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Feira Brasileira do Varejo (FBV) 2025 gera mais de R$ 53 milhões em negócios

Por Marina Klein Telles 26/05/2025
Por Marina Klein Telles

Realizada pelo Sindilojas Porto Alegre e pelo Sebrae RS, a Feira Brasileira do Varejo (FBV) finalizou sua 11ª edição confirmando todas as expectativas. Durante os três dias de evento (21 a 23/05), mais de dez mil pessoas circularam pelo Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre. Foram gerados mais de R$ 53 milhões entre as 132 marcas expositoras e as inéditas rodadas de negócios. Para 2026, a FBV já tem data confirmada: 20, 21 e 22 de maio.

“A FBV 2025 se encerra com muito sucesso, reforçando o papel essencial do varejo na economia gaúcha. Para o Sindilojas Porto Alegre, ver os palcos lotados, público interessado e expositores gerando negócios é a prova de que estamos no caminho certo. A FBV consolidou um ambiente para o futuro do nosso setor, mostrando que estamos preparados para os desafios e oportunidades que virão, além de obter sucesso em uma novidade, que foi a rodada de negócios. É a conexão e o conhecimento se traduzindo em competitividade para os nossos lojistas”, destacou o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Arcione Piva.

Contemplando o tema “Viva o futuro do presente”, a FBV deste ano contou com três dias de programação realizada simultaneamente em quatro palcos de conteúdo – Negócios, Mão na Massa, MKT & Vendas e Pequenos Gigantes. Mais de 100 palestrantes trouxeram insights das principais tendências e soluções que ditam o mercado, como novos modelos de negócios, vendas online, redes sociais, experiência do consumidor e Inteligência Artificial (IA).

“O sucesso do evento foi proporcional à expectativa que tínhamos em relação a esta edição tão especial. Dos expositores aos palestrantes, a FBV demonstrou a força e a importância do varejo e toda a sua cadeia produtiva. E, ao agregarmos empreendedorismo e geração de negócios à feira, ampliamos seu valor e trilhamos uma parceria que só tende a se fortalecer ainda mais no futuro”, destacou o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae RS, Luiz Carlos Bohn.

Rodadas de negócios

Promovidas pela primeira vez na feira, as rodadas articuladas pelo Portal de Negócios do Sebrae RS conectaram pequenas, médias e grandes empresas dos mais diferentes segmentos, como Moda, Casa & Construção e Alimentos Personalizados. Durante os três dias de evento, foram oportunizadas 586 agendas junto a 60 compradores e 230 fornecedores.

Uma das pequenas empresas que aproveitou para ficar frente a frente com um grande varejista foi a El Capitan, que produz farofas e geleias especiais há quatro anos, em Porto Alegre. Empregando 10 pessoas, a sócia Cristianne Mendes apresentou e defendeu seus produtos perante o comprador. “Saio daqui com uma minuta de contrato da empresa. Agora iremos analisar para tentar encaixar as nossas farofas nesta grande rede de supermercados, onde sempre quisemos estar”, comemorou Cristianne.

Pesquisa realizada pela organização do evento apontou que 90% do público pretende voltar na próxima edição da FBV e 95% considera que o conhecimento adquirido na feira é aplicável no dia a dia e importante para o setor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2025 0 Comentários 409 Visualizações
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Almoço da Exportação debate globalização e formaliza parceria com a Invest RS

Por Jonathan da Silva 23/05/2025
Por Jonathan da Silva

Mais uma edição do tradicional Almoço da Exportação foi realizada nesta quinta-feira (23), na sede da Fecomércio RS, em Porto Alegre. O evento reuniu representantes do setor exportador gaúcho para discutir os desafios da nova globalização. O destaque esteve na palestra do economista Marcos Troyjo e marcou a assinatura de um acordo de cooperação entre a Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS), por meio do Prêmio Exportação RS, e a Invest RS, Agência de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul.

