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Cultura

Cultura

Espetáculo “Magic Light” retorna ao Teatro Municipal de São Leopoldo no dia 15

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

O espetáculo musical “Magic Light In Concert – Primavera” será apresentado no Teatro Municipal de São Leopoldo no próximo dia 15 de outubro. Promovida pela Presto Produções e Promoções Artísticas, a nova edição do evento propõe uma experiência sensorial que celebra a estação das flores, com ambientação especial e repertório temático. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de São Leopoldo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Relações Internacionais.

O público poderá apreciar uma seleção musical voltada à atmosfera da primavera, acompanhada por um cenário iluminado por centenas de velas distribuídas estrategicamente pelo teatro. Segundo o diretor da Presto Produções, Aílton Abreu, o objetivo é oferecer uma vivência marcante. “Será um momento ímpar para valorizar este período do ano, que convida para a contemplação da natureza e para momentos de alegria”, afirmou Abreu.

A proposta do evento é unir música, luz e ambientação para criar uma experiência sensorial que desperte emoções e memórias. O espetáculo faz parte da série Magic Light In Concert, versão para grandes plateias do projeto Magic Light – A Arte de Saber Viver, conhecido por promover apresentações intimistas que valorizam a música e a convivência em ambientes aconchegantes.

Presto Premium assina a condução musical

A apresentação será conduzida pelo grupo Presto Premium, formado por Ástrid Godoi (voz), Felipe Abel (voz, violino e violão), Vinícius Reis (viola) e os pianistas Ismael Almeida e Fernando Garcia. O conjunto é reconhecido por interpretações acústicas que unem sutileza e contemporaneidade, com homenagens a estilos musicais atemporais.

Para a diretora da Presto, Lucia Passos, o evento é uma oportunidade de aproximar o público da música em formato mais sensível e detalhado. “Temos certeza que as pessoas irão se identificar e se emocionar com a escolha do repertório”, destacou Lucia.

Serviço

  • O quê: Magic Light In Concert – Primavera
  • Quando: 15 de outubro de 2025 (quarta-feira), às 20h
  • Onde: Teatro Municipal de São Leopoldo (R. Osvaldo Aranha, 934 – Centro, São Leopoldo)
  • Quanto: R$ 40 (individual) | R$ 65 (casal)
  • Meia-entrada: R$ 20 para estudantes com carteira escolar e pessoas acima de 60 anos
  • Ingressos: Disponíveis no Sympla
  • Duração: 60 minutos (abertura de portas 30 minutos antes)
  • Classificação: a partir dos 12 anos (menores de 16 devem estar acompanhados por um adulto)
  • Acessibilidade: local adaptado para cadeirantes
Foto: Elizabeth Renz/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 169 Visualizações
Cultura

Com show gratuito de Maneva, Aldeia Sesc Capilé segue até o domingo em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

A 18ª edição da Aldeia Sesc Capilé segue até domingo, 12 de outubro, na Praça do Imigrante, em São Leopoldo, com uma programação cultural gratuita e diversificada. O evento, aberto na terça-feira (8), terá como atração de encerramento o show nacional da Banda Maneva, de São Paulo, marcada para às 18h do domingo, em comemoração ao Dia das Crianças. A iniciativa é promovida pelo Sesc/RS em parceria com a Prefeitura de São Leopoldo.

Durante a semana, o público poderá acompanhar shows, espetáculos teatrais e ações culturais voltadas à comunidade. Na sexta-feira, dia 10, às 19h, sobem ao palco Dagô & Banda, Samba do Bloco e Balanço dos Guris. No sábado, dia 11, no mesmo horário, será a vez da banda Diga-Diga apresentar um especial em tributo a vozes dos anos 80, em parceria com o músico Ernesto Fagundes.

Além das apresentações na Praça do Imigrante, a programação também inclui atividades em lares de idosos e uma corrida, ampliando o alcance do evento para diferentes públicos da cidade.

Show nacional encerra o festival

A Banda Maneva será a responsável por encerrar o evento no domingo. Conhecida nacionalmente por sucessos do reggae como “Seja para mim”, “O Destino não quis” e “Saudades do Tempo”, o grupo paulista promete um espetáculo aberto ao público, celebrando a diversidade e o espírito de integração que marcam o festival.

