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Saúde

Saúde

HU realiza sensibilização alusiva ao Setembro Amarelo

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

Com 30 leitos disponíveis para internações, 22 na Unidade de Saúde Mental Adulto e 8 na Unidade InfantoJuvenil, o Hospital Universitário de Canoas (HU) prepara uma sensibilização para o Setembro Amarelo: mês que marca a campanha de prevenção ao suicídio. Ações de acolhimento para funcionários e familiares de pacientes, entrega do laço amarelo símbolo do mês, divulgação da rede de apoio e serviços dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), divulgação de mensagens motivacionais, sessões de cinema e a confecção de trabalhos artesanais com símbolos alusivos à saúde mental, estão entre as atividades previstas pela equipe multiprofissional.

“As pessoas acreditam que estão sozinhas quando pensam no suícidio. O nosso trabalho é justamente mostrar que a saúde mental de todos importa para nós, que existe outra saída”, destaca a médica Kadane Nassif, que atua no HU desde 2019. Ela ainda salienta que é preciso desmistificar que falar de suicídio incentivaria novos casos. “Sabe-se que o suicídio mata mais que infarto e leucemia, por exemplo. Então, é necessário falar sobre o assunto, aprender a identificar sinais de alerta e prevenir as doenças mentais”.

Frases motivacionais como: queremos te ouvir, nos fale mais sobre esse assunto, entre outras, poderão ser conferidas na campanha do Setembro Amarelo do HU para alertar todos que trabalham e circulam pelo hospital. Em 2021, por exemplo, o Hospital Universitário registrou um total de 314 internações nos setores de Saúde Mental, sendo 241 atendimentos na Unidade Adulta e 73 na Unidade Infantojuvenil. Entre os casos, estão pacientes que apresentam dependência química, esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão e tentativa de suicídio.

Em Canoas, além dos pacientes encaminhados para as Unidades de Saúde Mental no HU, os cidadãos contam com uma rede de apoio psicossocial: CAPS Recanto dos Girassóis (Rua Frederico Guilherme Ludwig, 182, Centro) e telefone: 3076.9744; CAPS Travessia AD (Avenida Guilherme Schell, 6250, Centro) e telefone: 3076.9742; CAPS Novos Tempos (Rua São Caetano, 102, Marechal Rondon) e telefone: 3076.9741; CAPS Amanhecer D (Rua Quinze de Novembro, 82, Nossa Senhora das Graças) e telefone: 3076.9743; Arco-Irís, Infantil (Rua Major Ernesto Wittrock, 51,Centro) e telefone: 3199.1525, e o CERTEA (Rua Araçá, 74, Centro) e telefone: 3199.1756.

Setembro Amarelo

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza, em território nacional, o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Atualmente, o Setembro Amarelo é a maior campanha anti estigma do mundo. Em 2022, o lema é “A vida é a melhor escolha!”.

De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde – OMS em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 1 milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

Embora os números estejam diminuindo em todo o mundo, os países das Américas vão na contramão dessa tendência, com índices que não param de aumentar, segundo a OMS. Sabe-se que praticamente 100% de todos os casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.

Pessoas que precisem de ajuda podem acessar o serviço do CVV – Centro de Valorização da Vida, que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias. Basta discar 188.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 551 Visualizações
Saúde

SPBRS e Simers propõem lei para reduzir morbimortalidade em partos

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

A Sociedade de Pediatria do RS (SPRS) e o Núcleo de Pediatria do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) se uniram para propor a criação de uma lei que obriga a presença de um médico habilitado em reanimação neonatal nas salas de parto. O objetivo da iniciativa é a redução das altas taxas de morbimortalidade materna, peri e neonatal.  O documento com a proposta para um futuro Projeto de Lei está sendo encaminhado para os deputados gaúchos, com foco na reversão desses números. O primeiro integrante do Executivo Estadual a receber o texto foi o deputado Dr. Tiago, das mãos do diretor do Simers, Antônio Castro.

A ação busca assegurar o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do nascimento, por meio de uma lei estadual. O que deve ser levado, em outro momento, ao âmbito federal. A ação pretende, ainda, ampliar o que já vem sendo adotado pelo Ministério da Saúde, na área de atenção à gestante. Como, por exemplo, os investimentos nas redes estaduais de assistência à gestação de alto risco, o incremento do custeio de procedimentos específicos.