Durante a palestra, o economista Marcos Troyjo apresentou uma análise sobre o atual cenário do comércio internacional. Segundo o palestrante, a lógica da globalização mudou. “Se há 20 anos, quem pilotava o avião da globalização era a eficiência, hoje quem está no cockpit é a geopolítica”, afirmou Troyjo.

O palestrante também citou medidas recentes dos Estados Unidos como exemplo da nova orientação política das relações comerciais, destacando o impacto positivo para o Brasil em alguns setores. “O Brasil recebeu a tarifa mínima de 10% dos Estados Unidos, o que cria vantagens competitivas frente a países do Sudeste Asiático, como Vietnã, Tailândia e Bangladesh”, comentou Troyjo.

O economista avaliou ainda que o mundo vive um contexto de “policrise”, com tensões geopolíticas, disrupções nas cadeias globais e aumento do protecionismo. Mesmo diante desse cenário, ele vê uma janela de oportunidade para o Brasil. “Estamos vivendo um ambiente de maior incerteza, mas, paradoxalmente, mais favorável ao Brasil. A história nos mostra que o momento em que o Brasil mais cresceu foi justamente em um contexto de Guerra Fria (…). Hoje, novamente, o Brasil reúne condições para se posicionar como um fornecedor confiável de alimentos, energia e soluções sustentáveis”, ressaltou o palestrante.

Parceria para qualificação de exportadores

Durante o evento, foi formalizado um acordo entre a ADVB/RS, o Prêmio Exportação RS e a Invest RS. O objetivo da parceria é oferecer capacitação de alto nível para empresas exportadoras do Rio Grande do Sul, promovendo a inserção internacional das companhias locais.

Segundo o presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS, Rafael Biedermann Mariante, a iniciativa visa ampliar o acesso ao conhecimento estratégico. “O conteúdo que discutimos no Conselho ao longo do ano é extremamente relevante, e agora queremos que esse conhecimento chegue a mais empresas, ajudando aquelas que ainda não exportam a dar esse passo”, afirmou Mariante.

O dirigente ressaltou que a proposta não substitui ações já existentes, mas pretende somar esforços. “Nosso foco é na qualificação, para incentivar mais empresas a exportar. Queremos agregar, não eliminar o que já vem sendo feito”, explicou Mariante.

O termo de cooperação foi assinado pelo presidente da Invest RS, Rafael Prikladnicki; pelo presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS, Rafael Biedermann Mariante; pelo presidente da ADVB/RS, Leandro Pompermaier; e pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, Ernani Polo.

Debates continuam em agosto

O presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS destacou ainda que o evento foi uma preparação para o jantar do Prêmio, previsto para agosto. “Reforçamos o convite para o jantar do Prêmio, em agosto, onde vamos reconhecer empresas que, com muita resiliência, superam desafios e constroem histórias de sucesso”, concluiu Mariante.

Foto: Anderson Gradischer/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 318 Visualizações
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Brasil teve 470 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais em 2024

Por Marina Klein Telles 23/05/2025
Por Marina Klein Telles

Em 2024, o Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais, o maior número desde 2014. E, conforme o INSS, as pessoas passaram, em média, três meses afastadas, recebendo cerca de R$ 1,9 mil por mês. Considerando esses valores, o impacto pode ter chegado a até quase R$ 3 bilhões em 2024.

Os dados foram apresentados pela consultora trabalhista da ACI, Daniela Baum, no Prato Principal desta quinta-feira, 22. Conforme ela, os números indicam a relevância da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que estabelece diretrizes gerais sobre segurança e saúde do trabalho (SST) e deve ser aplicada e harmonizada com as demais normas regulamentadoras. 

Em 2024, a NR-01 recebeu alterações para entrar em conformidade com as normas internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a ISO 45001. Grupo de Estudos Tripartite do Ministério do Trabalho e Emprego revisou o capítulo 1.5 da NR-1, que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), para incluir expressamente a gestão dos riscos psicossociais.

As alterações foram implementadas por meio da Portaria MTE 1.419, em 28 de agosto de 2024, que originalmente previa sua entrada em vigência em 26 de maio de 2025. Os riscos psicossociais são os aspectos da concepção e gestão do trabalho e dos seus contextos sociais e organizacionais que têm o potencial de causar danos psicológicos ou físicos ao trabalhador. 

