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Business

Comércio projeta crescimento de vendas com a chegada do Dia dos Pais

Por Jonathan da Silva 25/07/2024
Por Jonathan da Silva

Um levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra uma possibilidade de crescimento de 4,7% nas vendas do comércio no período próximo ao Dia dos Pais, que será comemorado em 11 de agosto. A variação positiva também é projetada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), que planeja circulação maior de recursos nos municípios gaúchos, especialmente a partir da liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) nas cidades atingidas pelas inundações.

A projeção feita pela área econômica da Federação mostra que, além da injeção de recursos extas, como o caso do FGTS e outros repasses, as enchentes tiveram como consequência a criação de novas necessidades para os consumidores, situação vista como oportunidade de vendas para a data comemorativa. Um aumento na mão de obra, que gerou quase 40 mil novas vagas de emprego no estado durante o mês de julho, associado a baixa da taxa de juros, também vão ao encontro do otimismo do setor.

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), Mauro Spode, a data de Dia dos Pais pode ser considerada a terceira mais importante do calendário de vendas, atrás apenas do Natal e Dia das Mães, que neste ano teve o rendimento completamente afetado pelas enchentes. “Este ano vivemos um momento muito peculiar e diferente em maio, em uma situação que não favoreceu o Dia das Mães. No entanto, as condições econômicas mais favoráveis e a retomada dos negócios em nossas cidades muito atingidas pelas inundações, mostram que haverá sim uma boa expectativa para o varejo agora”, destaca Spode. 

Para o dirigente, além do comércio de peças de vestuário e calçados, a data é também uma oportunidade para segmento de perfumaria e cuidados pessoais, além de itens esportivos, ferramentas e presentes do grupo de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, bem como do segmento de alimentos e bebidas. “É um cenário de oportunidades diferenciadas, que também é favorecida pelo clima. Vivemos neste inverno a volta da sequência contínua de dias muito frios. Se esta tendência se repetir, e tudo indica que deverá, o comportamento do consumidor será influenciado de maneira positiva com esta data”, avalia o presidente do Sindilojas-VRP. 

Diversos segmentos devem aumentar vendas no Dia dos Pais

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2024 0 Comentários 540 Visualizações
Cultura

Exposição “A Porto Alegre dos Alemães” celebra bicentenário da imigração

Por Jonathan da Silva 25/07/2024
Por Jonathan da Silva

A exposição “A Porto Alegre dos Alemães: um panorama da cidade a partir da presença teuta” está sendo recebida pelo Centro Cultural 25 de Julho, na capital gaúcha. Em 2024, se celebra o bicentenário da imigração alemã no Rio Grande do Sul e no Brasil. A mostra foi elaborada por meio de pesquisa da historiadora Karina dos Reis Kerpen e conta com expografia de Viviane Soares para abordar as transformações e as contribuições geradas pelos imigrantes de língua alemã em Porto Alegre, desde as atuações militares em importantes conflitos do século XVIII e XIX, chegando à metade do século XX. A exposição tem entrada franca e pode ser visitada de segunda a sexta, das 9h às 20h, e aos sábados, das 9h às 18h, até o dia 31 de outubro.

Com painéis explicativos, imagens e objetos, a exibição busca pontuar os principais marcos históricos do processo que culminou com o estabelecimento definitivo de 39 imigrantes alemães em território nacional, no dia 25 de julho de 1824.
Simultaneamente, a mostra tem por objetivo costurar essa trajetória com itens históricos que são testemunhas deste que foi um dos acontecimentos mais transformadores da vida cultural, social, econômica, religiosa e política do estado e do país.  “Com a exposição, buscamos recontar a trajetória dos alemães na capital e proporcionar a visualização de importantes marcos e expoentes. Seguramente esta história é infinitamente mais rica, complexa e profunda do que poderíamos abarcar nessa mostra, contudo, queremos deixar aqui nossa intenção de contribuir para o registro dos feitos da nossa comunidade germânica que tanto fez ao forjar o passado da nossa cidade, do nosso Estado, que enriquece nosso presente e impulsiona nosso futuro”, destaca a presidente do centro cultural, Susana Fröhlich.

A mostra foi inaugurada no último dia 18 de julho, data exata em que foram completados 200 anos da chegada dos primeiros povos de origem germânica em Porto Alegre, antes de se estabelecerem definitivamente no Vale dos Sinos. A iniciativa tem financiamento via Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet e realização do Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, com patrocínio da Aços Favorit e da Stihl e parceria do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, da Comissão Estadual do Bicentenário da Imigração Alemã e da Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil.

