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Relatório Global de Riscos 2026 impulsiona ESG nas empresas

Por Marina Klein Telles 26/02/2026
Por Marina Klein Telles

O recente Relatório Global de Riscos 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum – WEF), reacendeu o alerta para os principais desafios que devem impactar governos, empresas e sociedades nos próximos anos. Conflitos geopolíticos, instabilidade econômica, eventos climáticos extremos e fragilidades nos mercados globais figuram entre as principais ameaças apontadas pelo documento e reforça a necessidade de respostas estruturadas e de longo prazo por parte das organizações.

Um dado que ilustra a profundidade dessas preocupações é que 50% dos especialistas consultados pelo relatório prevêem um panorama global “turbulento ou tempestuoso” nos próximos dois anos e esse índice sobe para 57% quando estendido para a próxima década. Nesse contexto, a agenda ESG deixa de ser apenas um diferencial competitivo e se consolida como uma ferramenta estratégica de gestão de riscos. Para especialistas, incorporar critérios ambientais, sociais e de governança aos processos decisórios passou a ser uma condição essencial para garantir a resiliência dos negócios diante de cenários cada vez mais complexos e imprevisíveis.

A partir da realidade brasileira, especialmente no ambiente empresarial do Sul do país, esse movimento se reflete de forma consistente. Com sede em Porto Alegre, a ESG Now acompanha de perto essa transformação ao apoiar empresas na estruturação, implementação e monitoramento de estratégias ESG integradas à gestão corporativa.

Segundo a empresa, os alertas trazidos pelo relatório do WEF evidenciam que riscos climáticos, tensões sociais e instabilidades econômicas não podem mais ser tratados de forma isolada. “O que o relatório mostra é que esses fatores estão interligados e impactam diretamente a sustentabilidade financeira, operacional e reputacional das organizações. O ESG surge justamente como um modelo capaz de organizar e transformar risco em planejamento”, avalia Elias Neto, CEO da ESG Now.

Na prática, isso significa ir além de ações pontuais ou iniciativas de curto prazo. A adoção de indicadores ambientais, políticas de diversidade, governança transparente, gestão eficiente de recursos e monitoramento contínuo de impactos passou a ser parte central das estratégias corporativas. Empresas que conseguem estruturar essas frentes de forma integrada tendem a responder melhor a crises, atrair investimentos e fortalecer sua posição no mercado.

Para a ESG Now, o desafio atual está em traduzir os alertas globais em soluções aplicáveis à realidade local. “Relatórios internacionais como o do WEF oferecem um diagnóstico importante, mas é no dia a dia das empresas que esses riscos precisam ser gerenciados. O papel da tecnologia é justamente transformar dados, métricas e compromissos em ações concretas”, destaca Neto.

Plataformas de gestão ESG ganham relevância ao centralizar informações, acompanhar metas, mensurar impactos e apoiar a tomada de decisão baseada em evidências. A digitalização dos processos permite que as organizações tenham uma visão mais clara de suas vulnerabilidades e oportunidades, para fortalecer sua capacidade de adaptação em ambientes instáveis. O avanço das discussões sobre sustentabilidade, governança e responsabilidade social também reflete uma mudança no perfil de investidores, consumidores e parceiros comerciais, cada vez mais atentos aos riscos socioambientais associados às marcas. Ainda, segundo o relatório, a pressão por transparência e responsabilidade tende a se intensificar nos próximos anos, especialmente diante da Resolução CVM nº 193, que torna obrigatória, a partir de 2027, a divulgação de relatórios de sustentabilidade por companhias abertas no Brasil, com base no exercício de 2026.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 112 Visualizações
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Eduardo Leite faz avaliação do governo em primeira edição do Fecomércio-RS Debate em 2026

Por Marina Klein Telles 26/02/2026
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS iniciou na quarta-feira, 25 de fevereiro, a rodada 2026 do projeto Fecomércio-RS Debate. O convidado da edição foi o governador Eduardo Leite, que palestrou na presença de autoridades, imprensa, líderes empresariais e empresários do setor do comércio de bens, serviços e turismo. A fala foi norteada, especialmente, por um balanço da gestão do Estado neste, que é o último ano da gestão de Leite. “Vim mostrar que o Rio Grande do Sul está diferente. Não com tudo resolvido, mas que está diferente e para melhor”, comentou, em sua fala de abertura.

