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calçados

Exportações
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Exportações de calçados caíram 32,7% até agosto

Por Gabrielle Pacheco 08/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A instabilidade no mercado internacional, em especial nos Estados Unidos, levou a uma queda nas exportações de calçados. Comparado ao mesmo período do ano passado, o tombo foi de 32,7% em receita e 25,2% em volume entre janeiro e agosto.

No total, foram embarcados 56,4 milhões de pares, que geraram US$ 437,15 milhões. Somente em agosto, foram exportados 7,27 milhões de pares por US$ 57,9 milhões. Como resultado, quedas de 26,7% em volume e de 30% em receita na relação com o mesmo mês de 2019.

“A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional.”

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a queda dos embarques deverá diminuir nos últimos meses de 2020. No entanto, o presidente-executivo Haroldo Ferreira afirma que o ano deve fechar com um revés na casa de 27% em relação a 2019. “A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional. Perdermos espaço em mercados importantes, caso dos Estados Unidos. Além disso, tivemos uma recuperação mais rápida da indústria chinesa, que inflou a concorrência internacional”, explica o dirigente. 

Conforme o executivo, nem mesmo o dólar valorizado tem sido o suficiente para impulsionar as exportações de calçados. “O mundo ainda está com muitas restrições, especialmente para encontros físicos. Por exemplo, a italiana Micam Milano, maior feira mundial do setor, terá a participação de apenas nove marcas brasileiras – ano passado, foram 76. Com isso, todas terão representação local, em função da restrição para entrada de brasileiros na Itália”, acrescenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2020 0 Comentários 482 Visualizações
Business

Exportações de calçados caíram 33% até julho

Por Gabrielle Pacheco 10/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A expectativa de uma melhora nas encomendas do mercado externo foram frustradas em julho, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). No mês de julho, os calçadistas brasileiros embarcaram 6 milhões de pares, que geraram US$ 48,78 milhões, quedas tanto em volume (-26,8%) quanto em receita (-43,6%) ante o mesmo mês de 2019. Com o resultado, no acumulado dos sete primeiros meses de 2020, as exportações somaram 49,13 milhões de pares e US$ 379,27 milhões, quedas 24,5% e 33,1%, respectivamente, no comparativo com período correspondente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que alguns dos principais mercados internacionais para o setor calçadista brasileiro, caso dos Estados Unidos e Argentina, estão demorando mais para sair da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Ele destaca que o maior mercado estrangeiro para o produto verde-amarelo, os Estados Unidos, viu seu PIB despencar quase 33% no segundo trimestre do ano, uma queda histórica, e que o fato aponta para uma queda no consumo naquele país. “A expectativa é de que registremos uma queda de 30% nas exportações ao longo de 2020, tendo uma pequena melhora somente no último trimestre do ano, isso a depender dos resultados das principal feira internacional para o setor, a Micam Milano, que acontece no final deste mês”, projeta o executivo.

Principal mercado internacional para o calçado brasileiro, os Estados Unidos foram destino de 4,97 milhões de pares, que geraram US$ 48,78 milhões nos sete primeiros meses do ano. As quedas foram de 31,1% em pares e de 36,8% em receita no comparativo com igual período de 2019. Somente no mês de julho, as exportações para os Estados Unidos caíram 28,2% em pares e 51,7% em receita no comparativo com julho do ano passado, alcançando 571,54 mil pares e US$ 9,32 milhões.

Já a Argentina, segundo destino do calçado verde-amarelo no exterior, foi destino de 3,72 milhões de pares, que geraram US$ 37,8 milhões nos sete primeiros meses de 2020. As quedas foram de 19,9% em volume e de 29,8% em receita no comparativo com período correspondente do ano passado. O recorte de julho aponta que os argentinos importaram 536 mil pares por US$ 5,4 milhões, quedas tanto em volume (-54,9%) quanto em receita (-47,8%) ante o mesmo mês do ano passado.

