Mais vistas
Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em...
Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio...
Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas
Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de...
Encontro em Porto Alegre reúne lideranças em formação sobre tomada...
Parque do Caracol anuncia parceria com Laura Bier
Abandono de cães mobiliza resgate em Lomba Grande
Escola de Morro Reuter é premiada no Alfabetiza Tchê
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

economia

Política

ACI e SinmaqSinos lançam manifesto com críticas a políticas econômicas do governo federal

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) e o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) lançaram, nesta terça-feira (5), um manifesto conjunto em que cobram mudanças de postura do governo federal em relação à condução da economia. O documento divulgado pelas entidades da região do Vale do Sinos apresenta críticas a medidas como oferta de crédito, políticas de juros e propostas de redução de jornada de trabalho, apontando impactos na competitividade e no endividamento.

Intitulado “Menos promessas, mais responsabilidade”, o manifesto afirma que o país precisa adotar decisões econômicas com maior responsabilidade e transparência. Segundo o texto, a ampliação do crédito é apresentada como solução imediata, mas pode resultar em aumento do endividamento das famílias e comprometimento da renda futura.

Críticas a políticas econômicas

As entidades também apontam que a redução de jornada ou carga de trabalho tem sido apresentada como avanço social sem a devida análise dos impactos sobre produtividade e custos. De acordo com o manifesto, esses efeitos podem refletir no aumento de preços, perda de competitividade da indústria nacional e maior presença de produtos importados no mercado interno.

O documento questiona ainda quem é beneficiado pelas medidas adotadas. “No fim, quem paga é a sociedade, ou seja, todos nós. Ou paga mais caro pelos produtos ou perde espaço no mercado de trabalho ou ainda vê sua renda real encolher. E aí surge a pergunta inevitável: este é um governo para os trabalhadores? Para quais trabalhadores? Os brasileiros que produzem aqui ou os trabalhadores de países que passam a exportar mais para o Brasil quando nossa indústria perde competitividade?”, diz o texto.

O manifesto também aborda o crescimento do sistema financeiro em cenários de aumento do endividamento. “E mais: quem realmente se beneficia desse modelo? São as famílias ou o sistema financeiro, que cresce justamente quando o endividamento aumenta?”, relata.

Posicionamento das entidades

No documento, as entidades defendem a adoção de medidas econômicas com foco em resultados de longo prazo. “O país precisa sair da lógica das soluções fáceis e dos anúncios de curto prazo. Medidas econômicas sérias exigem responsabilidade, transparência e compromisso com os efeitos reais, não com o ganho político imediato. Prometer é fácil. Sustentar crescimento, renda e emprego é o que realmente importa”, conclui o manifesto, assinado pelos presidentes da ACI, Robinson Klein, e do SinmaqSinos, Marlos Schmidt.

Foto: João Pavese/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 26 Visualizações
Business

Acordo Mercosul-UE zera tarifas para parte das exportações do RS

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

O acordo entre Mercosul e União Europeia entrou em vigor na sexta-feira (1º), após duas décadas de negociações, com impacto imediato nas exportações do Rio Grande do Sul. A medida, que os envolve governos dos países integrantes dos blocos e o setor industrial, passou a vigorar com a redução de tarifas sobre produtos comercializados. A implementação ocorre por etapas e busca ampliar o comércio exterior, aumentar a competitividade e estimular geração de empregos.

Na fase inicial, cerca de 43% das exportações gaúchas para a União Europeia passaram a ter tarifa zero, o equivalente a aproximadamente US$ 1,2 bilhão de um total de US$ 2,8 bilhões vendidos ao bloco. Ao todo, 500 itens foram incluídos de imediato, somando-se a outros 400 que já eram comercializados sem imposto.

Desgravação tarifária

O cronograma do acordo prevê que, em quatro anos, 93% das exportações do Rio Grande do Sul para a União Europeia estarão isentas de tarifas, alcançando cerca de US$ 2,5 bilhões. A retirada completa de impostos para os cerca de 1,5 mil produtos exportados será feita de forma gradual ao longo de 15 anos.

Entre os principais itens beneficiados na fase inicial estão partes de calçados, componentes para motores, derivados de petróleo, couros e peles, peças automotivas e pneus.

