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Variedades

A avaliação Nacional de Vinhos e o caminho dos técnicos na coleta de cada amostra

Por Gabrielle Pacheco 31/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O público nem imagina o amplo e metódico trabalho de bastidores que faz parte da Avaliação Nacional de Vinhos. Depois de sensibilizar vinícolas de todo o país a inscrever suas amostras na maior degustação de vinhos de uma safra do mundo, a Associação Brasileira de Enologia (ABE), juntamente com a Embrapa Uva e Vinho, parceira técnica do evento, se dedica a recolher amostra por amostra. Este ano, são 401 amostras de 56 vinícolas. Técnicos percorrem o Brasil, passando de vinícola em vinícola, coletando direto dos tanques de aço inox, das barricas de carvalho ou no próprio estoque em caso de já estarem engarrafadas, as amostras que serão avaliadas. Este trabalho começou segunda-feira, 24, e segue até o dia 4 de setembro, próxima sexta-feira.

Ao chegar na vinícola, os profissionais coletam nove garrafas de cada amostra inscrita, cada uma com código próprio, sem rótulo, sem marca. Elas são vedadas com rolha no local e acondicionadas em caixas de papelão da ABE, próprias para o transporte. A identificação é feita conforme ficha de inscrição. Tem amostras que vão percorrer mais de 3 mil quilômetros para chegar em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, onde serão avaliadas tecnicamente às cegas por dezenas de enólogos brasileiros como acontece todos os anos no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho.

A qualidade da Safra 2020 traz grande expectativa entre produtores e consumidores, ansiosos para apreciar o resultado deste ano histórico para o vinho brasileiro. Motivada por este desempenho e sempre atenta às tendências de mercado, a ABE fez duas alterações nas categorias de vinhos nesta edição. A primeira é a criação de uma categoria específica para Vinhos Rosés Finos Secos. A segunda, é que a Categoria Vinhos Tintos Finos Secos passa a aceitar, além de 100% varietais, vinhos com corte de uvas tintas finas. As outras quatro categorias seguem iguais: Vinhos Base para Espumante, Vinhos Brancos Finos Secos Não Aromáticos, Vinhos Brancos Finos Secos Aromáticos e Vinhos Tintos Finos Secos Jovens.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2020 0 Comentários 791 Visualizações
Variedades

Embalagens vazias de agrotóxicos serão recolhidas em 65 municípios gaúchos

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A partir da próxima segunda-feira, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos percorre duas regiões gaúchas: de 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

Prestes a completar 20 anos em outubro, o programa já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens e contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.

A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. “Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores”, destaca Carlos Sehn, coordenador do programa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2020 0 Comentários 599 Visualizações
Variedades

Tampinha Legal recolhe mais de 200 milhões de tampinhas

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Tampinha Legal ultrapassou a quantia de 200 milhões de tampinhas plásticas coletadas, gerando recursos financeiros para as entidades assistenciais participantes que fizeram o recolhimento do material desde 2016. Atualmente, o Tampinha Legal está presente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Distrito Federal e Goiás.

“Pequenas atitudes diárias levam a grandes resultados. Aprendemos a apagar a luz e a fechar a torneira. Estamos no momento de aprender a dar o destino adequado a esta matéria prima nobre que pode ser 100% reciclada, inúmeras vezes. Atingimos valores significativos que provam o quanto a sociedade está mudando seu comportamento. O Tampinha Legal proporciona sustentabilidade social, ambiental e econômica através da simples atitude de coletar tampinhas plásticas, caracterizando, então, o processo de Economia Circular.”, entende Simara Souza, coordenadora executiva do Tampinha Legal.

“O Tampinha Legal proporciona sustentabilidade social, ambiental e econômica através da simples atitude de coletar tampinhas plásticas.”