Ao saudar o convidado e os presentes, o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância do diálogo com o setor terciário, que é o principal gerador de emprego e renda no Estado. “A aceleração do crescimento passa por ganhos de produtividade e pela manutenção de uma carga tributária que não onere quem produz. A Fecomércio-RS segue atuando fortemente sob a bandeira do desenvolvimento, convicta de que o diálogo entre a iniciativa privada e o poder público é peça fundamental para atingirmos prosperidade no Rio Grande do Sul”, discursou.

Em sua participação, Leite enumerou o que considerou os principais avanços de sua gestão. Entre eles, reformas, a recuperação da capacidade de pagamento do Estado, a redução de gasto com pessoal, a dívida quitada do Caixa Único e – uma demanda importante do comércio – a extinção do Difal do ICMS. “A gente faz tudo com muita responsabilidade para não deteriorar a capacidade fiscal do Estado”, apontou.

Em primeira mão, o governador anunciou que o RS subiu da categoria D para a C no Capag, indicador do Tesouro Nacional que identifica a capacidade de pagamento dos entes subnacionais para acesso ao crédito. Conforme Leite, foi a primeira vez desde que o sistema foi instituído, nos anos 90, que o Estado saiu da categoria D. “É um aval da União que reconhece o nosso avanço”, exemplificou.

Entre os destaques feitos, ainda estavam a maior capacidade de investimento no Porto de Rio Grande, o aumento do investimento em rodovias e em acessos asfálticos. “Estamos encaminhando definitivamente o fim desse capítulo da falta de acessos pavimentadas em nosso Estado. A rodovia 118 é um exemplo disso”, falou. Na área da educação, ampliação de escolas em tempo integral, obras, distribuição de uniformes e o programa Todo Jovem na Escola, para combate da evasão escolar, foram destacados. “Se não tivermos capital humano formado, também fica reduzida a nossa capacidade de crescimento”, defendeu Leite.

As concessões de rodovias para a iniciativa privada e a redução da carga tributária também foram temas abordados, especialmente na sessão de perguntas e respostas, aberta para participação do público presente. O governador defendeu que não é possível pensar, no momento, em ter carga tributária menor sem fazer parcerias com a iniciativa privada, e reforçou a defesa pela concessão de rodovias. “Estamos falando de duplicar 600km em dez anos e o Estado não pode abrir mão de fazer isso. Se não conseguirmos rodovias adequadas para escoar a produção, não teremos capacidade de crescer. Precisamos fazer essa transformação”, disse. A próxima edição do Fecomércio-RS Debate ocorre em março.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 120 Visualizações
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Kisafix destaca na Fimec 2026 portfólio completo para a indústria calçadista, de moda e acessórios

Por Marina Klein Telles 26/02/2026
Por Marina Klein Telles

A líder na América Latina em adesivos para calçados, Kisafix, do Grupo Killing, vai apresentar seu portfólio completo que reforça seu comprometimento como parceira das indústrias de calçados, da moda e dos acessórios. A 49ª Fimec será realizada de 3 a 5 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo. O estande da Kisafix estará localizado na esquina entre os corredores H e Q.

