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Entidades empresariais apresentam demandas da região ao senador Hamilton Mourão

Por Marina Klein Telles 14/02/2025
Por Marina Klein Telles

ACI, CDL-NH e Sindilojas Vale Germânico entregaram documento com demandas da região ao senador Hamilton Mourão, durante visita ao Aeroporto Regional Pedro Adams Neto, em Novo Hamburgo, nesta sexta-feira, 14. 

Uma das reivindicações é o acesso a recursos para melhoria da infraestrutura do aeródromo de Novo Hamburgo, que possui localização estratégica e potencial para ser elevado à categoria de regional, o que possibilitaria maior conectividade para o setor produtivo local, impulsionando a economia; atração de investimentos e empresas para a região e desenvolvimento do turismo e fortalecimento da malha logística.  “Solicitamos o apoio do senador na articulação junto aos órgãos competentes para viabilizar estudos técnicos, investimentos e parcerias que permitam essa transformação”, afirma o presidente da ACI, Robinson Klein. “Toda a região se beneficiará do investimento”, destaca o presidente do Sindilojas Vale Germânico, Gérson Müller. O presidente da CDL-NH, Leonardo Lessa, também esteve presente ao evento.

O objetivo das entidades e da Associação Aeroclube de Novo Hamburgo é obter recursos para obras de asfaltamento da pista de 1,2 km e do pátio de manobras, com iluminação inclusa, orçadas em R$ 14 milhões. Receptivo à demanda, o senador solicitou o envio de solicitação de emenda parlamentar à bancada federal gaúcha para elaboração do projeto executivo, ao custo de aproximadamente R$ 280 mil. “Este é o primeiro passo para que possamos avançar e realizar as obras de asfaltamento”, disse Mourão.

Por questões de ordem legal, o projeto deverá ser encaminhado através da prefeitura municipal, que repassará os recursos à Associação Aeroclube de Novo Hamburgo. Presente ao evento, o prefeito Gustavo Finck comprometeu-se em fazer tramitar rapidamente o projeto na prefeitura. “Sou um amigo do aeroclube e o projeto vai voar, literalmente”, disse. 

Outras demandas

Análise legislativa para reformulação dos critérios dos programas sociais 

Na avaliação das entidades, os programas sociais do governo federal são essenciais para garantir dignidade à população mais vulnerável. No entanto, é fundamental estabelecer mecanismos que promovam a emancipação dos beneficiários. Por isso, propõe: 

– Prazo de validade para os benefícios, com critérios de reavaliação periódica; 

– Capacitação obrigatória por meio de cursos oferecidos pelo Sistema S (Sesi, Senai, Sebrae, Senac e Sesc); 

– Vinculação a oportunidades de emprego, assegurando que o benefício não se torne uma dependência crônica, mas um meio para a inserção produtiva. 

“Pedimos ao senador apoio para apresentar um projeto de lei que reformule esses critérios, garantindo um programa social mais eficaz e transformador”, explica Robinson Klein. 

Infraestrutura viária para os vales do Sinos, Paranhana e Germânico 

A precariedade das rodovias que cortam nossas regiões impacta diretamente o crescimento econômico e a qualidade de vida da população. Neste sentido, ACI, CDL e Sindilojas demandam: 

– Duplicação e modernização das rodovias estaduais e federais que atendem a região – apoio especial para a extensão da BR 448 e apoio ao Estado do RS para duplicar a RS 239 entre os municípios de Taquara e Rolante 

– Levantamento de uma alça ou viaduto na BR 116, na entrada da cidade de Ivoti, local de alto fluxo de veículos, que param o trânsito, inclusive com ocupação da pista. 

– Ampliação da malha logística, incluindo melhorias no transporte ferroviário e intermodal. 

“O senador Mourão pode nos ajudar na intermediação junto aos governos federal e estadual para garantir investimentos urgentes nessa área”, destaca o presidente da ACI. 

Programas de Incentivo à inovação e ao desenvolvimento tecnológico 

O futuro da economia depende do fortalecimento da inovação e da tecnologia. O Vale do Sinos, o Vale do Paranhana e o Vale Germânico possuem um ecossistema empreendedor promissor, que precisa de incentivo para crescer. Desta forma, as entidades propõe: 

– Criação de incentivos fiscais para empresas que investirem em pesquisa e inovação; 

– Linhas de crédito acessíveis para startups e empresas de base tecnológica; 

– Parcerias entre universidades, setor produtivo e governo para estimular projetos de inovação. 

