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Saúde

Saúde

Hospital Sapiranga adquire novo equipamento intensificador de imagem para centro cirúrgico

Por Marcel Vogt 04/04/2023
Por Marcel Vogt

O hospital de Sapiranga adquiriu um novo equipamento que promete intensificar as imagens nos procedimentos cirúrgicos. O arco cirúrgico é um equipamento de radiologia digital, será utilizado em exames que necessitam de imagem durante a realização do procedimento. Ele é composto por um emissor de raios-X e um receptor de imagem digital, que captura as imagens em tempo real. Dessa forma, o médico pode visualizar com precisão o local onde está realizando o procedimento, orientando suas ações com maior precisão.

O Hospital Sapiranga sempre busca investir em tecnologia e inovação para oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes.

O novo equipamento adquirido pelo Hospital Sapiranga possui tecnologia de última geração, com alta resolução e qualidade de imagem. Além disso, são ágeis e práticos de manusear, permitindo que os procedimentos sejam realizados com maior rapidez e eficácia.

“O Hospital Sapiranga sempre busca investir em tecnologia e inovação para oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes. Com a aquisição do novo equipamento, temos certeza de que poderemos oferecer ainda mais qualidade e segurança em nossos procedimentos cirúrgicos”, afirmou a diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.

Entre os principais benefícios da utilização dos arcos cirúrgicos estão a redução do tempo de cirurgia, a diminuição do risco de complicações, a melhora da qualidade dos resultados e a redução do tempo de recuperação do paciente. Isso se deve à capacidade do equipamento de fornecer imagens de alta qualidade em tempo real, permitindo que o médico visualize com precisão as estruturas anatômicas e realize procedimentos cada vez mais precisos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 776 Visualizações
Saúde

Unimed Nordeste-RS define diretoria para o biênio 2023-2024

Por Marcel Vogt 04/04/2023
Por Marcel Vogt

Com mais de 420 mil beneficiários, considerando todos os produtos, e detentora de mais de 55% do mercado de planos de saúde em 17 municípios da Serra Gaúcha, a Unimed Nordeste-RS elegeu a diretoria para o biênio 2023-2024. Neste período, presidirá a cooperativa o Dr. André Germano Leite, tendo como vice o Dr. Walter Praetzel Porto. A definição ocorreu na noite de 27 de março.

A Unimed Nordeste-RS é uma das cinco maiores empresas de Caxias do Sul, com faturamento superior a R$ 1,2 bilhão (2022). Reúne atualmente mais de 1,2 mil médicos cooperados e 3 mil funcionários, sendo responsável ainda pela geração de 15 mil empregos de forma indireta, considerando todos os produtos.

“A Unimed é muito mais do que um plano de saúde. É a garantia de uma assistência médica feita por profissionais altamente qualificados, dentro da melhor infraestrutura e com uma ampla rede de cobertura em todo o país. É a tranquilidade de saber que seu bem mais precioso – sua saúde – está em ótimas mãos. Os desafios são enormes, mas com muito trabalho, responsabilidade e seriedade, iremos sobrepô-los, entregando uma percepção ainda maior de valor aos nossos clientes, aos nossos médicos cooperados e aos nossos colaboradores”, define o Dr. André Germano Leite.

O presidente acredita muito no tripé pessoas-processos-tecnologia para que seja buscado um crescimento sustentado em época de muitas incertezas econômicas e demandas cada vez maiores de um mercado que se mostra muito competitivo.

“A busca incessante de soluções inovadoras com incremento da qualidade assistencial – uma marca da Unimed – é uma obrigação da gestão moderna, já que o mercado é muito dinâmico e demanda por mudanças muito rapidamente. A automatização de processos, a transformação digital e o uso de sistemas dotados de inteligência artificial são exemplos de iniciativas que serão adotadas, mas devem contrastar com o necessário incremento do cuidado de saúde (em vez do cuidado da doença). Vamos focar em promoção de saúde e prevenção de doenças, na assistência integral à saúde, no cuidado longitudinal e acessível aos nossos clientes, auxiliando-os a manter-se saudáveis, com uma melhor qualidade de vida”, sustenta o presidente.

