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indústria

Business

Novo presidente da Fiergs defende criação de Zona Franca no RS

Por Jonathan da Silva 19/07/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente eleito da Federação e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs), Claudio Bier, tomou posse nesta quinta-feira (18). Em entrevista coletiva na sede da Fiergs, horas antes de ser empossado no Centro de Exposições da entidade, Bier anunciou que uma das prioridades de sua gestão será o de trabalhar pela criação de uma Zona Franca para o RS. O mandato do novo presidente irá até 2027.

Para Bier, o Mercosul não deu certo. “O centro-oeste está crescendo muito, e São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais têm vantagem muito grande em relação ao Rio Grande do Sul em função de nossa localização. Uma das bandeiras da gestão será pensar em um princípio de Zona Franca para o Rio Grande do Sul”, afirmou o novo presidente.

O novo mandatário não detalhou como será o projeto, mas garantiu que ele será trabalhado. “Vamos ter que repensar e tentar com os próximos governos para que o Rio Grande do Sul tenha alguns benefícios, como o nordeste, que possui incentivos e bancos com juros mais baratos. O nordeste tem vantagens que nós não temos, o Rio Grande do Sul precisa começar a pleitear também”, declarou Bier.

O presidente da Fiergs afirmou também que sua gestão será direcionada a quatro pilares: Competitividade, Inovação, Desenvolvimento e Retenção de Talentos, Reconstrução das Indústrias. O mandatário afirmou enxergar o Rio Grande do Sul com totais condições de se reerguer após a tragédia das enchentes, mas que para que isso ocorra com mais rapidez será preciso que as empresas atingidas tenham acesso facilitado a crédito e com juros reduzidos, o que não vem ocorrendo atualmente, segundo ele.

Outro ponto abordado por Bier foi sobre a necessidade de maior atenção e incentivo a projetos de irrigação para o RS, já que, atualmente, apenas 10% da área plantada no estado é irrigada. Para isso, o presidente da Fiergs sugere que se leve adiante o Fundopem Irrigação, proposta que prevê incentivos fiscais aos produtores rurais para investimentos na implantação de sistemas de irrigação nas culturas agrícolas.

Na entrevista coletiva, Bier também apresentou o futuro CEO da Fiergs, Paulo Hermann, que atuou por 22 anos na indústria de máquinas agrícolas John Deere, entre 2012 e 2021 como presidente da empresa.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2024 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Bom Princípio Alimentos disponibiliza banco de talentos e oportunidades de emprego em Tupandi

Por Jonathan da Silva 17/07/2024
Por Jonathan da Silva

A disponibilidade de um banco de talentos e novas oportunidades de emprego foram anunciadas pela Bom Princípio Alimentos, indústria com matriz em Tupandi. As vagas disponíveis contemplam áreas como produção, marketing, inspeção e análise de pesquisa. Os interessados nas oportunidades podem se candidatar no link bomprincipioalimentos.kretos.cc/#oportunidades.

De acordo com o gestor de marketing da Bom Princípio Alimentos, Marcelo Altenhofen, a indústria está ainda mais focada em apoiar a comunidade após a catástrofe climática. “O banco de currículos é uma das ferramentas desenvolvidas para garantir oportunidades profissionais a novos talentos e chega em um momento muito importante para a recuperação do Rio Grande do Sul”, salienta Altenhofen.

Política de Benefícios

A Bom Princípio oferece benefícios como auxílio-educação, plano de saúde e odontológico, cartão alimentação, refeitório e transporte para cidades na região, como Montenegro, Bom Princípio, Salvador do Sul, São Sebastião do Caí, Harmonia, Tupandi e a região central de Feliz.

A obtenção de mais detalhes sobre as oportunidades de trabalho na indústria, os requisitos curriculares e de escolaridade, benefícios, banco de talentos e a resolução de outras dúvidas pode ser feita em bomprincipioalimentos.kretos.cc/#oportunidades.

Foto: MKT Bom Princípio Alimentos/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2024 0 Comentários 474 Visualizações
Business

Possível acordo de livre comércio com a China assusta indústria calçadista brasileira

Por Jonathan da Silva 11/07/2024
Por Jonathan da Silva

A importação predatória de calçados da China e um possível acordo de livre comércio com o país asiático dominaram os debates na reunião da Coalizão Indústria realizada nesta quarta-feira (10), em Brasília, na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O encontro de entidades que representam 15 setores industriais brasileiros, dentre eles o calçadista, aconteceu com a presença de representantes do ministério.

