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e-commerce

Business

E-commerce representa 30% das vendas do setor calçadista

Por Amanda Krohn 26/09/2022
Por Amanda Krohn

Conforme a Inteligência de Mercado da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o aumento das vendas no e-commerce de calçados foi de 69% em 2020 e de 7,4% em 2021. Segundo o mesmo levantamento, as vendas no canal digital responderam por 32,8% do total em 2020 e por 30,1% em 2021 – números semelhantes aos registrados pelo segmento nos Estados Unidos (34%) e Europa (33%). De acordo com a Neotrust, empresa que monitora o ambiente digital, o e-commerce, como um todo, cresceu quase 74% em 2020 e mais de 27% em 2021, chegando a mais de R$ 160 bilhões em faturamento.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o e-commerce é um canal de vendas em franca expansão para o setor calçadista, sendo que as empresas do segmento estão se preparando para atender a uma demanda crescente por parte dos consumidores. “O receio de comprar calçados on-line está ficando no passado, pois tanto a indústria quanto o varejo estão preparados para atender, com agilidade, processos relativos ao pós-venda, caso de trocas e reembolsos, por exemplo”, avalia o executivo, ressaltando que há dez anos o canal representava 5,6% das vendas do setor.

O receio de comprar calçados on-line está ficando no passado, pois tanto a indústria quanto o varejo estão preparados para atender, com agilidade, processos relativos ao pós-venda, caso de trocas e reembolsos

Vicenza: crescimento de 382% desde 2019

Um dos cases que pode ilustrar o crescimento do e-commerce no ramo calçadista é o da Vicenza. Com uma produção diária de 1,2 mil pares de calçados femininos, a empresa de Igrejinha/RS comercializa, por meio de canal digital próprio cerca de 20% do seu faturamento total. A diretora da marca, Rafaela Furlanetto, destaca que o canal vem ganhando importância desde 2019, quando a empresa criou uma flagship – loja conceito – para atuar no mundo digital. “Em 2020, tivemos um crescimento no e-commerce de 216% em comparação ao ano anterior. Já em 2021, o crescimento foi de 166%, em relação ao ano anterior. Para 2022, a previsão de crescimento é de 129% no canal”, informa.

Rafaela destaca que o principal foco de receita do e-commerce está situado no Google Ads, onde a marca contempla toda a jornada de compra do usuário. “Já no canal de Social Ads, estamos trabalhando com anúncios patrocinados, com o objetivo de gerarmos vendas com públicos em diferentes momentos do funil (início, meio e fim). Além disso, o posicionamento da marca é fortemente trabalhado com a intenção de consolidar e fidelizar cada vez mais os clientes antigos/recorrentes e novos da Vicenza”, conta a diretora.

Segundo Rafaela, o crescimento do canal está atrelado às estratégias que a marca vem realizando ao longo dos últimos anos e a mudança de comportamento do usuário. “A influência do digital, principalmente com a vinda da pandemia, acelerou ainda mais esse comportamento. Marcas que não pensavam muito em e-commerce tiveram que pensar. E marcas, como a Vicenza, que já tinham uma presença no digital engatilhada, decolaram”, avalia. A empresária destaca que o processo também exigiu investimentos em exposição no ambiente digital, que contemplou mídia paga, CRM, atualização semanal do enxoval de comunicação e produtos do e-commerce, blog e redes sociais da marca como Instagram e TikTok. De janeiro a julho deste ano, a mídia paga (anúncios patrocinados) foi responsável por cerca de 33% do faturamento da empresa no e-commerce, de acordo com Rafaela. Além da mídia paga, a Vicenza reforça seu posicionamento nas redes sociais com o canal de CRM. “O mesmo já atingiu 22% de representatividade com envio de e-mails, pushes e até estratégias de SMS. A forte presença nas redes sociais também faz com que o engajamento e as entregas orgânicas da marca sejam excelentes”, acrescenta.

Linus: consumidor mais confiante no digital

A empresa Linus foi criada em 2018 já voltada para o ambiente digital, com 70% dos calçados produzidos com fontes renováveis e 100% deles com materiais recicláveis. A marca, com sede em São Paulo/SP, tem duas lojas físicas: a Casa Linus e um quiosque no Shopping Eldorado, ambas na capital paulista. “A Linus é uma marca nativa digital, é natural que o e-commerce seja o nosso canal de venda. Porém, uma DNVB (digital native vertical brand) não precisa se restringir ao ambiente digital nem ao seu próprio site”, comenta a CEO e fundadora da empresa, Isabela Chusid. “Por isso, além das nossas lojas físicas, estamos em mais de 50 pontos de vendas físicos no Brasil e no site de várias dessas lojas parceiras, como Amaro e AVA Intimates”, acrescenta.

