como compósitos, lubrificantes, tintas e solventes, entre outros, garantindo melhor qualidade no produto final.

Além disso, essa maior homogeneidade se deve à alta capacidade de cisalhamento (corte ou deformidade causada por tensão gerada por forças aplicadas em sentidos iguais ou opostos) do reator, que funciona em até 200.000 RPMs. Desta forma, levando para a escala industrial a mesma eficiência em mistura obtida em nível laboratorial.

Referência para o mercado

“A dispersão de nanomateriais é tão complexa como a sua fabricação. Com este desenvolvimento podemos almejar a inclusão do grafeno em escala industrial em quase todo o tipo de produto. Assim, isso que vai permitir posicionar o UCSGRAPHENE como uma referência no mercado relacionado a soluções prontas de produtos com grafeno”, aposta o diretor da Zextec, Hugo Sousa, que esteve à frente do projeto.

Além disso, desde o início da implementação do UCSGRAPHENE, consolidada em março deste ano, havia a busca por uma solução para a dispersão homogênea em escala industrial. “Como o grafeno ainda é bastante novo para a indústria, este tipo de equipamento simplesmente não existe. Sabendo da importância de dominar o processo de dispersão para poder desenvolver o uso do grafeno, investimos no desenvolvimento de um equipamento inovador em todo mundo”, descreve.

Ampliação de soluções

O primeiro protótipo do reator de dispersão da Zextec já está em operação, após dois meses de testes. Assim, segundo Sousa, os resultados impressionam. “Com esta tecnologia, além do grafeno como matéria-prima poderemos também entregar soluções aplicadas e completas para as mais diferentes necessidades das indústrias”, comemora.

Por fim, o coordenador do UCSGRAPHENE, professor Dr. Diego Piazza, observa que uma das maiores dificuldades na área da nanotecnologia é a produção em escala industrial. Desta forma, segundo ele, o desenvolvimento do novo reator de dispersão torna-se mais inovador ainda. “Migramos para um patamar tecnológico mais alto, de forma que temos a possibilidade de replicar os desenvolvimentos realizados em escala laboratorial para a escala industrial. Com isso, podemos auxiliar ainda mais as empresas na aplicação do grafeno tanto em produtos já existentes como em projetos de novos produtos”, pontua.

Foto: Roger Clots/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2020 0 Comentários 795 Visualizações
Business

Farmacêutica anuncia investimento de R$ 7 milhões

Por Gabrielle Pacheco 08/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Indústria Farmacêutica IFAL driblou o complexo contexto de 2020 e promove, neste ano, uma mudança de patamar em seus negócios. O elemento central desse salto é o anúncio da construção de seu novo centro de distribuição (CD) em Camaquã, que terá um investimento de R$ 7 milhões. A previsão de entrega do empreendimento é março de 2021, com abertura de 40 novos postos de trabalho, entre construção e atividade-fim.

“A estrutura de 2.500 m² será ecologicamente sustentável desde seu princípio.”

De acordo com o diretor, Miguel Salgado, o novo local foi desenvolvido com foco na armazenagem de medicamentos. “Uma das principais inovações do empreendimento está no fato de que a construção será feita com materiais térmicos. Com isso, no futuro, minimizaremos o uso de aparelhos de ar condicionado. Dessa maneira, a estrutura de 2.500 m² será ecologicamente sustentável desde seu princípio”, explica.

Centro de distribuição da IFAL

CD da IFAL terá investimento de R$ 7 milhões (Divulgação)

Previsão de crescimento

O empreendimento é fruto de um crescimento regular da empresa nos últimos anos. De acordo com o Estudo de Mercado Institucional da IQVIA, o mercado farmacêutico brasileiro somou R$ 215,6 bilhões em vendas no ano de 2019. Já a IFAL, nos últimos cinco anos apresentou um crescimento de 40%. “Nossa meta, com essa expansão, é crescer 15% até o fim de 2021”, pondera Miguel Salgado.

“Nossa meta, com essa expansão, é crescer 15% até o fim de 2021.”