Ao todo, mais de quatrocentas entidades assistenciais estão aprovadas no programa e 360 toneladas de tampinhas plásticas já foram destinadas à reciclagem. Além de se transformarem em recursos financeiros para que as entidades assistenciais possam incrementar seus orçamentos, o plástico retorna para a indústria, como matéria-prima, o que permite a fabricação de uma infinidade de novos artefatos tais como vassouras, escovas, prendedores de roupa, baldes e bacias, etc economizando energia e água para a sua produção.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/01/2020 0 Comentários 1,3K Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis terá Cavalgada do Bem

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os organizadores da Cavalgada do Bem de Nova Petrópolis foram recebidos no Gabinete Oficial, no dia 28 de novembro, e convidaram o vice-prefeito, Charles Paetzinger, em exercício no cargo de prefeito na época, para participar da primeira edição da ação beneficente que ocorre no próximo sábado, 14 de dezembro. A Cavalgada do Bem vai percorrer os bairros Centro, Fazenda Pirajá, Logradouro, Juriti e Pousada da Neve, coletando alimentos não perecíveis que serão doados para a Assistência Social do Município.

O convite para Cavalgada do Bem de Nova Petrópolis, inscrita no projeto Cavalgadas do Bem do Grupo RBS, foi feito pelas tradicionalistas Cristiane Migliavacca e Vanderléia Faistauer, organizadoras da ação, juntamente com o patrão do CTG Pousada da Serra, Norberto Schumann e representantes do Grupo Escoteiro Bom Pastor, que apoiam a cavalgada. A ação terá início às 8h, com os cavalarianos saindo do Moinho Rasche em direção à Vila Germânia/Fazenda Pirajá. À tarde, a partir das 13h30min, a coleta dos alimentos não perecíveis terá início nos bairros Centro, Logradouro, Juriti e Pousada da Neve.

Além do recolhimento dos alimentos de casa em casa, a ação também contará com pontos de coleta para quem quiser fazer sua doação. Confira a lista dos pontos de coleta: Mercado Jhonilisa (Linha Araripe); Mercado Pianelo (Linha Brasil); Mercado Imperial (Linha Imperial); Fruteira Alpina (Pousada da Neve); Super Piá e Brombatti (Centro); Mercado Freitas (Vila Germânia); Mercado Serrano (Vila Germânia); Mercado Vale Verde Redfort (Vale Verde); Mercado Rota (Bairro Piá) e Mercado Cisne (Pinhal Alto).

Foto: Marcelo Moura/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2019 0 Comentários 658 Visualizações
Cidades

Programa Catavida completa 10 anos de atividade

Por Gabrielle Pacheco 28/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Criado em 2009, o Programa Catavida foi pensado como uma alternativa social e ambiental para a coleta de resíduos sólidos em Novo Hamburgo. A iniciativa foi elaborada para romper uma situação análoga ao trabalho escravo na Central de Reciclagem Roselândia e instruir catadores para o cooperativismo. Desde então, o programa se consolidou e conquistou diversos prêmios e financiamentos nacionais. Para comemorar a primeira década de trabalho do Catavida, a Comissão de Meio Ambiente da Câmara (Comam) propôs uma homenagem no início da sessão desta quarta-feira (27). O colegiado é formado pelos vereadores Enio Brizola (PT), Sergio Hanich (MDB) e Cristiano Coller (Rede).

Presidente da Comam, Brizola fez questão de destacar as pessoas que auxiliaram na construção do Catavida. “Este é o programa mais premiado da cidade de Novo Hamburgo. Uma tecnologia social certificada que transformou a vida de dezenas de pessoas. Uma história que significou a quebra das amarras que prendiam esses catadores a um opressor. Essas pessoas estavam submetidas a uma situação de trabalho escravo. A implantação do programa foi o reconhecimento a uma categoria profissional e permitiu a contratação de cooperativas e a remuneração do serviço público que elas prestam. O Catavida garantiu a emancipação de pessoas, que se tornaram donas de suas próprias vidas”, recordou.

“Este é o programa mais premiado da cidade de Novo Hamburgo. Uma tecnologia social certificada que transformou a vida de dezenas de pessoas.”