A OIT aponta que os principais riscos psicossociais são sobrecarga horária, sobrecarga de trabalho mental e físico, monotonia, falta de apoio e ajuda, burnout, assédio sexual, moral, violência e discriminações, insegurança no emprego e stress no trabalho. 

A Portaria do Ministério da Saúde nº 1.999, de 27 de novembro de 2023, elenca as doenças relacionadas ao trabalho decorrentes de fatores psicossociais. “É importante distinguir riscos psicossociais relacionados ao trabalho de questões gerais de saúde mental”, explica Daniela. Um dos fatores de risco é o assédio de qualquer natureza no trabalho, que pode ter como consequência um possível transtorno mental.

Conforme a palestrante, a avaliação dos riscos psicossociais não é algo novo. Desde 2021, a NR-17 prevê a avaliação dos riscos ergonômicos, que inclui os psicossociais. Estabelece as diretrizes e os requisitos que permitem a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente no trabalho. 

Atualização da NR-1

A atualização da NR-1 inclui expressamente os tipos de riscos. A versão atual, com validade até 25/05/2026, estabelece que a organização deve implementar, por estabelecimento, o gerenciamento de riscos ocupacionais em suas atividades. Já a versão que entrará em vigor em 26/05/2026 determina que o gerenciamento de riscos ocupacionais deve abranger os riscos que decorrem dos agentes físicos, químicos e biológicos, riscos de acidentes e riscos relacionados aos fatores ergonômicos, incluindo os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.

Com a integração da NR-1 com a NR-17, a organização deve considerar as condições de trabalho, nos termos da NR-17, incluindo os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. A gestão de ergonomia (incluindo fatores de risco psicossociais relacionados aos trabalhos) torna-se obrigatória para todas as empresas.

Prorrogação da entrada em vigor das alterações

Em 16 de maio de 2026, foi publicada a Portaria MTE nº 765, de 15 de maio de 2025, que prorroga para 26 de maio de 2026 o início da vigência da nova redação do capítulo 1.5 – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, da NR-1, aprovada originalmente pela Portaria MTE nº 1.419/2024. “A prorrogação não deve ser sinônimo de espera”, enfatiza Daniela, destacando os custos legais dos adoecimentos psíquicos para as empresas.

Custos diretos envolvem afastamentos por licenças médicas, indenizações em processos trabalhistas (dano moral e material), alterações do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) por Riscos Ambientais do Trabalho (RAT) – reconhecimento de doenças ocupacionais em ações trabalhistas, e ações regressivas da Advocacia Geral da União (AGU) contra as empresas. Os custos indiretos, por sua vez, incluem redução na produtividade geral da equipe, perda de talentos qualificados, dificuldade de retenção de profissionais estratégicos e prejuízos à imagem da marca empregadora, entre outros. 

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 296 Visualizações
Business

Dia Livre de Impostos mobiliza cidades gaúchas

Por Marina Klein Telles 23/05/2025
Por Marina Klein Telles

Depois de trazer o Parlamento para a discussão a respeito dos problemas da alta carga tributária no país, a Federação Varejista do RS promove, por meio da CDL Jovem RS, mais uma edição do Dia Livre de Impostos. O movimento nacional ocorrerá no dia 29 de maio, em estabelecimentos espalhados em cerca de quinze cidades gaúchas aderentes à proposta. Engajados na mobilização, os comerciantes oferecem produtos e serviços com descontos muito relevantes, correspondentes aos altos percentuais tributários que incidem sobre esses itens – e os encarecem para o consumidor final.

Será o momento para a sociedade experimentar na prática como o custo de vida poderia ser menor caso não houvesse tantos impostos a serem pagos. “Essa é uma ação para chamar a atenção de todos, governantes, empresários, consumidores, e também tem um viés educativo. Precisamos estar a par do quanto a alta carga tributária impacta nas empresas, na competitividade dos negócios e na decisão de compra dos consumidores, bem como do real retorno em serviços dos impostos que pagamos”, diz o presidente da Federação Varejista do RS, Ivonei Pioner.

