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Projetos especiais

Sistema Fiergs lança cartilha sobre ergonomia para indústrias gaúchas

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou uma cartilha com orientações práticas de ergonomia voltadas às indústrias do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (20), em Porto Alegre. Elaborado pelo Conselho de Relações do Trabalho (Contrab), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), o material busca auxiliar na aplicação das diretrizes da Norma Regulamentadora da Ergonomia (NR-17), reformulada em 2022, com foco em melhorias simples, de baixo custo e fácil implementação.

A Cartilha de Ergonomia foi desenvolvida pelo Grupo de Estudos do Ambiente do Trabalho (Geat) da Fiergs. O documento reúne orientações sobre levantamento e transporte de materiais, mobiliário dos postos de trabalho, uso de máquinas e ferramentas manuais e organização do trabalho.

O coordenador do Contrab, Guilherme Scozziero, destacou que a iniciativa tem caráter de suporte. “Ao reunir conhecimento técnico e experiência prática, a cartilha reforça o papel do Sistema FIERGS no apoio ao setor industrial gaúcho na promoção de ambientes de trabalho mais seguros, eficientes e alinhados à legislação vigente”, afirmou Scozziero.

Exemplos de melhorias

Entre as medidas sugeridas, está a adaptação de máquinas ou postos de trabalho muito altos para determinados trabalhadores. A solução indicada é o uso de um tablado com dimensões adequadas, de modo a reduzir o esforço físico e o risco de desconfortos ou inflamações.

A cartilha também recomenda que as empresas adotem um olhar atento sobre como as funções são realizadas, começando pela organização do trabalho, que envolve estrutura física, ferramentas, processos, mão de obra e gerenciamento de tempo.

Dicas apresentadas para reduzir riscos ergonômicos

  • Incluir pausas curtas e frequentes durante a jornada;

  • Alternar tarefas que permitam variar posturas e grupos musculares;

  • Evitar transporte manual de cargas sempre que possível;

  • Utilizar equipamentos auxiliares, como carrinhos e esteiras;

  • Priorizar empurrar em vez de puxar objetos;

  • Orientar trabalhadores sobre técnicas corretas de movimentação;

  • Fornecer cadeiras ajustáveis com apoio lombar e apoios para os pés;

  • Disponibilizar ferramentas leves, ergonômicas e antiderrapantes;

  • Minimizar exposição a vibrações e otimizar o layout dos postos de trabalho.

Segundo a Fiergs, a iniciativa pretende facilitar a aplicação da NR-17 principalmente em pequenas e médias empresas, ampliando a segurança, a saúde e o desempenho dos trabalhadores da indústria gaúcha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 287 Visualizações
Business

Desempenho da indústria gaúcha recua em junho

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) registrou uma queda de 2,3% em junho na comparação com maio, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (7) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). A retração interrompe dois meses seguidos de crescimento e, segundo a entidade, ainda não reflete os efeitos do tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, em vigor desde agosto.

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o cenário é agravado por esse novo fator externo. “Além dos desafios já conhecidos, como a incerteza econômica e os juros elevados no país, a indústria do Rio Grande do Sul agora enfrenta o aumento das tarifas de importação dos Estados Unidos. A medida, que começou a valer em agosto, deve impactar as exportações e a produção do setor, afetando também toda a cadeia”, afirmou Bier.

Indicadores em queda

O resultado negativo de junho foi generalizado entre os componentes do IDI-RS. As maiores quedas ocorreram nas horas trabalhadas na produção (-4,4%) e nas compras industriais (-2,9%). A Utilização da Capacidade Instalada recuou 0,8%, chegando a 78,9%. O faturamento real caiu 0,6%, e o emprego, 0,2%. A massa salarial real se manteve estável.

Desde novembro de 2024, quando o índice atingiu o pico da recuperação após as enchentes de maio daquele ano, o desempenho industrial oscilou com quatro quedas, duas altas e um mês de estabilidade, indicando um cenário prolongado de estagnação segundo a Fiergs.