“Pedimos ao senador liderança na elaboração e viabilização de políticas públicas que fortaleçam esse setor”, conclui Robinson Klein. 

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2025 0 Comentários 247 Visualizações
Business

Fiergs fica em terceiro lugar no ranking de projeções do Banco Central

Por Jonathan da Silva 14/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) conquistou o terceiro lugar no ranking Top 5 de Projeções Econômicas da Pesquisa Focus, do Banco Central, na categoria Taxa de Desocupação para o quarto trimestre de 2024. A entidade obteve a nota 9,4221, ficando empatada com a Vinland Capital e atrás dos bancos Santander e Sicredi.

Desde que começou a participar de rankings de projeções, em 2019, a UEE já recebeu 35 prêmios, sendo 25 do Banco Central e 10 da Broadcast/Agência Estado.

Reconhecimento no setor econômico

O ranking Top 5 de Projeções Econômicas avalia instituições financeiras, grandes bancos e entidades de todo o Brasil que respondem ao Relatório Focus do Banco Central, realizando projeções sobre indicadores como taxa de câmbio, PIB, desemprego e inflação.

O economista-chefe da Fiergs, Giovani Baggio, destacou a relevância do reconhecimento. “Estar ao lado de instituições renomadas no cenário nacional é uma honra. Esta conquista é fruto de um trabalho em equipe desenvolvido ao longo de muitos anos, que tem como objetivo fornecer as melhores informações possíveis para apoiar a tomada de decisões mais assertivas, tanto pelos empresários industriais do Rio Grande do Sul quanto pelo próprio Sistema Fiergs”, afirmou Baggio.

Histórico de premiações

AnoTotal de prêmios
20202
20211
20228
202317
20246
20251*
Total35

*Até o momento.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2025 0 Comentários 410 Visualizações
Business

Novo Hamburgo registra alta de 51% na abertura de empresas em janeiro

Por Jonathan da Silva 14/02/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo registrou um crescimento de 51% na abertura de empresas em janeiro de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo o balanço das Juntas Comerciais que integram o Convênio Redesim Conectada, 183 novos negócios foram formalizados no município no primeiro mês do ano, garantindo a quarta melhor marca de todo o estado do Rio Grande do Sul.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Daiana Leonço Monzon, afirmou que o resultado reflete as iniciativas da Prefeitura para desburocratizar processos e incentivar a inovação. “Esses números já são reflexo da política anunciada pelo Município de desburocratizar os processos e investir em inovação. Inclusive, muitos desses registros não são de novos negócios, mas de empresas que vieram de outras cidades para se instalar aqui”, declarou a secretária.

A expectativa da administração municipal hamburguense é de que o crescimento continue nos próximos meses, impulsionado pelo decreto municipal nº 11.745, publicado no início de fevereiro. A medida amplia de 299 para 770 o número de atividades econômicas que podem ser dispensadas de alvará de funcionamento e localização. “Ou seja, os resultados de janeiro ainda não são o reflexo desta medida. Quem quer empreender, nos procure que estamos prontos para facilitar o funcionamento de novas empresas”, ponderou Daiana.

Facilidade para empreendedores

Com a nova legislação, as análises de licenciamento de empresas passarão a seguir as diretrizes do Subcomitê Estadual da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). O sistema tem como objetivo reduzir burocracias e agilizar a formalização de negócios no país.

A Sala do Empreendedor de Novo Hamburgo atende no 10º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Os horários de atendimento variam ao longo da semana, com funcionamento presencial e online. Contatos podem ser feitos pelos telefones (51) 3097-9460 e (51) 3594-9940 (WhatsApp) ou pelo e-mail saladoempreendedor@novohamburgo.rs.gov.br.