Serviço

  • O quê: exposição “A Porto Alegre dos Alemães: um panorama da cidade a partir da presença teuta”
  • Curadoria: Karina Kerpen
  • Expografia: Viviane Soares
  • Período de visitação: de 18 de julho a 31 de outubro de 2024
  • Horários: de segunda a sexta, das 9h às 20h, e aos sábados, das 9h às 18h
  • Onde: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre (Rua Germano Petersen Júnior, 250 – Auxiliadora – Porto Alegre)
    Entrada franca
  • Apoio: Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet
  • Realização: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre
  • Patrocínio: Aços Favorit e Stihl
  • Parceria: Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, da Comissão Estadual do Bicentenário da Imigração Alemã e da Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil.
Foto: Centro Cultural 25 de Julho/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2024 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Stihl destaca contribuição da cultura germânica para estabelecimento em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 24/07/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa alemã Stihl conta com uma unidade fabril em São Leopoldo há mais de 50 anos. A cidade do Vale dos Sinos é considerada o berço da imigração alemã por ter sido a primeira do país a receber os imigrantes. A chegada deles completa 200 anos nesta quinta-feira, 25 de julho. A conexão da região com a Alemanha foi justamente um dos motivos destacados pela Stihl para a instalação e o desenvolvimento da fábrica no município. Atualmente, a fábrica emprega aproximadamente 3 mil pessoas e o conhecimento do idioma alemão é considerado um diferencial.

A escolha de São Leopoldo para instalação da fábrica foi estratégica para a empresa. Além de permitir uma interação de colaboração mútua entre a organização e a comunidade local, a localização é considerada pela organização como fator essencial para o estabelecimento no país. “A origem alemã na região, oriunda dos primeiros imigrantes que chegaram em São Leopoldo na primeira metade do século XIX, foi de extrema relevância e impacto no processo de instalação da Stihl no município, em 1973. Ao longo do desenvolvimento da sociedade, o povo alemão sempre foi sinônimo de inovação e está ligado a diversas criações que transformaram o mundo. A Stihl Brasil, por ser uma empresa familiar alemã, contribuiu para disseminar esta cultura de busca por conhecimento na região, o que impactou e segue impactando diretamente na evolução do município e do estado. Atualmente, exportamos tecnologia produzida em São Leopoldo para o mundo, fato que muito orgulha a todos na organização”, destaca o presidente da Stihl, Cláudio Guenther.

O intercâmbio entre Brasil e Alemanha acontece na empresa de diversas formas, até mesmo na prática com a troca de profissionais entre as unidades da organização. Com foco na capacitação, a iniciativa “Job Rotation” proporciona aos profissionais de todas as plantas no mundo a trabalharem também na Alemanha e aos alemães de atuarem no Brasil e demais países, experiência que pode durar entre três meses e cinco anos. A empresa oferece total apoio no processo de mudança, instalação na nova cidade e também suporte em questões legais e treinamento intercultural para adaptação.

O vice-presidente de Finanças e Administração da Stihl, Cleomar Prunzel, que também é presidente da Câmara Brasil-Alemanha no Rio Grande do Sul (AHK-RS), reforça a importância da cultura e das organizações alemãs para o fortalecimento da economia e das cidades atualmente. “Vivemos até hoje a herança dos imigrantes que chegaram há 200 anos nesta região. Sob o ponto de vista empresarial, a cultura alemã, reconhecida pela assertividade, foi disseminada e contribuiu com modelos para o mercado gaúcho e brasileiro, com foco em processos, produtividade e tecnologia. O impacto das organizações alemãs no PIB estadual e brasileiro é expressivo e representativo. A realidade celebrada hoje deve-se ao trabalho realizado pelos primeiros alemães, o qual influencia resultados que podemos ver presentes até hoje”, pontua Prunzel.

Histórico

A Stihl chegou ao Brasil por volta de 1960. Na época, o cidadão alemão Karl Kurz, que morava no Rio de Janeiro, vendia motosserras da marca para alguns estados do país. Em São Leopoldo, a produção teve início em 1973 em um prédio locado no centro da cidade. A inauguração oficial da fábrica aconteceu em outubro de 1975, em uma cerimônia com a presença da família Stihl e de autoridades locais e federais. A fábrica foi instalada em uma área de 16 hectares no recém-implantado Distrito Industrial Fazenda São Borja, onde encontra-se até hoje.

Apoio a iniciativas comemorativas

A Stihl está desde o início do ano apoiando e patrocinando iniciativas comemorativas ao bicentenário. Um destes movimentos é o documentário “Brasil & Alemanha – 200 anos de história”, produzido pela Produtora Brasileira, que detalha o processo de imigração e a colonização alemã na Região Sul a ser lançado em novembro deste ano. Outro é o concurso da Expansão no Bicentenário da Imigração Alemã, concurso cultural que Outras iniciativas regionais também foram contempladas.