A estatística

Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), apontam que, em 2019, 20% dos 18.402 óbitos neonatais precoces no país, estavam associados à asfixia perinatal, hipoxia ao nascer e/ou à síndrome de aspiração meconial. A situação se agrava nos casos de recém-nascidos com peso de nascimento menor ou igual a 2.500 quilos, quando tais causas contribuíram para a morte de quatro a cada dia.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 586 Visualizações
Saúde

Grupo antitabagismo da UBS Santo Afonso mantém agenda semanal

Por Felipe Schwartzhaupt 30/08/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, reservado no Calendário da Saúde em 29 de agosto, vale a pena reforçar as ações de sensibilização, apoio e aconselhamento de um grupo formado por participantes determinados a largar o cigarro, mudar hábitos de vida e evitar futuras recaídas. Tratam-se dos inscritos no programa antitabagismo implementado na Unidade Básica de Saúde (UBS) Santo Afonso sob orientação da farmacêutica Daniela Pinhatti Flores.

Conforme a profissional, outros interessados em participar dos encontros devem procurar a unidade pública de atenção primária em saúde mais próxima de sua casa e solicitar o encaminhamento ao programa. “O tempo preconizado para o tratamento é de doze meses, e envolve as etapas de avaliação, intervenção e manutenção da abstinência”, observa Daniela.

O grupo antitabagismo da USB Santo Afonso tem se reunido nas tardes de quarta-feira na Base de Ações Comunitárias Integradas (BACI), situada no mesmo bairro e próxima à unidade do território. “Desde abril deste ano, estamos com o programa ativo, e o grupo se encaminha para a quarta semana de atividade”, acrescenta Daniela.

A farmacêutica explica que, no Sistema Único de Saúde (SUS), o método consiste no aconselhamento terapêutico estruturado e com abordagem intensiva, acompanhado pelo tratamento medicamentoso, quando necessário, o que inclui os adesivos transdérmicos de nicotina terapêutica.

Técnicas de auriculoterapia, conhecida como terapia aplicada a pontos na parte do ouvido externo, ajudam a tratar o vício e costumam ser utilizadas pela profissional ao final das reuniões. Daniela conta com o apoio técnico da farmacêutica residente da Universidade Feevale Anna Rita Ferreira, que trabalha com informações precisas ao identificar crenças sobre o tabagismo e destacar os benefícios de parar de fumar.

Programa implementado em todo o Brasil

O Programa Nacional de Controle do Tabagismo é uma iniciativa instituída pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), uma organização federal que objetiva reduzir a prevalência de fumantes e a consequente mortalidade relacionada ao consumo de derivados do tabaco no

Brasil. São ações educativas, de comunicação e de atenção à saúde no intuito de promover a cessação do hábito de fumar, não apenas pelo dano individual, mas para proteger a população da exposição passiva e ambiental à fumaça do tabaco.

Atenção psicossocial faz parte do atendimento

Conforme o coordenador do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Santo Afonso, Germano Bota, o programa prevê a parceria entre a Saúde Mental e a Atenção Primária em Saúde. “A adesão ao projeto reflete a importância da integração entre os serviços e do trabalho em rede no atendimento aos usuários do SUS”, observa Bota, que tem acompanhado ações do grupo na BACI.

De acordo com o INCA, o tabagismo é, precisamente, “uma doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco”, apontado como um dos principais causadores de câncer e mortes precoces e evitáveis ao redor do planeta.

No entanto, é imprescindível compreender a questão sob esse olhar mais abrangente, pois o hábito traz impactos diretos à convivência familiar e social. O primeiro erro está em considerar o tabagista como uma pessoa “sem força de vontade”. Nada disso! Quem fuma, na verdade, está passando por uma pressão psicológica muito grande diante da dependência química. Portanto, para redução do estresse e combate à ansiedade, a troca de experiências em grupo de apoio tem se mostrado o método mais eficaz para os usuários do SUS que desejam se livrar do fardo de estar preso ao gesto repetitivo, viciante e de efeitos danosos de acender o cigarro.

