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Saúde

Saúde

Morro Reuter oferece 60 horas semanais de atendimento em odontologia

Por Marcel Vogt 15/06/2023
Por Marcel Vogt

A saúde bucal tem atenção especial da Administração Municipal de Morro Reuter. Mais do que preocupação com um sorriso saudável, a odontologia garante bem-estar ao mesmo tempo em que previne doenças bucais. No município, dois profissionais dentistas garantem esse serviço de qualidade com 60 horas de trabalho semanal. A Secretaria Municipal de Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente disponibiliza um consultório completo na Unidade Municipal de Saúde para bem atender a população.

Diariamente, são realizadas 12 consultas agendadas e mais quatro de urgência e emergência. Ou seja, são 16 consultas odontológicas gratuitas oferecidas pelo Executivo à população todos os dias. Ainda assim, caso um paciente chegue com dor à Unidade Municipal de Saúde fora do horário de trabalho dos dentistas, não fica sem atendimento. Um clínico geral avalia o paciente e prescreve medicamentos, se necessário, conforme cada caso.

Saúde bucal nas escolas

Por meio do Programa Saúde na Escola (PSE), toda terça-feira é dia de saúde bucal nas escolas de Morro Reuter. A prefeitura disponibiliza profissional dentista que vai até as instituições de ensino para aplicação de flúor e avaliação de todos os alunos matriculados. É mais uma forma de promoção, prevenção e atenção à saúde oferecida gratuitamente à população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 499 Visualizações
Saúde

Secretaria de Saúde lança pesquisa para medir satisfação dos usuários nas UBSs

Por Marcel Vogt 15/06/2023
Por Marcel Vogt

A Secretaria Municipal de Saúde de Dois Irmãos criou um sistema para medir o nível de satisfação dos usuários das Unidades Básicas de Saúde do Município, quanto aos serviços prestados e também sobre o atendimento recebido dos profissionais de saúde. 

Após o paciente buscar o atendimento em umas das UBSs, receberá, de forma online no seu e-mail cadastrado, a pesquisa de satisfação para responder em casa. A pesquisa para pedir o grau de satisfação é bem curta e rápida, apenas três perguntas descritivas. 

O arquivo pode ser respondido através do próprio smartphone ou pelo computador. O usuário que não tiver acesso à internet e/ou preferir responder pessoalmente, deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência para participar da pesquisa de forma presencial.

Segundo o secretário de Saúde, Nilton José Tavares, a pesquisa quer conhecer a experiência do atendimento vivenciada pelos usuários em nossas UBSs, com o intuito de melhorar os serviços podendo ofertar experiências melhores com otimização dos processos e fluxos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 487 Visualizações
Saúde

Crescimento da população de idosos no Brasil é pauta no RS

Por Marcel Vogt 14/06/2023
Por Marcel Vogt

Na última década, o contingente de pessoas com 60 anos ou mais cresceu quase 40% no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A “revolução do envelhecimento”, como define o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, não é mais uma tendência, mas uma realidade em ascensão. “Como se tornar um país desenvolvido, equiparado a grandes potências mundiais, sem políticas públicas que realmente atendam ao único grupo que não para de crescer?”. O questionamento feito por Kalache nesta terça-feira (13), deu início a uma série de discussões a respeito da temática no 1º Seminário Envelhecimento nas Pautas das Políticas Públicas do RS, promovido pelo Sesc/RS em parceria com o Governo do Estado.

O evento reuniu no Teatro do Sesc Alberto Bins, em Porto Alegre, autoridades no assunto como o secretário estadual de Assistência Social, Bento Fantinel; a presidente do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, Iride Caberlon; a coordenadora do programa Maturidade Ativa Sesc/RS e conselheira da Comissão de Assessoramento e Apoio aos Municípios, Michele Silveira; a conselheira da Comissão de Violência Contra as Pessoas Idosas, Joana Veras; e a professora e doutora Vania Beatriz Merlotti Herédia. A ação integra iniciativas em alusão ao Dia Mundial da Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa nesta quinta-feira, 15 de junho.