Impactos para a indústria

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, afirmou que o início do tratado exige preparação do setor produtivo. “É fundamental saber aproveitar este momento. É um acordo celebrado, muito bem construído, que cria oportunidades importantes, mas que também exige a construção de um ecossistema de competitividade para a indústria, com avanços em produtividade, inovação e redução do custo Brasil”, ressaltou o dirigente.

Bier também destacou efeitos além do comércio exterior. “Não se trata apenas de ampliar exportações. O acordo também facilita o acesso a tecnologias, processos e insumos mais avançados, o que pode contribuir para elevar a eficiência e a competitividade da indústria brasileira”, afirmou o presidente da entidade.

A Fiergs aponta que o acordo inclui mecanismos de proteção para setores considerados mais sensíveis, com prazos graduais para adaptação e dispositivos de salvaguarda.

Projeções econômicas

Estimativas indicam que, ao longo de 15 anos, o acordo pode gerar crescimento de 4,6% no Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a cerca de R$ 31 bilhões. As exportações industriais do Rio Grande do Sul para o bloco europeu podem aumentar em aproximadamente US$ 801,3 milhões no período.

Entre os setores com potencial de maior impacto estão tabaco, químicos, couro e calçados, alimentos, celulose e papel. O avanço das exportações também pode refletir no mercado de trabalho, com projeção de criação de 31 mil empregos formais na indústria de transformação.

Comércio com a União Europeia

Em 2025, a União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas entre blocos econômicos, com US$ 2,8 bilhões, o que representou 13% do total exportado pelo estado. O bloco também foi a quarta principal origem das importações, com US$ 1,4 bilhão, equivalente a 11,1% do total.

No cenário nacional, o Rio Grande do Sul ocupou a sexta posição entre os estados que mais exportaram para a União Europeia e a oitava entre os que mais importaram.

Foto: Mrsiraphol/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 35 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis projeta ocupação hoteleira próxima de 80% no feriadão

Por Jonathan da Silva 30/04/2026
Por Jonathan da Silva

Nova Petrópolis se prepara para registrar uma intensa movimentação turística neste feriadão, com uma projeção de taxa de ocupação na rede de hospedagem próxima de 80%. A expectativa divulgada pelo município atribui a procura ao período de temperaturas mais baixas, ao cenário de outono na Serra Gaúcha e à oferta de atrações voltadas a famílias, casais e grupos de amigos. O aumento no fluxo de visitantes deve impactar diretamente setores ligados ao turismo e ao comércio local.

Segundo a administração nova-petropolitana, a combinação entre clima frio, tranquilidade, segurança e opções de lazer tem impulsionado a busca pelo destino. A cidade aposta em experiências ligadas ao aconchego, à gastronomia e ao contato com tradições de origem germânica para atrair visitantes nesta época do ano.

Entre os atrativos destacados estão os cafés coloniais, restaurantes com cardápios variados, espaços culturais e áreas ao ar livre. Conforme avaliação do município, esses segmentos ganham maior procura durante o outono, período tradicionalmente associado ao turismo na Serra Gaúcha.

Expectativa do setor

A secretária adjunta de Turismo e Cultura de Nova Petrópolis, Mayara Senna dos Reis, afirmou que o cenário reforça a presença do município no turismo regional. “Nova Petrópolis tem um charme único. O frio valoriza ainda mais nossa essência acolhedora, nossa gastronomia e a experiência que oferecemos a quem busca momentos de qualidade com a família ou amigos. Somos uma cidade que combina tranquilidade, organização e excelentes opções de lazer, cultura e gastronomia”, ressaltou a titular da pasta.

Reconhecimento de empreendimentos

A secretária adjunta também citou premiações recentes recebidas por atrativos e empreendimentos locais no Travellers’ Choice, reconhecimento concedido a estabelecimentos do setor turístico. “Parabenizamos nossos empreendedores, atrativos e toda a cadeia do turismo por essas conquistas. Esse reconhecimento é resultado de muito trabalho, dedicação e compromisso com a qualidade. Nova Petrópolis segue se fortalecendo como referência em hospitalidade e experiência turística”, completou Mayara Senna dos Reis.