Foto: Karina Moraes/ Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2022 1 Comentário 814 Visualizações
Saúde

Porto Alegre será sede de eventos de inovação em saúde

Por Amanda Krohn 26/08/2022
Por Amanda Krohn

Autoridades, executivos e lideranças do setor de saúde se reuniram na manhã desta quinta-feira (25) para o lançamento oficial dos eventos Health Meeting – Encontro de Startups e Health Meeting Business & Innovation, que prometem colocar Porto Alegre no mapa dos grandes eventos e negócios em saúde.  Com promoção da HM Brasil, a realização dos eventos só será possível graças à união de esforços entre entidades e instituições como a Aliança para Inovação (UFRGS, PUCRS e Unisinos), Sindihospa (Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre), Grow+, Ventiur, Wow, TecnoPUC, Zenit Parque UFRGS, UFCSPA e Sebrae, com apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

O Health Meeting — Encontro de Startups, acontece no dia 3 de outubro deste ano no Centro de Eventos da PUCRS e tem como objetivo conectar instituições de saúde, governo e investidores com o universo das healthtechs, apresentando as últimas inovações científicas e tecnológicas do setor. Em 2023, de 2 a 4 de outubro, acontece o Health Meeting Business & Innovation, que receberá profissionais e empresas de todo o país para uma extensa programação de palestras, oficinas, seminários e congressos em diversas áreas, além de uma grande feira com mais de 5 mil metros quadrados para fomentar os negócios na área da saúde. Mais informações podem ser obtidas no site da iniciativa.

O Diretor da HM Brasil Feiras e Eventos Gilmar Dalla Roza disse na abertura do evento que o Rio Grande do sul é um grande HUB de saúde com 19 Universidades de Medicina, 277 mil Profissionais no setor de saúde e mais de 300 hospitais e tem todo o potencial e inteligência para realizar um grandes eventos na área da saúde. O Secretário Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Alsones Balestrin, entusiasta dos eventos, ressaltou a importância de inciativas deste tipo. “A nossa capital já é uma referência na saúde. Porto Alegre estava precisando de um evento dessa importância para se tornar definitivamente um destino de investidores, empreendedores e pessoas que tenham interesse nessa área”, enfatizou.

Já o Secretário de Inovação de Porto Alegre, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, falou sobre as expectativas e resultados esperados. “Esses eventos são um grande presente para a nossa cidade. É importante fomentar o desenvolvimento de iniciativas como essas e nós estaremos juntos nessa empreitada. Vamos ter na área da saúde o mesmo reconhecimento que tivemos durante o South Summit”, ressaltou.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2022 0 Comentários 815 Visualizações
Saúde

Campanha esclarece dúvidas sobre a Monkeypox

Por Amanda Krohn 26/08/2022
Por Amanda Krohn

Com o objetivo de desmistificar e chamar a atenção para a varíola símia, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS), aborda o tema na campanha “Que varíola é essa?”. O CRMV-RS convidou o pesquisador, pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Universidade Feevale e membro da Câmara-Pox, grupo de especialistas formado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para estudo do vírus Monkeypox, Fernando Spilki, para esclarecer dúvidas sobre o tema.

O virologista explica sobre a transmissão, sintomas e tratamento. “Este vírus tem uma plasticidade muito grande, uma capacidade importante de se estabelecer e infectar outras espécies, e é seguramente questão de tempo para que se comece a observar infecções principalmente em animais domésticos, que ficam em contato direto com seres humanos. Por isso, é muito importante que as pessoas estejam atentas”, alerta Spilki.

Já o presidente do CRMV-RS, Mauro Moreira, destaca a importância de orientar a população a respeito da enfermidade. “As informações são fundamentais para esclarecer a sociedade e, assim, ajudar a evitar que a doença avance e contamine mais pessoas”, destaca.

Origem e contágio da doença

A varíola símia é uma doença infecciosa que foi identificada, primeiramente, em surtos ocorridos em macacos oriundos do continente africano, em 1958. No entanto, esta varíola não é transmitida por macacos, acreditando-se que o principal reservatório dos vírus sejam os roedores do ambiente africano.

A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama e banho. O contágio também se dá entre o contato físico com pessoas sintomáticas; o período de incubação, geralmente, é de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias. Por isso, pessoas infectadas precisam ficar isoladas e em observação por 21 dias.