No estande de 140 metros quadrados, os visitantes poderão conferir as linhas de produtos Kisafix para o setor em uma estação com dez espaços que vão promover uma imersão em diferentes tecnologias e soluções. No local, serão apresentadas tecnologias para automação, tecidos, filmes estruturantes, pigmentos para o couro, acabamentos, resinas 3D (KED) e os produtos com iniciativas sustentáveis da Linha Ecotech. “Essa exposição colabora para o entendimento do quão completo é o nosso portfólio. Os visitantes poderão optar por um circuito completo das soluções ou por uma tecnologia específica ”, destaca Raquel Becker, gerente de negócios da Kisafix.

Durante a Fimec 2026, será apresentado também o lançamento Kisafix – Limpador de Matrizes de EVA. Base água. O produto agrega qualidade ao processo de remoção de resquícios da matéria-prima EVA das matrizes. “Esta é uma das soluções que traz eficiência, porque não desgasta ou deforma as matrizes como acontece com outros métodos abrasivos de limpeza. Sabemos que matrizes são investimentos altos e preservá-las com integridade, sem perder detalhes é importante. O limpador colabora para a durabilidade, além de não exigir equipamentos extras ou mão-de-obra especializada. Ou seja, gera economia e evita longas paradas na produção”, detalha Raquel.

A solução da Kisafix garante eficiência e economia ao processo de limpeza de matrizes de EVA. A nossa motivação é que, em breve, possamos lançar outras versões do limpador voltadas para materiais diferentes, como borracha, PU e PVC”, revela a gerente.

Possibilidades criativas

É a primeira vez que a Kisafix apresenta na Fimec sua linha completa, com a integração da empresa LRB, adquiria no ano passado. Com isso, os clientes passaram a contar com novos produtos ampliando as possibilidades de desenvolvimento criativo e competitivo para o mercado, como por exemplo, os tecidos estruturantes e os filmes adesivos. Eles vão muito além da questão funcional da colagem em si. “Estes materiais são de alta resistência, feitos de tecidos (como poliéster ou algodão). São utilizados para reforçar a estrutura de um calçado na parte do cabedal – bico, laterais ou calcanhar – dando mais firmeza, durabilidade ou resiliência, memória, forma e estética, inclusive, podendo ser o próprio forro. Ou seja, é muito versátil e pode ser adaptado para cada necessidade, desde os calçados de alta performance (esporte) até coleções casuais diversas”, complementa Raquel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 145 Visualizações
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Pesquisa da Fiergs mostra que Icei-RS continua a registrar percepção negativa em fevereiro

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS), divulgado na terça-feira (24) pelo Sistema Fiergs, revela uma pequena redução, em fevereiro, na comparação com janeiro: de 46,3 para 46 pontos. O afastamento da linha dos 50 pontos sinaliza para um aumento na falta de confiança. “A pesquisa mostra que são 15 meses consecutivos de avaliação negativa entre os empresários. A indústria permanece com cenário desfavorável tanto na situação atual quanto nas expectativas futuras”, diz o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier.

Segundo Bier, a persistência dos juros elevados, as tarifas impostas pelos Estados Unidos e o aumento das incertezas fiscais e regulatórias, incluindo as propostas de redução da jornada de trabalho em tramitação, contribuem para explicar este quadro desfavorável.

De acordo com o Icei-RS, o Índice de Condições Atuais oscilou de 41,7 pontos, em janeiro, para 41,6, em fevereiro, mostrando que a percepção de piora permanece em relação ao observado nos seis meses anteriores. Esse desempenho decorre do comportamento dos componentes que formam o cenário de condições atuais. Mesmo que no Índice de Condições da Economia Brasileira tenha ocorrido uma variação positiva de 0,4 ponto entre janeiro e fevereiro, de 36,3 para 36,7 pontos, ele permanece muito abaixo da linha dos 50. Nesse aspecto, 51,1% dos industriais gaúchos afirmaram que a situação piorou ou piorou muito, enquanto apenas 4,3% relataram melhora.

Já o Índice de Condições da Empresa caiu 0,3, fixando-se em 44,1 pontos, e 58,3% dos empresários indicaram que as condições não se alteraram.

