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Cultura

Cultura

Gr​upo Ueba inicia segunda edição do projeto Arte no Moinho em Caxias do Sul

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Ueba Produtos Notáveis realiza a estreia da segunda edição do projeto Arte no Moinho neste sábado, 14 de março, às 16h, no Centro Cultural Moinho da Cascata, em Caxias do Sul. A iniciativa promove encontros artísticos entre companhias teatrais gaúchas ao longo de cinco finais de semana, entre março e junho, com apresentações abertas ao público e atividades de intercâmbio entre artistas. O projeto é realizado pelo Grupo Ueba e pelo Moinho da Cascata, com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (LIC Pró-Cultura RS) e do Governo do Estado, além de patrocínio de empresas parceiras.

Na abertura da programação, o Grupo Ueba apresenta o espetáculo “O Cavaleiro e o Dragão do Tempo” no sábado, dia 14. No domingo, 15, também às 16h, o grupo convidado Tribu di Arteiros sobe ao palco com a peça “Estação Tac Tic”. As apresentações são gratuitas e voltadas ao público de todas as idades.

O que é o projeto

O projeto Arte no Moinho foi lançado em 2025 com o objetivo de promover encontros entre grupos de teatro de diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Nesta segunda edição, a programação novamente será realizada durante cinco finais de semana, combinando apresentações do repertório do Grupo Ueba aos sábados e espetáculos de grupos convidados aos domingos.

Além das apresentações abertas ao público, o projeto prevê atividades internas de intercâmbio entre as companhias participantes. Durante essas atividades, os grupos realizam encontros de pesquisa, nos quais compartilham técnicas, experiências e processos criativos.

Os encontros são conduzidos pelo pesquisador Márcio Silveira e resultam na produção de um dossiê com registros das trocas realizadas entre os participantes.

Participação do Tribu di Arteiros

O grupo Tribu di Arteiros, convidado para a estreia do projeto, foi fundado em 2010 pela artista Rosmeri Lorenzon e atualmente tem sede na cidade de Feliz. A companhia desenvolve intervenções artísticas e espetáculos teatrais com repertório que inclui projetos como Trilhas Literárias e Comboios Artísticos itinerantes.

Segundo a organização do projeto, o grupo já recebeu mais de 60 prêmios e participou de eventos internacionais representando o Brasil. A companhia também realiza oficinas sustentáveis para crianças e workshops de formação para professores, além de participar de eventos temáticos e produções especiais.

Origem do projeto

De acordo com os fundadores do Grupo Ueba, Aline Zilli e Jonas Piccoli, o projeto Arte no Moinho surgiu com a proposta de promover intercâmbio entre grupos teatrais de diferentes regiões do Estado. “O projeto foi um sucesso na primeira edição, realizada no primeiro semestre de 2025, e retorna agora em sua segunda edição com o mesmo propósito de impactar o público com arte de qualidade e gratuita, e ao mesmo tempo contribuir para a atualização e o futuro do teatro. Acreditamos que os aprendizados e as trocas entre os grupos reverberam em novas produções e em outros aprimoramentos”, afirmam.

Espetáculos de estreia

A peça O Cavaleiro e o Dragão do Tempo apresenta uma trupe de circo-teatro que narra a jornada de um cavaleiro em busca de derrotar Chronos, o Dragão do Tempo. O espetáculo utiliza formas animadas e bonecos para contar a história de uma aventura conduzida por uma narrativa de humor e fantasia.

Já o espetáculo Estação Tac Tic, apresentado pelo grupo Tribu di Arteiros, é ambientado em uma estação de trem e tem como personagem principal a palhaça Mirabel, que aguarda sua vez de embarcar. A encenação utiliza elementos de clown e interação com o público para abordar temas relacionados ao tempo e à infância.

Serviço

  • O quê: Projeto Arte no Moinho – segunda edição
  • Quando: 14 de março, às 16h (O Cavaleiro e o Dragão do Tempo – Grupo Ueba) e 15 de março, às 16h (Estação Tac Tic – Grupo Tribu di Arteiros)
  • Onde: Centro Cultural Moinho da Cascata (Rua Henrique Riboldi, 69, bairro Marechal Floriano, Caxias do Sul)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Gio Boff/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Cultura

Espetáculo teatral encerra programação do Festejando Campo Bom Verão

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

A programação do Festejando Campo Bom Verão, realizada em comemoração ao aniversário do município de Campo Bom, será encerrada neste sábado, 14 de março, com a apresentação do espetáculo “Senta que o Teteco vai chegar”, do Circo Teatro Teleco. A atividade ocorre às 18h, no Auditório Marlise Saueressig, no Teatro do CEI, com entrada gratuita, como parte das ações culturais promovidas pela Prefeitura para celebrar o aniversário da cidade e reunir a comunidade em atividades de lazer e cultura.