O que é a Aldeia Sesc Capilé

A Aldeia Sesc Capilé é uma realização do Sesc São Leopoldo, em parceria com a Prefeitura Municipal, com patrocínio da Sicredi Pioneira e apoio cultural do Semae e da Câmara de Vereadores. O projeto Aldeia Sesc é promovido pelo Sesc/RS e tem como propósito fomentar o intercâmbio entre artistas, estudantes e comunidade, valorizando a arte e a cultura local.

Neste ano, as Aldeias Sesc exploram a temática “Território & Saberes – Lugares de Memórias”, incentivando o reconhecimento das histórias e identidades que compõem os territórios gaúchos. Em 2025, as edições ocorrerão também em Passo Fundo e Caxias do Sul, reforçando o compromisso do Sesc com a promoção cultural em diferentes regiões do estado.

Foto: Pablo Grotto/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 280 Visualizações
Cultura

Festival Sinimbu Mais Bela Voz abre inscrições para nova edição durante a ExpoSin 2025

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

O 6º Festival Sinimbu Mais Bela Voz abre inscrições na próxima segunda-feira, 13 de outubro, para mais uma edição que promete revelar talentos regionais durante a ExpoSin 2025, em Sinimbu. O evento, realizado pela Secretaria de Educação, Cultura e Turismo do município, ocorrerá no dia 15 de novembro, a partir das 13h30min, com transmissão ao vivo pelo Facebook da Prefeitura. A ação integra a 2ª Feira Cultural de Sinimbu e tem entrada gratuita.

Os interessados poderão se inscrever até 7 de novembro, conforme as vagas limitadas por categoria. O regulamento completo será disponibilizado no site oficial do Município de Sinimbu.

O festival contempla quatro categorias — Infantil, Juvenil, Adulto e Profissional —, permitindo a participação de intérpretes de diferentes estilos e idades.

O que é o Festival Sinimbu Mais Bela Voz

Criado em 2019, o Festival Sinimbu Mais Bela Voz se consolidou como uma vitrine para cantores locais e regionais, se destacando como um dos principais espaços de incentivo à música na região. Em suas últimas edições, dezenas de intérpretes de diversos municípios gaúchos subiram ao palco para mostrar seu talento.

A secretária de Educação, Cultura e Turismo de Sinimbu, responsável pela organização, ressaltou que o evento é uma oportunidade para celebrar a identidade local por meio da arte. O festival faz parte da proposta da ExpoSin de valorizar as origens e tradições do município, reunindo atrações que fortalecem o vínculo da comunidade com a cultura regional.

Parcerias e apoio à cultura

O Festival Sinimbu Mais Bela Voz conta com patrocínio do Sicredi e da Cacis, e financiamento do FAC RS (Fundo de Apoio à Cultura). Assim como as demais atividades da ExpoSin 2025, o evento é aberto ao público e faz parte da programação especial que marca os 20 anos da feira, reforçando o compromisso de Sinimbu com a valorização da cultura e do talento musical da região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 152 Visualizações
Cultura

Prefeitura de Novo Hamburgo anuncia tombamento da Casa Imperial e da Casa Júlio Adams

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

Em celebração ao Dia Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural, comemorado nesta terça-feira (8), a Prefeitura de Novo Hamburgo oficializou o tombamento da Casa Imperial, localizada no Parque Municipal Floresta Imperial, e da Casa Júlio Adams – Casa CDL, situada na Rua Domingos de Almeida. A decisão reconhece o valor histórico, cultural e arquitetônico dos dois imóveis, considerados importantes testemunhos da memória da cidade.

Os decretos de tombamento foram assinados pelo prefeito Gustavo Finck (PP) e entregues durante cerimônia na Fundação Scheffel, que contou com representantes da Comusa Serviços de Água e Esgotos, responsável pelo parque onde está a Casa Imperial, e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), mantenedora da Casa Júlio Adams. “Sabemos que essas duas casas fazem parte da história de Novo Hamburgo. Por isso é importante reconhecer a relevância destes imóveis”, afirmou o chefe do executivo hamburguense.