Sintomas e prevenção

Neste surto, as pessoas contaminadas apresentam lesões, que vão desde a formação de vesículas até de úlceras e, posteriormente, de cicatrizes, que na maioria dos casos não atingem outros órgãos, localizadas, principalmente, na região genital e na face. Pode, em alguns casos (geralmente em crianças), atingir as mãos, os braços e a região do tronco. Antes do aparecimento das lesões da pele, muitos pacientes podem apresentar indisposição, febre e inchaço de linfonodos (gânglios linfáticos).

O contágio é prevenido principalmente evitando o contato próximo e íntimo com desconhecidos ou pessoas que possam ter tido histórico de contato com o vírus. Pessoas com suspeita devem buscar, imediatamente, atendimento médico; uma vez que a doença seja confirmada, o paciente deve permanecer em isolamento e evitar contato próximo com outros indivíduos, a fim de conter a disseminação da doença. Não apenas em hospitais, mas também em hotéis e outros locais de permanência, deve-se evitar o compartilhamento de lençóis, cobertores, fronhas, travesseiros e outros, pois o vírus é resistente ao ambiente, especialmente em roupas e roupas de cama. Todo material, nesse sentido, deve ser adequadamente higienizado.

Tratamento e mitos que envolvem a doença

Na maioria dos casos, o tratamento é sintomático, com medicações para indisposição, enjoo e mal-estar (sempre a partir de atendimento médico). Em poucos casos, são utilizados antivirais específicos, mas como há efeitos colaterais muito fortes, estes só são aplicados quando o caso é bastante grave, o que, felizmente, ainda é raro para Monkeypox.

Um dos mitos que envolvem a doença é que, assim como para outras doenças e nesta em específico, não são os macacos que a transmitem. Muito pelo contrário, eles são vítimas e podem se tornar alvo de agressão ou serem mortos por total desconhecimento. Também não se pode atribuir a determinado grupo da população a transmissão de Monkeypox, pois ela pode contaminar a pessoas de todas as idades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2022 0 Comentários 461 Visualizações
Saúde

Ateliê de Artes de Picada Café ganha novos materiais

Por Felipe Schwartzhaupt 24/08/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Os estudantes do 6º ao 9º Anos do Ensino Fundamental de todas as escolas municipais que participam do Ateliê de Artes de Picada Café receberam vários materiais novos porque estão se preparando para participar de um momento especial: a 3ª Expoflorir, que ocorrerá nos próximos dias 10 e 11 de setembro.

Não há dúvida que precisamos investir em qualificar os recursos e os espaços para que os dons artísticos de nossos estudantes possam ser potencializados.

A professora Andrea Dienstmann conduzirá seus aprendizes na área das artes para a produção em tempo real de um painel artístico durante o evento. A secretária municipal de Educação e Cultura, Cristiane Backes Welter, faz um agradecimento ao empenho da professora e dos estudantes que irão compartilhar seus dons em um evento que contará com muitos visitantes. “Não há dúvida que precisamos investir em qualificar os recursos e os espaços para que os dons artísticos de nossos estudantes possam ser potencializados”, salienta.

O Ateliê de Artes ocorre todas as quintas-feiras à tarde no Ponto de Cultura Balduíno Utzig, na antiga Casa dos Escoteiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2022 0 Comentários 612 Visualizações
Saúde

Hospital Ernesto Dornelles é o primeiro do RS a utilizar monitor Starling

Por Amanda Krohn 23/08/2022
Por Amanda Krohn

O Hospital Ernesto Dornelles (HED), de Porto Alegre, é o primeiro do Rio Grande do Sul a utilizar tecnologia de monitoramento hemodinâmico não invasivo. Trata-se do monitor Starling: um sistema de monitoramento e manejo de fluidos, que também analisa a performance do coração. Com o objetivo de aperfeiçoar o atendimento aos pacientes críticos, o HED aderiu ao equipamento na segunda-feira (15/8), usando-o como uma alternativa à realização de procedimentos invasivos e reduzindo a exposição do paciente, riscos de infecções hospitalares e outras complicações.