Semestre ainda mostra crescimento

Apesar do recuo em junho, o desempenho da indústria gaúcha no primeiro semestre de 2025 foi 1,5% superior ao do mesmo período do ano anterior. Em relação a junho de 2024, o índice cresceu 0,8%. As compras industriais aumentaram 8,1%, e a massa salarial, 2,3%. Já as horas trabalhadas na produção recuaram 0,9%, e a utilização da capacidade instalada, 0,7%.

Entre os 15 setores analisados, 11 apresentaram crescimento no semestre. Os principais destaques foram os segmentos de Máquinas e equipamentos (12,7%) e de Equipamentos de informática e eletrônicos (30%). Em contrapartida, o setor de Veículos automotores teve queda de 6,5%.

 Todos os dados

A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria, em observatoriodaindustriars.org.br/?inteligenciacateg=cenarios-economicos.

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 299 Visualizações
Business

Fiergs promove reuniões para discutir impacto de tarifas dos EUA na indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 05/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs realizará, nesta terça-feira, 5 de agosto, duas reuniões em sua sede, em Porto Alegre, com o objetivo de debater medidas para reduzir os efeitos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O encontro reunirá representantes de federações de trabalhadores, autoridades do governo estadual e membros da diretoria da entidade para discutir alternativas de preservação de empregos e apoio às empresas exportadoras.

Na primeira reunião, programada para o início da tarde, a Fiergs discutirá com federações de trabalhadores o impacto da nova taxação sobre o mercado de trabalho. O Rio Grande do Sul possui cerca de 1,1 mil indústrias que exportam para os Estados Unidos, empregando 140 mil pessoas nos setores mais dependentes desse mercado. A entidade estima que aproximadamente 20 mil empregos estão diretamente ameaçados. Entre as medidas propostas estão a suspensão temporária de contratos, banco de horas e a reativação do Programa Seguro-Emprego, com possíveis ajustes para atender à situação atual.

Demandas ao governo estadual

No final da tarde, o vice-governador Gabriel Souza, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, e o subsecretário da Fazenda, Ricardo Neves, participarão de uma reunião com a diretoria da Fiergs. As principais solicitações ao governo incluem incentivos fiscais, como a liberação do saldo credor de ICMS na exportação, além da ampliação da linha de crédito de R$ 100 milhões oferecida pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, destacou a gravidade da situação. “A indústria gaúcha é uma das mais afetadas pelo impasse comercial entre Brasil e Estados Unidos. O diálogo deve prevalecer por parte do governo brasileiro, sem retaliações. Em paralelo, medidas emergenciais para preservar os empregos e garantir a sobrevivência das empresas exportadoras são urgentes e devem ser prioridade das autoridades”, afirmou Bier.

Tarifa entra em vigor esta semana

A nova tarifa americana entra em vigor na quarta-feira, dia 6, e deve atingir aproximadamente 85% dos produtos gaúchos atualmente exportados para os Estados Unidos, mesmo após a lista de isenções anunciada pelo governo norte-americano. Dados da Unidade de Estudos Econômicos do Sistema Fiergs indicam que o impacto será significativo para a economia do estado.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/08/2025 0 Comentários 292 Visualizações
Business

Sondagem da Fiergs aponta queda na produção da indústria gaúcha em junho

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

A produção da indústria no Rio Grande do Sul caiu em junho, influenciada pela baixa demanda interna e pelas altas taxas de juros, segundo a pesquisa Sondagem Industrial divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Sistema Fiergs. O índice de produção atingiu 45 pontos, abaixo da linha de 50 – que separa crescimento de retração – e da média histórica para o mês, de 46,8 pontos.

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, os empresários apontaram que a fraca atividade no mercado doméstico e o elevado custo do crédito continuam sendo os principais entraves para o setor. “O momento é preocupante. As taxas de juros elevadas e a instabilidade nas relações comerciais com os Estados Unidos deixam o setor em alerta”, afirmou o dirigente.