A empresária ressalta que o crescimento da venda de calçados nos canais digitais se dá pela mudança no comportamento do consumidor. “As pessoas estão cada vez mais confiantes para comprar on-line, e a pandemia, sem sombra de dúvidas, foi um grande propulsor dessa tendência”, avalia, destacando que a marca tem uma forte presença nas redes sociais com posts orgânicos, mídias pagas, SEO (Search Engine Optimization), influenciadores e CRO (Conversion Rate Optimization).

Para os próximos anos, Isabela destaca que as perspectivas de crescimento são positivas. “O ano de 2021 foi um ano essencial para arrumarmos a casa e conseguirmos crescer sem ter logística ou cadeia de suprimentos como empecilhos. Já 2022 está sendo importante para entendermos a dinâmica da nossa empresa no pós-pandemia, já que dois dos primeiros três anos da marca foram durante a pandemia”, finaliza a diretora que, em janeiro deste ano, foi reconhecida na lista da Forbes Under 30 entre os seis jovens mais inovadores em Moda no Brasil.

Conforme avaliação da CEO da Linus, Isabela Chusid as pessoas estão cada vez mais confiantes para comprar on-line

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Desafios do e-commerce serão debatidos na Mercopar 2022

Por Amanda Krohn 09/09/2022
Por Amanda Krohn

Caxias do Sul vai receber uma versão customizada do Fórum Indústria Digital, realizado pelo E-Commerce Brasil. Esta versão pocket do evento será realizada dentro da Mercopar 2022, em parceria com o Sebrae RS. Na ocasião, serão debatidos os desafios de atuar no ambiente digital. Ancorada pela estratégia B2B, essa tendência vem ganhando cada vez mais força no País. De acordo com a empresa de analytics Boa Vista, as vendas online já representam mais de 40% do faturamento de 10% das indústrias.

No dia 20 de outubro, nomes como Lucas Azevedo, head de marketplace da Juntos Somos Mais (maior rede de relacionamento do mercado da construção civil, parceria entre as empresas Tigre, Gerdau e Votorantim), Rafael Teixeira Noal (Sales and e-commerce leader da Weg) e Carol Moreno (especialista em e-commerce da Adobe) desembarcam nos pavilhões do Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva para aproximar a indústria do mercado online e compartilhar estratégias, cases, soluções, oportunidades e debater os novos caminhos da indústria no ambiente digital. O evento acontece no Espaço Inspiração, das 13h30 às 18h30.

Segundo Tiago Baeta, fundador do E-Commerce Brasil, o convite do Sebrae RS é “um casamento perfeito” para levar esse debate ao público certo. “Fizemos uma versão sob medida para a Mercopar, pois consideramos extremamente importante democratizar o acesso ao conhecimento técnico necessário, para que a transformação digital, tendo como ponto de partida o e-commerce, aconteça com excelência”, afirma.

E-commerce ganha confiança e preferência

A Coordenadora Estadual de E-Commerce do Sebrae RS, Daniele Guimarães, diz que as compras online, que já vinham em um ritmo crescente, se intensificaram ainda mais no período pandêmico, em razão das restrições. O e-commerce brasileiro cresceu 26,9% em comparação ao ano de 2020 e bateu recordes em 2021, segundo um estudo da Neotrust, empresa responsável por monitorar 85% do e-commerce do País. “O crescimento do setor e a confiança no digital passam a se refletir no comportamento das pessoas e em seu ambiente corporativo. Assim, as conveniências de comprar online ampliam a visibilidade do e-commerce B2B e B2C, motivando as corporações a ampliarem o olhar para esse canal”, avalia Daniele.

Em uma recente pesquisa independente sobre tendências de compradores B2B, a Sapio Research perguntou a mais de 1.200 empresas B2B em todo o mundo sobre suas preferências de compra atuais. O estudo revelou que o e-commerce é o meio mais popular entre os compradores B2B, sendo que 50% das empresas pesquisadas usam regularmente plataformas de e-commerce para fazer pedidos (contra 28% em 2019). Isso coloca o comércio eletrônico à frente do e-mail (45%), telefonemas (36%) e representantes de vendas (29%).