Foto: Stihl/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2024 0 Comentários 543 Visualizações
Política

Desafios do Brasil em ano eleitoral pautam Giro pelo Rio Grande

Por Jonathan da Silva 24/07/2024
Por Jonathan da Silva

Com o tema “Desafios do Brasil em um ano eleitoral”, a segunda edição do evento Giro pelo Rio Grande 2024 foi promovida nesta terça-feira (23) pela Fecomércio-RS. O encontro, que ocorreu no Teatro Municipal de Rivera, reuniu cerca de 400 pessoas. Os painelistas foram o consultor econômico Marcelo Portugal, o economista e ex-ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, e o cientista político Fernando Schuler. A mediação foi do economista e gerente de Relações Governamentais da federação, Lucas Schifino.

Na abertura do evento, o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância de debater os rumos que o país e o estado podem tomar diante do processo eleitoral e lembrou da atuação da federação durante a catástrofe climática que aconteceu no estado. “Trabalhamos muito focados em propor, analisar e demandar ao poder público medidas de auxílio às empresas que tiveram prejuízos com as enchentes. Seguimos neste trabalho, mas precisamos retomar nossas atividades e voltar a pensar em nosso futuro como país”, pontuou Bohn, destacando também o empenho da entidade por medidas que permitam, além de ganhos de produtividade para as empresas, a limitação dos gastos do governo.

Debate econômico foi destaque entre os desafios do país

Os painelistas do evento apontaram em suas falas os desafios econômicos e políticos que estão sendo enfrentados no país. Portugal iniciou o painel apresentando uma história fiscal do Brasil na última década e dando o tom da conversa. “Nosso principal desafio é fiscal, é ser capaz de financiar políticas públicas”, declarou o consultor econômico.

Sachsida apontou resultados na economia decorrentes de reformas realizadas em governos anteriores, como trabalhista, previdenciária e a autonomia do Banco Central, entre outras. “O Brasil teve seis anos de muitas reformas, não só do lado fiscal, mas da produtividade. São mudanças no ‘subterrâneo’, que pouca gente vê”, afirmou o ex-ministro, prevendo um segundo semestre mais difícil para a economia.

Último painelista com a palavra, Schüler também elogiou a série de reformas que o país passou entre 2016 e 2022, mas apontou que a polarização política traz desafios ao debate econômico. “A política se descolou da economia, e isso é um problema”, avaliou o cientista político.

Após suas apresentações, os convidados responderam a perguntas da plateia.

Giro pelo Rio Grande em Novo Hamburgo

A terceira edição do evento que coloca em debate os rumos do país está marcada para o dia 6 de agosto, em Novo Hamburgo, com a presença dos painelistas Adolfo Sachsida e Fernando Schüler. As inscrições podem ser realizadas pela internet.

Os painelistas

Adolfo Sachsida

Adolfo Sachsida possui doutorado em Economia pela Universidade de Brasília (2000) e pós-doutorado na Universidade do Alabama (2005). Também é advogado. Foi ministro de Minas e Energia durante o governo Jair Bolsonaro (PL), de maio a dezembro de 2022, e secretário de Política Econômica, no Ministério da Economia, entre janeiro de 2019 e abril de 2022. Tem experiência nas áreas de macroeconomia, política econômica, política energética e política mineral.

Fernando Schüler

Fernando Schüler é Doutor em Filosofia e Mestre em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com Pós-Doutorado pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque. É professor e pesquisador no Insper. É especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e Especialista em Gestão Cultural e Cooperação Ibero-americana pela Universidade de Barcelona (UB). Foi secretário de Estado da Justiça e do Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul, Diretor Geral do Ibmec, no Rio de Janeiro, e Diretor da Fundação Iberê Camargo. É colunista da Revista Veja, do Grupo Bandeirantes de Comunicação e criador e curador do Projeto Fronteiras do Pensamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2024 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Índice de Confiança do Empresário Industrial Gaúcho cai em julho

Por Jonathan da Silva 23/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) diminuiu 0,7 ponto entre junho e julho, caindo de 46,9 para 46,2. O resultado da pesquisa foi divulgado nesta segunda-feira pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). O levantamento varia de zero a cem pontos, com pontuação abaixo de 50 sendo considerada falta de confiança.

Para o presidente da Fiergs, Claudio Bier a percepção dos empresários gaúchos com a economia brasileira piorou, tanto com relação à situação atual quanto a respeito das expectativas. “Isso se deve a novos fatores restritivos à atividade industrial, como o fim do ciclo de redução dos juros e a instabilidade da taxa de câmbio, o que aumenta os já elevados níveis de incertezas decorrentes dos problemas fiscais”, destaca Bier, que também afirma que no cenário estadual tem sido evidente a demora na chegada de recursos e medidas essenciais para a retomada e, até o momento, as providências adotadas têm se mostrado insuficientes em diversas frentes cruciais, como a trabalhista, a tributária e a de crédito.