O Starling fornece informações de forma rápida e precisa, permitindo maior exatidão no acompanhamento e na tomada de decisões dos pacientes graves. Através da tecnologia é possível acompanhar informações como o débito cardíaco, resistência vascular periférica, entre outros. Por meio de quatro adesivos com sensores integrados que ficam dispostos no tórax do paciente, o equipamento repassa as informações de forma contínua, por até 48h, para um monitor. Com esses dados, o sistema gera um perfil hemodinâmico do paciente em menos de um minuto e, em três, disponibiliza uma avaliação dinâmica da resposta a fluidos. Tal procedimento é considerado não invasivo e evita puncionar o paciente grave, para monitoramento por meio de cateteres.

Desenvolvido há cerca de 10 anos, o equipamento foi lançado no Brasil em 2020, pela empresa Baxter e está registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) com o número 80145240452.   A gestora da UTI do HED, Dra. Carla Rynkowski, explica que estas informações são usualmente obtidas por monitoração invasiva. “O Starling traz a opção de fazer este tipo de avaliação, com informação avançada, de forma não invasiva. Ele oferece dados equivalentes e mais rápidos que os obtidos com a utilização do cateter de artéria pulmonar (Swan-Gwaz), que é uma intervenção invasiva pela punção e com riscos pela permanência de um cateter intravascular”.

Benefícios do uso do equipamento

Conforme dados de hospitais norte-americanos, fornecidos pela Baxter, o uso do Starling reduz a necessidade de tratamento com ventilação mecânica em 50%, o tempo de permanência em uma UTI em 2,8 dias e a taxa de indicação de diálise em 13%. Como consequência, ocorre uma economia de cerca de US$14.500 no custo total da internação do paciente.

De acordo com a gestora, o equipamento irá impactar positivamente no tempo de hospitalização e recuperação do paciente. “O Starling oferece resultados clínicos muito importantes. Em poucos minutos, conseguimos fazer uma avaliação da necessidade, ou não, do recebimento de líquido extra e da performance do seu coração. Assim, conseguimos oferecer um tratamento mais ágil, personalizado e específico”. No Ernesto Dornelles, o Starling será usado, inicialmente, nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) com perspectiva de expansão para o Centro Cirúrgico e o Serviço de Emergência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2022 0 Comentários 1,4K Visualizações
Saúde

Oncologista aponta que cigarro eletrônico é tão prejudicial quanto o tradicional

Por Amanda Krohn 20/08/2022
Por Amanda Krohn

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o aumento do consumo de cigarro eletrônico, também conhecido como vape, tem causado debates entre a comunidade médica e científica. A preocupação diz respeito aos riscos de retrocesso nos índices de incidência de diversas doenças relacionadas ao hábito de fumar.  Isso inclui vários tipos de câncer, como é o caso do de pulmão, fígado, estômago, pâncreas, rins, ureter, cólon e reto, bexiga, ovários, colo do útero, cavidade nasal e seios paranasais, cavidade oral, faringe, laringe, esôfago e leucemia mieloide aguda.

Entre os mais jovens, o vape tem sido sensação. Justamente por vir “disfarçado”, jovens têm preferido os dispositivos e acreditam ser menos danosos à saúde. Diferente da versão convencional, os sabores e aromas agradáveis acabam mascarando e tornando os riscos invisíveis para o grupo. De acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo Inca, o cigarro eletrônico aumenta mais de três vezes o risco de experimentação do cigarro convencional e mais de quatro vezes o risco de uso do cigarro. Além disso, o levantamento reforça ainda que o cigarro eletrônico eleva as chances de iniciar o uso do cigarro tradicional para aqueles que nunca fumaram.

A oncologista do Grupo Oncoclínicas, Dra. Mariana Laloni, compara a moda do vape com a do cigarro, que ocorreu no século XX. “Há cerca de 30 anos, o cigarro convencional era visto como sinônimo de status e isso não tem sido diferente para o cigarro eletrônico, principalmente entre os mais jovens”, comenta. “Apesar de na última década o Brasil ter diminuído 40% o número de fumantes, não devemos fechar os olhos para um problema que, mesmo tendo um outro formato, faz parte da narrativa atual”, continua.

