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Cidades

Primeiro foco de gripe aviária do Brasil é confirmado em granja comercial de Montenegro

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta quinta-feira (15) o primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em uma granja de produção comercial no Brasil. O caso foi registrado em Montenegro, no Vale do Caí. Esta é a primeira vez que o vírus da gripe aviária é detectado em um sistema de avicultura comercial no país. Desde 2006, a circulação do vírus ocorre em países da Ásia, África e norte da Europa, mas até agora não havia sido identificado em granjas comerciais brasileiras.

De acordo com o Ministério, a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos. “A população brasileira e mundial pode se manter tranquila em relação à segurança dos produtos inspecionados, não havendo qualquer restrição ao seu consumo”, informou o ministério em comuniocado. O risco de infecção em humanos é considerado baixo e se concentra em pessoas com contato direto e intenso com aves infectadas, vivas ou mortas.

Ações de contenção em andamento

As medidas de contenção e erradicação previstas no Plano Nacional de Contingência já foram iniciadas. Segundo o Mapa, elas têm como objetivo controlar o foco da doença, manter a capacidade produtiva do setor e garantir o abastecimento e a segurança alimentar da população.

Além disso, o ministério comunicou oficialmente o caso à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), aos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, aos parceiros comerciais do Brasil e aos representantes das cadeias produtivas envolvidas.

Treinamento e vigilância desde os anos 2000

Desde a primeira década dos anos 2000, o Serviço Veterinário brasileiro tem sido preparado para o enfrentamento da gripe aviária, com ações como monitoramento de aves silvestres, vigilância epidemiológica nas aviculturas comercial e de subsistência, treinamentos de técnicos, campanhas de educação sanitária e controle nos pontos de entrada de animais e produtos de origem animal.

Segundo o Mapa, essas medidas foram fundamentais para retardar a entrada da doença na avicultura comercial brasileira por quase duas décadas.

Foto: BearFotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 361 Visualizações
CidadesSaúde

Picada Café tem 24 focos do Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em Picada Café, diariamente, dois agentes de combate às endemias batem à porta das residências. Adão Moreira Gonçalves e Danielle Bauer levam informação em suas bolsas e conversam com a população sobre a importância do cuidado com a água que se acumula em floreiras, pneus e vasos. É nessa água que o mosquito Aedes Aegypti deposita ovos, que em cerca de 48 horas são mosquitos prontos para voar. E nessa viagem eles podem levar a dengue e outras doenças.

No Rio Grande do Sul, há confirmados cerca de 3 mil casos de dengue em 2020. Picada Café, apesar de ter 24 focos de Aedes aegypti, não tem nenhum caso de dengue. Para que ocorra a transmissão da doença, é necessário que o vetor, no caso o mosquito, esteja contaminado e transmita-o para um ser humano. Não há, por enquanto, mosquitos vetores na cidade.

Os 24 focos do Aedes em Picada Café estão no Centro, 12, Joaneta, 11, e Picada Holanda, um. Assim como outras doenças a prevenção ainda é o melhor caminho. Nas suas incursões nas residências os agentes de combate às endemias fazem a orientação de como proceder para evitar água acumulada e verificam possíveis focos. “De maneira geral a população entende que a prevenção é fundamental e a gente quer continuar assim, sem casos”, salienta Danielle.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2020 0 Comentários 565 Visualizações

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