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adolescentes

Ensino

Instituto Crescer Legal promove reflexão sobre saúde mental no ambiente da aprendizagem

Por Marcel Vogt 30/06/2023
Por Marcel Vogt

Cerca de 100 pessoas participaram nesta quinta-feira (29), do 6º Seminário ampliado de integração e reflexão com parceiros do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal. O objetivo é compartilhar conhecimentos e estratégias. O seminário chegou a sua sexta edição com o tema “Saúde mental no ambiente de aprendizagem: como promover o cuidado”. 

Estiveram presentes parceiros das áreas da Educação, Assistência Social e Saúde nos municípios que sediam ou se relacionaram com o Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal. Representantes de Agudo, Canguçu, Cerro Branco, Novo Cabrais, Paraíso do Sul, Progresso, Rio Pardo e São Lourenço do Sul, no Rio Grande do Sul, participaram da programação realizada no Santa Cruz Country Club, em Santa Cruz do Sul (RS).

O diretor presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke, abriu o encontro agradecendo a presença dos parceiros e associados presentes. “O sucesso do Instituto está muito relacionado às parcerias que temos feito e todos os que estão presentes aqui tem a sua contribuição nas oportunidades geradas aos adolescentes do meio rural”, enfatizou Schünke.

A agenda seguiu com a palestra da professora e psicóloga Márcia Marchezan, que abordou “A escuta enquanto ferramenta pedagógica na construção de laços em contextos de aprendizagens.” A palestrante trouxe dados alarmantes: segundo dados oficiais, a prevalência de transtornos mentais nas crianças e adolescentes subiu de 13%, em 2013, para cerca de 25% em 2021.

Segundo a palestrante, a saúde mental das crianças e dos jovens está em crise e, para assegurar que sejam criados espaços para dialogar sobre ela, precisamos nos afetar por meio da escuta. “Os adultos são responsáveis pelo bem-estar das crianças, pela sua educação e pelo seu desenvolvimento, portanto, precisam suprir suas necessidades, e para isso precisam saber o que elas estão sentindo. Tanto por parte dos educadores quanto dos familiares, essa escuta precisa ser efetiva. Quando escuto o outro, estou dizendo: tem lugar em mim para você”, destacou.

Márcia Marchezan também tratou de temas delicados e presentes na vida escolar como bullying e automutilação. “A vida é feita de emoções, positivas e negativas. As redes sociais valorizam o imperativo da felicidade e isso afeta muito os jovens que não estão acostumados às frustrações e à tristeza. A fala é como damos vazão à dor e a palavra não pode estar ameaçada, sobretudo na aprendizagem e, em especial, com o público jovem. Vamos deixar a palavra circular e fazer a escuta com ética e respeito”, refletiu.

Ainda na parte da manhã, a coordenadora de desenvolvimento de projetos, Graziele Pinton, e a orientadora pedagógica, Taciane Velazquez, apresentaram ao grupo o case “Aprendizagem Profissional Rural: uma estratégia de cuidado com a juventude rural” e, juntamente com educadores e egressos, falaram sobre as vivências praticadas pelo Programa de Aprendizagem Profissional Rural, que já beneficiou 741 jovens rurais do Rio Grande do Sul desde 2016, e que atualmente envolve 160 jovens gaúchos e catarinenses.

Segundo elas, durante o curso os jovens são estimulados a refletirem sobre quem são com o levantamento de memórias afetivas. Também são estimulados ao trabalho em equipe e à criatividade, além da promoção de responsabilidade. Refletem sobre sonhos, metas, expectativas, e são diariamente incentivados à fala e à escuta, algo que lhes potencializa o vínculo e as habilidades de relacionamento. Elas destacaram algumas das metodologias utilizadas e que atuam na saúde mental dos aprendizes, como a aprendizagem entre pares, com empatia e colaboração, além do estímulo às habilidades socioemocionais, que faz com que os jovens desenvolvam habilidades importantes como o pensamento criativo, a comunicação positiva, a cooperação, a autoconfiança e o respeito ao semelhante e ao ambiente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2023 0 Comentários 511 Visualizações
Ensino

Música, arte e gastronomia são ações para prevenir o trabalho infantil

Por Marcel Vogt 13/06/2023
Por Marcel Vogt

Na mesma data em que se celebrou o Dia dos Namorados no Brasil, um outro tema também chamou a atenção, por se tratar de um alerta e de uma necessidade de sensibilização, o combate ao trabalho infantil. No 12 de junho deste ano, a campanha nacional teve como tema principal “Proteger a infância é potencializar o futuro de crianças e adolescentes. Chega junto para acabar com o trabalho infantil”.