Já o Índice de Condições Atuais, após quatro baixas seguidas, avançou ligeiramente de 40,6, em junho, para 40,9 pontos, em julho, mas permanece abaixo dos 50 pontos. O Índice de Condições da Economia Brasileira, componente com a avaliação mais negativa, caiu de 38,2 para 36 pontos no período e registrou o menor valor em 14 meses. Em março de 2024, 39,5% das empresas viam piora da economia nacional e, em julho, tal avaliação chegou a 53,1% (eram 47,9% em junho).

A economia gaúcha está em condições mais desfavoráveis que a nacional, mas o índice que a mede, e não participa da composição do ICEI-RS, subiu 3,5 pontos, para 28,2, com 73,5% das empresas avaliando as condições locais de forma negativa. Já no Índice de Condições Atuais, houve crescimento de 1,6 ponto de junho para julho,chegando a 43,4 pontos, mas também abaixo dos 50.

Expectativas

Em relação ao Índice de Expectativas para os próximos seis meses, houve retorno ao campo negativo no panorama econômico doméstico, com recuo para 48,9 pontos. Em junho, o resultado foi de 50 pontos. O Índice de Expectativas da Economia Brasileira teve maior queda, de 4,7 em relação a junho, chegando 39,4 pontos, o menor patamar desde janeiro de 2023, quando atingiu 38 pontos. A pontuação refletiu a grande diferença entre a proporção de empresários pessimistas, 43,2% do total (eram 33,3% em junho), ante a de otimistas, 7,4% (eram 10,4% no mês passado). O restante, 49,4%, não espera mudança no cenário econômico no segundo semestre.

O Índice de Expectativas da Economia Gaúcha, por sua vez, cresceu pelo segundo mês consecutivo, chegando a 39,9 pontos em julho. Por fim, o Índice de Expectativas das Empresas marcou 53,7. Como vem ocorrendo nos últimos levantamentos, foi o único componente da confiança a obter resultado positivo.

O levantamento completo pode ser conferido no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul por meio do link observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Anamul Rezwan/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2024 0 Comentários 414 Visualizações
Cultura

Maestro catalão Jordi Mora ministra curso inédito no Brasil

Por Jonathan da Silva 18/07/2024
Por Jonathan da Silva

O maestro catalão Jordi Mora virá ao Brasil neste mês de julho para ministrar um curso inédito que combina conteúdos de Fenomenologia da Música com conceitos sobre OntoArte. A atividade terá seu lançamento internacional no Centro de Arte e Cultura Humanista Recanto Maestro, em São João do Polêsine, no Rio Grande do Sul. Além de músicos profissionais e estudantes, que terão aulas intensivas de 25 de julho a 4 de agosto, o público em geral poderá participar da programação de concertos e conferências nos fins de semana de 27 e 28 de julho e 3 e 4 de agosto.

Para os músicos que já têm atuação na área, a iniciativa tem diversos objetivos, como alcançar a interpretação de peças musicais o mais próximo possível daquilo que o compositor criou. Já para os amantes da arte, a intenção é aprofundar os conhecimentos em música e filosofia, além de refinar a sensibilidade e percepção estética.

Haverá também aulas lecionadas pelos professores Bruno Fleck, Claudio Carrara, Mami Ueno, Antonio Carlos Borges-Cunha e Vagner Cunha. Os concertos e recitais serão realizados pelos próprios músicos estudantes do curso, complementados por um programa que conta com concerto da Orquestra Jovem Recanto Maestro e apresentação do espetáculo Los Orientales, com os músicos Vagner Cunha, Paulinho Fagundes e Ernesto Fagundes.

As inscrições para o curso OntoArte e Fenomenologia da Música podem ser realizadas pelo e-mail [email protected] e pelo telefone/WhatsApp (55) 99663-5471.

O programa do curso

As conferências são orientadas ao estudo profundo de obras musicais mundialmente conhecidas. Todo o conteúdo parte da perspectiva da Fenomenologia da Música, forma de conhecimento que ajuda a aprofundar no que é essencial em toda a realização musical, combinada com conceitos sobre OntoArte, concepção que resgata a arte do ser, do belo e do estético como parte da ordem da vida.

Dentre os tópicos abordados estão estudo e compreensão musical da estrutura rítmica, melódica e harmônica da obra; relação entre a partitura e a realização musical; estudo das frases musicais como constante vivência das tendências de tensão e distensão; além de estudos da forma em sua totalidade. Para os músicos, a combinação entre as aulas práticas, realizadas de segunda a sexta-feira, e as conferências e concertos, nos finais de semana, permite unificar e integrar os conhecimentos adquiridos com a análise dos pontos de vista acústico, artístico e filosófico.