O terceiro destino do ano foi a França, mercado que teve recuperação em julho, com incremento de 123% em pares (619,58 mil) e de 5% em receita (US$ 7,3 milhões) ante o mês sete do ano passado. No acumulado dos sete meses, os franceses importaram 3,59 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 32,4 milhões, quedas de 4,2% e de 2,3%, respectivamente, ante período correspondente do ano passado.

Estados

Da janeiro e julho deste ano, o principal exportador de calçados brasileiros foi o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 12 milhões de pares por US$ 171,9 milhões, quedas de 29,2% e de 33,3%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará. Nos sete meses, os calçadistas cearenses embarcaram 15,6 milhões de pares, que geraram US$ 89,95 milhões, quedas de 34,2% e de 39%, respectivamente, no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Com quedas de 12,4% em volume e de 33% em receita, São Paulo foi o terceiro exportador de calçados do ano. No período, os paulistas embarcaram 3,85 milhões de pares, que geraram US$ 39,6 milhões.

Com uma queda menor, a Paraíba apareceu na quarta posição entre os exportadores brasileiros de calçados. Nos sete meses, os calçadistas paraibanos embarcaram 10,16 milhões de pares, que geraram US$ 33 milhões, quedas tanto em volume (-2,6%) quanto em receita (-12,3%) ante igual período de 2019.

Importações asiáticas aumentaram

Ferreira chama a atenção que, mesmo com as importações totais registrando leves quedas em julho (de 1,7% em volume e de 6,5% em receita), as oriundas dos países asiáticos seguem em alta.

Em julho, foram importados 1,98 milhão de pares por US$ 31,54 milhões, quedas de 1,7% e de 6,5%, respectivamente, ante o mês sete do ano passado. Já Vietnã, Indonésia e China, que juntos respondem por mais de 80% das importações de calçados, registraram incremento de 6,6% nas suas exportações para o Brasil no mesmo período. No mês sete, foram importados 1,74 milhão de pares desses três países. O destaque ficou para a China, que registrou um incremento de 69,4% ante o mesmo mês de 2019, somando 414 mil pares, o que indica que pode haver uma avalanche de produtos chineses nos próximos meses. “O quadro tem um potencial ainda mais dramático se levarmos em consideração o fim do prazo da aplicação do direito antidumping contra o calçado chinês, em março de 2021. É importante que o setor esteja unido em busca desta renovação e ampliação – para Vietnã e Indonésia – junto ao Governo Federal”, comenta Ferreira, ressaltando que a produção chinesa está a pleno vapor e “precisando distribuir seus produtos no mercado internacional”.

Acumulado

Nos sete primeiros meses do ano, entraram no Brasil 14,7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 189,65 milhões, quedas de 16,7% e de 11,6%, respectivamente, ante o mesmo período de 2019. Do Vietnã, foram importados 6,1 milhões de pares por US$ 109,4 milhões, queda de 6,9% em volume e incremento de 2,1% ante 2019. Da Indonésia, entraram no Brasil 1,96 milhão de pares por US$ 34 milhões, quedas de 29,4% e de 22%, respectivamente, ante 2019. A terceira origem do calçado importado foi a China, de onde foram importados 5,12 milhões de pares por US$ 23,12 milhões, quedas em pares (-18,5%) e receita (-17,8%) ante o ano passado. Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações somaram US$ 11,9 milhões nos sete meses, queda de 35,6% ante 2019. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2020 0 Comentários 499 Visualizações
Variedades

Piccadilly lança aplicativo de comfort delivery

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Atenta às transformações digitais do mercado, muitas aceleradas pela pandemia do Covid-19, a Piccadilly se torna a 1ª marca do setor calçadista a investir, através do desenvolvimento de um aplicativo exclusivo, no serviço de comfort delivery, caracterizado pelo envio de produtos selecionados à casa das consumidoras para que possam experimentá-los antes de concretizarem as compras.

