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Associação Brasileira de Proteína Animal

Business

ABPA projeta desempenho positivo para a avicultura e a suinocultura em 2021 e 2022

Por Stephany Foscarini 16/12/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta novos recordes de produção, exportações e consumo para a avicultura e a suinocultura do Brasil para 2021 e 2022. Os números foram divulgados em coletiva online de imprensa realizada hoje.

Com relação à carne de frango, a produção deverá alcançar neste ano até 14,350 milhões de toneladas, número 3,5% superior ao registrado no ano passado, com 13,850 milhões de toneladas. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 14,900 milhões de toneladas, volume 4% maior em relação a 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de até 4,580 milhões de toneladas, número 8% superior ao alcançado em 2020, com 4,231 milhões de toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 4,750 milhões de toneladas, volume que supera em 5% as exportações projetadas para 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 46 quilos per capita, número 2% maior que o consumo registrado em 2020, com 45,27 quilos. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 48 quilos, número 4% maior que o esperado para 2021. Tanto a produção quanto às exportações projetadas para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Carne suína

A produção deverá alcançar neste ano até 4,700 milhões de toneladas, número 6% superior ao registrado no ano passado, com 4,436 milhões de toneladas. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 4,850 milhões de toneladas, volume 4% maior em relação a 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de até 1,130 milhão de toneladas, número 10,5% superior ao alcançado em 2020, com 1,024 milhão de toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 1,200 milhão de toneladas, volume que supera em 7,5% as exportações projetadas para 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 16,80 quilos per capita, número 5% maior que o consumo registrado em 2020, com 16,06 quilos. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 17,30 quilos, número 3% maior que o esperado para 2021. Tanto a produção quanto às exportações e o consumo per capita projetados para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Ovos

A produção deverá alcançar neste ano até 54,503 bilhões de unidades, número 1,8% superior ao registrado no ano passado, com 53,533 bilhões de unidades. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 56,200 bilhões de toneladas, volume 3% maior em relação a 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 255 unidades capita, número 1,55% maior que o consumo registrado em 2020, com 251 unidades. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 262 unidades, número 2,5% maior que o esperado para 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de 9,550 mil toneladas, número 52,9% superior ao alcançado em 2020, com 6,250 mil toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 10,200 mil toneladas, volume que supera em 6,5% as exportações projetadas para 2021. Tanto a produção quanto o consumo per capita projetados para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Fatos relevantes

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado interno foi influenciado pelos programas de auxílio à renda disponibilizados pelo Governo Federal em 2021, e que devem ser renovados agora com o Auxílio Brasil, além da retomada da economia.

A avaliação do comportamento do consumo em 2021 ao longo dos meses mostra o impacto destes programas de apoio para o acesso da população às proteínas de aves, suínos e ovos. Este é um dos fatores que deve manter os níveis de consumo no próximo ano”.

“A avaliação do comportamento do consumo em 2021 ao longo dos meses mostra o impacto destes programas de apoio para o acesso da população às proteínas de aves, suínos e ovos. Este é um dos fatores que deve manter os níveis de consumo no próximo ano”, avalia Santin. No mercado internacional, diversos mercados devem influenciar o comportamento positivo das exportações brasileiras.

No caso da carne suína, a demanda chinesa deverá ser renovada pela estabilização da produção interna que, conforme dados coletados junto a organizações internacionais de monitoramento de mercado, deve seguir aquém da demanda interna. Ao mesmo tempo, a abertura de uma cota de 100 mil toneladas para a Rússia, além da demanda de outros mercados — como o Vietnã e nações da América do Sul — serão primordiais para a sustentação das exportações. Neste contexto, o quadro global de focos de Peste Suína Africana deve continuar a impactar a demanda internacional pela proteína, assim como as exportações de algumas nações concorrentes.

Já para carne de frango, a situação sanitária internacional — com os impactos dos focos de Influenza Aviária no fluxo global de exportações — devem favorecer a posição brasileira como líder mundial das exportações do setor. Vale lembrar que o Brasil nunca registrou Influenza Aviária em seu território.

Com relação aos custos de produção, há expectativa de estabilidade em relação aos preços do milho e da soja (que representam mais 70% dos custos), somados ao aumento de outros insumos que compõem o preço da carne de frango, de suínos e ovos, como o diesel, plásticos e outros.