Foto: Gian Baum/Acervo Municipal/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2026 0 Comentários 47 Visualizações
Variedades

Carne bovina entra em ciclo de valorização no país com 35% da produção para exportações

Por Jonathan da Silva 24/04/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado da carne bovina no Brasil vive um ciclo de valorização impulsionado pela demanda interna e internacional. A avaliação foi apresentada pelo setor nesta quinta-feira (23), durante fórum realizado na Nacional Hereford e Braford, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Especialistas apontam que o movimento ocorre com cerca de 35% da produção nacional voltada à exportação e com oferta global mais restrita, o que sustenta a alta dos preços ao longo da cadeia produtiva.

De acordo com o analista da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, os preços da arroba do boi gordo vêm registrando alta consistente desde 2024, puxados principalmente pelo consumo. “Não é a oferta que está puxando esse movimento, mas sim o crescimento da demanda, que sustenta toda a cadeia produtiva”, afirmou Fabbri. Segundo o especialista, a valorização impacta diretamente todos os elos do setor, refletindo tanto na rentabilidade do produtor quanto nos preços ao consumidor final.

No cenário externo, países como China, Estados Unidos e México ampliaram a demanda pela carne brasileira, enquanto novos mercados seguem em processo de abertura. Ao mesmo tempo, concorrentes relevantes enfrentam queda na produção. Fabbri destacou que os Estados Unidos registram o menor nível de rebanho em décadas, o que os posiciona como importadores. “O mundo quer carne, e o Brasil tem capacidade para atender essa demanda, inclusive em mercados mais exigentes”, comentou o analista.

Mercado interno e externo

Atualmente, cerca de 35% da produção nacional é destinada à exportação, enquanto o mercado interno segue como principal destino. Segundo Fabbri, fatores econômicos como a redução do desemprego e o aumento da renda média contribuem para sustentar o consumo. “Com mais renda, o consumidor passa a buscar produtos de maior valor agregado”, explicou o especialista.

Valorização da carne de qualidade

O diretor do Programa Carne Certificada Hereford, Eduardo Eichenberg, afirmou que a valorização já é percebida também em carnes com diferenciação de qualidade. “A perspectiva é positiva, com valorização contínua, ainda que em ritmo moderado”, afirmou Eichenberg.

Segundo o dirigente, remates recentes ligados à entidade registraram valorização média próxima de 20% em relação ao ano anterior. Ele atribui o resultado à mudança no comportamento do consumidor. “Há uma busca crescente por produtos com padrão superior, o que favorece sistemas de certificação”, ressaltou Eduardo Eichenberg.

Entre os fatores considerados pelos consumidores estão rastreabilidade, sanidade, bem-estar animal e sustentabilidade. “O consumidor está mais exigente. A escolha não passa mais apenas pelo preço, mas pela confiança no produto e na cadeia de produção”, concluiu Eichenberg.

Debate no fórum

Além de Felipe Fabbri e Eduardo Eichenberg, o fórum contou com a participação da consultora Ana Doralina Menezes, do presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Eduardo Soares, do gerente executivo da associação, Felipe Azambuja, do representante do Frigorífico Silva, Mateus Silva, da presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, e do representante do Grupo Mandabrasa, proprietário do 20 Barra 9, Pedro César Bergamaschi.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Business

Fecomércio-RS divulga primeira sondagem do setor atacadista no estado em 2026

Por Jonathan da Silva 23/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS apresentou os resultados da primeira edição de 2026 da Sondagem do Segmento Atacadista, realizada entre os dias 5 e 24 de março com 385 estabelecimentos no Rio Grande do Sul. O levantamento reúne percepções de gestores sobre o cenário atual do setor, incluindo situação financeira, desempenho de vendas, nível de endividamento e expectativas, com o objetivo de orientar análises sobre o comportamento do mercado atacadista no estado.

De acordo com os dados, 64,2% das empresas entrevistadas têm mais de 10 anos de atividade. Entre os participantes, 46,2% atuam como atacadistas comerciais, revendendo produtos diversos, enquanto 22,6% operam no segmento de alimentos e bebidas. Em relação ao porte, 43,9% são pequenas empresas e 31,7% possuem mais de 10 funcionários.