Em sinergia com as atuais necessidades de comportamento e consumo, a nova possibilidade de venda da Piccadilly traz, de maneira inteligente e personalizada, flexibilidade no modo como a consumidora deseja efetuar suas compras, já que dá a possibilidade de adquirir novos produtos do jeito que quiser e quando quiser.

Também em conformidade com os atuais movimentos do mercado, a inovação agrega benefícios aos lojistas que comercializam a marca, incluindo franqueados, lojas exclusivas e multimarcas. Representando um novo modelo de negócio digital, o app atua como um e-commerce local, que possibilita vendas diretas ou consignadas. Disponibilizada de forma gratuita, a inovação garante benefícios automatizados, como: controle de estoque, pagamento direto pelo app, gestão e acompanhamento de pedidos, geração de convites para clientes e carga automática de pedidos Piccadilly.

Para a presidente da marca, Cristine Grings Nogueira, este é mais um passo importante na trajetória da empresa em direção a transformação digital. ‘’Diante do atual cenário mundial, fica claro que o digital passou de tendência para realidade. As empresas se viram obrigadas a repensarem seus modelos de negócios e se reinventarem. É nesse movimento que enxergamos a necessidade de acelerar nosso processo de transformação digital, começando pelo lançamento de nosso aplicativo, que atende as atuais necessidades das consumidoras e do mercado, além de ser uma tendência de consumo em ascensão no meio da moda’’, destaca.

Ainda de acordo com Grings, a inovação segue alinhada a sua essência e propósito da Piccadilly. ‘’Seguimos acompanhando o comportamento de nossas consumidoras, e fica claro que a busca por facilidade, conforto e comodidade no momento das compras é uma procura cada vez mais evidente. Por isso resolvemos investir nessa nova caminhada digital, que possibilitará a entrega de produtos de forma segura e confortável, de acordo com as preferências de cada mulher’’, completa.

Para os lojistas que quiserem aderir a nova plataforma de vendas, basta acessar o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2020 0 Comentários 878 Visualizações
Business

Feira calçadista italiana terá 44 marcas brasileiras

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Considerada a feira de calçados mais internacionalizada do mundo, a 93ª edição da Expo Riva Schuh, que acontece em Riva Del Garda/Itália, entre 11 e 14 de janeiro, terá 44 marcas brasileiras. A participação se dá com o incentivo do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Tendo gerado mais de US$ 34 milhões para as marcas brasileiras na edição de janeiro do ano passado, a feira é uma das principais do planeta quando se trata de volume de vendas.

“A primeira edição do ano – a feira ocorre também em junho – tem um papel importante por marcar o início do calendário internacional de feiras e oportunizar, portanto, adaptações para as vendas do ano. Também é uma ótima oportunidade de relacionamento com o mercado e com distribuidores de todo o mundo, especialmente da Europa”, comenta a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel. Em 2020, a feira deve receber compradores de mais de 100 países.

“A primeira edição do ano tem um papel importante por marcar o início do calendário internacional de feiras e oportunizar, portanto, adaptações para as vendas do ano.”

A expectativa de negócios é positiva, embalada pelo câmbio favorável, com o dólar permanecendo há meses na casa de R$ 4, o que permite ao calçado brasileiro um preço mais competitivo no mercado internacional. Entre janeiro e novembro de 2019, dados mais recentes disponíveis, foram embarcados ao exterior mais de 104,2 milhões de pares, que geraram US$ 886,3 milhões, 3,8% mais do que no mesmo período de 2018. Com cerca de 1,5 mil expositores de 40 países, a Expo Riva Schuh recebe um contingente qualificado de visitantes, de compradores com alto poder de decisão a distribuidores de grandes redes.