Ao longo das últimas semanas, o Festejando Campo Bom Verão reuniu moradores em diferentes atividades culturais e de entretenimento. A programação integrou as celebrações de aniversário do município e teve como objetivo promover momentos de convivência e aproximar a população das iniciativas culturais desenvolvidas na cidade.

Espetáculo de encerramento

A apresentação “Senta que o Teteco vai chegar”, do Circo Teatro Teleco, encerra o ciclo de atividades do evento. O espetáculo reúne elementos de teatro, humor e referências da tradição circense presentes no trabalho do grupo.

A proposta da apresentação é voltada a públicos de diferentes idades e apresenta uma narrativa que combina linguagem teatral e recursos característicos do circo.

Serviço

  • O quê: espetáculo teatral “Senta que o Teteco vai chegar”, do Circo Teatro Teleco, dentro da programação do Festejando Campo Bom Verão
  • Quando: sábado, 14 de março, às 18h
  • Onde: Auditório Marlise Saueressig (Teatro do CEI), em Campo Bom
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Iago JC/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 115 Visualizações
Cultura

Fundação Marcopolo abre nova turma em projeto de valorização de jovens talentos criativos

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

Se os jovens das cidades mais criativas do mundo produzem arte e moda, Caxias do Sul não pode ficar de fora. É com essa motivação em mente que a Fundação Marcopolo está com inscrições abertas para a 3ª edição do Programa Amplificador, que vai impulsionar jovens talentos criativos, de 16 a 29 anos, que já estudam ou atuam nas áreas de moda, música e eventos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 20 de março, por meio de formulário online (clique aqui para se inscrever).

A partir de abril, os selecionados participarão de oficinas de Beatmaker e Produção Musical, Produção de Eventos, Canto e Moda, com encontros semanais na Biblioteca Parque. O Programa Amplificador conta com direção artística da designer Julia Webber, do rapper e escritor Chiquinho Divilas e do instrumentista Beto Scopel.

“A ideia principal do Amplificador é fazer com que esses jovens, que já têm talento e potencial, possam ter um apoio artístico. Aí que entra o trabalho da Fundação Marcopolo, dando visibilidade, amplificando o alcance dessas pessoas, para que elas sejam as próximas protagonistas da cena artística e que possam levar o nome da nossa cidade”, resume Scopel.

Realizado anteriormente em 2022 e 2024, o Amplificador envolveu adolescentes e jovens de 12 a 18 anos em oficinas de moda, música, dança, audiovisual e artes, fortalecendo a criatividade, a autoestima e o protagonismo juvenil. Na edição 2024, resíduos têxteis da fabricação de ônibus da Marcopolo se transformaram em moda autoral, em processos de upcycling. O resultado ganhou forma em um desfile-show realizado no bairro Fátima, em Caxias do Sul, que transformou a rua em palco cultural, levando arte, design e pertencimento à comunidade.

Os impactos sociais, culturais e ambientais da iniciativa foram reconhecidos nacionalmente. No ano passado, o Programa Amplificador recebeu medalha de prata no 15º Prêmio Brasileiro de Design, na categoria Design de Impacto Social – Prosperidade.

Mais informações pelo WhatsApp (54) 99224-8949.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Cultura

Carnaval Fora de Época de Guaíba prepara edição histórica em 2026

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

O Carnaval Fora de Época de Guaíba, um dos eventos mais prestigiados do Rio Grande do Sul, prepara-se para receber uma edição histórica em 2026, marcada pela celebração do centenário da cidade. E, no coração dessa festa grandiosa, um espaço se destaca não apenas pela folia, mas por sua profunda visão de impacto social e cultural: o Camarote Lucca Rossi. Com data marcada para 14 de março de 2026, a partir das 20h, na Avenida Nestor de Moura Jardim, em Guaíba/RS, o Camarote promete uma experiência inesquecível, que vai além da diversão, solidificando relacionamentos e impulsionando o desenvolvimento local.