Neste ano, a mobilização da CDL Jovem RS em torno da proposta contará com a representatividade de estabelecimentos de diversos portes e segmentos de diferentes regiões do Estado. A Metropolitana contará com seis cidades envolvidas, sendo parceiros negócios de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Sapiranga, Dois Irmãos, Estância Velha e Ivoti. Da Serra, participam Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha, Flores da Cunha, Nova Prata e Vacaria. Do Norte, participam lojas de Erechim e Carazinho, enquanto Santa Cruz do Sul representa a região dos Vales. A lista de estabelecimentos participantes pode ser encontrada no site https://dialivredeimpostos.org.br . Os itens em oferta terão a aplicação de desconto – variáveis conforme cada participante – e em média correspondentes a 33%.

Ação nos postos

Uma das principais ações no Estado se dará por meio da parceria estabelecida com a rede de postos SIM. Quatro unidades, duas na Capital, uma em Caxias do Sul e outra Erechim, ofertarão desconto na gasolina comum para pagamentos em dinheiro, cartão de débito ou PIX. Serão distribuídas 80 senhas em cada unidade, a partir das 6h30min, e cada cliente poderá abastecer 20 litros de combustível com valores reduzidos a partir das 7h30min. Esse procedimento será válido para os postos Ecoposto, em Porto Alegre (Av. Ipiranga, 999 – Azenha); Caxias Shopping, em Caxias do Sul (Rua João Nichele, 2.227 – Cinquentenário); e Erechim Três Vendas, em Erechim (Av. José Oscar Salazar, 312 – Três Vendas). No posto Juca Batista, em Porto Alegre (Av. Juca Batista, 631 – Ipanema), a ação ocorre às 15h e às 16h.

Essa será a 19ª edição do Dia Livre sem Impostos, uma iniciativa que surgiu em Belo Horizonte e se espalhou por todo o país por meio da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem). “Esse movimento é um chamamento público para que todos se unam a fim de trabalharmos para termos uma carga tributária mais justa e eficaz para todos. É um momento de alerta, para pensarmos o quanto esse atual modelo tributário impacta no bolso de cada um, corroendo a renda e impedindo a aquisição de diversos produtos por causa da alta incidência de tributos. Da mesma forma, de questionarmos se estamos recebendo serviços básicos de qualidade frente às altas somas que pagamos em impostos para os governos”, diz o diretor da CDL Jovem RS, Lucas Magnani.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o brasileiro trabalhou, em média, 149 dias em 2024 apenas para pagar seus impostos. Um estudo do órgão deste ano mostrou que, nas últimas duas décadas, os contribuintes do país pagaram mais de R$ 40 trilhões em impostos. Apenas neste ano, entre 1 de janeiro e 12 de maio, o “impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) já havia superado a casa de R$1,4 trilhão em arrecadação de tributos municipais, estaduais e federais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 304 Visualizações
Business

Vice-prefeito de Novo Hamburgo palestra na capital em fórum sobre economia circular

Por Jonathan da Silva 22/05/2025
Por Jonathan da Silva

O vice-prefeito de Novo Hamburgo, Gerson Haas, participará do 4º Fórum de Economia Circular, que será realizado no Teatro Unisinos, em Porto Alegre, no próximo dia 6 de junho, às 14h25min. O evento reunirá especialistas do Brasil e do exterior para discutir modelos de negócios sustentáveis e soluções para a preservação ambiental.

Haas será um dos palestrantes da mesa “A importância das parcerias entre setor público, privado e sociedade civil e casos de cooperação multissetorial para atingir objetivos circulares”, ao lado de Fernando Bernardes e Luiz Henrique Hartmann. A apresentação abordará experiências de cooperação entre diferentes setores em prol da sustentabilidade. “Participando deste evento, quero reforçar o posicionamento de Novo Hamburgo em realizar propostas que visam a preservação do meio ambiente, pensando em um futuro sustentável para as próximas gerações”, afirmou o vice-prefeito.