O secretário de Cultura de Novo Hamburgo, Angelo Reinheimer, destacou que o ato atende a um pedido antigo do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Histórico e Cultural (CMPHC) e permite que os imóveis passem a ter acesso a leis de incentivo à cultura estadual e federal. “Hoje é um dia especialmente emblemático, Dia do Patrimônio Histórico em Novo Hamburgo, que é a data de nascimento do Ernesto Frederico Scheffel. Ele foi a primeira pessoa a buscar a preservação do patrimônio histórico e cultural de Novo Hamburgo. Não se poderia homenagear de melhor maneira a figura Scheffel como essa, entregando dois tombamentos de prédios que ele reconhecia como de grande valor cultural, histórico e arquitetônico”, afirmou o titular da pasta.

Casa Imperial e a visita de Dom Pedro II

A Casa Imperial, localizada dentro do Parque Municipal Floresta Imperial, guarda um episódio marcante da história local. Em 1860, durante visita à região para acompanhar o projeto de imigração alemã no Rio Grande do Sul, Dom Pedro II teve sua cavalaria acampada nas proximidades do imóvel. O fato inspirou o nome do parque, que passou a ser conhecido como Floresta Imperial — ou Kaiserwald, em alemão, que significa “Floresta do Imperador”.

Embora existam relatos de que o imperador teria se hospedado na casa, registros oficiais indicam que ele ficou em um hotel pertencente à família de Jacob Kroeff, casado com uma descendente do casal Steigleder. Ainda assim, o episódio consolidou o valor simbólico do imóvel como parte da identidade histórica da cidade.

Para o diretor-geral da Comusa, Paulo Roberto Kopschina, o tombamento representa uma nova etapa de preservação. “Com o tombamento da Casa Imperial, nossa responsabilidade com o Parque Floresta Imperial cresce ainda mais. Estamos preservando a história e garantindo que esse patrimônio seja restaurado como foi concebido em sua origem, para que os hamburguenses possam continuar valorizando o legado de quem ajudou a construir nossa cidade”, afirmou Kopschina.

Casa Júlio Adams e o legado da indústria hamburguense

Já a Casa Júlio Adams – Casa CDL é uma construção de alvenaria do século XIX, com fachada de sete aberturas — uma porta e seis janelas — e um sótão. O prédio reflete a arquitetura dos irmãos Lipp e a história da industrialização de Novo Hamburgo.

Em 1927, o imóvel servia de residência para Júlio Adams, empresário e filho de Pedro Adams Filho, pioneiro da indústria calçadista na cidade. O espaço foi revitalizado pela CDL e reinaugurado em 2018, passando a integrar o Corredor Cultural de Novo Hamburgo.

O presidente da CDL, Leonardo Lessa, ressaltou o impacto simbólico da medida. “O reconhecimento é um marco que transcende a preservação arquitetônica. Ele consolida um elo fundamental entre a história industrial de Novo Hamburgo e seu futuro empreendedor”, destacou Lessa. Segundo ele, “a Casa CDL já não é apenas um prédio histórico, mas um ponto de efervescência cultural, um espaço de inclusão social e celebração comunitária, reafirmando o compromisso da nossa CDL com a história, a cultura e o desenvolvimento sustentável da cidade”.

Homenagem a Ernesto Frederico Scheffel

A escolha da data para o anúncio também teve significado simbólico. O Dia Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural, celebrado em 8 de outubro, marca o nascimento do artista hamburguense Ernesto Frederico Scheffel, que completaria 98 anos em 2025. Scheffel foi um dos principais defensores da preservação do patrimônio histórico e cultural de Novo Hamburgo, sendo homenageado na ocasião em que dois dos marcos mais representativos da cidade foram oficialmente reconhecidos como patrimônio municipal.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 207 Visualizações
Cultura

Sul em Dança Pela Vida promove espetáculo solidário em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

O projeto Sul em Dança Pela Vida realiza um espetáculo solidário no próximo dia 17 de outubro, às 20h, no Teatro Fiergs, em Porto Alegre, com entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. A iniciativa, criada em 2022, tem como objetivo unir arte e solidariedade, e neste ano ganha novo significado ao ocupar um espaço que também foi afetado pelas enchentes de maio, transformando o palco em símbolo de recomeço e esperança.

A abertura da noite será marcada pela coreografia “Entrelaçando os Dedos e Aproximando Corações”, apresentada por 104 integrantes do Grupo Explosão, de São Leopoldo. Severamente atingido pelas enchentes de 2024, o grupo retorna aos palcos com um espetáculo que simboliza gratidão e superação.