Durante o encontro, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destacou a importância do antidumping contra o calçado chinês, bem como a inclusão de três grandes grupos chineses que ficaram de fora na mais recente renovação do mecanismo, em 2022. Atualmente, além da tarifa de importação de 35%, o calçado chinês que entra no Brasil paga uma sobretaxa de US$ 10,22 por par. “Mesmo com o mecanismo, estamos presenciando uma verdadeira invasão de calçados asiáticos no mercado brasileiro, com preços abaixo dos praticados no mercado, o que tem colocado em risco a produção da indústria nacional”, alertou o dirigente.

Apenas em junho, mais de 705 mil pares chineses entraram no país, 261% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. “E, como se não bastasse, acompanhamos, com preocupação, a ideia de se criar um acordo de livre comércio entre Mercosul e China. Caso isso ocorra, teremos uma quebradeira generalizada na indústria nacional, pois é impossível competir com calçados que entram aqui com preços abaixo de US$ 2”, enfatizou o executivo.

Os países asiáticos (além da China, o Vietnã e a Indonésia) não ratificaram convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que possuem impacto direto em setores intensivos em mão-de-obra, como é o caso da indústria calçadista, por se tratarem de assuntos relativos a salários, jornada de trabalho, segurança do trabalho e inspeção do trabalho. “Os três países em questão sequer ratificaram a Convenção que trata da fixação de salário mínimo”, completou Ferreira.

Compensação da desoneração adiada

Além de apresentar dados da indústria calçadista nacional e abordar as preocupações quanto ao comércio internacional com a China, o dirigente da Abicalçados também esteve em agenda no Congresso Nacional, onde trabalhou nos debates com parlamentares acerca de uma medida compensatória para a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024. O Governo Federal propõe o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), que não tem o apoio do Senado Federal. “A previsão era de que o Senado votasse uma alternativa ontem (10), mas a votação foi adiada”, pontuou Ferreira, enfatizando que a indústria calçadista tem pressa no que diz respeito à aprovação da medida, já acordada com a União. “Precisamos, urgentemente, da resolução deste imbróglio, para dar segurança jurídica e tranquilidade para as empresas”, concluiu o dirigente.

A Coalizão

A Coalizão Indústria foi organizada em 2018 para discutir assuntos relevantes à indústria nacional. A iniciativa reúne representantes de 15 setores produtivos, que juntos equivalem a 45% do Produto Interno Bruto da indústria brasileira (R$ 485 bilhões), 65% das exportações manufatureiras (R$ 167 bilhões), 30 milhões de empregos diretos e indiretos, e contribuem com R$ 250 bilhões em pagamento de impostos. Integram a Coalizão, além da Abicalçados, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o Instituto Aço Brasil e o Grupo FarmaBrasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2024 0 Comentários 469 Visualizações
Variedades

Abertura da 32ª ExpoBento e 19ª Fenavinho acontece nesta quinta

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

A cerimônia de abertura da 32ª ExpoBento e 19ª Fenavinho acontece nesta quinta-feira, 11 de julho, às 16h, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Os eventos, que vão até o dia 21 deste mês, são promovidos pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG). A programação contará com diversas atrações culturais, gastronômicas e comerciais.

Os visitantes da ExpoBento encontrarão novidades tanto de layout, quanto de atrativos. O segmento da Indústria e Comércio teve seu trajeto remodelado no Pavilhão A, que passa a abrigar, também, projetos temáticos especiais. Outro ambiente que ganhará mais evidência é o Salão Automotivo. A atração terá um espaço maior, agora no Pavilhão F, para expor as novidades do setor. A Agroindústria Familiar também estará em local novo. O espaço celebrado por quem procura queijos, salames, biscoitos, geleias e outros produtos será realocado para o pavilhão D, com mais espaço para aumentar a interação entre produtor e visitante.

Outra mudança anunciada pelo CIC-BG, promotor da feira, é a maior integração dos dois eventos. A Festa Nacional do Vinho (Fenavinho) chega à sua 19ª edição apresentando ao público uma área maior e um novo layout, a fim de aprimorar a qualidade das experiências enogastronômicas. Na remodelada festa, as vinícolas expositoras ganharão mais autonomia para criar seus estandes e preparar atrativos a fim de que os visitantes possam apreciar vinhos e espumantes consagrados, bem como degustar a gastronomia do espaço. A proposta convida a ampliar as possibilidades de harmonização com a famosa culinária da Serra. Na festa, cinco restaurantes farão o atendimento, cada uma oferecendo suas especialidades, como tábua de frios, pizzas, massas, pratos típicos regionais e cozinha oriental.