Segundo Daniele, o principal desafio para a indústria, um setor ainda muito tradicional, é a construção de uma presença digital que não rivalize com os outros meios de venda. “A adesão ao e-commerce B2B precisa ser pensada de maneira estratégica para evitar conflito e passar a compor com os canais tradicionais da empresa. Mas a eficiência na ampliação da capilaridade é indiscutível, possibilitando a entrada de dinheiro novo na corporação”, reforça.

Indústria de Bento Gonçalves vê faturamento crescer no online

A moveleira Movelbras, de Bento Gonçalves, é um exemplo de indústria que apostou no e-commerce e, desde então, vem ampliando faturamento. Em 2020, depois de 25 anos de atuação, os sócios Marcelo Anceski e Simone Anceski decidiram entrar de vez na digitalização e comercializar seus produtos (móveis infantis inspirados no método Montessori e móveis infanto-juvenis) direto para o consumidor por dois canais: uma plataforma de e-commerce dentro do site da empresa e marketplace. No B2B, atuam com venda direta e crossdocking (sistema de distribuição por meio do qual o produto comprado pelo cliente é despachado para um centro de distribuição ou instalação (armazém), de onde a mercadoria é expedida para o consumidor final). Hoje, as vendas online já representam 8% do faturamento total da empresa.

Simone lembra que, no início, os desafios foram imensos, desde entender as ferramentas digitais, as estratégias de vendas, as métricas, o comportamento do consumidor, gestão das redes sociais, SEO, LGPD e logística. Mas, segundo ela, os resultados superaram as dificuldades. “Ganhamos posicionamento e reconhecimento de marca e tudo o que aprendemos com esse universo das vendas no digital nos abriu muitas possibilidades”, afirma. Ela faz questão de frisar a importância da consultoria do Sebrae RS na trajetória digital da Movelbras. “Os ganhos em aprendizado que tivemos são imensuráveis”, destaca.

Mercopar 2022

Promovida pelo Sebrae RS e pela Fiergs, a maior feira de indústria e inovação da América Latina será realizada de 18 a 21 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. A 31ª edição da Mercopar retoma os quatro dias de programação e consolida sua expansão ao incorporar 60% a mais de área útil em relação ao espaço ocupado no ano anterior. O evento multissetorial contará, ao todo, com 32 mil metros quadrados para receber expositores e visitantes com foco na geração de negócios e promoção de conteúdo de segmentos como metalmecânico, tecnologia da informação, energia e meio ambiente, borracha, automação industrial, plástico, eletroeletrônico, movimentação e armazenagem. A feira conta com o patrocínio de Sicredi Pioneira, Empresas Randon, Instituto Hélice, Portos RS e SIMECS. Em 2021, reuniu 346 expositores e gerou R$ 242 milhões em negócios, um crescimento de 75% em relação a 2020.

Foto: Samantha Rocha/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2022 0 Comentários 811 Visualizações
Business

Novo e-commerce facilita o acesso de produtos Apple

Por Stephany Foscarini 08/04/2022
Por Stephany Foscarini

Em um mundo altamente conectado, gerar experiência de compra de forma rápida, simples e fácil se tornou uma necessidade. Pensando nisso, a iPlace Corporativo lançou, durante o Gramado Summit, a maior plataforma de vendas de produtos Apple para empresas da América Latina. Todo o ecossistema Apple pode ser adquirido com alguns cliques que carregam desde imagens e especificações de produto até informações técnicas que capacitam o empreendedor para uma compra ainda mais inteligente.

“Entendemos que o mercado precisava de uma plataforma que permitisse personalizar o atendimento ao empreendedor: ele pode efetuar uma compra rápida com benefícios de parcelamentos e descontos em combos, ou pode obter uma consultoria especializada iPlace. No final, ele conta com uma experiência de compra incrível, com a chancela iPlace voltada ao mundo corporativo”, destaca Wagner Alledo, diretor geral da Herval Soluções Corporativas (HSC).

Trabalhar com produtos Apple facilita a vida de quem lida com criatividade e inovação. E ter uma solução como um e-commerce focado no B2B é incrível e torna mais acessível esse nosso acesso”.

A marca de carteiras (e muito mais) mais cool do mercado é consumidora dos produtos Apple e entende que esse movimento é essencial para a vida do empreendedor. “Trabalhar com produtos Apple facilita a vida de quem lida com criatividade e inovação. E ter uma solução como um e-commerce focado no B2B é incrível e torna mais acessível esse nosso acesso”, salienta o co-fundador da Dobra, Guilherme Massena.