Foto: Vinicius Campos/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2025 0 Comentários 400 Visualizações
Business

Keko Acessórios sai da recuperação judicial e projeta faturamento de R$ 360 milhões

Por Jonathan da Silva 13/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Keko Acessórios concluiu seu processo de recuperação judicial após seis anos e projeta faturar R$ 360 milhões em 2025. A empresa, sediada em Flores da Cunha, ingressou na recuperação judicial em setembro de 2018 para renegociar uma dívida de R$ 75,5 milhões. Durante o período, a companhia registrou um crescimento de 170% e ampliou o número de funcionários para aproximadamente 500.

A Keko Acessórios enfrentou dificuldades financeiras a partir de 2015, quando a alta da taxa Selic e o endividamento elevado impactaram suas operações. Em 2018, a empresa ainda sofreu os efeitos da greve dos caminhoneiros e o cancelamento de um projeto com uma montadora, que reduziu sua receita em R$ 20 milhões.

Segundo o presidente executivo da empresa, Leandro Scheer Mantovani, a decisão de ingressar na recuperação judicial foi tomada com transparência junto a funcionários, clientes e fornecedores. “Nossa preocupação foi conversar primeiro com todos os 420 funcionários que estavam conosco na época, para reforçar nosso compromisso com o cumprimento das obrigações, o pagamento de salários e a preservação dos empregos”, afirmou Mantovani.

A recuperação incluiu medidas como a horizontalização da gestão, redução de projetos, reorganização mercadológica, planejamento financeiro e tributário e investimentos em inovação. A empresa também reestruturou sua força de vendas e ampliou sua presença no mercado digital, o que fortaleceu a relação com os consumidores finais e impulsionou as vendas.

Investimentos e crescimento

Desde 2021, a Keko tem superado suas projeções de crescimento. Em 2024, a empresa encerrou o ano com uma relação dívida/EBITDA de 2,4 vezes. No biênio 2024/2025, a companhia prevê investimentos de R$ 30 milhões na ampliação da estrutura fabril, que ganhará mais 3,5 mil m², além da aquisição de novos equipamentos e tecnologias.

Mantovani destaca que a recuperação judicial trouxe amadurecimento à empresa. “Foi uma jornada de valorização, transformação e crescimento da equipe. As pessoas aprenderam a trabalhar na escassez e a focar em resultados, o que foi muito positivo e uniu mais o grupo”, afirmou o presidente executivo.

A Keko afirma que continuará investindo em melhorias, processos, produtos e tecnologia para manter sua competitividade no mercado global. A companhia também reforça seu compromisso com as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).

Foto: Luís Henrique Bisol Ramon/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2025 1 Comentário 621 Visualizações
Business

ACI Novo Hamburgo cria grupo de trabalho para analisar reforma tributária

Por Marina Klein Telles 13/02/2025
Por Marina Klein Telles

Foi realizada na quarta-feira, 12, a primeira reunião do grupo de trabalho criado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos para analisar o texto da reforma tributária (Lei Complementar 214/25), subsidiar estudos e proporcionar aos associados a sua correta aplicação.

“Estamos dando o start a uma grande missão, que é compreender o novo sistema tributário e auxiliar as empresas associadas a se adequarem a ele”, disse o diretor da ACI, Fauston Saraiva, na abertura do encontro. “Trata-se de um grupo qualificado de especialistas que vai construir o conhecimento necessário para a compreensão dos 540 artigos e a operacionalização da reforma tributária por parte dos associados”, acrescentou o consultor jurídico tributário, Dr. Marciano Buffon. “A entidade está atenta ao tema e, ao longo de 2025, realizará diversas ações para informar os associados”, acrescentou a vice-presidente jurídica, Izabela Lehn.

Coordenado pelos três especialistas, o grupo de trabalho reúne advogados, contadores e empresários da região. Os 34 integrantes estão distribuídos em dez subgrupos temáticos que vão analisar temáticas específicas da reforma tributária, seguindo a estrutura da lei.

Os subgrupos, formados por um coordenador e três ou quatro integrantes, reunir-se-ão mensalmente para analisar o texto da reforma tributária, em conjunto com bibliografia especializada, ao longo dos próximos meses. As conclusões serão apresentadas em seminários, vídeos e textos, gerando uma obra coletiva que será apresentada durante o Congresso da ACI sobre Reforma tributária, que ocorrerá no segundo semestre, com a participação de associados.