Nível de emprego também cai

O nível de emprego também registrou retração, ficando em 48,9 pontos, embora a queda tenha sido menos acentuada do que a média histórica de 47 pontos para junho. A utilização da capacidade instalada passou de 69% em maio para 70% em junho, mas segue abaixo do considerado normal para o período. Os estoques aumentaram pelo terceiro mês consecutivo, permanecendo acima do nível planejado pelas empresas, que também relataram insatisfação com a situação financeira e as margens de lucro.

Expectativas são de otimismo moderado

Apesar do cenário considerado negativo, a pesquisa indicou uma leve melhora nas expectativas dos industriais quanto à demanda e ao emprego. A intenção de investir também avançou no mês. O levantamento captou apenas parcialmente os efeitos do anúncio feito em 9 de julho pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a aplicação de tarifas de 50% a produtos brasileiros, já que a coleta de dados foi encerrada no dia 10.

A sondagem

A Sondagem Industrial ouviu 153 indústrias gaúchas, sendo 39 pequenas, 55 médias e 59 grandes. A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria RS, em observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 260 Visualizações
Política

Fiergs alerta para impacto bilionário de tarifa dos EUA sobre exportações gaúchas

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou preocupação com a confirmação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, medida anunciada pelo governo estadunidense em 9 de julho e assinada nesta semana pelo presidente Donald Trump. Segundo a entidade, presidida por Claudio Bier, a nova taxação pode causar perdas de até R$ 1,9 bilhão no PIB do Rio Grande do Sul e atingir diretamente 1.100 indústrias gaúchas, que empregam mais de 145 mil trabalhadores.

Desde o anúncio da medida, a Fiergs realizou reuniões com autoridades estaduais e federais em Porto Alegre e Brasília, apresentando estudos e documentos para expressar a apreensão do setor industrial com os impactos da decisão. Em comunicado, a entidade afirmou que “todas as frentes possíveis de diálogo foram abertas”, mas não foi possível reverter a aplicação da tarifa.

Medidas mitigatórias e reivindicações

Com o cenário confirmado, a Fiergs passou a priorizar ações para reduzir os impactos sobre as empresas afetadas. Uma das medidas já asseguradas é a liberação de uma linha de crédito de R$ 100 milhões pelo BRDE, iniciativa do governo estadual. A entidade, no entanto, considera o valor insuficiente e reivindica a liberação de créditos de ICMS Exportação, além de outras medidas tributárias, trabalhistas e de crédito por parte do governo federal.

Preocupação com impactos econômicos

A Fiergs também defende a manutenção da serenidade nas relações entre os governos brasileiro e estadunidense para evitar agravamento da situação. De acordo com a entidade, a tarifa já resulta em cancelamento de encomendas, suspensão de embarques, negócios desfeitos, desaceleração da produção e concessão de férias emergenciais em empresas do estado.

O Sistema Fiergs informou que seguirá buscando alternativas e negociações em defesa da indústria gaúcha e das cadeias produtivas afetadas pela nova tarifa.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 294 Visualizações
Projetos especiais

Jornada de Sucessão Empresarial terá primeira edição no Rio Grande do Sul em agosto

Por Jonathan da Silva 29/07/2025
Por Jonathan da Silva
O ChatGPT disse:

A Jornada de Sucessão Empresarial será realizada pela primeira vez no Rio Grande do Sul no dia 13 de agosto, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O programa, desenvolvido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Nacional, tem como objetivo preparar empresas familiares para a continuidade de seus negócios, promovendo governança, liderança e planejamento sucessório. As inscrições para a primeira etapa, chamada Embarque, são gratuitas e podem ser feitas até 8 de agosto.

O projeto é uma parceria do IEL Nacional com o Movimento Novos Líderes Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Cambridge Family Enterprise Group e a Academia de Negócios da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). No estado gaúcho, a iniciativa é liderada pelo Sistema Fiergs, por meio do IEL-RS e do Conselho de Desenvolvimento de Lideranças (Conlider).

Segundo o vice-presidente da Fiergs e coordenador do Conlider, Ubiratã Rezler, a ação busca combater as dificuldades de sucessão enfrentadas por empresas familiares no país. “Mais de 90% das empresas no Brasil têm origem familiar. Dessas, apenas 30% conseguem alcançar uma segunda geração, e somente 5% chegarão a uma terceira. Isso ocorre por falta de governança, conflitos internos ou talentos que não são aproveitados. O nosso objetivo é que as gerações possam passar pelas empresas, mas que o negócio permaneça vivo e em franco crescimento”, afirmou Rezler.