Os indicadores de custos não apontam para quedas no curto prazo. Os preços internacionais do setor e para o consumidor interno não sinalizam queda em 2022″.

“Os indicadores de custos não apontam para quedas no curto prazo. Os preços internacionais do setor e para o consumidor interno não sinalizam queda em 2022. Ainda assim, o consumo dos produtos deve seguir elevado, o que mostra a importância da manutenção de medidas para controle deste quadro de custos, como a desoneração da Folha de Pagamento e a liberação da importação de insumos de regiões extra-Mercosul. A resiliência da avicultura e da suinocultura foi fundamental para a manutenção da segurança alimentar do Brasil e das nações importadoras das nossas proteínas”, avalia Santin.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2021 0 Comentários 980 Visualizações
Business

Exportações de carne suína mantêm alta de 11,29%

Por Stephany Foscarini 08/12/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) acumularam entre janeiro e novembro deste ano 1,047 milhão de toneladas e já superam as exportações totais realizadas nos doze meses de 2020, com 1,024 milhão de toneladas. O levantamento é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que aponta alta de 11,29% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 940,9 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor totalizaram US$ 2,449 bilhões, saldo 17,8% maior que o registrado entre janeiro e novembro de 2020, com US$ 2,079 bilhões.

Considerando apenas o mês de novembro, os embarques de carne suína totalizaram 79,3 mil toneladas, volume 9,4% menor que o exportado no mesmo período de 2020, com 87,5 mil toneladas.

A receita dos embarques de novembro chegou a US$ 170,6 milhões, saldo 15,9% inferior ao registrado no décimo primeiro mês de 2020, com US$ 202,7 milhões.

Em onze meses, as exportações de carne suína já embarcaram volume que é recorde setorial para um ano inteiro. As médias mensais deste ano são cerca de 10 mil toneladas superiores ao que realizamos em 2020, até aqui, o melhor ano no histórico das exportações de carne suína”.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, as médias mensais das exportações registradas entre janeiro e novembro de 2021 — de 95,2 mil toneladas e US$ 222,7 milhões — reforçam as expectativas de um ano positivo para o setor. “Em onze meses, as exportações de carne suína já embarcaram volume que é recorde setorial para um ano inteiro. As médias mensais deste ano são cerca de 10 mil toneladas superiores ao que realizamos em 2020, até aqui, o melhor ano no histórico das exportações de carne suína. São números que dão um indicativo do expressivo desempenho da presença internacional brasileira neste ano de adversidades”, avalia Santin.

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 503,8 mil toneladas entre janeiro e novembro, volume 7,5% maior que realizado no mesmo período do ano passado. Outros destaques foram Chile, com 57,6 mil toneladas (+49%); Vietnã, com 40,2 mil toneladas (+2,6%); Uruguai, com 38,7 mil toneladas (+5,9%); e Argentina, com 32,4 mil toneladas (+89,9%).

“O crescimento das exportações para mercados relevantes e de maior valor agregado foi uma das tônicas do setor ao longo de 2021. Aumentamos volumes para o Japão — o segundo maior importador mundial de carne suína — e para países da América do Sul. A perspectiva de incremento já no início de 2022 para a Rússia, parceira histórica, promete um ano de bom fluxo das exportações brasileiras de carne suína”, analisa o Diretor de Mercados, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína entre janeiro e novembro deste ano seguiram a tendência nacional e já superaram em volume e receita o resultado de 2020. Mesmo com quedas no comparativo mensal em relação ao ano passado, a habilitação de três novas plantas no Estado para a Rússia faz crescer a expectativa por um 2022 com números ainda melhores.

De acordo com a ABPA, o Rio Grande do Sul embarcou 277,51 mil toneladas nos primeiros onze meses de 2021, 16,02% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 239,19 mil toneladas e superior às 261,32 mil toneladas remetidas durante todo o ano de 2020.

O valor das vendas ao exterior entre janeiro e novembro deste ano alcançou os US$ 666,02 milhões, 15,33% maior que o registrado no mesmo período de 2020, quando foram negociados US$ 577,48 milhões e também superior aos US$ 629,29 milhões comercializados durante todo o ano passado.