O Camarote Lucca Rossi, reconhecido por sua excelência em edições anteriores, transcende a simples ideia de um evento carnavalesco. Ele se posiciona como um catalisador de manifestações culturais, integrando lazer, entretenimento, gastronomia e, crucialmente, um ambiente propício para networking estratégico. Ao reunir formadores de opinião, membros da gestão pública e do setor privado, e representantes da sociedade civil, o Camarote cria um ponto singular para a troca de ideias e a construção de pontes para o futuro de Guaíba e região.

O tema “2126, um olhar para o futuro” ressalta a ambição do Camarote Lucca Rossi de não apenas celebrar o presente e o passado glorioso de Guaíba em seu centenário, mas também de projetar e inspirar o seu próximo século. Lucca Rossi, idealizador do projeto, enfatiza a visão que impulsiona o Camarote: “O tema trouxe inspiração para que se reproduzisse o real significado e importância da cidade se questionando sobre o que fizemos para contribuir para um futuro com qualidade de vida, com cuidados com meio ambiente, saúde e a tudo que estimule um desenvolvimento moderno e consciente. Ele adiciona um pilar fundamental: “Mantendo a inclusão como tema primordial do encontro, onde todas as classes se igualam num bem comum a ser defendido.”

Este evento é uma aposta na transformação da forma de ser folião, impactando positivamente a vida das pessoas com a responsabilidade de uma mudança coletiva. O Camarote Lucca Rossi, em 2026, é um marco antecipatório desse futuro que se vislumbra para 2126, ao propor um espaço onde o futuro é pautado pela contribuição social. A visão é audaciosa e se estende para além do presente, aspirando a um legado duradouro: o próprio documento vislumbra que, em um século, a cidade se tornará um modelo de coesão social, onde a diversidade é celebrada e a colaboração entre os diferentes setores da sociedade é a chave para o progresso contínuo.

Uma Experiência Sensorial e Conectiva

O espaço, amplo e decorado, oferece acomodações que garantem conforto e tranquilidade para aproveitar a folia em sua plenitude. A gastronomia e bebidas variadas para completar o open bar das 20h às 03h, oferecendo chopp gelado, refrigerantes, água e uma seleção de drinks elaborados. O convite é para um local de encontro onde o samba e a diversão são o pano de fundo para fazer conexões.

Detalhes de Acesso e Logística

Para garantir que a experiência seja impecável, o Camarote Lucca Rossi oferece diversas opções de acesso e transporte:

  • Táxis e Aplicativos: O acesso é facilitado vindo no sentido BR x Centro, ao lado do Posto do Ivan, na Nestor de Moura Jardim, que servirá como ponto de descida.
  • Catamarã: Pensando na comodidade, os primeiros 30 passageiros do último horário do catamarã (19h30) do dia 14 de março terão acesso liberado ao Camarote, mediante apresentação do comprovante de aquisição do convite ou acesso.

“Agradecemos desde já a atenção e apoio, e solicitamos todo o engajamento e dedicação para prestigiar o nosso espaço, compartilhando a experiência única do Camarote Lucca Rossi e valorizando os nossos parceiros”, convida a organização.

As escolhas de hoje moldam o amanhã. Como bem expressa Lucca Rossi: “Afinal, o presente é o que passa, o passado é o que fica e o futuro é agora!”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 126 Visualizações
Cultura

Concerto especial da Ospa com grandes nomes da música gaúcha celebra os 400 Anos das Missões

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Secretaria da Cultura (Sedac) promove o encontro artístico entre a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) e a tradição gaúcha no concerto “400 Anos das Missões”. A apresentação integra as celebrações pelos quatro séculos das Missões Jesuíticas Guaranis e será realizada no Complexo Cultural Casa da Ospa nesta sexta-feira (13/3), às 20h. Sob regência de Manfredo Schmiedt, orquestra e diversos artistas convidados interpretam algumas das canções mais representativas da região missioneira. O espetáculo terá transmissão ao vivo pelo canal da Ospa no Youtube. Os ingressos vendidos por meio da plataforma Sympla já estão esgotados. No dia do evento, algumas entradas serão colocadas à venda na bilheteria física, a partir das 15h.