Oferecemos diversos projetos para que nossas crianças possam estar amparadas e protegidas, e ao mesmo tempo, realizando atividades que as ajudam em seu desenvolvimento pessoal.

No Brasil, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei 8.069, de 1990, que dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente, proíbe qualquer atividade laboral para menores de 16 anos. Entretanto, existe a exceção a atuação, a partir dos 14 anos, como Jovem Aprendiz.

Em Santa Cruz do Sul, há uma rede intersetorial de enfrentamento ao trabalho infantil, com a colaboração de vários órgãos e entidades. O município, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, desenvolve ações através do Programa Municipal de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). Conforme a titular da pasta, Roberta Pereira, as iniciativas têm como foco a prevenção, com a oferta de várias atividades em espaços públicos no turno inverso ao da escola. “Oferecemos diversos projetos para que nossas crianças possam estar amparadas e protegidas, e ao mesmo tempo, realizando atividades que as ajudam em seu desenvolvimento pessoal e até em seu futuro profissional. A prefeita Helena Hermany é uma entusiasta e grande defensora dessa proposta”, destacou.

Dentre os projetos de prevenção ao trabalho infantil, o município realiza o Programa TransformAção, com oficinas de dança, grafite, mídias sociais e inglês, no turno inverso ao escolar e em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Outra iniciativa é o Master Chef Social, com aulas de gastronomia para capacitação e geração de renda às famílias em situação de vulnerabilidade. Também são ofertadas às famílias o Acessuas Trabalho, que tem como objetivo promover o acesso dos usuários do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) ao mundo do trabalho.

O trabalho infantil é uma das causas da evasão escolar precoce.

Uma das ações realizadas pelo Comissão Municipal do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Competi), destaca-se a criação da Orquestra Melodia dos Anjos, no Colégio Estadual Monte Alverne, que oportuniza a crianças e adolescentes o acesso à formação de valores positivos, por meio de atividades ligadas à música.

A coordenadora do Competi, Sandra Haas Fontoura, avalia a importância da atividade. “O trabalho infantil é uma das causas da evasão escolar precoce, por isso precisamos sensibilizar os atores envolvidos nesta questão, fortalecendo a prevenção, a fim de efetivar a erradicação desta prática tão prejudicial à infância”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2023 0 Comentários 448 Visualizações
Projetos especiais

Relatos emocionantes marcaram evento sobre o Serviço Família Acolhedora

Por Marcel Vogt 02/06/2023
Por Marcel Vogt

Em 31 de maio, é celebrado o Dia Mundial do Acolhimento Familiar, em referência ao serviço de cuidado temporário para crianças e adolescentes em situação de abandono ou afastamento do convívio da família biológica. Em Santa Cruz do Sul, onde o Programa está em fase de implementação, a data foi marcada por emocionantes relatos de famílias acolhedoras atuantes em municípios vizinhos, em evento realizado à noite, no Memorial da Unisc, por organização da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SFA) contempla o recebimento de crianças e adolescentes, vítimas de abandono, negligência familiar, violência ou opressão, em famílias sem vínculo de parentesco, retirando-as de abrigos e proporcionando a elas um lar temporário com carinho, atenção e disponibilidade afetiva, até que possam ser reinseridas na família de origem ou adotadas por outra.

Participaram da abertura a prefeita Helena Hermany; a secretária de Desenvolvimento Social, Roberta Pereira; a titular do Juizado Regional da Infância e Juventude, Lísia Dorneles Dal Osto; a promotora de Justiça Especializada, Danieli de Cássia Coelho; e o líder do Governo no Legislativo, vereador Henrique Hermany.

Experiência como Família Acolhedora

O evento teve seu ápice com os depoimentos apresentados por Luciane Amaral da Silva, 51 anos, e Luis Paulo Gomes da Silva, 58, que se deslocaram de Sapucaia do Sul para contar sua experiência, acompanhados da coordenadora do SFA da cidade, Vanessa Schlindwein.

