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Federarroz

Variedades

Safra de arroz no RS enfrenta pressão por crédito e custos

Por Jonathan da Silva 22/04/2026
Por Jonathan da Silva

A próxima safra de arroz no Rio Grande do Sul é projetada sob um cenário visto pelo setor como de incertezas, com impacto de crédito restrito, custos elevados e queda do dólar, segundo avaliação da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz). A projeção foi apresentada pelo presidente da entidade, Denis Dias Nunes, ao analisar as condições que antecedem o plantio, indicando possível redução da área cultivada e efeitos sobre a oferta e o mercado na próxima temporada.

De acordo com o presidente da entidade, os produtores enfrentam dificuldades relacionadas ao acesso ao crédito e às taxas de juros elevadas, além de um cenário cambial desfavorável. A combinação desses fatores contribui para a compressão da rentabilidade antes mesmo do início do plantio.

O dirigente afirma que a tendência é de manutenção ou redução da área plantada, considerando também o aumento do endividamento dos agricultores. “Apesar de uma recente recuperação nos valores, muitos agricultores têm optado por reter a produção à espera de melhores cotações”, observa Dias Nunes.

Dinâmica de mercado

Outro elemento apontado é o ritmo lento da colheita atual, que influencia a estratégia de comercialização. Segundo Denis Dias Nunes, no início da safra houve volume significativo de exportações, o que permitiu a entrada de recursos sem a necessidade de venda imediata do arroz colhido.

O dirigente também destaca a relação com a produção de soja. “Além disso, com a proximidade da colheita da soja, a tendência é que produtores utilizem essa soja para gerar caixa, postergando a venda do arroz na expectativa de preços mais favoráveis”, projeta Dias Nunes.

Políticas de apoio

A Federarroz aponta as exportações como um mecanismo para reduzir estoques internos e sustentar preços. Nesse contexto, Denis Dias Nunes menciona a liberação de recursos federais para apoio à comercialização. O Ministério da Agricultura destinou R$ 56 milhões à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que deverá operacionalizar medidas como o Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro).

Custos de produção seguem como incerteza

Os custos de produção permanecem como um dos principais pontos de atenção para o setor. Segundo Denis Dias Nunes, os preços dos fertilizantes seguem elevados, influenciados por fatores externos, como a guerra entre Estados Unidos e Irã e a valorização de insumos como petróleo e combustíveis.

Para o dirigente, esse conjunto de fatores deve impactar tanto a área plantada quanto o nível de tecnologia utilizado nas lavouras. “A queda do dólar, embora possa aliviar parcialmente os custos de importação de insumos, também tende a reduzir a competitividade das exportações de arroz e soja, pressionando a rentabilidade do produtor. Diante de tudo isso, a próxima safra é ainda uma incógnita, o que exige cautela e acompanhamento atento do mercado ao longo dos próximos meses”, orienta Dias Nunes.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Variedades

Recursos de R$ 56 milhões são liberados para comercialização de arroz

Por Jonathan da Silva 16/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) anunciou a liberação de R$ 56 milhões destinados à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para apoiar a comercialização de arroz no estado. A medida foi confirmada nesta quarta-feira (15), após reunião no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e prevê a publicação de um edital que permitirá a operacionalização de mecanismos como o Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). O objetivo é garantir melhores condições de mercado, facilitar o escoamento da produção e contribuir para a estabilidade dos preços.

De acordo com o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, os recursos serão utilizados por meio de um edital que viabilizará o uso dos instrumentos de subvenção. Esses mecanismos são adotados pelo governo federal para apoiar produtores em momentos de desequilíbrio de mercado, assegurando condições mais favoráveis para a comercialização. “A liberação do TED (Termo de Execução Descentralizada) representa um passo importante para o setor orizícola, que aguardava a medida como forma de assegurar maior estabilidade nos preços e facilitar o escoamento da produção”, destacou o dirigente.