Expectativas

Ao mesmo tempo, o Índice de Expectativas recuou 0,3 ponto em fevereiro, passando a 48,2, indicador que permanece abaixo dos 50 pontos desde junho de 2025. São oito meses que os industriais gaúchos apresentam percepções negativas em relação aos próximos seis meses.

Entre os indicadores que integram esse índice, o de Expectativas da Própria Empresa caiu 1,2 ponto, atingindo 52,2, indicando que os empresários seguem otimistas, ainda que menos em relação a janeiro de 2026. Já o Índice de Expectativas da Economia Brasileira avançou 1,5 ponto, alcançando 40,3, o maior valor desde junho de 2025. Porém, por ainda se situar bastante abaixo dos 50 pontos, segue indicando perspectiva de deterioração da economia nacional.

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 12 de fevereiro, antes do anúncio da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, no dia 20, que declarou ilegais algumas tarifas aplicadas ao Brasil. Foram consultadas 141 empresas, sendo 33 pequenas, 47 médias e 61 grandes. Acompanhe o resultado completo em https://observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/industria-gaucha-inicia-o-ano-com-pessimismo-menos-acentuado/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 119 Visualizações
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Ouro dispara no cenário global enquanto commodities agrícolas ficam estagnadas

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

O painel “O que esperar para 2026? Da macroeconomia às commodities” discutiu na terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, o comportamento dos ativos financeiros e os reflexos no mercado agrícola. A atividade ocorreu no auditório Frederico Costa, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com palestra do pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati. A mediação foi do presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Alexandre Velho.

Serigati iniciou a apresentação com uma análise do cenário macroeconômico internacional. Segundo ele, ativos como ouro e outras commodities metálicas registraram valorização expressiva entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, apesar de incertezas associadas ao aumento de tarifas nos Estados Unidos. “Mesmo com fatores de instabilidade, como o aumento de tarifas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vários ativos se valorizaram de forma significativa no período. Metais preciosos, por exemplo, acumularam alta de 94% em dólar”, afirmou o pesquisador, destacando que, no mesmo intervalo, as commodities agrícolas não acompanharam o movimento. “Embora o preço do arroz no Brasil seja influenciado pelo dólar e pela conjuntura macroeconômica, a formação do valor depende de fundamentos como oferta e demanda”, explicou.

O pesquisador observou que a cotação internacional do arroz, referenciada na Tailândia, indica cenário de preços pressionados, o que ajuda a explicar a ausência de valorização no segmento agrícola de forma agregada. No panorama global, Serigati apontou desaceleração do crescimento econômico mundial, ainda que o desempenho tenha superado as projeções iniciais. Segundo ele, a China mantém atuação intensa no mercado internacional, mas enfrenta desafios internos, enquanto, nos Estados Unidos, empresas de tecnologia compensam parte dos efeitos negativos da política tarifária.

No Brasil, o pesquisador avaliou que o dólar em patamar mais baixo contribuiu para conter a inflação e reduzir o risco país. A projeção, de acordo com Serigati, é de manutenção de mercado aquecido em 2026, mas com limitações estruturais. “Será necessário um ajuste, especialmente em relação aos gastos do governo, para garantir sustentabilidade no médio prazo”, alertou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 120 Visualizações
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Entidades empresariais divulgam posicionamento contrário ao fim da escala 6×1

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Onze entidades empresariais do Vale do Sinos divulgaram nesta segunda-feira, 23, manifesto com posicionamento contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Veja o documento na íntegra: “O debate sobre o fim da escala 6×1 precisa ser tratado com responsabilidade e visão econômica — sem simplificações. O Brasil não enfrenta um problema de excesso de trabalho. O Brasil enfrenta um problema de baixa produtividade, falta de mão-de-obra qualificada, alto custo estrutural e perda de competitividade internacional.