O casal, que tem dois filhos biológicos já adultos, decidiu em 2018 oferecer a casa como lar temporário a crianças e adolescentes após uma promessa feita por Luciane, que enfrentava problemas de saúde. Durante o relato, contaram que, de lá pra cá, já acolheram treze pessoas, desde bebês até adolescentes, e seguem com a casa de portas abertas, se necessário. Apesar das dificuldades e desafios enfrentados, Luciane e Luis consideram o acolhimento familiar um “serviço apaixonante”, uma “missão de vida”.

Além deles, participaram por videoconferência a integrante do SFA de Medianeira, Paraná, Sandra Horn de Almeida acompanhada da psicóloga Patricia Weizemann; e do Abrigo João Paulo II, de Porto Alegre, Bruna Rolim com a coordenadora municipal Suzana Pellegrini.

O que dizem as autoridades

O vereador Henrique foi quem levou o debate sobre o Serviço Família Acolhedora ao Legislativo Municipal no começo do ano passado, o que culminou na aprovação da Lei 8.875/22 que regulamenta o Programa em Santa Cruz do Sul. Em seu pronunciamento no evento, ele explicou que o papel do SFA jamais será desmerecer o trabalho prestado pelas casas de acolhimento da cidade, já que vem como uma política pública a mais para garantir segurança e proteção: “vemos que o acolhimento familiar, ainda que provisório, traz experiências melhores que o institucional, já que oferece carinho e amor de família às crianças e adolescentes até que possam ir para adoção ou retornar de forma segura ao convívio familiar”.

A prefeita Helena, que sancionou a Lei em março do ano passado, lembrou dos avanços do município no sentido de proteger crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e agradeceu às famílias envolvidas: “Se tiver uma família disposta a acolher, e se tiver uma criança ou adolescente acolhido, já valeu a pena”.

Como está a implementação em Santa Cruz do Sul

De acordo com informações repassadas pela coordenadora do SFA no município, Mônica Tricia Pitrovsky, desde novembro do ano passado, quando o serviço começou a ser divulgado na cidade, doze famílias demonstraram interesse em colaborar. Atualmente, há dois casais realizando o curso de formação para ficarem habilitados e outro, que já concluiu o curso, está prestes a iniciar os acolhimentos.

Foto: Claudine Friedrich/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 609 Visualizações
Cidades

Programa Acolher inicia aulas no dia 2 de março em Campo Bom

Por Stephany Foscarini 17/02/2022
Por Stephany Foscarini

O Programa Acolher, desenvolvido pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Smec), iniciará suas atividades de 2022 no dia 2 de março. Objetivo básico é oportunizar que crianças e adolescentes, no contraturno escolar, desenvolvam suas habilidades, explorem seus potenciais cognitivos, esportivos e criativos. Outras propostas são: aumentar a diversidade esportiva oferecida e ampliar o número de núcleos, para que mais crianças tenham a oportunidade de participar das escolinhas.

Obedecendo todos os protocolos sanitários vigentes, o Acolher integra ainda mais a comunidade com as escolas na prática esportiva de maneira saudável e inclusiva. Para isso, usaremos os diversos espaços do município, oportunizando a participação nas escolinhas de iniciação e nas equipes de competição”.

“Obedecendo todos os protocolos sanitários vigentes, o Acolher integra ainda mais a comunidade com as escolas na prática esportiva de maneira saudável e inclusiva. Para isso, usaremos os diversos espaços do município, oportunizando a participação nas escolinhas de iniciação e nas equipes de competição”, explica o prefeito Luciano Orsi.

A secretária de Educação e Cultura Simone Schneider, ressalta que esse é mais um projeto da sua pasta, que tem contribuído para a formação das crianças e adolescentes campo-bonenses. “Buscamos sempre oferecer mais para nossos estudantes, pois sabemos o quanto atividades saudáveis, como as praticadas no Programa Acolher, contribuem para a formação intelectual de nossos alunos”, destaca a secretária.