O idadismo (preconceito a pessoas por conta de sua idade), foi ponto central das palestras que, além de apresentar dados sobre o envelhecimento, tipos de violência contra pessoas idosas e acesso das mesmas a serviços essenciais como saúde, educação, mercado de trabalho, tecnologia e transporte, também defenderam a importância das organizações que batalham em prol da causa. Para os 60+, uma vitória significativa foi alcançada em janeiro de 2022, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu, após diversas análises, não incluir a velhice na classificação de doenças. 

“Na pandemia, o idoso virou um protagonista que precisava ser protegido, mas não basta dedicar recursos e cuidados apenas para uma área ou em um momento específico. E, para saber como lidar com as dificuldades enfrentadas pelas pessoas idosas e solucionar questões como a violência, que podem ser física, psicológica, de abandono, negligência, sexual, financeira, sócio-política e estrutural, é preciso conhecer a cultura de cada lugar, o contexto das comunidade e as necessidades específicas de cada grupo”, ponderou Vania.

O papel de cada um contra violência

Segundo levantamento mais recente do IBGE (2020), o Rio Grande do Sul é o estado da Região Sul com maior número de denúncias de violações cometidas contra pessoas idosas. No ano em questão, foram registradas 22,8 denúncias por 100 mil habitantes no Disque 100. Na avaliação das comissões do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, a rede de proteção ainda é muito fraca. Sem amparo e prevenção, muitos idosos sequer chegam a denunciar por medo, falta de informação e acesso aos canais apropriados.

De 2021 pra cá, a Comissão de Assessoramento e Apoio aos Municípios registra alguns avanços, como a criação do Pacto Nacional para Implantação da Política dos Direitos da Pessoa Idosa, aperfeiçoamento da Rede de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, criação do Programa Permanente de Capacitação de Conselheiros Gestores, lançamento do Guia de Orientação para Gestão da Política do Idoso, que será fisicamente entregue aos municípios nos próximos meses, entre outros.

“É nosso papel estar cada vez mais empoderados de conhecimento, sabendo onde buscar as informações, para que possamos atuar com responsabilidade e efetividade tanto como cidadãos quanto na condição de representantes de instituições importantes para os idosos”, destacou Michele, que está à frente do Maturidade Ativa Sesc/RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2023 0 Comentários 535 Visualizações
Saúde

Junho Vermelho: Hemocentro do Rio Grande do Sul mobiliza doadores de sangue

Por Marina Klein Telles 14/06/2023
Por Marina Klein Telles

No Dia Mundial do Doador de Sangue, 14 de junho, a iniciativa de duas estudantes da área da saúde, Sofia dos Santos e Ellen da Silva, é um exemplo a ser seguido e prestigiado. Por meio da Liga Acadêmica da UniRitter, elas conseguiram mobilizar um grupo de 13 pessoas para doarem sangue no Hemocentro do Rio Grande do Sul (Hemorgs).

Sofia dos Santos e Ellen da Silva

Para elas, o ato é uma forma de fazer algo importante para quem precisa. “Uma pessoa doando sangue vai salvar quatro vidas, pelo menos. É especial saber que estamos ajudando outras pessoas. Conseguimos reunir um bom número de doadores”, disse Sofia.

De janeiro a junho de 2023, o Hemorgs recebeu 6.245 doações. No mesmo período, em 2022, foram 7.218 doações, ou seja, 973 coletas a mais. A assistente social do Hemocentro, Gesiane Almansa, explica que a diminuição de doadores se deve a mudanças climáticas repentinas, resfriados, gripes e até mesmo ao uso de medicamentos que podem deixar muitos doadores inaptos temporariamente. Ela lembra ainda que a população em geral está desinformada sobre a necessidade diária de doações para a manutenção dos estoques de hemocomponentes em níveis adequados.

Diante desse cenário, o Hemorgs continua solicitando doações de sangue de todos os tipos, especialmente O+ e O-. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, na avenida Bento Gonçalves, 3.722, bairro Partenon, em Porto Alegre.

Os interessados podem agendar a doação pelo site da Secretaria da Saúde (SES) ou por mensagem de WhatsApp para o número (51) 98405-4260. O agendamento pode ser feito para grupos ou individualmente. Quem não for da capital pode doar no hemocentro mais próximo de sua casa.

Doação de sangue 

Atualmente, o Hemocentro distribui sangue e derivados para cerca de 40 hospitais. São necessárias em torno de 100 bolsas de sangue doadas todos os dias para suprir a demanda. Uma doação de sangue é capaz de salvar até quatro vidas.