Subgrupo, temática e coordenação

1 – CBS e IBS: aspectos gerais da incidência
Coordenadora: Marina Furlan

2 – Operacionalização do IBS e da CBS
Coordenador: Marcelo Castilhos

3 – Comércio exterior: regimes aduaneiros especiais
Coordenadora: Sheila Bonne

4 – Cashback e cesta básica
Coordenador: Adriano Martins

5 – Regimes diferenciados do IBS e da CBS
Coordenadora: Rosane Machado

6 – Regimes especiais do IBS e da CBS
Coordenador: Adauto Froelich

7 – Fiscalização e transição
Coordenador: Mateus Bassani

8 – Imposto seletivo
Coordenador: Daniel Nelson

9 – Zona Franca de Manaus, áreas de livre comércio, devolução turista estrangeiro e compras governamentais
Coordenadora: Roberta Cassel Greenfield

10 – Operações com bens imóveis: incidência e transição
Coordenadora: Jordana Franzen

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2025 0 Comentários 325 Visualizações
Business

Efeito direto do tarifaço dos EUA para aço e alumínio será menor no RS

Por Marina Klein Telles 12/02/2025
Por Marina Klein Telles

Apesar do tarifaço de 25% imposto pelo presidente Donald Trump para aço e alumínio importados pelos Estados Unidos, os efeitos diretos para o estado serão limitados, segundo a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Isso porque se para o Brasil, de janeiro a dezembro de 2024, 44,7% das vendas externas desse insumo foram destinadas ao mercado americano (US$ 6 bilhões do total de US$ 13 bilhões), para o RS elas representaram 2,7% da pauta, US$ 4 milhões do total de US$ 147 milhões vendidos. Os principais destinos do aço gaúcho no ano passado foram México (24,7%), Argentina (23,3%), e Índia (11,2%).

No alumínio, o Brasil exportou US$ 1,3 bilhão em 2024, com US$ 176,8 milhões (13,1%) para os Estados Unidos. Já no Rio Grande do Sul, as vendas deste produto alcançaram US$ 8,2 milhões, com 5,7% (US$ 500 mil) para os EUA, de acordo com o levantamento realizado pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs.

No impacto indireto, porém, o Rio Grande do Sul poderá sofrer consequências, dado que uma possível menor demanda dos Estados Unidos – devido ao aumento de preço do produto brasileiro no mercado americano –pode afetar a produção brasileira de aço e alumínio, aumentando custos e reduzindo a competitividade no mercado interno.

Os EUA representavam 4,3% do mercado das exportações de aço do RS em 2021, participação que foi reduzida para 3,6% (2022), 3,2% (2023) e 2,7% (2024).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/02/2025 0 Comentários 315 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 6,4% em janeiro

Por Jonathan da Silva 11/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína provenientes do Brasil atingiram 106 mil toneladas em janeiro, um aumento de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 99,6 mil toneladas. O dado, divulgado nesta segunda-feira (10) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), representa o maior volume da série histórica para o mês e marca a primeira vez que o setor supera a barreira de 100 mil toneladas em janeiro. Além disso, a receita gerada pelas exportações de carne suína alcançou um montante de US$ 238 milhões, um crescimento de 19,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados US$ 199 milhões.

A China foi a principal compradora da carne suína brasileira em janeiro, com a importação de 19,8 mil toneladas. O volume, no entanto, representa uma redução de 14% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Outros mercados asiáticos impulsionaram o crescimento das exportações no período. As Filipinas importaram 19,5 mil toneladas, uma alta de 58%, enquanto o Japão adquiriu 8,1 mil toneladas, um aumento de 87%. O Vietnã também ampliou as compras, registrando um crescimento de 127%, com 2,8 mil toneladas importadas.

Hong Kong manteve o volume estável em 9,5 mil toneladas, enquanto Singapura aumentou as importações em 26%, com 6,5 mil toneladas. Entre os mercados que reduziram as compras, o Chile importou 7,7 mil toneladas, queda de 29%, e os Estados Unidos registraram retração de 9%, com 4,7 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a diversificação dos mercados asiáticos como um fator positivo para o setor. “Os mercados da Ásia, liderados pelas Filipinas, estão ampliando a presença entre os principais destinos das exportações brasileiras, sustentando as tendências positivas e de maior capilaridade de mercados registradas desde o segundo semestre do ano passado”, afirmou Santin.