Expo Riva Schuh

Participam da feira italiana com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Klin, Werner, Andacco, Carrano, Madeira Brasil, Verofatto, Piccadilly, Pegada, Vizzano, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Modare Ultraconforto, Usaflex, Tabita, Pampili, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Ramarim, Comfortflex, Whoop, Stéphanie Classic, Cristofoli, Suzana Santos, Renata Mello, Sapatoterapia, Democrata, Sollu, Pimpolho, Indiana Colours of Brazil, Grendha, Grendene Kids, Copacabana, Cartago, Capodarte, ADG Export, Adrun, GVD International, Awana, Itapuã, Dakota, Cecconello e NMD Brazil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2020 0 Comentários 554 Visualizações
Business

Marcas calçadistas brasileiras viram conteúdo de influenciadoras norte-americanas

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Apresentar a diversidade, as belezas e a cultura do Brasil ao mesmo tempo em que promove as marcas de calçados brasileiras nos Estados Unidos, tudo isso por meio dos olhares de formadoras de opinião no mercado-alvo, foram os objetivos da edição 2019 do Digital Influencer Project – DIP. Entre os dias 2 e 6 de novembro, o litoral alagoano virou cenário de sessões de fotos e experiência exclusivas para as influenciadoras digitais Natalie Suarez e Dylana Suarez. Elas vieram ao país a convite do programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Conhecidas como Suarez Sisters, elas, que vivem em Nova York, são modelos, fotógrafas e fashionistas, e acumulam milhares de seguidores nas redes sociais. Juntas, somam mais de 850 mil seguidores no Instagram, principal plataforma de trabalho delas. A dupla compartilhou a viagem em seus canais sociais, principalmente pelo Instagram Stories, e apresentaram as marcas participantes a seus seguidores. Esta foi a terceira viagem ao Brasil de Dylana, que é casada com um brasileiro, mas a primeira ao Nordeste. Natalie, por sua vez, nunca havia estado em solo verde-amarelo.

Diversidade

Durante os dias em Alagoas, as fashionistas fotografaram nos principais pontos turísticos de Maceió e viveram experiências típicas da Região oferecidas por algumas das marcas participantes. A analista de Promoção de Imagem da Abicalçados, Luana Chinazzo, destaca que esta edição conseguiu passar toda a diversidade do Brasil, tanto por meio das marcas participantes quanto das atividades oferecidas. “Fomos do rio ao mar, das cidades históricas ao mangue. Elas puderam calçar diferentes estilos de calçados, tanto saltos quanto flats, sempre em sintonia com o ambiente. O conteúdo gerado é rico e demonstra como o nosso país é plural”, contou.

“Elas puderam calçar diferentes estilos de calçados, tanto saltos quanto flats, sempre em sintonia com o ambiente.”

A primeira vivência das irmãs em Alagoas, promovida pela marca Insecta, foi uma visita à Associação Peixe-boi, uma organização comunitária composta por ribeirinhos, pescadores, estudantes e moradores dos municípios de Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres, que trabalham na proteção do peixe-boi marinho, que é hoje o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no País. Após o passeio, um almoço com alimentos sem origem animal foi servido para fechar o momento com a cara da marca vegana.

No dia seguinte, as influenciadoras foram convidadas pela Petite Jolie para um passeio de lancha por algumas das principais praias da Região. O passeio, que durou até o pôr do sol, gerou registros lindos em fotos e vídeos e encantou nossas convidadas. “Não pensei que encontraria formações rochosas como as que vi em desertos nos Estados Unidos aqui no Brasil. O pôr do sol nas rochas é lindo!”, destacou Dylana sobre as falésias da praia do Gunga.

A última experiência delas foi uma visita à cidade histórica de Marechal Deodoro, oferecida pela Vicenza. No local, as convidadas visitaram a Associação das Mulheres Rendeiras (Amur) e aprenderam a fazer a renda filet, típica da região. Depois da atividade, elas ainda visitaram os principais pontos turísticos da localidade e fotografaram para a marca calçadista.