O novo CD ampliará a área fabril da IFAL, que agora chegará a 6.800 m². Dessa maneira, novos produtos poderão ser introduzidos no portfólio da empresa, como cremes e pomadas. A expectativa é de que, até final de 2021, dez novos produtos cheguem ao mercado. “Atuamos muito em vendas para distribuidores de rede de farmácias e licitações de medicamentos. Além disso, temos uma boa atuação na área de terceirização. Com isso, captamos grandes empresas que estão terceirizando seus produtos conosco”, avalia Salgado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2020 0 Comentários 849 Visualizações
Movimento
Variedades

Movimento ‘Um Sapato pelo Brasil’ valoriza a indústria nacional

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Desde segunda-feira, dia 24, cerca de 150 das principais marcas de calçados brasileiras estão trabalhando em suas redes sociais com o movimento “Um Sapato pelo Brasil”. Inédita no Brasil, a iniciativa é uma ação sincronizada nas redes sociais das empresas participantes e busca valorizar o calçado verde-amarelo, mostrando sua importância social e econômica. A campanha segue até amanhã (27) e culminará em um desconto coletivo de até 20% na compra dos produtos das marcas participantes da campanha.

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, conta que o movimento partiu de uma demanda das próprias marcas, que sentiram a necessidade de se engajarem em uma ação coletiva, com o objetivo de fortalecer a imagem para sociedade e mostrar importância do setor na geração de emprego. A partir daí foi criado um comitê de marketing com profissionais do setor e da Abicalçados para criar as diretrizes da iniciativa, que resultou no movimento “Um Sapato pelo Brasil”, uma ação organizada e sincronizada de valorização do produto nacional nas redes sociais. “Cada calçado produzido passa pelas mãos de cerca de 100 pessoas. No ano passado, 270 mil pessoas empregadas diretamente na atividade produziram 908 milhões de pares de calçados. O movimento foi criado para conscientizar a sociedade de que calçados verde-amarelos comprados significam emprego e renda para milhares de brasileiros”, ressalta o dirigente da entidade.

Uma das marcas que fazem parte da campanha é a Savelli, que produz calçados masculinos em Franca/SP. A gerente de Marketing da empresa, Priscila Amaral, destaca que a iniciativa mostra como as marcas se apoiam nesses momentos, colocando a empatia em primeiro lugar e deixando a concorrência em segundo plano. “É um movimento fundamental para mostrar para a sociedade o tamanho do nosso setor, a nossa importância social”, diz.

Do polo calçadista de calçados infantis de Birigui/SP, a Klin também está ativa na campanha. A gestora de Marketing e Produto da empresa, Fabiana Zancan, comenta que o cenário desafiador imposto pela pandemia do novo coronavírus ensejou mudanças no comportamento das marcas, fortalecendo ainda mais a união setorial. “Encontramos na ação a possibilidade de conscientizar e o público brasileiro sobre a importância da indústria calçadista para a retomada, além de dar voz para o setor calçadista. Acreditamos que essa união será cada vez mais importante, mesmo após a esperada retomada econômica”, avalia.

Renata Scholles, supervisora de Marketing da Calçados Pegada, produtora de calçados casuais masculinos de Dois Irmãos/RS, avalia que a ação é importante não somente neste momento de dificuldades. “As pessoas precisam ter essa consciência do impacto que o nosso consumo gera na economia do País, nos empregos que estão por trás de cada serviço e produto que contratamos ou compramos”, comenta.

Para a gestora de Marketing da Malu, Giuliane Enzweiler, a pandemia do novo coronavírus mostrou a necessidade da união do setor calçadista, reforçando sua força social e econômica para a sociedade brasileira. “Cada marca, sozinha, não teria a mesma força. Mas com a união de um setor inteiro estamos conseguindo mostrar que existem pessoas por trás de cada par de sapato produzido”, avalia a gestora da fabricante de calçados femininos de Lindolfo Collor/RS.

Além das marcas calçadistas, o movimento também conta com o apoio dos sindicatos industriais, entidades do setor, fornecedores e lojistas.