Sucesso na edição passada da Fenavinho, o Bodegão estará de volta e é mais um que terá sua proposta ampliada. Ambiente de valorização à figura do colono produtor de uva, o lugar condensa espaço de cultivo dos hábitos de quem mora no interior, como o carteado praticado nos salões comunitários. As mesas coletivas para refeições também serão mantidas, bem como utilizadas para acompanhar à agenda de atividades artísticas da festa.

Os ingressos para a programação são de R$ 10 (nos dias 11, 12, 16, 17, 18 e 19) e R$ 18 (dias 13, 14, 20 e 21). No dia 15 de julho, a entrada será gratuita. O valor do estacionamento varia de R$ 10 a R$ 30. Mais detalhes sobre os valores e a programação completa da 32ª ExpoBento e da 19ª Fenavinho podem ser conferidas em expobento.com.br/programacao.

O Parque de Eventos de Bento Gonçalves, sede dos eventos, está localizado na Alameda Fenavinho, 481, em Bento Gonçalves.

Foto: Augusto Tomasi/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 527 Visualizações
Variedades

Público da 9ª Construarte e 10ª Multifeira superou 30 mil pessoas

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

O público da 9ª Construarte e 10ª Multifeira, que se encerrou neste domingo (8) em Santa Cruz do Sul, superou os 30 mil visitantes durante os cinco dias de programação. Os resultados do evento superaram as expectativas dos organizadores, a Associação de Entidades Empresariais de Santa Cruz do Sul (Assemp) e a Prefeitura do município. Com entrada gratuita, a maior feira de construção civil e decoração do Vale do Rio Pardo trouxe aos visitantes uma variedade de estandes com produtos e serviços diversos no Parque da Oktoberfest.

O evento reuniu profissionais, empresas e empreendimentos do setor para uma série de atividades como palestras, rodadas de negócios, networking, entre outras. A comunidade pôde conhecer, por meio dos 150 expositores, as mais recentes novidades e tendências do mercado, além de conferir uma variada gama de produtos para o lar, desde pequenos itens da construção civil até materiais para grandes reformas e decoração.

Uma das grandes novidades da feira neste ano foi utilização do Centro de Eventos. Com um ambiente novo e mais amplo, os expositores ganharam mais espaço para os estandes. A feira passou de 3,4 mil m² de exposições para 7 mil m². “As melhorias foram primordiais para garantir uma infraestrutura confortável, principalmente em dias chuvosos. E mesmo com o tempo instável, registramos um excelente movimento de público durante o evento”, destaca o coordenador da 9ª Construarte e 10ª Multifeira, Leo Azeredo. “Embora o público tenha sido menor que no ano passado, podemos afirmar que o volume de negócios foi maior, pois quem foi ao parque tinha interesse no setor”, avalia o vice-coordenador, Taiguara Otes.

Mesmo com o retorno considerado positivo, a organização do evento destacar se manter atenta às novas demandas e recebe sugestões de melhorias para 2025. “Queremos cada vez mais melhorar a experiência dos visitantes e proporcionar uma feira com bons negócios e espaços de qualidade”, salienta o presidente da Assemp, Ricardo Bartz.

Por parte dos expositores, uma das solicitações foi a mudança das datas para o primeiro semestre, com intuito de minimizar os problemas em função das chuvas. A pesquisa de satisfação com os expositores da 9ª Construarte e 10ª Multifeira deve ser divulgada pela Assemp nos próximos dias.

A feira contou com apoio da Acomac, Seisc, Seasc e Sinduscon-RS, e patrocínio do BRDE, Banrisul, Caixa Econômica e Concretos Trevisan.

Variedade de negócios

A 9ª Construarte contou com amplas opções de serviços nas áreas de construção, decoração e negócios imobiliários, unindo lojas e entidades ligadas ao setor, bem como construtoras, incorporadoras, engenheiros, arquitetos, imobiliárias e metalúrgicas. Um dos destaques da feira ficou por conta do tradicional espaço Acomac – Casa & Construção, no Pavilhão 2, que ofereceu as principais tendências de produtos e itens para a construção civil. Além disso, houve espaço para as 14 imobiliárias nos espaços da Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc), no Centro de Eventos.