O concerto reúne no palco a Família Ortaça, que será representada por Marianita, Gabriel e Alberto Ortaça, filhos de Pedro Ortaça, o último “Tronco Missioneiro” vivo e referência da cultura popular missioneira. Participam ainda nomes consagrados como Lucio Yanel, um dos pilares do violão solista na música sulina; Ernesto e Neto Fagundes, representantes de uma linhagem que mantém viva a tradição do Pampa em diálogo com a contemporaneidade; Shana Müller, uma das principais vozes femininas da música regional e latino-americana; Érlon Péricles, compositor de destaque e autor recorrente dos temas dos Festejos Farroupilhas; Patrício Maicá, herdeiro artístico de Cenair Maicá; Laura Guarany, intérprete da tradição missioneira e da herança de Noel Guarany; Lincon Ramos, gaiteiro, cantor e multi-instrumentista com três décadas de atuação; e Angelo Franco, cantor e compositor com mais de 600 músicas gravadas e trajetória marcada pela integração cultural missioneira.

Como participações especiais, o concerto contará com o contrabaixista uruguaio Miguel Tejera, reconhecido por sua atuação na cena instrumental sul-americana, e com o violonista, compositor e produtor Guilherme Castilhos, premiado em importantes festivais do Estado.

O maestro Manfredo Schmiedt organizou o repertório valorizando sobretudo os quatro representantes do tronco missioneiro: Pedro Ortaça,  Cenair Maicá, Jayme Caetano Braun e Noel Guarany. “Esses quatro nomes são a essência desse concerto. Cada um tem pelo menos uma obra bem importante presente no repertório. Além disso, temos outras obras que foram de festivais e outros eventos ao redor das Missões”, comenta o diretor artístico da Ospa. A ponte entre a música regional e a sonoridade sinfônica foi construída com arranjos inéditos compostos pelo violinista da Ospa Dhouglas Umabel, que tem formação clássica, mas também ampla experiência em festivais de música regional gaúcha. Todos os arranjos do concerto, com exceção de “Milonga para as Missões”, que foi arranjada pelo violinista da Ospa Arthur Barbosa, são de Umabel.

O espetáculo está estruturado em três partes temáticas: “Parte I – O Grito e a Resistência”, que evoca o trabalho de Pedro Ortaça na preservação da tradição; “Parte II – A Alma, o Verso e a Mística”, que ressalta o lirismo do cancioneiro regional, incluindo o texto “Bochincho”, de Jayme Caetano Braun; a “Parte III – Legado, União e Fronteiras” reafirma os laços entre passado e presente com obras como “Veterano” (Antônio Augusto Ferreira / Ewerton Ferreira) e “Milonga para as Missões” (Gilberto Monteiro); e o encerramento traz de volta ao palco todos os artistas convidados para interpretar o emocionante “Canto dos Livres”, de Cenair Maicá. “É um repertório que fala das músicas da região das Missões, mas também como isso se espalhou pelo Rio Grande do Sul e formou a nossa cultura de música tradicional gaúcha”, pontua Schmiedt.

Programação 400 Anos das Missões

O concerto da Ospa integra o conjunto de ações orientado pelo Decreto nº 57.369/2023, que institui 2026 como o ano oficial das Missões. O calendário comemorativo do governo estadual valoriza o patrimônio histórico e cultural das Missões Jesuíticas Guaranis, fundadas em 1626, enquanto promove o desenvolvimento sustentável da região.

Para o secretário da Cultura, Eduardo Loureiro, “as Missões Jesuíticas Guaranis constituem um dos capítulos mais singulares da formação do Sul do Brasil, marcadas pelo encontro entre culturas, pela intensa produção artística e por um legado que permanece vivo no território, na arquitetura, na música e na memória do povo gaúcho”. Nas suas palavras, ao evocar esse patrimônio, a música “torna-se elo com as raízes que moldaram nossa identidade coletiva e instrumento de reflexão sobre quem somos e para onde seguimos”.