Uma das mentoras do programa, a assistente social Vera Rambo resgatou histórias e experiências que incentivaram a criação de uma alternativa. “Acompanhamos situações de famílias que processavam resíduos junto a suas casas. A renda era muito precária naquela época”, comentou. Servidora do Município, Vera sinalizou a importância da transformação do Catavida em política pública, o que está sendo proposto pela Comissão de Meio Ambiente. “Agradeço a sensibilidade da Comam em assumir essa responsabilidade. Perdemos parcerias por insegurança política, por isso a importância de transformar o Catavida em um programa contínuo de inclusão produtiva”, contou.

“Acompanhamos situações de famílias que processavam resíduos junto a suas casas. A renda era muito precária naquela época.”

Vera ainda pediu um resgate do crescimento do projeto. “Precisamos evidenciar que tivemos uma perda da envergadura do Catavida, que declinou nos últimos cinco anos. Suas ações já não são mais tão percebidas pela comunidade. Precisamos recuperar a marca que está presente na memória e no cotidiano das pessoas de Novo Hamburgo. Precisamos dar ao Catavida esse status de política pública organizada”, completou.

Foto: Kassiane Michel/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/11/2019 0 Comentários 562 Visualizações
Cidades

Oktoberfest de Santa Cruz adere ao Tampinha Legal

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com foco no comprometimento socioambiental, a 35ª Oktoberfest aderiu ao Tampinha Legal, projeto que tem como base o conceito de economia circular, numa iniciativa do Instituto SustenPlást. O projeto, existente desde 2016 no Rio Grande do Sul, representa a oportunidade de obtenção de recursos financeiros para entidades assistenciais, visto que elas podem encontrar soluções para a destinação de materiais como as tampinhas plásticas.

“As tampas coletadas durante os dias de Oktoberfest serão destinadas para sete entidades assistenciais de nossa cidade”, destaca o presidente da Festa da Alegria, Ênio Ernesto Wermuth.

O coordenador de Limpeza da 35ª Oktoberfest, Ricardo Fernando Bartz, explica que o Parque da Oktoberfest contará com 10 coletores de tampinhas plásticas, que ficarão nas imediações das Praças de Alimentação, em virtude de ser o ambiente com maior descarte dos materiais. A equipe de limpeza da festa será responsável em recolher o material e armazenar até o fim do evento.

“Quando terminar a Oktoberfest, as tampinhas plásticas serão destinadas para os responsáveis pelo projeto que, posteriormente, irão repassar às entidades parceiras”, frisa ele.

Para a coordenadora Executiva do Instituto SustenPlást, Simara Souza, a aderência da Oktoberfest ao Tampinha Legal é de extremo valor. “O evento dialoga com a sociedade, apresentando o seu comprometimento socioambiental e proporciona que haja modificação de comportamento de massa, de acordo com a proposta do programa”, ressalta.

As tampas coletadas durante os dias de Oktoberfest serão destinadas para Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan), Sociedade Espírita A Caminho da Luz, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Associação Diocesana Santa Cruz (Asdisc), Associação Educacional Cantinho Feliz, Educandário Thales Theisen e Foco Empreendedor.

Foto: Willian de Oliveira/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2019 0 Comentários 538 Visualizações
Cidades

Instalado contêiner para coleta de lixo em Canudos

Por Gabrielle Pacheco 01/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Está começando pelo bairro Canudos a instalação dos coletores verdes e laranjas, destinados ao correto descarte do lixo. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) acompanha o trabalho da empresa responsável pela coleta do lixo na cidade, que iniciou a instalação pela Rua Bartolomeu de Gusmão e na Estrada Vereador Oscar Horn.

O lixo seco deve ser descartado nos coletores verdes e o lixo orgânico e de rejeitos devem ser depositado nos contentores cor de laranja. A Diretoria de Limpeza Urbana (DLU) faz um apelo à comunidade para que se integre ao processo de cuidado com o lixo, já que o descarte correto resulta em uma série de benefícios, não somente para o meio ambiente, mas para a equipe de catadores que recebe os resíduos na Central de Triagem.