Expectativa do setor

Segundo a entidade, a expectativa é de que o edital seja publicado nos próximos dias, possibilitando o acesso dos produtores aos benefícios previstos. A iniciativa atende a uma demanda do setor por medidas que contribuam para o equilíbrio do mercado e o suporte à cadeia produtiva do arroz.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Variedades

Arrozeiros gaúchos pedem prorrogação de incentivo fiscal

Por Jonathan da Silva 17/03/2026
Por Jonathan da Silva

Arrozeiros do Rio Grande do Sul solicitaram, nesta segunda-feira (16), a prorrogação do crédito presumido de ICMS nas vendas de arroz para São Paulo e Minas Gerais, durante reunião realizada na Assembleia Legislativa (ALRS), em Porto Alegre. O encontro reuniu representantes do setor, parlamentares e integrantes do governo estadual para discutir a manutenção do benefício previsto no Decreto Estadual nº 58.296/2025. A medida, segundo o setor, é considerada necessária para manter a competitividade do produto gaúcho diante da redução de área plantada e do aumento dos custos de produção.

A reunião foi promovida pela Frente Parlamentar em Defesa do Arroz, presidida pelo deputado estadual Marcus Vinícius (PP), com o objetivo de debater a renovação do incentivo fiscal e evitar distorções tributárias. O crédito presumido de ICMS permite às indústrias deduzirem parte do imposto devido, reduzindo a carga tributária nas operações interestaduais e ampliando a competitividade do arroz beneficiado.

Participaram representantes da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), do Sindicato da Indústria do Arroz (Sindarroz), da Federação das Associações de Rizicultores do Estado do RS (Fearroz), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), além de parlamentares e representantes do governo estadual.

Impacto no setor

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou a relevância do setor para a metade sul do estado, que concentra cerca de 4 milhões de hectares de terras baixas aptas ao cultivo de arroz irrigado e um dos maiores parques industriais de beneficiamento fora da Ásia. Dias Nunes afirmou que há redução na área plantada como estratégia para enfrentar custos elevados e queda nos preços. “Quando o Estado investe em programas de irrigação para ampliar a produção e garantir mais segurança à agricultura, o setor já tem 100% da área irrigada. No entanto, viemos fazendo um movimento contrário no sentido de diminuir a área plantada numa tentativa de reduzir os efeitos do alto custo de produção e queda nos preços de venda. Além disso, a indústria está localizada justamente na metade sul, que é a região que mais precisa de geração de emprego e renda”, destacou o dirigente.

Dias Nunes também relacionou a manutenção do incentivo a aspectos sociais. “Não estamos falando de mais geração de emprego em regiões já desenvolvidas, mas em uma área que precisa dessa atividade econômica. É uma questão estratégica para o Rio Grande do Sul”, afirmou o presidente da entidade.

Empregos e produção

O vice-presidente da Federarroz, Roberto Fagundes Ghigino, questionou os cálculos do governo sobre o impacto fiscal da medida e defendeu a análise das perdas já registradas pelo setor. Segundo ele, cerca de 90 mil hectares deixaram de ser cultivados, o que impacta diretamente a cadeia produtiva. “Estamos falando de uma cadeia que gera cerca de 24 mil empregos. Se apenas 10% das indústrias fecharem, seriam 2,4 mil postos de trabalho perdidos. E quando uma indústria fecha ou vai para outro estado, dificilmente volta a produzir aqui”, ressaltou Ghigino.

Encaminhamentos

Ao final da reunião, o presidente da Frente Parlamentar, deputado estadual Marcus Vinícius, informou que os relatos apresentados serão levados à sessão deliberativa do plenário da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 17 de março. A proposta é coletar assinaturas de deputados em apoio à prorrogação do benefício e encaminhar o documento ao governador Eduardo Leite (PSD).

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2026 0 Comentários 158 Visualizações
Política

Federarroz pede ação do governo estadual após denúncias sobre preço e falta de diesel

Por Jonathan da Silva 13/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) solicitou ação do governo estadual após denúncias de aumento expressivo no preço do óleo diesel e relatos de falta de combustível em regiões produtoras. O tema foi tratado em reunião realizada na manhã desta quinta-feira (12), no gabinete da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, em Porto Alegre, quando representantes da entidade apresentaram ao secretário Fabrício Peruchin relatos de produtores sobre cancelamentos de pedidos e elevação no valor do combustível no início da colheita do arroz.

Durante o encontro, a Federarroz apresentou um panorama da situação enfrentada pelos produtores no estado. Segundo a entidade, agricultores de diferentes regiões relataram cancelamento ou atraso na entrega de pedidos de diesel previamente agendados, além de aumento superior a R$ 1,20 por litro em um curto período.