Apesar de na última década o Brasil ter diminuído 40% o número de fumantes, não devemos fechar os olhos para um problema que, mesmo tendo um outro formato, faz parte da narrativa atual – Oncologista do Grupo Oncoclínicas, Dra. Mariana Laloni

Tabagismo aumenta incidência de câncer do pulmão

O tabagismo continua sendo o maior responsável pelo câncer de pulmão no Brasil e no mundo, além de mortes em geral. Segundo o Inca, 161.853 mil mortes poderiam ser evitadas anualmente se o tabaco fosse deixado de lado, sendo que cerca de ⅓ destes óbitos são decorrentes de algum tipo de câncer relacionado ao hábito de fumar. Apenas no Brasil, é estimado que durante o triênio 2020-2022 cerca de 30.200 casos da doença sejam descobertos a cada ano. Conforme Mariana Laloni, a maioria dos pacientes com câncer de pulmão apresenta sintomas relacionados ao próprio aparelho respiratório.

“Os sinais de alerta são tosse, falta de ar e dor no peito. Outros sintomas inespecíficos também podem surgir, entre eles perda de peso e fraqueza. Em poucos casos, cerca de 15%, o tumor é diagnosticado por acaso, quando o paciente realiza exames por outros motivos. Por isso, a atenção aos primeiros sintomas é essencial para que seja realizado o diagnóstico precoce da doença, o que contribui amplamente para o sucesso do tratamento”, diz.

Contratempos

Aproximadamente, 10% da população brasileira acima de 18 anos é tabagista. E, apesar dos avanços, o vício afeta mais de 20 milhões de pessoas no país. “Quando falamos do cigarro eletrônico, o Ibope Inteligência aponta que o problema dobrou em apenas um ano, passando de 0,3% para 0,6% da população no Brasil”, explica a oncologista. Dentro desse cenário, especialistas estimam que cerca de 600 mil pessoas fazem uso do dispositivo.

Apesar de proibidos desde 2009 pela Resolução de Diretoria Colegiada nº 46 da Anvisa, os cigarros eletrônicos atraem cada vez mais usuários. “Os vapes ou e-cigarretes passaram a ser mais socialmente aceitos em diversos ambientes, além de serem mais atrativos devido sua tecnologia. Mas, podem fazer tão mal quanto o cigarro tradicional, apesar de uma imagem distorcida. Eles possuem várias substâncias tóxicas que, quando combinadas, acabam mascarando os efeitos prejudiciais à saúde. Contudo, é importante lembrar que elas existem e podem causar enfisema pulmonar, doenças respiratórias e até mesmo câncer”, reforça Mariana Laloni.

O aditivo de aromatizantes, como mentol, chocolate, chiclete, entre outros, é usado para atrair um maior público. Quanto à fumaça liberada pelos vapes, é possível encontrar elementos que vão além da nicotina, como chumbo, propileno glicol, glicerol, acetona, sódio, alumínio, ferro, entre outros.

Apesar de proibidos desde 2009 pela Resolução de Diretoria Colegiada nº 46 da Anvisa, os cigarros eletrônicos atraem cada vez mais usuários.

Risco invisível

Além das substâncias presentes no dispositivo serem mais viciantes, algumas pesquisas sobre o tema apontam que o cigarro eletrônico, assim como o convencional, pode afetar não só o sistema respiratório, como também desregular alguns genes do organismo. O estudo realizado por um professor da USC Ahmad Besaratinia, mostrou que esse impacto ocorreu nos genes mitocondriais e chegou a interromper vias moleculares que fazem parte da imunidade e resposta inflamatória. Ou seja, os elementos que compõem os dispositivos podem futuramente desencadear doenças autoimunes e atrapalhar na recuperação de outros distúrbios do corpo.

“Na tentativa de deixar o tabagismo, é preocupante que muitos usuários ainda usem os cigarros eletrônicos. Essa apelação pode torná-los usuários duplos e fazer com que o vício ocorra em ambas as frentes. Por isso, é preciso ter muita força de vontade e saber pedir e aceitar ajuda. O fumante precisa transformar seus hábitos e estilo de vida. De duas a 12 semanas sem cigarro há a melhora da função pulmonar e da circulação, entre 1 e 9 meses a tosse e falta de ar diminuem e em 10 anos a mortalidade por câncer de pulmão chega a ser a metade da de um fumante. É possível superar o vício e apostar em uma nova vida sem o cigarro, seja ele eletrônico ou tradicional”, explica a oncologista do Grupo Oncoclínicas.