Reduzir a jornada por imposição geral e uniforme sem enfrentar o custo Brasil, sem redução proporcional de salário e sem reduzir a insegurança jurídica, a complexidade tributária, o peso sobre a folha de pagamento, a baixa qualificação média dos profissionais e a infraestrutura deficiente não representa avanço social — representa aumento de custo.

A questão central é: quem paga essa conta? Não é o Estado. Não se trata de “torcida” a favor ou contra, mas sim abordar de o assunto com responsabilidade. É a empresa que investe com juros altos, paga tributos elevados, enfrenta burocracia, assume risco diariamente e mantém empregos mesmo em ciclos negativos.

Em um cenário de produtividade industrial abaixo dos concorrentes globais, informalidade crescente, margens comprimidas e pressão sobre preços, impor redução estrutural de jornada sem compensação produtiva significa aumento do custo por hora trabalhada, redução da competitividade, deslocamento de investimentos e risco ao próprio emprego que se pretende proteger.

Antes de discutir menos dias trabalhados, o Brasil precisa discutir como produzir mais por hora, como reduzir o custo sobre o emprego, simplificar regras, dar previsibilidade a quem investe e como melhorar a qualificação técnica. O verdadeiro compromisso social é gerar crescimento sustentável — e crescimento sustentável nasce da competitividade.”

Assinam o documento as seguintes entidades: SinmaqSinos, Sindimetal RS, ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Sindartcouro NH, Sindivest SL, Siab RS, Sindicis, Sinborsul, Abrameq, Sinduscon NH e SICNH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 122 Visualizações
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Arroz gaúcho enfrenta cenário desafiador e setor pede crédito, seguro e equidade regulatória

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta no Auditório Frederico Costa com o painel inaugural “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando Campo e Mercado”. O evento segue até 26 de fevereiro, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na abertura, o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, destacou que o encontro simboliza não apenas o início de uma nova safra, mas também a resiliência e a capacidade de superação do produtor rural diante de um cenário complexo. “Importante destacar que toda a programação do evento foi pensada justamente neste desafiador cenário que estamos enfrentando”, afirmou.

Nunes ressaltou que o Rio Grande do Sul vive uma conjuntura marcada por desafios e oportunidades. “O arroz, cultura que moldou nossa identidade produtiva, atravessa um período de forte atenção nacional. Estoques elevados, volatilidade de preços, endividamento, dificuldade de acesso a crédito, juros incompatíveis com a atividade e reiteradas fraudes setoriais de tipificagem no arroz ofertado ao consumidor são fatores que colocam o Rio Grande do Sul no centro da discussão sobre segurança alimentar”, declarou.

O dirigente alertou que a fragilidade da agricultura impacta diretamente a segurança alimentar e a economia. Segundo ele, o setor gera empregos, divisas e sustenta cadeias como transporte, indústria e comércio. Ao comparar políticas de apoio, destacou que na União Europeia cerca de 19% da renda dos produtores rurais vem do Estado, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de aproximadamente 11% e, no Brasil, varia entre 1% e 5%. “A tecnologia digital, cada vez mais presente, transforma a lavoura em um ambiente de precisão, onde cada decisão é tomada com base em dados e não mais em incertezas”, acrescentou.

O presidente defendeu ainda a necessidade de um seguro rural mais robusto e acessível, linhas de crédito compatíveis com o custo real de produção e infraestrutura logística eficiente para escoamento e armazenagem. “Que nossos concorrentes tenham que cumprir a mesma legislação, seja trabalhista, ambiental, tributária ou sanitária, que os nossos produtores”, defendeu.

O diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clênio Pillon, ressaltou a evolução tecnológica da agricultura nas últimas décadas. “Há 50 anos se plantava arroz com semeadora manual. Hoje vemos aqui essa verdadeira cidade da inovação. Uma revolução não apenas na lavoura arrozeira, mas na agricultura brasileira”, afirmou.