Na sequência, o público poderá conferir apresentações de companhias e escolas que se destacaram nas edições anteriores do Festival Sul em Dança, entre elas: Ballet Lenita Ruschel, Carol Dalmolin Estúdio de Dança, Dullius Dance, Gira Centro de Dança, Grupo Gross, Mega Dance School, UFA! Instituto de Arte e Cultura e Suzana D’Ávila Studio de Dança.

Participação social e inclusão

O evento também contará com o Grupo Renascer da Restinga, destaque da Mostra Estudantil e Projetos Sociais, reafirmando o compromisso do festival com a inclusão e o protagonismo das comunidades periféricas.

Além das apresentações artísticas, o projeto amplia seu alcance com ações formativas, que incluem o Workshop Técnico “Iluminação Cênica para a Dança” e a palestra “A Força da Arte e Seu Impacto em Vidas e Comunidades”, voltadas ao aperfeiçoamento técnico e à reflexão sobre o papel social da arte.

Um manifesto pela arte e pela solidariedade

De acordo com a diretora do projeto Sul em Dança Pela Vida, Margit Kolling, o evento representa um movimento coletivo de recomeço. “Mais do que um espetáculo, o Sul em Dança Pela Vida é um manifesto de solidariedade e reconstrução. A dança tem o poder de unir, acolher e transformar, e este encontro celebra justamente isso: o movimento coletivo de artistas e comunidades que escolheram recomeçar pela arte. Cada gesto, cada passo, é também um ato de esperança e gratidão”, destacou Kolling.

Realizado por meio do Programa Rouanet Emergencial RS, do Ministério da Cultura, o projeto conta com patrocínio da Vale e apoio do Teatro Fiergs e do Grupo RBS, com produção da Arte&Ideias e direção de Margit Kolling.

Serviço

  • O quê: Sul em Dança Pela Vida – A dança como ponte entre a arte e a reconstrução
  • Quando: 17 de outubro, às 20h
  • Onde: Teatro Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi, Porto Alegre)
  • Quanto: Entrada gratuita mediante doação de 1 kg de alimento não perecível
  • Instituição beneficiada: Banco de Alimentos de Porto Alegre
Foto: Nando Espinosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 196 Visualizações
Cultura

Balé Folclórico da Bahia celebra 37 anos em espetáculo no Teatro Feevale

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Balé Folclórico da Bahia apresentará o espetáculo “O Balé Que Você Não Vê” no próximo dia 30 de outubro, às 21h, no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo. A apresentação integra a turnê nacional 2025 e marca as comemorações pelos 37 anos da companhia, que retorna ao mesmo palco uma década após ter se apresentado no local, em 2015. O espetáculo é inspirado na trajetória e na resistência do grupo, que se mantém como a única companhia de dança folclórica profissional do país.

De acordo com o diretor-geral e fundador da companhia, Walson Botelho, conhecido como Vavá, o espetáculo reflete os desafios enfrentados pelo grupo ao longo de sua história. “O espetáculo foi montado e teve sua estreia mundial depois de mais de dois anos sem a companhia se apresentar. Foi um enorme desafio, mas também uma grande celebração”, afirma Botelho.

A montagem aborda o cotidiano de um grupo profissional de dança que precisa equilibrar a busca pela excelência técnica com a sustentabilidade financeira. Segundo Vavá, a manutenção da qualidade artística exige dedicação constante. “Poucas companhias de dança privadas sem patrocinador regular conseguem existir por tanto tempo, mantendo um nível de excelência técnica tão elevado”, comenta o diretor-geral.

Coreografias e repertório

O espetáculo O Balé Que Você Não Vê reúne três coreografias inéditas criadas especialmente para esta produção: Bolero, de Carlos Durval; Okan, de Nildinha Fonseca; e 2-3-8, de Slim Mello. Além disso, o público poderá conferir um dos clássicos mais reconhecidos internacionalmente do grupo, Afixirê, coreografia de Rosângela Silvestre.

O programa destaca a força da dança afro-baiana, que combina elementos da cultura popular brasileira, música e expressão corporal, mantendo a tradição que tornou o Balé Folclórico da Bahia uma das companhias mais reconhecidas do mundo.