“Tudo indica que 2023 será um ano ainda muito difícil para nosso segmento, com índices de sinistralidade elevados. O desafio será manter a nossa excelência na qualidade dos serviços prestados – não abrimos mão disso – e controlarmos os crescentes custos assistenciais. Nosso time está preparado para oferecer aos nossos clientes o que há de melhor na assistência médica. Cuidar de nossos clientes: esse é o plano!”, projeta o presidente da Unimed Nordeste-RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 507 Visualizações
Saúde

Capão da Canoa realiza 4ª Caminhada pelo Autismo

Por Marina Klein Telles 04/04/2023
Por Marina Klein Telles

No último domingo (02), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a Prefeitura de Capão da Canoa, por meio da Secretaria da Saúde com o apoio do Programa de Atendimento a Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEAcolhe) e Associação de Pais e Amigos do Autista (AMA), promoveu a 4ª Caminhada pelo Autismo. O evento teve por objetivo divulgar a bandeira principal da causa: Mais informação e menos preconceito.

O percurso iniciou na frente do Centro Administrativo seguindo até o Largo do Baronda, à beira-mar. Dezenas de pessoas participaram da caminhada vestindo branco e também a camiseta do evento, que leva o símbolo do autismo.
Segundo o Secretário de Saúde, Tiarlin Abling, todos os anos a caminhada ganha mais adesão e atenção da população. “Junto com o Prefeito Amauri e nossa equipe da Saúde e do TEAcolhe buscamos dar o suporte que as famílias precisam, sempre sensibilizando a nossa comunidade e levando informações sobre o autismo”, diz.

A caminhada contou com a participação do Prefeito em Exercício, Ademar Duarte, do Secretário de Saúde, Tiarlin Abling, da Secretária de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, Almeí Ceconello dos Reis, do Secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Marcelo Ramos, da Secretária de Educação, Sônia Bardini Lima, vereadores e comunidade em geral.

Ao longo do mês de abril, outras atividades de conscientização sobre o autismo serão realizadas no município.

Foto: Luiz Moraes/divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 561 Visualizações
Saúde

Dia do Autismo lembra da importância do conhecimento sobre o transtorno e tratamento

Por Marina Klein Telles 04/04/2023
Por Marina Klein Telles

No domingo, 2 de abril, foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. A data, vigente desde 2007, é de grande valor para levar à pauta as informações e orientações acerca do reconhecimento e tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de reforçar a necessidade de inclusão social e respeito a quem tem o transtorno.

Estima-se que os números de pessoas com TEA estejam aumentando em todo o Brasil, seguindo a tendência que já foi verificada nos Estados Unidos, de acordo com relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). De acordo com a última estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), seriam 2 milhões de diagnosticados com TEA dentre a população de 200 milhões de pessoas no Brasil. Ou seja, 1 % da população. Foram levantados dados acerca do Autismo no último censo do IBGE, em 2022. A divulgação dos números ainda é aguardada.

Segundo Mariana Potrich, psicóloga que atua na equipe do Centro Regional de Referência em TEA do Programa TEAcolhe, nos últimos 12 anos pesquisas apontam um aumento no número de casos, fato que acontece devido às mudanças no diagnóstico. “Hoje, o “espectro” abrange um conjunto de transtornos, como síndrome de asperger, autismo infantil, transtorno desintegrativo da infância, transtorno global do desenvolvimento, entre outros, que compõem o Transtorno do Espectro do Autismo – TEA”, explica a psicóloga.

Além dos atendimentos especializados, a psicóloga reforça também a importância da solicitação da Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA), para garantia dos direitos. “Além de assegurar direitos, ela também ajuda a mapear as pessoas com TEA e as necessidades, assim políticas públicas podem ser desenvolvidas para esta população”, salientou. Ela conclui: “Porém, o mais importante é que esta pessoa possa ser olhada para além de seu diagnóstico e consiga ter uma vida plena como qualquer outro indivíduo. O respeito às diferenças é uma emergência social para todas as pessoas”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 466 Visualizações
Saúde

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo: Diferenças entre TEAs e deficiência auditiva

Por Marina Klein Telles 02/04/2023
Por Marina Klein Telles

O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo é celebrado anualmente em 2 de abril e tem como objetivo difundir informações à população sobre a condição, com vistas à redução da discriminação.