Serviço

Concerto especial da Ospa celebra os 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis
Quando: Sexta-feira (13/3), às 20h
Onde: Complexo Cultural Casa da Ospa (Caff – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS)
Ingressos: De R$ 15 a R$ 70, na bilheteria do Complexo Cultural Casa da Ospa no dia do concerto, das 15h às 20h
Descontos: Ingresso solidário (com doação de 1kg de alimento), clientes Banrisul, Amigo Ospa, associados AAMAC RS, sócio do Clube do Assinante RBS, idoso, doador de sangue, pessoa com deficiência e acompanhante, estudante, jovem até 15 anos e ID Jovem
Estacionamento: Gratuito, no local

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Cultura

Moove assina campanha “Isso não é Amor” da ARI com foco na prevenção ao feminicídio

Por Marina Klein Telles 09/03/2026
Por Marina Klein Telles

A violência contra a mulher não começa na manchete. Ela começa nos sinais. É a partir dessa reflexão que a Agência Moove desenvolveu para a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) a campanha “Isso não é Amor”. A iniciativa busca conscientizar a sociedade sobre a escalada da violência contra a mulher, focando na identificação precoce de comportamentos abusivos e na importância da denúncia. 

Com uma estética de forte apelo visual, a campanha foi lançada neste sábado, 07 de março, na sede da ARI, e utiliza fotografias em preto e branco que simbolizam a fragmentação emocional vivida por mulheres em relações tóxicas. O contraste surge em cores vibrantes na mensagem central: “Isso não é amor. É violência psicológica.” A estratégia criativa visa romper o ciclo de invisibilidade que antecede a violência física, destacando frases como “Eu achava que a culpa era toda minha”.

A campanha conta ainda com um vídeo assinado pela Mythago, que traz a participação da correspondente internacional Carolina Cimenti. O projeto é enriquecido pelas vozes das gaúchas Marília Feix, Marcia Caspary, Diana Manenti, Debora Finochiaro, Lucia Severo, Katia Marques, Ana Schneider, Liz Dias, Fernanda Leite, Midian Almeida, Janine Locatelli e Yve Machado.

Um dos pilares da comunicação é o chamado à responsabilidade da sociedade e, especialmente, dos meios de comunicação. Ao afirmar que o desfecho trágico começa muito antes da notícia, a campanha convida o público a olhar para todo o percurso da violência. O material reforça o uso do telefone 190 como canal essencial para salvar vidas.

Para o CEO da Moove, Gabriel Fuscaldo, a construção do projeto foi guiada por uma abordagem que une sensibilidade social e força estética. “O objetivo é desconstruir a romantização de comportamentos abusivos. Nossa missão, em conjunto com a ARI, é gerar identificação imediata nas vítimas e na rede de apoio, contribuindo para uma cultura de prevenção real”, afirma.

A campanha integra as ações institucionais da ARI e reafirma o compromisso da entidade com causas sociais urgentes. Além de informar, a iniciativa busca fortalecer o papel pedagógico da imprensa na construção de uma sociedade mais consciente e ativa no enfrentamento à violência de gênero.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Cultura

54º Festival de Cinema de Gramado abre as inscrições

Por Marina Klein Telles 09/03/2026
Por Marina Klein Telles

Serão aceitos na competição longas-metragens de ficção, longas documentais e curtas brasileiros produzidos por empresas produtoras nacionais independentes finalizados a partir de maio de 2025. Os longas e os documentários não podem ter sido exibidos comercial ou publicamente no Brasil e os curtas devem ser inéditos no Rio Grande do Sul. As inscrições para as mostras de longas e curtas gaúchos serão em breve, com data ainda a ser divulgada, e as produções gaúchas também podem ser inscritas nas mostras brasileiras.

São 14 categorias premiadas com o Kikito para Longas-Metragens Brasileiros (LMB), 12 para Curtas-Metragens Brasileiros (CMB) e uma, de Melhor Filme, para Longa-Metragem Documental (LMD). Os vencedores da 54ª edição do mais tradicional festival de cinema do Brasil recebem ainda premiação em dinheiro, além dos troféus e prêmios do Troféu Assembleia Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas, que são concedidos pelo Festival e Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, e da Mostra de Longas Gaúchos, que têm regulamento próprio. O festival promove ainda Mostras Paralelas fora de competição, cuja programação é definida pela organização.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Cultura

Espetáculo com Vera Holtz será apresentado em Caxias do Sul no próximo sábado

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

O espetáculo teatral “Ficções”, estrelado pela atriz Vera Holtz, será apresentado no Teatro Municipal Pedro Parenti, em Caxias do Sul, no próximo sábado, dia 14 de março, às 20h. A apresentação integra um circuito promovido pelo Sesc/RS, que levará a peça a sete cidades do Rio Grande do Sul. A sessão contará com tradução em Libras.