Confira as marcas que aderiram ao movimento

  • Alme
    Amaia
    Amora84
    Ana Cristina Calçados
    Ana Flex
    Andacco
    Aniger
    Arezzo & Co
    Azaleia
    Azille
    Batatinha BTA
    Bebecê
    Bem Me Quer Calçados
    Bibi
    Bischoff Group
    BKR Amorella
    Blade Footwear
    Boaonda®
    Bota Brasil
    Bottero
    Bradok
    Byara
    Calçados Rubra
    Caminar
    Capodarte
    Capricho Shoes
    Carrano
    Cecconello
    Chiringuitas Ibiza
    Clo^^
    CNS+
    Comfortflex
    Conforto
    Coratta
    Cristofoli
    CUP Store
    Dakota
    Democrata
    Di Valentini
    Dilly Sports
    Diversão Calçados
    Doctor Shoes Antistaffa
    Donna Carlotta
    Dumond
    Eléia Calçados
    Esposende
    Ferracini
    Ferricelli Calçados
    Fiever
    Flib
    Gaston
    Giulia Domna Shoes
    Grendene
    Grendene Kids
    Grupo Priority
    Guilhermina
    Invitto
    Invoice Calçados
    Ipadma
    Jorge Bischoff
    Juliana Amaral
    Kids e Baby Shoes
    Kidy
    Kildare
    Klin
    La Femme
    La Fitty
    Lapa Shoes
    Latitude
    Linc Calçados
    Loja Soares
    Loucos&Santos
    Luiza Barcelos
    Lynd
    Madero
    Malu Super Comfort
    Marjorie
    Marluvas
    Mary Jane
    Massey
    Mironneli
    MITI Shoes
    Mormaii Shoes
    Mr. Bischoff
    Mulher Sofisticada
    Neorubber
    Nossa Shoes
    Olympikus
    Opananken Antistress
    Pampili
    Paquetá Calçados
    Paquetá Esportes
    Pegada
    Perky
    Perlatto
    Pesh
    Petit Cheval
    Piccadilly
    Plugt
    Quinta Valentina
    Rafarillo
    Ramarim
    Redikal
    Redmax
    Renata Mello
    Reserva Go
    Sandro Moscoloni
    Sapatoterapia
    Savelli
    Saygon e Syg
    Sollu Calçados
    Sound Kids
    Sound Shoes
    St. Louise
    Star Universe
    Starflex
    Stéphanie Classic
    Stepsgreen
    Sticky Shoes
    Street Star
    Sugar Shoes
    Suzana Santos
    Takayama Atelier
    Talkflex
    Tenis GLK
    TH Shoes
    Tip Toey Joey
    Tweenie
    Umbro Brasil
    Urbann Boards
    Usaflex
    Usthemp
    Valentina Flats
    Variettá
    Vera Moreno Calçados
    Verofatto
    Vero Moc
    Via Vip Calçados
    Viccini
    Vicenza
    Vinci Shoes
    Vulcabras
    Wirth
    WorldColors
    Zagga
    Zatz
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 670 Visualizações
Movimento
Business

Indústria calçadista deve recuar a patamares de 16 anos atrás, aponta relatório da Abicalçados

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lançou, no início de junho, o já tradicional Relatório Setorial da Indústria de Calçado do Brasil. Com dados completos e detalhados do setor calçadista nacional e internacional, a publicação é desenvolvida pela entidade desde 2016.

A coordenadora da unidade de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, explica que a publicação tem o objetivo de auxiliar o setor na tomada de decisões, pois além de um compilado de dados nacionais e internacionais acerca da atividade, traz projeções e análises para curto e médio prazos. “O ano de 2020 está sendo atípico para o setor calçadista. Com a pandemia do novo coronavírus, saímos de uma projeção de crescimento, no início do ano, para uma de queda brusca, de até 30% na produção de calçados. Voltaremos aos patamares de 16 anos atrás”, explica.

Além das projeções para 2020, que apontam para queda no consumo doméstico de calçados na faixa de 29% e de até 30% nas exportações, o Relatório traz dados de 2019 e comparativos com os anos anteriores. Confirmando o Brasil como 4º maior produtor mundial do setor, com 908 milhões de pares de calçados produzidos em 2019 (incremento de 0,4% ante 2018), o Relatório aponta um perda no mercado internacional, especialmente frente aos concorrentes asiáticos. Em 2019, foram embarcados ao exterior 115 milhões de pares, que geraram US$ 972 milhões, incremento de 1,5% em pares e queda de 0,4% em dólares na relação com 2018. “A estabilidade ante 2018 só ocorreu em função do incremento dos embarques para os Estados Unidos (11% em pares), externalidade positiva da Guerra Comercial instalada entre aquele país e a China e que fez com que os importadores norte-americanos buscassem fornecedores alternativos ao país asiático como forma de fugir das altas tarifas. Ainda assim, a participação brasileira no mercado é baixa, inferior a 1% do total importado pelos Estados Unidos”, explica Priscila, ressaltando que o Brasil perdeu mercados importantes, especialmente na América do Sul, ao longo do ano passado. Já com a queda nas exportações projetada para 2020, o Brasil deve voltar aos patamares do início da década de 1980, com cerca de 80 milhões de pares exportados.

O ano de 2019 também marcou uma redução no nível de emprego. Conforme dados do Relatório, elaborados pela Abicalçados, ao longo do de 2019 foram perdidos 3,7 mil postos, fechando o ano passado com 269,4 mil postos de trabalho diretos na atividade. “Para 2020, em função da queda expressiva na produção, o setor deve ter outro revés importante, perdendo até 57 mil postos e fechando o ano com pouco mais de 210 mil postos”, projeta Priscila.