Pillon lembrou que, no início da década de 1970, o Brasil tinha cerca de 90 milhões de habitantes e produzia meia tonelada de cereais por habitante ao ano. “Hoje não produzimos apenas segurança alimentar, mas ajudamos a alimentar cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo”, comparou. Ele acrescentou que os desafios permanecem, especialmente na ampliação da soberania nacional na produção de insumos estratégicos para reduzir a dependência externa.

O superintendente do Senar, Eduardo Condorelli, avaliou o momento atual da orizicultura como delicado. “Poderia ser um problema para o país se a seca tivesse atingido 60% da colheita. Mas, lamentavelmente, a seca é no faturamento, não na produção. E, neste caso, o problema é só nosso”, observou. Condorelli destacou a capacidade técnica do orizicultor gaúcho. “Vocês representam o farol da agricultura do Rio Grande do Sul e é em vocês que os demais produtores se espelham”, declarou.

O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Alexandre Velho, enfatizou a expansão do evento ao longo dos anos. “Em 2013, lá em Mostardas, a abertura ocupava uma área de 4 hectares, com cerca de 27 ou 28 empresas. Ao chegar aqui na Embrapa este ano, me surpreendi mais uma vez com o tamanho da estrutura”, relatou. Velho observou que o evento contempla múltiplas culturas e tecnologias estratégicas. “As ferramentas disponibilizadas aqui são fundamentais neste processo”, pontuou.

Velho também chamou atenção para o valor nutricional do cereal e a necessidade de estimular o consumo. “O arroz não envolve apenas o valor pago ao produtor, mas também o seu valor nutricional. Por isso, o Irga colocou na rua uma campanha nacional para promover mudança de hábitos da população na questão do consumo e do valor nutricional do cereal”, afirmou.

O presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, lembrou que até 1997 o Brasil era importador de alimentos. “Em 27 anos nos tornamos uma potência agrícola, pecuária e silvícola, sendo o maior exportador líquido do mundo. E em cinco a dez anos seremos o maior produtor e exportador, e só o Brasil pode fazer isso”, enfatizou. Ele defendeu maior investimento em pesquisa. “Não podemos ter um orçamento limitado para a Embrapa. Precisamos investir mais para tornar viável inclusive a produção de etanol a partir do arroz”, argumentou.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, alertou para a queda de rentabilidade do produtor, que hoje recebe menos de R$ 1,25 por quilo de arroz produzido. “Isso é desanimador e prejudicial para uma economia em que 40% do PIB está ligado ao agronegócio”, avaliou. Ele ressaltou o impacto multiplicador do setor e pediu prioridade ao Rio Grande do Sul nas políticas federais. “Não há lugar neste Brasil onde exista produção agrícola que não tenha o trabalho de um gaúcho”, finalizou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 107 Visualizações
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Claudio Gastal é o novo diretor do Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

 O Sistema FIERGS terá um novo diretor à frente do Serviço Social da Indústria (Sesi), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) no Rio Grande do Sul. O cargo será assumido por Claudio Gastal, atual presidente do Badesul Desenvolvimento – Agência de Fomento do Estado do Rio Grande do Sul.

Com sólida trajetória na gestão pública e em iniciativas voltadas à competitividade e à modernização institucional, Gastal traz para o Sistema FIERGS a experiência acumulada em áreas como planejamento estratégico, governança, gestão de pessoas e transformação digital.

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destaca que além de sua atuação no governo do Rio Grande do Sul, Gastal desenvolveu carreira no Movimento Brasil Competitivo (MBC), organização dedicada à promoção da eficiência e da competitividade no país. Na oportunidade, exerceu diferentes funções de liderança, incluindo a de presidente executivo. “É um profissional preparado que terá muito a contribuir com o Sistema FIERGS”, ressalta Bier, destacando a grande experiência em gestão.

Desde 2023, está à frente do Badesul Desenvolvimento, onde conduz ações voltadas ao financiamento e ao desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.