Evento reúne especialistas nacionais e internacionais

O fórum contará com a participação de representantes do setor público, empresas, universidades, ONGs e outras entidades. Na programação, estão temas como conceitos de economia circular, design para circularidade, legislação, financiamento, casos de sucesso e o papel do poder público no desenvolvimento de soluções ambientais.

O que é o Fórum de Economia Circular

O 4º Fórum de Economia Circular acontece nos dias 5 e 6 de junho e é promovido pela Conceitual Brasil, com coorganização do Sinplast-RS, Teatro Unisinos e Revista Plástico Sul. Além das palestras, o evento busca criar um ambiente de networking para a formação e fortalecimento de parcerias voltadas à sustentabilidade.

Foto: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2025 0 Comentários 358 Visualizações
Business

FBV conecta o varejo nacional às principais tendências globais a partir desta quarta-feira

Por Marina Klein Telles 21/05/2025
Por Marina Klein Telles

As principais tendências mundiais de comportamento do consumidor, cases de empreendedorismo, tecnologia e inovação estarão em evidência a partir das 10h desta quarta-feira (21/05), na 11ª edição da Feira Brasileira do Varejo (FBV), no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.Promovido pelo Sindilojas Porto Alegre e pelo Sebrae RS, o evento reunirá mais de 100 expositores, 70 horas de conteúdo, mais de 100 palestrantes e até 500 agendas de negócios entre empresas de diversos portes em três dias de programação, que pode ser conferida em feirabrasileiradovarejo.com.br.

Com o tema “Viva o futuro do presente”, a FBV terá entre os seus destaques Lee Peterson, da WD Partners, um dos principais painelistas da NRF Show – maior evento do gênero no mundo com mais de 100 anos de tradição; além de nomes nacionais, como Alexandra Casoni – empresária e integrante do Shark Tank Brasil, Daniel Dias – nadador paralímpico, Fausto Carvalho – humorista; e Rafael Sbarai – Head de Produto do IFood, entre diversos outros.

No primeiro dia da feira, às 17h10min, o governador gaúcho Eduardo Leite irá falar sobre “Caminhos para o desenvolvimento econômico e sustentável do Rio Grande do Sul”. Será no Palco Negócios, antecedendo a abertura oficial, que acontecerá às 17h45.

Para impulsionar o conteúdo técnico, a feira terá quatro palcos – Palco Negócios, Mão na Massa, MKT & Vendas e Pequenos Gigantes – por onde irão passar alguns dos principais nomes do varejo no Brasil e no mundo. Temas como novos modelos de negócios, vendas online, redes sociais, experiência do consumidor e Inteligência Artificial (IA) estarão em pauta.

Serviço

O que: 11ª Feira Brasileira do Varejo

Quando: 21 a 23 de maio (quarta a sexta-feira)

Onde: Centro de Eventos da Fiergs (Avenida Assis Brasil, 8787 – bairro Sarandi – Porto Alegre)

Horário: 10h às 19h

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/fbv-feira-brasileira-do-varejo-2025/2071132?referrer=feirabrasileiradovarejo.com.br

Mais informações: https://feirabrasileiradovarejo.com.br/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 294 Visualizações
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Impulsionando a Indústria Gaúcha traz oportunidade de reconstrução para pequenas e médias indústrias

Por Marina Klein Telles 21/05/2025
Por Marina Klein Telles

As pequenas e médias indústrias gaúchas terão a oportunidade de avaliar caminhos para a reconstrução econômica diante dos desafios climáticos na quarta edição do evento Impulsionando a Indústria Gaúcha, que ocorre nesta quinta-feira (22), em Porto Alegre. Em sua primeira edição presencial, a iniciativa promovida pelo Sistema FIERGS traz especialistas e lideranças do setor para apresentar soluções práticas e conhecimentos estratégicos sobre temas como crédito, inovação e internacionalização.