Conforme o Ministério da Saúde, os Transtornos do Espectro Autista (TEAs) surgem na infância e tendem a persistir na adolescência e na vida adulta. Na maioria dos casos, eles se manifestam nos primeiros cinco anos de vida e as pessoas afetadas pela condição podem ter condições comórbidas, como epilepsia, depressão e ansiedade. Já o nível intelectual varia muito de um caso para outro, alternando de comprometimento profundo a casos com altas habilidades cognitivas.

Dr. Gilberto Ferlin, otorrinolaringologista e foniatra no Hospital Paulista, destaca que os TEAs têm como um de seus critérios diagnósticos a falha na comunicação social e explica que, embora inicialmente os sintomas apresentados possam ser parecidos, não há relação direta do transtorno com a deficiência auditiva.

“O deficiente auditivo, dependendo do grau da perda auditiva e do ambiente onde se encontra, embora não apresente falha na comunicação social, como o TEA, pode, por não ouvir, não responder a chamados e não conseguir se comunicar efetivamente. Por isso, é fundamental, antes de fechar o diagnóstico de autismo, ter um diagnóstico audiológico consistente, principalmente em crianças. Quanto menor a criança, mais importante é o diagnóstico audiológico antes de se pensar em TEA”, reitera.

O especialista pontua que, muitas vezes, os primeiros sintomas notados pelos cuidadores – não necessariamente os que primeiro aparecem -, tanto no autista como no deficiente auditivo, são muito semelhantes, como por exemplo: não responder às conversas, nem mesmo ao chamado do nome e o atraso na fala. Ambas as características devem estar presentes por volta do primeiro ano de vida e sua ausência constitui sinal de alerta para possíveis alterações no desenvolvimento infantil.

Nesse contexto, ressalta o otorrino, é fundamental que o diagnóstico audiológico seja consistente e o mais breve possível.  “Deficientes auditivos e autistas podem se confundir num primeiro olhar. Evidentemente, existem outros sintomas na comunicação social que os diferencia, como o olhar, por exemplo – embora não seja o único. Autistas podem também, ao contrário, manifestar irritação ou agressividade a determinados tipos de sons em intensidade (volume) não tão elevadas”, ressalta o médico.

A partir do diagnóstico do TEA e suas particularidades encontradas em cada indivíduo, a reabilitação, especificamente das perdas auditivas, pode seguir o padrão dos deficientes auditivos sem deixar de observar a singularidade do paciente. Num primeiro olhar, a perda auditiva pode dificultar o diagnóstico do TEA, por isso, é fundamental que o diagnóstico audiológico do paciente seja consistente e confiável. “Muitas vezes, a partir da avaliação do profissional habituado a trabalhar com desenvolvimento infantil, como o otorrino foniatra, é possível formular diagnóstico diferencial de uma ou outra alteração, pois um diagnóstico não necessariamente exclui o outro. Nesse sentido, a busca do diagnóstico etiológico auxilia, em muito, o trabalho terapêutico”, pondera.

Vale lembrar que o exame de triagem auditiva neonatal, obrigatório em maternidades no Brasil, por se tratar de exame de triagem, não exclui todas as possibilidades de déficit auditivo infantil, visto que existem condições de saúde que evoluem com perda de audição progressiva a partir do nascimento. Por isso, um profissional deve ser consultado tão logo se suspeite que possa existir dificuldade auditiva na criança. “Crianças que não tenham atenção a sons, não se assustam com barulho intensos, não balbuciam (brincam emitindo e explorando os sons da boca) no primeiro ano de vida, principalmente se estimuladas pelos cuidadores, devem ser investigadas”, finaliza Dr. Ferlin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2023 0 Comentários 661 Visualizações
Saúde

Dia Mundial da Nutrição: aumento do consumo de ultraprocessados

Por Marina Klein Telles 31/03/2023
Por Marina Klein Telles

Obesidade, diabetes e hipertensão são problemas de saúde associados ao consumo de alimentos ultraprocessados. No Dia Mundial da Nutrição, celebrado em 31 de março, são realizadas ações de conscientização e prevenção, avaliando práticas nutricionais e trazendo para o debate políticas públicas que incentivem uma melhor alimentação aos brasileiros.

