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dança

Cultura

Festival Internacional de Folclore consagra culturas no palco da diversidade

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

O maior evento cultural da Serra Gaúcha segue encantando pela diversidade cultural e integração entre os povos. O Festival Internacional de Folclore prossegue até 29 de julho, na Rua Coberta de Nova Petrópolis. Grupos folclóricos do Chile, Uruguai, Pará, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraíba, além dos regionais e locais se apresentam, diariamente, no palco da Rua Coberta, trazendo sua arte para o público.

Neste sábado (21), pequenos folcloristas de Nova Petrópolis, Dois Irmãos, Picada Café, Santa Maria do Herval e São José do Hortêncio lotaram o palco da diversidade durante o tradicional Baile Infantil, com danças folclóricas e momentos de integração.

Já a apresentação da Banda Konis Hupen, vinda da Áustria, animou o público. A irreverência e energia do trio encantou a plateia, que cantou junto e aplaudiu muito. Instrumentos como guitarra, contrabaixo, harmônica, teclado, buzinas e sinos surpreenderam.

Os Jogos da Diversidade também integraram os grupos visitantes em uma disputa saudável e divertida. Integrantes dos grupos da Nova Zelândia, Colômbia, Paraguai e Goiás realizaram as provas de chopp em metro e pregar o prego. Os grupos de Nova Petrópolis também disputaram os tradicionais Jogos Germânicos, na modalidade chopp em metro, no domingo (22), no palco da Rua Coberta. No próximo fim de semana, dias 28 e 29 de julho, serão realizadas as provas de rachar a lenha e arremesso de chopp.

A diversidade do festival vai às mais distantes localidades do Município. A comunidade de Linha Imperial recebeu a 1ª Noite Cultural do 46º Festival Internacional de Folclore, dia 18, na Sociedade Concórdia. Os grupos Te Roopu Manutaki Culture Group, da Nova Zelândia, e Compañia Nacional de Danzas Tradicionales Pachamama, da Colômbia, se apresentaram ao lado do Böhmerlandtanzgruppe, de Nova Petrópolis.

O Edelweiss Tanzgruppe foi o responsável pela 2ª Noite Cultural, na Associação Cultural e Esportiva de Linha Araripe, realizada no dia 19. Além do grupo anfitrião, se apresentaram o Caipirada Capim Canela, de Goiás, e o Grupo Folclórico Internacional Remenbranzas, do Paraguai.

Foto: Margarida Neumann/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2018 0 Comentários 558 Visualizações
Cultura

46º Festival Internacional de Folclore ocorre de 13 a 29 de julho

Por Gabrielle Pacheco 27/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nova Petrópolis, Jardim da Serra Gaúcha e Capital Nacional do Cooperativismo, está empenhada nos preparativos para o maior evento cultural da Serra Gaúcha. O 46º Festival Internacional de Folclore será realizado de 13 a 29 de julho de 2018. Durante 17 dias, Nova Petrópolis será o reduto de culturas de diversas partes do mundo, todas unidas em uma grande festa de integração entre os povos. Como defende o tema da 46ª edição, “A Diversidade nos Guia”.
Para a edição de 2018, o Festival Internacional de Folclore conta com oito grupos folclóricos internacionais, oito nacionais, sete regionais e mais de 20 grupos locais confirmados. Todos eles irão se apresentar na Rua Coberta, localizada na Praça das Flores, um dos atrativos mais encantadores da Serra Gaúcha. Os visitantes do evento terão a oportunidade de prestigiar, gratuitamente, as culturas de sete países: Nova Zelândia, Áustria, Colômbia, Chile, Paraguai, Argentina e Uruguai; além dos Estados brasileiros do Pará, Maranhão, Paraíba, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais e Goiás. Aliás, princesas estiveram em vários veículos de comunicação, incluindo a revista Expansão, para divulgar o evento.
Além das apresentações de danças folclóricas, que enfeitarão o palco do evento com cores, ritmos, danças e cultura; o 46º Festival Internacional de Folclore contará ainda com o Acendimento da Chama Folclórica; os Desfiles de Integração; o Baile Infantil; os tradicionais Jogos Germânicos, tais como, bolão de corda, debulhar o milho, chopp em metro, rachar lenha e arremesso de chopp; as Noites Culturais, que levam a diversidade do festival às mais distantes localidades do Município; as Celebrações da Vida, da Paz e da Diversidade; o espetáculo “A Travessia: Memórias de uma Odisseia”; entre outras atrações.
Durante os 17 dias do Festival Internacional de Folclore ocorre, também, a tradicional Feira de Artesanato, junto à Praça das Flores, apresentando 28 estandes com produtos vindos das mais diversas nacionalidades. A Feira de Artesanato ocorre diariamente, das 9h às 21h. A gastronomia também estará presente com uma Praça de Alimentação integrada ao evento, permitindo aproveitar os espetáculos simultaneamente.
Nova Petrópolis se prepara para mostrar toda sua força cultural, em harmonia com culturas do mundo todo, em um grande evento de integração. Com o tema “A diversidade é o que nos une”, a cidade Jardim da Serra Gaúcha e Capital Nacional do Cooperativismo está pronta para receber mais de 1.500 dançarinos, músicos, artesãos e apreciadores das culturas de todos os povos em 17 dias de intensa programação. A comissão organizadora espera receber mais de 100 mil pessoas ao longo do evento.
O 46º Festival Internacional de Folclore ocorre de 13 a 29 de julho de 2018, em Nova Petrópolis. O evento é uma realização da Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Alemãs (AGDFA-NP) e Prefeitura de Nova Petrópolis. O Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis integra o calendário anual da IOV – Organização Internacional de Folclore e Artes Populares.
O evento tem o financiamento do Pró-Cultura RS – Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e Ministério da Cultura. Conta com o patrocínio de Dakota, Piá, Ave Serra, Sicredi, Coopershoes, Banrisul, Suibom e Corsan; e conta com o apoio da Associação Rota Romântica, Banco do Brasil, PD Eventos, Edelbrau e Vértice – Licenciamento e Gestão Ambiental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2018 0 Comentários 817 Visualizações
Cultura