A federação informou que o cenário ocorre no momento de início da colheita da safra de arroz, etapa que demanda grande volume de combustível para o funcionamento de máquinas agrícolas e para o transporte da produção.

Relatos apresentados ao governo

Em comunicado anterior, a Federarroz já havia alertado para a situação envolvendo o abastecimento de diesel no estado. A entidade reuniu relatos de produtores sobre dificuldades para receber combustível e aumento nos preços praticados no mercado.

Durante a reunião com o governo estadual, também foi discutida a necessidade de atuação de órgãos públicos para verificar possíveis irregularidades na cadeia de abastecimento.

O diretor executivo e jurídico da Federarroz, Anderson Belloli, comentou o posicionamento apresentado pelo governo durante o encontro. “O secretário mostrou sensibilidade ao momento delicado da lavoura de arroz, se comprometendo a agir imediatamente junto ao governo estadual, situação que nos deixa otimistas em relação a uma resposta aos abusos que estão sendo cometidos contra os produtores do estado”, afirmou Belloli.

Encaminhamentos

A Federarroz informou que pretende formalizar uma denúncia aos órgãos competentes ainda nesta quinta-feira, solicitando a adoção de providências para a apuração da situação envolvendo o abastecimento e o preço do diesel nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 137 Visualizações
Variedades

Federarroz alerta para atrasos na entrega de diesel e aumento no preço do combustível

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) emitiu nota nesta sexta-feira (6) manifestando preocupação com relatos de produtores rurais sobre atrasos e cancelamentos na entrega de óleo diesel previamente agendada em diferentes regiões do estado. Segundo a entidade, os cancelamentos estariam sendo justificados por suposto desabastecimento ao mesmo tempo em que foi registrado aumento superior a R$ 1,20 por litro do combustível nas últimas horas, situação que pode afetar o início da colheita do arroz.

De acordo com a Federarroz, produtores rurais relataram que pedidos de diesel agendados anteriormente não teriam sido entregues. A justificativa apresentada em alguns casos seria a falta do produto, enquanto o preço do combustível registrou aumento nas últimas horas.

O posicionamento foi divulgado em comunicado assinado pelo diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli. Segundo a entidade, o caso está sendo acompanhado devido aos possíveis impactos no setor produtivo.

A federação afirma que monitora os movimentos do mercado e os efeitos decorrentes dessas situações. Caso sejam identificados indícios de irregularidades comerciais envolvendo integrantes da cadeia de abastecimento de combustíveis, a entidade informa que poderá adotar medidas legais.

Medidas legais

Na nota, a Federarroz destaca que suspeitas de possíveis irregularidades comerciais que prejudiquem produtores e consumidores poderão ser alvo de ações nas esferas administrativa, cível e penal, conforme prevê a legislação brasileira.

A entidade também informa que deverá solicitar esclarecimentos à Petrobras nos próximos dias sobre eventuais situações de desabastecimento de óleo diesel relatadas por produtores rurais em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Impacto no setor arrozeiro

A preocupação ocorre em um momento considerado delicado para o setor arrozeiro no estado. Segundo a federação, os produtores enfrentam um período de preços considerados abaixo do custo de produção.

Atualmente, a saca de arroz é comercializada em média por cerca de R$ 55. O custo de produção do cereal, conforme estimativa do setor, varia entre R$ 85 e R$ 90, dependendo do sistema produtivo adotado nas propriedades.

Consumo de combustível no início da colheita

Os relatos de problemas no abastecimento de diesel ocorrem no período em que os produtores iniciam a colheita da safra 2025/2026. Essa etapa exige grande volume de combustível para o funcionamento de máquinas agrícolas e para a logística de transporte da produção.

Segundo a Federarroz, eventual escassez de diesel ou elevação abrupta no preço do combustível pode ampliar os custos de produção e afetar o desempenho das lavouras.

A entidade também aponta que eventuais problemas no abastecimento ou no custo do diesel podem repercutir futuramente na oferta do produto e no preço final do arroz ao consumidor. A federação afirma que continuará acompanhando a situação e adotará providências caso sejam confirmadas práticas que prejudiquem os produtores do estado.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 185 Visualizações
Variedades

Inovação no campo pauta debate na Abertura da Colheita

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A inovação tecnológica aplicada ao campo foi tema de debate na manhã desta terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, realizada na Estação Experimental da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento reuniu representantes de universidade, empresas e governo para discutir como parcerias entre setor produtivo, academia e poder público podem gerar valor e ampliar a competitividade no agronegócio.