À frente do Sesi, do Senai e do IEL no RS, Claudio Gastal terá como desafio dar continuidade às ações voltadas ao fortalecimento da indústria gaúcha, com foco na educação profissional, na inovação, na produtividade e no desenvolvimento das empresas e das pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 111 Visualizações
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Empresa participa da FIMEC com o apoio da Prefeitura de Estância Velha

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A empresa de couros Curtidora Ribeirãozinho (CR Leather), localizada no bairro Rincão da Saudade, confirmou participação na Fimec 2026 com incentivo da Prefeitura de Estância Velha. A feira ocorre de 3 a 5 de março de 2026, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, reunindo empresas da cadeia produtiva do couro e do setor calçadista.

A Curtidora Ribeirãozinho receberá um subsídio de 50% do investimento para participação no evento, limitado a R$ 6 mil. “Estamos muito satisfeitos em contar com o apoio da Prefeitura de Estância Velha, que desde o primeiro contato com o edital demonstrou profissionalismo e comprometimento. Acreditamos que esses incentivos são fundamentais para fortalecer o couro autoral e impulsionar ainda mais o nosso crescimento”, destaca Claudemir Lorenzi, estilista da CR Leather.

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDEIT), a Prefeitura mantém o compromisso de apoiar micro e pequenas empresas na prospecção de novos negócios, ampliando mercados e fortalecendo o setor coureiro-calçadista, segmento estratégico para a economia local e regional. O incentivo integra a política municipal de fomento ao desenvolvimento econômico e vem sendo realizada há pelo menos cinco anos.

Além da Fimec, o município também disponibiliza, anualmente, incentivo para participação na Inspiramais, ampliando as oportunidades de inserção das empresas estancienses em eventos de relevância nacional e internacional. “Esta é uma forma que encontramos para incentivar nossas empresas e empresários. A participação em eventos como esse traz impactos expressivos para a nossa economia”, explica o prefeito Diego Francisco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 135 Visualizações
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49ª Fimec projeta reunir 20 mil visitantes em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Negócios, inovação e conexões internacionais voltam a movimentar o setor coureiro-calçadista com a realização da 49ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes). De 3 a 5 de março, a Fenac, em Novo Hamburgo, será palco do principal evento do segmento na América Latina, reunindo mais de 400 expositores e cerca de 20 mil visitantes do Brasil e do exterior, em 30 mil m² de área.

Reconhecida como a principal feira do setor na América Latina, a Fimec apresenta soluções integradas para toda a cadeia produtiva, desde matéria-prima, couros e componentes até máquinas, equipamentos, tecnologia, design, processos industriais e soluções sustentáveis. Com forte presença internacional, especialmente de países da América Latina, a feira consolida seu posicionamento como ambiente estratégico para geração de negócios, conexões globais e fortalecimento do cluster coureiro-calçadista.

Segundo Marlos Schmidt, diretor-presidente interino da Fenac, esta edição reforça o papel do evento como plataforma de atualização e desenvolvimento do setor. “Durante três dias, a Fimec apresentará o que há de mais inovador no setor coureiro-calçadista, com o propósito de impulsionar negócios, fortalecer a cadeia produtiva e promover o desenvolvimento econômico do cluster”, destaca. “Nossa expectativa é extremamente positiva, pois a Fimec já é uma feira consolidada, então nosso desafio é de mobilização para fortalecimento, que será medida pelo impacto das visitas aos nossos expositores”, pontua Schmidt.

O diretor-presidente ainda contextualiza que, para Novo Hamburgo, as feiras da Fenac têm uma entrega para comunidade da cidade e região de extrema relevância e reconhecimento. “São nas feiras, sendo a Fimec a maior delas, que recebemos visitantes do mundo todo, com hotéis lotados, rede gastronômica com muita demanda, comércio e serviços sendo impactados direta e indiretamente. Ou seja, trata-se de um evento que ultrapassa uma entrega setorial, estamos falando de um retorno para Novo Hamburgo e toda região”, avalia.