A doação de sangue e seu processamento são fundamentais para garantir a disponibilização de componentes sanguíneos para os pacientes que necessitam de transfusão, devido a acidentes, cirurgias ou outras situações clínicas.

Se cada cidadão saudável doasse sangue pelo menos duas vezes por ano, não seriam necessárias campanhas emergenciais para reposição de estoques. O sangue não tem substituto e, por isso, a doação voluntária é fundamental.

Requisitos para doação

  • estar em boas condições de saúde;
  • apresentar documento oficial de identidade com foto;
  • ter idade entre 16 e 69 anos, sendo que os candidatos a doadores com menos de 18 anos deverão estar acompanhados pelos pais ou por responsável legal;
  • pesar no mínimo 50 kg, com desconto do peso das roupas;
  • ter dormido pelo menos 6 horas antes da doação;
  • não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação;
  • não fumar pelo menos duas horas antes da doação.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2023 0 Comentários 517 Visualizações
Saúde

20% das crianças e adolescentes brasileiros sofrem com asma

Por Marina Klein Telles 07/06/2023
Por Marina Klein Telles

As mudanças climáticas características das estações mais frias – outono e inverno -, somadas ao ar gelado e seco dessa época do ano, são os principais fatores desencadeantes para o desenvolvimento e/ou agravamento de doenças respiratórias, como a asma, que, de acordo com o órgão regulatório de saúde estadunidense CDC (Centers for Disease Control and Prevention), é a doença crônica mais comum em crianças de todo o mundo. Somente no Brasil, cerca de 20% das crianças e adolescentes do país sofrem com o problema, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).

Esse agravamento da condição durante as estações mais geladas é causado pelo contato do ar frio e seco com os brônquios, o que pode irritar o epitélio – tapete que reveste o pulmão – e provocar crises de asma, detalha a pneumologista pediátrica, alergista e professora de Pediatria do curso de Medicina da Universidade Positivo (UP), Laura Maria Lacerda Araujo. “A permanência prolongada em ambientes fechados por conta do frio facilita um maior contato com aeroalérgenos, como os ácaros da poeira e mofos, que podem levar a sintomas respiratórios em crianças sensibilizadas”, explica a especialista, ressaltando também a sazonalidade dos vírus respiratórios nesse período, que levam a resfriados e gripes e podem agravar a asma das crianças.

A médica revela que os principais sintomas que crianças com asma apresentam envolvem tosse seca, falta de ar, aperto e chiado no peito, que podem durar dias e ser recorrentes, além de limitações durante as atividades físicas. “Dependendo da gravidade da doença, pode haver também sono irregular, com despertares noturnos por dificuldade respiratória, além de absenteísmo escolar. São restrições que atrapalham a qualidade de vida não somente da criança asmática, mas de toda a família”, aponta.

Segundo Laura, o diagnóstico de asma na infância é essencialmente clínico, pois exames de função pulmonar são difíceis de serem executados em crianças, principalmente nas menores de 6 anos. Entretanto, alguns elementos podem ajudar a não confundir outras condições respiratórias com asma. “Esse problema pode ser identificado se há também a presença de outras doenças alérgicas, como rinite, dermatite atópica ou alergia alimentar, assim como um histórico de familiares com asma”, alerta a médica pediatra.

Ela afirma que testes alérgicos podem direcionar para um tratamento mais específico e controle ambiental, além da espirometria, que pode ser solicitada para crianças mais velhas, pois ajuda a diagnosticar a asma ao apresentar uma melhora dos parâmetros respiratórios após a medicação broncodilatadora, que é um dos principais tratamentos da crise de asma.

Entretanto, a alergista ressalta a importância de compreender que a asma se manifesta de maneiras diferentes em cada criança, pois é uma doença heterogênea na sua causa, apresentando uma variedade de sintomas, que também podem se manifestar de formas diversas. “Algumas crianças têm mais queixas nas crises, enquanto outras experimentam sintomas durante atividades físicas, sono ou situações de ansiedade e estresse. Em bebês, o chiado pode ser um sintoma isolado; já em crianças que estão em idade escolar, o aperto no peito chama mais atenção”, detalha Laura, que finaliza com dicas que podem evitar as crises asmáticas tão comuns nos meses mais frios do ano.