Em novembro, o Estado embarcou 16,18 mil toneladas. O desempenho é 31,29% inferior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 23,55 mil toneladas. A receita foi de US$ 33,81 milhões, 42,45% menor em relação aos US$ 58,75 milhões do penúltimo mês de 2020.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2021 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango mantém alta de 9,08% em 2021

Por Stephany Foscarini 07/12/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 4,198 milhões de toneladas entre janeiro e novembro deste ano, superando em 9,08% as vendas registradas no mesmo período do ano passado, com 3,849 milhões de toneladas.

Em receita, as exportações de carne de frango acumulam alta ainda mais expressiva no mesmo período, chegando a 25,3%. Ao todo, foram US$ 6,944 bilhões registrados nos onze primeiros meses de 2021, contra US$ 5,543 bilhões no ano anterior.

Considerando apenas o mês de novembro, foram exportadas 334,7 mil toneladas de carne de frango, número 4,5% menor que o efetuado no mesmo período de 2020, com 350,7 mil toneladas.

Por outro lado, a receita dos embarques de novembro cresceu 26,9%, com US$ 605,3 milhões neste ano, contra US$ 476,8 milhões no décimo primeiro mês de 2020.

O Brasil se encaminha, de fato, para o recorde histórico nas exportações de carne de frango, muito possivelmente ampliando a distância em volume para os principais concorrentes. Isto reforça o papel do País como importante player em favor da segurança alimentar”.

“O Brasil se encaminha, de fato, para o recorde histórico nas exportações de carne de frango, muito possivelmente ampliando a distância em volume para os principais concorrentes. Isto reforça o papel do País como importante player em favor da segurança alimentar”, completa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações no ano está o Japão, com 403,5 mil toneladas exportadas, 8,8% a mais que o embarcado no mesmo período de 2020, além dos Emirados Árabes Unidos, com 344 mil toneladas (26,4%), África do Sul, com 268,8 mil toneladas (13,3%), União Europeia, com 178,7 mil toneladas (+14%) e Filipinas, com 154,8 mil toneladas (158,7%).

“As vendas de produtos de maior valor agregado foram mais representativas na pauta externa de carne de frango do Brasil, tendo influência direta na receita de exportações de novembro e dos demais meses do ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

Assim como o Brasil, o Rio Grande do Sul se encaminha para um recorde histórico de exportação de carne de frango, tanto em volume quanto em receita.

Nos onze primeiros meses deste ano, o saldo em dólares das exportações ultrapassou a barreira do bilhão, chegando a US$ 1,074 bilhões. O número é 28,75% superior ao obtido no mesmo período de 2020, quando o resultado foi de US$ 834,85 milhões. Os embarques foram de 645,84 mil toneladas, leve alta de 4,52% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano passado, que foi de 617,93 mil toneladas.

Em novembro, a receita dos embarques alcançou US$ 97,28 milhões, 27,51% a mais que o registrado no mesmo período de 2020, quando obteve US$ 76,29 milhões. O volume, porém, foi 4,08% inferior, passando de 58,09 mil toneladas no ano passado para 55,72 mil toneladas no penúltimo mês de 2021.

Foto: Manoel Ptery/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2021 0 Comentários 534 Visualizações
Business

Exportadores de aves, suínos e ovos projetam US$ 490,2 milhões em negócios após a Anuga 2021

Por Stephany Foscarini 18/10/2021
Por Stephany Foscarini

Terminou bem-sucedida a primeira grande ação realizada no mercado europeu, desde o início da pandemia, pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Foi durante a Anuga, maior feira de alimentos do mundo, que atraiu importadores e potenciais clientes entre os dias 9 e 13 de outubro, em Colônia, na Alemanha.

No espaço exclusivo das agroindústrias de suínos, aves e ovos do Brasil — viabilizada pela parceria ABPA e Apex-Brasil —, foram gerados US$ 34,8 milhões em negócios durante os cinco dias de evento. E as expectativas são ainda mais otimistas para os próximos 12 meses. De acordo com os exportadores participantes no evento — entre eles, Bello Alimentos, Ecofrigo, Copacol, Lar, Vibra, Pif Paf, Seara, Somave e Jaguafrangos —, as projeções de negócios gerados a partir da feira alcançam US$ 490,2 milhões, com cerca de 840 contatos realizados.