Como se diz na nutrição: somos o que comemos.

No Brasil, o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados representa mais da metade do consumo alimentar da população brasileira (57,9%), conforme aponta estudo divulgado pelos Orçamentos Familiares (POF) do IBGE. Pessoas negras, indígenas, moradoras das áreas rural e das regiões Norte e Nordeste, assim como grupos com menores níveis de escolaridade e renda, são os maiores consumidores de ultraprocessados.

Processados e ultraprocessados: Qual a diferença?

De acordo com a professora do curso de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Paloma Popov, o primeiro passo para resolver esse problema é entender a diferença entre alimentos minimamente processados, processados e ultraprocessados, conforme categoriza o Guia Alimentar Brasileiro. “O que difere os alimentos processados dos ultraprocessados é que estes últimos possuem a quantidade mínima de componentes alimentares. Por exemplo, o milho em casca é um alimento minimamente processado, enquanto o milho enlatado é um alimento processado. Os salgadinhos feitos de milho são um exemplo de alimento ultraprocessado”, explica.

Paloma considera que a praticidade de consumir alimentos ultraprocessados contribui significativamente para o aumento do consumo, pois as pessoas querem comer com rapidez e facilidade. Segundo ela, refeições e lanches congelados com conservantes, aromatizantes e outros aditivos não são apenas prejudiciais à saúde, mas também podem causar doenças. “Apesar da rotina corrida, o consumidor deve ler os rótulos dos alimentos processados e ultraprocessados e escolher produtos com menos ingredientes e mais reconhecíveis”, recomenda.

A saúde paga o preço

Popov explica que as consequências do consumo de alimentos ultraprocessados ao longo do tempo podem ser graves, como obesidade, sobrepeso, diabetes e hipertensão. “No passado, o Brasil enfrentou um grave problema de desnutrição, mas agora a mudança é em direção à obesidade e problemas de saúde devido aos hábitos alimentares”. Segundo a docente do CEUB, é fundamental conscientizar a população sobre os perigos do consumo de alimentos ultraprocessados e a necessidade de uma alimentação balanceada para prevenir doenças.

Uma solução simples

“Como se diz na nutrição: somos o que comemos. Infelizmente, a população está esquecendo de voltar à cozinha. Muitas vezes, a cozinha é apenas uma parte decorativa da casa, quando na verdade precisamos estimular o preparo do alimento como um cuidado, uma terapia em família. Se cozinharmos o básico, como arroz, feijão, verdura e salada, já estaremos nos ajudando e mostrando os ganhos para a saúde, como a pele, o cabelo e o intestino funcionando bem. É o mínimo que precisamos fazer. Esse é o nosso maior foco de estudo e preocupação”, finaliza Paloma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2023 0 Comentários 772 Visualizações
Saúde

Plano para Enfrentamento a Demências deve ser apresentado pelo Estado ainda em 2023

Por Marina Klein Telles 31/03/2023
Por Marina Klein Telles

O Rio Grande do Sul prepara-se para apresentar ainda no primeiro semestre de 2023 um Plano para Enfrentamento ao Alzheimer e outras Demências. O anúncio foi feito pela secretária da Saúde, Arita Bergmann, durante audiência com o deputado estadual Issur Koch e o médico geriatra e professor de Medicina, Leandro Minozzo, na quarta-feira (29). “Vamos dar vida à lei do Issur”, disse Arita ao referir-se à Lei Estadual 15.820/22, de autoria do parlamentar, que institui a Política Estadual de Enfrentamento à Doença de Alzheimer e outras Demências.

No encontro, Minozzo detalhou sua proposta para o Plano Gaúcho de Cuidado Integral em Demências, que deverá servir de base para a Secretaria da Saúde implementar sua proposta. “O Rio Grande do Sul é um dos estados com maior envelhecimento do País, com 19%. A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerentologia calcula que as demências atinjam cerca de 7% da população, ou seja, estamos falando de 126 mil a 150 gaúchos”, disse o especialista.