37 anos de trajetória internacional

Fundado em Salvador e sediado no Pelourinho, o Balé Folclórico da Bahia completou 37 anos em agosto. Ao longo de sua trajetória, já se apresentou em mais de trezentas cidades e trinta países, entre eles Estados Unidos, Itália, Inglaterra, França, México, Austrália e África do Sul. “Seguramente, somos um dos principais embaixadores da cultura popular brasileira e afro-baiana para o mundo”, destaca o diretor-geral Walson Botelho.

Os integrantes do grupo — dançarinos, músicos e cantores — recebem formação técnica em dança, música, capoeira, canto e teatro, o que reforça a proposta de valorização e difusão da cultura afro-brasileira.

Serviço

  • O quê: Espetáculo O Balé Que Você Não Vê, com o Balé Folclórico da Bahia
  • Quando: 30 de outubro (quinta-feira), às 21h
  • Onde: Teatro Feevale – ERS-239, 2755, Câmpus II da Universidade Feevale, Novo Hamburgo
  • Quanto: Ingressos a partir de R$ 50 pelo site Blueticke
Foto: Malani/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 148 Visualizações
Cultura

Exposição “T E M P O” tem abertura nesta quinta na Casa CDL em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição fotográfica “T E M P O”, dos arquitetos Ana Cattani e Airton Cattani, tem sua abertura oficial na Casa CDL de Novo Hamburgo nesta quinta-feira, 9 de outubro, às 19h, por onde permanece até 6 de novembro, com entrada gratuita. A mostra reúne 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de zero a cem anos de idade, organizadas em ordem cronológica. A proposta é convidar o visitante a refletir sobre a passagem do tempo a partir do corpo e das marcas que a vida imprime.

Iniciado em 2022, o projeto levou os autores a fotografar centenas de mãos em diferentes idades, gêneros e contextos. As imagens foram captadas sob as mesmas condições de luz e ambiente, revelando detalhes como cicatrizes, tatuagens, joias e marcas de trabalho, e incluídas em um livro publicado pelo casal. “São 101 fotografias, e elas mostram fotografias de mãos de pessoas, desde um recém-nascido até uma pessoa com 100 anos. E com isso a gente consegue ver a passagem do tempo. Por isso que a exposição não se chama Mãos, pois, na verdade é uma reflexão sobre o tempo, sobre o que o tempo faz com a mão das pessoas”, explica o professor Airton Cattani.

Segundo o organizador da mostra, a ideia surgiu em uma conversa com a esposa e parceira de trabalho, a arquiteta Ana Cattani. “A ideia surgiu de uma conversa que a gente estava tendo sobre o tempo. O tempo passa. Depois de uma certa idade, o tempo adquire outra relevância na vida das pessoas. Os jovens estão um pouco ligando para o tempo. Tempo para a festa, trabalho, educação e tudo mais. E em uma certa idade, o tempo começa a adquirir um caráter um pouco diferente”, pondera o arquiteto.

Por que as mãos?

De acordo com Cattani, o ponto de partida para a obra foi buscar uma forma de representar visualmente a passagem do tempo. “Nós começamos a pensar como é que a gente poderia representar o tempo. Ah, o tempo é representado pelos relógios, calendários, pelas estações do ano… Enfim, vários recursos são usados geralmente para mostrar essa passagem do tempo. E nos ocorreu que as mãos estão sempre expostas, são muito registradas nessa passagem”, conta o organizador da mostra.

A partir disso, o casal montou um pequeno estúdio fotográfico transportável para garantir uniformidade entre as fotografias realizadas. “Ele tinha sempre o mesmo fundo, sempre as mesmas condições de iluminação, onde eram fotografadas as mãos escolhidas. Sem muitos critérios, além do critério tecnológico. Enfim, tem homens, tem mulheres, tem pessoas brancas, pessoas pretas. Enfim, tem de tudo um pouco”, detalha Cattani.

O organizador observa ainda como o tempo atua sobre a aparência das mãos de forma sutil e simbólica. “É engraçado também que a expressão das mãos é muito homogênea nos primeiros anos da vida. Eu não consigo dizer se é um menino ou uma menina em um, dois, três anos. Aí, a partir de uma certa idade, não. Você quer uma mão de uma menina, de um menino, de um homem, de uma mulher. E no final da vida, também, elas ficam indistintas. Não se percebe muito bem as diferenças”, pondera o artista.