Para organizar a ação, a ABPA contou com uma área exclusiva de mais de 270 metros quadrados no centro de exposições da Koelnmesse, que abrigou espaços para reuniões e uma grande área gastronômica comandada pelo chef Marcelo Bortolon. Pratos tradicionais como frango com polenta foram servidos aos importadores e potenciais clientes.

Reforçando a estratégia das marcas internacionais da avicultura e da suinocultura do Brasil — Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork — foram distribuídos materiais promocionais com informações sobre a cadeia produtiva do Brasil, como folders impressos e digitais (distribuídos por QR Code).

“Como nossa primeira ação desde a pandemia no mercado europeu, superamos todas as expectativas que tínhamos para o primeiro grande evento. Além das expectativas positivas de negócios foi um marco importante institucional, com forte presença política em nosso espaço, além do restabelecimento presencial das relações com stakeholders, importadores e outros elos do mercado, que gerou, só nos nove primeiros meses deste ano, US$ 310 milhões em exportações”, ressalta Ricardo Santin, presidente da ABPA, que liderou a ação na Alemanha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/10/2021 0 Comentários 686 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 21,3% em setembro

Por Stephany Foscarini 06/10/2021
Por Stephany Foscarini

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,5 mil toneladas em setembro, número que superou em 21,3% os embarques realizados no mesmo período de 2020, com 345 mil toneladas.

O bom desempenho das exportações gerou receita de US$ 730,5 milhões, resultado 52,5% maior que os US$ 479 milhões registrados em setembro de 2020.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações de carne de frango totalizaram 3,466 milhões de toneladas, desempenho 9% superior ao embarcado nos nove primeiros meses de 2020, com 3,178 milhões de toneladas.

Com isso, o resultado em dólares das exportações alcançou US$ 5,623 bilhões, número 21,7% maior que a receita registrada no mesmo período do ano passado, com US$ 4,619 bilhões.

O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial”.

“O desempenho das exportações efetivadas no terceiro trimestre foi especialmente elevado, superando a média mensal de 400 mil toneladas em volumes e US$ 700 milhões no saldo cambial. São indicadores que reforçam as projeções da ABPA para um ano com resultados recordes nas exportações”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China, principal destino dos embarques brasileiros, importou 63,2 mil toneladas em setembro, volume 20,4% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado. Em seguida vieram Japão, com 46,9 mil toneladas (+45,2%), e Emirados Árabes Unidos, com 43,2 mil toneladas (+66,3%). Outros destaques foram as Filipinas, com 20,5 mil toneladas (+1118,8%), União Europeia, com 16,9 mil toneladas (+20,8%), e México, com 9,2 mil toneladas (+348%).

“A retomada gradativa das atividades tem impulsionado o consumo em diversos destinos de exportação do Brasil, o que é especialmente notável no Oriente Médio e Ásia, além de regiões importadoras de produtos de mais valor agregado, como é o caso da União Europeia. A oferta mundial está adequada à demanda, o que vem sustentando os preços internacionais e a receita das exportações”, detalha Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 498 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 4,8% em agosto

Por Stephany Foscarini 10/09/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, in natura e processados) somaram 379,9 mil toneladas em agosto, volume que supera em 4,8% as exportações registradas no mesmo período do ano passado, com 362,5 mil toneladas.

Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo, com 36,1%, alcançando US$ 677,3 milhões em agosto deste ano, contra US$ 497,8 milhões no oitavo mês de 2020.

Na soma dos oito primeiros meses de 2021, os embarques de carne de frango alcançaram 3,048 milhões de toneladas, volume 7,58% superior ao exportado no mesmo período do ano passado, com 2,833 milhões de toneladas.

No mesmo período (janeiro a agosto), a receita das exportações alcançou US$ 4,893 bilhões, resultado 18,2% maior que o efetivado em 2020, com US$ 4,140 bilhões.