“As pequenas e médias indústrias são a base da força produtiva do nosso Estado e têm papel fundamental na reconstrução econômica após as recentes adversidades climáticas. O Sistema FIERGS atua oferecendo suporte em gestão, crédito, mão de obra e inovação, com o objetivo de construir uma indústria cada vez mais competitiva e inovadora”, destaca o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier.

O evento reforça a resiliência da indústria gaúcha e apresenta soluções para impulsionar sua retomada e promover um crescimento sustentável. A programação aborda temas como ações emergenciais para a recuperação do setor, estratégias de internacionalização e o uso da inteligência artificial.

O Impulsionando a Indústria Gaúcha conta com o apoio dos conselhos temáticos da FIERGS de Pequena e Média Indústria, Inovação e Tecnologia, Assuntos Tributários, Legais e Cíveis, além da Gerência de Relações Internacionais (Gerex) e do Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC).

Serviço

Data: quinta-feira (22/5)
Horário: 8h30
Local: Salão de Convenções da FIERGS
Endereço: Avenida Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre/RS
Inscrições gratuitas: impulsionando2025.eventize.com.br
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 291 Visualizações
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Fiema Brasil abre 10ª edição apresentando novidades e circuito de conhecimento

Por Marina Klein Telles 21/05/2025
Por Marina Klein Telles

Quem circula pela Fiema Brasil, que segue até o dia 22 de maio na FundaParque, percebe o empenho dos cerca de 150 expositores que participam da feira, em sua décima edição. Os estandes repletos de soluções e novidades cativam a atenção de uma audiência qualificada — composta empresários, gestores, estudantes e interessados em saber como a gestão ambiental pode estar atrelada a bons negócios.

Mais de 70 palestrantes compartilham, durante os três dias de programação, conhecimentos e experiências, consolidando a feira usina de ideias inspiradoras para ecossistemas em transformação. “A feira está muito atrativa, tem muito para mostrar. Quem ainda não veio, pode aproveitar os próximos dois dias de programação. São muitas oportunidades de negócios, conhecimento e contato com empresas nacionais e internacionais. A Fiema Brasil é uma feira internacional que vem demonstrando seu potencial crescente a cada edição”, destaca Jonas Brevia, presidente da 10ª edição.

Programação diversificada atrai diferentes públicos

Atrativo adicional à diversidade de marcas expositoras, o FiemaCon priorizou o fomento a debates sobre sustentabilidade e empresas inteligentes. A abertura dos trabalhos foi com o 6º Meeting Empresarial, que reuniu quatro palestras sobre inteligência artificial, formação de novos líderes, valorização do capital humano e, claro, meio ambiente.

Na sequência, o 8º Congresso Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente, organizado pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), contou, já no primeiro dia, com palestras internacionais, dando um panorama da questão ambiental na América Latina. O evento tem continuidade ao longo da feira com sessões de pôsteres e apresentação oral de trabalhos acadêmicos até o dia 22. As mesas redondas e palestras previstas enriquecem o 8º Congresso, uma convergência de conhecimentos na área que fortalece o caráter global da Fiema Brasil.

No 2º Seminário de Construções Sustentáveis, sete painelistas discutiram temas como certificações e boas práticas para edificações sustentáveis, além da gestão de resíduos e materiais aplicados à construção civil. O coordenador Lúcio Possebon avaliou positivamente o Seminário, enfatizando a diversidade de painelistas: “Ficamos muito felizes com as expectativas atendidas. Foram assuntos relevantes no mundo da construção, com palestrantes de alto gabarito de diversas áreas e que trabalham direto com a questão da economia circular. Estamos dispostos a realizamos a terceira edição, daqui a dois anos”, enfatizou.