“A vacinação contra a gripe e covid-19 é fundamental, tendo em vista que, dentre os principais desencadeantes de sintomas respiratórios nas crianças asmáticas, encontram-se as infecções virais. Além disso, manter os ambientes limpos, livres e arejados, mesmo durante o frio, para evitar acúmulo de mofo, ácaros, vírus e bactérias circulantes”, recomenda a especialista, destacando a importância do acompanhamento médico para as crianças, com um tratamento individualizado que lhes permita adquirir um controle satisfatório da doença, para que possam levar uma vida absolutamente normal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2023 0 Comentários 583 Visualizações
Saúde

Oncoprev visita Hospital Lauro Reus para trazer oncologia à Campo Bom

Por Marcel Vogt 05/06/2023
Por Marcel Vogt

A proposta de trazer para Campo Bom a referência oncológica dos atendimentos de pacientes do Vale do Sinos ganha força. Na última sexta-feira (02), apenas 10 dias após o prefeito Luciano Orsi apresentar a intenção à secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, a equipe diretiva da Oncoprev realizou uma primeira visita técnica ao Hospital Lauro Reus (HLR).

A Oncoprev é a clínica responsável pelos atendimentos oncológicos em Taquara, hoje é referência da região. De acordo com o prefeito, o projeto é ceder área ao lado do HLR para que seja construído um novo prédio, com o objetivo de diminuir o deslocamento dos pacientes, que tem sido uma grande preocupação. Para a secretária municipal de Saúde, Drª Suzana Ambros Pereira, são necessários mais dois centros oncológicos na região metropolitana, por isso Campo Bom se habilitou, para atender os pacientes campo-bonenses e das cidades mais próximas.

O diretor da Oncoprev, Ramon Ritter, pontua que, para a habilitação em procedimentos de alta complexidade, é preciso ter estrutura hospitalar adequada, e Campo Bom tem. “Hoje, é ‘a menina de ouro’, estruturada para uma habilitação rápida”, afirma Ramon. A construção do prédio, na área cedida pela Prefeitura, seria com recursos da própria Oncoprev. Neste cenário, com os pacientes do Vale do Sinos vindo para o HLR, Taquara continuaria atendendo outra região.

As tratativas com os governos do Estado e Federal já estão em andamento e, com a elaboração de projeto e realização de vistorias, a expectativa é de que até o final de 2023 haja um parecer definitivo sobre a questão.

Foto: Emerson Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 679 Visualizações
Saúde

Feevale apoia Liga na busca por recursos para suporte a pacientes oncológicos

Por Marina Klein Telles 05/06/2023
Por Marina Klein Telles

Na sexta-feira (2), o reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, recebeu, no Câmpus II, o vereador Enio Brizola e as representantes da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo, Maria Regina Strack Dau (presidente), e Eneida Suarez (conselheira). O objetivo da entidade, com o encontro, foi solicitar o apoio da instituição no esforço de buscar recursos federais, junto ao Ministério da Saúde, para o suporte aos pacientes oncológicos do município. “A Feevale apoia a causa, já realizando muitos atendimentos em parceria com a Liga, e certamente tem condições de ampliá-los”, afirma Prodanov. Participaram da reunião, ainda, pela Universidade, a diretora de Inovação, Daiana de Leonço Monzon, e o coordenador dos cursos de Fisioterapia e Quiropraxia, Cesar Augusto Teixeira.

Foto: Maria Izabella Atanasio/divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 524 Visualizações
Saúde

Nutricionista alerta que 2 milhões de pessoas têm doença celíaca no Brasil

Por Marcel Vogt 01/06/2023
Por Marcel Vogt

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1% da população mundial tem diagnóstico de doença celíaca, desencadeada pela ingestão de glúten. No Brasil, o dado representa cerca de 2 milhões de pessoas. A convite do vereador Raizer Ferreira (PSDB), a presidente da Associação dos Celíacos do Brasil – Seção Rio Grande do Sul (Acelbra-RS) e também nutricionista, Fabiana Magnabosco, e a secretária da diretoria, Rozimeri Dorr, participaram da sessão desta quarta-feira (31), para falar sobre a campanha Maio Verde e trazer esclarecimentos sobre a enfermidade.