Durante o Gramado Summit a iPlace Corporativo está lançando combos promocionais para o evento e voltados a empreendedores da área.

Uma startup de 60 anos: Wagner Alledo palestra no Palco Principal

Um método, uma trajetória e alta performance no empreendedorismo foram pauta na palestra comanda por Wagner Alledo, que trouxe a história do Grupo Herval e o modelo REAGENTE, usado pela empresa durante o seu crescimento exponencial. Dentro dessa proposta, o ponto principal está naquilo que não se cria sozinho, mas que depende do outro: a reputação. Alianças estratégicas estão em segundo lugar no método, essenciais para o desenvolvimento de todos os 23 negócios do grupo ao longo deste período e que trouxe a gigante Apple para o grupo, já que a iPlace é principal parceira da marca na América Latina.

O método é finalizado pela palavra “gente”, que soma a unidade “pessoas” com a gestão: ou seja, nenhuma empresa é feita sem pessoas e sem uma gestão humana, próxima e apropriada ao crescimento. Wagner, além de abordar o método do Grupo Herval, citou o mais novo lançamento de inovação da iPlace Corporativo, o e-commerce voltado ao público empreendedor. “Conteúdo, produtos e principalmente soluções que oferecem mais produtividade para empresas de qualquer segmento e tamanho”.

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2022 0 Comentários 949 Visualizações
Business

E-commerce do Sul tem alta de 57,97% no faturamento em 2021

Por Ester Ellwanger 26/01/2022
Por Ester Ellwanger

A região Sul continua em expansão nas compras realizadas pela internet. O faturamento do setor, no ano de 2021, teve expansão de 57,97%. Considerando o mesmo período, as vendas também tiveram alta: 38,98%. Os dados são do índice MCC-ENET, levantamento desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital.

Ao comparar o faturamento por região, considerando o ano de 2021, o Sul, mesmo com bom resultado, ficou em terceiro lugar. Os dois melhores resultados foram: Centro-Oeste (67,73%); Norte (61,13%); e as duas regiões que ficaram nas últimas posições: Nordeste (56,91%); e Sudeste (41,65%).

 

“Podemos observar uma significativa movimentação em novembro, pois a grande maioria das grandes lojas adotaram as promoções desde o início do mês, não concentraram apenas na data da Black Friday”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online no Sul

Usando a base comparativa entre dezembro (2021 e 2020), as vendas realizadas pela internet registraram alta de 15,24%. Já quando os resultados comparados são entre dezembro e novembro, neste caso, teve queda de (−30,15%).
Na composição regional, comparando dezembro de 2021 com o mesmo mês no ano anterior, o Sul ficou em penúltimo lugar, na frente somente do Sudeste (11,99%). Os demais resultados foram: Norte (32,70%); Centro-Oeste (26,55%); e Nordeste (23,69%).

Faturamento do Sul

Quando comparado o mês de dezembro de 2021 com mesmo período de 2020, o faturamento do Sul cresceu em 21,87%. Porém, na comparação entre dezembro e novembro teve queda de (−41,48%).
Usando o período de comparação entre dezembro (2021 e 2020), o Sul ficou em terceiro lugar. As demais regiões tiveram o seguinte resultado: Centro-Oeste (27,68%); Norte (25%); Nordeste (20,03%); e Sudeste (12,82%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

26/01/2022 0 Comentários 748 Visualizações
Business

PMEs do RS aumentaram em 88% o faturamento com o e-commerce em 2021

Por Ester Ellwanger 19/01/2022
Por Ester Ellwanger

O e-commerce brasileiro fechou o ano de 2021 com resultados positivos, mesmo com a retomada do comércio físico e o cenário econômico mais desafiador, repetindo o movimento iniciado no ano passado. Em 2021, as pequenas e médias empresas do Rio Grande do Sul faturaram mais de R$90,8 milhões com as vendas online, valor 88% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 48,2 milhões).

O crescimento do faturamento do estado é superior ao crescimento nacional, que foi de 77%. Em todo o Brasil, as PMEs faturaram R$2,3 bilhões com o e-commerce. Os dados são do estudo NuvemCommerce, análise especializada anual do e-commerce brasileiro realizada pela Nuvemshop.