Com livros publicados na área, Minozzo é referência nacional no tratamento de demências e auxiliou Issur na elaboração da legislação estadual. “O serviço público de saúde, em todas as esferas, oferece assistência às famílias em situação precária, tanto no apoio emocional como na estrutura oferecida pela rede pública. Com o Plano Gaúcho de Cuidado Integral em Demências, podemos dar um passo à frente nesta questão e sermos pioneiros mais uma vez”, destacou.

Emocionado, Issur disse que ter o apoio do Estado à sua proposta era algo que valia a pena ser deputado. “Muitas vezes fazemos reuniões para tratar de problemas em Saúde, mas desta vez estamos trazendo uma solução com o Plano detalhado pelo dr. Minozzo. Fico feliz em contribuir e ter sido o agente para que esse projeto tão importante para milhares de gaúchos pudesse avançar. O Alzheimer não atinge apenas o paciente, mas toda a família que sofre ao ver seu ente querido sem a assistência necessária”, definiu.

Próximos passos

Solicitado a pedido da Secretaria Estadual de Saúde, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente aprovou nesta quarta-feira requerimento de audiência pública para tratar do Plano Estadual de Saúde para o período 2024-2027. A intenção é promover uma discussão com gestores municipais e o Conselho Estadual de Saúde sobre as particularidades do planejamento, que contemplará, também, o combate ao Alzheimer e outras demências.

Paralelamente, o doutor Leandro Minozzo seguirá em contato com a equipe técnica da Secretaria da Saúde, auxiliando na elaboração da proposta ligada às demências.

Participaram da reunião, ainda, Marlise Fraga de Souza, diretora Adjunta do Departamento de Atenção Primária em Saúde; Gislaine Lima da Silva, chefe da Divisão das Políticas dos Ciclos de Vida; e Ana Lúcia Pires Afonso da Costa, secretária Adjunta da Secretaria Estadual da Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2023 0 Comentários 454 Visualizações
Saúde

Gerint começa a ser utilizado em Caxias do Sul

Por Marina Klein Telles 30/03/2023
Por Marina Klein Telles

Neste sábado (1/4), a Central Municipal de Regulação de Caxias do Sul começa a utilizar o Gerint para gestão da regulação de internações hospitalares. A implementação do sistema em todo o Estado é um trabalho da Secretaria Estadual da Saúde (SES), que o utiliza para regulação estadual e unificação das filas de espera por internações no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Até agora, regulamos e mandamos pacientes para Caxias. A partir de abril, a diferença será que Caxias receberá as solicitações, e nós, que gerimos todo o Estado, poderemos compartilhar e transferir pacientes de outras regiões para a Serra”, disse a chefe da Divisão de Apoio às Centrais de Regulação do Departamento de Regulação Estadual, Flávia Schuck.

O Gerint já está em funcionamento em Porto Alegre, onde o software foi desenvolvido. Caxias é a primeira central municipal de regulação fora da capital a aderir ao sistema. As duas centrais restantes, Pelotas e Canoas, estão em fase de implementação, sem data prevista para início da utilização. Em relação aos hospitais, 100% das instituições gaúchas já utilizam o Gerint desde de 2020. Na ocasião, o sistema foi uma importante ferramenta para o enfrentamento da covid-19.

“Para Caxias, é muito importante a utilização do Gerint, já que regulamos as vagas para os 49 municípios da macrorregião da Serra. Antes, tínhamos um sistema próprio que não era integrado ao do Estado. Por isso, este é um marco muito importante. Poderemos dar mais transparência para as filas de espera, que poderão ser acompanhadas pela central e pelas e demais regiões do Estado”, explicou a secretária municipal de Saúde de Caxias do Sul, Daniela Meneguzzi.