Conforme o novo coordenador de Esporte Escolar, André Luís da Silva, a iniciação esportiva nas escolinhas será o foco para fomentar a participação do maior número de crianças possível. “Além das modalidades já existentes, como basquete, futsal, handebol, futebol, judô, dança e atletismo, outras poderão ser oferecidas ao longo do ano”, diz.

Um informativo sobre o Programa Acolher circula nas escolas como forma de incentivar mais pais a inscreverem seus filhos. Interessados podem entrar em contato com a Smec pelos telefones 98164.663 (André) ou 99854.9394 (Vanessa) ou ainda direto com os responsáveis de cada modalidade: futebol – 99699.3628 (Marcus) ou 98047.7977 (Sydmar); futsal – 98260.4131 (André), ou 98927.4495 (Gladir); iniciação esportiva – 99522.1317 (Jéssica); judô – 98165.1149 (Danison); atletismo – 99611.9601 (Lucas); dança – 99999.4049 (Jéssica Bril); basquete – 98114.0210 (Sandro) e handebol – 9885.5942 (Eduardo).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 863 Visualizações
natal
Cidades

Comdica lança edital para inscrição de projetos voltados para crianças e adolescentes em Nova Petrópolis

Por Stephany Foscarini 24/01/2022
Por Stephany Foscarini

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) lançou o Edital de Chamamento Público nº 001/2022, no dia 17 de janeiro, para a seleção de projetos voltados ao atendimento de crianças e adolescentes. As instituições podem acessar o documento na íntegra no site da Prefeitura de Nova Petrópolis e têm até 16 de fevereiro para inscrever os projetos.

Serão aceitos projetos que tenham como objetivo atender crianças e adolescentes, com ênfase no fortalecimento de vínculos familiares e convivência comunitárias. Os projetos selecionados pela Comissão de Avaliação deverão ser executados até novembro de 2022″.

“Serão aceitos projetos que tenham como objetivo atender crianças e adolescentes, com ênfase no fortalecimento de vínculos familiares e convivência comunitárias. Os projetos selecionados pela Comissão de Avaliação deverão ser executados até novembro de 2022”, enaltece o presidente do Comdica, Marcelino Gava.

Os projetos inscritos deverão seguir pelo menos uma linha de financiamento do Edital, como enfrentamento da violência doméstica, física, psicológica, sexual, bem como as demais formas de violência contra crianças e adolescentes; atendimento ao adolescente e jovem até 21 anos de idade em cumprimento de medida socioeducativa de semiliberdade e meio aberto e egressos, especialmente para inserção profissional; erradicação do trabalho infantil, exploração sexual, proteção no trabalho e promoção da profissionalização e inserção de adolescentes no mercado de trabalho; atendimento a crianças e adolescentes com deficiência, e atendimento a crianças e adolescentes em acolhimento institucional e familiar, bem como egressos destas instituições e suas famílias.

O Comdica dispõe de R$ 100 mil do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) para contemplar projetos do Edital, sendo o limite máximo por projeto de R$ 10 mil. As instituições poderão inscrever mais de um projeto, desde que seja elaborado de maneira separada.

O Edital na íntegra está disponível no link. A lista de exigências, vedações e documentação necessária para inscrição está disponível no corpo do edital. Todos os itens para inscrição deverão ser entregues impressos em um envelope identificado na Prefeitura de Nova Petrópolis, aos cuidados da Comissão de Avaliação do Edital 001/2022 do Comdica até o prazo limite.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2022 0 Comentários 730 Visualizações
Cidades

“Busão da Vacina” é sucesso com a aplicação de mais de 800 doses no primeiro dia

Por Stephany Foscarini 27/09/2021
Por Stephany Foscarini

Mesmo já tendo aplicado mais de 270 mil doses desde o início da imunização e com um sistema consolidado de aplicação da vacinação contra a Covid-19 no município, a Secretaria de Saúde de Novo Hamburgo apresentou mais uma novidade no sábado (25), que levará esta imunização para ainda mais perto da população: o Busão da Vacina!

A primeira ação da unidade móvel de vacinação ocorreu na Praça Punta del Este, em frente ao Shopping, para a aplicação da primeira dose em adolescentes de 15, 16 e 17 anos.