Espetáculo de Déborah Colker volta a Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 16/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nesse sábado (19), “Cão Sem Plumas”, da Companhia de Dança Deborah Colker, volta à capital gaúcha. O espetáculo terá inicio às 21h, no Teatro do Bourbon Country.

Baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), Cão Sem Plumas é o primeiro espetáculo de temática explicitamente brasileira assinado por Deborah Colker. A nova montagem, que estreou em junho de 2017, tem feito sucesso por onde passa, e já levou mais de 30 mil pessoas a teatros de 20 cidades brasileiras nos últimos meses.

O espetáculo também rendeu recentemente quatro indicações ao Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da dança. Deborah Colker foi indicada, marcando a primeira vez que um coreógrafo brasileiro está entre os selecionados pelo júri, enquanto Jorge Dü Peixe e Berna Ceppas concorrem na categoria de compositores e Gringo Cardia na de cenógrafos.

Publicado em 1950, o poema acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco. Mostra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue, de “força invencível e anônima”. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno.

O espetáculo é sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas. É contra a ignorância humana. Destruir a natureza, as crianças, o que é cheio de vida”, diz Deborah.

A dança se mistura com o cinema. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis, diretor de longas-metragens como Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato, são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, quando a coreógrafa, o cineasta e toda a companhia viajaram durante 24 dias no limite entre sertão e agreste até Recife.

A jornada também foi documentada pelo fotógrafo Cafi, nascido em Pernambuco. Na trilha sonora original estão mais dois pernambucanos: Jorge Dü Peixe, da banda Nação Zumbi e um dos expoentes do movimento mangue beat, e Lirinha (ex-cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator), além do carioca Berna Ceppas, que acompanha Deborah desde o trabalho de estreia, Vulcão (1994). Outros antigos parceiros estão em cenografia e direção de arte (Gringo Cardia) e na iluminação (Jorginho de Carvalho). Os figurinos são de Claudia Kopke. A direção executiva é de João Elias, fundador da companhia.

Os bailarinos se cobrem de lama, alusão às paisagens que o poema descreve e seus passos evocam os caranguejos. O animal que vive no mangue está nas ideias do geógrafo Josué de Castro (1908-1973), autor de Geografia da fome e Homens e caranguejos, e do cantor e compositor Chico Science (1966-1997), principal nome do mangue beat. O movimento mesclava regional e universal, tradição e tecnologia.

Para construir um bicho-homem, conceito que é base de toda a coreografia, a artista não se baseou apenas em manifestações que são fortes em Pernambuco, como maracatu e coco. Também se valeu de samba, jongo, kuduro e outras danças populares. “Minha história é uma história de misturas”, afirma ela.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2018 0 Comentários 474 Visualizações
Cultura

Professor da Feevale é indicado ao Prêmio Açorianos de Dança

Por Gabrielle Pacheco 21/03/2018
Por Gabrielle Pacheco

O professor do curso de Moda da Universidade Feevale, Anderson Luiz de Souza é um dos indicados ao Prêmio Açorianos de Dança, pelo figurino que desenvolveu para a peça Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança. A premiação é referente aos espetáculos que estiveram em cartaz em 2017 e realizada pelo Centro de Dança da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. Os vencedores serão conhecidos em cerimônia que acontecerá no dia 25 de março, às 19h30, no Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Porto Alegre).

“Desenvolvi os figurinos para este espetáculo que tem uma proposta diferenciada, pois as crianças da plateia participam junto com a bailarina, que inicia sozinha em cena. Então, pensei no figurino como parte da história, em que ela vai trocando de roupa durante o espetáculo e as crianças também, em determinado momento, recebem uma capa”, detalha Souza.

Sobre a peça

Pequenices é uma peça de dança voltada para público infantil (seis a dez anos) que nasce de uma intensa e potente convivência com as crianças. O tema “viagem” é o mote que conduz a apresentação e, como um jogo, a proposta convida as crianças a literalmente viajar nessa dança, ou seja, os pequenos e pequenas tornam-se espectadores protagonistas da peça. Adultos e acompanhantes compõem a plateia e apreciam.

Prêmio Açorianos de Dança

A premiação de caráter anual tem entre seus objetivos consagrar o melhor da produção de Porto Alegre. Para contemplar toda a diversidade da arte, o Prêmio Açorianos de Dança é dividido em 21 categorias artísticas como bailarino/as, coreografia, direção, trilha sonora, entre outras, além de prêmios para novas mídias e projetos de formação e difusão.

Fonte: Assessoria | Foto: Divulgação
21/03/2018 0 Comentários 565 Visualizações
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