Arena Inovação oportuniza networking

Em um espaço de 644m², a Arena Inovação da Fiema Brasil contempla, em sua segunda edição, cerca de 40 startups com seus estandes, além de palco onde ocorreram, no primeiro dia, palestras, pitches e apresentações. O espaço é uma aposta na evolução do ecossistema de startups. Participante pela primeira vez da Arena, a startup Carbon Token, de São Paulo com pólo em São Lepoldo, enfatiza as oportunidades que o evento proporciona. “Conversamos aqui com potenciais clientes que, em circunstâncias normais, desempenharia de nossa parte grande quantidade de dinheiro e tempo para uma negociação. Mas, aqui, estão todos reunidos e próximos, podemos trocar cartões com executivos de multinacionais e ter acesso a contatos qualificados”, pontua o CEO da Startup, Umberto d Vuono.

A Fiema Brasil continua até o dia 22 de maio, das 9h às 20h. A programação contará ainda com seminários, continuidade do 6º Meeting Empresarial e do 8º Congresso Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente e realização do 14º Fórum Energiplast, estreante na Fiema. Para mais informações sobre a programação completa, bem como inscrição para os eventos da FiemaCon, acesse www.fiema.com.br . A Fiema Brasil é uma realização da ProAmb.

Serviço

O quê: 10ª Fiema Brasil

Quando: dias 21 e 22 de maio de 2025, das 09h às 20h

Onde: Parque de Eventos de Bento Gonçalves

Informações e vendas de ingressos para FiemaCon: www.fiema.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 286 Visualizações
Business

SindiTabaco: Quando o agro encontra a indústria

Por Marina Klein Telles 21/05/2025
Por Marina Klein Telles

No Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, há um setor onde o agro e a indústria se encontram de forma exemplar: a cadeia produtiva do tabaco. As indústrias são responsáveis por mais de 40 mil empregos diretos, e suas exportações alcançaram quase US$ 3 bilhões em 2024. Apenas nos primeiros quatro meses de 2025, o tabaco liderou as exportações gaúchas, com mais de US$ 900 milhões embarcados, superando produtos como carne de frango, cereais e farelo de soja.

A expectativa para 2025, segundo aponta pesquisa encomendada pelo SindiTabaco junto à consultoria Deloitte, é de um crescimento entre 10,1% e 15% nas exportações em relação ao ano anterior. Segundo Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco, o avanço representa não apenas números, mas oportunidades concretas para mais de 200 municípios gaúchos produtores de tabaco, que encontram na atividade uma de suas principais fontes de desenvolvimento.

Cidades como Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, no centro do Rio Grande do Sul, abrigam o maior complexo mundial de processamento de tabaco. Suas indústrias estão entre as mais tecnológicas do mundo, utilizando equipamentos de ponta e garantias ISO. Empregam de forma direta mais de 40 mil pessoas e movimentam outros milhares de empregos indiretos em sua cadeia de suprimentos. Já a matéria-prima que abastece as linhas de produção, emprega outras 626 mil pessoas no campo, em mais de 500 municípios.

“Neste Dia da Indústria, celebramos a capacidade de unir o agro e a indústria em uma parceria que transforma vidas, movimenta economias locais e posiciona o país como líder global”, celebra Thesing, que representa o sindicato que congrega 14 indústrias de tabaco.

Desafios e diálogo

Thesing também destaca o desafio de alinhar o protagonismo do Brasil como segundo maior produtor e maior exportador de tabaco do mundo com o cenário regulatório atual, como no caso da proibição dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs). Para ele, regulamentar esse novo mercado global é olhar com responsabilidade para o futuro da cadeia produtiva instalada no país, aproveitando estruturas industriais já consolidadas e garantindo a continuidade de um modelo que combina eficiência e renda.

“Defender a regulamentação desse segmento é, acima de tudo, garantir que os produtores brasileiros tenham espaço nesse novo modelo de negócios. O futuro da nossa cadeia produtiva passa pela capacidade de inovação, adaptação e diálogo com a sociedade e com os órgãos reguladores”, frisa o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 220 Visualizações
Business

Indústria calçadista ultrapassa patamares produtivos da pré-pandemia

Por Marina Klein Telles 21/05/2025
Por Marina Klein Telles

Com crescimento de 4,3% na sua produção em 2024, a indústria calçadista brasileira ultrapassou os números registrados na pré-pandemia, em 2019, alcançando mais de 929 milhões de pares produzidos. O dado foi apresentado na coletiva de imprensa realizada hoje (20) na BFSHOW, feira calçadista que acontece no Distrito Anhembi, em São Paulo/SP, entre os dias 19 e 21 de maio.