Já na 10ª Multifeira, o visitante pôde conferir opções do comércio de vestuário, calçado, utilidades domésticas, agroindústrias, brinquedos, orquidário, dentre outras.

Fotos: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 527 Visualizações
Business

Indústria calçadista brasileira perde 1,1 mil postos de trabalho em maio

Por Jonathan da Silva 04/07/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria do setor do calçado perdeu 1,1 mil postos de trabalho durante o mês de maio segundo dados levantados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). No entanto, mesmo com o resultado negativo, a atividade encerrou os cinco primeiros meses de 2024 com saldo positivo de 6,5 mil empregos criados. Com o registro, o setor terminou maio com o total de 287 mil pessoas empregadas no Brasil, o que representa 4,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que o resultado é impactado por um movimento sazonal na indústria de calçados em função da troca de coleções. “Nos últimos dez anos, somente tivemos criação de vagas em maio de 2022, que foi um ano excepcional para a indústria. No ano passado, por exemplo, havíamos perdido mais de 2,3 mil empregos nesse mesmo mês”, pontua Ferreira.

De acordo com o dirigente, a produção do setor deve crescer entre 0,9% e 2,2% em 2024, o que significa mais de 870 milhões de pares. “Existe uma expectativa positiva para o segundo semestre, que teve um start bastante promissor na feira BFShow, realizada em maio, e que vendeu muito bem os lançamentos para Primavera/Verão”, conclui Ferreira, ressaltando que o movimento positivo, se confirmado, irá também colaborar para a criação de vagas de emprego.

Situação nos estados

O estado brasileiro que mais emprega no setor calçadista é o Rio Grande do Sul. De janeiro a maio, a indústria gaúcha criou 1,65 mil postos de trabalho, encerrando o mês cinco com 85,87 mil pessoas empregadas na atividade, o que ainda assim representa 3,9% menos do que no mesmo período de 2023.

O segundo maior empregador do setor é o Ceará, que criou 83 postos nos primeiros cinco meses do ano. Com o registro, a indústria cearense encerrou maio empregando 65,24 mil pessoas, 1,9% menos do que no mesmo mês de 2023. Com a perda de 102 postos entre janeiro e maio, a Bahia aparece na terceira colocação entre os estados que mais empregam. No total, em maio estavam empregadas na atividade 39,63 mil pessoas, 9% abaixo do ano passado.

As tabelas completas por estado podem ser conferidas em drive.google.com/file/d/1offDZepDoT1qtyfPe9pIvZqQHxaZzSug/view?usp=sharing.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2024 0 Comentários 475 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh deve gerar US$ 19,8 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com os negócios alinhavados durante a feira, a edição de verão da italiana Expo Riva Schuh deve gerar a comercialização de 1,3 milhão de pares de sapato e a geração de US$ 19,8 milhões para 49 marcas brasileiras presentes no evento, realizado de 15 a 18 de junho em Riva del Garda. Apenas durante a mostra, já foram comercializados 273,7 mil pares, que geraram mais de US$ 3,2 milhões para as empresas do setor calçadista brasileiro.

A participação do país na feira italiana foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O Brasil, maior produtor de calçados do ocidente, foi destaque nesta edição por ter levado as tradicionais cores do país, verde, amarelo e azul, para todas as escadas do pavilhão da mostra. A coordenadora de negócios da Abicalçados, Paola Pontin, avalia que a indústria calçadista brasileira mostrou a sua diversidade, em tipo de produto e segmento, bem como no trabalho tanto com marca própria quanto em private label (com marca do cliente). “Por isso, conseguimos notar diferentes reações no que tange aos mercados já trabalhados, abertura de clientes e busca por novas oportunidades de negócios. Ainda assim, a maioria das empresas reportou resultados positivos”, pontua Paola.

Uma das empresas que fecharam pedidos de amostra e produção durante a feira foi a Calçados Bottero, de Parobé. “Nessa edição tivemos a manutenção de mercados com os quais já trabalhamos. Os compradores sabem que não podem errar e estão sendo certeiros nas compras de produtos. Durante os últimos quatro dias, atendemos compradores de diversos países, com destaque para Inglaterra, Bulgária, Taiwan, Polônia e Grécia”, afirma a gerente de exportações da Bottero, Paulina Klein. “Todo esse primeiro trabalho de distribuição é feito nesta feira”, explica Paulina.