“Os preços aquecidos para as exportações de carne de frango são consequências diretas da alta internacional dos custos de produção. Mesmo com este quadro, grandes mercados importadores de alto valor agregado aumentaram o apetite pelos produtos brasileiros, resultando em um mês marcadamente positivo, reforçando a expectativa de alta histórica nas exportações totais de 2021”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

A China importou 57,4 mil toneladas em agosto, volume 4,8% superior ao efetuado no mesmo período de 2020. Assumindo o segundo lugar nas exportações, os Emirados Árabes Unidos importaram no mês 38,8 mil toneladas, número 50,5% superior ao embarcado em agosto do ano passado. Na terceira posição está o Japão, com 35,2 mil toneladas, número 1,7% superior ao embarcado no oitavo mês de 2020.

Outros destaques do mês foram a União Europeia, com 17,2 mil toneladas (+12,5%), o México, que entrou para o “top 10” com 15,1 mil toneladas (+591,4%), as Filipinas, com 12,1 mil toneladas (+55,1%), a Rússia, com 9,5 mil toneladas (+17,6%) e a Líbia, com 8,9 mil toneladas (+161,5%).

Entre os principais estados exportadores estão o Paraná, que embarcou 157 mil toneladas em agosto (+10,18%), seguido por Santa Catarina, com 77,6 mil toneladas (-0,88%) e Rio Grande do Sul, com 50,8 mil toneladas (-17,5%).

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne de frango apresentaram queda em agosto. O volume foi -17,5% inferior, passando de 61,675 mil toneladas em 2020 para 50,890 mil toneladas em 2021. A receita dos embarques do oitavo mês de 2021, porém, chegou a US$ 90,95 milhões, com crescimento do resultado obtido no mesmo mês do ano passado (US$ 80,11 milhões). O resultado representa um aumento de 13,52%.

Nos oito primeiros meses deste ano, foram embarcadas 462 mil toneladas, contra 452,547 mil toneladas no mesmo período de 2020. Isso significa uma pequena alta de 2,09%. O saldo em dólares das exportações chegou a US$ 754,74 milhões entre janeiro e agosto. Esse número é 22,44% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo foi de US$ 616,43 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2021 0 Comentários 535 Visualizações
Business

Exportações de carne suína mantém alta de 11,53% em 2021

Por Stephany Foscarini 09/09/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, in natura e processados) mantiveram alta de 11,53% em volume nos oito primeiros meses de 2021, em relação ao mesmo período do ano passado. O levantamento é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que aponta um total de 756,5 mil toneladas entre janeiro e agosto deste ano, contra 678,3 mil toneladas em 2020. Em receita, as vendas de carne suína alcançaram US$ 1,805 bilhão, número que supera em 21,3% o resultado alcançado no mesmo período de 2020, com US$ 1,488 bilhão.

Considerando apenas o mês de agosto, foram exportadas 91 mil toneladas de carne suína, número 7,5% inferior ao efetivado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 98,5 mil toneladas. Em receita, o setor registrou estabilidade, com US$ 209,1 milhões em agosto deste ano, contra US$ 209,2 milhões no ano anterior.

A China manteve-se como principal destino das exportações brasileiras, com 391,1 mil toneladas importadas entre janeiro e agosto, número 17% superior ao realizado no mesmo período de 2020. Também foram destaques o Chile, com 43,4 mil toneladas (+76%), Filipinas, com 15,9 mil toneladas (+203%) e Argentina, com 19,2 mil toneladas (+88%).

“O desempenho das exportações para parceiros históricos do Brasil, como é o caso do Chile e da Argentina, por exemplo, e o retorno das exportações para a Rússia se somam aos aumentos expressivos de volumes exportados no ano para os países da Ásia, que todavia seguem, em alguns casos, com déficits de proteína animal”, avalia diretor de Mercados da ABPA, Luís Rua.

Entre os estados exportadores, Santa Catarina segue na liderança, com 380,9 mil toneladas exportadas entre janeiro e agosto, volume 10% superior ao efetuado no mesmo período de 2020. Em seguida estão Rio Grande do Sul, com 206,5 mil toneladas (+20,73%) e Paraná, com 98,9 mil toneladas (+5,15%). “Os números do ano seguem fortemente positivos, especialmente em receita cambial. Em termos de volume, o desempenho de agosto superou a média registrada ao longo de 2020, de 85 mil toneladas, reforçando a expectativa de desempenho recorde para este ano”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Rio Grande do Sul

Segundo a ABPA, o volume de carne suína embarcado pelo Estado no mês de agosto ficou em 27,04 mil toneladas. O resultado representa um aumento de 9,13% na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram exportadas 24,78 mil toneladas. Aumento na carga e também na receita. O valor total das vendas ao exterior alcançou os US$ 62,34 milhões, o que significa um aumento de 10,48% na comparação com os US$ 56,43 milhões alcançados em agosto do ano passado.