Na oportunidade, em que também foi lançado o Relatório Indústria de Calçados – Brasil 2025, publicado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o presidente-executivo da entidade calçadista, Haroldo Ferreira, destacou as projeções para o ano. Segundo ele, em 2025, a indústria deve crescer entre 1,4% e 2,2%, chegando ao maior volume de calçados produzidos em 11 anos (entre 942,5 milhões e 949,9 milhões de pares produzidos). “A BFSHOW vem mostrando que chegaremos a esses números, que devem ser impulsionados, principalmente, pelas exportações, que devem crescer entre 2,1% e 5,2% ao longo do ano”, projetou. Já o consumo interno, que foi o motor do crescimento no ano passado, quando cresceu 8,4%, deve crescer menos. Ferreira frisou que, no primeiro trimestre de 2025, o crescimento da produção ficou em torno de 1%, ainda abaixo da banda projetada. “Porém, nos próximos meses devemos registrar um incremento mais significativo”, disse.

Importações

“Mas nem todas as notícias são positivas”. Dessa forma Ferreira introduziu um tema que tem preocupado a indústria calçadista nacional: as importações. Segundo ele, com a guerra comercial em curso, os exportadores chineses vêm buscando “desovar” sua produção em mercados que não o norte-americano, inundando não somente mercados cativos para o calçado brasileiro no exterior, mas o próprio mercado interno. “No primeiro quadrimestre, as importações alcançaram 16,5 milhões de pares, 28% mais do que no mesmo período do ano passado. Desses, a maior parte são provenientes da China, Vietnã e Indonésia”, comentou.

Para conter o problema da invasão de calçados asiáticos, o dirigente da Abicalçados frisou que a entidade vem trabalhando com o Governo Federal para o aperfeiçoamento de mecanismos de defesa comercial, como as cotas de importação. Conforme levantamento da Inteligência de Mercado da Abicalçados, a cada 1 milhão de pares importados são perdidas, ou deixadas de serem criadas, 2,2 mil vagas na indústria calçadista brasileira. “É um problema muito sério e que vem sendo trabalho no âmbito federal”, concluiu.

Números da feira

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, destacou o crescimento da BFSHOW, que na sua quarta edição já é a maior feira calçadista da América Latina. “Nesta edição, tivemos um crescimento de 30%, com um espaço total de 32 mil metros quadrados e mais de 350 marcas brasileiras. Já o pré-credenciamento de visitantes, entre lojistas e importadores, foi 60% maior do que na edição anterior, o que nos permite ter uma projeção bastante positiva com relação à visitação”, explicou.

Competitividade

Representando a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), parceira na realização do Projeto Comprador da feira, por meio do Brazilian Footwear, a gerente de Indústria e Serviço da agência federal, Maria Paula Velloso, destacou a importância da feira para o fomento das exportações de calçados. “A Abicalçados é uma das principais parceiras da ApexBrasil para alavancar as exportações brasileiras”, disse. Segundo ela, a indústria calçadista brasileira, como a principal produtora do Ocidente, tem muito espaço para crescimento no mercado internacional.

Movimento Próximos Passos RS

Lançado na feira do ano passado, o Movimento Próximos Passos RS, que ajudou mais de 3 mil pessoas atingidas diretamente pelas enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio de 2024, teve seus resultados apresentados. Ao todo, o Movimento, realizado pela Abicalçados em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e empresários do setor, arrecadou mais de R$ 6,4 milhões em doações. O benefício foi distribuído, diretamente, para 3,17 mil pessoas em 33 cidades nos vales do Sinos, do Taquari e do Paranhana.

Relatório

O Relatório Indústria de Calçados – Brasil 2025, lançado no evento com dados detalhados da indústria calçadista nacional e projeções, pode ser baixado gratuitamente no Link

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 227 Visualizações
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