A visitação da América do Sul na 101ª edição da feira também foi destacada pela gerente geral da Expo Riva Schuh, Gianpaola Pedretti. “Encerramos essa edição contentes com o retorno de ‘buyers’ da América Latina e da Europa, principalmente os alemães, considerando que o mercado europeu ainda sente dificuldades. O Brasil, mais uma vez, esteve presente com as melhores empresas do país expondo e representando as regiões produtoras de calçados e utilizando a feira como uma ferramenta útil de vendas, o que para nós é um sinal muito importante. Assim como o da presença de todas as empresas expositoras do Rio Grande do Sul”, pontua Gianpaola.

Nesta edição, participaram do evento com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Actvitta, ADG Export, Ala, Andacco, Arezzo, Awana Group, Azaleia, Beira Rio, Bibi, Boaonda, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Copacabana, Democrata, Eléia, Grendha, GVD International, Hello Kitty, Itapuã, Jorge Bischoff, Klin, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Polo Go, Ramarim, Schutz, Stéphanie Classic, Valentina, Variettá, Werner, West Coast, WorldColors Brasil, Zatz e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 566 Visualizações
Variedades

Empresa chilena assegura investimento de R$ 25 bilhões no RS mesmo após enchentes

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A multinacional chilena de celulose CMPC confirmou que o investimento no Rio Grande do Sul acertado em abril terá seguimento mesmo após a catástrofe climática no estado. A empresa investirá R$ 25 bilhões na instalação de uma nova planta industrial de produção de celulose em Barra do Ribeiro e de um terminal portuário. A parceria da CMPC com o RS foi reiterada na segunda-feira (17) em reunião com o governador Eduardo Leite (PSDB) e o vice-governador Gabriel Souza (MDB). O valor é considerado o maior investimento privado da história do estado.

Também participaram do encontro os secretários de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Ernani Polo, e do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Marjorie Kauffmann. Polo acredita que a continuidade do projeto é um voto de confiança na capacidade do estado de se reerguer. “Apesar de toda a tragédia que estamos vivendo, ainda somos atrativos para investimentos. Estamos trabalhando para a reconstrução do Estado, e manter os projetos que já estavam em andamento é de grande ajuda no processo”, pontuou o titular da Sedec. Polo também ressaltou que a geração de empregos, estimados em 13 mil vagas durante a implementação do complexo, também será de extrema importância para a reestruturação do Rio Grande do Sul.

O licenciamento ambiental para as obras já foi protocolado e, de acordo a CMPC, o cronograma de trabalho será mantido, com o início da construção em 2026 e finalização em 2028. A empresa também se ofereceu para fornecer mudas nativas para recompor a mata ciliar dos rios, o que ajudará a evitar a erosão dos rios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 552 Visualizações
Business

Fauston Gustavo Saraiva é o novo diretor da ACI

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

O advogado Fauston Gustavo Saraiva foi anunciado como novo diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI). Ele assume nesta quarta-feira (19) o posto antes ocupado por Leandro Villela Cezimbra, que se dedicará ao escritório de advocacia do qual é sócio em Porto Alegre. Saraiva atuou como secretário de administração de Novo Hamburgo até o dia 11 de junho, quando deixou a função.

Natural de Novo Hamburgo, Fauston Gustavo Saraiva é advogado graduado pela Universidade Feevale. O novo diretor já trabalhou como assessor jurídico na própria ACI, em 2004, e exerceu a advocacia durante dez anos. Também foi diretor jurídico da Fenac e procurador-geral de Campo Bom. Aos 41 anos, Saraiva é casado com Betina e pai de Manuela. “Voltar para minha casa. Esse é o sentimento. Há 20 anos, vim para a ACI como estagiário e fui efetivado. Hoje, realizo o sonho de voltar para essa missão desafiadora de ser diretor da entidade”, destaca o novo diretor.

Foto: ACI/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 534 Visualizações
Business

FCDL-RS aponta estratégias para a recuperação da economia gaúcha

Por Jonathan da Silva 17/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) tem aconselhado medidas que podem impulsionar a reconstrução econômica do comércio e da economia gaúcha. De acordo com estudos da entidade, o setor perdeu cerca de R$ 2,4 bilhões em vendas no mês de maio, além de ter somado aproximadamente R$ 3,5 bilhões de prejuízo patrimonial. A FCDL-RS aponta que são fundamentais a recuperação do sistema de transportes e da infraestrutura, o apoio do poder público e a valorização dos empreendimentos locais.