Exportações por estado

Santa Catarina liderou as exportações de carne suína em janeiro, com o envio de 57,9 mil toneladas ao exterior, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2024. O Rio Grande do Sul ficou em segundo lugar, com 21,5 mil toneladas (+1,7%), seguido pelo Paraná, que exportou 13,1 mil toneladas (+20,5%).

Minas Gerais e Mato Grosso registraram os maiores crescimentos percentuais no período. Minas Gerais exportou 3,4 mil toneladas, uma alta de 84%, enquanto Mato Grosso embarcou 3,3 mil toneladas, um aumento de 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foto: Jcomp/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2025 0 Comentários 400 Visualizações
Business

Indústria gaúcha cresce 0,6% em 2024, mas não recupera perdas de 2023

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) registrou crescimento de 0,6% em 2024 em comparação com o ano anterior, conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Apesar da alta, o setor ainda não recuperou a queda de 5,6% registrada em 2023. A tragédia climática que atingiu o estado no ano passado impactou a produção industrial, com interrupção de fábricas e dificuldades na entrega de insumos.

Na comparação mensal, o índice apresentou queda de 0,9% em dezembro em relação a novembro, mas subiu 5,2% quando comparado a dezembro de 2023. Segundo o presidente da Fiergs, Claudio Bier, o resultado poderia ter sido melhor sem os efeitos da enchente. “Apesar de positivo diante das adversidades que o Estado enfrentou, o resultado nem de longe recompõe a enorme queda de 5,6% de 2023. Sem a tragédia climática do ano passado, que obrigou muitas fábricas a interromperem a produção e também prejudicou a entrega de insumos, o crescimento esperado surpreenderia positivamente”, afirmou Bier.

Componentes do índice

Entre os seis componentes do IDI-RS, quatro registraram crescimento em 2024: faturamento real (0,7%), massa salarial real (3,4%), utilização da capacidade instalada (1,6 ponto percentual, de 78,8% em 2023 para 80,4% em 2024) e compras industriais (0,9%). Por outro lado, as horas trabalhadas na produção (-0,9%) e o emprego (-0,7%) encerraram o ano com queda, embora apresentem sinais de recuperação.

Setores em destaque

A atividade industrial cresceu em dez dos 16 segmentos pesquisados no Rio Grande do Sul. O setor de veículos automotores teve a maior contribuição positiva, com alta de 13,2%. O crescimento também foi impulsionado pelos segmentos de móveis (8,7%) e equipamentos de informática e produtos eletrônicos (10,3%).

No entanto, a retração na produção de máquinas e equipamentos (-9,1%) teve forte impacto no resultado geral, especialmente no segmento de máquinas e implementos agrícolas, que caiu 15,9%. O setor de couros e calçados também apresentou queda de 2,4%, influenciando negativamente o índice.

Fatores econômicos e climáticos

Além das enchentes, incertezas econômicas ligadas às questões fiscais do país afetaram o desempenho da indústria em 2024. A taxa de câmbio elevada foi apontada pelos empresários como um dos principais desafios do setor. A inflação e as políticas do Banco Central, que manteve taxas de juros elevadas, também impactaram a atividade industrial.

Outro fator que influenciou negativamente foi a crise no segmento de máquinas e implementos agrícolas, afetado tanto pelas enchentes no Rio Grande do Sul quanto pelas secas e incêndios florestais em outras regiões do país. A menor safra e a baixa nos preços das commodities agrícolas contribuíram para a retração no setor.

A pesquisa completa pode ser acessada no site Observatório da Indústria do RS.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 445 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçados somam 11,46 milhões de pares em janeiro

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados brasileiros totalizaram 11,46 milhões de pares em janeiro de 2025, gerando US$ 88,3 milhões. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), indicam um aumento de 11,4% no volume exportado e uma queda de 2,7% na receita em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente ao dólar e o crescimento das exportações de chinelos foram fatores que contribuíram para o desempenho no mês. O valor médio do calçado exportado foi de US$ 7,71, uma redução de 12,6% em relação a janeiro do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirmou que o cenário internacional segue incerto, com desafios econômicos e uma possível guerra comercial entre Estados Unidos e China. “O cenário, ao longo de 2025, é uma incógnita. Ao mesmo tempo em que a tarifa imposta por Trump aos calçados chineses pode ajudar o Brasil no mercado norte-americano, esses calçados produzidos na China tendem a inundar mercados cativos para o nosso produto no exterior, principalmente na América Latina”, pontuou o dirigente.