Viagem no tempo

As fotografias, todas em preto e branco, foram organizadas de forma a criar uma narrativa contínua. “No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante. A gente passa a perceber ou tentar se encontrar nesse conjunto de 101 mãos, onde é que estaria a minha mão. Está nos 10, nos 20, nos 30, nos 40. A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, conta o artista.

A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, enfatiza Airton Cattani.

O artista vê sentido também na relação entre a sequência das imagens e o número de fotografias. “Estabelecemos 100 anos por ser uma data redonda. Teria que ter um limite. 101 é um número primo. Ela se adapta, digamos assim, a vários lugares”, pontua Cattani.

Superando desafios

O autor recorda ainda que as primeiras etapas do trabalho foram realizadas ainda sob os efeitos da pandemia de Covid-19, o que trouxe dificuldades específicas. “Eu tinha que ir com máscara, era o finalzinho da pandemia, e eu tive algumas recusas em função disso. Quando faltavam as pessoas mais idosas, fui ao Asilo Padre Cacique, um um lugar que várias pessoas iam. E aí me recomendaram: ‘olha, não é muito bom, porque a gente está evitando contato’”, relembra Cattani.

Em outros casos, o artista precisou lidar com resistência e desconfiança. “Eu estive em contato com um colégio de freiras, e tive uma recusa, porque de repente chega um maluco no local que vai querer pegar a nossa alma ou pegar a nossa senha bancária”, brinca o artista ao recordar a passagem.

Mesmo com os desafios, a sequência com fotografias de todas as idades entre 0 a 100 foi completada. “Algumas fotos foram tomadas em condições muito tensas. Por exemplo, um bebê recém-nascido: os pais todos cuidadosos e a criança se mexe, não tem como segurar muito a mão. E a pessoa de 100 anos também. Foi muito tenso porque ela já não estava mais no domínio das suas faculdades mentais, então ela não estava entendendo o que estava acontecendo. Eu sei que eu suava em bicas”, conta Cattani.

Emoção com o resultado final

Para o artista, o resultado final do trabalho superou a expectativa inicial. “É muito bom de ver o resultado. Nós tínhamos uma percepção das fotos separadas. A foto de um, a foto de outro. No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante”, conta Cattani.

A montagem, segundo o arquiteto, desperta uma reação emocional e reflexiva no público. “Algumas pessoas ficaram emocionadas com as fotos. A gente passa a perceber a velocidade da vida. As mãos vão trocando de uma maneira relativamente lenta. Daí a ideia começa a acelerar. É a própria vida. Velocidade total. E ao final, volta a ficar mais lenta”, analisa o autor.

Entre o pessoal e o coletivo

Airton Cattani

Para Airton Cattani, o projeto é também um registro de memórias afetivas. “Minhas filhas e minha neta estão na exposição. Minha neta Antônia, que nasceu no ano passado, está lá na primeira foto, ela com os pais e a pulseirinha do hospital”, conta o autor.

No entanto, as fotografias não identificam os retratados. “Elas são apresentadas de forma anônima, apenas com as iniciais acompanhadas do numeral da idade. XY39, por exemplo. É uma questão de direito autoral, privacidade”, pondera o artista.

Cattani conta ainda que as pessoas retratadas vêm de cidades como Porto Alegre, Osório e Garibaldi. “Por uma questão de acessibilidade, fizemos em Porto Alegre, onde moramos, em Osório, onde temos parentes, e Garibaldi, onde eu tenho parentes também. Essas três cidades, praticamente”, detalha o autor.

A jornada da obra

A mostra “T E M P O” já foi exibida em Porto Alegre, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Pelotas e Maringá, e chega agora a Novo Hamburgo. “Ela tem um caráter itinerante. Não é qualquer espaço que comporta, porque é uma exposição longa, precisa de 30 metros de parede. A Casa CDL tem um espaço compartimentado, mas permite dividir o percurso e manter o caminho cronológico. Tem um caminho recomendado, um caminho cronológico, porque daí tu entende mais facilmente o processo todo”, explica Cattani.

Essa exposição procura sensibilizar para um determinado aspecto da vida: A passagem do tempo – o aspecto das mãos e a vida que se revela nelas”, conclui Airton Cattani.