O comércio é responsável pela maior fatia do Produto Interno Bruto (PIB) de grande parte dos municípios gaúchos atingidos pelas cheias de maio. Em função disso, a FCDL-RS defende que o setor precisa de medidas céleres que o revitalizem com a maior rapidez possível, a fim de manter e gerar empregos e renda. “De imediato é preciso recuperar a infraestrutura viária do Rio Grande do Sul, retomando os caminhos para chegada de insumos e escoamento da produção, evitando uma elevação de preços aos consumidores e mais uma sobrecarga ao já combalido orçamento familiar de significativa parcela dos gaúchos”, aponta o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch.

O dirigente afirma que a manutenção do funcionamento das atividades econômicas evitará perdas em vendas, salários e empregos. Para isso, a recuperação das rodovias e criação de novas opções à impossibilidade temporária de uso do Aeroporto Salgado Filho são ações essenciais. “Objetivamente, nesse momento, é preciso dotar o aeroporto de Caxias do Sul com estrutura e equipamentos que lhe permitam estar capacidade para receber vôos internacionais. Além disso, ampliar a malha aérea a partir da Base Área de Canoas. E desenvolver um plano de ação robusto para retomar a plena capacidade da malha rodoviária gaúcha. São medidas que farão a diferença para melhor na estratégia de recuperação do Rio Grande do Sul”, pontua o presidente da FCDL-RS.

No caso da Região Metropolitana de Porto Alegre, a entidade aponta também que há necessidade do rápido restabelecimento da atividade do Trensurb, com menor intervalo entre as viagens dos trens e ampliação dos ônibus que atendem os passageiros.

Apoio aos setores que geram emprego

Para a FCDL-RS, o apoio aos setores que geram e mantêm empregos, além de circulação de renda, é outro aspecto a ser considerado rapidamente. De acordo com as análises, há segmentos que irão despontar nesse cenário, como os de materiais de construção, eletrodomésticos, vestuário, calçados e itens de primeira necessidade. Os incentivos proporcionados pelos programas de reconstrução dos governos federal, estadual e municipais deverão cumprir papel decisivo para que esses segmentos consigam avançar.

O setor de turismo no estado, com a força da serra gaúcha, também é considerado importante para a aceleração da reação do Rio Grande do Sul. Muitos pontos turísticos não foram atingidos pela catástrofe e oferecem condições de receber seguramente os visitantes. Inclusive para isto se faz essencial a viabilização dos meios de chegada e de saída do estado.

Estimular a população a apoiar e valorizar os estabelecimentos comerciais de suas cidades vai fortalecer as comunidades e impulsionar desenvolvimento local e regional. Já o turismo tem a perspectiva típica do setor de alojamento e alimentação, de manter e gerar empregos de qualificação média, sobretudo, além de fortalecer a percepção das marcas gaúchas a partir da receptividade típica do setor”, analisa Vitor Augusto Koch.

Futuro mais seguro e funcional

Após a fase de retomada econômica, a FCDL-RS acredita ser fundamental um amplo planejamento para a construção de um futuro mais seguro e funcional. Pensando em distintos pilares da sociedade, a entidade sugere a criação de programas não apenas de empréstimos subsidiados ou com pagamentos em carência, mas que contenham medidas complementares na elaboração dos contratos financeiros.

Outro eixo que a Federação avalia merecer atenção é o de incentivos econômicos. De acordo com a FCDL-RS, já não é mais possível o Rio Grande do Sul criar políticas voltadas a uma região específica. Os recursos disponíveis têm que ser direcionados para setores que integrem todo o estado. “Logo, é necessária em um momento de reconstrução, a percepção sobre focos que precisam ser adotados, nesse caso, as vocações gaúchas que integram todas as regiões. E aí, cinco atividades se destacam e têm efeitos de encadeamento em todas as regiões. A indústria metalmecânica, o comércio, o turismo, o agronegócio e a prestação de serviços”, avalia o presidente Koch.

Por fim, a entidade afirma que o setor público necessita ter uma correção de rumos que possa fazer o estado avançar de maneira duradoura. Para isso, a FCDL-RS acredita que é necessário possibilitar a extensão dos prazos da dívida pública que, apesar de estar em suspensão temporária, deverá voltar a ser paga.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2024 0 Comentários 712 Visualizações
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