“Esta é mais uma iniciativa da Secretaria de Saúde no esforço de ampliar ao máximo o acesso da população aos imunizantes. Como nós sabemos que algumas pessoas tem dificuldade de participar dos drive-thrus ou até mesmo de se locomover até um posto de saúde, resolvemos então utilizar a nossa unidade móvel para levar a vacinação o mais perto possível da comunidade”, explica o secretário de Saúde Naasom Luciano.

Nas mais de quatro horas de imunização foram aplicadas 880 doses no público jovem.

“Estamos muito satisfeitos. Temos feito ao longo de toda a pandemia muitas iniciativas e um esforço tremendo para garantir a imunização completa da nossa população. Esta é mais uma estratégia que se apresenta, um novo serviço, com o objetivo de trazer mais comodidade e benefício a nossa população. Também sabemos que a vacina é de fato a principal estratégia de combate ao coronavírus e controle da pandemia e é através disso que nós vamos avançando”, completa o secretário.

Busão no bairro Boa Saúde na próxima terça-feira

A Unidade Móvel de Vacinação estará na próxima terça-feira, dia 28, das 09h às 15h, na Estação Cidadania Cultura (Praça CEU), na Rua do Bosque – s/nº, no bairro Boa Saúde. No dia será aplicada a primeira dose da vacina contra a covid em pessoas de 14 anos ou mais.

Os adolescentes devem estar acompanhados pelos responsáveis, apresentar documento com foto ou certidão de nascimento, Cartão SUS de Novo Hamburgo.

Já as pessoas de 18 anos ou mais devem apresentar documento com foto, cartão do SUS ou comprovante de residência. No caso de o comprovante estar em nome de outra pessoa, é necessário registrar em cartório declaração de que quem vai ser vacinado reside no local. São aceitos como comprovante de residência: contas de energia elétrica, água, telefone fixo e cópia do contrato de aluguel, neste caso também autenticada em cartório.

Na quinta-feira, 30, o Busão da Vacina estará no bairro Santo Afonso, na Praça da Juventude, e no sábado, 2, no Kephas.

Mesmo com o início das atividades da unidade móvel de vacinação, a imunização contra a Covid nas unidades de saúde e em drive-thrus seguirá sendo realizada no município.

Sábado também de vacinação no drive-thru na Fenac

A manhã de sábado também foi de vacinação contra a Covid na Fenac, em drive-thru de segunda dose da AstraZeneca para quem tomou a primeira dose até o dia 2 de julho. Ao todo, foram aplicadas 970 doses.

Foto: Rodrigo Ramazzini/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2021 0 Comentários 517 Visualizações
Variedades

Evento alerta para crimes cibernéticos envolvendo crianças e adolescentes

Por Caren Souza 25/05/2021
Por Caren Souza

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) participou de ações que servem para conscientização da importância do combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Para a médica pediatra e coordenadora do Centro de Referência ao Atendimento Infantojuvenil (CRAI) de Porto Alegre, que atende o Estado do RS, Maria de Fátima Fernandes Géa, que também representou a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), a data é importante porque fortalece as ações de enfrentamento da violência sexual, afirmou.

“A violência contra a criança e o adolescente, quando não reconhecida nem tratada, deixa marcas e imprime valores distorcidos. Seus danos poderão influenciar as reações, os impulsos e as escolhas para o resto da sua vida e se perpetuar pela reprodução da violência na relação com as gerações futuras”, aponta a pediatra.

Como forma de marcar a data, o evento foi realizado transmitido online com a abordagem direcionada aos crimes cibernéticos. A programação teve início com a participação Denise Casanova Villela (promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul e coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude, Educação, Família e Sucessões).

Também participaram Moacir Silva do Nascimento Júnior (promotor de Justiça do MPBA), Júlio Alfredo de Almeira (advogado e promotor de Justiça do MPRS aposentado), Emerson Wendt (delegado de Polícia Civil e atual secretário de Segurança Pública de Canoas), Angelita Maria Ferreira Machado Rio (psiquiatra perita e coordenadora das perícias psíquicas do Departamento Médico Legal do RS) e Maria de Fátima Fernandes Géa (pediatra e coordenadora do Centro de Referência ao Atendimento Infantojuvenil (CRAI) de Porto Alegre).