Situação financeira

Sobre a situação financeira, 47,8% dos entrevistados classificaram o momento como bom ou muito bom, enquanto 40,3% apontaram condição regular e 11,9% indicaram cenário ruim ou muito ruim. O nível de endividamento foi considerado baixo por 53,8% dos gestores, moderado por 30,4%, alto por 12,1% e crítico por 3,8%.

Entre as operações financiadas por crédito comercial, a compra de mercadorias aparece como principal destino, com 74,5%. Já nas operações financeiras, o crédito para capital de giro foi citado por 49,7% dos entrevistados.

Desempenho das vendas

Em relação às vendas nos últimos seis meses, 41,6% classificaram o desempenho como regular, 34,7% como bom, muito bom ou excelente e 23,9% como ruim. Para 58,4% dos participantes, os resultados ficaram abaixo das expectativas, enquanto 37,4% afirmaram que as metas foram atendidas e 4,2% disseram que houve superação.

Entre os principais entraves internos, destacam-se a gestão de equipes, mencionada por 37,1%, a gestão financeira, com 30,9%, e o planejamento estratégico, com 30,6%. No ambiente externo, os principais desafios apontados foram a carga tributária, citada por 68,1%, a dificuldade de contratação de mão de obra, com 29,4%, e o aumento dos custos logísticos no Estado, com 27,8%.

Expectativas e investimentos

Quanto às perspectivas, 47,8% dos entrevistados esperam melhora no cenário, enquanto 19,2% projetam piora. “Apesar das circunstâncias atuais de desaceleração econômica e juros elevados, os atacadistas permanecem otimistas”, afirmou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

A sondagem indica ainda que 63,1% das empresas não pretendem ampliar o quadro de funcionários nos próximos meses. Em relação a investimentos, 45,7% dos entrevistados planejam investir no negócio no período de seis meses.

Impactos das enchentes

O levantamento também abordou os efeitos da tragédia climática ocorrida em maio de 2024. Segundo os dados, 59% dos atacadistas relataram ter sido impactados pelas cheias. Entre os entrevistados, 67,8% afirmaram que ainda não estavam plenamente recuperados no momento da pesquisa.

Os principais reflexos apontados foram a redução de faturamento, mencionada por 63%, a perda de clientes, com 53,2%, e dificuldades financeiras, citadas por 33,1% dos participantes.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
23/04/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Business

Cooperativas gaúchas participam da Anuga Brazil com foco no mercado internacional

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

O cooperativismo do Rio Grande do Sul participou da Anuga Brazil, realizada até a quinta-feira (9), em São Paulo, com foco na ampliação de mercados e na geração de oportunidades comerciais. Pela primeira vez, o Sistema Ocergs esteve presente no evento com estratégia voltada à comercialização.

Durante a feira, produtos como vinhos, sucos e espumantes produzidos no estado chamaram a atenção de compradores internacionais. As cooperativas Vinícola Aurora e Nova Aliança Vinícola participaram de rodadas de negócios com importadores de países como Argentina, Chile e Uruguai, além de empresas brasileiras, com apoio do Sistema OCB. “Esta é uma feira técnica com público qualificado. O comprador de fora do país não busca volume, está à procura de produtos com história, propósito e certificações. E o cooperativismo entrega esse valor, comunicado por meio do carimbo SomosCoop. Foi um evento com forte presença de entidades representativas”, comentou a gerente de Marketing e Negócios do Sistema Ocergs, Simone Zanatta.

Além do evento

Os negócios iniciados durante o evento devem avançar nos próximos meses, com reuniões já agendadas com redes supermercadistas da capital paulista. A participação integra uma estratégia mais ampla da entidade, que busca fortalecer a presença das cooperativas em feiras nacionais e internacionais. “A presença na Anuga Brazil faz parte de uma estratégia ampla e estruturada do Sistema Ocergs para fomentar negócios para as cooperativas. Nosso objetivo é atuar como um facilitador de parcerias, promovendo conexões e gerando um ambiente favorável para a inovação e a competitividade”, acrescentou Simone.

14% do PIB gaúcho

Segundo dados do setor, o cooperativismo gaúcho reúne cerca de 4,2 milhões de associados e movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano, representando aproximadamente 14% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. A meta é alcançar R$ 150 bilhões até 2030.