O estudo está em sua 7ª edição e, desta vez, traz o desempenho das PMEs no e-commerce durante 2021, segundo ano do isolamento social e ano marcado pelos novos hábitos de consumo transformados desde 2020. No último ano, ainda mais brasileiros compraram no digital: 5 milhões de consumidores compraram produtos pela internet pela primeira vez. Além do balanço de 2021, o levantamento também indica as principais tendências de vendas e consumo para este ano.

“O ano passado apresentou desafios para toda a economia, especialmente para os pequenos e médios negócios. O comércio enfrentou um período de incertezas sobre a maneira de operação e, por isso, a combinação dos meios físico e virtual esteve relevante como nunca. Se, de um lado, houve desafios no cenário econômico, com alta da inflação e dificuldade de crescimento do país; de outro, pequenas e médias empresas conseguiram expandir seus negócios no digital. Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs. Saímos de 2020, um ano marcado pela intensa transformação digital, e chegamos em 2021, época de consolidar a presença no mundo online”, explica Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop.

Balanço das PMEs do RS

Apenas no estado, as PMEs venderam 1,5 milhão de produtos em 2021, quantidade 58% superior ao volume do mesmo período do ano passado (977 mil). Isso significa que foram vendidos quase 3 produtos por minuto. O volume de pedidos (que pode envolver um ou mais itens em uma única venda) também esteve em alta, atingindo 355 mil no mesmo período (em 2020, foram 202 mil). O ticket médio foi de R$255,27, um aumento de 7% em relação ao valor em 2020 (R$239,19).

Segmentos que mais faturaram no RS

 

• Moda (R$27 milhões – +72%)
• Itens para cozinha (R$11,9 milhões – +59%)
• Calçados (R$4,4 milhões – +424%)
• Saúde & Beleza (R$3,9 milhões – +66%)
• Esportes (R$3,6 milhões – +221%)
• Casa & Jardim (R$3,5 milhões – +100%)
• Produtos eróticos (R$2,9 milhões – +39%)
• Acessórios (R$2,6 milhões – +105%)
• Presentes (R$2 milhões – +109%)
• Eletrônicos (R$1,7 milhão – +124%)

Curiosidades no RS

Os dados de segmentos que apresentaram as maiores taxas de crescimento em faturamento em 2021 também expressam o cenário do país e os hábitos de consumo e tendências de cada região. No Rio Grande do Sul, a retomada da economia e a ampla vacinação possibilitaram a volta da prática de esportes, o que se refletiu no aumento das vendas de artigos para esportes: esses e-commerces tiveram um faturamento 221% maior que em 2020 (saltando de R$1,1 milhão para R$3,6 milhões).

A volta das atividades fora de casa também impactaram nos cuidados com a aparência e a beleza dos brasileiros no último ano. Em relação a 2020, o segmento de Calçados aumentou o faturamento em 424% (R$4,4 milhões em 2021), enquanto o segmento de Acessórios cresceu em 105% (R$2,6 milhões).

O avanço do calendário de vacinação também permitiu que as pessoas voltassem a fazer pequenas reuniões e aproveitassem o tempo livre. O segmento de bebidas alcoólicas teve um aumento de 383% (R$1,6 milhões). Além disso, no Rio Grande do Sul, o cuidado com a casa também esteve em alta: as lojas virtuais de Casa & Jardim tiveram faturamento de R$3,5 milhões, o que representa o dobro do faturamento de 2020.

 

Pagamentos e logística em destaque

Para driblar a inflação mais alta e realizar compras, o cartão de crédito foi a principal opção dos consumidores, pelo benefício do parcelamento, representando mais de 54% dos pedidos pagos no ano. Mas o principal destaque ficou para os pedidos pagos com Pix (6%), que ultrapassaram os que foram pagos com boleto (5%), garantindo praticidade para o cliente e o lojista. “Com o Pix, o empreendedor recebe imediatamente o valor da compra e consegue realizar uma gestão mais eficiente do estoque, o que é fundamental para não perder vendas em momentos de grandes picos, como a Black Friday”, afirma Guilherme Pedroso, Country Manager da Nuvemshop no Brasil.

Em relação à logística, a grande aposta das PMEs foi a digitalização das opções de envio. Os meios tradicionais de logística, como os Correios, foram responsáveis por menos envios: entregaram cerca de 27% dos pedidos em 2021, enquanto em 2020 eram responsáveis por 35% das entregas.