Inclusão e acessibilidade

Além das fotografias e de um vídeo especial preparado, a mostra busca incluir diferentes públicos. “Tem um vídeo em Libras também que nós vamos colocar, que é uma pessoa que faz leitura, intérprete de Libras, e ela lê o texto da curadora, que é a Maristela Salvatori. E a obra vai ser acompanhada também de moldes em gesso de mãos para pessoas que eventualmente não enxergam e possam tocar as mãos de uma criança, de um jovem, de um adulto”, detalha Cattani.

Serviço

A exposição “T E M P O” pode ser visitada na Casa CDL, na Rua Domingos de Almeida, 708, no Centro de Novo Hamburgo, até 6 de novembro, com entrada gratuita. Mais detalhes e vídeos sobre o projeto estão disponíveis em marcavisual.com.br/tempo e vimeo.com/765067284.

  • O quê: Exposição fotográfica “T E M P O”, de Ana e Airton Cattani, com 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de 0 a 100 anos, organizadas cronologicamente, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e suas marcas
  • Quando: Abertura na quarta-feira, 9 de outubro, às 19h; visitação até 6 de novembro, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento da Casa CDL
  • Onde: Casa CDL — Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Fotos: CDL-NH/Divulgação e Jonathan da Silva/Expansão
09/10/2025 1 Comentário 194 Visualizações
Cultura

Curta produzido por aluno da Feevale conquista espaço em festivais nacionais e internacionais

Por Marina Klein Telles 09/10/2025
Por Marina Klein Telles

O curta-metragem Meus Desassossegos, escrito e dirigido por Davi Rodrigues Borges, estudante do curso de Produção Audiovisual da Universidade Feevale, tem ganhado destaque no circuito de festivais de cinema, com exibições em diferentes regiões do Brasil e, agora, uma estreia internacional confirmada nos Estados Unidos. Realizado como projeto acadêmico durante o segundo semestre de 2024, o filme foi desenvolvido na disciplina de Projeto IV e contou com a participação de mais de 15 alunos do curso, envolvidos em todas as etapas de produção.

Inspirado nas obras de Fernando Pessoa, em especial Livro do Desassossego, o curta propõe uma narrativa onírica e intimista, com diálogos entre dois personagens cujas falas são guiadas pela linguagem poética do autor português. As gravações foram realizadas na Fundação Scheffel, em Novo Hamburgo, que também apoiou o projeto.

“Foi um processo trabalhoso, mas recompensador e divertido. O curso de Produção Audiovisual nos possibilitou, principalmente, a expandir nossa criatividade, dando meios para que pudéssemos tirar esse projeto do papel, com equipamentos e auxílio dos professores. Pudemos conhecer pessoas e construir relações de amizade no meio do cinema, construindo um portfólio junto com pessoas que trabalharemos em um futuro próximo”, destaca Daví.

A obra já foi exibida no 1º Festival de Cinema de Gravataí e no Festcine Itaúna, realizado no Pernambuco, onde conquistou o prêmio de Melhor Direção de Arte. Recentemente, o curta foi selecionado para o NanoCon International Film Festival (NIFF), que acontece na cidade de Washington, nos Estados Unidos, sendo o primeiro projeto do curso a integrar a programação de um festival internacional. Além disso, Meus Desassossegos participará do Festival Beta, evento de destaque no cenário audiovisual carioca, realizado no Rio de Janeiro entre outubro e novembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 160 Visualizações
Cultura

Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo faz concerto gratuito com trilhas do cinema

Por Jonathan da Silva 08/10/2025
Por Jonathan da Silva

Reunindo releituras de trilhas marcantes de filmes que atravessaram gerações e fazem parte da memória afetiva do público, a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (OSNH) realiza o espetáculo gratuito “Trilhas de Cinema” no próximo domingo, 12 de outubro, às 19h, no Teatro Paschoal Carlos Magno. A OSNH prepara um repertório variado, que vai de sucessos de produções consagradas a músicas de filmes mais recentes, reconhecidas por diferentes públicos. O objetivo é criar uma experiência acessível e compartilhada entre pessoas de todas as idades.

Este é um concerto pensado para todos os públicos, para que as famílias possam assistir juntas com pessoas de diferentes idades se identificando com aquilo que estamos executando. São espetáculos assim que contribuem para ampliar o nosso público”, afirmou o diretor-artístico da Orquestra, Gustavo Müller.