O diagnóstico leva cerca de seis a oito anos para ser realizado.

Como ocorre com as demais condições autoimunes, a doença celíaca é caracterizada por uma desordem no sistema imunológico que leva o corpo a atacar seus próprios tecidos, causando um processo inflamatório. Nesse caso, os anticorpos produzidos pela intolerância ao glúten danificam o revestimento do intestino delgado, prejudicando, dentre outros, a absorção de nutrientes.

Proponente da ação, Raizer destacou a importância de trazer a campanha ao público e das atividades de conscientização sobre a doença celíaca, considerada autoimune e crônica. “Estou aqui como agente público para dar visibilidade ao tema, promover a conscientização e apoiar as pesquisas com o objetivo de aumentar a qualidade de vida dos que têm essa intolerância”, enfatizou.

Fabiana Magnabosco ressaltou que a campanha é um ótimo momento para trazer mais conscientização sobre o tema, embora a associação trabalhe anualmente com atividades que busquem levar informações tanto para a população quanto para os agentes de saúde. A presidente da Acelbra explicou que a doença celíaca é desencadeada pela ingestão de glúten, proteína presente em derivados de trigo, centeio e cevada. “O diagnóstico leva cerca de seis a oito anos para ser realizado. É demorado. Por isso, quando temos espaço para falar sobre o assunto é importante. Muitos médicos não percebem pelos sintomas apresentados, que podem ser diversos, que se trata de doença celíaca. A pessoa sofre e acaba tendo outras enfermidades desencadeadas em função disso”, afirmou Fabiana que demorou 10 anos para confirmar que era celíaca.

Ela salienta como fundamental a conscientização das equipes de saúde, e fez um pedido para que quando o paciente chegue ao posto de saúde, os profissionais consigam ter a sensibilidade de pensar que ele pode, pelos sintomas apresentados, ser celíaco ou ter outra desordem em função do glúten. “Temos uma lista de mais de 500 sintomas, e eles não se restringem ao trato gastrointestinal, então outras especialidades podem fazer o diagnóstico. Também há um protocolo clínico dentro do Sistema Único de Saúde para auxiliar no processo”, esclareceu.

Fabiana falou, ainda, que não cabe mais na realidade atual considerar essa doença como rara, devido aos índices de acometidos e ao fato de os diagnósticos serem cada vez maiores. “Muitos estão sofrendo, esperando consultas e exames, na maioria simples, que temos na rede pública de saúde. A Acelbra está disponível para falar sobre a doença nas instituições. Também oferecemos treinamentos e capacitações para que o diagnóstico seja mais rápido e para que o paciente possa ter mais qualidade de vida”, disse. Ela complementou enfatizando que a condição não é considerada uma doença infantil, e que pode ser diagnostica em jovens, adultos e, inclusive, idosos.

O vereador Felipe Kuhn Braun (PP) elogiou a iniciativa e contou que uma conhecida demorou cerca de 16 anos para descobrir a intolerância e, por isso, teve inúmeros problemas de saúde. “Pessoas como vocês estarem promovendo ações e fazendo um trabalho de divulgação e de conscientização é fundamental”, falou o progressista.

Raizer Ferreira destacou que nos mercados, por exemplo, já se encontram sessões especiais para os celíacos e indagou o que mais precisaria ser feito. Neste sentido, a presidente da associação lembrou que houve uma popularização dos produtos sem glúten a partir de 2014/2015, mas que ainda falta fiscalização e um trabalho dos próprios celíacos em cobrar que nas gôndolas dos estabelecimentos, por exemplo, não tenham produtos comuns, como óleo, feijão, arroz, que são naturalmente sem glúten.

Vladi Lourenço (PSDB) destacou quais os produtos que mais trazem prejuízos à saúde. “Tudo o que for derivado de trigo, centeio e cevada tem glúten, inclusive bebidas como a cerveja. Há 20 anos, não tinha a lei da rotulagem, que é de 2003 e que completou 20 anos agora em maio. Tivemos um aumento nos tipos de produtos ofertados, mas muitos não são seguros porque podem ter contaminação cruzada”, quando o alimento é produzido, armazenado, embalado ou preparado em um local onde outros produtos que contenham a proteína também são.