Inscrições e valores

Os participantes podem aderir à programação completa da Jornada antes ou após a etapa inicial, desde que tenham participado do Embarque. Para adesões após essa primeira atividade, o prazo vai até 10 de setembro. Empresas com dois representantes terão investimento de R$ 8 mil e, com apenas um representante, R$ 6,5 mil, com subsídio do IEL-RS. São esperadas pequenas e médias indústrias familiares do estado, em diferentes estágios do processo sucessório.

A gerente técnica do IEL-RS, Bruna Hermes, destacou a importância de preparar sucessores para evitar descontinuidades na gestão. “Cerca de 108 mil empresas industriais no Brasil possuem ao menos um sócio com 61 anos ou mais. Por outro lado, 27,9% dos sócios industriais têm entre 21 e 40 anos, sendo considerados novos líderes. A iminente saída desses líderes seniores exige planejamento e ação para evitar rupturas na gestão e na operação das empresas”, pontuou Bruna.

Dados do estudo “Empreendedorismo Industrial: O Perfil dos Novos Líderes”, elaborado pelo IEL Nacional e pelo Observatório Nacional da Indústria, apontam que empresas com novos líderes tiveram crescimento de 8,1% no emprego formal entre 2022 e 2023, contra 3% daquelas sem renovação. “Esses dados indicam que a renovação das lideranças contribui para um maior dinamismo e a capacidade de geração de empregos”, complementou Bruna.

Liderando para o futuro

O evento contará com a participação da empresa Docile, de Lajeado, que compartilhará experiências em educação executiva, inovação, sustentabilidade competitiva e sucessão como pilar de continuidade. O debate pretende contribuir para a formação de líderes industriais mais resilientes e preparados para os desafios futuros.

Mais detalhes e inscrições podem ser feitas no site ielrs.org.br/jornada-de-sucessao-empresarial.

Foto: Artur Safronov/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2025 0 Comentários 309 Visualizações
Projetos especiais

Programa Base é lançado no RS para impulsionar startups científicas na indústria

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Programa Base foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (16), no Instituto Caldeira, em Porto Alegre, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de startups deep tech voltadas à criação de tecnologias baseadas em pesquisa científica. A iniciativa é promovida nacionalmente pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), em parceria com o Sistema Fiergs e a Numerik, e contemplará 180 projetos – sendo 150 vagas para empresas e 30 bolsas para pesquisadores – com inscrições abertas até o dia 31 de julho.

O projeto foi apresentado como estratégico para o futuro da indústria gaúcha, integrando o trabalho do Sistema Fiergs de priorizar a inovação industrial. Segundo o gerente da Divisão de Inovação e Tecnologia do Senai-RS, Victor Gomes, a iniciativa “não apenas apoia startups, mas também incentiva a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e setor industrial, promovendo um ambiente de inovação que pode resultar em soluções impactantes para problemas reais do mercado”.

Dividido em quatro fases, o Base permite a entrada gratuita de empresas e pesquisadores na etapa mais adequada às suas necessidades, desde que cumpram os critérios estabelecidos no regulamento disponível no formulário de inscrição.

Pesquisa como base

A gerente de Redes de Inovação da Embrapii, Paula Nadai, explicou que o Base é o primeiro programa do gênero no estado voltado exclusivamente para startups deep tech, caracterizadas por atuarem na fronteira do conhecimento. “Quem aderir pesquisará o futuro da indústria, coisas que ainda não existem. Então, também é sobre competência, mentes prontas para atuar em locais ainda não explorados”, afirmou Paula.