“A viagem foi muito inspiradora e educativa. Foi muito legal conhecer destinos mais remotos. Pude me divertir, relaxar e criar muito conteúdo. Melhor viagem!”, declarou a Natalie. “Nossos dias aqui foram ótimos! Amamos todos os lugares. Nós fotografamos alguns dos nossos melhores conteúdos aqui. Espero voltar logo”, completou Dylana. Além das experiências, as norte-americanas fizeram sessões de fotos para a Melissa e a Cecconello.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2019 0 Comentários 593 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam US$ 886 milhões

Por Gabrielle Pacheco 06/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e novembro deste ano, foram embarcados para o exterior 104,2 milhões de pares de calçados, que geraram US$ 886,3 milhões. As altas são de 3,8% em volume e de 0,9% em receita no comparativo com igual período de 2018. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o resultado foi influência, sobretudo, pela guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China – com o consequente desaquecimento da economia internacional – e a crise da Argentina.

Segundo ele, no início do ano a previsão era de incremento mais significativo, especialmente porque a base de 2018 é muito fraca. “Mesmo assim, em função das instabilidades na economia mundial, isso acabou não acontecendo”, lamenta. Principal destino dos embarques brasileiros entre janeiro e novembro deste ano, os Estados Unidos importaram 10,86 milhões de pares por US$ 181,66 milhões, incrementos de 26,5% em volume e de 28,2% em receita gerada na relação com mesmo período de 2018.

O segundo destino foi a Argentina. Nos 11 meses foram embarcados para lá 9,32 milhões de pares, que geraram US$ 98,32 milhões, quedas tanto em volume (-18,3%) quanto em receita (-27%) em comparação com igual intervalo do ano passado.Com resultados positivos tanto em receita (4,1%) quanto em volume (9,8%), a França foi o terceiro destino do calçado verde-amarelo no exterior. Entre janeiro e novembro os franceses importaram 7 milhões de pares por US$ 52,47 milhões.

RS lidera o ranking

O Rio Grande do Sul segue à frente no ranking de exportações brasileiras de calçados. Entre janeiro e novembro, os fabricantes gaúchos embarcaram 27,9 milhões de pares, que geraram US$ 407 milhões, incrementos de 12,5% e de 4,5%, respectivamente, ante o mesmo período de 2018. A segunda origem das exportações brasileiras de calçados no período foi o Ceará, com o embarque de 34,57 milhões de pares por US$ 210,13 milhões, quedas tanto em volume (-3%) quanto em receita (-2,5%) na relação com o ano passado.

No terceiro posto aparece São Paulo, de onde partiram 7,17 milhões de pares por US$ 96,24 milhões, incremento de 10% em volume e queda de 0,3% em receita ante os 11 meses do ano passado. Com maior incremento entre as principais origens das exportações, a Paraíba aparece na quarta colocação com o embarque de 18,2 milhões de pares e US$ 62 milhões, altas de 16¨e de 17,6%, respectivamente, ante 2018.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/12/2019 0 Comentários 558 Visualizações
Business

Guerra comercial afeta exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 08/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Influenciadas pela guerra comercial instalada entre as duas maiores potências mundiais, Estados Unidos e China, as exportações brasileiras de calçados caíram no mês de outubro. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no mês passado, os calçadistas embarcaram 10 milhões de pares que geraram US$ 80,57 milhões, quedas de 14% na receita e de 8,3% no volume em relação ao mesmo mês de 2018.

Com isso, as exportações somaram US$ 798,87 milhões e 93,35 milhões de pares no acumulado dos dez meses, incrementos de 0,6% e de 4%, respectivamente, no comparativo com igual período do ano passado. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que, embora as exportações para os Estados Unidos tenham seguido a trajetória de elevação, como resultado da imposição de tarifas de importação locais para calçados chineses, por outro lado o produto brasileiro perdeu mercado em outros clientes internacionais importantes e que foram alvo da “desova” dos produtos asiáticos.

“Apesar de os dois países estarem na mesa de negociação para por fim ao impasse, o mundo ainda sente os efeitos da guerra comercial, especialmente pela recente desvalorização artificial do Yuan (moeda chinesa), que tornou o produto chinês ainda mais competitivo. Além disso, no acumulado do ano, as exportações chinesas de calçados para os Estados Unidos caíram 3%, ou seja, mais de US$ 260 milhões em produtos que precisaram ser realocados em outros mercados ao redor do mundo”, explica o dirigente.