Sobre o tratamento, a nutricionista explicou que é basicamente não ingerir glúten e cuidar com a contaminação cruzada para que o intestino possa ir se recuperando. “Seguimos vida normal. A doença somente fica ativa quando a pessoa está consumindo os alimentos contraindicados. Caso contrário, ela entra em remissão”, concluiu.

Foto: Maíra Kiefer/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2023 0 Comentários 494 Visualizações
Saúde

Campanha de Voz 2023: conscientização sobre os riscos do tabagismo

Por Marina Klein Telles 31/05/2023
Por Marina Klein Telles

31 de maio é o Dia Mundial do Combate ao Tabagismo e a Campanha de Voz de 2023 é uma iniciativa para conscientizar a população sobre os riscos de fumar. Com o objetivo de combater o câncer de laringe, uma das principais doenças causadas pelo cigarro, a campanha oferece exames gratuitos para fumantes com mais de 40 anos, buscando diagnosticar precocemente a doença e aumentar as chances de cura. Os interessados devem fazer a inscrição até 31 de julho no site bocaegarganta.com.br.

A campanha destaca a importância de se cuidar da saúde e reforça a necessidade de abandonar o cigarro para uma vida mais saudável. Vale lembrar que o tabaco é responsável por diversas mortes evitáveis em todo o mundo, sendo uma das principais causas de problemas respiratórios, cardíacos e até mesmo câncer.

Embora haja diversas campanhas de conscientização e esforços para reduzir o consumo de cigarro, o número de fumantes ainda é alarmante em muitos países. Além disso, o uso do cigarro eletrônico, especialmente entre os jovens, é motivo de preocupação para as autoridades de saúde, já que os chamados ‘pods’ podem ser tão prejudiciais quanto os cigarros convencionais.

Neste Dia Mundial do Combate ao Tabagismo, é fundamental lembrar que a prevenção e a adoção de hábitos saudáveis são essenciais para uma vida plena e livre de doenças. Abandonar o cigarro, praticar atividades físicas e manter uma alimentação equilibrada são algumas das medidas que podem contribuir para uma vida mais saudável e feliz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 517 Visualizações
Saúde

Unimed Porto Alegre é reconhecida em premiação nacional do Reclame Aqui

Por Marcel Vogt 31/05/2023
Por Marcel Vogt

A Unimed Porto Alegre, líder no mercado de assistência à saúde na sua área de abrangência e que reúne 625 mil beneficiários, conquistou o 4º lugar na categoria Planos de Saúde no Prêmio Reclame Aqui, que reconhece as empresas mais respeitadas pelos consumidores. Além disso, ficou em primeiro lugar entre as Unimeds que participaram da premiação.

Para mantermos a excelência no nosso atendimento, buscamos permanentemente a satisfação de nossos clientes.

A indicação ocorreu pelo segundo ano consecutivo. Com mais de seis mil votos, o reconhecimento reforça a qualidade nos atendimentos às solicitações da plataforma. “Para mantermos a excelência no nosso atendimento, buscamos permanentemente a satisfação de nossos clientes. O reconhecimento do Prêmio Reclame Aqui chancela o trabalho da nossa equipe e motiva para que sigamos na busca da excelência”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Marcio Pizzato.

O Prêmio Reclame Aqui é a maior e mais importante premiação de atendimento e reputação do Brasil, e está em sua 13ª edição. Com a participação ativa dos consumidores, reconhece as empresas brasileiras com as melhores reputações e operações de atendimento mais eficientes do país. Em 2022, foram 17,5 milhões de votos, um recorde histórico no Prêmio RA.

Sobre a Unimed Porto Alegre

A Unimed Porto Alegre é líder no mercado de assistência à saúde na sua área de abrangência. Reúne mais de 625 mil beneficiários distribuídos em todo território nacional, aproximadamente 6.700 médicos cooperados e oferece 367 pontos de atendimento, entre serviços credenciados e próprios. A rede própria inclui Centros de Diagnóstico por Imagem, Laboratório, Centro de Oncologia e Infusão, Unidade de Atendimento Pediátrico, Viver Bem, Clínica de Vacinas, Prontos-Atendimentos, Unidade Assistencial Canoas, SOS Unimed e núcleos de atendimento do plano Unifácil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 843 Visualizações
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