Metodologia

O Relatório Setorial da Indústria de Calçado do Brasil possui periodicidade anual, sendo que os dados apresentados foram coletados de fontes oficiais ou estimados com base nelas, em cruzamento com informações obtidas por meio da “Pesquisa de Produção – Abicalçados”, realizada com uma amostragem de empresas que respondem por 70% da produção total do setor.

Além dos dados detalhados em mais de 50 páginas, o Relatório traz uma lista de oportunidades de mercado, índices de competitividade dos principais concorrentes do Brasil no mercado internacional e uma análise do doutor em Economia Marcos Lélis, especialista na cadeia coureiro-calçadista.

Alguns dados apresentados

Produção de calçados no Brasil: 908 milhões de pares (+0,4% ante 2018)

Consumo aparente (doméstico): 821 milhões de pares (+0,4% ante 2018)

Exportações: 115 milhões de pares (+1,5% ante 2018)

Empregos diretos: 269,4 mil postos (-1,3% ante 2018)

Empresas no setor (2018): 6,1 mil (-7,2% ante 2017)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 662 Visualizações
Saúde

Portaria da Saúde regulamenta prevenção e controle da Covid-19 nas indústrias gaúchas

Por Gabrielle Pacheco 30/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A edição extra do Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 29, tem a Portaria nº 283, da Secretaria da Saúde (SES), que determina a adoção de medidas de prevenção e controle da Covid-19 em indústrias no Rio Grande do Sul.

As ações contidas no documento foram debatidas com parlamentares, Ministério Público do Trabalho e representantes do setor de carnes e derivados, um dos mais atingidos por surtos da doença. O objetivo, de acordo com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, é conter possíveis transmissões em espaços industriais em tempo oportuno e evitar que o coronavírus se espalhe nesses ambientes, onde geralmente muitas pessoas trabalham em locais fechados.

Indústrias de qualquer área ou porte deverão se adequar às normas. Cada empresa deve criar seu próprio Plano de Contingência para prevenção, monitoramento e controle do coronavírus, que, de acordo com o texto, “contemple no mínimo adequação estrutural, fluxo e processo de trabalho, identificação de forma sistemática o monitoramento de saúde dos trabalhadores, podendo ser solicitado a qualquer tempo pelos órgãos de fiscalização”.

Ações previstas na Portaria

– Distanciamento mínimo entre cada funcionário com recomendação de uso de barreiras físicas entre eles;

– Uso de equipamentos de proteção individual (EPIs);

– Escalas e turnos de trabalho para evitar aglomerações na entra e saída dos expedientes;

– Oportunizar trabalho remoto aos trabalhadores em grupos de risco;

– Realizar busca ativa diária de pessoas com sintomas compatíveis com Covid-19;

– Garantir o imediato afastamento dos trabalhadores com síndrome gripal e notificar esses casos imediatamente à Vigilância em Saúde do município;

– Adotar ações educativas de divulgação e informação sobre as medidas de prevenção à Covid-19;

–  Disponibilizar sabonete líquido, toalha de papel e álcool em gel 70% em diversos locais da empresa;

– Higienizar os ambientes e objetos com frequência;

– Garantir a renovação do ar nos diferentes ambientes da indústria. 

O descumprimento das determinações da Portaria constitui infração sanitária, sujeitando o infrator a processo administrativo sanitário, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2020 0 Comentários 567 Visualizações
Business

Serviços e indústria são os principais impactados pela Covid-19, aponta estudo do DEE/Seplag

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Índices de institutos oficiais referentes ao impacto do novo coronavírus na economia brasileira ainda estão em fase de elaboração, mas dados apurados pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) mostram os efeitos da pandemia nos números da indústria e serviços, os mais afetados pela crise.

Em março, o índice desenvolvido pela empresa de informações global IHS Markit para avaliar a atividade de negócios nos dois setores registrou o nível mais baixo desde o início da série, em março de 2007. O índice de 37,6 pontos ficou abaixo dos 50,9 registrados em fevereiro, queda maior do que a ocorrida durante a recessão do período entre 2014 e 2016.

Este e outros indicadores foram analisados no estudo “Covid-19: medidas e indicadores econômicos internacionais“, elaborado pelo Comitê de Análise de Dados no âmbito do Grupo de Trabalho (GT) de Atividade Econômica. O grupo, instituído pelo governador Eduardo Leite e coordenado pela secretária da Seplag, Leany Lemos, é formado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), servidores e especialistas externos.