Assim, é importante que a população coloque os resíduos em sacos plásticos bem fechados para o melhor manuseio dos garis.

A área central receberá os coletores à medida em que as obras de revitalização são concluídas. Por enquanto, a iniciativa contemplará o Centro e Canudos somando 700 coletores ao todo entre os dois bairros.

Vantagens da coleta com os contentores:

– O lixo fica protegido das variações climáticas
– Diminui a possibilidade de entupimento das galerias pelos sacos de lixo
– Elimina odores indesejados e poluição visual
– Elimina os sacos de lixo rasgados por animais ou catadores informais
– Evita o contato da população com o lixo
– Aumenta o índice de coleta do resíduo reciclável
– Facilita à população descartar seu lixo domiciliar a qualquer momento
– Reduz a proliferação de insetos e animais transmissores de doenças, e ainda possibilita aumentar o índice de coleta do resíduo reciclável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2019 0 Comentários 542 Visualizações
Cidades

Coleta de amostras da 27ª Avaliação Nacional de Vinho

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O trabalho de coleta das 343 amostras inscritas na 27ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2019 está em pleno andamento. Técnicos da Embrapa Uva e Vinho e enólogos da Associação Brasileira de Enologia (ABE) – entidade promotora -, estão percorrendo cerca de 3 mil quilômetros, passando pelos estados da Bahia, Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul, colhendo diretamente dos tanques de aço inox ou das barricas de carvalho as amostras que vão ser degustadas às cegas para diagnosticar a qualidade da Safra 2019.

A rota compreende oito regiões produtoras brasileiras, sendo elas: Vale do São Francisco (BA), Sul de Minas (MG), Leste de São Paulo (SP), Planalto Catarinense (SC) e no RS a Serra Gaúcha, Campanha, Serra do Sudeste e Campos de Cima da Serra. A coleta é sistemática e segue um processo padrão em todas as vinícolas, com alto rigor de controle sob coordenação técnica da Embrapa Uva e Vinho.

São coletadas nove garrafas sem rótulo de cada amostra, que são identificadas por um código. Elas são utilizadas na Degustação de Seleção, realizada no mês de agosto, quando mais de 120 enólogos avaliam às cegas cada vinho inscrito. O resultado apontará os 30% mais representativos da Safra 2019 e dentre eles as 16 amostras que serão degustadas pelo grande público no dia 28 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.

A Avaliação Nacional de Vinhos é a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo.

Serão quase mil apreciadores que terão privilégio de degustar 16 amostras representativas. As inscrições para os apreciadores abrem dia 4 de setembro, a partir das 9h, pelo site enologia.org.br.

Único no gênero do mundo, o evento carrega a força do vinho brasileiro, sua evolução e DNA. Muito além de marcas, expõe o desempenho de cada safra, a variedade e performance de cada casta, sendo um termômetro para as vinícolas, tanto no que diz respeito a tendências quanto a investimentos. Além disso, também é um ponto de encontro, de confraternização e celebração.

Foto: Jeferson Soldi/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2019 0 Comentários 683 Visualizações
Cidades

Feliz serve de modelo em gestão ambiental

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

No ano passado, o município de Feliz ficou em 10º lugar, no quesito melhor gestão de lixo do país. A conclusão veio a partir do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), resultado de uma parceria entre o Selur (Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana), a ABLP (Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública) e a consultoria PWC (PricewaterhouseCoopers).

A ideia foi criar uma maneira de medir a eficiência dos municípios brasileiros na gestão do lixo, verificando quais deles buscam reduzir o volume de resíduos que geram e extinguir lixões, além de coleta, destinar e reaproveitar aquilo que é descartado pela população.

