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Escolas Sementeiras

Ensino

Novo Hamburgo tem projeto de educação integral selecionado pelo MEC

Por Jonathan da Silva 28/05/2026
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo teve um projeto da Secretaria Municipal de Educação (Smed) selecionado pelo Ministério da Educação (MEC) no edital Experiências Inspiradoras de Gestão e de Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral. A iniciativa “Escolas Sementeiras: Trajetórias Negras e Educação Antirracista em Novo Hamburgo” passa a integrar um mapa nacional de boas práticas em educação pública, reunindo experiências desenvolvidas em diferentes regiões do país. A seleção reconhece projetos voltados à promoção da inclusão, da diversidade e da equidade no ambiente escolar.

O projeto hamburguense foi escolhido no Eixo 4 – Diversidade, Inclusão e Equidade, categoria que contempla ações ligadas ao enfrentamento das desigualdades e à valorização das diferenças culturais, sociais e humanas dentro das escolas.

Reconhecimento nacional

Com a seleção, o projeto da Smed será divulgado nacionalmente por meio de um Mapa Interativo, de um Caderno de Narrativas e de uma Rede de Trocas entre redes e instituições de ensino de diferentes estados brasileiros.

A coordenadora do Projeto Sementeiras, Fernanda Duarte de Oliveira, afirmou que o reconhecimento é resultado do trabalho desenvolvido coletivamente nas escolas e comunidades envolvidas. “A seleção representa o reconhecimento de um trabalho construído coletivamente nas escolas e nos territórios”, destacou Fernanda.

Educação integral

A gerente de Educação Integral da pasta, Vanessa Boeira, afirmou que a participação entre as experiências selecionadas reforça o compromisso do município com políticas educacionais voltadas à inclusão e à cidadania. “É uma conquista que valoriza as práticas desenvolvidas nas escolas municipais e evidencia o potencial da educação como ferramenta de inclusão, pertencimento e cidadania”, ressaltou Vanessa.

O edital do MEC reúne iniciativas consideradas referências em educação integral em tempo integral, com foco em experiências pedagógicas e de gestão que ampliem a participação dos estudantes e fortaleçam vínculos entre escola, território e comunidade.

Foto: Smed/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Ensino

Novo Hamburgo amplia ações de educação antirracista na rede municipal

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo (Smed) ampliou em 2026 as ações de educação antirracista desenvolvidas na rede municipal de ensino. O projeto Escolas Sementeiras, criado em 2024 inicialmente em 27 escolas, passou a contemplar todos os espaços educativos do município, com atividades voltadas à promoção da equidade, do respeito às diferenças e da valorização das identidades. As iniciativas incluem formações para professores, debates sobre diversidade e práticas pedagógicas alinhadas às diretrizes de Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).

Segundo a Secretaria, a educação antirracista é trabalhada de forma cotidiana nas escolas, por meio de atividades em sala de aula, seleção de materiais pedagógicos e formações continuadas para profissionais da educação. A proposta busca estimular reflexões sobre representatividade, direitos humanos e enfrentamento ao racismo dentro e fora do ambiente escolar.

As ações desenvolvidas pelo projeto Escolas Sementeiras incluem encontros formativos presenciais e virtuais, visitas aos territórios escolares, construção de acervos pedagógicos e integração das temáticas relacionadas à educação étnico-racial desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Papel social da escola pública

As práticas implementadas pela rede municipal também seguem as determinações das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que estabelecem o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.

O secretário municipal de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, afirmou que o fortalecimento das ações está relacionado ao papel social da escola pública. “Quando toda a rede assume o compromisso com a equidade e o respeito às diferenças, a educação se torna mais humana e democrática”, destacou o titular da pasta.

A assessora da Smed e coordenadora do projeto Escolas Sementeiras, Fernanda Duarte de Oliveira, explicou que a iniciativa busca aproximar as escolas de temas ligados à formação cidadã. Segundo ela, as ações são desenvolvidas diariamente nas práticas pedagógicas, nas formações e nas relações construídas dentro dos ambientes escolares.

Ampliação do projeto

Criado em 2024 com participação inicial de 27 escolas municipais, o projeto Escolas Sementeiras foi ampliado neste ano para atingir toda a rede municipal de ensino. De acordo com a Smed, a proposta é fortalecer espaços escolares mais acolhedores e representativos para bebês, crianças, adolescentes e estudantes da EJA, ampliando referências culturais e promovendo o reconhecimento das diferentes identidades nos processos de aprendizagem.

Foto: Smed/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Projetos especiais

Projeto Escolas Sementeiras é ampliado para toda a rede municipal de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo ampliou o projeto Escolas Sementeiras para todas as escolas e espaços educativos da rede municipal de ensino. A iniciativa, criada em 2024 para fortalecer a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e promover ações ligadas à diversidade e à equidade, passa agora a envolver toda a rede por meio de formações, encontros e atividades pedagógicas voltadas à valorização da história e cultura afro-brasileira e indígena, além da promoção da igualdade social.

O projeto foi iniciado em 2024 com a participação de 27 instituições, entre Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs). A proposta reúne escolas em um processo de aprendizagem coletiva e troca de experiências voltadas à formação cidadã e ao fortalecimento do conhecimento sobre diversidade cultural e social.

Com a ampliação, o projeto passa a alcançar todas as unidades da rede municipal. As atividades incluem encontros mensais presenciais e virtuais, visitas aos territórios das escolas, construção de acervos pedagógicos e integração das temáticas da ERER desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Novas ações

Neste ano, o projeto também contará com novas parcerias. Um convênio com a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Novo Hamburgo permitirá a realização de formações em espaço cedido pela entidade. Outra iniciativa prevista é a criação do Clube do Livro Sementeiras, que convidará professores a lerem uma obra selecionada previamente para discussão nas reuniões mensais.

Entre as ações previstas estão ainda a estruturação da ERER na mantenedora, a criação de um grupo de trabalho intersetorial, revisão de documentos orientadores, construção de protocolo antirracista e realização de palestras e atividades voltadas à conscientização e proteção das mulheres.

Práticas pedagógicas

Durante os encontros formativos, representantes das escolas participam de estudos, reflexões e atividades práticas relacionadas às temáticas da diversidade, direitos humanos e equidade. A partir dessas formações, os educadores desenvolvem ações pedagógicas voltadas ao cotidiano escolar, alinhadas às legislações educacionais que tratam do ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.

Segundo o secretário municipal de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, a ampliação do projeto reforça o papel da escola pública no enfrentamento das desigualdades. “Quando a rede inteira assume o compromisso com a equidade e o respeito às diferenças, avançamos na construção de uma educação mais humana e democrática”, afirmou o titular da pasta, que acrescentou que a iniciativa dialoga com metas da secretaria voltadas à redução das desigualdades e à valorização das identidades. “Esse é um marco que consolida a iniciativa como uma política permanente de formação e transformação educacional no município”, concluiu da Silva.

De acordo com a gerente de Educação Inclusiva e Diversidade, Juliana Aparecida Bohn Bernardes, o crescimento do projeto reflete sua consolidação dentro da rede. “As Escolas Sementeiras demonstraram que a formação continuada e o diálogo entre as escolas fortalecem práticas pedagógicas mais conscientes e inclusivas”, apontou Juliana.

A assessora pedagógica Fernanda Oliveira informou que a nova etapa da iniciativa envolve toda a rede em ações integradas e continuadas, ampliando o alcance das atividades educativas relacionadas à diversidade.

Vivências nas escolas

Experiências registradas desde a implantação do projeto apontam mudanças nas práticas pedagógicas das escolas participantes. Na Escola Municipal de Educação Infantil Negrinho do Pastoreio, a diretora Mylena Paz Boll relatou que as trocas promovidas pela iniciativa contribuíram para ampliar o olhar pedagógico da equipe e estimular ações coletivas de combate ao racismo e à discriminação.

A expectativa da Smed é que as ações multiplicadas em cada escola fortaleçam uma cultura educacional baseada no respeito, quebrando ciclos de violência através do conhecimento e na valorização das diferenças, construindo uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou o secretário municipal de Educação, André Luís da Silva.

Foto: Smed/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 189 Visualizações

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