Na peça, Vera interpreta diferentes personagens ao longo da narrativa. Durante a apresentação, a atriz canta, improvisa e interage com o público, além de estabelecer diálogo com o autor da obra no decorrer da encenação.

A atriz divide o palco com o músico Beto Lemos, que participa da apresentação ao vivo durante o espetáculo.

O espetáculo soma mais de 350 apresentações em temporadas e turnês realizadas pelo Brasil, reunindo público de quase 160 mil espectadores.

A produção recebeu 22 indicações a prêmios e conquistou o Prêmio Shell e o Prêmio APTR de melhor atriz para Vera Holtz, além do APTR de melhor música para Federico Puppi.

Ação cultural do Sesc

A circulação da peça integra as atividades culturais promovidas pelo Sesc/RS por meio do programa Arte Sesc. A iniciativa busca ampliar o acesso da população à produção artística e incentivar a formação de público para diferentes manifestações culturais.

O programa promove atividades nas áreas de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com ações voltadas à difusão cultural e à troca de experiências entre artistas e público.

Serviço

  • O quê: espetáculo teatral Ficções, estrelado por Vera Holtz
  • Quando: Sábado, 14 de março, às 20h
  • Onde: Teatro Municipal Pedro Parenti (Rua Dr. Montaury, 1333, Centro, Caxias do Sul)
  • Quanto: ingressos a R$ 15 para trabalhadores do Comércio e Serviços, R$ 18 para empresários, R$ 20 meia-entrada e R$ 40 para público geral. Ingressos disponíveis no site sesc-rs.com.br/espetaculosculturais ou no Sesc Caxias do Sul (Rua Moreira Cesar, 2462)
Foto: Ale Catan/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 140 Visualizações
Cultura

Mulheres ampliam presença nas competições do Cavalo Crioulo

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

Mulheres de diferentes idades e regiões têm ampliado a participação nas competições do Cavalo Crioulo, como provas de Freio, Doma e Marcha. Entre elas está a ginete Manuela Wolf, atual campeã da Marchita, que percorreu os 160 quilômetros da prova em 10 horas, 14 minutos e 15 segundos montando a égua Já TE Disse de Santa Adélia e superando mais de 60 conjuntos na disputa.

A presença feminina tem se ampliado nas competições da raça, com competidoras atuando em diferentes modalidades. Segundo a campeã da Marchita, Manuela Wolf, as disputas não distinguem homens e mulheres. “Não há espaço para diferenças nas provas do Cavalo Crioulo”, afirma Manuela.

Para a ginete, além da competição, o convívio entre participantes e a relação com os animais também fazem parte da experiência. “As maiores conquistas, com certeza, envolvem o nascimento de novas amizades, além do fortalecimento das antigas relações. E de ter a oportunidade de conhecer e compreender o cavalo, que é um ser espetacular”, diz Manuela.

Jovens competidoras em destaque

Entre as novas competidoras está a ginete Victória Rissi, de 14 anos, considerada a mulher mais jovem a se credenciar para o Freio de Ouro no ciclo profissional. Montando a égua ZR Macedônia, ela conquistou o quarto lugar na Credenciadora Aberta de Fêmeas realizada em dezembro de 2025, em Caxias do Sul.

Natural de Picada Café, Victória começou a montar aos dois anos e passou a competir aos sete, no Freio Jovem. Em 2022, na primeira participação na Supercopa, conquistou o primeiro lugar na categoria Infantil A. Em 2024, nas provas de Vaquero/Working Cow Horse, na categoria Vaquerito, obteve o primeiro e o segundo lugar, além da quarta colocação.

A ginete destaca o apoio da família nos treinos e nas competições. “Minha família me acompanha e meu pai me ajuda nos treinos. Para as meninas que têm o mesmo sonho que eu, digo para nunca desistirem”, afirma Victória. Com a vitória mais recente no Redomão, ela também se tornou a mulher mais jovem apta a disputar a final da Doma de Ouro deste ano.

Histórias que ganham repercussão

Outra competidora é Helena Arruda, campeã do Freio Jovem na categoria feminina em novembro do ano passado, conduzindo o cavalo ZR Isaque, chamado por ela de Black. A vitória ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma carta escrita pela ginete relatando o sonho de vencer na competição. “Era o meu sonho ganhar o Freio Jovem, foi muito bom para mim. Treine muito porque você pode conseguir”, afirma Helena.