O material, elaborado pelos pesquisadores do DEE Martinho Lazzari, Tomás Torezani e Fernando Cruz e pelo assessor da Seplag Januário Espíndola, apresenta indicadores de atividade econômica e as medidas de isolamento adotadas em diversos países.

Como indústria e serviço são setores importantes para a arrecadação de tributos do governo estadual, uma atenção especial foi dada aos dados existentes sobre a sua movimentação. Além do índice da IHS Markit, diversas pesquisas indicam a redução das atividades em segmentos como o de veículos, que registrou queda de 18,5% nos emplacamentos em março comparado com o mesmo período de 2019, assim como as vendas no comércio tiveram variação negativa de 13,7% no país no mês passado comparada com o terceiro mês do ano anterior. A pandemia também impactou a demanda e o acesso a insumos ou matérias-primas nas empresas.

Na análise da secretária de Planejamento, o estudo reforça a necessidade de o governo federal recompor as perdas na arrecadação tributária de Estados e municípios. “Todas as economias mundiais estão enfrentando uma situação jamais vivida antes. A queda de arrecadação será em todos os níveis, mas os governos centrais de diferentes países estão em socorro aos entes subnacionais, pois são estes os maiores responsáveis na prestação de serviços à população”, ponderou Leany Lemos. Ela lembra que, diante das medidas de isolamento social necessárias para conter o avanço da Covid-19, os impactos no consumo têm reflexos diretos na receita do ICMS e ISS.

Aprovado pela Câmara Federal, o projeto que prevê a ajuda da União para que governadores e prefeitos possam enfrentar a crise causada pelo coronavírus aguarda votação no Senado. A proposta estima que o auxílio para repor as perdas de arrecadação seria de R$ 89,6 bilhões no período de seis meses.

O Índice de Gestores de Compras (PMI, na sigla em inglês), outro indicador globalmente utilizado para análise em temas como produção, emprego, nível de estoques, novas ordens de compras e entrega dos fornecedores, também aponta o setor de serviços como o mais impactado no mês de março em todo o mundo, especialmente em segmentos como turismo, mercado imobiliário e transportes.

Repercussão no mundo

As medidas econômicas adotadas desde o início da crise por diversos países para sustentar os níveis de emprego e renda também foram analisados no estudo do Comitê de Dados. Os indicadores mostram o Brasil está atrás de países como Estados Unidos, França, Alemanha, China, Itália e Espanha. Conforme material publicado por pesquisadores no Centro de Pesquisa de Política Econômica (Cepr, na sigla em inglês), o país está na 59ª posição em um ranking elaborado a partir da análise das medidas fiscais, monetárias e cambiais já implementadas em 166 países desde o início do ano.

Na comparação com outros acontecimentos de repercussão mundial, a crise do coronavírus atingiu um patamar de incerteza superior ao de momentos como a Guerra do Iraque e o surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars), em 2003, e as tensões comerciais entre China e Estados Unidos, em 2019, no Índice de Incerteza Global (WUI, na sigla em inglês). Esse indicador avalia o número de vezes que o termo “incerteza” é mencionado em relatórios elaborados por 143 países. No primeiro trimestre de 2020, o índice chegou a 392,15 pontos, o maior patamar da história, superior aos 285,13 pontos do segundo trimestre do ano passado e aos 242,64 pontos do segundo trimestre de 2003.

Medidas de isolamento

A partir de dados da Blavatnik School of Government, da Universidade de Oxford, o estudo traz também um panorama global sobre as medidas de contenção adotadas por diferentes governos à Covid-19. O índice de rigor avaliado leva em consideração sete indicadores (fechamento de escolas, universidades e locais de trabalho, cancelamento de eventos públicos, limitação do transporte público, campanhas públicas de informação, restrição ao movimento interno e controle de viagens internacionais).

O indicador, calculado em uma escala que varia de 0 a 100, mostra que em 5 de abril o Brasil (76,19) adotava medidas mais rigorosas do que os Estados Unidos (66,67) e menos restritivas quando comparado com Argentina (95,24) e Itália (95,24).

“Hoje existe muita incerteza e é provável que todas as economias vão registrar quedas significativas em suas atividades econômicas. A análise dos dados e indicadores existentes permite uma análise do impacto e do que está sendo feito ao redor do mundo, além de auxiliar na avaliação sobre como agir para que o fluxo de renda da economia não seja interrompido e permita uma recuperação mais rápida quando não forem mais necessárias as medidas de isolamento”, explica o pesquisador Tomás Torezani.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2020 0 Comentários 479 Visualizações
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