Casos de referência

Durante o evento de lançamento, o painel “Deep Tech: mais que um hype, uma revolução”, mediado pela jornalista do Grupo RBS, Giane Guerra, apresentou experiências de empresas que já atuam nesse modelo. A Falker, inicialmente uma startup tradicional, se tornou pioneira em tecnologias para agricultura de precisão, diagnóstico do solo, adubação e irrigação, com base em ciência e pesquisa. “Na inovação, não adianta procurar caminhos que já deram certo. Precisamos estar preparados para errar e criar os nossos próprios caminhos. Copiando, a inovação perde seu sentido”, comentou Marcio Albuquerque, CEO da empresa.

Outro exemplo foi a TideSat, criada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que desenvolveu uma tecnologia própria de monitoramento do nível de corpos hídricos, com base em refletometria. A empresa ganhou destaque por acompanhar com precisão o nível das águas do Lago Guaíba durante a enchente de 2024.

Mais detalhes

As inscrições e mais detalhes sobre o Programa Base podem ser acessadas no site conteudos.senairs.org.br/programa-base.

Foto: Caroline Eberhardt/Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 367 Visualizações
Projetos especiais

Fiergs lança plataforma com dados do comércio Brasil-EUA

Por Jonathan da Silva 16/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou nesta quarta-feira (16) uma plataforma digital que reúne dados detalhados sobre o comércio exterior entre o Brasil, o Rio Grande do Sul e os Estados Unidos. O objetivo, segundo a entidade, é facilitar o acesso de empresas e setores produtivos a informações sobre exportações e importações em um momento de incerteza comercial, marcado pelo anúncio do governo norte-americano de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

A página de business intelligence (BI) foi desenvolvida pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Gerex) e pode ser acessada gratuitamente em bit.ly/BIFIERGS.

Análise por segmento e período

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, a nova funcionalidade oferece recursos que contribuem para o planejamento empresarial. “É uma ferramenta que auxilia na tomada de decisões neste momento de tanta incerteza comercial entre os dois países”, afirma o dirigente.

A plataforma permite filtrar dados por período, estado, segmento produtivo e produto, além de selecionar o ano de análise a partir de 2017. Os usuários podem consultar volumes e valores de exportações e importações, assim como identificar o grau de exposição econômica ao mercado norte-americano.

Estados Unidos como parceiro estratégico

Os Estados Unidos foram, em 2024, o segundo principal destino das exportações do Rio Grande do Sul, que somaram mais de US$ 1,8 bilhão. Entre os principais produtos enviados ao mercado norte-americano estão tabaco, pasta de madeira, armas e munições e calçados.

Além da página exclusiva sobre a relação comercial com os EUA, a plataforma disponibiliza dados do comércio exterior com outros países, permitindo comparações e análises ampliadas para o setor produtivo.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/07/2025 0 Comentários 365 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta setores da indústria gaúcha mais afetados pelo tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 14/07/2025
Por Jonathan da Silva

O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (REP), de impor tarifas de importação de 50% a produtos brasileiros a partir de 1º de agosto deve impactar diretamente a indústria de transformação do Rio Grande do Sul segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (11) pela Unidade de Estudos Econômicos e pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Sistema Fiergs. A pesquisa aponta que, em 2024, os EUA receberam 11,2% das exportações totais do setor industrial gaúcho, com destaque para produtos de metal, que tiveram 46% de seus embarques destinados ao mercado norte-americano.

Entre os setores mais sensíveis às novas tarifas estão minerais não metálicos, com 44,4% das vendas externas direcionadas aos EUA; máquinas e materiais elétricos, com 42,5%; e madeira, com 30,1%. O estudo detalha que, especificamente em produtos de metal, armas e munições concentram 85,9% da produção exportada para o território norte-americano. Já no segmento de máquinas e materiais elétricos, transformadores e indutores têm 79,3% da produção voltada aos EUA.

Empregos e receita

Em 2024, as atividades industriais gaúchas mais dependentes do mercado norte-americano geraram receita de US$ 1,2 bilhão e sustentaram 145,4 mil postos de trabalho, correspondendo a 21,2% dos empregos do setor de transformação no estado. Outros segmentos com participação relevante nas vendas aos EUA são couro e calçados, móveis e veículos automotores. Por outro lado, a indústria de alimentos – que lidera as exportações do Rio Grande do Sul – apresenta menor dependência em relação ao destino norte-americano.