O resultado chamou a atenção de muitos estudiosos, inclusive do professor Eduardo Castelã Nascimento, da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco, da cidade de Cambuquira, em Minas Gerais. O professor, em contanto com o setor de meio ambiente da Prefeitura de Feliz, organizou uma vídeo conferência, no intuito da Administração Municipal, para explicar aos alunos da disciplina de Economia e Terceira Via como é feito a coleta de lixo, dentre outras particularidades ambientais.

A troca de conhecimentos ocorreu na sexta-feira (17), no gabinete do Prefeito, e contou com a presença do vice-prefeito e responsável pela Gestão Pública, Nélson Martiny; da servidora do Departamento do Meio Ambiente Greice Kunrath Chaves e o representante da empresa Junges, responsável pela coleta seletiva, Gerson Flach.

Na oportunidade, a equipe esclareceu muitas dúvidas e explanou um pouco sobre todo processo. “Todo dia tem coleta. É realizada a coleta do resíduo orgânico, em um caminhão diferente do de resíduo seletivo. Desde que foi instalado o sistema de containers, nós podemos perceber que houve uma melhora muito significativa. Hoje trabalhamos com um aproveitamento de em torno de 20% do material e o resto vai para o aterro sanitário”, contou Gerson.

“Hoje no município nós temos 64% da população que atende certo o dia de cada coleta e separa direitinho o seu lixo dentro da sacola e em torno de 18% que ainda faz a mistura. Já aumentamos o percentual de 54% para 64% em questão de dois anos, com a implantação dos containers. E isso é um resultado muito bom. Nós separamos um valor X de sacolas, abrimos todas elas, fazemos tipo um raio x da coleta, para saber como a comunidade está lidando com o lixo”, complementa.

Segundo Nélson, esses dados são importantes para o município, já que é uma forma de trabalhar a questão junto à população. “Nós levamos seguidamente nossos alunos até a unidade de coleta seletiva, para as crianças verem na prática de fato como é feita a separação e notarem como é importante fazer o dever de casa. Eles também instigam seus pais e a família para dar o correto destino ao lixo”, destaca.

Foto: Simone Ludwig/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2019 0 Comentários 604 Visualizações
Cidades

Câmara de Vereadores tem ponto de coleta de tampas plásticas da ONG Cavalo de Lata

Por Gabrielle Pacheco 29/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul é mais um ponto de coleta de tampas plásticas dentro do projeto Tampinha na Lata, que está sendo desenvolvida pela ONG Cavalo de Lata.

As pessoas que comparecerem em alguma atividade no legislativo poderão trazer suas tampas e deixar no ponto de coleta junto à recepção. A campanha, que foi lançada em julho do ano passado, já coletou mais de uma tonelada de tampas plásticas.

A presidente da Câmara de Vereadores, Bruna Molz (PTB), destaca que a ação é muito importante por integrar a comunidade em atividades multidisciplinares que beneficiam o meio ambiente e também a causa animal. “Peço de coração que as pessoas separem as tampas em casa e podem deixar no prédio da Câmara, pois serão encaminhados para a ONG”, observa.

A ONG criou um material bem colorido para a campanha despertar o interesse na população na coleta dos materiais. Os kits distribuídos têm latas, pintadas de amarelo e com adesivo do projeto, além de cartazes, banners e folhetos.

“Nossos coletores são todos de material reciclável e foram doados por uma empresa gráfica, então aí já começa nosso papel ambiental”, argumenta Ana Paula Knak, coordenadora da ONG Cavalo de Lata. Nesta última semana de março, a campanha também está chegando ás escolas municipais, integrando a Semana do Bem Estar Animal.

As tampinhas são mais valiosas porque são feitas de plástico duro – mais nobre – e, no processo de reciclagem, poderão ser usadas para confeccionar uma gama maior de produtos. Entre os tipos que as pessoas podem doar nos coletores estão de garrafa pet, bombonas de água, leite, remédios, suco, isotônico, iogurte e produtos de higiene, beleza e limpeza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

29/03/2019 0 Comentários 492 Visualizações
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