Segundo Ferreira, mesmo com o crescimento em volume, as exportações permaneceram abaixo da média anual dos últimos cinco anos, que foi de 12,23 milhões de pares, o que aponta para uma demanda internacional ainda enfraquecida.

Principais destinos das exportações

Os Estados Unidos foram o principal destino dos calçados brasileiros em janeiro, com 1,13 milhão de pares exportados, gerando US$ 19 milhões. O volume cresceu 4,2% em comparação com o ano anterior, mas a receita caiu 11,5%. A Argentina foi o segundo maior mercado, com 635,6 mil pares exportados e US$ 10,36 milhões em receita, representando um crescimento de 14,2% no volume e uma queda de 6,3% no faturamento. A França ficou na terceira posição, com 380,6 mil pares e US$ 4,9 milhões, registrando aumentos de 14,7% e 54,3%, respectivamente.

Estados exportadores

O Rio Grande do Sul liderou as exportações brasileiras de calçados no mês, embarcando 2,62 milhões de pares e arrecadando US$ 37,6 milhões. Os números representam quedas de 12,1% em volume e 17,5% em receita em relação a janeiro de 2024. O Ceará foi o segundo maior exportador, com 5 milhões de pares enviados e US$ 27,42 milhões em faturamento, registrando aumentos de 34,8% e 30,3%, respectivamente. Em terceiro lugar, São Paulo exportou 514,1 mil pares, gerando US$ 7,2 milhões, um crescimento de 23,5% no volume e uma redução de 2,7% na receita.

Importações continuam em alta

As importações de calçados seguiram em crescimento em janeiro, mantendo a tendência de 2024, quando houve alta de mais de 26% no volume importado. No primeiro mês de 2025, o Brasil importou 3,32 milhões de pares, totalizando US$ 47,96 milhões. O volume cresceu 18,1% e a receita aumentou 29% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os países asiáticos responderam por 90% das importações. O Vietnã foi o principal fornecedor, com 1,24 milhão de pares exportados ao Brasil por US$ 22,47 milhões, um crescimento de 55% no volume e 31% na receita. A Indonésia ficou em segundo lugar, com 742,5 mil pares e US$ 12 milhões, apresentando altas de 113,5% e 111,6%, respectivamente. Já a China exportou 719,8 mil pares ao Brasil, gerando US$ 5 milhões. O volume caiu 34,7%, mas a receita aumentou 16,6%.

As importações de partes de calçados, como palmilhas, solas e saltos, somaram US$ 5,53 milhões em janeiro, um crescimento de 47% em relação ao mesmo período de 2024. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 493 Visualizações
Business

ACI pede informações sobre pagamento de exportações de calçados à Argentina

Por Marina Klein Telles 10/02/2025
Por Marina Klein Telles

Em correspondência enviada na última sexta-feira, 7, a ACI solicita à Câmara Empresarial Argentino Brasileira do Rio Grande do Sul informações sobre a liberação de recursos financeiros, por parte do governo argentino, relativos às exportações de calçados efetuadas por empresas associadas ao país vizinho.

O documento assinado pelo presidente, Robinson Klein, e pelo diretor, Fauston Saraiva, relata que o delay cambial promovido pelas autoridades argentinas em 2024 tem gerado preocupação e incertezas quanto ao andamento das atividades das empresas exportadoras de calçados que dependem deste aporte. São empresas que tem clientes dos mais variados perfis e cumpridores de suas obrigações sempre de forma pontual e ajustada.

“Entendemos a complexidade das negociações e os desafios enfrentados, mas gostaríamos de obter uma atualização detalhada sobre o status da liberação desses recursos e o imediato pagamento às empresas associadas”, afirma Klein, destacando o compromisso com o fortalecimento das relações bilaterais e com o desenvolvimento de projetos que beneficiem ambos os países.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 334 Visualizações
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