“Apesar de os dois países estarem na mesa de negociação para por fim ao impasse, o mundo ainda sente os efeitos da guerra comercial.”

Além do impacto da guerra comercial, Ferreira destaca a sequência da crise argentina e os ajustes do câmbio, este último que fez com que o preço médio do calçado brasileiro caísse 24% nos últimos três meses, de US$ 10,60 para US$ 8. “Ou seja, os exportadores puderam baixar o preço médio, em dólar, sem perder a rentabilidade. O fato, na estatística, pesa na queda dos valores gerados pelos embarques”, avalia.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/11/2019 0 Comentários 540 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer 3% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Impulsionada pelo aumento dos embarques ao longo do ano, a produção de calçados deve crescer 3% em 2019. A previsão foi uma, das muitas, apresentadas em evento realizado ontem (8), na Fenac, em Novo Hamburgo/RS. O Análise de Cenários, promovido em conjunto pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), contou com patrocínio da Fenac.

O evento iniciou com a apresentação de Marcos Lélis, doutor em Economia e consultor do setor calçadista. O especialista comentou sobre os efeitos da guerra comercial entre Estados Unidos e China, que tem provocado uma desaceleração no comércio mundial, que deve refletir ainda em 2020. No acumulado de 2019, as importações norte-americanas de produtos chineses caíram 12,6% e o caminho contrário também registrou queda, de 17,9%.

Lélis ressaltou que, além da guerra tarifária, a China utiliza das suas reservas internacionais – de mais de US$ 3 trilhões – para manipular o câmbio, o que tem reflexo imediato na economia mundial. “Em julho e agosto, quando houve um ruído nas negociações entre China e Estados Unidos, eles mexeram no câmbio, desvalorizaram o Yuan (moeda chinesa) e bagunçaram a economia mundial”, recordou, ressaltando que o país é o maior exportador do mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2019 0 Comentários 906 Visualizações
Business

Exportações de calçados para os Estados Unidos são destaque de setembro

Por Gabrielle Pacheco 07/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no mês de setembro, foram embarcados para o exterior 8,6 milhões de pares, que geraram US$ 73,47 milhões, queda de 12,8% em volume e incremento de 2,5% em receita no comparativo com igual mês do ano passado. Com o resultado, de janeiro a setembro os calçadistas somaram a exportação de 83,3 milhões de pares que geraram US$ 718,1 milhões, altas de 5,6% em volume e de 2,6% em receita na relação com igual ínterim de 2018.

O destaque do mês foi os Estados Unidos. Historicamente o principal destino do calçado brasileiro no exterior, o País importou 992,8 mil pares por US$ 14,24 milhões, incrementos de 122% em volume e de 68% em receita na relação com mesmo mês de 2018. Já no acumulado dos nove meses, os norte-americanos somaram a importação de 8,9 milhões de pares, que geraram US$ 150,23 milhões, incremento tanto em volume (38,4%) quanto em dólares (38,1%) na relação com igual período do ano passado 2018.

O movimento, segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, é previsível, especialmente em função da guerra comercial instalada entre os Estados Unidos e a China. “O fato faz com que os importadores norte-americanos busquem calçados fora da China, o que acaba nos beneficiando em um primeiro momento”, explica.

Outros caminhos

Mesmo em recessão e com reservas internacionais à míngua, a Argentina segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Em setembro, os hermanos importaram 1,25 milhão de pares por US$ 11,38 milhões, incremento de 12% em volume e queda de 1,7% em dólares no comparativo com mês correspondente do ano passado. Na soma dos nove meses, os argentinos compraram 7 milhões de pares por US$ 77,14 milhões, quedas de 25,5% em volume e de 32,9% em valores em relação a 2018.

O terceiro destino do produto verde-amarelo no exterior foi a França, que em setembro importou 385,17 mil pares por US$ 2,62 milhões, quedas tanto em volume (-70,4%) quanto em receita (-22,3%) na relação com mesmo mês do ano passado. Com isso, os franceses somaram, nos nove meses, a importação de 5,32 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 42,23 milhões, alta de 0,4% em volume e queda de 2,6% em valores no comparativo com período correspondente do ano passado.

Estados

O principal exportador dos nove meses do ano segue sendo o Rio Grande do Sul. Impulsionadas pelos embarques para os Estados Unidos, as exportações gaúchas somaram 22,6 milhões de pares por US$ 332,97 milhões, incrementos de 13,7% em volume e de 4,5% em receita no comparativo com mesmo ínterim do ano passado.

O Ceará foi a segunda principal origem das exportações brasileiras de calçados. Nos nove meses, as fábricas cearenses embarcaram 28,3 milhões de pares, que geraram US$ 173,58 milhões, queda de 0,2% em pares e incremento de 5,2% em receita em relação ao mesmo período de 2018.

A terceira origem das exportações de calçados foi São Paulo. No acumulado do ano, os paulistas embarcaram 5,72 milhões de pares por US$ 76,79 milhões, incremento de 8,2% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado.

Importações

As importações de calçados também aumentaram em setembro. No mês nove, entraram no Brasil 2,6 milhões de pares por US$ 42,26 milhões, altas de 28% em volume e de 47,7% em valores no comparativo com mês correspondente de 2018. Com o resultado, as importações dos nove meses somaram 22,2 milhões de pares e US$ 288,97 milhões, incrementos de 2% em volume e de 4,8% em valores em relação a igual período do ano passado.

As principais origens no acumulado do ano foram Vietnã (9,28 milhões de pares e US$ 143,8 milhões, quedas de 3,7% e de 6,9%, respectivamente, ante 2018), Indonésia (3,74 milhões de pares e US$ 59,42 milhões, altas de 22,1% e de 19,3%, respectivamente) e China (6,73 milhões e US$ 37 milhões, queda de 1,1% em pares e incremento de 25,8% em dólares). “O incremento das importações provenientes da China também é decorrente da guerra comercial do país asiático e Estados Unidos, visto que este acaba pulverizando seus embarques para países alternativos, caso do Brasil”, explica Ferreira.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/10/2019 0 Comentários 675 Visualizações
Business

Gramado recebe importadores de calçados

Por Gabrielle Pacheco 23/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Serão muitos os sotaques e línguas ouvidos nos corredores do Serra Park, em Gramado/RS, durante a realização da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios. A organização do evento, a cargo da Merkator Feiras e Eventos, tem trabalhado para ampliar o volume de compradores estrangeiros presentes na feira, que lança a moda outono/inverno 2020. A feira será realizada de 18 a 20 de novembro.

Mercados que tradicionalmente são compradores dos calçados e acessórios brasileiros, como os sul-americanos da Bolívia, da Colômbia, e do Uruguai, as maiores delegações, do Equador, do Paraguai e da Argentina, e do Peru, que tem se destacado nas importações, devem ser maioria entre os estrangeiros presentes. O diretor da Merkator, Frederico Pletsch, explica:

“São mercados que conhecem profundamente as nossas marcas e têm identificação com nossos produtos. O consumidor desses países já está fidelizado, e esses compradores vêm à feira para renovar os seus estoques”.

O desembarque internacional do Aeroporto Internacional Salgado Filho receberá também visitantes vindos de países como Arábia Saudita, Oman, Estados Unidos, Israel, Paquistão, África do Sul, Panamá, Rússia, França, Itália, Portugal, Coréia do Sul, Tailândia, Moçambique, Costa Rica e Romênia.

“Queremos que a Zero Grau cada vez mais seja uma vitrine do produto brasileiro para mundo, atraindo negócios em diferentes mercados e ampliando o alcance das nossas empresas. O objetivo é ampliar as relações das empresas brasileiras, além de reforçar laços já existentes”, reforça o diretor da Merkator.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2019 0 Comentários 553 Visualizações
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