Posicionamento da entidade

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, defendeu o diálogo como caminho para reduzir os impactos da medida. “A solução para esse impasse deve passar por negociação e mediação, evitando prejuízos maiores para as economias envolvidas”, afirmou o dirigente.

Mais detalhes da pesquisa podem ser conferidos no site oficial do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/importancia-dos-estados-unidos-para-a-economia-gaucha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
14/07/2025 0 Comentários 512 Visualizações
Business

Sistema Fiergs reúne cônsules para ampliar internacionalização da indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs recebeu nesta segunda-feira (7), em Porto Alegre, representantes consulares para discutir ações que fortaleçam a presença das indústrias do Rio Grande do Sul no mercado internacional. A reunião-almoço teve como foco a criação de estratégias de intercâmbio e a ampliação de parcerias, em um momento em que o Brasil avança em acordos comerciais, como o tratado de livre comércio do Mercosul com a EFTA – bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, agradeceu o apoio de diversos países à reconstrução do estado após as enchentes de 2024. “A representação consular e diplomática tem um papel fundamental na construção de pontes entre nações. São vocês que levam ao mundo as oportunidades que surgem em nosso estado. O Rio Grande do Sul vive um momento de reconstrução. A crise climática colocou todos nós à prova. Quero expressar nosso profundo agradecimento pelo apoio recebido por meio das representações consulares aqui presentes”, comentou Bier.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Rio Grande do Sul é o sétimo maior exportador do Brasil, com 3.254 empresas atuando no comércio exterior.

Propostas e articulação

O presidente da Associação do Corpo Consular do Rio Grande do Sul (Accers) e cônsul-honorário da França, Roner Guerra Fabris, afirmou que o encontro buscou abrir caminhos para novos negócios. “Nosso objetivo é mostrar um panorama econômico do nosso estado, estreitar relações e criar estímulos para posicionar o Rio Grande do Sul em uma posição cada vez melhor dentro do Brasil”, ressaltou Fabris.

Entre as sugestões dos cônsules estão a realização de eventos de inovação, intercâmbio de talentos na indústria e organização de comitivas comerciais voltadas ao estado.

O diretor do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Comércio Exterior (Concex), Aderbal Lima, recebeu as propostas e indicou que elas serão analisadas. “Queremos promover o intercâmbio entre os talentos e a indústria. É por meio dessas pessoas que teremos mais competitividade, com mentes mais abertas e globais. Vocês podem ser peças importantes na conexão entre empresas e pessoas”, pontuou Lima.

Potencial de expansão comercial

Durante a apresentação, o gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior e dos Conselhos Temáticos do Sistema Fiergs, Luciano D’Andrea, destacou que os novos acordos comerciais podem ampliar o acesso do Brasil a mercados preferenciais. “O Brasil pode ampliar o acesso a mercados preferenciais, chegando a quase 32% assim que com os acordos com a União Europeia e a EFTA”, destacou D’Andrea. Atualmente, o percentual de acesso preferencial é de 8%.

O economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, ressaltou o peso do comércio exterior para o estado. “Temos uma economia fortemente voltada para o comércio internacional, com um fluxo intenso. O Rio Grande do Sul é um dos estados onde a indústria tem a maior parcela da receita proveniente das exportações”, detalhou Baggio.

Lideranças presentes no encontro

Participaram do encontro o presidente da Accers e cônsul-honorário da França, Roner Guerra Fabris; o vice-presidente da Accers e cônsul-honorário da Grã-Bretanha, Ricardo Sondermann; o cônsul-honorário da Guatemala, Fernando Carlos Schuch Filho; o cônsul-honorário da Suíça, Martin Haeberlin; o cônsul-honorário do Equador, Fernando Francisco Quintana Díaz; a cônsul-honorária da Bélgica, Katia Pinheiro; o cônsul-geral honorário das Filipinas, Somchai Ansuj; a embaixadora e cônsul-geral do Uruguai, Marión Blanco Espino; e o cônsul-geral da Alemanha, Marc Oliver Bogdahn.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 324 Visualizações
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