Resumo da Pesquisa

• Crescimento das PMEs do estado foi superior ao crescimento nacional, que ficou em 77% no ano;
• O faturamento das PMEs do Rio Grande do Sul foi de R$90,8 milhões com o e-commerce;
• Número de pedidos do estado cresceu em 76%, saltando de 202 mil para 355 mil;
• Em todo o país, 5 milhões de consumidores compraram pela internet pela primeira vez;
• Os cinco segmentos que mais faturaram no estado foram Moda, Itens para cozinha, Calçados, Saúde & Beleza e Esportes;

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2022 0 Comentários 845 Visualizações
Business

A importância do varejo físico em meio ao avanço do e-commerce

Por Stephany Foscarini 19/10/2021
Por Stephany Foscarini

A instabilidade das maiores redes sociais do planeta, Facebook, Instagram e WhatsApp, registrada no último dia 4 de outubro, demonstrou, mais uma vez, a importância das lojas físicas para comercialização de produtos.

Ainda que a pandemia da Covid-19 tenha levado ao crescimento das compras online, o canal físico segue sendo fundamental para garantir ao consumidor a melhor experiência de compra, dando a ele a possibilidade de provar, de sentir, de escolher o produto que deseja adquirir com maior precisão.

Há algum tempo se fala que as lojas físicas deixarão de existir em função do avanço do e-commerce. Isso não corresponde a realidade e tivemos a oportunidade de confirmar isso no dia em que Facebook, Instagram e WhatsApp saíram completamente do ar por várias horas”.

– Há algum tempo se fala que as lojas físicas deixarão de existir em função do avanço do e-commerce. Isso não corresponde a realidade e tivemos a oportunidade de confirmar isso no dia em que Facebook, Instagram e WhatsApp saíram completamente do ar por várias horas. Além da comunicação, o problema gerou perda de venda para lojistas que trabalham exclusivamente nessas plataformas – ressalta o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Na avaliação do dirigente, o impacto da falha nas redes sociais é grande, especialmente a quem comercializa seus produtos exclusivamente por elas. Vitor Augusto Koch lembra que o WhatsApp, hoje, é uma ferramenta de comunicação incorporada por todos e se transformou em uma ferramenta de negócios.

– Muitas empresas e serviços se baseiam nele para fazer suas vendas. Seja uma pequena fruteira, uma loja de alimentos, de serviços. Com a pandemia, esse meio de comunicação entre empreendimentos e consumidores cresceu muito e uma falha como a que ocorreu acaba agravando os prejuízos de quem já teve que conviver com longos períodos de atividade cerceada – enfatiza o presidente da FCDL-RS.

Segundo ele, caso essa instabilidade fosse registrada no auge da pandemia, quando os comerciantes estavam impedidos de abrir suas lojas, o cenário seria ainda pior. Como os estabelecimentos estão abertos, os consumidores puderam ligar ou ir até a loja para fazerem suas compras.

Já percebemos há algum tempo que os consumidores querem ter todas as opções de interação com o comércio, seja por meio das lojas físicas, loja online, redes sociais, site, enfim, utilizando todos os canais que os conectem ao produto ou serviço que buscam”.

– Já percebemos há algum tempo que os consumidores querem ter todas as opções de interação com o comércio, seja por meio das lojas físicas, loja online, redes sociais, site, enfim, utilizando todos os canais que os conectem ao produto ou serviço que buscam. A tendência é que as lojas físicas saiam mais fortes da pandemia, pois começamos a viver uma redescoberta do papel do varejo físico – avalia Vitor Augusto Koch.

Hoje, é possível avaliar que muitas vendas das lojas físicas começam na internet. O consumidor está mais ativo e crítico, estudando diversos aspectos para efetuar sua compra. Ele quer ver o produto online, tirar as dúvidas pelas redes sociais, experimentar na loja física e receber em casa em um prazo curto. Ou mesmo fazer o pedido online, retirar na loja física e trocar imediatamente, se necessário.

Para o presidente da FCDL-RS eventos como o que aconteceram no dia 4 de outubro servem de alerta para os comerciantes que possuem lojas físicas e pensam em atuar apenas no comércio online. No seu entender, é melhor conciliar os canais sempre que possível, para atender o consumidor com qualidade e eficiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2021 0 Comentários 909 Visualizações
Business

Sul tem alta de 25,30% no faturamento pela internet

Por Stephany Foscarini 24/09/2021
Por Stephany Foscarini

O Sul sinalizou crescimento de 25,30% no faturamento do e-commerce, em agosto de 2021 em relação ao mesmo mês do ano passado. Nesse mesmo período, as vendas do setor na região também registraram alta: 14,81%. Os dados são do índice MCC-ENET, levantamento desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

Continuando com a base comparativa entre os meses de agosto, no faturamento do setor e na composição por região, o Sul ficou em primeiro lugar. Na sequência, os resultados foram: Centro-Oeste (23,96%); Sudeste (19,41%); Nordeste (17,22%) e Norte (14,97%).

“Em 2020, tivemos um longo período de confinamento com comércios físicos fechados, alavancando as vendas pelo comércio eletrônico. Crescer de forma expressiva sobre esta base de referência, agora com o comércio físico quase em operação de normalidade é um sinal de que as vendas remotas chegaram a um novo patamar na preferência do consumidor brasileiro”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online no Sul

Ao comparar as vendas praticadas pela internet, agosto em relação a julho, o Sul ficou em segundo lugar (3,73%), atrás do Norte (5,46%). As demais regiões tiveram a seguinte configuração: Centro-Oeste (1,75%); Sudeste (1,72%); e Nordeste (−2,68%).

No acumulado do ano, por região, a configuração ficou da seguinte forma: Centro-Oeste (35,42%); Nordeste (31,58%); Norte (29,85%); Sul (22,67%) e Sudeste (11,18%).

Faturamento do Sul

Na métrica de faturamento, usando a mesma base comparativa (agosto e julho), por região, o Sul continua na vice-liderança com alta de 4,42%, atrás do Norte (7,10%). As demais regiões tiveram o seguinte desempenho: Centro-Oeste (4,16%); Sudeste (3,15%); e Nordeste (−1,65%).

No acumulado do ano, os dados foram: Centro-Oeste (40,80%); Nordeste (38,51%); Sul (34,46%); Norte (31,27%); e Sudeste (20,75%).

Metodologia

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

Confira o estudo completo no link.

O que é

Resultado de uma parceria formada entre o Compre & Confie e a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net). O MCC-ENET é o primeiro indicador a fazer um acompanhamento sistematizado da evolução dos preços do varejo online brasileiro. Utilizando uma metodologia confiável e dados reais de vendas dos principais varejistas, é a principal referência como fonte de informações sobre o setor, tanto para as empresas como para agentes do mercado e consumidores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2021 0 Comentários 686 Visualizações
Business

Empresa instalada no Feevale Techpark firma parceria com a Amazon

Por Milena Costa 27/07/2021
Por Milena Costa

A Inbeauty, instalada no Hub One Porto Alegre, unidade do Feevale Techpark na capital gaúcha, firmou, neste mês, uma parceria com a Amazon. Os produtos da empresa serão comercializados na plataforma de e-commerce e visam atender, de forma abrangente, aos consumidores de todo Brasil.

“É uma grande satisfação para todos da Inbeauty que a Amazon, considerada a maior empresa de e-commerce do mundo, tenha acreditado na tecnologia dos produtos e no nosso propósito”

“É uma grande satisfação para todos da Inbeauty que a Amazon, considerada a maior empresa de e-commerce do mundo, tenha acreditado na tecnologia dos produtos e no nosso propósito”, destaca Luis Cunha, CEO Inbeauty. A empresa é uma healthtech criada para levar às pessoas nutrição, saúde e beleza. Para fazer com que esse propósito começasse a virar realidade, os pesquisadores da Inbeauty utilizaram recursos de nanotecnologia para o desenvolvimento de nutricosméticos em cápsulas, considerados os mais avançados do mundo.

Utilizando a tecnologia Direct Caps, o tempo necessário para resultados é reduzido. Enquanto os suplementos comuns levam de 90 a 120 dias para começarem a apresentar resultados, os produtos da Inbeauty já apresentam efeitos em 21 dias. Os nutricosméticos possuem pequenas partículas inteligentes capazes de fazer com que as vitaminas e minerais penetrem rápida e intensamente no organismo, liberando-os de forma gradual nos pontos de melhor absorção.