Entre janeiro e agosto, os dados também são positivos. O Rio Grande do Sul embarcou 206,58 mil toneladas. O desempenho é 20,73% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 171,11 mil toneladas. Na receita mais cresceu 23,17%, passando de US$ 413,21 milhões nos oito primeiros meses de 2020 para US$ 508,97 milhões nos primeiros oito meses de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2021 0 Comentários 851 Visualizações
Business

Japão abre mercado para o material genético avícola do Brasil

Por Stephany Foscarini 18/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Japão abriu mercado para a genética avícola do Brasil, comunica a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a partir de informação divulgada na última semana pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil. A abertura vale para empresas genéticas de ovos férteis e pintos de um dia instaladas no Brasil, que atendam aos requisitos de saúde animal publicados pelas autoridades sanitárias japonesas no certificado.

A relação entre produtores avícolas do Brasil e o mercado japonês é uma das mais tradicionais do agronegócio nacional. São cerca de quatro décadas de exportações de carne de frango com a nação que hoje figura como segundo principal destino para o produto brasileiro.

“A nova oportunidade para as vendas de produtos avícolas do Brasil, desta vez com foco em genética, reforça o reconhecimento do mercado japonês quanto aos elevados critérios sanitários e de qualidade, especialmente neste segmento, com forte agregação de valor, que, agora, ganha o reforço da marca internacional Brazilian Breeders”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Sobre a ABPA

É a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos de ambos os setores, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 717 Visualizações
Variedades

América Latina constitui comitê de crise para prevenção de Peste Suína Africana

Por Stephany Foscarini 11/08/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e outras 21 organizações nacionais de 18 países da América Latina realizaram ontem, de forma virtual, a instalação de um comitê continental para debater estratégias de prevenção à Peste Suína Africana na região.

O Comité de Crisis PPA LatAm (Peste Porcina Africana, em espanhol) realizou um levantamento de ações regionais e estabeleceu um trabalho em colaboração para o fortalecimento da defesa sanitária no continente no âmbito privado.

Uma das iniciativas foi o estabelecimento de uma campanha interpaíses de conscientização das comunidades e intra setoriais sobre a importância dos cuidados preventivos nas diversas esferas. Denominada #TodosContraLaPPA, a campanha será lançada em breve com ações junto aos produtores, sociedade e líderes governamentais das diversas esferas das nações envolvidas.

A ação ocorre após situação enfrentada pela República Dominicana, que recentemente registrou focos da enfermidade nos diversos plantéis da ilha.

“A ação reforça o trabalho que já está em curso no Brasil, em uma articulação ampla para evitar que a situação alcance a parte continental das Américas. Empregos e a garantia de fornecimento de alimentos estão em jogo, em um momento em que a oferta de alimentos é estratégica para as nações. Unificando esforços, seremos mais efetivos para monitorar problemas e riscos, e contribuir para rápidas soluções bilaterais ou em bloco”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2021 0 Comentários 678 Visualizações
Variedades

Exportações gaúchas de carne de frango crescem 44,17% em receita no mês de julho

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Rio Grande do Sul exportou 58,96 mil toneladas de carne de frango em julho. O resultado é 1,51% maior do que as 58,08 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2020. Em receita, a alta foi expressiva. As vendas somaram US$ 103,78 milhões no mês passado, o que significa um salto de 44,17% na comparação com os US$ 71,98 milhões registrados em julho de 2020. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do ano, o volume de carne de frango vendida ao exterior ficou em 441,11 mil toneladas, contra 390,87 mil toneladas no mesmo período do ano passado — uma alta de 5,18%. Em receita, as exportações somaram US$ 663,78 milhões entre janeiro e julho deste ano. O valor é 23,77% superior ao registrado entre janeiro e julho de 2020, quando foram alcançados US$ 536,31 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 596 Visualizações
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