Foto: Sistema Ocergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Variedades

Safra de noz-pecã deve se aproximar de 8 mil toneladas em 2026

Por Jonathan da Silva 09/04/2026
Por Jonathan da Silva

A produção brasileira de noz-pecã deve se aproximar de 8 mil toneladas em 2026, impulsionada por condições climáticas favoráveis e avanços no manejo dos pomares. A estimativa representa recuperação após dois ciclos impactados por adversidades que reduziram a produtividade.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Pecanicultura, a tendência de crescimento já havia sido identificada durante o período de floração, entre outubro e novembro. A projeção inicial foi revisada ao longo do ciclo produtivo, com expectativa de superar 7 mil toneladas e se aproximar de 8 mil. “O clima ajudou, deu chuvas regulares dentro do período, e há uma possibilidade de nós termos uma safra que pode estar passando para 7 mil toneladas, quase chegando a 8 mil toneladas”, estima o presidente da entidade, Claiton Wallauer.

Além do volume, produtores relatam boa qualidade dos frutos nesta safra. O cenário é atribuído à regularidade das chuvas e à evolução nas técnicas de cultivo.  “E está se mostrando também a qualidade das frutas muito boas, isso tem sido relatado pelos produtores”, comenta o dirigenete.

Ampliação da produtividade por área

Segundo Wallauer, um dos principais desafios do setor é ampliar a produtividade por área, com meta de elevar a média de uma para duas toneladas por hectare, por meio de melhorias no manejo e adoção de novas tecnologias e cultivares. . “O que se destaca muito, agora, na linha do manejo, é começarmos a aumentar as produções para chegarmos mais próximos das duas toneladas por hectare e conseguir fazer o pulo técnico de uma média de uma tonelada por hectare para duas toneladas por hectare”, expressa o presidente da entidade.

Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã

As perspectivas da safra serão apresentadas na Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã, marcada para o dia 8 de maio, em Nova Pádua, que reunirá produtores e técnicos para discutir o desempenho da produção e os desafios do segmento.

Foto: IBPecan/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2026 0 Comentários 66 Visualizações
Política

Governo federal promete apoio financeiro ao Hospital Montenegro

Por Jonathan da Silva 02/04/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes do governo federal estiveram no Hospital Montenegro na manhã desta quarta-feira (1º) para discutir a situação financeira da instituição e anunciar apoio ao custeio dos serviços. O encontro reuniu dirigentes do hospital, deputados, prefeitos, vereadores, secretários e integrantes do Ministério da Saúde. A reunião teve como objetivo buscar soluções para a crise enfrentada pela unidade, que atende pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e registra dificuldades relacionadas à redução de repasses.

Durante o encontro, o diretor-executivo do Hospital Montenegro, Jeferson Alonso dos Santos, apresentou um panorama da instituição. O hospital conta com 140 leitos SUS e 10 leitos de UTI, mas, segundo Alonso dos Santos, enfrenta limitações financeiras agravadas pelo Programa Assistir, do Governo do Estado, que resultou na diminuição de recursos.

Apoio federal

O deputado federal Paulo Pimenta (PT) e o secretário de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Maneco Hassen, participaram da agenda, juntamente com representantes do Ministério da Saúde. Eles afirmaram que irão buscar alternativas para ampliar o financiamento da instituição e retomar serviços que foram suspensos.

Durante a reunião, foi anunciado um repasse adicional de R$ 104 mil mensais ao hospital. A medida tem como objetivo contribuir para a reativação de setores, como o centro obstétrico, e permitir que gestantes voltem a realizar partos na unidade.

Posicionamento do município

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta (Republicanos), também participou do encontro e destacou a relevância do hospital para a região. “Agradecemos o comprometimento de todos os presentes na busca de soluções. O HM é fundamental para nossa cidade e região e essa vinda do Governo Federal nos dá esperança de dias melhores”, afirmou o chefe do executivo montenegrino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2026 0 Comentários 126 Visualizações
Business

Páscoa aumenta expectativa de vendas no comércio de Sapiranga

Por Jonathan da Silva 01/04/2026
Por Jonathan da Silva

A proximidade da Páscoa já movimenta o comércio de Sapiranga, com expectativa positiva de vendas em setores como chocolates, confeitarias, mercados, presentes e serviços. A avaliação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga ressalta o aumento do fluxo de consumidores na reta final da data, impulsionado por ações promocionais e pela tradição do período no varejo.