Local de atendimento é revitalizado

No dia 18, foi realizada solenidade de entrega da obra de revitalização do Centro de Referência ao Atendimento Infantojuvenil (CRAI), no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (HMIPV). A fim de qualificar o serviço, a área administrativa, dois consultórios de psicologia, dois consultórios de assistência social, um consultório de pediatria, o DML e o posto da polícia ganharam nova apresentação, mais funcional e acolhedora, em iniciativa da Associação dos Amigos do HMIPV, utilizando os recursos mobilizados a partir da campanha de Natal “Menos dor, mais amor”, realizada no final do ano de 2020.

O Centro de Referência em Atendimento Infanto juvenil (CRAI) é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, representada pela equipe de saúde, e a Secretaria de Segurança Pública, representada pelo Instituto-Geral de Perícias e a Polícia Civil (DECA). O Ministério Público do RS participa da articulação entre as Instituições. O objetivo é garantir a assistência em casos de suspeita ou confirmação de abuso sexual na faixa etária do zero aos 18 anos. Menores que presenciaram crimes de feminicídio também recebem atendimento.

O trabalho é multidisciplinar. A equipe de saúde é composta por psicólogos, assistentes sociais, pediatras e um ginecologista. A do DML, com peritos que realizam as perícias físicas e psíquicas e o DECA, por um escrivão de polícia. As perícias psíquicas utilizam protocolos de padrão internacional e servem como prova para as autoridades policiais e judiciárias evitando que o menor precise ser ouvido novamente. Mesmo que o abuso não tenha deixado marcas físicas, a abordagem psíquica consegue comprová-lo.

Uma das características do CRAI é a comunicação precoce entre as instituições responsáveis pela apuração dos fatos e proteção das vítimas. O serviço foi um dos modelos utilizados para a elaboração da Lei 13.431/2017, que institui a criação de centros integrados para a proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência.

Em 2018, o IGP iniciou o processo de descentralização das perícias, atendendo solicitações em Canoas, Caxias do Sul, Lajeado, Pelotas, Osório, Santana do Livramento, Santa Rosa e Santa Maria. O deslocamento dos peritos evita que as famílias precisem viajar para Porto Alegre o que diminui o tempo de espera pelo exame.

As perícias são solicitadas pela autoridade policial no momento do registro do Boletim de Ocorrência Policial (BOP). A denúncia de crimes contra crianças e adolescentes pode ser feita nos Conselhos Tutelares, na Delegacia da Criança e do Adolescente, na Delegacia de Polícia mais próxima ou no Ministério Público do Estado.

Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 859 Visualizações
Saúde

Caravana Amrigs debate comportamento suicida 

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Visando disseminar conhecimento e debater assuntos de extrema relevância, a Caravana Amrigs chega à cidade de Dom Pedrito (RS), na segunda-feira, 5/08. A atividade inicia às 11h, no Conservatório de Música de Dom Pedrito (Rua Andrade Neves, 925 – Centro).

Responsável por abordar o tema “comportamento suicida e autolesivo em adolescentes”, o médico psiquiatra, Mestre e Doutor em Medicina e Ciências da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Rafael Moreno Araújo, explica que o apoio familiar é fundamental, mas é preciso que um profissional atue junto.

“As pessoas acreditam que apenas uma conversa resolve o problema do indivíduo com comportamento suicida, mas não é bem assim. Por isso, nesta faixa etária, pais e professores devem estar atentos e sempre encaminhar o jovem para atendimento junto a algum profissional de saúde com experiência em transtornos mentais”, salienta. O médico ressalta para os pais que o primeiro passo é conversar com o filho.

Também é importante reconhecer o problema e não minimizar o que pode estar acontecendo.

“A maioria dos adolescentes que apresenta este tipo de comportamento está sofrendo com problemas familiares ou bullying. Muitas vezes os pais negam que algo possa estar acontecendo e tentam diminuir o sofrimento pelo qual os jovens estão passando – aponta.
O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (51) 3014 2007.

Serviço

O quê: Caravana Amrigs debate comportamento suicida em adolescentes
Quando: dia 5 de agosto, às 11h
Onde: Conservatório de Música de Dom Pedrito (Rua Andrade Neves, 925 – Centro)
Quanto: gratuito

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/08/2019 0 Comentários 880 Visualizações
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