Natural de São José-SC, a competidora começou a montar ainda no primeiro ano de vida, quando recebeu um pônei. Incentivada pela família, passou a participar de provas da raça aos cinco anos de idade.

Entre os planos para os próximos anos estão a participação na Supercopa, no Freio Jovem e no Rodeio Internacional de Caverá. “Quando crescer, quero ser veterinária e domadora”, destaca a jovem.

Foto: Alice da Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Cultura

Museu Julio de Castilhos recebe acervo pessoal da primeira Miss Universo brasileira

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Museu de História Julio de Castilhos recebeu itens do acervo pessoal de Ieda Maria Vargas, primeira brasileira a conquistar o título de Miss Universo, em 1963. A entrega do material ocorreu nesta terça-feira (3), em Gramado, quando os filhos da ex-miss repassaram a coleção à instituição vinculada à Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul. As peças passarão por processos de documentação, catalogação e preservação antes de serem disponibilizadas para pesquisa e apresentadas em futuras exposições.

O conjunto doado reúne vestidos, faixas, medalhas, diplomas, revistas, recortes de jornais, telegramas e um acervo fotográfico com mais de 800 imagens. Também fazem parte da coleção as malas originais utilizadas para guardar parte dos materiais.

Entre os itens destacados estão vestidos de alta costura nacional usados por Ieda nos concursos de Miss Brasil e Miss Universo. As peças foram confeccionadas pelas estilistas Milka Wolff e Beatriz de Salles e Silva.

O material inclui ainda registros jornalísticos e fotográficos que documentam diferentes momentos da trajetória da ex-miss, como a recepção no Brasil após a conquista do título e sua participação em atividades diplomáticas e em causas sociais no Rio Grande do Sul.

Outro item presente na coleção é um bibelô de porcelana que representa a caracterização gaúcha utilizada por Ieda durante o concurso de Miss Universo. Segundo o museu, a peça é considerada rara. Outro exemplar da mesma série está sob guarda do Museu Histórico Farroupilha.

Preservação dos itens

A coordenadora e museóloga do Museu de História Julio de Castilhos, Doris Couto, responsável pela coleta e transporte das peças, afirmou que a incorporação do material reforça o papel da instituição na preservação da memória do estado. “Ieda Maria Vargas não foi apenas uma rainha de beleza, ela foi uma embaixadora da cultura gaúcha no mundo. Ter essa coleção em nosso acervo é garantir que sua coragem e elegância sigam inspirando futuras gerações”, afirmou Doris.

Doação da família

O filho de Ieda Maria Vargas, Rafael Athanasio, afirmou que a família decidiu destinar o acervo ao museu para manter o material no Rio Grande do Sul. “Eu e minha irmã estamos muito felizes. Acho que a minha mãe gostaria que esse acervo ficasse aqui no Estado. Quando do seu reinado, ela foi convidada para trabalhar nos Estados Unidos e não aceitou, ela queria voltar para casa. Aqui no Brasil, chamaram para fazer novelas e apresentar programas em outros estados, mas só aceitou as oportunidades em Porto Alegre, ela nunca quis sair do Rio Grande do Sul”, relatou Athanasio.

Ele também afirmou que a família aguarda a conclusão da reforma do museu para ver a coleção exposta ao público. “Estamos ansiosos pela conclusão da reforma, para podermos ver as peças da minha mãe”, completou o filho da Miss.

Quem foi Ieda Maria Vargas

Nascida em Porto Alegre, Ieda Maria Vargas conquistou o título de Miss Universo em 1963, tornando-se a primeira brasileira a vencer o concurso. Ao longo da vida, também atuou em atividades filantrópicas e apoiou iniciativas como as ações voltadas às tropas do Batalhão Suez.

Ieda foi casada com José Carlos Athanasio desde 1968 e teve dois filhos. Ela ficou viúva em 2009.

A ex-miss morreu em dezembro de 2025, aos 80 anos. A cerimônia de despedida foi realizada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e foi aberta ao público. Na ocasião, o governador do estado, Eduardo Leite (PSD), declarou que Ieda foi “símbolo da beleza da mulher gaúcha que representou o charme da mulher brasileira para o mundo” e que “sua trajetória permanece como referência para várias gerações”.

Foto: MHJC/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 113 Visualizações
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