De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), do SPC Brasil e da Offerwise Pesquisas, a Páscoa de 2026 deve mobilizar 106,8 milhões de consumidores no país. O estudo indica que 65% dos brasileiros pretendem realizar compras na data, o que representa um aumento nominal de 4,2 milhões de pessoas em relação ao ano anterior.

O gasto médio previsto é de R$ 253 por consumidor, com aquisição média de cinco produtos.

Preferências de consumo

Entre os itens mais procurados, os ovos de chocolate industrializados lideram as intenções de compra, com 56%, seguidos por bombons, com 50%, e barras de chocolate, com 39%.

O segmento artesanal também apresenta crescimento, com 40% de intenção de compra para ovos e 32% para bombons e barras. Segundo o levantamento, fatores como personalização e características dos produtos influenciam a escolha dos consumidores.

Expectativa do comércio

A CDL Sapiranga orienta os lojistas a investir em estratégias como decoração temática, promoções, organização de estoque e ações voltadas à aproximação com os clientes.

O presidente da entidade, Ademir Gerson Deitos, destacou o impacto da data para o setor. “A Páscoa é uma oportunidade importante para o varejo criar experiências, fortalecer vínculos com a comunidade e estimular o consumidor a prestigiar as empresas da cidade”, afirmou Deitos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2026 1 Comentário 112 Visualizações
Cidades

Capacitação reúne auditores do TCE-RS e servidores municipais em Picada Café

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

Servidores municipais e gestores públicos da região participaram de um encontro de capacitação com auditores do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), realizado nesta quinta-feira (26), no Espaço Sicredi, em Picada Café. A atividade foi promovida pela Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra) e reuniu prefeitos, secretários, assessores jurídicos, responsáveis pelo controle interno e técnicos das administrações municipais. O objetivo foi qualificar a gestão pública por meio da troca de experiências e orientações sobre a análise de contas e o uso de recursos públicos.

O encontro integra uma série de cursos e capacitações promovidos ao longo da gestão do presidente da Amserra e prefeito de Picada Café, Daniel Rückert (PP), voltados aos profissionais dos sete municípios que compõem a entidade. A atividade marca o encerramento desse ciclo de iniciativas, já que o mandato do gestor à frente da associação se encerra em abril.

Participação do TCE-RS

Durante o evento, os auditores do TCE-RS Cezar Murialdo Cavion, Izabel Regina Rigotto Fiório e Joel de Quadro Bitencourt compartilharam experiências práticas relacionadas à análise das contas públicas. Eles destacaram apontamentos recorrentes e fragilidades identificadas nas administrações municipais, além de orientações para aprimorar os processos de gestão.

Na ocasião, o auditor Cezar Murialdo Cavion afirmou que os municípios da região apresentam, de modo geral, agilidade e organização em suas gestões, com baixo índice de problemas relacionados à execução administrativa. Ele também destacou o papel orientador do Tribunal de Contas, que, além de fiscalizar e julgar, busca contribuir com a qualificação da gestão pública.

Formação continuada

O vice-diretor da Escola de Gestão e Controle do TCE-RS, Marcos Rolim, também participou do encontro e abordou a importância da formação continuada para gestores públicos. Em sua fala, destacou as oportunidades disponíveis para atualização de conhecimentos e o impacto na aplicação eficiente dos recursos públicos.

O prefeito Daniel Rückert ressaltou os resultados das capacitações para a administração pública. “Essas qualificações nos ajudam a ser mais eficientes e esse impacto é sentido pela comunidade na prestação de serviços”, destacou o chefe do executivo de Picada Café.

Foto: Marco Dieter/Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Picada Café/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 120 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 305 | Abr 2026

Entrevista | Sergio Luis Patzlaff aborda o impacto da gestão incremental para gerar resultados

Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

Moda | Tricofest chega a sua 5ª edição com as principais tendência outono/inverno

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo nesta segunda

  • 2

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 3

    Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em investimentos

  • 4

    Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio S.A.

  • 5

    Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO