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brasil

Moda e beleza

Santa Cruz recebe concurso Miss Latina Brasil neste fim de semana

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

Santa Cruz do Sul recebe, até o domingo, dia 10, a programação do concurso Miss Latina Brasil 2026, que reúne 18 candidatas de diferentes regiões do país. O evento teve início nesta quinta-feira (7), com a recepção oficial das participantes pelo prefeito Sérgio Moraes (PL) e pelo vice-prefeito Alex Knak, no Salão Nobre do Palacinho. A programação inclui atividades culturais, ações sociais, provas temáticas e a final do concurso, marcada para sábado, dia 9, no Charrua Hotel. A vencedora representará o Brasil na edição internacional de 2026.

A recepção às candidatas contou também com a presença da secretária municipal de Turismo, Jaqueline Marques de Souza. Segundo a titular da pasta, a realização do evento reforça a presença de Santa Cruz do Sul no circuito de eventos nacionais. “Ficamos muito felizes em poder sediar este evento de abrangência nacional. Nossa cidade cada vez mais se consolida como a cidade dos eventos, e este, em especial, leva o nome de Santa Cruz para vários estados brasileiros. Isso prova que Santa Cruz, efetivamente, está cada vez mais turística e acolhendo grandes promoções”, ressaltou Jaqueline.

Programação inclui ações culturais e sociais

As candidatas chegaram ao Rio Grande do Sul na quarta-feira (6), desembarcando no Aeroporto Internacional Salgado Filho. Em seguida, participaram de um city tour em Gramado, atividade voltada à integração entre as participantes.

Entre os destaques da programação está a conferência “Infância com Dignidade”, que propõe debates sobre insegurança alimentar, violência simbólica e educação. A atividade contará com a participação da Aesca, entidade de Santa Cruz do Sul que será beneficiada pelo projeto social do concurso.

Segundo a organização, entre as ações previstas estão a arrecadação de peças íntimas infantis e a destinação de parte dos recursos obtidos com a votação popular para demandas da instituição. Outro momento de destaque da programação foi a prova de traje cultural, realizada no Palacinho, com apresentações inspiradas na diversidade cultural dos estados brasileiros.

Final será transmitida ao vivo

A final do Miss Latina Brasil 2026 ocorrerá no sábado, dia 9, a partir das 20h, em um estúdio montado no Charrua Hotel de Santa Cruz do Sul. O evento terá transmissão ao vivo pelo YouTube.

Entre os convidados internacionais confirmados está o diretor de licenças do concurso, o peruano Victor Alvarez Ponce. Também participarão vencedoras de outras edições da competição, como a paraguaia Mariela Cândia, vencedora em 2005, a dominicana Massiel Chupani, vencedora em 2024, e a gaúcha Júlia Guerra, vencedora em 2013 e atual Miss Rio Grande do Sul Universo.

O diretor nacional do concurso, Michael Costa, afirmou que o Miss Latina Brasil busca ampliar sua atuação para além da competição de beleza. Segundo ele, o Miss Latina Brasil 2026 apresenta uma programação reafirmando o protagonismo do país na competição e projetando uma nova geração de candidatas que unem beleza, preparo e consciência social.

Quem são as candidatas

  • Amapá – Joana Viera Flexa
  • Amazonas – Mariana Barroso de Souza
  • Ceará – Marilia Silva Lacerda
  • Espírito Santo – Lígia de Oliveira
  • Ilha dos Lobos – Janaína Lopes Ribeiro
  • Maranhão – Jéssica Melonio Cirqueira
  • Mato Grosso – Jakelline Guedes Martins
  • Mato Grosso do Sul – Isadora de Castro Chibeni
  • Minas Gerais – Luiza Helena Menezes Amaral
  • Pampa Gaúcho – Mahara Dickow Lemos
  • Pantanal – Anny Victoria Rodrigues Santana
  • Paraná – Rafaela Cristina da Silva Luz
  • Pernambuco – Livia Emilly de Oliveira Guimarães
  • Rio de Janeiro – Aline Vieira de Araújo Andrade
  • Rio Grande do Sul – Emili Piovesan
  • Santa Catarina – Beatriz Nagi Tonin
  • São Paulo – Déborah Mayara
  • Vale Europeu – Mislayne dos Santo Gava

Serviço

  • O quê: Concurso Miss Latina Brasil 2026
  • Quando: Programação até domingo, dia 10; final no sábado, dia 9, às 20h
  • Onde: Santa Cruz do Sul; final no Charrua Hotel
Foto: Claudine Friedrich/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 23 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 2,2% em abril

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 486,5 mil toneladas em abril, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume, que conta produtos in natura e processados, representa um crescimento de 2,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 475,9 mil toneladas. O resultado é o maior já registrado para o quarto mês do ano.

A receita obtida com os embarques também apresentou alta no período. Conforme a ABPA, o saldo chegou a US$ 940,5 milhões em abril deste ano, valor 3,8% superior aos US$ 906,1 milhões registrados no mesmo mês de 2025.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, o Brasil exportou 1,943 milhão de toneladas de carne de frango, crescimento de 4,3% em comparação às 1,863 milhão de toneladas embarcadas entre janeiro e abril do ano passado. Em receita, o aumento acumulado foi de 6,1%, passando de US$ 3,492 bilhões em 2025 para US$ 3,704 bilhões neste ano.

Principais destinos

A China permaneceu como principal destino das exportações brasileiras de carne de frango em abril, com 52,2 mil toneladas embarcadas, volume 0,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 42,3 mil toneladas e crescimento de 13,1%; Arábia Saudita, com 35,8 mil toneladas e alta de 5,2%; União Europeia, com 33 mil toneladas e avanço de 23,1%; e México, com 27,1 mil toneladas, registrando aumento de 50,2%.

Também figuram entre os principais compradores a África do Sul, com 26,3 mil toneladas e retração de 0,8%; Filipinas, com 24 mil toneladas e queda de 10,7%; Emirados Árabes Unidos, com 19,1 mil toneladas e redução de 52,7%; Coreia do Sul, com 15,5 mil toneladas e baixa de 10,2%; e Singapura, com 12,6 mil toneladas, alta de 3,7%.

Cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, afirmou que o cenário internacional segue em transformação para o setor de proteína animal brasileiro. “Observamos crescimento consistente em mercados estratégicos da Ásia, da União Europeia e da América Latina, além da ampliação de destinos de maior valor agregado. Ao mesmo tempo, há reacomodações pontuais em determinados mercados do Oriente Médio, dentro de um contexto geopolítico mais complexo para o comércio internacional de alimentos”, avaliou Santin.

Segundo o dirigente, o desempenho acumulado no quadrimestre demonstra a competitividade da avicultura brasileira no mercado internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença global com base em eficiência produtiva, segurança sanitária e capacidade de abastecimento. Mesmo com o conflito no Oriente Médio, o setor conseguiu realizar as entregas demandadas pela região, apoiando a segurança alimentar dos países do Golfo. Os resultados registrados até aqui confirmam as perspectivas de um fluxo internacional positivo para as exportações do setor em 2026”, destacou Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 36 Visualizações
Política

Marcel van Hattem lidera pesquisa da Brasmarket para o Senado no RS

Por Jonathan da Silva 22/04/2026
Por Jonathan da Silva

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo) apraece na liderança de uma pesquisa de intenção de voto para o Senado no Rio Grande do Sul, divulgada pela Brasmarket e registrada na Justiça Eleitoral sob os números RS-01619/2026 e BR-02697/2026. O levantamento considera a modalidade estimulada, em que os entrevistados escolhem candidatos a partir de uma lista, e aponta o parlamentar com 31,5% no somatório de dois votos.

De acordo com os dados, após Marcel van Hattem, o deputado federal Sanderson aparece com 21,3%. Na sequência, estão Manuela D’Ávila (PSOL), com 21%; o ex-governador Germano Rigotto (MDB), com 16,2%; o deputado federal Paulo Pimenta (PT), com 13,4%; e Frederico Antunes (PSD), com 9,3%.

Movimento político

O deputado federal Marcel van Hattem comentou o resultado do levantamento. “Os dados mostram que há um movimento consistente de apoio a candidaturas de direita, que defendem mudanças reais no Senado, as mais importantes para mudar de fato o Brasil e acabar com a farra dos intocáveis. Fico muito honrado com essa confiança e, ao lado do Sanderson, seguimos trabalhando para representar o Rio Grande com firmeza e compromisso”, afirmou o parlamentar.

Foto: Leandro Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2026 0 Comentários 207 Visualizações
Política

Reajuste no preço de medicamentos entra em vigor no Brasil

Por Jonathan da Silva 01/04/2026
Por Jonathan da Silva

Entrou em vigor nesta terça-feira (31) o reajuste anual dos preços de medicamentos em todo o país, após publicação no Diário Oficial da União. A atualização foi aprovada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e estabelece um teto médio de 2,47% para 2026. A medida vale para medicamentos com preços regulados e define limites máximos de aumento conforme o nível de concorrência no mercado, com o objetivo de controlar a variação de preços no setor farmacêutico.

De acordo com a CMED, o índice máximo permitido será de 3,81% para medicamentos do Nível 1, de alta concorrência; 2,47% para o Nível 2, de concorrência intermediária; e 1,13% para o Nível 3, de baixa concorrência. Os percentuais têm como base a inflação medida pelo IPCA acumulado em 12 meses até fevereiro e funcionam como limite para os reajustes aplicados pelas farmacêuticas.

Aplicação do reajuste

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul (Sinprofar RS), Leomar Rehbein, explica que o reajuste não é automaticamente aplicado no teto máximo definido pela CMED. “O reajuste dos medicamentos nem sempre ocorre com base no teto máximo definido pela CMED. Muitas farmácias optam por elevações menores de preço, a fim de conquistar e fidelizar clientes”, destaca Rehbein.

O dirigente também ressalta que a atualização dos preços não ocorre de forma imediata para todos os produtos. “Outro detalhe é que o reajuste não é automático, ou seja, não significa que todos os medicamentos estarão com preços mais elevados a partir de 1º de abril”, pontua o presidente da entidade.

Segundo Rehbein, as farmácias podem aplicar o reajuste de forma gradual ao longo do ano, desde que respeitem os limites estabelecidos pela Câmara de Regulação. O dirigente também destaca que a maior parte dos medicamentos comercializados no país possui preços regulados, embora existam exceções com valores livres.

Orientações ao consumidor

Para os consumidores, a recomendação é de atenção na hora da compra. O presidente do Sinprofar RS orienta a pesquisa de preços e o uso de benefícios oferecidos pelas farmácias. “Vale lembrar que a grande maioria das farmácias possui ainda programas de fidelidades com benefícios importantes para os consumidores, o que ameniza o reflexo do reajuste”, pontua Rehbein.

Setor farmacêutico

O dirigente também avalia o impacto do modelo de regulação de preços sobre o setor e defende a revisão das regras atuais. “O modelo atual traz dificuldades para que os estabelecimentos farmacêuticos possam equilibrar suas contas, uma vez que na série histórica o reajuste acumulado de preços de medicamentos está abaixo do IPCA. Sabemos do impacto de reajustes de preços no orçamento das famílias, mas para o setor farmacêutico quanto menor for o valor do medicamento, maiores são os desafios e obstáculos para manter o equilíbrio financeiro . E, em 2026, o reajuste médio no preço dos medicamentos é o menor em quase 20 anos. E abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, que foi 3,81%”, conclui o presidente do Sinprofar RS.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/04/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Variedades

Receita intensifica fiscalização sobre IR de produtores rurais

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

O prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-base 2025, termina em 29 de maio e exige atenção de produtores rurais em todo o país. A Receita Federal tem intensificado a fiscalização sobre contratos de arrendamento e parceria rural, com foco na verificação de informações declaradas, o que pode resultar em multas e autuações em caso de erros. A revisão dos contratos e do preenchimento da declaração é apontada como etapa necessária para evitar inconsistências.

Devem entregar a declaração os contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584,00, incluindo valores provenientes de arrendamentos, ou que registraram receita bruta da atividade rural acima de R$ 169.440,00 ao longo de 2025. Produtores que ultrapassarem esse limite também precisam apresentar o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR), utilizado para detalhar as movimentações financeiras da atividade.

Contratos agrários em foco

Segundo o advogado Frederico Buss, da HBS Advogados, os contratos agrários estão entre os principais pontos de atenção na declaração. “Esse é um dos aspectos mais fiscalizados pela Receita Federal, inclusive por meio da operação ‘Declara Grãos’, que realiza cruzamentos de dados para verificar a regularidade dessas informações”, afirmou Buss.

O especialista explica que o contrato de arrendamento ocorre quando o proprietário transfere o uso do imóvel rural a terceiros mediante pagamento fixo. “Essa remuneração pode ser em dinheiro ou equivalente em produção, como sacas de soja por hectare, caracterizando uma espécie de locação. Nesses casos, a tributação segue regras semelhantes às de aluguel, podendo atingir alíquotas mais elevadas do Imposto de Renda”, reforçou Buss.

Diferença entre arrendamento e parceria

No caso da parceria rural, o proprietário participa dos riscos da atividade e recebe um percentual da produção. “Assim, os ganhos variam conforme a produtividade, e a tributação costuma ser mais branda, seguindo critérios aplicáveis à atividade rural”, explicou o advogado.

De acordo com Frederico Buss, erros na classificação desses contratos são comuns e podem gerar penalidades. “Quando a Receita Federal identifica essa inconsistência, realiza a correção do imposto devido, acrescida de juros e multas”, alertou o especialista.

Critério de análise da Receita

O advogado destacou que a nomenclatura do contrato não é o único fator considerado pela Receita Federal. “Caso seja constatado que um contrato rotulado como parceria funciona, na verdade, como arrendamento, ele será reclassificado e tributado de acordo com essa natureza”, afirmou Buss.

A orientação é que produtores revisem os contratos e as informações declaradas para garantir que estejam de acordo com a prática das operações e evitar autuações.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 138 Visualizações
Política

Pensão é garantida a órfãos de feminicídio no Brasil

Por Jonathan da Silva 26/03/2026
Por Jonathan da Silva

Filhos de mulheres vítimas de feminicídio têm direito a receber pensão especial do governo federal desde 2023, conforme estabelece a Lei 14.717. O benefício é destinado a dependentes menores de 18 anos de famílias de baixa renda em todo o país. A medida atende crianças que perderam as mães em decorrência do crime e não possuem amparo previdenciário, sendo concedida mediante critérios de renda e análise das condições familiares.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que mais de 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025 no Brasil. Embora não haja levantamento oficial sobre quantas eram mães, a entidade estima que cerca de 2 mil crianças se tornam órfãs todos os anos em decorrência desses casos.

Quem pode receber o auxílio

A lei, de iniciativa da deputada federal Maria do Rosário (PT), determina que o benefício será pago aos órfãos cuja renda familiar mensal per capita seja de até 25% do salário mínimo. O valor corresponde a um salário mínimo, dividido entre os filhos biológicos, adotivos ou dependentes da vítima.

Como funciona

O advogado previdenciarista Jefferson Maleski explica que a medida atende casos em que não há cobertura da Previdência Social. “Ela auxilia crianças que não são assistidas pela Previdência Social. São famílias onde a mãe não era assegurada, pois nesse caso poderia pedir a pensão por morte, e o pai também não era, pois nesse caso poderia solicitar o auxílio reclusão”, afirma Maleski.

Segundo o especialista, o objetivo é alcançar situações de maior vulnerabilidade. “Abarca crianças totalmente desassistidas, pois perdem a mãe e o pai e acabam sendo criadas por parentes. Se essa família for carente, não tiver condições de criar a criança, ela receberá essa pensão especial paga pelo governo”, destaca o advogado, que ressalta ainda que outros benefícios não podem ser acumulados, com exceção do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

De acordo com Jefferson Maleski, a legislação também contempla casos anteriores à sua criação. “O dependente não recebe retroativamente, mas vale para crimes que aconteceram antes da aprovação da lei, em 2023. E não é preciso ter o processo já transitado em julgado, pode ser um processo apenas com indícios de feminicídio. Se no final ficar provado que não houve um feminicídio, cessa o pagamento e a criança não precisa devolver o valor”, salienta.

O advogado aponta, no entanto, que ainda há aspectos a serem regulamentados. “Ainda faltam serem definidos alguns procedimentos técnicos para regulamentar, como por exemplo, em qual órgão o benefício será solicitado e quais os documentos que deverão ser apresentados. Outra questão que precisa ser regulamentada é quem seria considerado ‘dependente’ da vítima e que poderia solicitar a pensão além dos filhos: o dependente previdenciário? o dependente financeiro? ou o dependente que aparece na declaração de imposto de renda?”, ressalta Maleski.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 154 Visualizações
Saúde

Entidades médicas gaúchas alertam população após aumento de casos de Mpox no Brasil

Por Jonathan da Silva 23/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) divulgaram orientações à população diante do registro de casos de Mpox no Brasil em 2026. A nota conjunta foi publicada com base em dados atualizados do Ministério da Saúde em março, que apontam 149 registros relacionados à doença no país neste ano, sendo 140 confirmados e nove prováveis. O objetivo das entidades é informar sobre sintomas, formas de transmissão e prevenção, além de reforçar a importância do diagnóstico precoce e da vigilância epidemiológica.

De acordo com o levantamento, há ainda 539 casos suspeitos em investigação e não foram registradas mortes no período. A maior concentração de ocorrências está em São Paulo, com 93 registros confirmados ou prováveis, seguido por Rio de Janeiro, com 18, e pelos estados de Minas Gerais e Rondônia, com 11 casos cada.

No Rio Grande do Sul, de acordo com o monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde, não há aumento significativo de casos até o momento. Ainda assim, a circulação do vírus em outras regiões do país é considerada um fator de atenção, especialmente devido ao fluxo de pessoas entre estados.

O que é a Mpox

A Mpox é uma infecção viral do mesmo grupo da varíola humana, geralmente com menor gravidade. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões de pele, secreções ou objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas, além de situações de proximidade prolongada ou contato íntimo.

As entidades destacam que a circulação de pessoas, especialmente em viagens e eventos, pode favorecer a introdução de novos casos em regiões sem aumento expressivo, como o Rio Grande do Sul.

Quais são os sintomas

Entre os principais sinais da doença estão febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço, aumento dos gânglios e lesões na pele ou mucosas. As manifestações podem incluir bolhas ou feridas em regiões como rosto, mãos, pés, boca, área genital ou anal, além de dor ao urinar, ao engolir ou desconforto anorretal.

O que orientam os especialistas

A recomendação é buscar atendimento em serviços de saúde diante do surgimento desses sintomas, especialmente quando houver lesões cutâneas associadas a febre ou mal-estar. A confirmação do diagnóstico pode exigir exames laboratoriais, já que a doença pode ser confundida com outras condições.

As medidas de prevenção incluem evitar contato direto com lesões de pessoas com suspeita da doença, não compartilhar objetos pessoais e manter a higiene frequente das mãos. Também é orientado procurar avaliação médica ao identificar alterações na pele ou outros sintomas.

As entidades ressaltam que o país conta com sistemas de vigilância epidemiológica, notificação obrigatória e fluxos de diagnóstico e acompanhamento. A resposta ao cenário depende do reconhecimento precoce dos sinais e da comunicação com a população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2026 1 Comentário 240 Visualizações
Variedades

Febrac aponta que rastreabilidade bovina pode ampliar acesso a mercados internacionais

Por Jonathan da Silva 23/03/2026
Por Jonathan da Silva

A rastreabilidade bovina deve ganhar peso nas exigências do mercado internacional para a carne brasileira, segundo avaliação da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac). A entidade acompanha um projeto em andamento no Rio Grande do Sul, conduzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), que busca ampliar o controle dos rebanhos. A medida tem como objetivo atender a critérios sanitários, garantir transparência na cadeia produtiva e facilitar o acesso a novos mercados compradores.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a demanda por rastreabilidade já é uma realidade em alguns países importadores. “Eles estão vendo com muito bons olhos todo esse projeto que está sendo desenvolvido aqui pelo estado do Rio Grande do Sul, uma parceria da Secretaria da Agricultura, da qual a Febrac também faz parte, e vem apoiando bastante todo esse movimento”, destaca Martins.

Segundo a entidade, compradores internacionais têm valorizado sistemas que permitem acompanhar a origem e o histórico dos animais, direcionando a demanda para produtores que adotam esse padrão.

Como funciona o sistema

A rastreabilidade bovina consiste na identificação individual dos animais e no registro de informações ao longo de toda a cadeia produtiva, desde o nascimento até o abate. Entre os dados monitorados estão origem, vacinação, alimentação e movimentações. O sistema é apontado pelo setor como ferramenta para controle sanitário e segurança alimentar, além de permitir respostas mais rápidas em situações de surtos sanitários.

Desafios para adoção

Apesar do avanço, a implementação ainda enfrenta dificuldades, principalmente entre pequenos e médios produtores. Entre os principais entraves estão os custos de adaptação e o uso de tecnologias necessárias para o controle dos dados.

Mesmo assim, a Febrac avalia que a rastreabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência do mercado. “A rastreabilidade está diretamente relacionada hoje não só com a biosseguridade, mas também com a garantia da segurança alimentar e sanitária da proteína animal que chega ao consumidor”, pontua o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins.

Projeto no Rio Grande do Sul

A entidade acompanha a execução de um projeto piloto no estado, desenvolvido pela Seapi em alguns rebanhos. A iniciativa busca ampliar o alcance da rastreabilidade e preparar os produtores para atender às exigências internacionais. “Inclusive apoiamos de maneira bastante importante um projeto piloto que já está em desenvolvimento por parte da Secretaria em alguns rebanhos no Rio Grande do Sul”, conclui Martins.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2026 0 Comentários 174 Visualizações
Variedades

Mercado projeta valorização da reposição na pecuária de corte no outono

Por Jonathan da Silva 20/03/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado da pecuária de corte projeta valorização no segmento de reposição durante o outono de 2026, com aumento na procura por terneiros e expectativa de elevação nos preços. A análise vem do leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva, que aponta um cenário de aquecimento nas negociações, tanto na região sul quanto em outras partes do país. O movimento é impulsionado pela demanda por animais jovens e pela busca de produtores por reposição de qualidade.

De acordo com o leiloeiro Marcelo Silva, a procura por terneiros tem sido elevada, o que tem sustentado as cotações no mercado. Segundo o especialista, animais de melhor padrão têm sido comercializados com maior rapidez. “Hoje, nós estamos tendo uma procura muito grande para reposição. E quem tem terneiros de primeira linha vende por R$ 15,00 o quilo à vista. As fêmeas um pouco menos, ficando entre R$ 13,50 e R$ 14,00. E sempre são animais de muita qualidade”, afirma Silva.

Cotações no país

O comportamento observado no sul também se repete em outras regiões do Brasil. Segundo Marcelo Silva, na região Central os valores já atingem patamares mais elevados, chegando a R$ 18 por quilo para terneiros. “Então, nós estamos achando que a reposição vai valer bastante e teremos uma boa temporada de vendas agora no outono”, ressalta o leiloeiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2026 0 Comentários 132 Visualizações
Variedades

Grupo Equatorial é listado entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Equatorial foi incluído pelo IT Forum na lista das 100 empresas mais inovadoras no uso de tecnologia da informação no Brasil em 2025. O ranking anual reconhece organizações que se destacam na aplicação de processos e práticas tecnológicas voltadas à transformação digital e à geração de valor para os negócios. A classificação final será anunciada no dia 24 de março, durante cerimônia promovida pelo IT Forum no Distrito Itaqui, em Itapevi, no interior de São Paulo.

Ao todo, 351 cases foram inscritos para avaliação. A lista foi elaborada pelo IT Forum Inteligência, que analisa projetos e iniciativas de empresas de diferentes setores com base em critérios relacionados à inovação tecnológica e ao impacto das soluções adotadas.

Critérios de avaliação

Os projetos inscritos no ranking foram avaliados com base em seis pilares principais. Entre os critérios estão inovação e originalidade, com peso de até 25%, e impacto nos resultados de negócio, também com até 25% da pontuação.

A análise também considera a liderança da área de tecnologia da informação na condução de iniciativas de inovação, com peso de até 20%, além da complexidade e escalabilidade das soluções, que representam até 15% da avaliação.

Outros fatores incluem sustentabilidade e responsabilidade social, com até 10% da pontuação, e aderência estratégica, com até 5%, totalizando 100% da nota final.

Investimentos em inovação

O Grupo Equatorial informa que vem ampliando os investimentos em inovação, que atualmente somam mais de R$ 402 milhões por ano. A empresa mantém mais de 50 projetos em desenvolvimento ou implementação, organizados em quatro pilares: clientes, eficiência operacional e segurança, garantia de receitas e transição energética.

Entre as iniciativas está a implementação do ADMS (Advanced Distribution Management System), sistema voltado à gestão da distribuição de energia elétrica. A tecnologia oferece visão em tempo real da operação e busca reduzir o tempo de resposta em caso de ocorrências.

O diretor de Clientes, Inovação e Serviços do Grupo Equatorial, Maurício Velloso, afirmou que a presença da empresa no ranking reflete a estratégia de investimento em tecnologia. “Estar entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI reforça o compromisso do Grupo Equatorial com a transformação digital como alavanca estratégica para o negócio. Temos investido continuamente em tecnologia, processos e pessoas para impulsionar eficiência, inovação e sustentabilidade, sempre com foco em gerar valor para nossos clientes e para a sociedade”, pontuou Velloso.

O dirigente também destacou o papel da inovação na estratégia da companhia. “O Grupo Equatorial compreende a inovação como estratégia essencial para a melhoria da eficiência operacional e financeira, da satisfação de seus clientes, assim da sua capacidade de resiliência diante às transformações econômicas, sociais e ambientais que venha a vivenciar”, expressou Velloso.

Hub de inovação

Desde 2023, o Grupo Equatorial mantém o EQTLab, Instituto de Ciência e Tecnologia da companhia, sediado em um casarão histórico restaurado em São Luís, no Maranhão. O espaço atua como hub de inovação voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas, capacitação de profissionais, geração de propriedade intelectual e fortalecimento da cultura de inovação. O EQTLab opera em parceria com startups e universidades para o desenvolvimento de projetos voltados ao setor de energia e à transformação digital.

Foto: CEEE Equatorial/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 147 Visualizações
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