O curso é focado em reunir músicos de alto nível de todas as idades de modo a trabalhar o repertório orquestral com rigorosa abordagem pedagógica focada na compreensão da peça e do compositor. O foco está em conhecer o trabalho de cada compositor, aprofundando-se nos diferentes aspectos essenciais de suas composições, observando detalhadamente pontos como ritmo, melodia, harmonia e estrutura métrica. Também serão analisadas afinação e equilíbrio, ou seja, a ordem de prioridades das diferentes vozes, para finalmente, alcançar o mais sutil e essencial que deve ser descoberto em cada trabalho musical: o fraseamento, compreendendo a relação entre tensão e distensão que é criada quando a consciência relaciona um som ao outro.

Para chegar o mais longe possível na experiência, utiliza-se a fenomenologia musical, área do saber que foi desenvolvida e estudada principalmente pelo Maestro Sergiu Celibidache, músico e pedagogo natural da Romênia, que, na segunda metade do século XX, divulgou amplamente seus estudos, formando músicos de todo o mundo, inclusive Jordi Mora, seu pupilo. O conteúdo de Fenomenologia da Música será combinado ao de OntoArte, linha de pensamento sobre arte desenvolvida pelo filósofo e artista Antonio Meneghetti, a partir do conhecimento da Ontopsicologia, também desenvolvida por Meneghetti.

Assim como a Fenomenologia da Música, a Ontopsicologia e a OntoArte têm como ponto de partida o pensamento do filósofo alemão Edmund Husserl, considerado o “pai” da Fenomenologia. O local em que as aulas serão realizadas, o Centro Internacional de Arte e Cultura Humanista Recanto Maestro, é um dos maiores centros de estudos da OntoArte e da Ontopsicologia no mundo. Por meio deste programa formativo, abre espaço para o estudo da Fenomenologia da Música.

O curso é promovido pela Associação OntoArte, a Orquestra Jovem Recanto Maestro e a Filarmônica OntoArte Recanto Maestro com o apoio da Fundação Antonio Meneghetti e da Bell’Anima Produções Artísticas.

Jordi Mora

Maestro catalão Jordi Mora

Nascido em Barcelona, na Espanha, Jordi Mora ​​​​concluiu os primeiros estudos musicais em piano e viola no Conservatório Superior de Música da cidade. Na Alemanha, formou-se como oboísta na Hochschule für Musik de Würzburg e formou-se em Musicologia e Filosofia na Universidade de Munique, ganhando bolsa do Estado da Baviera com a tese “A estruturação das funções verticais na instrumentação da obra sinfônica de Beethoven”. Estudou regência orquestral principalmente com o maestro Sergiu Celibidache, participando em numerosas aulas magnas e cursos de regência ministrados por ele na Universidade de Mainz e outros cursos em Trier, Londres, Stuttgart e Paris.

Mora foi o regente principal da Orquestra Nacional da Grécia, da Orquestra Sinfônica de Vallès, da Orquestra Sinfônica Segle XXI e da Bruckner Akademie Orchester. Como regente convidado, rege regularmente na Alemanha, Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Rússia, Romênia, Grécia e América do Sul. Já trabalhou com solistas de renome internacional como Pierre Amoyal, Lluís Claret, Joaquín Achúcarro, Elizabeth Sombart, Christian Ostertag, Alexander Panizza, Núria Rial e Mireia Pintó. Seu repertório vai desde obras da época barroca a numerosas estreias mundiais, especialmente de compositores espanhóis (Baucells, Ugarte, Brotons, Pladevall) e argentinos (Di Cicco, Maglia, Casanova).

Jordi Mora desenvolve uma extensa atividade pedagógica, atuando em países como Suíça, Argentina, Alemanha, Bélgica e agora no Brasil. Foi membro do júri de renomados concursos musicais internacionais. Desde 2003, é professor de regência orquestral na Escola Superior de Música de Catalunya (ESMuC) e, em 2010, foi nomeado professor convidado na Grieg-Akademie na cidade de Bergen (Noruega).

Serviço

  • O quê: curso OntoArte e Fenomenologia da Música
  • Quem: com o maestro Jordi Mora, os professores Bruno Fleck, Claudio Carrara, Mami Ueno, Antonio Carlos Borges-Cunha e Vagner Cunha, além de apresentações musicais da Orquestra Jovem Recanto Maestro e do espetáculo Los Orientales, com Vagner Cunha, Paulinho Fagundes e Ernesto Fagundes
  • Quando: para músicos profissionais: de 25 de julho a 4 de agosto | para amantes da arte e da filosofia: fins de semana de 27 e 28 de julho e/ou 3 e 4 de agosto
  • Onde: Centro de Arte e Cultura Humanista Recanto Maestro (São João do Polêsine – Recanto Maestro – Restinga Sêca) | Os encontros acontecerão em em diferentes espaços, como a sede da Orquestra Jovem Recanto Maestro, a sede da Bell’Anima e o auditório da Antonio Meneghetti Faculdade.
Foto: Acervo Jordi Mora/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2024 0 Comentários 634 Visualizações
Ensino