O credenciamento para profissionais do setor é gratuito e pode ser realizado pelo site oficial www.fimec.com.br. Por se tratar de um evento profissional, o acesso é permitido apenas para maiores de 14 anos.

Melhorias na infraestrutura e novidades desta edição

Nesta edição, expositores e visitantes da Fimec poderão usufruir do estacionamento ampliado da Fenac, além de novos pisos nos pavilhões 5 e 6, que representam a maior parte da área superior do centro de eventos. “Essa é uma demanda antiga que foi encaminhada no ano passado e entregue agora, véspera da feira. Trata-se de uma entrega importante, melhorando a experiência dos expositores e visitantes”, reforça Schmidt.

Uma das novidades desta edição é a abertura oficial antecipada da feira, na segunda-feira, dia 2 de março, às 18h30. Na sequência, ocorrerá a 22ª edição do Prêmio Lançamentos Fimec, uma das mais tradicionais premiações do setor no Brasil. O prêmio reconhece as melhores soluções e profissionais da feira em oito categorias, incluindo Componentes, Couros, Máquinas, Sustentabilidade e Inovação, além das categorias de Liderança Profissional.

Projeto Bem-vindo amplia presença de compradores estratégicos

Entre as novidades desta edição está o Projeto Bem-vindo, iniciativa criada para ampliar a presença de compradores estratégicos nacionais e internacionais e fortalecer a retomada de polos que estiveram ausentes nas últimas edições.

A ação contempla ativações em polos calçadistas como Jaú, Franca, Birigui, Nova Serrana e São João Batista, além de articulações internacionais com Argentina, Peru, Colômbia e Panamá, entre outros. Como incentivo, o projeto oferece duas noites de hospedagem para compradores convidados por meio das entidades parceiras. “O clima é de grande otimismo. Encerramos o prazo de inscrições com um resultado extremamente positivo. Já contamos com a presença confirmada de compradores convidados pelas entidades apoiadoras da feira, o que reforça a relevância e o potencial de geração de negócios do evento”, ressalta Schmidt.

Fábrica Conceito 2026 terá seis linhas de produção e operação ao vivo dentro da feira

Um dos principais destaques da programação é a Fábrica Conceito 2026, que chega à sua maior edição, com seis linhas de produção funcionando simultaneamente. Reconhecida como a única iniciativa do mundo a operar uma fábrica em tempo real dentro de uma feira setorial, a ação permitirá que os visitantes acompanhem, na prática, a aplicação de tecnologias e processos inovadores na fabricação de bolsas e calçados.

O projeto é realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria Empresarial e a Fenac. Participam desta edição as marcas Klin, Fiber e Cravo & Canela, além de alunos do Senai Calçado. “Na 49ª Fimec, a Fábrica Conceito une inovação e prática. É uma oportunidade de ver a produção do futuro acontecendo ao vivo, inspirando e reforçando o papel da nossa indústria global”, afirma Schmidt.

Durante os três dias de feira, a expectativa é produzir cerca de 120 bolsas e mais de 3 mil pares de calçados. Entre os destaques estão modelos com cabedal em knit produzido com fios reciclados de PET, solados em poliuretano expandido (E-TPU), bolsas em couro com técnicas modernas de fabricação e modelos desenvolvidos por alunos do Senai, incluindo uma bota feminina em couro e um tênis escolar voltado a projeto social.

Fórum CICB de Sustentabilidade debate Inteligência Artificial e transformação da indústria do couro

No dia 4 de março, a programação técnica contará com o Fórum CICB de Sustentabilidade 2026, que terá como tema “Indústria e Transformação com Inteligência Artificial”. O encontro reunirá especialistas e lideranças empresariais para discutir como a IA está impactando a operação, a gestão e os avanços em ESG na cadeia produtiva do couro.

O fórum é promovido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, por meio do projeto Brazilian Leather.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 137 Visualizações
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