O painel “Parcerias que Geram Valor” integrou a programação do evento e abordou desafios produtivos e caminhos para soluções tecnológicas no setor.

Universidade e setor produtivo

A coordenadora do Núcleo de Prospecção e Inovação iTEC/Furg, Micheli Castro, apresentou o funcionamento do núcleo, os critérios de seleção de projetos e o papel da pesquisa no atendimento às demandas do setor produtivo. Segundo ela, a aproximação entre empresas e universidades é decisiva para transformar ideias em soluções aplicáveis. “No iTEC temos um time de mulheres com vasta experiência em automação, robótica, ciência de dados, entre outros. Os empresários podem contar com a gente para buscar soluções mais rentáveis para os seus negócios”, ressaltou a Micheli.

Uma das empresas atendidas pelo núcleo é a Agrifence, criada em 2023 com foco na otimização do uso de máquinas agrícolas. O gerente-geral da Agrifence Brasil, Ignácio Melito, afirmou que, após anos de pesquisa, a empresa passou a comercializar um hardware instalado nos maquinários, capaz de analisar dados e gerar relatórios para apoiar decisões estratégicas, reduzir atrasos produtivos e ampliar a visão de negócio. “O apoio das universidades é essencial para destravar soluções que os empresários não conseguem avançar. É fundamental ter a visão de alguém de fora para dar um fôlego e conseguir executar os projetos até a fase final”, afirmou Melito.

Papel do poder público

Representando o Governo do Estado, a diretora de Ambientes de Inovação da Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), Andréia Dullius, destacou a atuação do poder público na articulação entre setor produtivo e centros de pesquisa. “Ao longo dos anos, percebemos que é um grande desafio o empresário se aproximar da universidade para buscar a pesquisa como uma forma de solucionar problemas tecnológicos do seu negócio. O governo, por vezes, faz o elo entre essas pontas”, afirmou Andréia.

A diretora acrescentou que o investimento nas fases iniciais é determinante para a viabilidade dos projetos. “Infelizmente, normalmente as empresas não dedicam tempo e dinheiro nas primeiras etapas e, muitas vezes, elas acabam não prosperando”, concluiu Andréia.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 151 Visualizações
Variedades

20 mil pessoas visitaram a Abertura da Colheita do Arroz em Capão do Leão

Por Jonathan da Silva 24/02/2025
Por Jonathan da Silva

A 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas reuniu cerca de 20 mil pessoas entre os dias 18 e 20 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão. O número de visitantes superou a expectativa da organização, que previa 16 mil participantes, além de ultrapassar o público da edição anterior, que contou com 15,3 mil visitantes.

Os visitantes vieram de 17 países e 18 estados brasileiros, além do Distrito Federal, acompanhando mais de 100 horas de programação. As atividades ocorreram em diversos espaços, incluindo campo, auditório, arenas e estandes.

O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, avaliou o crescimento do evento. “Tivemos um público extraordinário. É um evento consolidado e que cada vez mais é fundamental para que os produtores tenham sucesso nas suas atividades”, afirmou Velho.

Arrecadação para ações sociais

Além das atividades técnicas e comerciais, o evento contou com uma ação social. A ONG Semear foi responsável pela administração do estacionamento, arrecadando R$ 28.488,00. O valor será destinado ao pagamento do aluguel do espaço da entidade e a outras iniciativas voltadas para crianças atendidas pela organização.

A presidente da ONG Semear, Silvana Cunha, destacou a importância da parceria. “Há sete anos já que a gente vem realizando esse trabalho em parceria com a Federarroz. E agradecemos muito, porque vamos conseguir manter a ONG um ano inteirinho de novo”, salientou Silvana.

Próxima edição confirmada para 2026

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas já tem data marcada. O evento será realizado de 24 a 26 de fevereiro de 2026, novamente na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado.

O evento deste ano foi organizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além do patrocínio do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e apoio da Prefeitura Municipal de Capão do Leão. O tema desta edição foi “Produção de Alimentos no Pampa Gaúcho – Uma Visão de Futuro”.

Foto: Jô Folha/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2025 0 Comentários 301 Visualizações

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