Os três produtos da Inbeauty, que já estão no mercado brasileiro, são: Inbeauty Hair and Nails, que combate a queda e ajuda no crescimento de cabelos e unhas; Inbeauty Fit, que melhora o aspecto da pele, abdômen e glúteos, além de combater a retenção de líquido corporal e a inflamação que causa a celulite; e Inbeauty Antiaging, indicado para atenuar marcas de expressão e rugas e combater os efeitos do tempo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2021 0 Comentários 806 Visualizações
black friday
Business

Nove dicas para quem deseja aproveitar a Black Friday

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta sexta-feira, 27, acontece a edição 2020 da Black Friday, um dos principais eventos do varejo e comércio eletrônico no Brasil. Assim, a expectativa para a data é de aumento nas vendas, principalmente no e-commerce.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estimativa para a Black Friday 2020 é de crescimento de 77% nas vendas em relação a 2019, atingindo a marca de R$ 6,9 bilhões. Dessa forma, para você fugir das fraudes tão comuns nesta época e se dar bem nas compras, Willians Marques, fundador da Tray, plataforma de e-commerce nacional, separou algumas dicas para quem deseja aproveitar a data:

Busque lojas – e ofertas – reais

Para garantir não só a melhor oferta, mas também uma promoção real, é essencial buscar por lojas com um bom histórico no setor.

Fuja de sites fraudulentos

E-commerces idôneos possuem os certificados de segurança, que aparecem em forma de cadeado na barra de endereço ou no canto inferior do navegador.

Atenção ao prazo de entrega

Durante a data, uma das variáveis entre as lojas costuma ser o prazo de entrega. Portanto, não se esqueça de conferir se o que deseja comprar chegará em tempo.

Organização na hora de comprar

Prepare uma lista com o que realmente gostaria de comprar, fique de olho se os preços baixaram de fato e não se esqueça de conferir o valor do frete.

Faça as ofertas virem até você

Com as tecnologias disponíveis atualmente, os melhores sites conseguem enviar por e-mail ofertas personalizadas de acordo com seu perfil.

Ative as notificações dos aplicativos

Não esqueça de baixar o app das lojas onde está acostumado a comprar. Muitas ofertas são exclusivas ou antecipadas para quem já é cliente.

Mas cuidado com os e-mails falsos

Passe sempre o mouse sobre os links antes de clicar. Além disso, fuja dos endereços muito diferentes da loja, dos erros de ortografia e remetente desconhecido.

A compra só acaba quando o produto chega

Comprou o que queria? Agora é hora de ficar de olho nos prazos de entrega informados pela loja online, bem como nos e-mails enviados por ela.

Saiba seus direitos

Para toda compra online, você tem o direito de arrependimento e devolução do produto em até 7 dias corridos ou o direito a troca em até 30 dias.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/11/2020 0 Comentários 671 Visualizações
Business

Vendas Nova Petrópolis já conta com 1,3 mil produtos cadastrados e 30 lojas virtuais

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Vendas Nova Petrópolis, o primeiro shopping virtual do município, já superou a marca de mil produtos cadastrados em menos de quinze dias. A plataforma é um produto da Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis- ACINP, que comprometida com o desenvolvimento dos negócios de seus associados e da comunidade, constituiu um marketplace em tempo recorde para oportunizar aos seus associados uma alternativa a mais de receita em face às perdas econômicas impostas pelas medidas de controle ao avanço do Coronavírus.  O e-commerce faz parte da campanha Abrace o Local, da ACINP.

Para a comunidade o Vendas Nova Petrópolis é uma alternativa de compra rápida e segura em um ambiente virtual arrojado, com ampla oferta de produtos e serviços, e fomento aos negócios locais. O cliente poderá visitar sua loja preferida à distância, por meio de um dispositivo eletrônico. Em qualquer lugar e a qualquer hora do dia, será possível escolher o produto, combinar a forma de pagamento e a modalidade de recebimento do produto de forma ágil e facilitada.

O e-commerce da ACINP conta com mais de 30 lojas participantes e 1.300 produtos à disposição do morador de Nova Petrópolis, que pode comprar com cartão de crédito, através da plataforma, ou pagar em dinheiro na hora de receber o produto em casa. O marketplace também oferece a modalidade de retirada na loja.

Outro ponto alto é a diversificação dos produtos, dispostos em 9 categorias: Acessórios e Calçados; Alimentação e Bebidas; Casa e Decoração; Hotéis e Restaurantes; Moda Feminina, Masculina e Infantil; Serviços e Variedades.

Acesse e faça bons negócios sem sair de casa.  Mais informações pelos telefones (54) 3281-1755/ (54) 3281-3750.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/07/2020 0 Comentários 563 Visualizações
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