Gerint e Gercon

Gerint e Gercon são, respectivamente, sistemas de gerenciamento de internações em leitos clínicos e hospitalares e de consultas com especialistas. Foram desenvolvidos pela Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa) e são utilizados pelo governo do Estado. Os programas permitem uma qualificação do acesso ao SUS e uma unificação das filas de esperas em todo território gaúcho.

Foto: Marcelo Bernardes/divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Saúde

Hospital Unimed Vale do Sinos realiza procedimento com técnica inovadora

Por Marcel Vogt 30/03/2023
Por Marcel Vogt

Uma técnica inovadora foi utilizada em um procedimento realizado no Hospital Unimed Vale dos Sinos, em Novo Hamburgo. A equipe de cirurgiões torácicos, coordenada pelo cirurgião torácico Ivo Leuck Jr., realizou, pela primeira vez no Rio Grande do Sul, o reparo minimamente invasivo do Pectus Excavatum (MIRPE), com material novo no Brasil, por meio da Cirurgia de Nuss. A técnica consiste na utilização de um equipamento que garante maior segurança, efetividade, melhor resultado anatômico e cicatrizes menores aos pacientes.

Esse procedimento atesta a alta qualificação que temos no Hospital Unimed.

Segundo o médico que coordenou a equipe de cirurgiões torácicos, Ivo Leuck Jr., a técnica não é praticada com frequência pelos hospitais do Estado. “Esse procedimento atesta a alta qualificação que temos no Hospital Unimed. Para nos auxiliar, recebemos o cirurgião torácico do Instituto do Coração, de São Paulo, Miguel Lia Tedde, profissional da mais alta qualidade e que nos orientou quanto à utilização do novo material e no atendimento do paciente”, explicou Leuck.

O Pectus Excavatum é uma má formação na região torácica e acontece quando as cartilagens do tórax crescem demais e provocam o afundamento do esterno entre as costelas, deixando uma cavidade. Além dos possíveis efeitos cardiopulmonares que a deformidade pode provocar, os portadores costumam sofrer graves problemas psicológicos devido ao defeito na parede torácica e por acontecer, em geral, na fase de formação da personalidade (entre 8 e 14 anos). A Cirurgia de Nuss é considerada o padrão ouro no tratamento da má formação. 

O pioneirismo do procedimento realizado no Hospital Unimed Vale dos Sinos foi o material utilizado, que evita o deslocamento das barras metálicas, o que pode provocar sérios riscos para o paciente. Além disso, o resultado anatômico da correção é melhor, pois o material foi desenvolvido para tratar desde casos simples aos mais complexos, e o mesmo é fabricado no Brasil, com possibilidade de substituição aos importados, usados até então pelos especialistas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 849 Visualizações
SaúdeVariedades

Comusa participa de encontro da Assemae em Brasília

Por Marcel Vogt 30/03/2023
Por Marcel Vogt

Os desafios do saneamento no Brasil foi uma das pautas do encontro realizado pela Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), nesta última semana de março, em Brasília, durante a Marcha dos Prefeitos. O evento contou com a participação de representantes de autarquias de todo o Brasil, de bancos públicos, além do vice-prefeito e diretor-geral da Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo, Márcio Lüders, acompanhado do diretor de Atendimento ao Cliente, Silvio Klein, e da diretora Administrativo-Financeira, Andrea Braun. 

 

Em sua fala, Márcio afirmou que há escassez de recursos para financiamento de grandes obras e que isso trava o progresso para atingir as metas do Marco Regulatório do Saneamento. “É preciso deixar claro a importância da manutenção dos contratos existentes e da oportunização, por parte do Governo Federal, através dos agentes financiadores públicos, na concessão de financiamentos diretos para autarquias”, explica. Atualmente, a Comusa conta com recursos da Caixa e Banrisul para construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Luiz Rau, mas que, nos últimos anos, o governo acabou com o financiamento público para obras de saneamento, o que dificulta a obtenção de novos recursos.

 

“O que precisa ficar claro é que não queremos apenas atingir o Marco Regulatório, mas sim, trazer mais efetividade para o saneamento no Brasil.” 

A comitiva da Comusa ainda se reuniu com a Secretaria de Saneamento para apresentar projetos e definir estratégias para obtenção de recursos. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 421 Visualizações
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