Vida nova

Para a oncologista, parar de fumar é a forma mais eficaz de prevenir o câncer de pulmão e diversos outros tumores, além de doenças cardíacas, doença pulmonar obstrutiva crônica, pneumonia, AVC (acidente vascular cerebral) e complicações severas decorrentes da contaminação pela Covid-19.

“Deixar o hábito de lado é dar uma segunda chance aos pulmões. Lá na frente, as pessoas que abandonaram esse vício irão se deparar com diversos benefícios ao organismo, como um menor risco de desenvolver vários tipos de cânceres e ainda a recuperação de sequelas adquiridas pelo tabagismo. Entretanto, antes de remediar, é fundamental que as neoplasias sejam prevenidas. Ou seja, a melhor alternativa é sempre parar de fumar e alertar a população de forma geral, principalmente os mais jovens, sobre os riscos que o cigarro tradicional e eletrônico pode causar”, finaliza Mariana Laloni.

Desafio 21 dias sem cigarro

Com foco no público jovem, o Grupo Oncoclínicas realiza ao longo deste mês nas redes sociais a campanha “Desafio 21 Dias Sem Cigarro”, voltada ao incentivo ao abandono do vício nos diferentes tipos de fumo. A cada dia, é sugerida uma nova meta a ser cumprida. As atividades procuram diminuir a sensação de ansiedade e a própria fissura física que vem com o consumo de cigarro e dispositivos eletrônicos de vape.

A mobilização destaca não só os malefícios de fumar, mas principalmente os benefícios de abandonar o vício. A exemplo disso, após 20 minutos sem consumir cigarros, a pressão sanguínea e as batidas cardíacas voltam ao normal. Passadas 8 horas, a quantidade de monóxido de carbono no sangue diminui quase pela metade, normalizando a oxigenação das células. Um dia depois, o monóxido de carbono é eliminado do corpo e os pulmões também começam a eliminar o muco e os resíduos da fumaça.

Em dois dias, não há mais nicotina no organismo. Com isso, o gosto e o olfato começam a melhorar. De 2 a 12 semanas depois, a circulação venosa (responsável pelo retorno do sangue dos tecidos para o coração) melhora e de três a nove meses depois, os problemas respiratórios e as tosse acalmam, a voz se torna mais clara e a capacidade respiratória aumenta em 10%.

21 dicas para superar o hábito de fumar

1. Ao acordar se comprometa a não fumar;

2. Anote os três maiores motivos para deixar de fumar;

3. Anote os cigarros mais difíceis de cessar e elabore uma mudança comportamental para superá-los;

4. Anote três hábitos ou gatilhos que aumentam o seu risco de fumar;

5. Faça uma pequena caminhada;

6. Beba água nos momentos de fissura;

7. Inicie ou aumente as atividades físicas;

8. Converse com um amigo;

9. Leia um texto curto;

10. Acesse um vídeo relaxante;

11. Masque uma goma ou chupe uma bala com pouco açúcar;

12. Inspire lenta e profundamente pelo nariz e expire lentamente pela boca;

13. Repita mentalmente por várias vezes – eu não me permito fumar;

14. Modifique ou evite uma rotina que aumentava o risco de fumar;

15. Evite uma situação (gatilho) que aumenta o risco de fumar;

16. Evite um hábito que aumenta o risco de fumar;

17. Anote os benefícios alcançados após alguns dias sem fumar;

18. Limpe seu carro para retirar o odor do tabaco;

19. Evite locais com fumantes;

20. Comprometa-se a abrir mão de algo que gosta muito caso volte a fumar;

21. Procure auxílio médico para apoio no processo de cessar o tabagismo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2022 0 Comentários 1,8K Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga e outras instituições buscam formas de suprir novo piso da Enfermagem

Por Amanda Krohn 16/08/2022
Por Amanda Krohn

O Hospital Sapiranga, junto a outras instituições de saúde, está buscando alternativas para suprir o novo piso da enfermagem. O tema foi tratado na última semana em Assembleia Geral da Rede de Hospitais Sem Fins Lucrativos do Rio Grande do Sul. Na ocasião, também foram discutidos o novo piso da Enfermagem, a defasagem da tabela SUS e o impacto de quase R$ 950 milhões por ano, o que inviabiliza o funcionamento das Instituições.