Feevale e Universidade de Bologna promoverão intercâmbio científico e cultural

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale e a Università di Bologna, instituição de ensino superior mais antiga do ocidente, localizada na Itália, firmaram parceria em janeiro deste ano. O convênio de cooperação prevê ações conjuntas no ensino, na pesquisa, na extensão e na inovação. A partir disso, a Feevale foi contemplada no edital Bando Strutture, financiado pela instituição italiana. O projeto da instituição, intitulado “Feevale e Bologna: A digitalização do patrimônio histórico no contexto da Indústria Criativa”, foi agraciado e busca estabelecer o intercâmbio de tecnologias voltadas ao desenvolvimento das indústrias criativas.

A parceria entre as universidades destaca-se pelo compartilhamento de recentes desenvolvimentos na digitalização do patrimônio histórico e cultural, proporcionadas pela Universidade de Bologna, e com a expertise da Feevale na formação em tecnologia de jogos digitais.

Na Feevale, o projeto tem apoio da graduação em Jogos Digitais, por meio do coordenador do curso Eduardo Müller, do Programa de Pós-Graduação em Indústria Criativa, através do professor Cristiano Max, e de André Conti Silva, que é pesquisador na universidade italiana. Müller destaca que a parceria possui grande valor na relação entre professores e alunos brasileiros e italianos. “O projeto oportuniza o intercâmbio entre Brasil e Itália, no que tange o aprendizado sobre os processos de digitalização do patrimônio histórico-cultural e a produção de jogos digitais”, afirma o coordenador. As atividades do projeto estão previstas para iniciar no segundo semestre deste ano e devem ser concluídas até 31 de março de 2026, conforme cronograma proposto na submissão do projeto ao edital.

De acordo com a diretora de Relações Internacionais e Institucionais da Feevale, Paula Casari Cundari, a parceria é muito importante pelo diferencial das atividades que serão realizadas com o fomento. “O projeto representa um excelente espaço multicultural de pesquisa e aprendizagem para os nossos professores e alunos”, destaca Paula.

Atividades previstas pelo projeto

  • Workshop no Brasil: professores e alunos italianos serão recebidos na Universidade Feevale para a execução de um workshop sobre a digitalização do patrimônio histórico e cultural e suas aplicações nas indústrias criativas.
  • Participação em disciplina de Game Design: docentes italianos participarão da disciplina de Game Design na Feevale, utilizando o patrimônio digitalizado como tema para o desenvolvimento de projetos dos alunos.
  • Interação a distância: os alunos da Feevale desenvolverão projetos com interação online entre os cursos no Brasil e na Itália, culminando em uma banca final online com avaliadores da Unibo, do Bologna Game Farm e do Clust-ER Create.
  • Cursos e workshops em Bologna: professores e alunos da Feevale participarão de cursos e workshops na Universidade de Bologna, incluindo uma gamejam e workshops sobre publicação de games e negócios internacionais para desenvolvedores independentes, além de um seminário sobre pesquisa em Indústrias Criativas e Culturais (ICC), Jogos e Patrimônio Cultural Digitalizado.
Foto: Jonathan da Silva/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 417 Visualizações
Business

Importações de calçados da China sobem 261% e preocupam Abicalçados

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de 705 mil pares de calçados com origem da China entraram no Brasil em junho de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O número representa um crescimento de 261% nas importações chinesas para o país em relação ao mesmo mês no ano passado. O panorama causa preocupação na entidade e na indústria calçadista brasileira, já que as exportações do setor têm apresentado quedas consecutivas.

Com o crescimento, a China é o segundo país do qual o Brasil mais exporta, atrás apenas do Vietnã. Desta nação asiática, foram 1,47 milhão de pares importados apenas em junho, o que representa 57,8% a mais do que no mesmo período de 2023. No total considerando todos os países, as importações somaram 3,3 milhões de pares, dado que representa 63,7% de crescimento em relação ao sexto mês do ano passado. No acumulado do semestre, são 18,72 milhões de pares, 11,4% a mais que no mesmo período de 2023.

Na contramão disso, as exportações brasileiras somaram 5,5 milhões de pares em junho, 26,2% a menos do que no mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, foram exportados 48,45 milhões de pares, 25,5% abaixo ante o mesmo intervalo de 2023. “O mercado externo, além de estar bastante instável, está sendo inundado por calçados chineses, em uma concorrência desleal com qualquer outro país produtor do mundo”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira. O dirigente ressaltou que são calçados exportados a preços abaixo dos praticados no mercado, em um cenário considerado prática desleal de comércio, além de pontuar que das condições trabalhistas no país asiático estarem pouco alinhadas aos padrões internacionais e agenda ambiental ser branda.