Reencontro com o público e acesso gratuito

Após dois concertos com ingressos a preços populares — destinados a cobrir custos de locação e músicos convidados —, a OSNH retorna ao formato gratuito em um reencontro com a comunidade hamburguense. O local escolhido é o Teatro Paschoal Carlos Magno, espaço que tradicionalmente acolhe as apresentações do grupo. “A OSNH é um vetor de cultura, abrindo a oportunidade para que novos músicos se apresentem conosco. Neste espetáculo, no entanto, abrimos o Teatro Paschoal Carlos Magno para receber toda a comunidade, em um reencontro com aqueles que ainda não puderam estar conosco em 2025”, destacou Müller.

Doações solidárias

Durante o evento, o público é convidado a contribuir com 1 kg de alimento não perecível. As doações serão destinadas ao projeto Garagem Solidária, iniciativa que distribui alimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade. A ação é coordenada pelo Instituto Arlindo Ruggeri (IAR), responsável pela gestão da Orquestra.

O espetáculo terá regência do maestro Lincoln da Gama Lobo.

Serviço

  • O quê: Espetáculo “Trilhas de Cinema”, com a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo
  • Quando: Domingo, 12 de outubro, às 19h
  • Onde: Teatro Paschoal Carlos Magno – Rua Eng. Ignácio Christiano Plangg, 66, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita (doação voluntária de 1 kg de alimento não perecível)
Foto: Gustavo Neumann Fotografia/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/10/2025 0 Comentários 222 Visualizações
Cultura

36ª Oktoberfest de Igrejinha valoriza tradição com incentivo ao uso do traje típico

Por Marina Klein Telles 08/10/2025
Por Marina Klein Telles

Mais do que uma festa, a Oktoberfest de Igrejinha é uma celebração da tradição. Mantendo a ação dos últimos anos, nesta 36ª edição, novamente, o visitante que entrar no clima germânico com o uso do traje típico completo receberá uma recompensa especial. A iniciativa reforça o espírito cultural do evento e incentiva os visitantes a vivenciarem a tradicional festa de outubro em sua essência.

Neste ano, os visitantes que atenderem aos critérios de trajes estabelecidos pela Associação de Amigos da Oktoberfest de Igrejinha (Amifest) serão contemplados com: um kit com dois tickets de chopp Eisenbahn (400 ml cada), exclusivo para maiores de 18 anos, ou um kit com quatro águas. O benefício será concedido apenas para quem acessar o evento durante o horário de cobrança de ingresso, que deve ser adquirido pelo site oficial ou nos pontos físicos de venda.

De acordo com o regulamento, para o público feminino, o traje típico deve incluir obrigatoriamente vestido ou saia combinados com blusa, ou ainda bermuda típica acompanhada de blusa, sempre com sapato social, sapatilha, sandália ou botinha típica. Itens como tiara ou chapéu, avental e colete são opcionais.

Já para os trajes masculinos, as exigências são camisa social ou típica, combinada com calça ou bermuda típica, além de sapato social, sapatênis, bota ou botina. Chapéu, colete, suspensório, avental, tiara, meias até o joelho ou polainas são opcionais.

A retirada do kit somente será possível quando o traje estiver completo de acordo com as exigências estabelecidas. A promoção é válida exclusivamente para quem adquirir ingresso com valor integral, não se aplicando a entradas com desconto de meia-entrada ou a acessos gratuitos.

Serviço

Evento: 36ª Oktoberfest de Igrejinha

Data: 17 a 26 de outubro de 2025

Local: Parque de Eventos Almiro Grings (Rua Arlindo Geis 255, Igrejinha/RS)

Ingressos: disponíveis através do site oficial www.oktoberfest.org.br. Ingresso de acesso individual, válido para um único dia. Lotes sujeitos a disponibilidade de ingressos.

2º lote Arena: Sextas-feiras (17 e 24/10) – R$ 47,00 | Sábados (18 e 25/10) – R$ 34,00| Domingos (19 e 26/10) – R$ 47,00

3º lote Arena: Sextas-feiras (17 e 24/10) – R$ 58,00 | Sábados (18 e 25/10) – R$ 42,00| Domingos (19 e 26/10) – R$ 58,00

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/10/2025 0 Comentários 214 Visualizações
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