Sem previsão de recursos extras para o cumprimento do novo piso, as 247 Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, responsáveis por mais de 70% das internações SUS, entrarão em colapso financeiro. A situação prejudica a assistência à saúde da população do Estado, tendo em vista a inevitável necessidade de diminuir suas estruturas de leitos e de pessoal. A rede, da qual o Hospital Sapiranga faz parte, definiu que permanecerá em estado de Assembleia permanente enquanto se discutem alternativas financeiras para o cumprimento e decisão de ADIN já em andamento, caso contrário, a desassistência em saúde é inevitável.

“Os recursos da tabela SUS, já eram insuficientes cobrindo apenas 60% dos custos envolvidos, com o novo piso fica completamente inviável se não houver uma nova fonte de receita. Não estamos discutindo o mérito da categoria, a qual é linha de frente dos hospitais, porém temos que encontrar de forma conjunta e responsável alternativas, para amenizar esse impacto e poder seguir mantendo nossos atendimentos”, enfatiza Elita Herrmann, diretora do Hospital Sapiranga.

Os recursos da tabela SUS, já eram insuficientes cobrindo apenas 60% dos custos envolvidos, com o novo piso fica completamente inviável se não houver uma nova fonte de receita. Não estamos discutindo o mérito da categoria, a qual é linha de frente dos hospitais, porém temos que encontrar de forma conjunta e responsável alternativas – diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann

Logo após a Assembleia, mais de 60 dirigentes hospitalares foram recebidos pelo Chefe da Casa Civil, Artur Lemos e Secretária Estadual de Saúde, Arita Bergmann, onde entregaram o documento oficial das Instituições. Na ocasião, foi criado um Grupo de Trabalho que envolverá outras Entidades, buscando soluções para o enfrentamento desta crise, que poderá resultar também em paralisações ou suspensões de atendimentos. A comitiva também foi recebida na Assembleia Legislativa do Estado, que recebeu o documento da Federação.

O próximo passo é a participação do Congresso Nacional da CMB, com a entrega do documento do Rio Grande do Sul e buscando uma grande mobilização nacional, tendo em vista que os recursos extras para o cumprimento do novo piso deveria ter sido apresentado pelo Executivo/Legislativo Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

16/08/2022 0 Comentários 851 Visualizações
SaúdeVariedades

Campo Bom confirma primeiro caso de Monkeypox

Por Felipe Schwartzhaupt 10/08/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Campo Bom registrou a primeira confirmação de caso de Monkeypox , ou, varíola do macaco, na última terça-feira (9). Trata-se de um paciente do sexo masculino, sem histórico de viagem, que está em isolamento, evoluindo bem; além disso, mais duas suspeitas são monitoradas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Para controlar o avanço da doença, a rede de saúde segue orientação de atendimento conforme nota informativa do governo do estado. O morador que identificar sintomas deve procurar a unidade de saúde mais próxima, considerando que qualquer pessoa exposta ao vírus pode se infectar independentemente de idade, sexo ou outras características.

A Monkeypox é transmitida através do contato direto ou indireto com gotículas respiratórias (saliva, muco nasal), mas principalmente pelo contato com lesões de pele de outras pessoas, objetos e superfícies contaminadas. O período de transmissão se encerra quando as crostas das lesões desaparecem. Uso de máscara de proteção e higienização frequente das mãos são formas de se prevenir.

Sobre os sintomas

Principais: erupção cutânea (lesões, bolhas, crostas) em diferentes formas. Podem afetar todo o corpo, incluindo rosto, palmas e plantas e órgãos genitais.
Outros sintomas frequentes: febre, dor de cabeça, inchaço dos gânglios linfáticos, dor nas costas, dores musculares e falta de energia.

Isolamento

O período é recomendado pelo médico e depende da cicatrização completa das lesões (feridas). Quem teve contato com o paciente, mas não apresenta sintomas, não têm recomendação de permanecer em isolamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2022 0 Comentários 439 Visualizações
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