Gigante Asiático

De acordo com Ferreira, mesmo em um ambiente internacional adverso, as exportações totais da China para o mundo vêm em crescimento. “O maior crescimento das exportações chinesas, no período, foi para os países da América Latina, com expansão de 19,8%, em volume. Na América Latina estão alguns dos nossos principais destinos. O gigante asiático está devorando nosso mercado no continente”, alerta o dirigente.

O presidente-executivo da Abicalçados também se diz preocupado com rumores sobre um possível acordo de livre comércio entre Mercosul e China. “Se hoje, mesmo com o antidumping parcial contra o calçado chinês, temos essa invasão de produtos chineses, o que dirá com tarifa zero em um acordo de livre comércio? A indústria brasileira, não somente a de calçados, irá acabar”, avalia Ferreira.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 464 Visualizações
Business

Missão Colômbia deve gerar mais de R$ 35 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 01/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de US$ 6,4 milhões (mais de R$ 35 milhões) devem ser gerados para as 34 marcas calçadistas brasileiras a partir da Missão Colômbia realizada pelo Brazilian Footwear entre os dias 25 e 27 de junho, em Bogotá. As estimativas consideram negócios realizados e alinhavados no evento. A iniciativa promovida pelo programa de apoio à exportação do setor mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contou com o Projeto Comprador interno, que, além de players colombianos, teve, pela primeira vez, a participação de compradores de Equador, Peru e República Dominicana.

A representante da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, responsável pela ação, destaca a assertividade das rodadas, todas marcadas por meio do matchmaking, ferramenta que cruza as demandas dos compradores com as ofertas das marcas. “Nesta edição, devemos ter um total de mais de 350 mil pares comercializados com os players que participaram da ação”, conta a executiva.

De acordo com Carla, mais uma vez o mercado local abraçou o calçado brasileiro. “É um mercado potencial para o Brasil. Atualmente, somos o segundo maior fornecedor de calçados para a Colômbia, atrás apenas da China. Existe espaço para ampliar o nosso market share, principalmente devido às nossas similaridades culturais e à proximidade geográfica. Para que isso ocorra, no entanto, é preciso que cada vez mais as empresas participem de ações como esta, que além de gerar negócios expressivos, consolida o nosso posicionamento naquele mercado”, detalha a representante da Abicalçados.

Satisfação das marcas

Tradicional participante da Missão Colômbia, a Pampili demonstrou-se satisfeita com os resultados obtidos. Segundo a coordenadora de Negócios Internacionais da empresa, Lismeire Santos, a participação confirmou um primeiro semestre “surpreendente” para o setor calçadista exportador. “O mercado externo, de maneira geral, está indo bem. Na Missão, especialmente devido ao trabalho de matchmaking, que torna as negociações mais assertivas, tivemos resultados bastante positivos. Nesta edição, notamos a participação dos principais players do mercado colombiano. Fechamos negócios in loco e deixamos alguns alinhavados”, avalia Lismeire.

O gerente comercial da Nesk, Jonatha Pacheco, esteve à frente da participação da empresa pela primeira vez em uma ação internacional do Brazilian Footwear. “O evento foi muito bom. Além de fechar alguns negócios, foi importante, principalmente, para a prospecção deste mercado, que embora já atuemos há dez anos, não conhecíamos in loco”, conta Pacheco.

Participaram da Missão Comercial as marcas 365 Soft, Actvitta, Adrun, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, By Cool, Coca-cola, Diversão, Giulia Domna, Gricci, Itweens, Jotape, Kids & Baby, Luiza Barcelos, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Nesk, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Polo Go, Scatamacchia, Schutz, Smidt Shoes, Solis Brasil, Tropical Brasil, Vitzi, Vizzano e Wiki.

Divulgação

Durante a iniciativa, as empresas brasileiras também participaram do Photocall, evento de imagem e relacionamento com a imprensa local que tradicionalmente potencializa a divulgação do calçado brasileiro em alguns dos principais veículos de comunicação da Colômbia. “O Photocall é uma ação consolidada na Colômbia, que atrai muitos jornalistas locais. Neste ano, a novidade foi um formato que permitiu a gravação de vídeos que serão utilizados nos canais do Brazilian Footwear”, destaca a coordenadora de Comunicação da Abicalçados, Alice Rodrigues. O encontro, que contabilizou a participação de 36 meios de comunicação locais, teve também com a presença do presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Mercado local

Com a produção de 54 milhões de pares de calçados por ano, o mercado colombiano é dependente das importações de calçados e tem no Brasil o segundo maior fornecedor internacional. De acordo com dados elaborados pela Abicalçados, a Colômbia tem um consumo interno de mais de 90 milhões de pares, o que representa a importância das importações para o o abastecimento. Em 2023, foram gastos com calçados US$ 848 milhões, número que, mesmo 3% menor do que o registro de 2022, está 21% à frente dos registros da pré-pandemia, em 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2024 0 Comentários 465 Visualizações
Esporte

Por crise em autódromos, Stock Car muda o calendário

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Promotora da Stock Car Pro Series, Vicar, anunciou alterações no calendário da temporada de 2024 em função de deficiências técnicas e de estrutura em alguns autódromos nacionais. A nova programação, divulgada nesta quarta-feira (19), manteve uma prova em El Pinar, na região da capital uruguaia, Montevidéu, mas não terá mais as etapas de Londrina-PR, Campo Grande-MS, Santa Cruz do Sul e Tarumã, onde a categoria surgiu em 1979.

Para o CEO da Vicar, que também promove as categorias Stock Series, Turismo Nacional, BRB Fórmula 4 Brasil Credenciada pela FIA, TCR Brasil e TCR South America, Fernando Julianelli, esta é uma fase negativa na história das competições automobilísticas no Brasil. “Neste aspecto, acredito que estamos em um dos piores momentos da história do automobilismo brasileiro, no qual poucas pistas conseguem abrigar as maiores categorias em condições técnicas satisfatórias, o que inclui segurança, algo que nos preocupa”, afirma Julianelli.

Hoje temos eventos extremamente profissionais que por isso mesmo precisam atender a exigências como acomodação do público, acessos, estacionamento, alimentação disponível, hidratação e, claro, condições técnicas mínimas. Pistas não podem esfarelar, guard-rails precisam estar íntegros, boxes precisam ter energia elétrica e devem abrigar as equipes no caso de chuvas. Até por isso, estamos olhando com mais atenção para pistas fora do Brasil, como a do Uruguai”, destaca Fernando Julianelli.

Fora do país, a Stock também disputará uma prova em Buenos Aires, junto com a Fórmula 4 Brasil.

De acordo com um estudo do Centro de Inteligência da Economia da Secretaria do Turismo do Estado de São Paulo, a Stock Car sozinha despeja o equivalente a R$ 30 milhões na economia local de seus principais palcos. “Nosso evento energiza a comunidade, ou seja, gera ganhos para o cidadão e empresas locais. Geramos cerca de dois mil empregos indiretos e ainda realizamos rotineiramente ações de ESG. Alguns governos locais não enxergam isso”, comenta Julianelli.

De outro lado, cidades como Cascavel, Mogi Guaçu (onde fica o Velocitta) e Nova Santa Rita (Velopark) se tornaram mais conhecidas e visitadas também por serem sedes de eventos como os nossos, do esporte a motor, entre outras atrações. É uma pena: há pistas onde gostaríamos de competir e simplesmente não podemos. Lamentamos, especialmente, pelos fãs”, ressalta Fernando Julianelli.

Velocitta, em Mogi Guaçu-SP, será palco da próxima etapa, em de 28 a 30 de junho

Renovação

Há projetos de autódromos em andamento nas cidades de Chapecó-SC, Cuiabá-MT, Brotas-SP e, já anunciado, mas com reformas em andamento, o retorno do Autódromo Internacional de Brasília. “Essas iniciativas são especialmente louváveis. São empresários e governantes com visão de futuro. Esperamos em breve competir nestas pistas, o que será um impulso fantástico para o esporte brasileiro”, avalia o CEO da Vicar.

Outra iniciativa é o BH Stock Festival, em Belo Horizonte-MG, já confirmado e que será disputado nos dias 17 e 18 de agosto. A pista já está sendo preparada e percorrerá a região no entorno do Estádio do Mineirão. “Será um evento épico e que vai revitalizar o automobilismo mineiro”, afirma Julianelli. “Toda a nossa comunidade espera ansiosamente por essa etapa, por que sabemos que será um dos maiores eventos da história da categoria”, complementa o executivo.

Calendário da Stock Car em 2024

  • 29 e 30 de junho – 5ª etapa, Velocitta-SP
  • 27 e 28 de julho – 6ª etapa, Goiânia-GO
  • 17 e 18 de agosto – 7ª etapa, Belo Horizonte-MG
  • 7 e 8 setembro – 8ª etapa, Velopark-RS
  • 5 e 6 de outubro – 9ª etapa, Buenos Aires, Argentina
  • 25 e 26 de outubro – 10ª etapa, El Pinar, Uruguai
  • 23 e 24 de novembro – 11ª etapa, Cascavel-PR ou Brasília-DF
  • 14 e 15 de dezembro – 12ª etapa, Interlagos-SP
Fotos: Fabián Caló e Duda Bairros/Stock Car/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 693 Visualizações
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